Fortalecer a Máquina do Governo Mundial:

A Era da Política Espiritual Global

Forcing Change, Volume 9, Edição 5.



Autor: Carl Teichrib.

É impressionante o que o tempo revela. Meses atrás, tive a oportunidade de examinar registros antigos sobre o governo mundial, do período imediatamente após a Segunda Guerra Mundial. Ao contrário da nossa era contemporânea, quando tantas pessoas rejeitam a ideia da "ordem mundial" como uma teoria da conspiração, os anos 1940s e início dos 1950s foram diferentes. A aceitação do governo mundial era mais visível, com grupos de igrejas se apressando para adicionar suas vozes de apoio.

Existem razões históricas por que o período pós-guerra esteve aberto à ideia. A primeira e mais importante de todas, foi a profunda destruição de vidas e propriedades causadas pelo conflito global. A Europa e a Ásia estavam em frangalhos, milhões tinham perecido e a ideia de outra guerra mundial estava fortemente na cabeça de muitos. Isto somente aumentou o interesse pelo assunto.

Mas, alguma coisa mais estava acontecendo. Os grupos religiosos e denominações emergiram como uma voz de liderança para a "ordem mundial". Essas chamadas para a paz mundial por meio da unidade política estavam ocorrendo durante os anos anteriores da Segunda Guerra Mundial, durante e depois.

Definindo o cenário em 1937, a Conferência Oxford Sobre Igrejas, Comunidades e Estados, propôs uma "nova ordem nos assuntos internacionais" por meio da ação voluntária das nações. [1]. No ano seguinte, a Conferência Missionária Mundial — uma precursora do Conselho Mundial de Igrejas — realizou um importante evento em Madras, Índia, conhecido como Conferência Tambaram. A assembleia reconheceu que "o Reino de Deus requer tanto conversão individual e transformação social" e que "indivíduos transformados sozinhos, sem a ação coletiva, não transformarão adequadamente a ordem social."

"Um sistema eficaz de organização internacional é necessário", dizia o relatório final, "para fornecer meios pacíficos e juridicamente legais para a transformação política e econômica". [2].

Então, em 1939, quando a guerra na Europa já tinha iniciado, o Comitê Provisório do Conselho Mundial de Igrejas lançou um memorando sobre a paz mundial. É interessante ver qual era o pensamento naquele tempo, nove anos antes de o Conselho Mundial de Igrejas ser oficialmente lançado.

"A soberania nacional", explicava o memorando, precisa encontrar seu contrabalanço e limitação na solidariedade internacional."

Apareceram os questionamentos. "Deve a Igreja colaborar com as forças seculares? Em caso afirmativo, pode a igreja somente se associar com forças seculares ao resistir aos poderes e condições que formam a desordem internacional? Ou, pode ela também se associar com as forças seculares na construção da ordem internacional?"

Questões adicionais sobre as estruturas políticas entraram em jogo. "Que forma deve a imposição da lei ter na vida internacional?... o quanto a criação de organismos federais em cada continente seria uma etapa útil na organização orgânica do mundo em órgãos regionais?" [3].

Durante a guerra, o Conselho Federal de Igrejas (FCC) e sua Comissão para Estudar as Bases de uma Paz Justa e Duradoura — presidida por John Foster Dulles, que mais tarde se tornou Secretário de Estado dos EUA — promoveu abertamente o governo mundial federado. Trabalhando com líderes eclesiásticos e teólogos, a Comissão do FCC explorou os problemas da paz mundial e defendeu a ordem internacional. O Conselho Federal de Igrejas dizia: "Reconhecemos que a solução final desses problemas... requer um governo mundial organizado para o qual certas funções da soberania nacional serão delegadas..." [4].

Perto do fim da guerra, o Conselho de Igrejas e várias denominações aumentaram o chamado para o internacionalismo.

O Conselho de Bispos Metodistas iniciou uma "Cruzada para uma Nova Ordem Mundial" e a Convenção Batista do Norte iniciou sua "Cruzada da Ordem Mundial". O próprio Conselho Federal de Igrejas lançou um "Dia da Ordem Mundial." [5]. Preparando-se para a criação das Nações Unidas, grupos de igrejas trabalharam ao lado de organizações do governo mundial, ao mesmo tempo que participavam de reuniões especiais no Departamento de Estado. Entre os órgãos religiosos estavam as Igrejas Congregacionais, a Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana, o Conselho Nacional das Mulheres Católicas, a Aliança Batista Mundial e o Comitê Batista Sulista para a Paz Mundial. Esses grupos, e outros, trabalharam ao lado de entidades pró-governo mundial, como Americanos Unidos para a Organização Mundial, os Federalistas Mundiais e a Associação do Governo Mundial. [6].

Os interesses em organizar o "governo mundial" continuaram a crescer após 1945, com a criação da Organização das Nações Unidas, e surgiu a esperança que a recém-formada ONU em breve se tornasse verdadeiramente fortalecida. Por volta de 1947, a organização Federalistas do Mundo Unido (UWF) foi fundada — uma organização pública dedicada ao governo mundial. Ela rapidamente se tornou a voz principal para a ordem mundial e para o fortalecimento da ONU.

