O Crislã É uma Cilada Mortal para os Cristãos Incautos

Parte 1: O Senhor Deus de Israel É o Único Deus Verdadeiro.

Autor: Jeremy James, janeiro de 2015.

A Bíblia ensina que Deus escolheu a nação judaica como o veículo por meio do qual Ele se revelaria à humanidade. Dentro dessa nação, Deus escolheu homens que serviram como seus profetas e que registraram Suas palavras para transmiti-las à humanidade. A Bíblia, a Palavra de Deus, é a soma total de tudo o que Deus quis que soubéssemos sobre Ele. Por meio da Bíblia, Deus revela Seus atributos divinos, Sua natureza triúna, Sua soberania absoluta, Seu papel exclusivo como o autor de toda a Criação, Seu plano redentor para o homem caído e o dom maravilhoso de Seu Filho, que encarnou em forma humana como Jesus de Nazaré.

O maior de todos os mandamentos de Deus na Bíblia é que o adoremos, e que adoremos somente a Ele. Por outro lado, Ele reserva Sua maior condenação para aqueles que adoram outro deus, ou outros deuses. A história do povo hebreu, conforme registrada na Bíblia, é em grande parte um relato da luta terrível dessa povo com a idolatria.

O Senhor Deus de Israel empenhou-se extraordinariamente para se revelar ao homem caído. Não há nada que possamos fazer por nossos próprios esforços, ou por nossa própria vontade, para estabelecer um relacionamento com Deus. De modo a conhecê-lo, precisamos seguir o caminho que Ele mesmo definiu, e Ele definiu somente um caminho.

Os Cristãos Precisam Compreender uma Verdade Básica

Como cristãos nascidos de novo, precisamos ser muito claros sobre isto. Deus somente pode ser conhecido por meio de Sua revelação especial, que culminou na encarnação de Seu Filho. Negar o Filho é negar o Pai. Esta é verdade central do Cristianismo. É somente por meio do Filho que podemos encontrar e conhecer a Deus, o Pai. Somente por meio do Filho é que somos salvos, e é somente por meio do Filho que podemos entrar nos céus e viver com nosso Pai Celeste por toda a eternidade.

Cristo não apenas nos leva ao longo do caminho — Ele é o caminho!

À luz disto, podemos perguntar — e responder — uma questão muito básica. Pode alguém que não seja cristão orar a Deus, o Pai, porém ao mesmo tempo rejeitar o Filho? A resposta é obviamente não! Deus é totalmente incognoscível, exceto por meio de Cristo. Jesus Cristo é o meio pelo qual o Pai se torna acessível ao homem.

Tentar orar ao Pai sem usar a mediação de Cristo Jesus é praticar a idolatria. Não está na moda hoje declarar esta verdade básica. Os homens, em seu orgulho e em seu estado caído, resistem terrivelmente a ela. O conceito deles de Deus, eles proclamam, é tão válido quanto o de todos os demais. Mas, eles estão enganados.

É comumente imaginado, até mesmo pelos cristãos, que a idolatria se refere principalmente à adoração de muitos deuses, o politeísmo, e não se aplica a alguém que descreve a si mesmo como monoteísta (aquele que adora a um único deus), mas isto é falso. Adorar a um deus, porém rejeitar a verdade que Jesus Cristo é o único Filho unigênito de Deus, é adorar a um falso deus.

Somente podemos nos aproximar de Deus em perfeita justiça — o que significa um estado de total ausência de pecado — e temos essa capa de justiça somente pela virtude daquilo que Cristo alcançou por nós na Cruz. Todos os que rejeitam a purificação que vem por meio da fé no sangue de Cristo rejeitam o Pai. Deus permanece totalmente inacessível para todos, exceto para aqueles que creem em Seu Filho.

Portanto, como os não cristãos encontram salvação? As orações deles têm algum valor? Jesus referiu-se a este problema em sua discussão com a mulher de Samaria:

"Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus." [João 4:22].

Como os samaritanos também usavam os livros de Moisés, exatamente como os judeus, eles acreditavam que adoravam ao Senhor Deus de Israel. Mas, Jesus gentilmente revelou para a mulher que eles não adoravam. Em vez disso, ela e seu povo adoravam "o que não sabiam". Em seguida, Ele lhe disse para onde ela precisava olhar, isto é, para os judeus, "porque a salvação vem dos judeus".

