O Crislã É uma Cilada Mortal para os Cristãos Incautos

Parte 2: Alguns Fatos Básicos Sobre o Islã Que os Cristãos Precisam Compreender

Autor: Jeremy James, janeiro de 2015.

A maioria dos ocidentais tem pouco conhecimento do Islã, mas muitas concepções errôneas. Este ensaio tem o objetivo de apresentar alguns fatos básicos que todo ocidental precisa conhecer e estimular os leitores a pesarem cuidadosamente tudo o que ouvirem ou lerem sobre o Islã na mídia.

O Alcorão foi "ditado" para Maomé (Mohammad, da transliteração do árabe) por uma voz sobrenatural, que ele inicialmente pensou ser um demônio mas que, após muita agonia, ele mais tarde decidiu que era realmente o portador de uma série de mensagens de Alá. Esta divindade (Alá) era o deus da tribo dos coraixitas, à qual Maomé pertencia, e seu santuário estava localizado em Meca. O pai de Maomé chamava-se Abdala, que significa "servo de Alá". Assim, sabemos que um deus chamado Alá era adorado em Meca há muitas décadas, talvez séculos, antes do nascimento de Maomé. Quando Maomé começou a receber suas mensagens sobrenaturais e acreditou que tinha sido indicado como o último "profeta" de Alá, ele elevou seu deus acima de todos os deuses das outras tribos. À medida que o número de seus seguidores cresceu e seu poder militar aumentou, ele destruiu todos os locais de adoração dedicados aos deuses rivais.

Os Deuses Pagãos dos Tempos Antigos

Como a Bíblia nos diz, os deuses principais das nações pagãs do Oriente Médio nos tempos antigos eram Baal e sua consorte Astarote (ou Astarte), que governavam "o exército dos céus", os anjos caídos. Eles eram chamados de exército dos céus porque eram adorados com referência aos corpos celestes com os quais estavam associados, isto é, o sol, a lua e as estrelas. ("Que se for, e servir a outros deuses, e se encurvar a eles ou ao sol, ou à lua, ou a todo o exército do céu, o que eu não ordenei..." [Deuteronômio 17:3]). Satanás reservou para si mesmo as duas mais potentes expressões celestiais de seu poder e autoridade, o sol e a lua. Por meio do sol, ele normalmente expressava uma personalidade masculina e, por meio da lua, uma feminina. O Islã combina esses dois de um modo peculiar, em que Alá é o equivalente de Baal, o personagem masculino, mas que é representado nas mesquitas em todo o mundo por uma lua crescente.

Alguns eruditos identificam Alá com o deus árabe da lua, Hubal (ou Hu-Baal), o deus da tribo Coraixe, que era adorado em um grande santuário em Meca, nos tempos pré-islâmicos. O próprio Alá não é uma palavra genérica para deus, mas o nome de um deus específico. A palavra árabe para deus é ilah. Assim, segundo a Enciclopédia Britânica de 1911, Alá significa al ilah, ou "o deus". De todos os deuses adorados pelos pagãos da Arábia, Maomé escolheu o seu deus para ser o deus. É por isto que a profissão de fé no Islã, a Shahada, contém a frase em árabe que em sua tradução diz: "Não há deus exceto Alá."

A lua crescente era um símbolo pagão comum nos tempos antigos e era frequentemente usada de forma ornamental como um amuleto, tanto por homens quanto por mulheres. Os pagãos usavam o símbolo até mesmo em seus animais, como um talismã contra influências malignas. Por exemplo, o livro de Juízes refere-se aos ornamentos e pendentes colocados nos pescoços dos camelos (Juízes 8:21 e 8:26). Isaías, que estava escrevendo em um tempo em que a adoração a Baal era comum no reino de Israel, também se refere a esses ornamentos idólatras — "Naquele dia tirará o SENHOR os ornamentos dos pés, e as toucas, e adornos em forma de lua." [Isaías 3:18].

A Bíblia nos diz que o principal símbolo totêmico de Baal nos tempos antigos era um pilar, ou coluna de pedra, enquanto que o de Astarote era um poste de madeira, ou o tronco de uma árvore, com seus galhos cortados, e decorado com bordados. Quando o fiel rei Josias tomou a decisão de restaurar a Palavra de Deus no reino de Judá, ele destruiu sistematicamente os pilares e postes idólatras, que em hebraico eram chamados de Asherah (plural Asherim), em todo o terrítório que estava sob seu domínio.

"Também tirou da casa do SENHOR o ídolo do bosque levando-o para fora de Jerusalém até ao ribeiro de Cedrom, e o queimou junto ao ribeiro de Cedrom, e o desfez em pó, e lançou o seu pó sobre as sepulturas dos filhos do povo. Também derrubou as casas dos sodomitas que estavam na casa do SENHOR, em que as mulheres teciam casinhas para o ídolo do bosque." [2 Reis 23:6-7].

Os pilares pagãos, que foram impiamente introduzidos no templo do Senhor pelos reis que precederam Josias, eram feitos de madeira e de pedra — os de madeira foram queimados e os de pedra foram esmiuçados por Josias. A partir disso, sabemos que os sacerdotes pagãos em Jerusalém adoravam tanto Baal quanto Astarote. Os cananeus eram adoradores principalmente de Astarote, porém Jezabel, a consorte fenícia do rei Acabe, fez muito para promover a introdução e propagação da adoração a Baal em Israel. Isto pode explicar a hostilidade dela em relação aos profetas do Senhor e sua obstinação em persegui-los.

O equivalente islâmico dos antigos Asherim são os minaretes existentes na maioria das mesquitas em todo o mundo, alguns dos quais são muitos altos, como mostrado nas fotografias anteriores.

O domo da fachada superior da maioria das mesquitas também inclui uma lua crescente. Essa lua também é frequentemente colocada sobre um pilar, como mostrado na foto anterior (que mostra a Mesquita Sultan Ahmed — a "Mesquita Azul" — em Istambul, onde o papa se posicionou voltado para Meca e adorou Alá, em 29 de novembro de 2014).

A adoração a Baal era comum em todo o Oriente Médio nos tempos bíblicos e sobrevive hoje na religião do Alcorão. O Islã é efetivamente uma forma codificada de adoração a Baal, com estipulações rígidas sobre como esse deus deve ser adorado. Ele até especifica as etapas brutais que os muçulmanos precisam seguir para forçar os infiéis a também adorá-lo.

A conexão com Baal é bem-ilustrada pela Hajj, a peregrinação a Meca, que todo muçulmano deve fazer pelo menos uma vez na vida. Os devotos se reúnem em vastos números para adorarem na Caaba, o santuário mais sagrado no Islã e tentar, se possível, beijar a Pedra Negra. A crença tradicional é que essa pedra é um meteorito, uma pedra que "caiu do céu". Ela é venerada de forma muito parecida como a pedra, ou imagem de Diana, mencionada na Bíblia, que também caiu do céu:

"Então o escrivão da cidade, tendo apaziguado a multidão, disse: Homens efésios, qual é o homem que não sabe que a cidade dos efésios é a guardadora do templo da grande deusa Diana, e da imagem que desceu de Júpiter?" [Atos 19:35].

A multidão enlouquecida em Atos 19 clamou desafiadoramente por duas horas "Grande é a Diana dos efésios", em deferência à deusa Diana, acreditando que Paulo tinha vindo para tirá-la deles. Os muçulmanos hoje se envolvem em uma forma de adoração similar quando realizam a Hajj e beijam a Pedra Negra, embora a maioria deles parece não estar ciente da origem pagã dela. Como Nonie Darwish observou:

"A maioria dos muçulmanos nem mesmo sabe que a pedra preta que eles adoram dentro da Caaba (em Meca) é a mesma pedra preta que os pagãos árabes pré-islâmicos adoravam." [The Devil You Don't Know, Nonie Darwish, pág. 58]

Claramente, o "deus" que está sendo adorado em Meca não tem qualquer ligação com o Senhor Deus da Bíblia Sagrada, mas é uma divindade que é adorada no Oriente Médio desde a antiguidade.

Ab-Rogação

Um dos primeiros princípios que precisam ser compreendidos com relação ao Islã e o Alcorão é o da ab-rogação. Isto diz que quando o significado respectivo de dois versos do Alcorão parecerem estar em conflito, o "verdadeiro" significado está no verso posterior. Esta estranha peculiariedade surge por que "Alá" algumas vezes muda de ideia para se adequar às circunstâncias políticas em que Maomé se encontrava. Por exemplo, quando ele estava tentando conquistar o suporte dos judeus, ele incluiu no Alcorão algumas declarações que estavam dispostas favoravelmente ao Judaísmo, mas quando os judeus deixaram de o reconhecer com um profeta, ele acrescentou outros pronunciamentos que condenavam os judeus como infiéis miseráveis. Os cristãos são tratados um pouco melhor.