Grupos de igrejas, sindicatos, partidos políticos e associações comerciais rapidamente saltaram para dentro do vagão dos Federalistas do Mundo Unido.

Envolvimento dos Federalistas do Mundo Unido

Meu tempo explorando as caixas de registros e as cartas do movimento da ordem mundial, armazenadas em um sistema de bibliotecas no meio-oeste, enfocou os primeiros anos do UWF. Dado o acesso ao material, incluindo cartas de suporte, memorandos, resoluções e listas de nomes, fiquei admirado, mas não chocado, com o nível de envolvimento de grupos de todos tipos — incluindo igrejas. O governo mundial era um empreendimento emocionante para uma população ansiosa para se livrar dos horrores da guerra.

Aqui estão alguns exemplos:

Uma resolução interessante foi aprovada pela Legião Americana em 1951 — uma declaração que falava dos perigos do governo mundial, ao mesmo tempo que defendia uma ONU mais fortalecida, incluindo o estabelecimento dentro dela de uma "Força Policial Internacional eficaz":

"Acreditamos que a ONU possa ser uma autoridade mundial eficaz — e que uma ONU fortalecida seja a melhor proteção contra o desenvolvimento de um governo mundial totalitário..."

"... precisa ser claramente compreendido que nós, de forma alguma subscrevemos ou endossamos a participação dos EUA em qualquer forma de Federação Mundial ou Governo Mundial, ou em uma organização federativa intermediária, que em todo ou em parte, envolva o sacrifício da soberania dos EUA." [15].

Declínio e Perigos

Por volta de 1950, os Federalistas do Mundo Unido (UWF) podiam se orgulhar de terem mais de 40.000 membros e o suporte de muitas personalidades bem-conhecidas. Além disso, as resoluções dos Federalistas do Mundo Unido foram apresentadas diante do Congresso e do Senado dos EUA, juntamente com resoluções e referendos similares nos estados de Massachusetts, Connecticut, Oklahoma e Califórnia. Em seguida, após seu início vigoroso, o UWF observou sua base de suporte encolher rapidamente.

O declínio foi causado por uma tempestade quase perfeita das altamente carregadas preocupações internas e externas. No exterior, a Guerra da Coreia e o aparecimento da China Comunista fez muitos perderem a fé no poder prático da ONU. Isto teve um efeito negativo sobre os membros do UWF. A Guerra Fria também impactou a organização, pois tornou-se óbvio que um governo planetário eficaz nunca viria a frutificar em um mundo tão profundamente dividido.

Mais problemático para o UWF foi que, internamente, as percepções das conexões comunistas com o Federalismo Mundial estavam causando problemas. Na verdade, a preocupação com os possíveis elos do UWF com o comunismo compeliram Richard Nixon — que naquele tempo era um congressista — a examinar a questão para o Comitê Central Republicano no Senado, em 1949. Nixon reportou que "os Federalistas do Mundo Unido não eram citados como uma organização comunista de fachada". [16]. É interessante que Nixon tinha anteriormente copatrocinado duas leis "federalistas mundiais" em suporte à Lei Internacional e uma "Força Policial Mundial eficaz". [17].

É provavelmente verdade que o UWF não fosse uma "organização comunista de fachada". [18] Alguns membros, na verdade, acreditavam que o governo mundial poderia ser um modo de combater o Comunismo Internacional. Além disso, a organização declarava em seus estatutos que "sabidamente não admitiria ou permitiria como membros pessoas que fosse comunistas ou fascistas, ou que procurassem derrubar o governo." [19]. Anticomunistas ferrenhos eram parte da liderança do UWF. Entretanto, a organização tinha laços com algumas entidades e personalidades progressistas que eram vistas como simpatizantes dos comunistas. [20]. Uma sombra pairava sobre o grupo.

Os Federalistas do Mundo Unido estavam certamente interessados em um governo mundial; disso não há dúvidas, mas eles não endossavam o sistema comunista como modelo a seguir. Eles advogavam a federação — a união dos Estados que compartilham uma constituição comum e mantêm a soberania sobre as questões internacionais, porém que operam dentro dos limites de um governo central democrático limitado. Esta era uma abordagem americana.

Mas, o federalismo democrático não garante a ausência da tirania. O federalismo pode ser estabelecido com intenções benéficas em mente, mas o despotismo potencial do excesso de burocracia ainda paira no horizonte, particularmente quando grupos de interesses especiais fazem exigências que, por sua vez, levam as agências políticas a expandirem tremendamente os controles regulatórios. Tampouco o federalismo garante a ausência da centralização imponente, o socialismo ou até a ditadura. Tudo pode ser encontrado na história da democracia, do federalismo e do constitucionalismo. Como um historiador salienta, aqueles que advogam os sonhos utópicos "negligenciam completamente o pecado original, com seus efeitos sobre as qualidades morais e intelectuais do homem." [21].