A Bíblia ensina que o homem encontrará o Pai se o buscar de todo seu coração. Essas orações, pela misericórdia de Deus, receberão uma resposta, exatamente como Ele respondeu às orações de Cornélio, o primeiro gentio que se converteu ao Cristianismo:

"E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas; mas que lhe é agradável aquele que, em qualquer nação, o teme e faz o que é justo." [Atos 10:34-35].

Os Ardis de Satanás

Satanás usa todos os meios possíveis para convencer o homem que existem outros caminhos para se chegar a Deus. Ele também tenta (com grande sucesso) levar o homem a abandonar o único caminho que o Senhor Deus de Israel providenciou. Por exemplo, os membros das seitas Testemunhas de Jeová (fundada por Charles Taze Russell) e Mormonismo (fundada por Joseph Smith) são levados a acreditar que Cristo foi criado pelo Pai. Assim, embora sejam aparentemente fiéis em outras doutrinas do Cristianismo, eles são pagãos que adoram a um falso deus. Ambos esses movimentos são monoteístas, porém são pagãos. O mesmo pode ser dito dos maçons, que olham para o Grande Arquiteto do Universo como o único Deus, mas eles também estão perdidos na idolatria.

O Islã, outra religião chamada de "monoteísta", faz uma uma afirmação similar. Os muçulmanos professam reconhecer uma linha de profetas que inclui Abraão e Jesus (a quem chamam de Issa) e que, por esta razão, eles afirmam adorar o Deus da Bíblia. Mas, isto simplesmente não é verdade. Como eles rejeitam a divindade de Jesus e o Deus triúno do Cristianismo, eles obviamente rejeitam o Senhor Deus de Israel.

O fato de alguns deles serem descendentes genéticos de Abraão é irrelevante. As promessas de Deus ao povo da Sua aliança passaram para Jacó e seus descendentes, porém estes também precisam se voltar para o Deus Vivo e aceitar Seu Filho unigênito. Jesus lembrou os judeus incrédulos disto quando eles disseram que eram filhos de Abraão:

"Se fôsseis filhos de Abraão, faríeis as obras de Abraão. Mas agora procurais matar-me, a mim, homem que vos tem dito a verdade que de Deus tem ouvido; Abraão não fez isto... Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira." [João 8:39-40,44].

Como Alá não tem filho — conforme declarado no Alcorão — então ele não pode ser o Senhor Deus da Bíblia. Nem uma frase sequer no Alcorão foi proferida por Deus, o Pai do Senhor Jesus Cristo. Ao revés, todo o conteúdo do Alcorão veio de outro deus completamente diferente, um deus que diz somente sua própria versão da verdade.

Isto deveria ser bem compreendido por todos os cristãos, mas infelizmente não é. Uma confusão ainda maior é causada pela Igreja Católica Romana, que falsamente ensina que os cristãos e os muçulmanos adoram ao mesmo Deus, isto é, o Deus de Abraão. Este ensino errôneo foi proposto pelo papa em Lumen Gentium (1964), também conhecida como Constituição Dogmática da Igreja (isto é, da Igrea de Roma). O mesmo ensino foi também incluído no Catecismo Católico Romano (1992):

841 As relações da Igreja com os muçulmanos: "Mas o plano de salvação abrange também aqueles que reconhecem o Criador. Entre eles, em primeiro lugar, os muçulmanos, que professando manter a fé de Abraão, adoram conosco o Deus único, misericordioso, juiz dos homens no último dia."

O artigo acima foi formulado pelo Concílio Vaticano Segundo de modo a facilitar a criação, no curso devido, de uma religião global unificada. Antes da Lumen Gentium, a vasta maioria dos católicos teria considerado os muçulmanos como pagãos e Alá como um deus falso.

Há uma ironia perturbadora nisto, pois a maioria dos católicos rejeita a suficiência do sacrifício de Cristo no Calvário e tenta "obter" sua salvação pelas boas obras e pelos ritos sacramentais. Ao fazerem isto, eles também rejeitam o Cristo da Bíblia e o substituem por um falso Cristo, que precisa ser oferecido continuamente no "sacrifício" da Missa de modo a gerar a graça adicional necessária para a salvação. O Romanismo como um todo está imerso na idolatria — um tópico que já foi tratado em outros artigos e que não será desenvolvido aqui.

