O Universalismo Emergente

Autora: Debra Rae

Forcing Change, Volume 8, Edição 11.

Nota do Editor da FC: A edição do mês passado de Forcing Change explorou o surgimento do Movimento Interfé. O artigo principal desta edição segue uma veia similar, mas a partir da perspectiva de outra pesquisadora, oferecendo importantes compreensões a respeito do cenário em transformação de "fé" e "religião" no mundo ocidental.

Debra Rae é autora de ABCs of Globalism e ABCs of Culturalisms. Ela também apresenta o programa de rádio TruthTalk na plataforma BlogTalk. Você pode encomendar os livros e ver mais sobre o trabalho dela em http://www.debrarae.us.

Melhor conhecido como Dr. Seuss, Theodor Seuss Geisel escreveu diversos clássicos da literatura infantil. "Eu gosto de bobagens", ele exclamou. "Olhar para a vida pela ponta errada do telescópio permite que você ria diante das realidades da vida." [1].

Embora eu concorde que há um tempo para todo o propósito debaixo do céu, [2] é melhor que ideias charmosas, porém irreais, como essa do Dr. Seuss, permaneçam nas obras de ficção. Veja o seguinte, por definição, "bobagem" refere-se a uma tolice e/ou a um comportamento sem sentido — dificilmente algo próprio de uma vida frutífera e abundante no mundo real. [3].

Precursores dos políticos do século 21, os primitivos sofistas procuraram desenvolver mais a retórica que servisse aos seus próprios interesses do que à verdade. Com o passar do tempo, o sofismo veio a ser conhecido como raciocínio capcioso. Hoje, o pensamento do século 5 AC levanta sua feia cabeça como um tipo de politicamente correto mental chamado de desconstrucionismo, em que as palavras assumem qualquer significado que se deseje para elas. Essa bobagem normatizada torna a comunicação inteligível impossível de ser alcançada.

Os sofistas contemporâneos fraudam o senso comum utilizando absurdos e inconsistências (isto é, bobagens). Por exemplo, os "especialistas" das Nações Unidas redefinem livremente as palavras para que elas se adequem aos seus próprios propósitos. Considere a palavra "tortura". O que constitui a visão de tortura para a ONU não é a prática do aborto no nascimento parcial, como os defensores pró-vida argumentam, mas, ao contrário, é aceitar a dignidade inviolável da vida humana que naturalmente restringe o aborto (por exemplo, nos casos de estupro). [4].

Os proponentes do citado absurdo criam livremente linguagem para vencer os debates, nunca para afirmar a verdade. A sua verdade pode não ser a minha (e vice-versa). O certo e o errado não existem — somente os debates bons e ruins.

Infelizmente, os funcionários e autoridades da ONU não são os únicos a verem a vida pelo lado errado de um telescópio. Outro caso em vista é o argumento insensato da Associação Americana de Psicologia que as crianças "não são tipicamente prejudicadas no sexo entre adultos e crianças" [5]. Absurdo.

A Âncora Bíblica, o Universalismo e a Enganação Interfé

Tenha em mente que os pós-modernos não adotam uma metanarrativa ("grande história") a respeito de um Deus soberano da criação. [6]. O falecido Charles Colson corretamente rotulou essa mentalidade como "uma expressão formalizada de desespero". Sem possuir princípios firmes, o indivíduo de coração dobre é inconstante em seus caminhos. [7]. Em contraste, a esperança na natureza imutável dos propósitos de Deus garante uma firme e segura ancoragem para a alma. [8].