Afirmar que o governo mundial é "seguro" por que seria estabelecido em linhas federadas, republicanas e democrática é tolice. O federalismo mundial pode professar garantir a liberdade, mas como na famosa frase de Lord Acton, "O poder corrompe e o poder absoluto corrompe absolutamente." [22].

Lições Aprendidas

O que chamou minha atenção quando examinei as caixas de materiais da ordem mundial, foi como as organizações eclesiásticas saltaram para dentro do vagão — mesmo que tivessem membros leigos que certamente se opunham ao governo mundial. Muitos líderes na comunidade cristã, naquele tempo, foram rápidos em seguir um mapa do tesouro político, que mostrava a promessa da paz e da ordem mundiais. Os cristãos iriam ajudar a criar "o céu na Terra".

Não muita coisa mudou.

Em 2010, fui um observador no Encontro de Cúpula do G8 das Religiões do Mundo, liderado por membros de alto escalão do Movimento Federalista Mundial — a continuação histórica dos Federalistas do Mundo Unido. Aqui, nesse Encontro de Cúpula, denominações e organizações representando uma grande porção da comunidade cristã — junto com hindus, muçulmanos, baha'ís e líderes espirituais de culturas autóctones — conversaram abertamente sobre a necessidade de dar maiores poderes à ONU, impor um sistema de tributação mundial, adotar uma teologia verde global e impor restrições sobre o capitalismo. Tudo isto seria feito sob o estandarte da "governança global" e da "justiça social". [23].

Mas, há mais coisas acontecendo além de apenas a liderança flertar com "respostas terreais". Temos agora uma porção significativa da nossa população cristã, graças, em parte, ao papel transformador da educação pública, que se identifica como cidadãos do mundo, de um modo político-espiritual. Divorciados em grande parte das consequências históricas das ideias utópicas, um reaparecimento das ideias progressistas e esquerdistas se estabeleceu tanto no pensamento secular quanto no cristão. Com isto vem o brado de ação — a revolução social e a governança global caminham de mãos dadas.

Isto foi visível no livro de Brian McLaren, intitulado Everything Must Change: Jesus, Global Crisis, and a Revolution of Hope (Tudo Precisa Mudar: Jesus, a Crise Global e uma Revolução da Esperança). McLaren, a figura mais conhecida no Movimento da Igreja Emergente, apresenta o internacionalismo para seus leitores. Após condenar o Cristianismo tradicional por ser individualista demais e fora de sintonia, especialmente à luz da "mudança climática" e da pobreza existente no mundo, McLaren faz duas sugestões: "a supervisão pública das democracias" e "uma comunidade global de comunidades". Nenhuma das duas ideias é dele mesmo, e ele dá os créditos onde eles são devidos — a David Korten, um membro do globalista Clube de Roma, e a Jim Garrison. Ambos creem fielmente na ordem mundial.

Na verdade, Garrison, fundador da Fundação Gorbachev e presidente da Universidade da Sabedoria — uma escola de filosofia esotérica — foi e continua a ser um apoiador do governo mundial. Falando ao jornal San Francisco Weekly, em 1995, ele disse: "Nos próximos 20-30 anos teremos um governo mundial. É inevitável." [24].

McLaren compartilha as ideias de Garrison de governança global: dar maiores poderes às Nações Unidas, reforma radical na Organização Mundial do Comércio (OMC) e a criação de órgãos como a Organização do Meio Ambiente Global. Essas novas instituições com maiores poderes, junto com o movimento da sociedade civil, que pode ajudar a moldar a opinião pública, tornam-se uma "estrutura que nos permite antever uma comunidade global interdependente e mutuamente compromissada de comunidades." [25]. Essencialmente, isto é um novo giro em torno de uma ideia antiga.

Observe os líderes religiosos e suas organizações continuarem a propor uma ordem global, o internacionalismo progressista e a unidade global. Essas propostas de interdependência avançarão à medida que as guerras e os rumores de guerras aumentarem, bem como outras crises — reais ou percebidas — se desdobrarem diante de nosso olhos. O pensamento cultural "progressista" irá, da mesma forma, acresentar maior ímpeto à causa, energizando a demanda pela unidade global.

Similar aos dias agitados dos Federalistas do Mundo Unido, também podemos esperar uma maior integração da "ordem mundial" e da "religião mundial". Como um crítico do movimento mundial o descreveu, isto é o aparecimento de uma "nova era ideológica da política espiritual global". [26].

Notas Finais:

  1. The Churches Survey Their Task: The Report of the Conference at Oxford, julho de 1937, On Church, Community, and State (George Allen & Unwin, 1937), pág. 174.

  2. Relation of the Christian and the Church to the International Order, 1938. Impresso em A Just and Durable Peace: Data Material and Discussion Questions (Commission to Study the Bases of a Just and Durable Peace, 1941), veja as páginas 37-39.

