Os Planos Globalistas de Dividir os EUA e de Redefinir Todo o Mapa Político do Oriente Médio

Autor: Jeremy James, 18 de maio de 2015.



Como já declaramos muitas vezes, os globalistas querem implementar uma Nova Ordem Mundial e estão se preparando para dar um grande passo em direção a esse objetivo dividindo os EUA em unidades regionais menores e mais controláveis. Em nosso ensaio "Compreendendo a Mentalidade dos Illuminati — Como Pensam os Membros da Elite Global?", que foi publicado em maio de 2010, reproduzimos o anúncio da vodca Absolut mostrado à esquerda

Como observamos naquele artigo, a companhia produziu diversos anúncios que mostram aspectos da vindoura N. O. M. As pessoas que "governam o mundo" gostam de condicionar as massas a se submeterem subconscientemente às mudanças que a elite globalista está propondo fazer. Isto está sendo feito continuamente por meio de filmes arrasa-quarteirão e programas em horário nobre na televisão, bem como coreografados durante apresentações de abertura do campeonato do futebol americano, cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos, etc.

Este anúncio da vodca Absolut mostra o México e vários estados americanos na mesma zona política. Essa zona corresponde à região que os socialistas mexicanos chamam de Aztlan: os sete estados que estão projetados para se juntarem ao México para formarem a nova entidade política conhecida como Aztlan são Texas, Califórnia, Arizona, Novo México, Nevada, Utah e Colorado.

Em outro ensaio, intitulado The Illuminati Are Laughing (não traduzido), publicado em junho de 2013, chamamos a atenção para o fracasso deliberado do governo atual em defender a fronteira sul dos EUA da entrada contínua de imigrantes ilegais vindos da América Latina (para não mencionar militantes islâmicos do Oriente Médio). Gangues mexicanas fortemente armadas operam agora em todas as principais cidades americanas e, em geral, praticam uma variedade tenebrosa de ocultismo — Santa Muerte e Santeria — que atraem demônios muito poderosos e encorajam seus praticantes mais devotados a perpetrarem mortes rituais. Já temos ampla evidência do horror que isto envolve. Desde a deflagração em 2006 de um grande conflito entre cartéis de drogas rivais, operando a partir do México, cerca de 150.000 pessoas já foram assassinadas ou "desapareceram". Em muitos casos, as mortes são cruéis e frequentemente envolvem adolescentes e adultos jovens.

Incrivelmente, o público americano parece estar em grande parte alheio ao que está acontecendo às portas de suas casas. Poucos parecem perceber a extensão em que essa violência extrema é dirigida por forças ocultas e que ela foi cuidadosamente planejada e financiada pelos inimigos dos EUA. O Comunismo mundial está tão ativo quanto sempre foi e os EUA ainda são o alvo principal. Marionetes comunistas colocadas nos altos escalões do sistema político americano garantem que pouco seja feito para lidar efetivamente com esse problema alarmante e que cresce cada vez mais.

A Operação Jade Helm (Leme de Jade, ou Capacete de Jade)

O exercício Jade Helm recentemente anunciado, que está programado para ser conduzido pelas forças armadas americanas em diversos estados ao longo de um período de oito semanas — de julho a setembro de 2015 — envolverá uma quantidade significativa de atividade militar em áreas densamente povoadas. O objetivo desse exercício gigantesco, que não tem precedentes, é aparentemente simular uma grande insurgência doméstica e identificar as etapas que seriam necessárias para contê-la. É interessante que os estados envolvidos são aqueles mesmos mostrados no anúncio da vodca Absolut e no mapa Aztlan.

O logotipo oficial da Operação Jade Helm é uma referência bastante óbvia à China. A marca d'água central mostra um tamanco ou sapato de madeira. Na iconografia militar, um tamanco de madeira, ou sabot (francês) é um símbolo de revolta popular. Quando os camponeses na Europa se levantaram em protesto contra seus mestres, eles foram reprimidos brutalmente. A única tática útil que eles tinham era a sabotagem. (A palavra "sabotagem" deriva de sabot.).