Tendo erroneamente legitimado o universalismo, Rob Bell recebeu o prêmio de destaque religioso do ano de 2011. [9]. Ignorando que Deus é um Deus de justiça, os universalistas erram ao insistirem que todos nós somos filhos de Deus e que um Deus de amor nunca condenaria alguém ao inferno. Mas, novamente, as Escrituras nos instruem da forma contrária. [10]. Nos anos recentes, belos discursos e sermões sem base bíblica tem sido apresentados aos grupos da mocidade cristã. Absorvendo as orientações contidas em livros como The Irresistible Revolution (A Revolução Irresistível), escrito por Shaine Claibourne e Jim Wallis, cristãos despreparados ingenuamente lançam suas âncoras no lodaçal. [11].

Muitos hoje consideram antiquado acreditar na inerrância das Escrituras. Sem querer parecer excessivamente dogmáticos em suas opiniões, exclusivistas e/ou intolerantes, eles simplesmente "vivem e deixam viver", ouvem as narrativas e, depois fazem aquilo que parece ser correto aos seus próprios olhos. [12]. Um evangelho mais suave, mais gentil e ineficaz omite as advertências fundamentais sobre o fogo do inferno e a perdição eterna.

Serviços religiosos oficiados por tipos como o Rev. Feargus O'Connor (Secretário do Congresso Mundial das Fés) incluem leituras de autores humanistas, junto com escrituras de vários sistemas de fé. Considera-se que todas as religiões, em sua essência, compartilham o princípio ético da compaixão. Similarmente, inspirada pelos pensadores progressistas das principais religiões do mundo, a Carta para a Compaixão, da ONU (2009), afirma a Regra de Ouro e exalta a empatia e a compaixão para todos. [13]. Entretanto, sem a capacitação divina, até os bons e bem-intencionados se identificam com o dilema do apóstolo Paulo, que disse: "Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço." [14]. A compaixão não é muito frequentemente vista na humanidade caída.

Sem possuírem uma bússola espiritual, os universalistas religiosos aceitam que todas as religiões (ou nenhuma delas) fornece a mesma iluminação; todas representam caminhos válidos para Deus. Infelizmente, até os "eleitos" caem no engodo interfé. [15]. Caso em vista: Carlton Pearson. Criado em um lar cristão tradicional, e formado na Universidade Oral Roberts, Pearson utiliza muito a "Alta Crítica" alemã e defende uma visão não literal da Bíblia. Ele é um dos dez ministros negros mais influentes nos EUA e agora proclama o novo Evangelho da Inclusão Radical, que erradamente substitui a redenção pessoal pela salvação universal e a pureza espiritual pela justiça social. [16].

De 30 de abril a 2 de maio de 2014, uma conferência para líderes de igrejas evangélicas da corrente dominante levou milhares de pastores e líderes de igrejas para Carrolton, no Texas, para um evento chamado Catalyst Dallas. Em uma oficina realizada em uma tarde, os participantes se envolveram em "oração centrante", uma prática mística da espiritualidade oriental. A chamada "teologia do coração", quando colocada em prática, pode mesmo enfatizar a intimidade com Deus, mas, apesar disso, erra o alvo. [13]. Enquanto que a meditação bíblica envolve a mente, a oração contemplativa a esvazia. [18].

Entra em cena o projeto global Yôga nos Presídios, que apresenta o Karma Yôga e a Meditação e Concentração nos presídios, clínicas de reabilitação e programas comunitários. A reportagem diz que os participantes "se reconectam mais profundamente consigo mesmos e com os outros". A mensagem de auto-transformação do projeto desvia a necessidade de um Deus Todo-Poderoso para o eu — e isto por meio da espiritualidade oriental — e, desse modo, falsifica o plano de Deus para a salvação pessoal. [19].

Ao mesmo tempo que descrevem a si mesmos como "espirituais", números crescentes de ocidentais não adotam afiliação religiosa alguma. Com credos, mandamentos e rituais cada vez mais deixados de lado, muitos aceitam qualquer variedade de espiritualidade que faça flutuar seu barco metafórico. Infelizmente, as tentativas vãs de construir um mundo inalcançável de tolerância, justiça, segurança e paz terminarão em repentina destruição. [20].