  3. Memorando do Departamento de Estudos, preparado sob os auspícios do Comitê Provisório do Conselho Mundial de Igrejas, "Preparação de uma Paz Justa", conforme reimpresso pelo Conselho Federal de Igrejas, A Just and Durable Peace: Data Material and Discussion Questions (Commission to Study the Bases of a Just and Durable Peace, 1941), veja as páginas 33 a 36.

  4. Declaração do Conselho Federal de Igrejas, adotada em 31 de dezembro de 1940. Impressa em A Just and Durable Peace: Data Material and Discussion Questions (Commission to Study the Bases of a Just and Durable Peace, 1941), págs. 21-22.

  5. Veja Martin Erdmann, Building the Kingdom of God on Earth: The Churches’ Contribution to Marshal Public Support for World Order and Peace, 1919-1945 (Wipf and Stock, 2005), pág. 267.

  6. Dorothy B. Robins, Experiment in Democracy: The Story of U.S. Citizen Organizations in Forging the Charter of the United Nations (The Parkside Press, 1971), veja nos apêndices os locais dos encontros, datas e listas.

  7. Resolução aprovada pelos batistas sulistas em 1946. Cópia em arquivo.

  8. Carta de J. H. McGrath, presidente, Comitê Democrata Nacional, a Cord Meyer, presidente do UWF, 7 de outubro de 1948. Cópia em arquivo.

  9. Federação Nacional dos Jovens Republicanos, junho de 1949, Salt Lake City, Utah, resolução sobre a ordem mundial. Cópia em arquivo.

  10. Carta de Rita Schaefer, Secretária do Comitê, Associação Católica para a Paz Internacional, a Cord Meyer, presidente dos Federalistas do Mundo Unido, 30 de setembro de 1949. Cópia em arquivo.

  11. Resolução aprovada na Convenção Anual da Convenção Anual da Conferência Nacional da Juventude Metodista, Denver, Colorado, 28 de agosto a 3 de setembro de 1950. Relatório do Comitê Sobre a Situação Doméstica. Cópia em arquivo.

  12. Resolução adotada pela Convenção Batista do Norte, Boston, Massachusetts, 26 de maio de 1950. Cópia em arquivo.

  13. Trabalhadores Unidos da Indústria Automobilística, Resolução 27 Spbre as Relações Internacionais, abril de 1951. Cópia em arquivo.

  14. Carta de Ted R. Leutzinger, Vice-Presidente do Estado, UWF da Califórnia, para o presidente do Capítulo do Sul, 27 de março de 1952, assunto: "Planos para o Domingo do Governo Mundial", 27 de abrir de 1952.

  15. Excerto do Relatório do Comitê Sobre Relações Exteriores da Legião Americana, conforme adotado em sua convenção anual em Miami, Flórida, 15-18 de outubro de 1951. Cópia em arquivo.

  16. Carta de Richard Nixon, Casa dos Representantes, para Edward S. Shattuck, presidente do Comitê Central Republicano, 17 de agosto de 1949. Cópia em arquivo.

  17. Joseph Baratta, The Politics of World Federalism: From World Federalism to Global Governance (Praeger, 2004), págs. 571-573.

  18. Compreendo que alguns autores afirmam conexões comunistas com o UWF. O livro de Gary Alen de 1971, Richard Nixon: The Man Behind the Mask (Western Islands, 1971), assevera na página 294 que ele poderia "listar por cem páginas as afiliações comunistas e esquerdistas daqueles que fundaram os Federalistas do Mundo Unido. Até nosso arquivo necessariamente limitado de documentos do Senado e do Comitê da Casa mostram 740 afiliações dos 42 fundadores principais dos Federalistas do Mundo Unido com projetos e fachadas comunistas oficialmente citados." Isto é possivelmente verdade, mas ele não fornece exemplos claros e irrevogáveis em seu livro.

  19. Estatutos dos Federalistas do Mundo Unido, 1950, ponto 3.

  20. Henry Wallace, um Federalista Mundial, mas não — tanto quanto eu saiba, membro do UWF — e seu Partido Progressista (apoiado pelo Partido Comunista dos EUA) tornou-se um problema de relações públicas para o UWF. O caso de Alger Hiss também impactou o movimento do governo mundial. Embora Hiss não fosse um membro do UWF, ele estava envolvido em organizações simptízantes e em parceria com os Federalistas do Mundo Unido. No fim dos anos 1940s, ele era presidente do Fundo Carnegie para a Paz Internacional e membro da junta executiva da Associação Americana para as Nações Unidas (AAUN). A AAUN e o IWF davam publicamente apoio um ao outro.

  21. Erik von Kuehnelt-Leddihn, Liberty or Equality: The Challenge of Our Time (Christendom Press, 1993), págs. 128-129.

  22. Lord Acton, Essays on Freedom and Power (Meridian Books, 1955), pág. 335.

  23. Veja "Unindo as Religiões Para Obter a Transformação Global: A Cúpula Mundial de Líderes Religiosos do G8", Forcing Change/A Espada do Espírito.

  24. Veja o artigo de George Cothran One World, Under Gorby, San Francisco Weekly, 31 de maio de 1995.

  25. Brian D. McLaren, Everything Must Change: Jesus, Global Crisis, and a Revolution of Hope (Thomas Nelson, 2007), veja as páginas 262 e 263.