O Que Cristo nos Disse a Respeito do Pai

Antes de examinarmos o que o Alcorão diz sobre seu "deus", precisamos refletir cuidadosamente sobre o que Cristo nos contou a respeito do Pai. Poderíamos escolher muitas passagens das Escrituras para elucidar a verdadeira natureza de Deus e, desse modo, demonstrar que o Alá do Alcorão é um impostor, uma falsificação sobrenatural, cujo único objetivo é escravizar espiritualmente seus seguidores. Entretanto, precisamos somente considerar o Evangelho de João para encontrar ampla evidência que o Senhor Deus da Bíblia claramente não é o "deus" do Islã e, portanto, não pode ser o autor de nada que se encontre no Alcorão.

Vamos iniciar com João 17:25:

"Pai justo, o mundo não te conheceu; mas eu te conheci, e estes conheceram que tu me enviaste a mim."

Jesus está se dirigindo ao Seu Pai Celestial, a quem, Ele diz, o mundo não conheceu. Cristo somente conhece o Pai. Todos os que professam conhecer o Pai, mas não aceitam que Cristo é Seu Filho ainda estão em trevas.

Chegamos a conhecer o Pai por meio do Filho, porque o Pai enviou Seu Filho para este exato propósito:

"E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste." [João 17:3].

Jesus Cristo é o Filho do único Deus verdadeiro, o Senhor Deus de Israel. Para receber o dom da salvação, que é a vida eterna, precisamos aceitar aquele a quem o Pai enviou. O Pai, o único Deus verdadeiro, não reconhece ninguém que rejeita Seu Filho.

Jesus declara no verso 17:6 que Ele — e somente Ele — torna o Pai manifesto diante dos homens, porém não diante de todos os homens, mas somente daqueles que forem fiéis à Sua Santa Palavra, a Bíblia:

"Manifestei o teu nome aos homens que do mundo me deste; eram teus, e tu mos deste, e guardaram a tua palavra." [João 17:6].

Mais uma vez, Jesus conecta um conhecimento do nome de Deus com um conhecimento e aceitação do próprio Jesus. As únicas pessoas que conhecem o nome de Deus e, portanto, as únicas que conhecem o Pai, são aqueles que vieram a crer em Cristo:

"E eu já não estou mais no mundo, mas eles estão no mundo, e eu vou para ti. Pai santo, guarda em teu nome aqueles que me deste, para que sejam um, assim como nós." [João 17:11].

"Pois o mesmo Pai vos ama, visto como vós me amastes, e crestes que saí de Deus." [João 16:27].

Jesus também advertiu que qualquer um que O rejeitar também rejeita o Pai:

"Aquele que me odeia, odeia também a meu Pai." [João 15:23].

Esta é uma verdade da qual muitos cristãos nascidos de novo parecem se esquecer. Nesta época de "tolerância" é considerado impróprio sugerir que (a) alguém odeia a Cristo, (b) que alguém odeia o Pai, ou (c) que alguém que rejeita a Cristo também odeie o Pai. Esta não é uma verdade muito popular! Mas, ela precisa ser compreendida e aceita por todos os cristãos nascidos de novo.

O Pai em Sua misericórdia perdoará a aceitará todos que creem em Seu Filho, mas, da mesma forma, rejeita todos os que rejeitam Seu Filho. Não há meio termo aqui. Muitos gostam de crer que existe uma grande área cinzenta em que os "indecisos" possam permanecer, mas essa área cinzenta não existe. Essas pessoas gostam de pensar que podem orar a Deus diretamente e ignorar Cristo — mas estão seriamente erradas.

A Palavra de Deus ensina claramente que todos que se recusam a aceitar a Cristo como Senhor e Salvador morrerão em seus pecados. Além do mais, no tempo em que vivem aqui na Terra, elas não podem ter comunhão pessoal com Deus. Esta é a verdadeira condiçao do homem caído, uma condição de total separação de Deus. Mesmo enquanto vive aqui na Terra, o homem caído está sob condenação, até que venha a colocar uma fé salvadora em Cristo!

É por isto que Jesus Cristo é a luz do mundo e por que veio para nos libertar!

Satanás tenta enganar suas vítimas a crerem que é suficiente aceitar a Cristo como um profeta, mas esta é uma cilada mortal. Também não é suficiente crer que há somente um único Deus. "Tu crês que há um só Deus; fazes bem. Também os demônios o crêem, e estremecem." [Tiago 2:19]. É necessário crer que Cristo é mais do que um profeta, que Ele é realmente o Filho unigênito de Deus, a Segunda Pessoa da Santa Trindade, que morreu por nossos pecados e ressuscitou depois de três dias. Até que possamos ver e aceitar que Cristo é o Filho de Deus, que morreu em nosso lugar e que pagou a dívida pelos nossos pecados por nós, estamos perdidos.