O ecumenismo crescente dos dias atuais comete o erro de misturar o universalismo com o humanismo e com as filosofias orientais: Realizado em Detroit, em janeiro de 2014, o Sábado Mundial da Reconciliação Religiosa teve apresentações festivas de dançarinas hindus enquanto os muçulmanos entoavam "o chamado" e os judeus faziam soar suas buzinas de chifre de carneiro. Essa exibição extravagante de religiosidade vazia serve somente para levar os sistemas de fé tradicionais ao esquecimento. Longe do Deus da Bíblia, as promessas vazias do esoterismo emergente ameaçam enganar as multidões e é isto precisamente o que farão.

"A Estrada de Ladrilhos Amarelos"

Em cadência com Dorothy, o Leão Covarde, o Espantalho e o Homem de Lata, as pessoas caminham inconsciente e alegremente pela estrada de ladrilhos amarelos, em busca do "arco-íris além do rio e de alguém que siga um sonho". Popularizado no fim do século 18 e causando furor hoje, o sonho do Universalismo não requer a redenção do pecado, ou a expiação pelos pecados cometidos. O inferno e a condenação eterna são impensáveis. Como um Deus amoroso poderia criar a perdição ou condenar alguém a ela? Desprezando os clamores por justiça, os universalistas cristãos insistem que, como todos somos filhos de Deus, todos estaremos reconciliados com Ele e, eventualmente, conformados com a perfeição divina.

O pastor e autor Rob Bell alivia qualquer preocupação, pois postula que depois da morte, todos estaremos purificados. Para esse fim, os universalistas ensinam a eleição incondicional, a graça irresistível e a perseverança. O universalismo "cristão" torna o livre arbítrio sem sentido e Jesus Cristo desnecessário. Simplesmente viva e deixe viver. Nas palavras de Millard Fuller (fundador de Hábitat para a Humanidade): "A Nova Ordem do Espírito está nos confrontando e desafiando — não para nos arrependermos e nos convertermos, mas, ao contrário, para cada um seguir suas supremas alegrias". Ótimo trabalho, se você conseguir realizá-lo, é claro.

Firmemente enraizados no Gnosticismo, os universalistas desdenham o plano compulsório da salvação bíblica. [21]. O conhecimento deles é mais elevado, misturando especulação e imaginações de muitas fontes diversas (gregas, romanas, judaicas, Teosofia e mistérios do Oriente). Os neognósticos evitam o objetivismo (verdade/realidade) e buscam as experiências transcendentais. [22]. O apóstolo Paulo advertiu o jovem pastor Timóteo a respeito da "falsamente chamada ciência" (conhecimento, ou gnose) [23]. Apesar disso, no segundo século, o Gnosticismo se alastrou como fogo na floresta. Mantendo uma variedade de opiniões, tanto religiosas quanto filosóficas, ele derivou alguns de seus aspectos da Cabala, uma interpretação mística e mágica da Bíblia. O Cabalismo era no início uma tradição oral ocultista, a partir da qual o Gnosticismo surgiu. [24].

A "nova consciência" florescente também brota da crescente compreensão entre os ocidentais da sabedoria inerente que emana do Oriente. A "verdade" evolutiva é feita por encomenda para uma comunidade internacional religiosamente pluralista.

A humanista cósmica Lucile Green reconhece que o Budismo, o Hinduísmo, o Taoísmo e o Xintoísmo podem divergir bastante, mas juntas, essas religiões retratam nosso mundo como "multidimensional". Aprender por meio delas, ela continua, "constrói os alicerces de uma nova ordem internacional" caracterizada por uma economia global, governança global e pluralismo religioso. [25].

Considere também que a divisa da Iniciativa das Religiões Unidas é "Unidade na diversidade". Mas, na Bíblia, Deus diz ao Seu povo para se afastar daqueles que andam desordenadamente, e para não terem comunhão com eles. [27]. Sem qualquer promessa legítima de salvação, a assim chamada sabedoria coletiva ostensivamente garante direitos iguais e inclusão religiosa para todos. Não é levado em conta que a luz não tem comunhão com as trevas. [28].