A não ser que os ocidentais compreendam o princípio da ab-rogação, eles erradamente concluirão que o Alcorão é moderado e conciliador em alguns lugares e que as interpretações extremistas não são sempre garantidas. Entretanto, se os capítulos (Suratas) no Alcorão forem lidos na sequência cronológica — esta é a ordem em que Maomé os escreveu — um quadro mais preocupante aparece. A maioria dos versos "moderados" é qualificado ou totalmente suplantado por versos posteriores e, portanto, são ab-rogados ou anulados.

O Apêndice A apresenta a sequência histórica aceita em que as suratas foram escritas. Se as traduções ocidentais do Alcorão fossem ordenadas nessa sequência, a mensagem militante do Alcorão seria mais fácil de discernir. Como os próprios muçulmanos sabem quais versos foram ab-rogados, eles são guiados por um texto que é até mais intolerante e mais beligerante que a maioria dos ocidentais consegue perceber.

"Os poucos versos de tolerância nas escrituras foram excluídos pelo conceito da ab-rogação, deixando muito pouco para os moderados usarem como suporte do Alcorão ao debaterem com islamitas para provarem que eles estão errados. A moderação está somente na mente dos muçulmanos pacíficos, mas não nas escrituras islâmicas e é por esta razão que os moderados são fracos e sempre perdem na argumentação. É por isto que os moderados preferem viver em um estado de negação e criar uma imagem do Islã que realmente não existe." [The Devil You Don't Know, Nonie Darwish, pág. 36; tradução nossa].

Talvez o verso mais perigoso no Alcorão seja 9:5, conhecido como Verso da Espada: "Mas quanto os meses sagrados houverem transcorrido, matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o zakat, abri-lhes o caminho. Sabei que Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo." Este verso sozinho ab-roga mais de uma centena de outros versos mais moderados localizados aqui e ali no Alcorão. A Surata em que esse verso aparece é chamada de At-Taubah, que é o nono na sequência tradicional, mas o centésimo décimo terceiro na sequência cronológica. Isto significa que ele suplanta todas as expressões anteriores de moderação e requer que os muçulmanos "combatam e matem" os infiéis sempre que os encontrarem e utilizem qualquer método que sirva para alcançar esse propósito.

A Jihad

Muito já foi escrito sobre a Jihad, especialmente por eruditos muçulmanos que procuram ocultar o propósito extremista dela. Linguisticamente, a palavra significa apenas "lutar" ou "resistir", mas teologicamente significa fazer avançar a causa do Islã em todas as áreas da vida, por todos os meios possíveis, até que o mundo inteiro tenha sido convertido. Como a palavra "Islã" significa "submissão", todo muçulmano deve submeter sua vida à causa da Jihad e subordinar suas ambições pessoais e suas lealdades familiares a esse propósito global. Quando um muçulmano individual está relutante em usar a violência para fazer avançar a causa do Islã, espera-se que ele expresse seu suporte para aqueles que procedem desta forma. Na prática, é muito difícil para os muçulmanos que amam a paz resistirem à coerção dos líderes islâmicos locais que têm a intenção de se envolverem na Jihad por meios violentos e opressivos. É provavelmente seguro dizer que a vasta maioria dos muçulmanos de todo o mundo nunca consideraria a Jihad por esses meios e que pessoalmente se opõe à violência. Entretanto, devido à natureza autoritária do Islã, existe o risco que a contemporização seja considerada como apostasia e punida como tal, de modo que isto torna a não adesão muito difícil.

A Jihad é uma licença para matar. A maioria dos muçulmanos não escolhe usar essa licença, mas eles são grandemente limitados em sua capacidade de restringir os outros de fazerem isto. Infelizmente, muitos que deveriam falar em voz bem alta sobre isto estão temerosos, enquanto que a maioria está silenciosa por que apoia pelo menos alguns dos objetivos da Jihad. Melainie Phillips explica da seguinte forma:

"É claro que nem todos os muçulmanos subscrevem essas atitudes. Uma pequena minoria na Grã-Bretanha fica horrorizada com elas. Mas, um número preocupante de muçulmanos britânicos subscreve a todas elas, e a maioria subscreve a pelo menos algumas... A evidência das pesquisas sugere que, embora a vasta maioria não apoie a violência, um número assustadoramente grande apoia; e, além deles, uma proporção muito maior rejeita os valores britânicos e preferiria substitui-los pelos dogmas do Islã." [Londonistan, Melanie Phillips, págs. 128 e 138].

Grande parte do sadismo e da hostilidade fomentada pela Jihad está fundamentada nos atos do próprio Maomé, cuja vida continua a servir de paradigma para todos os possíveis jihadistas:

"Nos últimos treze anos de sua vida, Maomé torturou muitas pessoas e cometeu atrocidades sem exercer qualquer misericórdia — matanças, decapitações — contra qualquer um que o criticasse ou rejeitasse, incluindo poetas que zombaram dele, tribos judaicas, bem como tribos árabes que recusaram se converter para o Islã." [The Devil You Don't Know, Nonie Darwish, pág. 79]

"Maomé estava obcecado com rejeição, não somente por parte dos judeus, cristãos e outros, mas ele odiava especialmente e punia severamente os muçulmanos que abandonavam o Islã e disse: 'Se alguém mudar de religião, então mate-os." (Bukhari 26/339; Hadith 461)" [The Devil You Don't Know, Nonie Darwish, pág. 120].

Os fatos claros da história mostram que o Islã não é uma religião de paz, mas exatamente o contrário. O Islã controla, intimida e oprime todos seus seguidores e representa uma ameaça sempre crescente para todos os demais.

O Tributo Jizya e o Status Social dos Dhimmi

Historicamente, a cultura da intolerância dentro do Islã foi fortemente reforçada por um tributo opressor conhecido como Jizya, que incidia sobre todos os não-muçulmanos subjugados, conhecidos como dhimmis. A alíquota, que geralmente era punitiva, garantia que os dhimmis (cristãos e judeus oprimidos) fossem mantidos em perpétua submissão econômica. Eles eram efetivamente vassalos dos governantes locais e socialmente inferiores aos muçulmanos de nível mais baixo. O testemunho de um dhimmi contra um muçulmano nunca era aceito em um tribunal islâmico, o que significava que, na prática, os dhimmis poderiam sofrer abusos e ser maltratados por qualquer muçulmano, sem ter a quem recorrer. Muitas restrições jurídicas e sociais também eram aplicadas aos dhimmis, de modo que, em geral, a situação deles era de contínua humilhação e depreciação.

Para as autoridades islâmicas, era mais vantajoso explorar economicamente os dhimmis do que eliminá-los. A existência de dhimmis também ajudava a sufocar as insatisfações entre as massas islâmicas. Por mais oprimidos e empobrecidos que fossem os muçulmanos individuais, sempre havia uma camada social abaixo deles, que vivia em uma situação consideravelmente pior.

Taqiyya

Outro princípio que os ocidentais precisam compreender sobre o Islã é o da Taqiyya. Segundo este princípio, é apropriado, até desejável, que os muçulmanos mintam para fazer avançar a causa do Islã. Eles não veem isto como mentira, mas como o uso legítimo do engodo para vencer um inimigo. Não há dúvidas que os muçulmanos individuais tenham opiniões divergentes sobre como e quando este princípio possa ser aplicado, mas ele tem sérias implicações para as relações diplomáticas. Um acordo vinculante não é significativo se uma parte pretende violar seus termos em um momento oportuno. O próprio Maomé quebrou um desses acordos depois que seus seguidores aumentaram em número até o ponto em que ele podia vencer o "inimigo" em um ataque de surpresa.

O princípio da Taqiyya torna virtualmente impossível concluir um acordo de paz vinculante com uma nação ou grupo islâmico. É por isto que Israel nunca conseguirá "negociar a terra em troca da paz" e por que o conflito árabe-israelense nunca será resolvido por meios diplomáticos.

Os Hadith

Muitos ocidentais não estão familiarizados com os Hadith, ou os relatos dos dizeres de Maomé. Esses dizeres são uma compilação das observações e pronunciamentos feitos por Maomé ao longo de sua vida, conforme registrados por vários escribas, junto com os detalhes de sua conduta em certas ocasiões. A mais conhecida é a versão compilada pelo imame Muhammad al-Bukhari, que morreu no ano 870 (238 anos após a morte de Maomé). Apesar das dificuldades relacionadas com suas autenticidades, eles são tratados por muitos muçulmanos como palavras de autoridade e têm uma grande influência no modo como o Alcorão é interpretado.

Como Maomé é visto pelos muçulmanos como um homem perfeito, que sempre agiu de acordo com a vontade de Alá, sua vida pessoal é vista como um modelo de santidade e de comportamento. Tudo o que Maomé fez precisa ter sido lícito, portanto o mesmo comportamento hoje pelos muçulmanos também deve ser lícito.