Seria tolice ignorar os acontecimentos deste tipo, mas não há razão para acreditar que o exercício se tornará "vivo" ou se modifcará em uma operação de tempo real. Isto pode simplesmente ser um passo adicional em programar o público estadunidense a aceitar movimentos de tropas em larga escala no solo doméstico. Isto também condicionará as próprias forças armadas a obedecerem ordens de restringir e aprisionar os cidadãos. Como incontáveis comandantes militares já observaram no passado, fazer os soldados agirem contra suas consciências e violarem os direitos de pessoas inocentes pode ser difícil a princípio, mas depois que eles forem induzidos a fazerem isso uma vez, farão outras vezes depois com menor resistência.

Um Evento de Gatilho

Antes de o Exército poder ser usado em operações terrestres em solo americano, um "incidente" de grandes proporções seria necessário com o qual nem a Polícia nem a guarda Nacional possam lidar. Podemos especular sobre o tipo de incidente que poderá ser necessário; existem muitas possibilidades. Uma grande crise econômica é frequentemente mencionada, mas não é claro se esse tipo de evento — envolvendo quebras sistêmicas de bancos em vários estados — seria suficiente para disparar o tipo de instabilidade civil que a Operação Jade Helm foi criada para tratar.

Tendo dito isto, há um esforço conjugado nos anos recentes de vincular grandes ciclos financeiros e o destino dos EUA com a profecia bíblica. Isto está sendo feito principalmente por meio dos escritos de Jonathan Cahn, cujo livro The Harbinger (O Anunciador), vendou vários milhões de exemplares. (Publicamos dois ensaios que mostram que o livro de Cahan não tem fundamento bíblico.) A obra especulativa mais recente dele, The Mystery of the Shemitah Unlocked (Destravando o Mistério do Shemitah), tenta provar que os grandes ciclos econômicos estão de algum modo conectados com o ano sabático da Lei Mosaica, que requer que todas as dívidas sejam canceladas a cada sete anos. Ele argumenta que 13 de setembro de 2015, poderá ser um dia de "erradicação" no mercado acionário e um gatilho para grandes instabilidades políticas. (Publicamos um ensaio em janeiro de 2014, intitulado "O Futuro Ajuste do Dólar Americano — A Elite Globalista Pode Já Ter Definido uma Data", que lida com o plano globalista de derrubar o dólar americano como moeda de reserva mundal e fazer isto em uma data pré-determinada.)

A queda do Muro de Berlin em novembro de 1989 e a subsequente divisão da antiga União Soviética convenceu muitos que o Comunismo tinha fracassado e se tornara em grande parte uma força desgastada no cenário mundial. Mas, isto é uma ilusão. O antigo Comunismo no estilo soviético foi substituído pelo mais novo Comunismo no estilo chinês, onde o Estado ainda controla as alavancas da atividade econômica, mas faz isso por meio de uma fachada capitalista. Muita da mesma abordagem está sendo usada hoje pela Rússia, onde um pequeno grupo de atores-chaves controla o aparato policial, o Exército, os bancos e as principais indústrias. O único país que ainda usa o sistema comunista do velho estilo é a Coreia do Norte, que os globalistas parecem estar retendo como um possível gatilho "imprevisível" para a Terceira Guerra Mundial.

A contínua ascensão do Comunismo mundial deve ter sido aparente para todos na cerimônia recente em Moscou para comemorar a Grande Guerra Patriótica, quando o presidente russo Putin e o presidente chinês Xi Jinping sentaram-se um ao lado do outro para assistirem ao desfile. Pela primeira vez, a parada militar incluiu um destacamento de soldados do Exército Chinês. A aliança sino-russa está mais forte do que nunca e expandindo rapidamente sua capacidade militar. Dentro de alguns poucos anos, a aliança estará tão perto militarmente dos EUA que o governo de Washington será forçado a fazer embaraçosas concessões diplomáticas e geopolíticas para evitar — ou simplesmente adiar — um conflito aberto. Já vimos os EUA se encurvarem a Moscou quando a Rússia anexou a Crimeia e enviou suporte militar para os separatistas ucranianos.

O Plano do Pentágono para o Oriente Médio

Os globalistas também controlam a política externa dos EUA e estão magistralmente planejando a vindoura confrontação, de tal forma que todo o mundo islâmico seja atraído para a luta. Por exemplo, em 2006, personalidades vinculadas ao Pentágono publicaram um mapa em um jornal voltado para o pessoal das Forças Armadas que mostra enormes mudanças territoriais que os EUA e seus aliados estão propondo fazer no Oriente Médio. A Secretária de Estado dos EUA, Condoleeza Rice, na realidade lançou o termo "Novo Oriente Médio" em 2006, no mesmo ano em que o mapa foi publicado.

