A Maçonaria e a Monarquia Britânica

Autor: Jeremy James, 9 de maio de 2012.

Uma única linhagem sanguínea conecta todas as famílias reais europeias. Essas famílias se veem como uma linhagem exclusiva e superior, genética, moral e intelectualmente. Há vários séculos que os membros dessas famílias reais usam as guerras, as crises econômicas e uma extensa intriga política de modo a promover seus interesses. Agora que uma Federação Europeia finalmente está tomando forma, eles estão ansiosos para estenderem seus domínios ainda mais e criarem a Nova Ordem Mundial. Eles estão mais perto de atingir essa meta do que a maioria de nós imagina.

Os fundamentos foram lançados no século 17. Com a criação de duas potências globais (primeiro o Império Britânico, depois os Estados Unidos da América), eles foram capazes de moldar grandes partes do mundo de acordo com sua doutrina totalitária. Com seu sistema mundial de sociedades secretas, monopólios comerciais e relações familiares, bem como sua influência sobre o sistema financeiro internacional, eles conseguiram se infiltrar nas estruturas políticas de praticamente todos os países do mundo e instalar regimes-marionetes de um tipo ou de outro. A democracia não impede que eles prossigam em suas atividades de modo significativo, uma vez que o regime democrático, seja ele amplo ou restrito, é simplesmente um sistema de revezamento das marionetes que estão no governo. Na verdade, a democracia constitui o sistema de governo preferido pela elite, uma vez que reforça a ilusão de que o consenso popular dirige o país.

Nota Adicionada: Poucos afirmaram esta agenda revolucionária de forma mais clara que Carrol Quigley, o professor de história na Escola de Serviço Diplomático da Universidade de Georgetown, a quem o então futuro presidente Bill Clinton honrou em seu discurso na Convenção do Partido Democrata, em 1992. Quigley escreveu:

"Há muito tempo que o principal problema da vida política americana tem sido tornar os dois partidos no Congresso mais nacionais e internacionais. O argumento que os dois partidos devam representar ideais e políticas opostas... é uma ideia tola aceitável somente para os cabeças-duras e pensadores acadêmicos. Em vez disso, os dois partidos devem ser quase idênticos, para que o povo possa 'colocar os corruptos para fora' em uma eleição qualquer, sem provocar uma mudança profunda ou extensa na política." [Tragedy and Hope: A History of the World in Our Time, The MacMillan Company, 1966, págs. 1247-1248]

Estabelecendo Sorrateiramente um Império Mundial

Usando as alavancas invisíveis do poder, a elite tem sido capaz de jogar um país contra o outro e produzir mais mudanças, em conformidade com seu plano de longo prazo de estabelecer um Governo Mundial Único. Por exemplo, foi a própria elite quem criou a China moderna, submetendo as várias províncias chinesas ao longo de mais de um século com o tráfico de drogas, intrigas, invasão militar, fome e guerra civil, o que resultou nos dias atuais, após o assassinato de dezenas de milhões de inocentes e muitos mais presos e torturados, em uma obediente economia de vilões medievais, que a Elite está agora usando para destruir os EUA. Aproximadamente metade da indústria americana foi "terceirizada" (entregue) nos últimos trinta anos, em sua maior parte para o Estado policial totalitário e marxista conhecido como China. Isto permite que a elite corte os salários em todos os setores até um nível que a indústria americana não consegue competir. Quando uma nação não consegue competir comercialmente com seu principal rival e potencial inimigo, está no caminho para a destruição.

O objetivo deste artigo não é discorrer sobre o futuro colapso dos Estados Unidos, nem sobre a confederação de famílias super-ricas que controla o mundo, mas sim sobre a afiliação religiosa de apenas um membro de uma dessas famílias: a rainha Elizabeth II, da Inglaterra. Apesar deste tópico parecer muito modesto em comparação com os outros, ele na verdade lança muita luz sobre a elite governante, seus planos perturbadores e sua incrível capacidade de fingir e de enganar.