Com apelo magnético, a coexistência utópica atrai os cristãos nominais, a maioria dos seguidores de religiões politeístas e os moralistas políticos de inclinações esquerdistas. Substituindo a fivela na cinta da sã doutrina por um cordão de amarrar ajustável e de contemporização confortável, os universalistas cristãos abrem espaço para aquilo que promete ser um verdadeiro bufê de saborosas receitas religiosas.

Outra religião que se encaixa com a ordem global é a seita de origem iraniana dedicada ao sincretismo religioso, a Fé Bahá'í, que ignora as flagrantes contradições entre os grandes sistemas de crenças. Os aderentes quase-islâmicos da Fé Bahá'í não sabem coisa alguma a respeito das chamas eternas em que os pecadores serão lançados para sempre. Ao mesmo tempo em que solapam a ortodoxia cristã, os bahá'is se revestem da terminologia ocidental — isto para alcançarem um apelo maior e se auto-identificarem como superiores. A missão deles, afinal, é unificar todas as fés em uma irmandade mundial comum. [29].

Entretanto, para a maioria dos pluralistas, nenhum dos muitos caminhos para a liberação ou iluminação reina supremo. Com ou sem Jesus Cristo, a salvação deles é uma salvação coletiva. Até mesmo o presidente Barack Obama insiste erradamente: "Eu sou salvo somente se todos nós formos salvos."

Infelizmente, desconstruir a ortodoxia bíblica somente para substitui-la pela "própria verdade de cada pessoa" abre as comportas para o engodo. Caso em vista: Falando a uma conferência anual de liderança na Igreja da Comunidade de Willow Creek, o ex-primeiro ministro britânico Tony Blair opinou: "O Espírito de Deus se move em nós e pelo mundo em um ritmo que nunca poderá ser limitado por qualquer paradigma religioso específico. Tenha muito cuidado com aqueles que pensam que o modo deles é o único correto." [30] (Jesus, por exemplo?] [31].

Crislão (ou Crislamismo)

Não muito tempo atrás, a Igreja Presbiteriana Memorial Drive, em Houston, no Texas, trabalhou em equipe com comunidades cristãs em Atlanta, Seattle e Detroit para fazer avançar sua própria variedade de "reconciliação ecumênica" entre o Cristianismo e o Islão. Previsivelmente chamado de Crislão, essa variedade de ecumenismo inclusivo qualifica os textos mutuamente inter-harmoniosos — isto é, a Bíblia e o Alcorão. Como aquele que procura eventualmente descobrirá "a verdade superior", os universalistas minimizam as diferenças irreconciliáveis ou trivializam o dogma mutuamente exclusivo. Similarmente, quando terreno comum é alcançado entre islamistas e budistas, o resultado é chamado de Budlã. Sincretizar a doutrina islâmica com crenças hindus produz o Hindlã. [32].

A Bíblia diz que Deus é amor, mas o Alcorão omite isso. Podemos dizer que o Crislão aperta o Cristianismo e o Islão dentro de um chapéu e, movendo uma varinha mágica, retira o "amor" pelas suas proverbiais orelhas. Como o conceito de "amor" no Islão difere significativamente do amor cristão, esse coelho-amor, por assim dizer, quase não é reconhecível. No Cristianismo bíblico, o perfeito amor lança fora o medo; os dois (amor e medo) são mutuamente exclusivos — como azeite e água. Isto posto, a erudita marroquina Fatema Mernissi explica a centralidade do medo dentro do Islão: "Muitos muçulmanos modernos temem Alá e seus imãs, o Ocidente estranho, a democracia, a liberdade de pensamento e o individualismo." [33]. Fazendo vista grossa, os universalistas cristãos chegam ao ponto de dar os braços aos "irmãos" muçulmanos, ao mesmo tempo que descuidadamente balançam seus corpos ao som da canção "Dê uma Chance à Paz", de John Lennon.