Exatamente como os britânicos e franceses redesenharam o mapa do Oriente Médio após a Primeira Guerra Mundial, os EUA, a Grã-Bretanha e seus aliados estão no processo de fazer isso novamente. O caos que teve início com a invasão da Líbia em 19 de março de 2011, é parte desse programa de transformação dentro da esfera islâmica. Como observamos em um ensaio publicado em maio de 2011, "A história provavelmente registrará que a Terceira Guerra Mundial teve início em 17 de março de 2011, quando o Conselho de Segurança da ONU aprovou (via Resolução 1973) o uso de 'todas as medidas necessárias para impor a conformidade' em um ataque aéreo liderado pela OTAN contra a Líbia."

O Conselho de Segurança é formado por cinco membros permanentes — EUA, Grã-Bretanha, França, Rússia e China — mais Colômbia, Gabão, Líbano, Nigéria, Portugal, África do Sul, Brasil, Índia, Alemanha e Bósnia-Herzegovina. Nem um dos membros votou contra a resolução. Assim, se alguém pensa que os EUA, GB, China, Rússia, França, Alemanha, Brasil e Índia não estão cooperando entre si na criação de uma Nova Ordem Mundial, pense novamente. As assim-chamadas nações do BRICS estavam plenamente representadas, junto com as principais potências da OTAN.

Em 1 de novembro de 2010, apenas alguns meses antes da invasão da Líbia, Lord James of Blackheath, falando no plenário da Casa dos Lords (a Câmara Alta do Parlamento Britânico), revelou que estava trabalhando há algum tempo para o Banco da Inglaterra para fornecer fundos para organizações terroristas no norte da África, que ele disse que eram "de uma natureza muito pior" do que o IRA (um grupo terrorista irlandês). [Um relato tintim por tintim dessas revelações pode ser encontrado nos registros oficiais Hansard, Volume No. 721, Part No. 57, 1 Nov 2010: Column 1536.]

Aqui é como ele descreveu seu envolvimento com esses grupos terroristas. Observe como ele se apressou para acrescentar que não haveria sentido em chamar a Polícia — presumivelmente para acusá-lo de um crime — por que ele chamaria o Banco da Inglaterra como testemunha de defesa:

"Tenho tido também conexões extensas com terroristas do norte da África, mas isto era de uma natureza muito pior, e não quero falar sobre isto por que ainda é uma questão de segurança. Eu me apresso a acrescentar que não adianta chamar a Polícia, porque eu imediatamente chamaria o Banco da Inglaterra como minha testemunha de defesa, dado que o banco me colocou para lidar com esses problemas."

Os americanos e os britânicos financiaram e coordenaram a operação "Primavera Árabe" na Líbia, Tunísia e Egito, bem como a revolução "popular" na Ucrânia que depôs o governo existente e permitiu que a Rússia anexasse a Crimeia — um porção significativa do território ucraniano — sem virtualmente oposição alguma. As invasões ao Iraque e à Síria devastaram esses países e criaram um grande número de mortos. Além de desestabilizarem completamente a região, a calamidade liderada pelos EUA desalojou milhões de civis. Sem teto e destituídos, eles agora estão sendo usados como peões envenenados no jogo de xadrez globalista. A Comissão da União Europeia está usando uma crise humanitária deliberada para permitir que imigrantes islâmicos inundem a Europa em números cada vez maiores do que antes e até fez os países-membro da UE se comprometerem com quotas mínimas. Assim, uma crise no norte da África está sendo transformada em uma crise na Europa, até mesmo em países setentrionais mais distantes, como a Suécia. É assim que os globalistas operam. Para uma discussão dos passos que foram dados de forma sorrateira desde 1974 para aumentar enormemente a população islâmica na Europa, leia os ensaios "O Crislã É uma Armadilha Mortal para os Cristãos Incautos — Partes 1 e 2", publicados em janeiro de 2015.