A Rainha como Chefe Suprema da Igreja Anglicana

A elite não é ateísta ou agnóstica, como frequentemente finge ser. Tampouco não é cristã, como alguns de seus membros mais proeminentes querem que acreditemos. Ao contrário, ela está profundamente comprometida com a religião antiga. Essa religião é o antigo sistema de panteísmo, gnosticismo e idolatria que rejeita o Deus da Bíblia e é geralmente identificada na mente do público como a adoração às deidades pagãs. Em resumo, as pessoas que controlam o mundo não são apenas indiferentes ao Cristianismo; elas o rejeitam completamente.

Oficialmente, a rainha Elizabeth II é membro da Igreja Anglicana, uma denominação semelhante à Igreja Luterana Alemã, ou à Episcopal Americana. A rainha foi batizada quando tinha cinco semanas de vida, pelo Arcebispo de York, no Palácio de Buckingham, em 26 de maio de 1926. De acordo com a lei britânica, por ser a monarca reinante, a rainha é também a Chefe Suprema da Igreja Anglicana. Todos os membros da realeza britânica estão oficialmente afiliados à Igreja Anglicana, mas nenhum deles jamais deu testemunho público do poder do sangue de Cristo. De fato é duvidoso que algum membro influente da classe dominante britânica seja um cristão nascido de novo que creia na Bíblia.

A Igreja Anglicana é a religião oficial do Estado britânico. Ela está sob o controle oculto da elite governante praticamente desde sua formação e é o principal modo pelo qual o Cristianismo verdadeiro tem sido suprimido na Inglaterra. Com seu formalismo vazio e doutrinas superficiais, seus rituais em épocas festivas e o distinto esplendor, ela oferece um confortável substituto para o Cristianismo bíblico. A fim de manter os cidadãos comuns e as classes inferiores em sujeição, a nobreza professa ser anglicana e participa de certos serviços anuais.

Entretanto, por trás dos bastidores, a elite dominante é composta há séculos por maçons, ateístas ou unitarianos. Todos esses sistemas de crenças rejeitam a deidade de Cristo. A Igreja Anglicana tem sido principalmente um meio de controle social por meio do qual os ricos e poderosos mantêm suas posições privilegiadas, ao mesmo tempo que imbuem as massas com o patriotismo cego necessário para administrar um Império.

Paganismo e a Família Real

O Príncipe Philip, marido da rainha Elizabeth, foi iniciado na Maçonaria na Loja da Marinha No. 2612, em Londres no dia 5 de dezembro de 1952: "Presentes na iniciação estavam o Marquês de Scarbrough, grão-mestre... e Geoffrey Fisher, Arcebispo da Cantuária. A Loja tem muitos laços com a família real, uma vez que o rei Eduardo VII serviu como primeiro mestre em 1896 quando era Príncipe de Gales. O rei Jorge VI... serviu como mestre quando era Duque de York. Em 1928, Sua Alteza Real, o Duque de Kent... foi mestre e posteriormente tornou-se grão-mestre da Grande Loja da Inglaterra." [William Denslow, 10,000 Famous Freemasons, 1957].

Existem informações mais que suficientes de forma gravada/escrita que provam, sem sombra de dúvidas, que a família real britânica não é cristã, mas pagã. O Príncipe de Gales (o primogênito da rainha) é um bem conhecido defensor da filosofia da Nova Era e da ciência paranormal. Diversos membros da família real, incluindo a rainha Vitória, frequentaram durante anos sessões espíritas onde médiuns profissionais canalizavam “mensagens” de uma fonte demoníaca. Eles também fazem uso regular dos serviços de curandeiros espiritualistas e conselheiros paranormais. O próprio Príncipe Charles foi aconselhado durante muitos anos pelo xamã sul-africano Laurens van der Post, um aventureiro e autor de vários livros.

Demonstraremos em seguida que a rainha da Inglaterra não é cristã. O fato de ser membro da Igreja Anglicana não quer dizer nada. O que importa é se ela professa abertamente que Jesus Cristo é o Filho de Deus e que o aceitou em seu coração como Senhor e Salvador. As evidências mostram claramente que ela nunca fez isso.