  26. Philip C. Bom, The Coming Century of Commonism (Policy Books, 1992), pág. 302.

Citações Sobre o Federalismo Mundial:

  1. "Para organizar o governo mundial solidamente, precisamos nos voltar para as pessoas mais avançadas e experientes politicamente, e isto também nos faz voltar para as democracias." — Clarence K. Streit [Fundador da União Federal e apoiador do governo federal mundial], Union Now: A Proposal for a Federal Union of the Leading Democracies (Harper & Brothers, 1940), pág. 63.

  2. Ninguém mais fez tanto para produzir o governo mundial como nós, americanos e britânicos, fizemos. Ninguém mais está tão qualificado pela experiência neste campo..." — Clarence K. Streit, Union Now With Britain (Harper & Brothers, 1941), pág. 124.

  3. "Para falar de forma bem direta, o significado da crise do século 20 é que este planeta precisa ser colocado, em algum grau, sob o controle unificado. Nossa tarefa, nosso dever, é tentar instituir esse controle unificado de um modo democrático... Se não pudermos chegar ao universalismo e criar a união por consentimento comum e métodos democráticos como resultado do pensamento racional — estão, em vez de retardar o processo, iremos participar da unificação via conquista." — Emery Reves [um dos principais pensadores no Movimento Federalista Mundial], The Anatomy of Peace (Harper & Brothers, 1946), pág. 269.

  4. "É óbvio que, quanto menores os poderes a serem delegados a um Governo Mundial, mais fácil será obter o consentimento universal para sua criação. Por outro lado, quanto maiores as delegações de poder, dentro do princípio amplo do federalismo, o mais eficaz um Governo Mundial provavelmente será." — James P. Warburg [banqueiro e assessor de Franklin D. Roosevelt, cofundador da organização UFW — Federalistas do Mundo Unido], Faith, Purpose and Power: A Plea for a Positive Policy (Farrar, Straus & Company, 1950), pág. 119.

  5. "... é entendimento do Congresso que este deve ser um objetivo fundamental da política externa dos Estados Unidos, suportar e fortalecer as Nações Unidas e buscar seu desenvolvimento em uma federação mundial..." — Resolução Concorrente da Casa 64, de 7 de junho de 1949, copatrocinada por Henry Cabot Lodge, John F. Kennedy, Gerald R. Ford e Franklin D. Rossevelt Jr., entre outros. Veja Joseph P. Baratta, The Politics of World Federation: From World Federalism to Global Governance (Praeger, 2004), pág. 578.

  6. Descrevendo o lóbi a favor da HCR 64, citada acima: "Não confinamos nossos esforços ao Congresso. Tentamos também influenciar o Executivo, e um grupo nosso se reuniu com o presidente Truman na Casa Branca para expor nossa proposta." — Cord Meyer [primeiro presidente do UWF e, posteriormente, presidente da Divisão das Organizações Internacionais e Equipe de Ação Oculta, da CIA], Facing Reality: From World Federalism to the CIA (Harper & Row, 1980), pág. 45.



Moldando a Juventude Cristã Global

Autora: Berit Kjos (http://www.crossroad.to)

Nota: Berit Kjos é a autora de Brave New Schools e A Twist of Faith.

"... o propósito da educação e das escolas é modificar os pensamentos, sentimentos e ações dos estudantes." [1]. — Dr. Benjamin Bloom, considerado o Pai da Educação Baseada em Resultados.

"A cultura pós-moderna é um mundo mude-ou-seja-substituído. O recado já foi dado: Reinvente-se para o século 21, ou morra." [2]. — Leonard Sweet, em Soul Tsunami (endossado pelo pastor Rick Warren).

"Nesta nova reforma da auto-estima, a primeira coisa necessária é retirar Deus de Seu lugar supremamente elevado, para que então você possa elevar a si mesmo para o alto." [3] — uma advertência do pastor John MacArthur.

"O mundo jaz no maligno", é o que nos diz 1 João 5:19. Os líderes do mundo hoje estão exatamente tão determinados a solapar a Palavra de Deus quanto aqueles que desprezaram o Cristianismo dois mil anos atrás. O fato de suas ferramentas e táticas serem mais sofisticadas nos dias atuais nos fornecem muitas razões para darmos ouvidos às repetidas advertências de Deus: "Vigiai e orai! Vede que ninguém vos engane!"

A visão orientadora dos líderes mundiais contemporâneos foi resumida pelo professor Raymond Houghton nos anos 1970. Quando você meditar nas palavras dele, lembre-se que as estratégias fundamentais usadas nas escolas seculares estão agora sendo adotadas pelas igrejas orientadas pelo mercado, em todo o mundo:

"... o controle absoluto do comportamento é iminente. O ponto crítico de controle do comportamento está vindo furtivamente sobre a humanidade sem que as pessoas saibam conscientemente que uma crise está para ocorrer. O homem nunca... conscientemente saberá o que aconteceu." [4].