O Crislã é um Falso Ensino

Portanto, quando a Igreja Católica Romana, ou os proponentes do Crislã, tentam mostrar que Alá é o Senhor Deus da Bíblia, eles estão promovendo uma mentira muito perigosa. Alá, como Baal, é um dos muitos falsos deuses que a Bíblia condena. Adorar Baal, seja por meio da oração ou de qualquer outra maneira, é comunicar com uma poderosa entidade sobrenatural, um anjo caído de alto escalão na hierarquia satânica.

Nunca podemos nos esquecer o quanto o Senhor Deus detesta a idolatria:

"Tu, pois, não ores por este povo, nem levantes por ele clamor nem oração; porque não os ouvirei no tempo em que eles clamarem a mim, por causa do seu mal." [Jeremias 11:14].

Todos que adoram Baal odeiam o Senhor Deus e aqueles que O seguem. Essa aversão é visceral, irracional e frequentemente intensa. A história do Islã demonstra isto. Nos primeiros 60 anos de sua fundação, o Islã matou quase metade da população cristã do norte da África e do Oriente Médio. A matança continuou na Espanha e no sul da França, e somente foi interrompida pelo exército vitorioso de Carlos Martel, em Tours, em 732. Desde então o Islã tem procurado oprimir e destruir os cristãos da Europa e, em um certo período de tempo, exerceu domínio sobre a Romênia, Bulgária, Grécia, os Bálcãs e uma grande parte da Hungria. Felizmente, os europeus conseguiram repelir o Islã no Cerco de Viena, em 1529, e novamente depois em Viena, em 1683, sob a liderança do rei polonês João Sobieski.

A hostilidade islâmica em relação às pessoas de outras religiões, conforme promovida pelo Alcorão e os Hadith (ou dizeres) de Maomé (ou Mohammad), tem sido responsável por uma longa série de genocídios ao longo dos séculos. Por exemplo, tanto o historiador francês da História Mundial, Fernand Braudel, quanto seu colega americano Will Durant, descrevem a campanha muçulmana de conquista na Índia como uma saga incansável de carnificinas, terror sistemático e atrocidades chocantes.

Muitos estão cientes do terrível genocídio turco contra os armênios, em 1915, quando mais de um milhão de cristãos professos foram perseguidos e assassinados, ou forçados a marchar durantes dias, até caírem mortos de fome e de exaustão, mas outros atos de genocídio contra os cristãos naquele tempo são menos conhecidos. Cerca de 300.000 cristãos sírios foram cercados e mortos pelos turcos em 1914 e, depois disso, mais de 500.000 cristãos gregos, todos civis, foram mortos pelos turcos durante e imediatamente após a Primeira Guerra Mundial.

Talvez o mais horrível tenha sido a destruição da cidade de Esmirna em apenas alguns dias, em setembro de 1922, quando dezenas de milhares de civis inocentes foram mortos. As forças das trevas devem ter sentido grande prazer nesse ato bárbaro, pois Esmirna, na costa da Anatólia, na moderna Turquia, era o local de uma das sete igrejas mencionada por Cristo no livro do Apocalipse.

Hoje, estamos testemunhando, em todo o Oriente Médio e no norte da África, uma ressurgência do Islã. A mídia ocidental erradamente chama de "Islã radical", quando na realidade é simplesmente Islã. É por isto que muitos homens muçulmanos ocidentalizados e bem instruídos podem viajar até o Oriente Médio para ingressarem em um dos muitos grupos terroristas que existem ali, e depois caçar e matar mulheres e crianças cristãs. Eles não precisam adotar uma nova perspectiva religiosa ou ética para justificar seus atos; o Alcorão e os Hadith, que eles conhecem desde a infância, fornecem a autoridade moral necessária. Eles estão somente fazendo conforme o "deus" deles orientou. (Tratermos disto em maiores detalhes na Parte 2.)

Por que eles fazem estas coisas com os cristãos? Jesus Cristo nos diz:

"Mas tudo isto vos farão por causa do meu nome, porque não conhecem aquele que me enviou." [João 15:21].

"E isto vos farão, porque não conheceram ao Pai nem a mim." [João 16:3].

Observe isto — eles não conhecem nem o Pai nem Jesus. Quando apologetas ocidentais argumentam que isto é verdadeiro somente a respeito da "franja radical", eles negam o que Jesus disse. Todos os que compartilham a filosofia do Islã vivem nas mesmas trevas.