Infelizmente, os Hadith registram episódios na vida de Maomé que foram claramente pecaminosos. Por exemplo, ele se casou e teve intercurso sexual com uma menina impúbere de nove anos de idade. Ele matou muitos homens com as próprias mãos, incluindo prisioneiros de guerra e tinha nove espadas com nomes que podem ser traduzidos como "Penetradora", "Decepadora", "Matadora" e "Aguda". O roubo de bens que pertenciam ao "inimigo", incluindo a captura de suas mulheres e filhos era considerado lícito e agradável a Alá. Ele pessoalmente liderou pelo menos 27 saques mercenários contra comunidades pacíficas ao longo de sua carreira. Dominado pela lascívia, ele forçou seu filho adotivo a se divorciar de sua linda mulher para que ele pudesse se casar com ela e depois acrescentou um verso no Alcorão para fazer esse ato parecer "legítimo". Ele aprovava o uso da escravidão, bem como o estupro de mulheres capturadas na guerra. Ele até ordenou a decapitação de 600 ou mais judeus que se renderam a ele no Cerco de Medina sob a condição de que suas vidas fossem poupadas.

Embora vigorosos esforços tenham sido pelos pelos eruditos islâmicos para justificar essa conduta, seja com base cultural, ou outras, o fato é que os muçulmanos modernos, se tiverem a mesma disposição mental, têm amplo material tanto no Alcorão quanto nos Hadith para justificar o tratamento brutal e a subjugação de qualquer pessoa ou grupo que eles vejam como inimigos.

"Mais de 61% do Alcorão lida com os pecados daqueles que não creem no Islã... Ele está repleto de horríveis descrições do kafir: subhumanos, inferiores, imundos, macacos, porcos, merecedores de maus tratos, torturas e morte, tudo nas mãos dos muçulmanos..." [The Devil You Don't Know, Nonie Darwish, pág. 66-71].

O próprio termo islâmico para um não-muçulmano — kafir — é altamente depreciativo. A conotação da palavra não é simplesmente uma pessoa que não crê no Islã, mas um ser inferior e odioso cuja existência continuada é ofensiva a Alá. O conceito de kafir desenvolveu-se de forma gradual no Alcorão (quando lido na ordem cronológica), em sintonia com a crescente hostilidade de Maomé, à medida que ele envelheceu, a todos que rejeitavam sua mensagem.

Shahid

Ouvimos frequentemente que o Islã é uma religião de paz e a Surata 5:32 é citada como prova:

"Por isso, prescrevemos aos israelitas que quem matar uma pessoa, sem que esta tenha cometido homicídio ou semeado a corrupção na terra, será considerado como se tivesse assassinado toda a humanidade. Apesar dos Nossos mensageiros lhes apresentarem as evidências, a maioria deles comete transgressões na terra."

Mas, os proponentes desta visão raramente citam o verso que aparece em seguida:

"O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo." [5:33].

Uma paz realmente estranha! Todos os infiéis são, por definição, inimigos do Islã. Portanto, se um grupo de infiéis falar ou se comportar de um modo que desagrade aos muçulmanos e, assim "lutam contra Alá e contra o seu Mensageiro", eles podem ser submetidos ao tratamento especificado na Surata 5:33.

Os jihadistas se ofendem com facilidade. A mera existência de um infiel é, aos seus olhos, uma afronta ao Islã. As vítimas potenciais podem ser escolhidas e compelidas a professarem a Shahada: "Não há deus exceto Alá, e Mohammad é seu Mensageiro". Se o indivíduo fizer isso, ele é considerado um convertido ao Islã. Mas, caso ele se recusar, poderá ser executado na mesma hora.

Esta técnica brutalmente persuasiva tem sido central na propagação do Islã desde sua fundação no século 7. Obedeça à Jihad, ou morra. Como a história mostra repetidamente, sempre que o Islã é forte o suficiente em qualquer região para impor esta política, ele geralmente fará isto. A única exceção é onde a vítima recebe e aceita a opção de viver em submissão voluntária como um dhimmi.

O verso do Alcorão "Não há imposição quanto à religião" é algumas vezes citado como "prova" que a prática é na verdade repugnante ao Islã, mas isto é uma bobagem, porém outro exemplo das mentiras e engodo que são comumente usados para disfarçar o que o Islã realmente envolve. O verso em questão — 2:256 — foi ab-rogado por versos posteriores e anulado. O Verso da Espada (9:5), junto com vários outros versos, tornam perfeitamente claro que HÁ imposição no Islã e que a conversão forçada dos incrédulos — ou a matança brutal deles — é lícita e grandemente agradável a Alá.

A punição subsidiária na Surata 5:33, "exílio da terra", foi usada para retirar virtualmente todos os judeus de residência pacífica nos países islâmicos durante o século 20. Hoje, ela está sendo usada para expulsar os poucos cristãos que restaram. Aqueles que se recusam a partir — ou que deixam de fugir a tempo — são simplesmente mortos. Sim, esta é uma paz bastante estranha.

Hoje, o Islã — o Islã tradicional e de corrente dominante — está matando nossos irmãos e irmãs cristãos aos milhares em todo o Oriente Médio. E os assim-chamados muçulmanos "moderados" no Ocidente estão totalmente silenciosos. Nem um líder muçulmano no Ocidente adotou uma posição pública contra essa terrível matança. Ninguém se atreveu a levantar sua voz e dizer que isto é errado. Por quê? Por que esta é a verdadeira face do Islã: os jihadistas assassinos estão simplesmente obedecendo ao Alcorão.

É notável que o termo Shahada seja derivado da palavra Shahid, ou mártir. O significado-raiz de ambas é testemunha, embora seja principalmente no Hadith que Shahid signifique mártir. O incrédulo, ao recitar o Shahada e, desse modo, dar testemunho de Alá e de Muhammad, torna-se um crente, enquanto que Shahid, morrer na causa do Islã, dá testemunho a Alá e de Muhammad por meio do ato final da obediência islâmica — e o único que garante a entrada no céu.

O caráter amedrontador do Islã em nenhuma outra parte é mais evidente do que no status heróico concedido ao Shahid. Os muçulmanos são honrados quando um parente próximo morre voluntariamente na causa do Islã. Até mesmo os pais celebram a perda de um filho ou filha. As fotos deles são amplamente mostradas e outros membros da comunidade são incentivados a se orgulharem do exemplo deles. É um tempo de celebração, embora o assim-chamado "mártir" possa ter matado pessoas inocentes.

A longa e repulsiva história de matanças é prova conclusiva que o Islã se gloria na morte. O Alcorão e os Hadiths contém exortações para perseguir, mutilar ou matar os infiéis. Esta religião violenta é contrária a tudo o que a Palavra de Deus ensina. Isto somente mostra que Alá não pode ser o Senhor Deus de Israel. Como o Senhor diz:

"Mas o que pecar contra mim violentará a sua própria alma; todos os que me odeiam amam a morte." [Provérbios 8:35].

O Islã e o Cristianismo nunca poderão se misturar. Os cristãos adoram ao Senhor Deus da Bíblia, enquanto que os muçulmanos adoram outro "deus", um ser sobrenatural que se gloria na morte e no derramamento de sangue e que odeia o Senhor Deus de Israel.

O multiculturalismo é uma mentira, um engodo miserável que tem como objetivo infiltrar os muçulmanos nas comunidades cristãs em toda a Europa e causar tensões intoleráveis, que inevitavelmente crescerão e destruirão essas comunidades. (Consideraremos este tópico em maior profundidade posteriormente neste ensaio.)

Tratamento Dado às Mulheres

O tratamento dado às mulheres no Islã é bem-conhecido, mas precisa ser continuamente destacado, pois ilustra a extensão em que o espírito dominador do Islã está preparado para oprimir seu próprio povo e não apenas os não-muçulmanos. A mutilação genital das meninas é endêmica no mundo muçulmano. Embora isto não seja especificamente requerido no Islã, não há nada na Sunna, as doutrinas do Islã, para impedir a prática.

Compare esta prática pagã com as palavras de Cristo:

"Melhor lhe fora que lhe pusessem ao pescoço uma mó de atafona, e fosse lançado ao mar, do que fazer tropeçar um destes pequenos." [Lucas 17:2].

Se pais muçulmanos suspeitam que a conduta de sua filha, por mais que ela seja inocente, possa ter prejudicado o nome da família, eles acreditam que tenham o direito de fazer com que ela seja morta. De fato, é comum no Islã que os pais ou irmãos perpetrem eles mesmos o ato maligno.

Embora muitos muçulmanos fiquem provavelmente chocados com esta prática, ela é, apesar disso, um aspecto muito comum. Se desafiados, os perpetradores precisam somente alegar que a jovem insultou Muhammad e que, por ela ser uma apóstata, eles tinham o direito de matá-la.