O Mapa do Pentágono

Retornando ao mapa do Pentágono do Oriente Médio, podemos ver mais claramente a arrogância extraordinária dessas pessoas. As fronteiras dos países soberanos estão sendo completamente redesenhadas e novos países criados. Essas mudanças espetaculares combinam bem com a profecia bíblica. Por exemplo, ao falar sobre o fim dos tempos, o profeta Isaías se refere aos medos — conhecidos hoje como curdos — como segue: "Eis que eu despertarei contra eles os medos, que não farão caso da prata, nem tampouco desejarão ouro." [Isaías 13:17]. Se os curdos (medos) vão exercer esse papel profético, eles quase certamente precisarão ter seu próprio país. O mapa do Pentágono na realidade contribui para o cumprimento da profecia, pois prevê a criação de um país que será conhecido como "Curdistão Livre". Esse país será criado em território que atualmente é controlado pela Turquia, Síria, Iraque e Irã. Aparentemente, o Irã concordará com essa alteração em troca do controle dos lugares sagrados islâmicos, Meca e Medina, em um novo país a ser conhecido como "Estado Islâmico Sagrado".

Os dois grandes perdedores nesse cínico redesenho serão o Iraque e a Arábia Saudita. O Iraque será reduzido a um pequeno "Estado Sunita" e seu território remanescente será entregue a dois novos países, o "Curdistão Livre" e o "Estado Árabe Xiita". A criação deste último envolverá uma perda de território por parte da Arábia Saudita, que também perderá território para a formação de uma "Grande Jordânia", um Yêmen alargado e, como observado, o proposto novo "Estado Islâmico Sagrado".

Mesmo se o perfil político do Oriente Médio não se transformar exatamente como os globalistas estão planejando, ele provavelmente passará por mudança significativa, muito provavelmente em ampla conformidade com o Mapa do Pentágono. A diferença-chave no fim do dia será o aparecimento do Islã Xiita como o ramo claramente dominante do Islã. O Irã, o principal país xiita hoje, terminará controlando Meca e Medina no novo "Estado Islâmico Sagrado", bem como o proposto "Estado Árabe Xiita". O Irã também provavelmente emergirá como o dominador de fato do Yêmen alargado e o novo país, "Baluchistão Livre".

O Mapa do Pentágono não mostra o que a Turquia receberá por cooperar com este ambicioso programa de mudança. Ela provavelmente recebeu a promessa de uma grande porção de território para compensar as terras que cederá ao "Curdistão Livre". Essa compensação poderá vir à custa da Grécia, um país nominalmente cristão, que poderá sofrer terrivelmente nas vindouras agitações. O recente colapso econômico grego, que foi planejado pela Alemanha, é consistente com um plano para enfraquecer militarmente a Grécia.

A Bíblia nos diz que as três nações que representam a maior ameaça para Isreal no fim dos tempos são a Rússia, a Turquia e o Irã. O mapa do Pentágono prevê um Irã muito mais poderoso, o que está em conformidade com o padrão bíblico. A Turquia, também, certamente aumentará sua influência à medida que o plano do Pentágono se desdobrar. A Rússia, como os eventos recentes já mostraram, está envolvida em um programa expansionista que provavelmente abocanhará partes da Europa Oriental e o antigo bloco soviético nos anos vindouros.

Israel

O Mapa do Pentágono também prevê o retorno de Israel à suas "fronteiras pré-1967", com a assim-chamada Margem Ocidental do Jordão (Cisjordânia) listada como "status indeterminado". (Veja um extrato do mapa ao lado, bem como o mapa que mostra as perdas territoriais envolvidas.) Este aspecto do plano do Pentágono é de particular preocupação, pois vira completamente a mesa da política existente dos EUA em relação a Israel. Os EUA sempre foram um ferrenho aliado de Israel, mas nos anos recentes têm continuamente se voltado contra ele, até o ponto em que a atual administração já indicou em algumas ocasiões que poderá vir a considerar a criação de um Estado 'Palestino' na terra que legalmente pertence a Israel. Vários países europeus, incluindo o Vaticano, declararam recentemente sua disposição em princípio de reconhecer o Estado Palestino, se ele for criado.