Os cristãos nascidos de novo precisam refletir cuidadosamente sobre a declaração bem-conhecida de Jesus:

"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim." [João 14:6].

Nenhum homem, nenhuma pessoa; é simplesmente impossível chegar a Deus sem a mediação de Jesus Cristo.

Jesus não disse isto de modo a excluir alguém. Ao contrário, Ele disse isto por que é uma profunda verdade espiritual e, a não ser que os homens a recebam em seus corações e creiam nela, eles estão perdidos. Os muçulmanos não fazem isto e não podem orar ao Senhor Deus de toda a Criação. Embora orem a somente um deus, esse deus é um deus falso. O "deus" do Alcorão odeia o Senhor Deus de Israel e todos os que O adoram. Ele odeia os cristãos e odeia também os judeus. É por este motivo que ele os quer subjugados, convertidos ou então exterminados; é por isto que o Alcorão exorta todos os muçulmanos a suportarem e ativamente perseguirem esse objetivo de longo prazo.

O Crislã Zomba do Cristianismo

O Crislã é uma vil zombaria desta verdade básica do Cristianismo. Assim também é o parágrafo 841 do Catecismo Católico Romano. O papa zomba dos ensinos de Cristo de um modo muito visível quando visita uma mesquita, volta-se em direção a Meca e ora ao "deus" do Islã — como fez, por exemplo, durante sua visita a Istambul, em 29 de novembro de 2014.

O Crislã, que é fortemente promovido por certas figuras na igreja liberal, incluindo o pastor Rick Warren, da Igreja da Comunidade de Saddleback, foi criado por Roma para infiltrar e solapar as igrejas da Reforma. O que poderia ser mais agradável ao Inimigo do que fazer os cristãos bíblicos orarem ao mesmo deus que o Islã? O fato de muitos cristãos professos estarem preparados para fazer isto revela muito sobre o estado atual da igreja evangélica. Esses cristãos não compreendem os princípios de sua própria religião? É impossível conhecer a Deus, exceto por Cristo, e é uma blasfêmia adorar junto com aqueles que querem se aproximar de Deus de qualquer outra forma.

Como Cristo disse:

"Todas as coisas me foram entregues por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar." [Mateus 11:27].

A não ser que Cristo revele o Pai para nós, nunca poderemos conhecê-Lo.

A grande tragédia em tudo isto é que tantos pagãos hoje não estão recebendo o Evangelho de Cristo. Quando cristãos professos são incapazes de distinguir entre o Senhor Deus de Israel e os deuses das outras religiões, eles são incapazes de pregar o Evangelho. Como resultado, os incontáveis milhões que estão enlaçados pelo Islã, que estão sendo enganados desde a infância por um ensino imerso nas trevas e na idolatria, têm pouca ou nenhuma oportunidade de aprender a respeito de Cristo e de Seu Pai Celestial, o único Deus vivo e verdadeiro. Os evangelistas fazem uma mal imenso quando reforçam a crença islâmica no deus do Alcorão, uma entidade sobrenatural que fala com soberba de sua aversão aos cristãos e aos judeus e de seu desprezo pelo Deus Triúno da Bíblia.

Os seguidores do Islã não são mais nem menos caídos do que os seguidores de qualquer outra religião. Somos todos exatamente como eles, até que nasçamos de novo em Cristo. É somente pela misericórdia de Deus que alguém vem à salvação. A advertência neste artigo refere-se somente ao mal que é feito pelos cristãos bem-intencionados que, deixando de dar ouvidos às palavras de Cristo, são incapazes de pregar o Evangelho como ele deve ser pregado.

Eu gostaria muito de ver milhões de muçulmanos virem à fé em Cristo. Mas, para fazerem isto, eles precisam virar suas costas para o deus falso do Islã e aceitar o Senhor Deus de Israel. Lamentavelmente, Satanás envenenou tanto a mente deles contra o Senhor Deus de Israel, que para muitos deles não poderia haver maior traição à sua herança cultural.

Os cristãos precisam realmente orar pela salvação dos muçulmanos que sinceramente anelam pela verdade e que vivem da melhor forma possível com a luz que eles têm.

Dê um clique aqui para ler a Parte 2.



Autor: Jeremy James, artigo em http://www.zephaniah.eu
Data da publicação: 24/1/2015
Transferido para a área pública em 4/1/2017
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/crisla-1.asp