A mulher muçulmana tem oportunidades muito limitadas na maioria dos países islâmicos. Depois de casada, ela se torna uma propriedade de seu marido, completamente sujeita às vontades dele, por mais insensatas que estas possam ser, e podem ser surradas ou repudiadas (pelo divórcio) quando ele quiser, se ela deixar de atender às vontades dele. A Surata 4:34 no Alcorão diz:

"Os homens são os protetores das mulheres, porque Deus dotou uns com mais (força) do que as outras, e pelo sustento do seu pecúlio. As boas esposas são as devotas, que guardam, na ausência (do marido), o segredo que Deus ordenou que fosse guardado. Quanto àquelas, de quem suspeitais deslealdade, admoestai-as (na primeira vez), abandonai os seus leitos (na segunda vez) e castigai-as (na terceira vez); porém, se vos obedecerem, não procureis meios contra elas. Sabei que Deus é Excelso, Magnânimo."

Compare isto com a Bíblia:

"Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela... Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo." [Efésios 5:25, 28]

Casamentos forçados são comuns no Islã, sem consideração pela vontade ou bem-estar da mulher (ou criança). Mulheres adolescentes podem ser forçadas a se casarem com homens muito mais velhos do que elas, às vezes com o dobro, o triplo, ou o quádruplo de sua idade. O homem também pode ter mais de uma mulher e, se quiser ter uma mulher bem jovem e bonita só para se divertir por um tempo, ele pode legalmente fazer isso usando o cínico expediente de casar-se com ela e depois, quando seu desejo de lascívia estiver saciado, encerrar o "relacionamento" via divórcio.

Continue ou Morra

O Islã trava seus seguidores em um vínculo irrevogável e perpétuo. Ninguém tem a permissão de sair e, se alguém tentar, poderá ser morto. (A Surata 3:85 diz: "E quem quer que almeje (impingir) outra religião, que não seja o Islam, (aquela) jamais será aceita e, no outro mundo, essa pessoa contar-se-á entre os desventurados.").

Apesar desse fato horrível, muitos ocidentais ainda continuam a acreditar que o Islã é uma religião de paz e de moderação. Mesmo se ela fosse demonstravelmente moderada em todos os outros aspectos, este cativeiro imposto revela que o Islã é um sistema de controle social mais extremo do que virtualmente qualquer outro existente no mundo.

Atitude em Relação aos Judeus

A atitude dos muçulmanos em relação aos judeus, particularmente desde a queda do Império Otomano, tem sido a de uma aversão incessante. Pelo menos sob os otomanos, onde o sistema dos dhimmi garantia que os judeus permanecessem sem qualquer poder, os muçulmanos estavam satisfeitos em explorá-los economicamente e mantê-los sua contínua humilhação. Entretanto, depois que os judeus ficaram livres dessas restrições, a paranoia no coração do Islã começou seu trabalho mortal. Todas as advertências no Alcorão sobre os judeus e a suposta hostilidade deles ao Islã assumiram um significado totalmente novo. Sob a influência de autores extremistas como Sayed Qutb, no Egito, e Abul Maududi, na Índia, os judeus foram cada vez mais vistos como uma cabala secreta global, imensamente ricos e extremamente bem organizados, que tem como objetivo destruir a religião do Islã.

O fracasso repetido por parte dos árabes de invadir Israel, tanto na fundação do país em 1948 e várias vezes depois, somente inflamou o orgulho muçulmano. Eles estão grandemente enfurecidos que o Senhor Deus de Israel tenha continuado a desafiar Alá, o deus do Islã, e impedido a destruição do Estado Judeu. Eles até mesmo se referem à derrota em 1948 como Al-Nakbah, ou "a Catástrofe", um tapa na cara do Islã e ao seu supostamente todo-poderoso deus.

Os versos seguintes do Alcorão mostram por que os muçulmanos, em geral, desdenham os judeus:

"... Alá os amaldiçoou por sua incredulidade. Quão pouco acreditam!" [2:88].

"…não cessas de descobrir a perfídia de todos eles, salvo de uma pequena parte... [5:13].

"Ó fiéis, não tomeis por confidentes os judeus nem os cristãos; que sejam confidentes entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por confidentes, certamente será um deles; e Deus não encaminha os iníquos." [5:51].

"Dize ainda: Poderia anunciar-vos um caso pior do que este, ante os olhos de Deus? São aqueles a quem Deus amaldiçoou, abominou e converteu em símios, suínos e adoradores do sedutor; estes, encontram-se em pior situação, e mais desencaminhados da verdadeira senda." [5:60]

"Foi-nos revelado que o castigo recairá sobre quem nos desmentir e nos desdenhar." [20:48].

"Abraão jamais foi judeu ou cristão; foi, outrossim, monoteísta, muçulmano, e nunca se contou entre os idólatras." [3:67].

Os Hadith, as assim-chamadas coletâneas dos dizeres de Maomé, são igualmente tão hostis, descrevendo os judeus como trapaceiros e mentirosos contumazes, macacos e porcos, servos de Satanás. De fato, o desprezo pelos judeus nos Hadith dá um complexo até mais tenebroso às muitas referências depreciativas e injuriosas feitas a eles no Alcorão.

Esses "dizeres" culminam em uma das mais extremas e mais odiosas declarações já proferidas em um contexto religioso. Nonie Darwish, uma mulher egípcia que se converteu do Islã para o Cristianismo por volta dos trinta anos, descreve isto do seguinte modo:

"Uma das últimas coisas que Mohammad tratou em seu leito de morte foi aquilo com o que ele mais se preocupava. Suas últimas palavras foram sobre seu sucesso em tornar a Arábia livre dos judeus, dos cristãos e de qualquer outra religião que não fosse o Islã. Porém, as palavras de Mohammad no leito de morte não terminam aqui, e foram seguidas pela seguinte hadith bem-documentada: 'A Hora (da Ressurreição) não ocorrerá até que os muçulmanos lutem contra os judeus, e os matem. Os judeus se esconderão atrás da rocha e da árvore, e a rocha e árvore dirão: Muçulmanos, servos de Alá, há um judeu atrás de mim, venham matá-lo!'"

(Sahih Muslim 41:6985; Sahih Bukhari 4:52:177)…Esta hadith declarou a existência de todo um grupo de pessoas ilegais sob o Islã. Ela foi uma fatwa de morte (uma sentença de morte) contra os judeus." [The Devil You Don't Know, Nonie Darwish, pág. 100].

Atitude em Relação aos Cristãos

O Alcorão também condena os cristãos por sua "descrença", o que quer dizer descrença em Alá e em seu suposto profeta Mohammad. Ele condena, em particular, como profundamente repulsivas ao Islã, as doutrinas cristãs da Trindade, a divindade de Cristo e Sua morte na cruz:

"... os cristãos dizem: O Messias é filho de Deus. Tais são as palavras de suas bocas; repetem, com isso, as de seus antepassados incrédulos. Que Deus os combata! Como se desviam!" [9:30].

"São blasfemos aqueles que dizem: Deus é um da Trindade!, portanto não existe divindade alguma além do Deus Único. Se não desistirem de tudo quanto afirmam, um doloroso castigo açoitará os incrédulos entre eles." [5:73].

"Deus não teve filho algum, nem jamais nenhum outro deus compartilhou com Ele a divindade! Porque se assim fosse, cada deus ter-se-ia apropriado da sua criação e teriam prevalecido uns sobre os outros. Glorificado seja Deus de tudo quanto descrevem!"

"Afirmam: O Clemente teve um filho! Sem dúvida que haveis proferido uma heresia." [19:88-89]

"E por dizerem: Matamos o Messias, Jesus, filho de Maria, o Mensageiro de Deus, embora não sendo, na realidade, certo que o mataram, nem o crucificaram, senão que isso lhes foi simulado. E aqueles que discordam, quanto a isso, estão na dúvida, porque não possuem conhecimento algum, abstraindo-se tão-somente em conjecturas; porém, o fato é que não o mataram." [4:157].

Identificar Cristo com Deus e chamá-Lo de Filho de Deus é a pior forma de blasfêmia no Islã, conhecida com Shirk. A pena para a Shirk é a morte. Em alguns países islâmicos é um crime digno de morte possuir uma Bíblia ou falar com um muçulmano sobre Jesus. Essa penas são aprovadas e supervisionadas pelosmembros mais educados, mais civilizados e mais respeitados dessas sociedades, não necessariamente por uma multidão enfurecida ou por um grupo fanático.

Shirk é o motor que conduz o Islã, engendrando uma aversão intensa à divindade de Cristo, à Sua morte no Calvário, Sua ressurreição, e a autoridade que Lhe foi dada pelo Senhor Deus de Israel para julgar toda a humanidade no fim dos tempos e punir os ímpios.

Exatamente como Elias confrontou as fileiras reunidas dos adoradores de Baal no monte Carmelo e matou todos os profetas de Baal, assim também Cristo, em Seu retorno eliminará todos os que se opõem a Ele e ao Seu Pai Celestial. Ele não permitirá que a nação de Israel seja destruída, mas ouvirá seu clamor e virá em seu auxílio. O livro do Apocalipse apresenta uma admirável descrição desses eventos impressionantes.