Pode parecer estranho que a líder oficial da Igreja Anglicana não seja uma cristã, porém é pouco provável que algum clérigo de alto escalão na Igreja Anglicana seja um cristão. É virtualmente impossível avançar para uma posição de influência no sistema inglês de controle sociopolítico sem ser maçom, unitariano, ou alguém que de alguma outra forma já tenha rejeitado a deidade de Cristo e a autoridade das Escrituras. É claro que devem existir exceções, mas elas são raras e não chegam a afetar o modo como o sistema funciona. Por exemplo, vimos que o arcebispo da Cantuária esteve presente na iniciação do príncipe Philip na Maçonaria, enquanto que o atual ocupante do cargo, Rowan Williams (exatamente como seus antecessores durante o século 20), rejeita o Criacionismo bíblico e até declarou que este não deveria ser ensinado nas escolas como uma alternativa ao Evolucionismo.

Em Suas Próprias Palavras

Em vez de nos valermos de fontes secundárias ou de relatórios informativos, veremos apenas citações proferidas pela própria rainha. A melhor fonte primária de evidências sobre suas verdadeiras crenças é o conjunto de mensagens natalinas que ela profere todos os anos, desde sua coroação em 1952.

Dado que essas mensagens são proferidas na maior data festiva do calendário cristão, por uma cristã professa e para uma audiência primariamente cristã, era de se esperar que pelo menos algumas dessas mensagens endossasse claramente a fé cristã. Existem 59 mensagens no total, somando 43.000 palavras, porém em nenhuma delas encontramos uma referência clara à deidade de Cristo. De fato, como veremos a seguir, temos exatamente o contrário, isto é, uma representação consistente de Jesus como nada mais que um idealista bem-intencionado e amante da paz, que queria transformar o mundo em um lugar melhor.

É realmente notável que em um período de mais de 60 anos, a líder oficial da Igreja Anglicana tenha deixado de fazer uma única declaração que demonstre sua fé na mais básica doutrina cristã, que é a deidade de Cristo.

Antes de começarmos a examinar essas mensagens detalhadamente, precisamos considerar a atitude geral da aristocracia britânica em relação à pessoa de Jesus Cristo. Como vimos, essa atitude tem sido moldada em grande parte pela Maçonaria, pelo Gnosticismo e pela Teologia Unitariana, todos os quais negam a deidade de Jesus, Sua expiação por nossos pecados e a inerrância da Bíblia Sagrada. Eles O veem como um mero homem bom que tinha os dons de curar e de pregar.

O Cristo unitariano/maçônico é muito semelhante ao da Nova Era, uma espécie de guru com um nível de consciência mais elevado, ou espiritual, que o homem comum.

Há vários séculos que os maçons vêm promovendo de forma furtiva, porém agressiva, uma mensagem humanista que expressa dois princípios de aplicação universal: a Paternidade de Deus e a Irmandade dos Homens. Com isto, eles querem dizer que todas as pessoas, independente de suas afiliações religiosas, estão em um mesmo patamar espiritual, tanto na relação uns com os outros, como também com relação a Deus. Essas mesmas crenças aparecem de forma proeminente no Movimento de Nova Era.

Tomados em conjunto, esses princípios dizem que a Bíblia Sagrada está errada ao fazer distinção absoluta entre cristãos e incrédulos, entre aqueles que são salvos e os que estão perdidos. A Maçonaria e o Movimento de Nova Era rejeitam completamente o pecado original, o estado caído do homem e a necessidade de redenção por meio do sangue de Jesus Cristo. Na visão deles, o homem não é um pecador perdido, mas está evoluindo continuamente por meio de suas experiências de vida, para um estado espiritual mais elevado.

A Definição de Jesus Cristo nas Palavras da Rainha

A partir de um estudo de suas mensagens natalinas, descobrimos que a rainha fala de um Cristo não muito diferente do Cristo Maçônico/Nova Era, isto é, um homem santo (e nada mais do que um mero homem), que tentou ensinar às pessoas de seu tempo a importância da bondade e da tolerância, que todos somos parte de uma única família e que, portanto, devemos viver juntos em paz e harmonia. Essa definição coloca Jesus no mesmo nível que homens como Mahatma Gandhi, Albert Schweitzer, o bispo Tutu e o Dalai Lama. Por mais lisonjeiro que isto possa parecer para o ateísta e para o humanista medianos, é uma tremenda distorção da realidade.