A questão permanece: "Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?" [34] Que a verdade seja dita: isto não é possível. Todas as três mutações doutrinárias diluem a essência de suas respectivas religiões; infelizmente, todas retratam Deus como irresoluto. [35]. Ao contrário disto, no Deus da Bíblia não existe "mudança nem sombra de variação". [36]. A palavra grega para "variação" referencia "movimentação dos corpos celestes". [37]. A Septuaginta [38] aplica o mesmo termo às ordenanças nos céus. [39]. Girando em seu eixo, a Terra muda seu relacionamento com o sol e, desse modo, altera as sombras. Isto não acontece com o Deus imutável da Bíblia. [40]. Somente Ele é sem sombra ou variações. [41].

O Projeto Terreno Comum

A falecida Madre Teresa de Calcultá foi uma humanitária de renome internacional que incorporava o Universalismo. Reconhecendo diferentes modos de seguir a Deus, ela ajudava um hindu a se tornar um melhor hindu, um muçulmano a se tornar um melhor muçulmano, um católico a se tornar um melhor católico. De acordo com o sistema teológico dela, o deus na mente de uma pessoa é o deus que essa pessoa precisa aceitar; Jesus habita em nós todos. [42]. Se você seguir as práticas budistas, evidentemente alcança o céu budista. Da mesma forma, se seguir as práticas muçulmanas, terá a garantia de chegar ao paraíso muçulmano, [43] especialmente se amarrar uma bomba ao seu corpo e detoná-la em algum lugar público.

Hoje, o proponente principal para o pluralismo é Sua Santidade, o Décimo Quarto Dalai Lama (figura ao lado). Considerado uma divindade, esse afável monge tibetano diz que a sobrevivência da humanidade depende da cooperação interfé. [44]. Em maio de 2010, ele ingressou em um painel de eruditos selecionados, que juntos lançaram o Projeto Terreno Comum. [45]. Planejado ao longo de vários anos, por S.A.R. o príncipe Ghazi bin Muhammadm, da Jordãnia, junto com o Dalai Lama, o projeto promove relacionamentos espirituais entre tradições de fé diversas.

Esforços universalistas como estes triunfam sobre a verdade bíblica com os compromissos por "tolerância", que na melhor das hipóteses é altamente seletiva. Quase qualquer coisa serve, mas rejeitar o dogma dos "muitos caminhos" não é tolerado. Ao fazer um giro para ministrar palestras em diversos lugares, o teólogo judeu Avi Lipkin foi sentenciado de acordo com a lei anti-racismo da Suíça. Por quê? Ele caracterizou os minaretes islâmicos como "pregos no caixão do Ocidente". Em vez de se submeter à reeducação em alguma mesquita (chamado de "serviço comunitário), Avi optou por cumprir a pena na prisão. [46]. Aparentemente, até mesmo para os universalistas a tolerância tem seus limites.

O Deus Que Não Muda

Apesar das falsas afirmações em contrário, a estrada larga da consciência coletiva de modo algum garante a "harmonia" e a "solidariedade" religiosas. [47]. Nem o tempo, nem as ideologias, nem as táticas inteligentes podem redefinir ou distilar a verdade. Ela não está sujeita às minhas crenças, ou às suas. Em vez disso, a verdade é a própria essência de Deus, [48] que não muda. [49].

É melhor comprar a verdade e não vendê-la [50], do que lançá-la fora em troca de algum sonho utópico que nunca será concretizado. [51].