O Shoah (Holocausto)

A propaganda islâmica aplaude o Shoah, o vil assassinato de cerca de seis milhões de judeus pelos nazistas. De fato, um líder árabe, Amin al-Husseini, o Grande Mufti de Jerusalém, fez uma importante contribuição para esse programa genocida, pedindo aos seus contatos pessoais no Partido Nazista para transportar os judeus húngaros para a Polônia e não permitir que eles imigrassem para a Terra Santa. Como resultado, várias centenas de milhares de judeus húngaros que poderiam ter escapado e sobrevivido, morreram nos campos de extermínio na Polônia.

Hoje, centenas de milhões de muçulmanos em todo o mundo estão sendo doutrinados na crença que o Shoah foi um ato meritório e que o Islã não deve descansar até que seus exércitos completem o trabalho de exterminar os judeus. Esta é a razão por que os judeus virtualmente desapareceram de todo o mundo islâmico e isto tem sido assim já há algum tempo. Isto também explica por que os jihadistas estão atualmente expurgando dos territórios islâmicos quaisquer vestígios do Cristianismo e matando todos os que se opõem a eles. Qualquer religião que mantenha as crenças tradicionais do Judaísmo e de seus profetas precisa ser destruída de modo a vindicar o Islã. Se as tendências atuais continuarem, não demorará muito para que todos os 49 países de população majoritariamente muçulmana em todo o mundo estejam livres dos cristãos.

Isto é o Islã em operação. Não o Islã radical, ou qualquer ramo particular do Islã, mas o próprio Islã, os mandamentos diretos do Alcorão em ação.

Jerusalém

Os cristãos parecem que não compreendem o quanto Satanás cobiça Jerusalém. Repetidas vezes o Senhor Deus registrou em Sua preciosa Palavra que Jerusalém Lhe pertence, que é Sua santa cidade e que Seu Filho um dia reinará ali como Rei dos Reis e Senhor dos Senhores. Portanto, não deve ser surpresa que Satanás queira Jerusalém mais do que qualquer outro bem imóvel em todo o planeta.

É por isto que os maçons cobiçam Jerusalém, onde pretendem construir seu Templo Maçônico definitivo; é por isto que a Igreja Católica Romana cobiça Jerusalém, lutando sutilmente para fazer com que ela seja definida como uma cidade internacional controlada por Roma; e é também por isto que o Islã cobiça Jerusalém, uma cidade supostamente santa para o Islã e a capital futura proposta para um Estado Palestino.

Assim, dos quatro grandes movimentos no mundo hoje que procuram estabelecer uma Nova Ordem Internacional — a Maçonaria, a Igreja Católica Romana, o Islã e o Comunismo — três cobiçam o controle sobre Jerusalém. Talvez o Comunismo também um dia arrisque fazer uma reivindicação com base em algum pretexto qualquer.

A Bíblia torna perfeitamente claro que somente o Senhor Deus de Israel deve ser honrado em Jerusalém. Nenhum grupo além de Seus servos escolhidos, o povo judeu, pode construir um templo em Seu nome. Os impostores de hoje e de amanhã serão rejeitados tão firmemente quanto os habitantes de Samaria durante o tempo de Zorobabel. Quando os judeus retornaram de Babilônia e tomaram a decisão de reconstruir o templo, os líderes locais procuraram se associar com o projeto, afirmando que eles também adoravam ao Senhor Deus de Israel:

"Chegaram-se a Zorobabel e aos chefes dos pais, e disseram-lhes: Deixai-nos edificar convosco, porque, como vós, buscaremos a vosso Deus; como também já lhe sacrificamos desde os dias de Esar-Hadom, rei da Assíria, que nos fez subir aqui." [Esdras 4:2].

Mas, Zorobabel os repeliu, rejeitando a afirmação de que eles adoravam ao Senhor Deus de Israel:

"Porém Zorobabel, e Jesuá, e os outros chefes dos pais de Israel lhes disseram: Não convém que nós e vós edifiquemos casa a nosso Deus; mas nós sozinhos a edificaremos ao SENHOR Deus de Israel, como nos ordenou o rei Ciro, rei da Pérsia." [Esdras 4:3].

Os habitantes de Samaria fizeram outra tentativa cerca de cem anos mais tarde, quando Neemias estava se preparando para reconstruir os muros da cidade. O profeta rejeitou completamente e para sempre a reivindicação deles sobre Jerusalém:

"Então lhes respondi, e disse: O Deus dos céus é o que nos fará prosperar: e nós, seus servos, nos levantaremos e edificaremos; mas vós não tendes parte, nem justiça, nem memória em Jerusalém." [Neemias 2:20].

Naquele tempo, os habitantes de Samaria praticavam uma religião sincrética que combinava elementos do Judaísmo com o paganismo tradicional, mas, apesar da professada ligação deles com o Judaísmo e com os livros de Moisés, eles foram rejeitados por Deus.

O Incentivo ao Desejo Sexual Masculino no Islã

Os ocidentais erradamente acreditam que o Islã reprime o impulso sexual masculino, mas este não é o caso. Ao revés, por meio da repressão sistemática das mulheres, o Islã na verdade acentua o desejo masculino e coloca sua gratificação acima do relacionamento marital. Um homem pode ter até quatro mulheres e pode se divorciar delas a qualquer momento dizendo ou escrevendo "Eu me divorcio de ti" três vezes. Homens muçulmanos ricos também podem ter quantas escravas sexuais ou "concubinas" quantas conseguirem manter, pois o Islã permite (ou é indiferente à) a exploração sexual das mulheres infiéis.

É bem-conhecido que Sahids (os "mártires" na causa do Islã) são recompensados na versão islâmica do céu com 72 virgens perpétuas de admirável beleza. Assim, a gratificação infindável da lascívia sexual é vista como uma recompensa justa no Islã. Portanto, em vez de desencorajar os pensamentos e fantasias sexuais, o Islã na verdade faz o contrário, tornando a gratificação futura esperada desses desejos um incentivo válido para uma vida justa.

A licenciosidade dentro do Islã para a indulgência em fantasias sexuais é tão extrema que até as crianças são consideradas como objetos legítimos do desejo sexual. Pelo menos dois versos no Alcorão oferecem a promessa de satisfação pederasta no céu para os homens que mantêm esses desejos em seus corações enquanto vivem aqui na Terra. Isto é profundamente perturbador para os cristãos, mas o significado objetivado desses versos é inegável.

"Estarão sobre leitos incrustados (com ouro e pedras preciosas), reclinados neles, frente a frente, onde lhes servirão jovens (de frescores) imortais." [56:].

"Em companhia de huris, de cândidos olhares, semelhantes a pérolas bem guardadas. Em recompensa por tudo quanto houverem feito." [56:17] (NT: Huri: Mulher belíssima que o Corão promete ao fiel muçulmano na vida futura; mulher muito formosa.)

Enquanto isto, os desejos sexuais relacionados com mulheres adolescentes podem ser satisfeitos nesta vida:

"Quanto àquelas, das vossas mulheres, que tiverem chegado à menopausa, se tiverdes dúvida quanto a isso, o seu período prescrito será de três meses; o mesmo se diga, com respeito àquelas que ainda não tiverem chegado a tal condição; e, quanto às grávidas, o seu período estará terminado quando derem à luz. Mas, a quem temer a Deus, Ele lhe aplainará o assunto." [65:4; ênfase adicionada].

Este verso estabelece a duração do Iddah (período de espera prescrito para que uma mulher divorciada possa se casar novamente) para as mulheres já na menopausa ou para aquelas que ainda não começaram a ter períodos menstruais — isto é, as meninas pré-adolescentes. Não há necessidade de divórcio se o casamento não foi consumado; portanto este versículo está dando sanção legal para o intercurso sexual com meninas pré-adolescentes, o que é mais comumente conhecido como estrupro e pedofilia. O intercurso sexual pela via vaginal é proibido antes que a menina-esposa tenha nove anos de idade, mas outros atos sexuais são permitidos antes dessa idade.

Alguns livros escritos por estudiosos estão levando os imames (clérigos muçulmanos) a explicar o que um homem pode fazer com uma menina no "casamento". Muitos muçulmanos não estão sequer cientes que sua religião permite essas abominações. Alguns imames tentam ocultar a licitude desses atos chocantes, mas, apesar de suas hesitações e incertezas, eles não podem proibir aquilo que o Alcorão e os Hadith claramente permitem.

A Lei da Sharia

Assume-se frequentemente que o Islã permite que os muçulmanos sejam julgados segundo as leis do país em que eles residem, mas este não é o caso. O Alcorão não reconhece nenhum sistema de jurisprudência além daquele que está totalmente baseado na doutrina islâmica. Portanto, os ocidentais não devem ficar surpresos que as comunidades islâmicas na Europa estejam pressionando pela introdução da Sharia, ou a lei islâmica. A experiência mostra que uma vez que a concentração de muçulmanos em uma região alcance certo limiar, que pode ser apenas 5% da população geral, eles exigem o direito de serem julgados totalmente de acordo com a Lei da Sharia.

