O Vindouro Ajuste do Dólar Americano — A Elite Globalista Pode Já Ter Definido uma Data

Autor: Jeremy James, 14 de janeiro de 2014.

O colapso da economia norte-americana, que foi cuidadosamente planejado pela Elite Globalista nas quatro últimas décadas, já está quase concluído. As razões são as seguintes:

"A aguda deterioração das finanças públicas em muitos países fez renascer o interesse por um "imposto sobre o capital" — um tributo extraordinário e emergencial sobre a riqueza privada — uma medida excepcional para restaurar a sustentabilidade da dívida. O apelo é que esse tributo, se for implementado antes que possa ser evitado — e existe a crença que ele nunca mais será repetido — não distorce o comportamento (e, além disso, ele pode ser visto como justo por alguns)... As alíquotas de tributação necessárias para reduzir a dívida pública para níveis do fim de 2007 requereriam... uma alíquota de tributação de aproximadamente 10% para as famílias com riqueza líquida positiva." (pág. 49).

É um sinal de quão avançada a crise está que este tipo de proposta seja publicado em um importante relatório internacional. Isto também é um sinal da confiança (ou arrogância?) das autoridades dos EUA que elas podem permitir a publicação de uma proposta cuja própria eficácia depende de ela ser "implementada antes que possa ser evitada". Esta consideração pode levar alguém a concluir que a data já foi definida e que não pode ser mais do que aproximadamente seis meses da data da publicação do relatório do FMI. Além disso, como já observado, um "imposto sobre o capital" global provavelmente será parte de um pacote maior de medidas corretivas, podemos esperar uma grande "correção" estratégica no sistema financeiro internacional por volta do fim de abril de 2014. É interessante que existe evidência que essa data foi definida pelo menos 18 meses atrás. Grady Means, um ex-assessor pessoal de Nelson Rockefeller, publicou um artigo realmente extraordinário no jornal The Washington Times, em 25 de outubro de 2012, em que disse que uma grande correção estava vindo e que ela ocorreria por volta de 4 de março de 2014. (Veja o Apêndice A.)

A escala da correção, quando ocorrer, poderá não ser imediatamente aparente para o mundo como um todo. A vida poderá seguir da forma normal por alguns meses, mas depois que as forças poderosas liberadas pela "correção" começarem a entrar nos mercados globais, as transformações resultantes serão drásticas. Como Means observou:

"Naquele ponto, precisaremos financiar nosso próprio déficit, e não conseguiremos fazer isto. Precisaremos elevar a remuneração dos títulos para voltar a atrair o investimento externo, as taxas de juros subirão e muitas empresas quebrarão. O desemprego crescerá rapidamente. O restante do mundo também ruirá junto conosco."

Ele não menciona o impacto sobre o mercado de derivativos, que é tão grande que até uma pequena perturbação pode causar a perda de trilhões de dólares para os investidores. Como a maioria dos derivativos foi criada como proteção (hedge) contra as flutuações cambiais e das taxas de juros, o efeito impactante de uma correção global será considerável.

Observe a fraseologia usada no título do artigo do The Washington Times — "programado para um colapso". Isto normalmente denotaria um resultado que está tomando forma de acordo com um plano, não um evento que foi essencialmente imprevisível. O planejamento foi feito e uma data foi determinada.

Observe também as palavras finais no artigo: "Tudo o mais é ruído." Os grandões estão dizendo ao mundo que eles seguirão com este plano e, além disso, que o executarão em um tempo de sua própria escolha. Visto nesta luz, o artigo é realmente uma advertência publicada para o benefício dos leitores com discernimento, não uma matéria imparcial de análise econômica.

A data citada — 4 de março — será uma terça-feira, o que é improvável que seja o dia preferido. O dia 3 de março parece ser muito mais provável, permitindo que os bancos centrais de todo o mundo façam os preparativos necessários durante o fim de semana anterior. A data é também mais maçônica: 3/3.

Recomendação

Se você tiver os meios de fazer isto, considere a compra de prata e ouro (fornecidos como metais físicos e não na forma de certificados). Estas serão as únicas formas de dinheiro e umas das poucas formas de reserva de riqueza que não serão afetadas pelo vindouro colapso do dólar.

Lembre-se também de confiar no Senhor, de orar por aqueles que você ama e de se aprofundar diariamente no estudo das Escrituras Sagradas:

"Em ti confiarão os que conhecem o teu nome; porque tu, SENHOR, nunca desamparaste os que te buscam." [Salmos 9:10].

"Mas eu sou como a oliveira verde na casa de Deus; confio na misericórdia de Deus para sempre, eternamente." [Salmos 52:8].



Apêndice A

Artigo de Grady Means, publicado em The Washington Times, em 25/10/2012.

Economia dos EUA Programada para Entrar em Colapso em Março de 2014

A queda dos EUA derrubará as economias de todos os países do mundo

Os selvagens e malucos maias fixaram o marcador para o fim do mundo para 21 de dezembro de 2012 — daqui a aproximadamente dois meses. É claro que existe uma pequena possibilidade que eles possam ter acertado. Por outro lado, há uma probabilidade muito grande que o verdadeiro fim do mundo ocorrerá por volta de 4 de março de 2014.