O primeiro ponto que devemos observar é que, apesar de ser a líder oficial da Igreja Anglicana, a rainha não fez nenhuma referência nominal a Jesus Cristo em suas mensagens natalinas em seus 20 primeiros anos de reinado! Nem uma sequer. Por que você não pesquisa o arquivo por si mesmo para confirmar isto? Uma compilação completa das mensagens de Natal da rainha pode ser encontrada em:

http://www.scribd.com/doc/93046264/Christmas-Messages-by-Queen-Elizabeth-II.

O mesmo material também está disponível em série na página oficial da família real britânica na Internet, em http://www.royal.gov.uk/

Talvez os assessores dela perceberam que essa atitude poderia atrair atenção de forma desfavorável. Por via das dúvidas, ela fez sua primeira referência em 1973:

"Cristo ensinou o amor e a caridade e que devemos mostrar humanidade e compaixão em todo o tempo e em todas as situações."

Quando lida em seu contexto, percebemos que essa aparentemente inocente declaração encaixa-se muito bem na filosofia maçônica de Irmandade dos Homens:

"Acredito que o Natal deveria nos fazer lembrar que as qualidades do espírito humano são mais importantes que o ganho material. Cristo ensinou o amor e a caridade e que devemos mostrar humanidade e compaixão em todo o tempo, e em todas as situações... A falta de humanidade e compaixão pode ser muito destrutiva: ela facilmente causa divisões dentro das nações e entre as nações. Ao revés, devemos nos lembrar o quanto temos em comum e tomar a decisão de expressar o melhor de nossas qualidades humanas, não apenas no Natal, mas durante o ano inteiro." (1973)

Dois anos mais tarde, ela fez sua segunda referência a Cristo, mas nem sequer se deu ao trabalho de citá-Lo nominalmente:

"Estamos celebrando um aniversário: o aniversário de uma criança nascida 2.000 anos atrás, que cresceu e viveu por apenas cerca de 30 anos. Essa pessoa, por seu exemplo e por sua revelação que o bem reside dentro de todos nós, fez uma enorme diferença nas vidas daqueles que compreenderam seus ensinamentos." (1975)

Observe que os ensinamentos de Jesus Cristo são descritos como "sua revelação de que o bem reside dentro de todos nós". Isso é completamente falso! A Bíblia ensina o oposto. Jesus veio para salvar a humanidade de seu estado infeliz e caído, não para revelar que "o bem reside dentro de todos nós", uma vez que a Bíblia diz claramente que não há bem algum em nós! ["Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço." (Romanos 7:18-19)].

É irônico que, no mesmo parágrafo, ela faça referência aos que "vieram a compreender seus ensinos". Todavia, ela mesma parece que não os compreendeu.

Tanto por meio de suas palavras e de suas ações, Jesus confirmou a mensagem básica que permeia toda a Bíblia Sagrada, a saber, que o homem em seu estado natural, é um ser caído, pecador, terminantemente condenado por Deus e merecedor da condenação eterna. Portanto, que filosofia a rainha está realmente citando, a da Bíblia ou a da Maçonaria?

Dois anos depois, ela faz outra breve referência à pessoa à qual deveria homenagear. Essa pessoa é o típico "homem santo":

"Os cristãos têm o exemplo de vida e os ensinamentos de Cristo, e eu mesma não desejo nada além de que meus netos prezem esses ideais que ajudaram e inspiraram várias gerações." (1977)

Observe que são os ideais de Cristo que ela ama — não Sua divindade, Sua ressurreição ou o fato de ser o Redentor da humanidade.

O Parlamento Maçônico do Homem

Após uma breve referência ao "nascimento da criança que transformou a história e nos deu uma grande fé” (1979), ela citou deliberadamente em 1980 um poema peculiar de Alfred Tennyson, que se refere ao "Cristo". Isto é muito sugestivo, uma vez que Tennyson é também o autor do poema Locksley Hall, muito conhecido (e bem compreendido) pelos luminares da Inglaterra Vitoriana. Eles sabiam que Tennyson rejeitava o Cristianismo e era inspirado exclusivamente pelos autores pagãos. Entre esses incluíam-se o panteísta Baruque Spinoza e o eminente filósofo ocultista Giordano Bruno. Tennyson também foi membro de uma sociedade secreta em Cambridge, conhecida como "Apóstolos de Cambridge", que era audaciosamente não-cristã em seu ponto de vista.