Os principais alvos desses agentes de transformação são nossas crianças, nossos jovens e nossa fé bíblica. Teriam esses revolucionários já sido bem-sucedidos? Sim! Estamos agora imersos no fruto do trabalho deles: um mundo pós-moderno que rejeita a Verdade e os fundamentos morais que moldaram a fé e as liberdades do mundo ocidental.

Transformação Global

Como nossos guias seculares, os líderes das igrejas pós-modernas e que seguem o modelo Igreja com Propósitos continuam a soar o chamado para a transformação contínua. E os ouvintes desses guias, inquietos — entorpecidos por décadas de "educação progressiva" e entretenimento corrupto — são rápidos em formar uma fila e seguir atrás dos famosos flautistas de Hamelin.

Existe pouca coisa que os faça se abster dos laços tentadores que procuram seduzir seus corações nestes dias. O maior obstáculo à enganação sempre foi a imutável palavra de Deus. Mas, o muro de resistência está ruindo rapidamente. Os líderes transformacionais dos dias atuais sabem que seus seguidores, que amam os prazeres, preferem dialogar sobre "princípios bíblicos" em filmes famosos do que estudar ou memorizar as Escrituras. Além disso, esse tipo de diálogo sob a direção de um facilitador é central nesta revolução.

Como o professor Benjamin Bloom escreveu em 1971:

"... uma grande parte daquilo que chamamos 'bom ensino' é a capacidade do professor de alcançar os objetivos emocionais por meio dos desafios às crenças fixas dos alunos e fazendo-os discutir os problemas." [5].

Bloom estava construindo com base no fundamento revolucionário lançado por Julian Huxley, o primeiro presidente da UNESCO. Em sua exposição favorável à agenda da ONU, UNESCO: Its Purpose and Its Philosophy (UNESCO: Seu Propósito e sua Filosofia) Huxley escreveu:

"A tarefa é ajudar o aparecimento de uma cultura mundial única... E isto é necessário, pois, no momento, duas filosofias opostas de vida confrontam uma a outra, do Ocidente e do Oriente... Podem esses opostos ser reconciliados, essa antítese ser solucionada em uma síntese mais elevada?"

"Ao buscarmos esse alvo, precisamos evitar (ou ignorar) o dogma — seja ele dogma teológico ou dogma marxista... O Oriente e o Ocidente não concordarão com uma base do futuro se meramente arremessarem um contra o outro as ideias fixas do passado... Se queremos alcançar progresso, precisamos aprender a descristalizar nossos dogmas."

Poderiam os pastores e líderes de igrejas estar dispostos a "descristalizar" seus fundamentos bíblicos? Tendo diante de si os tentadores incentivos do mundo, os líderes pragmáticos de hoje estão vendendo suas almas para os modelos de marketing mais recentes. Por exemplo, um bem-conhecido programa para Escolas Dominicais é KIDMO. A página na Internet enfatiza uma "missão" unificadora, não a instrução bíblica: "De modo a equipar os mentores a inspirarem os transformadores do mundo, seus filhos necessitam de uma MISSÃO... Isto cria clareza, causa ação e transforma a perspectiva." [veja a Nota de Rodapé 3].

Modificar as perspectivas é a chave para esta transformação. Como o professor Houghton advertiu décadas atrás, você nem mesmo saberá o que aconteceu. A contemporização torna-se a norma, à medida que pastores cegos que lideram os rebanhos de Deus buscam as estratégias mais novas para o "sucesso". As etapas abaixo são vitais para a missão sem base bíblica deles:

  1. Substituir o ensino bíblico sólido por histórias contadas e que façam todos se sentirem bem.
  2. Reinventar nosso Deus santo e soberano como um colega permissivo que aplaude nossas bondades.
  3. Manter a afirmação do amor e compreensão de Deus, esquecer Seus padrões santos e Seu julgamento.
  4. Trocar o estudo bíblico (didático e divisivo demais) pelo diálogo em grupo sob a liderança de um facilitador.
  5. Enfatizar as obras do homem, não a doutrina de Deus.
  6. Contextualizar o Evangelho e enfatizar a unidade na diversidade.
  7. Tolerar tudo, exceto os pais fora de moda e outros obstáculos à transformação.

Os Valores de Quem Guiarão Nossas Crianças?

Pais, onde vocês se encaixam neste quadro?

Mike Yaconelli, o celebrado fundador do bem-conhecido ministério para a mocidade chamado Youth Specialties, nos deu uma pista em seu artigo, "O Problema dos Pais":

"Qual é o maior obstáculo para ministérios de juventude eficazes? Os pais... Por que os jovens estão estressados? Por causa dos pais. Por que os jovens estão com obsessão por educação, boas notas....? Os pais... Quem apoia nossos ministérios até que o filho deles tenha uma experiência negativa, ou seja disciplinado, ou esteja ferido, ou não goste de grupo de jovens, ou da música, ou do conselheiro, ou de um novo patrocinador, ou do modo como o grupo de jovens está sendo gerenciado? Os pais." [6].