O relógio despertador do Dia do Juízo soará naquele dia porque a economia dos EUA poderá entrar em colapso total por volta dessa data, o que, por sua vez, derrubará as economias de todos os países do mundo e todas as esperanças de qualquer recuperação em um futuro previsível — certamente além do curso da vida da maioria de nós. As taxas de juros subirão rapidamente, muitas empresas quebrarão, a taxa de desemprego atingirá níveis recordes, a escassez de produtos e de alimentos será generalizada e poderão ocorrer grandes agitações sociais. Qualquer pensamento positivo que os EUA estão em uma "recuperação" e que "as coisas estão se tornando melhores" é uma ilusão.

O problema não é o Programa de Assistência Médica do governo, que somente nos afetará dentro de mais seis ou sete anos. Também não é o Sistema da Previdência Social, que somente se tornará insolvente dentro de mais 15 anos, aproximadamente. A crise é muito mais imediata e muito mais séria.

O problema central é que os EUA são o banco do mundo. O que isto significa, simplesmente, é que o dólar é a moeda do mundo (chamada frequentemente de "moeda de reserva"). Em todo o mundo, praticamente todos os produtos negociados, petróleo, minérios, imóveis, etc. são denominados em dólares. O mundo precisa de dólares e os EUA fornecem dólares e a confiança que o dólar é a moeda "mais segura" do mundo. Os países recebem dólares negociando com os EUA em termos atraentes, o que tem permitido ao povo americano viver muito bem. Os países suportam este sistema e cobrem seus riscos investindo em dólares por meio dos leilões dos títulos do Tesouro dos EUA e de outros mecanismos, o que permite ao governo dos EUA incorrer em déficits orçamentários — mas até certo ponto.

A questão central é a confiança nos EUA, mas o mundo está perdendo essa confiança rapidamente. Em algum ponto em breve, os EUA atingirão um nível de déficit em seus gastos e um endividamento tão elevado que os países do mundo perderão a fé nos EUA e começarão a retirar seus investimentos. Muitos economistas e banqueiros de destaque acreditam que um ou dois trilhões de dólares adicionais serão suficientes para que isto aconteça. Uma corrida aos bancos terá início subitamente, se acumulará rapidamente e se transformará em uma bola de neve.

Neste ponto, precisaremos financiar nosso próprio déficit e não seremos capazes de fazer isto. Teremos de elevar as taxas de remuneração dos títulos para atrair o investimento estrangeiro, as taxas de juros subirão e muitas empresas quebrarão. A taxa de desemprego subirá rapidamente. O restante do mundo afundará junto conosco. A Europa continuará em declínio e o euro não substituirá o dólar. A Rússia sofrerá com a queda acentuada no preço do petróleo, à medida que a demanda no mercado diminuir, de modo que sua economia também experimentará o colapso. A China não terá para quem exportar e também entrará em colapso. Os governos russo e chinês, que sabem que isto acontecerá e já começaram a comprar ouro, para terem proteção contra esse colapso do dólar, descobrirão que não podem comer ouro. Haverá agitação social — pense nas ruas da Espanha e da Grécia hoje, mas em escala mundial. Os avanços tecnológicos que tradicionalmente levam a aumentos de produtividade e de crescimento econômico não serão capazes de impedir esse colapso.

Quando tudo isto poderá acontecer? Paul Volcker (NT: ex-presidente do Sistema da Reserva Federal) indica que poderemos enfrentar uma situação caótica como esta nos próximos 18 meses. David Walker, ex-chefe do Departamento de Orçamento e Contabilidade do governo dos EUA sugere uma estrutura de tempo similar para a catástrofe econômica. A maioria concorda que a abordagem do sequestro do orçamento não funcionará a partir das perspectivas econômicas ou políticas, e que os cortes gerais e sem planejamento nos gastos somente exacerbarão o caos. A terceira rodada da Flexibilização Quantitativa, em que imprimimos dinheiro para comprar nossos próprios títulos, de modo a melhorar os indicadores econômicos e o nível de emprego, significa que estamos financiando nosso próprio endividamento, uma boa fórmula para a súbita hiperinflação.

O próximo presidente terá cerca de seis meses para corrigir este problema antes que seja tarde demais. Ele precisará estar plenamente preparado, capacitado, disposto a trabalhar com o Congresso e agir rápida e decisivamente. Durante a eleição, a pergunta mais importante a fazer é: quem compreende o problema e está preparado para evitá-lo? Tudo o mais é ruído.

[Grady Means é empresário, ex-assessor do vice-presidente Nelson Rockefeller e ex-economista no Departamento de Saúde, Educação e Bem-Estar do governo dos EUA.]



Autor: Jeremy James, artigo em http://www.zephaniah.eu
Data da publicação: 16/1/2014
Transferido para a área pública em 25/7/2015
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/dolar.asp