Se Israel for forçado pela pressão internacional a retornar para suas fronteiras pré-1967 e aceitar um Estado 'Palestino' dentro de seu território existente, ficará militarmente indefensável. Mesmo com poder nuclear de dissuasão, Israel seria incapaz de impedir massas de tropas terrestres de entrarem em suas fronteiras em ondas sucessivas. Os árabes e os radicais islâmicos estariam dispostos a absorver perdas incrivelmente altas de modo a garantir uma vantagem estratégica decisiva no solo israelense. Assim, estamos nos aproximando rapidamente de uma situação em que Israel será forçado a fazer aquilo que fez duas vezes antes e lançar um grande ataque preventivo contra seus inimigos. De modo a ser eficaz, Israel não poderia simplesmente se contentar em destruir alvos logísticos e militares fundamentais, mas teria de infligir danos colossais em uma frente bem ampla e causar um número assustadoramente alto de mortes nos países árabes vizinhos. Este cenário seria consistente com a profecia bíblia, incluindo Salmo 83 e o livro de Obadias. Embora armas nucleares possam estar presentes nesse tipo de ataque, há também a possibilidade de material bélico menos conhecido ser utilizado, notavelmente as bombas de vácuo atmosférico, que podem devastar profundamente um região designada sem lançar radiação perigosa e tornar a terra nas proximidades inabitável.

Os globalistas parecem estar empurrando Israel nesta direção. Eles imaginam — corretamente — que, após um grande ataque preventivo contra seus inimigos, a opinião mundial se voltará de forma massacrante contra Israel. E é isto exatamente o que Satanás deseja!

Eventos Subsequentes Provam Que o Mapa do Pentágono Está Sendo Implementado

Em que extensão o "Mapa do Pentágono" reflete tomada de decisão estratégia real nas forças armadas dos EUA? O mapa foi preparado pelo tenente-coronel reformado Ralph Peters, da Academina de Guerra Nacional dos EUA e, como já observamos, foi publicado em uma revista destinada ao pessoal militar, chamada Armed Forces Journal. Essa publicação foi fundada em 1863 e tem o propósito de fornecer ao pessoal militar sênior análises e comentários úteis sobre os últimos acontecimentos estratégicos e os mais recentes desenvolvimentos tecnológicos. Embora o Mapa do Oriente Médio não tenha o status de um documento oficial de política, ele já foi usado em um programa de treinamento para pessoal militar sênior no Colégio de Defesa da OTAN. Assim, ele pode ser seguramente interpretado como um documento que tenta condensar, se não reconciliar, porém de uma maneira um tanto quanto provocativa, as várias correntes de pensamento sobre o Oriente Médio entre o pessoal sênior nas forças militares dos EUA. Quando apareceu inicialmente em 2006, ele foi provavelmente compreendido nesta luz, mas, dados os acontecimentos desde então, em que toda a região tem sido continuamente fatiada — exatamente como o mapa prediz — ele deve agora ser considerado, não apenas como um auxílio para treinamento de alto nível, mas como um perfil geral da política de longo prazo dos EUA para o Oriente Médio.

Os cristãos de toda a parte devem prestar cuidadosa atenção ao que está acontecendo no Oriente Médio. O próprio Cristo exortou Seus discípulos a ficarem atentos aos sinais da aproximação do período de tribulação no fim dos tempos. Ele também pediu que eles estudassem o livro do profeta Daniel de modo a conhecerem a sequência de eventos que antecederá o aparecimento do Anticristo, o falso salvador mundial que trará "paz" a Israel. O livro do Apocalipse também deve receber cuidadosa atenção nos grupos de estudo bíblico em todo o mundo; ele é o único livro que declara explicitamente que trará uma bênção sobre todos os seus leitores.

Se você tem dificuldade em acreditar que um grupo de indivíduos poderosos, a quem chamamos de globalistas, está ativo no cenário mundial e implementando o plano que descrevemos, então pelo menos lembre-se que Satanás tem um plano muito similar e que esta determinado a implementá-lo em sua totalidade. Além disso, se você acha difícil acreditar que os EUA estão escalonados para serem destruídos pelos globalistas, então pelo menos se lembre que Satanás precisa remover o defensor mais forte de Israel antes de poder destrui-lo. E os EUA são esse defensor.

Os cristãos nascidos de novo precisam continuar a confiar plenamente no Senhor Deus de Israel, em cuja "mão está a alma de tudo quanto vive, e o espírito de toda a carne humana." [Jó 12:10].



Autor: Jeremy James, artigo em http://www.zephaniah.eu
Data da publicação: 2/6/2015
Transferido para a área pública em 1/3/2017
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