A Sharia é mais do que apenas um conjunto de princípios legais para decidir um caso de natureza religiosa, mas um sistema densamente detalhado de jurisprudência que afeta cada aspecto da vida diária de um muçulmano. Na verdade, a Sharia é tão minuciosa e invasiva que os muçulmanos não têm realmente uma vida "privada" da forma como compreendemos o termo no Ocidente, mas estão sujeitos a terem qualquer aspecto de suas vidas vasculhado por aqueles que exercem a custódia da Sharia. Os éditos, julgamentos e determinações da Sharia estendem-se à política, economia, governos municipais, educação, comércio, bancos, contratos jurídicos, costumes sociais, casamento, família, comportamento sexual, tratamento das crianças, pequenos deslizes de comportamento e conduta criminal. Na realidade, não existe uma área da vida de uma pessoa que não possa ser regulada pela Sharia.

A Sharia é o método que o Islã usa para controlar a sociedade. Uma vez que ela se estabelece, nunca poderá ser removida por meios pacíficos. Este é um fato potencialmente muito desestabilizador em qualquer país europeu, pois a Sharia efetivamente cria um Estado dentro de outro Estado, enclaves semi-autônomos que não mais prestam contas às autoridades civis, em que a Polícia não pode mais entrar e onde a segurança e o bem-estar da população não-muçulmana que vive na região não pode mais ser garantida.

Não há a menor dúvida que o crescimento contínuo da população muçulmana em toda a Europa levará a uma instabilidade civil generalizada nos anos vindouros. Os enclaves muçulmanos que se autogovernam certamente se tornarão bases a partir das quais a Jihad poderá ser lançada contra a população geral, tanto a Jihad não violenta, baseada na intimidação e na instabilidade social, quanto a Jihad violenta, que usa o terror e os homicídios como instrumentos de transformação.

A Eurábia — A Islamização da Europa

A maioria dos cristãos ficará chocada ao saber que um plano semi-oficial e quase secreto está sendo implementado nos últimos 40 anos para destruir o Cristianismo tradicional na Europa Ocidental, permitindo que os muçulmanos imigrem em grandes números. A presença de grupos consideravelmente grandes de estrangeiros não-integrados por si mesmo representa um sério problema político para os países afetados, mas quando os imigrantes em questão também têm um histórico comprovado de hostilidade e violência contra o Cristianismo e o Judaísmo, um confronto social e religioso explosivo está preparado para ocorrer.

A proporção da população da Europa Ocidental que é agora muçulmana é notavelmente alta — veja a tabela a seguir. Por exemplo, na França, a proporção é de 9,6%. Em vários outros países, ela varia de 3% a 6%. A taxa de fertilidade entre os muçulmanos é tão alta que cerca de 25% da população de alguns desses países poderá ser muçulmana por volta do ano 2060. Isto é surpreendente se considerarmos que muitos desses países tinham uma população islâmica em torno de 0,2% cerca de 40 anos atrás.

A política de permitir a imigração expressiva de muçulmanos para a Europa nunca foi satisfatoriamente explicada pelos governos. Essa entrada enorme de imigrantes não traz qualquer benefício discernível aos países envolvidos, mas acrescenta uma grande carga aos gastos sociais.

Países Ocidentais com uma População Muçulmana Acima de 2%

População em Milhões
Número Total de Muçulmanos
Porcentual
Espanha
46,6
1.070.000
2,3%
Itália
59,8 m
1.550.000
2,6%
Noruega
5,1 m
150.000
3,0%
Dinamarca
5,6 m
230.000
4,1%
Grã-Bretanha
64,1 m
2.950.000
4,6%
Grécia
11,1 m
520.000
4,7%
Suécia
9,6 m
470.000
4,9%
Alemanha
80,6 m
4.030.000
5,0%
Holanda
16,8 m
920.000
5,5%
Suíça
8,1 m
460.000
5,7%
Bélgica
11,2 m
670.000
6,0%
Áustria
8,5 m
530.000
6,2%
França
63,9 m
6.130.000
9,6%
EUA
316,2 m
6.670.000
2,1%

Nota: Estes são os números oficiais para 2015. Entretanto, eles não levam em conta os números significativos de imigrantes que entraram ilegalmente nesses países.

Dificilmente poderia haver um modo melhor do que a islamização de forma furtiva para solapar a cultura predominantemente cristã da Europa. Os países ricos em petróleo do Oriente Médio estão usando sua grande riqueza para induzir os políticos ocidentais a facilitarem essa migração em massa, retratá-la como um acontecimento benigno e destacar os assim chamados benefícios do "multiculturalismo". Isto também se encaixa bem com o plano globalista de construir uma Nova Ordem Internacional, criando tantas debilidades e tensões dentro do sistema existente que ele simplesmente entrará em colapso.

Existe pouca conscientização pública que uma política deliberada está sendo seguida nos níveis políticos mais elevados dentro da União Europeia para islamizar o continente e erradicar a herança judaico-cristã. O principal país por trás disto é a França, que está usando seus vínculos históricos com o mundo árabe para desenvolver um "diálogo" por meio do qual o programa possa ser implementado. Trabalhando em concerto com os partidos comunistas e esquerdistas na França, bem como descendentes do colaboracionistas pró-nazistas do governo de Vichy, os líderes da Maçonaria do Grande Oriente colocaram em ação um programa social que está rapidamente solapando o fulcro tradicionamente cristão da Europa.

A autora egípcia-judia Gisele Littman, escrevendo sob o pseudônimo de Bat Ye'or, escreveu vários livros que expõem esse plano sinistro. Em um trabalho publicado na França em 2002, ela descreveu como esse Diálogo Euro-Árabe foi inicialmente estabelecido:

"Em Paris, em 31 de julho de 1974, ocorreu o primeiro encontro oficial em nível ministerial entre o ministro das Relações Exteriores do Kuwait, o secretário-geral da Liga Árabe, o presidente da Comissão das Comunidades Europeias e o atual presidente da Comunidade para discutir a organização do Diálogo. A Associação Parlamentar para a Cooperação Euro-Árabe foi então fundada pelos nove países da Comunidade Europeia com vistas a fortalecer a cooperação política, cultural e econômica entre a Europa e o mundo árabe. Todas as grandes tendências da política europeia estavam representadas em seu Comitê Executivo, que desde então se reuniu regularmente a cada seis meses."

1 Citamos a partir de uma tradução inglesa de Le Dialogue Euro-Arabe et la naissance d’Eurabia, Observatoire du monde juif, Bulletin n° 4/5, Décembre 2002, pág. 44-55.

Depois que você compreende o modo como a política oficial no nível da União Europeia é influenciada pelo Diáglo Euro-Árabe, é fácil entender por que a UE é hostil a Israel e por que a imigração islâmica aos países da Europa ocidental tem sido tão súbita, tão extensa e sem qualquer controle.

De acordo com Bat Ye'or, a estratégia árabe na Europa, coordenada por meio do Diálogo Euro-Árabe, tem sido dirigida principalmente com três objetivos:

  1. "Obter paridade econômica e industrial com o Ocidente via transferência de tecnologia moderna aos países árabes."

  2. Implantar em solo europeu uma grande população muçulmana, que usufrua de todos os direitos políticos, culturais, sociais e religiosos do país anfitrião.

  3. Impor a influência política, cultural e religiosa do islamismo árabe sobre o espaço europeu por meio de uma imigração que permanecesse política e culturalmente conectada com seus países de origem."

A introdução deliberada na Europa de milhões de imigrantes que retêm sua cultura e valores islâmicos e que rapidamente se tornem um grupo demográfico significativo hostil à cultura judaico-cristã da Europa, não é nada menos que um ato de traição.

Aqui está como Bat Ye'or descreveu o ritmo da transformação:

"O fato de a importação de mão de obra islâmica para a Europa ter sido sincronizada com a expansão dos mercados europeus nos países árabes tornou possível que vários milhões de imigrantes muçulmanos chegassem sem impedimentos. A velocidade e escala dessa operação foi sem paralelos na história. Até mesmo no curso da colonização europeia, a emigração de europeus para as colônias ocorreu em um ritmo infinitamente mais lento. O número de colonos europeus, incluindo seus descendentes, mesmo após um máximo de um ou dois séculos, é incomparavelmente menor do que o dos imigrantes muçulmanos dos dias atuais em cada um dos países da Europa após somente três décadas."