Os pais que se preocupam com seus filhos deixam os agentes de transformação seculares agoniados. É por isto que o professor John Goodlad, que trabalhou com a UNESCO nos anos 1970s, advertiu seus colegas educadores que: "... a maioria dos jovens ainda adere aos mesmos valores que seus pais... Se não modificarmos esse padrão, se não ressocializarmos... nossa sociedade poderá se deteriorar." [7].

"Engenharia social esclarecida é necessária para enfrentar as situações que exigem ação global imediata. Os pais e o público geral também precisam ser alcançados; caso contrário, as crianças e jovens inscritos nos programas orientados globalmente poderão se encontrar em conflito com os valores assumidos pela família no lar." [8].

Megan Fuller, uma visitante em nossa página na Internet, nos mostra os resultados dessa ideologia antifamília:

"Encontrei um artigo escrito por Miki Yaconelli, do ministério Youth Specialities e fiquei surpresa com o desdém aberto dele em relação aos pais e à liderança tradicional das igrejas. Mas, isto serviu para eu refletir sobre minha própria rebelião e comecei a ver que o desdém dele e minhas experiências nos grupos de jovens não estavam realmente tão distantes assim um do outro."

"Comecei a frequentar uma megaigreja chamada Centro Cristão da Capital, que recentemente passou para o modelo de Igreja Emergente (embora eles não admitam isto). Depois de frequentar aquela igreja por um ano, eu estava nos estágios iniciais da rebelião contra meus pais e contra a base da Palavra de Deus que foi instilada em mim na infância. Dois anos depois de me tornar um membro ativo do grupo de jovens (e em sua liderança), eu estava em total rebelião contra tudo que meus pais tinham me ensinado quando eu era criança."

"Eu achava que estava certa, que meus pais eram legalistas (eu ODIAVA os escritos de Paulo). Eu achava que meus pais tinham expectativas demais a meu respeito. Achava que eles não estavam realmente preocupados em propagar o Evangelho tanto quanto eu estava. Eu achava que estava inflamada por Cristo. Mas, eu estava errada... e se Deus não tivesse me livrado daquela rebelião, eu estaria perdida. Apenas outro produto de um grupo de jovens, de forma muito parecida com que Mike Yaconelli antevê para todos os grupos de jovens. Que Deus nos ajude!" [9].

Treinando os Transformadores do Mundo de Amanhã

Contrariamente às diretrizes bíblicas, a igreja e o mundo compartilham agora um objetivo comum: treinar a juventude de hoje para liderar o mundo pluralista do amanhã. Tanto a igreja quanto o mundo estão selecionando seus líderes mais promissores — aqueles que buscam de todo o coração a visão "correta" e a missão global evolutiva.

Encontrei alguns deles nas conferências da ONU e nos Foros Estado do Mundo, organizados por Mikhail Gorbachev, o ex-líder soviético. Esses adolescentes "escolhidos" de diversas nações foram levados, por meio do processo dialético, a sintetizarem as visões opostas e adotarem um consenso pré-planejado e evolutivo. Eles foram treinados a pensar, falar e agir como cidadãos de uma aldeia global coletivista.

Como a juventude cristã pós-moderna, muitos desses jovens "escolhidos" acreditavam em Deus, mas duvidavam da Bíblia. Eles acreditavam nas verdades pessoais, porém rejeitavam a Verdade absoluta de Deus. Eles acreditaram em um Cristo, mas não em um Salvador. Eles amavam a criação, mas negavam o Criador.

Como Bill Burke-White, um aluno da Universidade de Harvard reportou durante o Foro de Gorbachev de 1996:

"Passamos esta semana reimaginando e reantevendo o mundo que herdamos... A uma pequena distância de nossas salas de encontros há uma comunidade de jovens que nasceram na aldeia global... Essa é uma comunidade que não tolerará a devastação ecológia continuada da paisagem sagrada do nosso planeta... e que não tem tolerância pelo dogmatismo e nem pelo fundamentalismo."

"Nossa comunidade precisa aprender sobre o novo paradigma, ou desaprender o antigo — nascemos em uma Terra que está se despertando... Imagine um mundo que compreendeu a visão do Encontro de Cúpula dos Jovens, de construir uma Aliança Global da Juventude, uma conversa em âmbito mundial, uma interligação, uma rede das muitas organizações juvenis que compartilham essas visões que vêm do fundo do coração..." [10].

"Desaprender os modos antigos" é a chave para a transformação global. E os flautistas de Hamelin estão determinados a quebrar os antigos laços e restrições, custe o que custar. Como a Fênix que ressuscita de suas próprias cinzas, o novo mundo precisa se erguer por cima das crenças e valores antigos. Os argumentos deles parecem bons e nobres — quase cristãos — para aqueles que nunca aprenderam a amar a verdadeira e viva Palavra de Deus. Observe a progressão lógica desde as suposições não verdadeiras (item 1) até as grandes enganações. (item 3):

  1. A paz global exige unicidade global. Portanto, todos precisam seguir as diretrizes globais para a unidade.
  2. A unidade global requer pensamento coletivista. Portanto, todos precisam participar no diálogo em grupos pequenos.
  3. O diálogo e o consenso requerem respeito pela diversidade e síntese dos opostos. Portanto, aqueles que resistem e a Verdade divisiva deles precisam ser silenciados.