Notas Finais

1. Citações do Dr. Seuss: http://brightdrops.com/dr-seuss-quotes.

2. Eclesiastes 3:1.

3. João 10:10.

4. Stefano Gennarini, “Vatican Turns the Table on the UN: It's Abortion That's Torture, Not Our Pro-Life Views”, acessado em 15 de maio de 2014, http://www.lifenews.com/2014/05/09/vatican-turns-the-table-on-the-un-its-abortion-thats-torture-not-our-pro-lifeviews.

5. Veja Bruce Rind, Philip Tromovitch e Robert Bauserman, "A Meta Analytic Examination of Assumed Properties of Child Sexual Abuse Using College Samples", Psychological Bulletin, 1998, Vol. 124, No. 1, págs. 22-53.

6. Gênesis 1:1.

7. Barnes' Notes sobre Tiago 1:8. 1-8.

8. 2 Pedro 1:19; Hebreus 6:17-19; já em 1382, The Etymological Dictionary associou a palavra "estabilidade" com o primeiro uso escrito de "âncora."

9. Cumprimentos de Jan Markell, Olive Tree Ministries.

10. Romanos 1:8, 6:23, 11:22; Tiago 1:13-15; Apocalipse 20:12-15, 21:8.

11. "Is the church being lulled to sleep?", acessado em 17/5/2014, http://standupforthetruth.com/2012/01/is-the-church-beinglulled-to-sleep.

12. Juízes 21:25.

13. Carl Teichrib. "Calendário dos Eventos Globalistas para 2014", Forcing Change, Volume 7, edição 12.

14. Romanos 7:19.

15. Mateus 24:24.

16. Kimberly French, "The Gospel of Inclusion", acessado em 17/5/2014, http://www.uuworld.org/life/articles/145503.shtml

17. Jim Fletcher, "Major Christian conference accused of pushing mysticism", acessado em 16/5/2014, http://www.wnd.com/2014/05/christian-confab-raises-mystical-eyebrows/#VIYBhZr5YEM1kLJZ.99.

18. Na avaliação do valor de qualquer sistema de crença, um princípio deve prevalecer: Seja Deus verdadeiro e todo homem (ou espírito) opositor mentiroso, Romanos 3:4. Baseada em parte na meditação hindu, a Meditação Transcendental envolve a repetição de uma palavra ou frase especial (mantra) enquanto se assume a posição de lótus — isto é feito para induzir uma sensação de bem-estar e de relaxamento. Um estado de transe pode realmente aliviar o estresse, mas a que preço? Para os praticantes, o modo mais rápido de contactar seu "espírito-guia" é por meio da visualização meditativa, incentivando os participantes a criarem sua própria realidade. Entrar e sair do estado de consciência via pensamento de possibilidades, hipnose ou auto-sugestão induzidos artificialmente aumenta a sugestionabilidade e, assim, a vulnerabilidade.

19. "James Fox, "Founder and Director of Prison Yoga Project, Announces Training Schedule for 2014", Acessado em 17/5/2014, www.seattlepi.com/default/article/James-Fox-Founder-and-Director-of-Prison-Yoga-5459953.php.

20. 1 Tessalonicenses 5:3.

21. A salvação bíblica envolve o reconhecimento que eu sou um pecador (Romanos 3:23) e que, portanto, estou debaixo da condenação da morte (Hebreus 9:27; Romanos 6:23). Deus requer uma mudança moral de atitudes (arrependimento, Atos 17:30; Lucas 13:5), crença e aceitação de Jesus Cristo como Salvador e Senhor (Hebreus 9:22; 1 Timóteo 2:5; Atos 4:12) para eu receber, pela graça por meio da fé, o dom gratuito da salvação (2 Coríntios 5:21). A confissão pública de Jesus Cristo e o batismo na água devem vir em seguida (Romanos 10:9; Atos 1:8 e 2:38 39); e uma vida transformada, capacitada pelo Espírito Santo, demonstra meu novo relacionamento com o Senhor (Atos 19:5-6; João 3:3; 2 Coríntios 5:17). No fim, Deus julgará as obras de todos os homens, sem fazer acepção de pessoas (Romanos 2:6,11) O salário do pecado é a morte (Romans 6:23). Conforme detalhado em toda a Bíblia, isto não tem semelhança alguma com a Doutrina Universalista da Inclusão: Mateus 8:12, 11:21 e 24, 25:41 e 46; Marcos 12:40; Lucas 12:47-48, 16:22-31; 1 Pedro 3:19; 2 Pedro 2:9, Judas 7 e 13, Apocalipse 6:9-11, 14:9-11 e 20:10.