Iniciando nos anos 1970s, o Diálogo Euro-Árabe colocou em ação um programa social que teve implicações calamitosas para a estabilidade e bem-estar dos países integrantes da União Europeia:

"Ele planejou um implante homogêneo de coletividades de estrangeiros, milhões deles, dentro das Comunidades Europeias. Ele facilitou a criação de grupos que eram hostis ao ambiente secular europeu deles, vindo não para se integrar, mas com a intenção e com o direito de impor sua própria civilização sobre o país hospedeiro, ao mesmo tempo que rejeitavam as instituições seculares desse país, consideradas inferiores às da Sharia dada por Alá. Enquanto que o Diálogo Árabe-Europeu reivindicava para os imigrantes árabes os direitos conferidos pelas instituições jurídicas europeias, esses imigrantes desprezavam essas instituições, pois utilizam-se de sua própria cultura árabe-islâmica baseada na Sharia. Assim, desde o início da imigração, a integração foi rejeitada."

À medida que a agenda semi-secreta do Diálogo Árabe-Europeu fincou raizes em toda a Europa, seu caráter anti-semita começou a moldar a política externa da UE. Em vez de apoiar Israel em suas tentativas de sobreviver aos ataques do Islã, os líderes da UE agiram para isolar Israel no cenário internacional e apresentar as denúncias veementes e a propaganda árabe atuais como discurso político legítimo:

"A UE exigiu que Israel retornasse às fronteiras do armistício de 1949, fingindo acreditar que essas fronteiras sejam viáveis. Sua recusa em reconhecer o direito de Israel à sua antiga capital, Jerusalém, implica em uma deslegitimização e negação da história do povo judeu, ao qual a Europa, por virtude de suas origens cristãs, ainda é uma testemunha por excelência... No nível da política internacional euro-árabe, ela explicou, justificou e moralmente legitimou uma patologia do ódio árabe, que impôs a destruição de Israel como uma prioridade absoluta e universal. Ao se alistar na Jihad árabe-islâmica contra Israel, sob o rótulo da 'paz e justiça para os palestinos', a Europa estava rejeitando todos os seus valores e até mesmo os fundamentos de sua civilização. Assim, a Europa abandonou os cristãos no Líbano aos massacres dos palestinos, e os cristãos que vivem no mundo islâmico às perseguições e ao sistema de dhimmi. A liberação de Israel, uma minúscula porção das terras colonizadas pelos árabes na Ásia, África e Europa pela guerra e pela força, provocou uma paranoia que mascarava os sofrimentos de milhões de vítimas da Jihad moderna."

Hoje, a UE está avançando uma agenda patentemente ateísta e humanista e impondo leis sobre os países-membros que derrubam, tanto quanto possível, os valores judaico-cristãos que nutriram a civilização europeia por quase dois mil anos. O divórcio, a eutanásia, o aborto e a homossexualidade são considerados moralmente neutros, enquanto que o casamento, a questão de gêneros e sexualidade estão sendo radicalmente redefinidos. Tudo isto combina perfeitamente bem com o programa do Diálogo Árabe-Europeu de subversão moral.

"O próprio termo civilização 'judaico-cristã' é rejeitado pelos muçulmanos fundamentalistas que somente admiram uma única civilização, a civilização islâmica, o que inclui, por meio de Abraão — um profeta para os muçulmanos — os judeus e os cristãos. É por isto que tantos ministros da UE não falam mais sobre a civilização judaico-cristã, mas sobre civilização abraâmica. Além do mais, o Judaísmo e Israel polarizam tanta aversão que a Europa alegremente aderiu ao Abraamismo, que é o conceito muçulmano da origem islâmica do Judaísmo e do Cristianismo, este último não conectado com o Judaísmo, mas com o Islã, a primeira religião da humanidade e antecendendo as duas outras religiões monoteístas, segundo o ponto de vista islâmico."

Este programa semi-secreto da UE também inclui um elemento conhecido como "Processo de Barcelona" que prevê, por volta de 2030, uma integração econômica da Europa com a Turquia e os países árabes do norte da África. Isto é algumas vezes referido como a "União para o Mediterrâneo". Não há dúvida que a inundação de imigrantes ilegais vindos do norte da África para a Europa nos anos recentes, que foi tratada com pouca resistência no nível do governo, é parte desse processo insidioso.

É uma coincidência que os dois grandes centros de população branca — os EUA e a Europa — estão sendo inundados pela imigração ilegal? Estas são também as regiões geográficas com a mais alta proporção de cristãos bíblicos tradicionais. A rápida diluição da população branca no mundo tornará mais fácil para os inimigos do Cristianismo derrubar a ordem social existente e impor uma ditadura global.

Maçonaria

O papel da Maçonaria neste programa de subversão é significativo. O público em grande parte não tem consciência da natureza pagã da Maçonaria e seu desprezo pelo Cristianismo. Os maçons nos graus mais elevados não aceitam que Jesus Cristo foi (e é) o Filho de Deus. Ao revés, eles o veem como apenas um profeta entre muitos outros. Como Maomé também é tratado como um profeta autêntico na Maçonaria, o Islã é considerado como uma religião legítima em pé de igualdade com o Cristianismo. A entrada de grandes números de imigrantes muçulmanos para a Europa não é vista como uma ameaça pela Maçonaria, mas como um modo de solapar o Cristianismo e fazer avançar a filosofia maçônica da "Paternidade de Deus e Irmandade dos Homens" que, eles esperam, patrocinará uma religião universal e uma nova ordem mundial.

Os membros do Santuário, uma importante ramificação da Maçonaria que existe nos EUA, tradicionalmente vêm dos graus mais elevados do Rito Escocês e do Rito de York. Essa ramificação exibe mais claramente do que qualquer outra o elo entre o Islã e a Maçonaria. Os membros do Santuário chegam até a vestir em público seu principal símbolo, o barrete vermelho de Fez. (O que se diz é que o barrete branco de Fez caiu nas ruas durante a brutal matança da comunidade cristã que existia no Marrocos e, quando seu dono muçulmano o apanhou, ele estava completamente vermelho — encharcado pelo sangue das vítimas inocentes. Desde então, o barrete vermelho de Fez tornou-se um símbolo da erradicação do Cristianismo e do Judaísmo.)

O título completo da ramificação maçônica do Santuário é Antiga Ordem Árabe dos Nobres do Santuário Místico. Os membros do Santuário estão cientes que Alá é apenas outro nome para o deus pagão Baal e o deus acadiano da lua crescente, Sin. Eles prestam homenagem a esse deus inscrevendo uma lua crescente em seu barrete vermelho, junto com a espada jihadista do Islã. Além disso, o juramento secreto feito por todo membro do Santuário o vincula ao deus do Islã. Com sua mão sobre o Alcorão, ele diz:

"Se deliberadamente violar isto, que eu incorra na temível penalidade de ter meus globos oculares perfurados pela lâmina de três fios, meus pés efolados, e que eu seja forçado a caminhar sobre as areias quentes das praias estéreis do Mar Morto até que o sol ardente me fira como uma praga, e que Alá, o Deus dos árabes, muçulmanos, maometanos e o Deus de nossos Pais, apoie o total cumprimento disto. Amém. Amém. Amém."

Lembre-se que esses homens não são árabes ou muçulmanos, mas homens norte-americanos e brancos, que professam serem cristãos. A afiliação deles com o Cristianismo é meramente uma fachada, um modo de ocultar suas crenças reais. As obras de caridade realizadas pelos membros do Santuário, bem como suas supostas ênfases em "se divertir" são também parte desta estratégia de ocultação.

O nome secreto do deus na Maçonaria foi tornado conhecido pela primeira vez ao público em The Brotherhood ("A Irmandade"), de Stephen King, que foi publicado em 1984.

"No ritual de exaltação, o nome do Grande Arquiteto do Universo é revelado como JAH-BUL-ON — não um termo guarda-chuva geral aberto a qualquer interpretação que um maçom individual possa escolher, mas uma designação precisa que descreve um ser sobrenatural específico — uma divindade composta de três personalidades separadas fundidas em uma. Cada sílaba do 'nome inefável' representa uma personalidade dessa Trindade."

  • JAH — Jeová, o Deus dos hebreus.
  • BUL — Baal, o antigo deus da fertilidade dos cananeus, associado com 'ritos licenciosos de imitação da magia'.
  • ON — Osíris, o antigo deus egípcio do mundo dos mortos.

Assim, podemos ver que a Maçonaria blasfema deliberadamente o nome do Senhor Deus da Bíblia, conectando-o com Baal e com Osíris. Esta é mais uma evidência que tanto o Islã quanto a Maçonaria têm suas raízes nas antigas religiões pagãs do Oriente Médio e adoram os mesmos deuses.

Reescrevendo a História para Desligitimar o Cristianismo e o Judaísmo

Dos muitos aspectos perturbadores do Islã, um dos mais desconcertantes é sua determinação de reescrever completamente a história para que, no mundo imaginário deles, nem o Judaísmo nem o Cristianismo tenha alguma vez realmente existido. Por mais exagerado que isto possa parecer, é realmente o que está acontecendo. Como Mohammad acusou os judeus de reescreverem suas escrituras de forma a excluir o alegado conteúdo "islâmico", os líderes do Islã estão hoje tentando reinterpretar a história da Terra Santa e reivindicar que ela sempre foi o lar exclusivo do assim chamado povo palestino. O próprio Mohammad procurou se apropriar os profetas de Israel e redefini-los como profetas do Islã, chegando ao ponto de transformar Jesus, a quem ele chamava de Issa, em um profeta do Islã. Hoje, os imames estão tentando retratar Jesus como um "palestino" que, como Mohammad, tentou converter os judeus, mas que foi rejeitado por eles.