Esses ataques espirituais ao Cristianismo bíblico não são novos e nem surpreendentes. Os santos caminhos de Deus nunca agradaram ao mundo. Eles certamente não se encaixam na ênfase atual sobre a auto-estima e a espiritualidade do tipo "sinta-se bem consigo mesmo". Além disso, como essas duas solapam os limites espirituais e morais de Deus, elas convidam o caos, e não a unidade — coerção em vez de liberdade.

A transformação está se acelerando. Aqueles que simplesmente seguem a revolução encontrarão aceitação, enquanto que aqueles que apaixonadamente buscam o "progresso" provavelmente serão os líderes do amanhã. Mas, aqueles que resistem e que se preocupam com tudo o que está acontecendo, enfrentarão algumas escolhas difíceis.

Dan (outro visitante da nossa página), ilustra a batalha:

"1) A empresa em que trabalho foi recentemente adquirida por outra companhia. A nova companhia fez reuniões individuais conosco para explicar sua cultura empresarial. No fim da reunião, fomos solicitados a verbalizar nosso comprometimento com a cultura com um 'Sim' ou um 'Não'. 'Se você concorda com nossa cultura, responda 'Sim". Eles queriam um comprometimento verbal. Os vendedores de carros usam a mesma tática para colocá-lo em um padrão verbal 'sim'. Isto também combina com o novo evangelismo."

"2) Um comercial na televisão dos automóveis Lexus mostra um homem caminhando por uma área metropolitana, com um cenário que se move rapidamente, tentando dar a impressão que as coisas estão mudando muito depressa. O homem (e também o telespectador) está olhando as coisas, como se estivesse considerando o que fazer. O narrador diz alguma coisa sobre como o mundo está mudando muito depressa e, depois, de uma forma bem direta, diz: 'Você está POR DENTRO ou POR FORA?' É Nós ou Eles!"

Como você se posiciona?

Rick Warren — “o Pastor da América” — garante aos seus seguidores que "o fundamentalismo, de todas as variedades, será 'um dos maiores inimigos no século 21'." [11].

Ele pode estar certo! A influência mundial desse famoso pastor certamente acelerará a crescente hostilidade em relação às Verdades fundamentais de Deus — que são um grande obstáculo para a solidariedade global. [12].

"Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós, me odiou a mim. Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia. Lembrai-vos da palavra que vos disse: Não é o servo maior do que o seu senhor. Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós; se guardaram a minha palavra, também guardarão a vossa. Mas tudo isto vos farão por causa do meu nome, porque não conhecem aquele que me enviou." [João 15:18-21].

"Mas de nada faço questão, nem tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira, e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus." [Atos 20:24].

Notas Finais:

  1. Benjamin Bloom, All Our Children Learning (Nova York: McGraw-Hill, 1981), pág. 180.
  2. Leonard Sweet, Soul Tsunami, págs. 74-75
  3. John MacArthur, Hard to Believe (Nashville: Thomas Nelson Publishers, 2003), pág. 4.
  4. Nurture Humaneness: Commitment for the '70s (Washington DC: Association for Supervision and Curriculum Development, NEA, 1970).
  5. David Krathwohl, Benjamin Bloom and Bertram Massia, Taxonomy of Educational Objectives, The Classification of Educational Goals, Handbook II: Affective Domain (McKay Publishers, 1956), pág. 55.
  6. Mike Yaconelli, The Problem of Parents, em http://www.youthspecialties.com/articles/Yaconelli/parents.php [Nota: O linknão está mais ativo].
  7. John Goodlad, Report of Task Force C: Strategies for Change, Schooling for the Future, um relatório para a Comissão Sobre Finanças das Escolas, do presidente, Edição 9, 1971.
  8. James Becker (editor), Schooling for a Global Age, (Nova York: McGraw-Hill Book Company, 1979), págs. xiii, xvii.
  9. Megan estava se referindo a este artigo: Piling on the Milestones, que não está mais disponível.
  10. The State of the World according to Gorbachev, em http://www.crossroad.to/text/articles/tstotw1196.html
  11. Paul Nussbaum, The purpose-driven pastor, The Philadelphia Inquirer, 8 de janeiro de 2006.
  12. Cinco pontos fundamentais: 1. Divindade de Cristo. 2. Nascimento virginal. 3. Expiação pelo sangue. 4. Ressurreição de Jesus Cristo. 5. Inerrância das Escrituras. (De: http://www.lighthousetrailsresearch.com/pewreligion.htm#fundamentals).


Fonte: Forcing Change, Volume 9, Edição 5.
Data da publicação: 16/6/2015
Transferido para a área pública em 11/10/2016
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/fc-5-2016.asp