22. http://www.bible-history.com/isbe/G/GNOSTICISM/, acessado em 28/5/2014.

23. 1 Timóteo 6:20.

24. Debra Rae, The ABCs of Globalism: A Vigilant Christian’s Glossary (Huntington House Publishers, 1999). págs. 171-173.

25. O Globalismo é um Estado interdependente de um mundo unificado que rejeita os sistemas de fé tradicionais na busca da consciência colaborativa iluminada. Os cidadãos globais não juram fidelidade a um Estado-nação, mas, ao contrário, à comunidade internacional. A harmonização fala da eliminação da soberania nacional; a globalização redistribui a riqueza do mundo, concentrando essa riqueza e, portanto, o poder, nas mãos de alguns poucos iluminados.

26. "A Iniciativa das Religiões Unidas é uma rede interfé global e de raiz popular que cultiva a paz e a justiça envolvendo as pessoas para fazerem a ponte entre as diferenças religiosas e culturais e trabalharem juntas para o bem de suas comunidades e do mundo." (http://www.uri.org, acessado em 29/5/2014).

27. 1 Tessalonicenses 3:6,14.

28. 2 Coríntios 6:14.

29. Walter R. Martin. "A Fé Bahá'í", O Caos das Seitas.

30. http://www.blogtalkradio.com/sharonhughes, acessado em 29/5/2014.

31. João 14:6.

32. http://www.ltdmin.com/term.php?id=317, acessado em 29/5/2014.

33. Fatemah Mernissi, Islam and Democracy: Fear of the Modern World (Perseus Book Group, 1992).

34. Amós 3:3.

35. http://www.plaintruth.com/the_plain_truth/2010/11/chrislam-spreads-throughout-america.html. Acessado em 27/5/2014.

36. Tiago 1:17.

37. Expository Dictionary of New Testament Words, IV, pág. 163.

38. Versão grega do Velho Testamento.

39. Jó 38:33.

40. Malaquias 3:6; Hebreus 13:8.

41. Wayne Jackson. "The Shadow Cast by Turning", Christian Courier, http://www.christiancourier.com/articles/1023-james-1-17- the-shadow-cast-by-turning. Acessado em 22/5/2014.

42. http://www.goodreads.com/author/quotes/838305.Mother_Teresa. Acessado em 27/5/2014. http://www.blogtalkradio.com/sharonhughes. Acessado em 27/5/2014.

43. Atos 4:12.

44. Carl Teichrib, "O Ocultismo do Budismo Tibetano e Seu Vínculo com a Governança Global".

45. Dr Reza Shah-Kazemi, Common Ground Between Islam and Buddhism (The Matheson Trust for the Study of Comparative Religion, 2010).

46. http://www.israpundit.com/archives/33066. Acessado em 29/5/2014.

47. Jesus Cristo advertiu que "se possível fora", o Mestre da Enganação enganaria até os eleitos de Deus (Mateus 24:24). Por este motivo, os cristãos são advertidos a se manterem vigilantes (2 Coríntios 10:12; 1 Pedro 5:8).

48. João 14:6.

49. Malaquias 3:6.

50. Provérbios 23:23.

51. Mateus 7:6.



Fonte: Forcing Change, Volume 8, Edição 11.
Data da publicação: 10/12/2014
Transferido para a área pública em 9/8/2016
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