De acordo com esta cosmovisão bizarra, o Islã sempre foi a religião original aprovada por Deus, mas os pérfidos e infiéís judeus conseguiram reivindicar os profetas como seus próprios. Eles cometeram um crime adicional, alega-se, modificando as palavras escritas dos profetas e pervertendo o significado original delas. É por isto que o Islã rejeita completamente a Bíblia (ao mesmo tempo que professa não fazer isto) e por que pode pretende ser uma religião "abraâmica", ao mesmo tempo que despreza tanto o Judaísmo quanto o Cristianismo.

Segundo essa filosofia tenebrosa, Abraão foi o primeiro muçulmano, não o primeiro judeu, e as promessas de Deus passaram ao povo do Islã por meio de Ismael e não, como a Bíblia diz, ao povo judeu por meio de Jacó. De fato, o Alcorão diz expressamente que Abraão era um muçulmano:

"Abraão jamais foi judeu ou cristão; foi, outrossim, monoteísta, muçulmano, e nunca se contou entre os idólatras." [3:67]

Os "idólatras" aos quais o verso se refere são os cristãos, por que eles creem na Trindade. O Islã zomba da Trindade como uma multiplicidade de deuses, e não aceita que existem três Pessoas na Trindade. Como já observamos anteriormente, Shirk, a pior blasfêmia de todas, é a crença que Jesus de Nazaré foi (e é) o Filho de Deus.

O "Issa" do Alcorão é um Jesus fictício, sem qualquer conexão com o verdadeiro Jesus histórico. A afirmação que os profetas de Israel eram realmente profetas do Islã é igualmente absurda. De fato, a maioria das referências no Alcorão aos eventos bíblicos não é sequer exata e, em em alguns lugares, as referências são confusas ou contraditórias. Como Mohammad era analfabeto ("o profeta iletrado" — Sura 7:157), ele nunca na verdade leu a Bíblia, mas confiava nos fragmentos passados adiante de forma oral, muito provavelmente como histórias contadas. Hoje, os acadêmicos islâmicos e outros estão tentando apagar ou desacreditar qualquer informação arqueológica ou arquitetônica que possa apoiar a versão judaica da história, incluindo as evidências cuja veracidade nunca foi questionada. Esses esforços se estendem à destruição dos artefatos históricos e dos sítios de importância arqueológica. A reformulação islâmica da história tem o propósito de deslegitimar tanto o Judaísmo quanto o Cristianismo e retratar os judeus como mentirosos e impostores.

O Papel do Medo no Islã

Nos muitos comentários perturbadores escritos por ex-muçulmanos sobre a natureza e prática do Islã, há um tema que se destaca de todos os demais. Esse tema é o medo. O Islã está construído sobre o fundamento do medo. Alá é um deus a ser temido. Mohammad foi um homem que era temido. A sociedade muçulmana é regulada pelo medo. Além disso, as relações islâmicas com todos os outros povos estão baseadas no medo. Isto, por sua vez, é alimentado por uma ameaça implícita de força ou retribuição. A possibilidade de censura e punição paira como uma sombra sobre quase todas as atividades. As mulheres têm medo dos homens. As crianças têm medo de seus pais. Os pais temem seus superiores. E todos temem os poderes ditatoriais dos anciãos do Islã. Se um muçulmano pesquisar alguma questão sobre sua própria religião, isto pode ser condenado como insolência, e qualquer um que persistir em testar a teologia do Islã é rotulado como um apóstata. É uma perversão chocante dos fatos chamar o Islã de uma religião "abraâmica". Na verdade, ele é uma estranha e perturbadora paródia das preciosas verdades proferidas pelo Senhor Deus de Israel a Abraão, Isaque, Jacó e aos profetas de Israel.

O papel do medo no Islã provavelmente parecerá muito abstrato até que a pessoa leia os relatos reais de primeira mão das difícil situação e sofrimentos de muitos muçulmanos bem-intencionados quando lutam sob o frio regime da Sharia. Não há como escapar. Os próprios parentes os caçarão se eles tentarem sair.

Agradeço ao Senhor todos os dias pelas liberdades e alegrias que tenho em Cristo. Como seria bom se essas pessoas infelizes soubessem o quão maravilhoso o Senhor Deus de Israel realmente é.

O Islã se propaga por meio do medo e da coerção. Os líderes islâmicos no Ocidente usam táticas abusivas e intimidatórias para silenciar seus críticos. Qualquer tentativa de questionar os ensinos do Alcorão é rudemente rejeitada como um "ataque" à religião deles. Na visão deles, ninguém tem o direito de questionar o que eles fazem e por que fazem aquilo. Ao mesmo tempo que os principes sauditas financiam a construção de mesquitas no Ocidentel, eles impõem a pena de prisão ou morte a qualquer expressão do Cristianismo ou Judaísmo na Arábia.

Meus irmãos e irmãs em Cristo em todo o Oriente Médio estão sendo mortos por homens muçulmanos fortes e valentões que são financiados pelos príncipes sauditas, homens que odeiam o Senhor Deus de Israel e que desejam destruir tanto o Judaísmo quanto o Cristianismo. Eles estão usando sua vasta riqueza para propagar sua filosofia de ódio sob o estandarte da "paz" e subvertem os líderes ocidentais que, por serem venais e gananciosos, estão dispostos a promover a islamização encoberta da Europa e das Américas.

Um embargo deveria ser imposto à construção de novas mesquitas no Ocidente até o tempo em que a população de cada país ocidental tenha a oportunidade de discutir a questão abertamente, sem intimidação e então tomar uma decisão de forma democrática.

Para mais informações sobre o papel do medo no Islã, assista à seguinte curta mensagem em vídeo do pastor Umar Mulinde, um ex-muçulmano: https://www.youtube.com/watch?v=X7zhZmcwwLM&feature=youtu.be

Conclusão

Este ensaio foi escrito a partir da perspectiva de um cristão nascido de novo e é voltado principalmente para outros cristãos, advertindo sobre a perigosa heresia que Alá, o deus do Alcorão é o Senhor Deus de Israel.

Muitos no Ocidente estão hoje confusos pela infindável propaganda islâmica. Quando isto é combinado com o anti-semitismo entrincheirado, que persiste até hoje em muitas partes da Europa, a pessoa mediana não tem incentivo para pensar criticamente sobre estas questões e será inclinada a aceitar algumas das afirmações bizarras feitas pelos inimigos do Judaísmo e do Cristianismo.

Os líderes do Islã também estão explorando a ameaça da Jihad e a imposição da Lei da Sharia na Europa para produzir ansiedade e angústia social, e enfraquecer qualquer confiança que os europeus ainda possam ter em sua herança judaico-cristã.

Os inimigos do Cristianismo dentro da Europa, muitos dos quais ocupam cargos de grande influência política, estão ajudando nesse processo, facilitando a imigração em massa de muçulmanos para a Europa, promovendo por todos os meios possíveis a mentira do "multiculturalismo" e estabelecendo vínculos sociais, econômicos e culturais com os países árabes e com as organizações islâmicas.

O Crislã — uma tentativa de encontrar um terreno espiritual comum entre o Cristianismo e o Islã — é um engodo monstruoso que tem como objetivo solapar e destruir o verdadeiro Cristianismo bíblico. As informações factuais apresentadas neste ensaio (que podem ser conferidas e validadas pela Internet e nos livros listados na Biografia) são apresentadas sem preconceitos e com o único propósito de salientar essa ameaça.

A não ser que os cristãos se deem ao trabalho de se educar e enfrentar as questões envolvidas, seus netos poderão viver em um mundo em que a profissão pública e pacífica do Cristianismo bíblico poderá não mais ser possível.

Bibliografia

Apêndice A

Sequência Cronológica em Que Cada Capítulo (Surata) do Alcorão Foi Escrito

Na lista a seguir, o primeiro número é a ordem cronológica de cada capítulo (ordem aceita pelos eruditos), seguido pelo nome, ou título da Surata, seguido pelo número correspondente do capítulo no Alcorão.

A lista acima mostra a sequência cronológica em que os 114 capítulos do Alcorão foram escritos. Assim, o primeiro capítulo escrito foi o intitulado Al-Alaq, que aparece como capítulo 96 no Alcorão, enquanto que o último capítulo do Alcorão (isto é, o capítulo 114, intitulado An-Nas) foi o vigésimo primeiro da sequência cronológica.



Autor: Jeremy James, artigo em http://www.zephaniah.eu
Data da publicação: 27/1/2015
Transferido para a área pública em 19/1/2017
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/crisla-2.asp