O poema Locksley Hall contém uma das mais célebres declarações sobre a visão maçônica da Nova Ordem Mundial:

"Pois mergulhei no futuro tão profundamente quanto o olho humano consegue enxergar. Tive a visão do mundo e das maravilhas que viriam a ocorrer... Até que os tambores de guerra não retumbassem mais e as bandeiras da batalha fossem enroladas. No Parlamento do Homem, na Federação do Mundo."

Tennyson anteviu um Parlamento da Humanidade, uma Federação do Mundo. Estas palavras são citadas muitas vezes por líderes maçons e atores-chaves no plano de longo prazo de criar um governo mundial unificado, um Parlamento da Humanidade. Esse poema de Tennyson era muito admirado pelos principais arquitetos da Nova Ordem Mundial, como Winston Churchill e Harry Truman, enquanto que Andrew Carnegie, um dos homens mais ricos nos Estados Unidos no século 19, e membro do alto escalão da elite governante, escreveu em Triumphant Democracy (Democracia Triunfante) em 1983: "o Parlamento do Homem e a Federação do Mundo já foram previamente aclamados pelo poeta, e representam um passo muito grande em direção à sugerida reunificação da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos."

Observe as palavras finais: "um passo muito grande em direção à sugerida reunificação da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos." Reunificação de Grã-Bretanha e dos Estados Unidos? Sim, e muito mais, conforme Carnegie diz "um passo muito grande".

Portanto, quando a monarca britânica cita um poema de Tennyson, devemos prestar o máximo de atenção. Aqui está uma tradução livre dos versos que ela citou (do poema Ring Out, Wild Bells):

"Que sejam expulsos o falso orgulho da terra, o sangue, a calúnia e o rancor. Que venham o amor à verdade e à justiça, o amor comum pelo bem... Que venham o homem valente e livre, o coração espaçoso, a mão gentil. Que seja expulsa a escuridão da terra. Que venha o Cristo que está por vir."

Uma vez que Tennyson não tinha apreço algum pelo Cristianismo, a figura de Cristo ao qual ele se refere não é o Cristo bíblico. Os cristãos raramente (ou nunca) colocam artigo definido antes de Cristo, pois há apenas um único Cristo, porém os maçons, gnósticos e pagãos frequentemente citam "o Cristo", por crerem que este é um cargo cósmico ou celestial, separado do único que é digno deste título.

Em sua filosofia ocultista, os maçons visualizam uma futura encarnação humana do Anjo da Luz (conhecido também como Apolo, Hórus, Hélios, Lúcifer, etc.) que será entronizado e honrado por eles como o Messias, em sua longamente planejada Federação do Mundo. Esse é "o Cristo que está por vir", mencionado no poema de Tennyson, porém os cristãos o reconhecerão como o Anticristo.

Será que a rainha compreende o significado disto? Dado que a família real tem sido benfeitora e patrona da Maçonaria na Grã-Bretanha há várias gerações, seria espantoso se ela não compreendesse. A firme adesão dela à filosofia da Paternidade de Deus e Irmandade dos Homens demonstra sua familiaridade com os princípios maçônicos, incluindo o aparecimento de uma figura messiânica logo após a Nova Ordem Mundial ser estabelecida. Este é o verdadeiro significado da célebre frase "Se você construir isto, ele virá", do filme ocultista edulcorado O Campo dos Sonhos.

A Banalização do Cristianismo pela Maçonaria

A mensagem natalina que a rainha proferiu em 1981 incluiu as seguintes palavras:

"Nossa fé cristã nos ajuda a manter estas convicções. Cristo não apenas nos revelou a verdade através de seus ensinos. Ele viveu aquilo em que cria e nos deu forças para tentar fazer o mesmo – e, finalmente, na cruz, mostrou o exemplo supremo de coragem física e moral. Esse sacrifício foi a aurora do Cristianismo e é por isso que, na época de Natal, somos inspirados pelo exemplo de Cristo, ao celebrarmos Seu nascimento." (1981)

Mesmo que tenha dado um grande passo e mencionado a cruz, essa declaração é imediatamente neutralizada pelas duas referências a Cristo como sendo apenas um "exemplo". De acordo com a filosofia maçônica, a cruz do Calvário não conquistou coisa alguma. Como disse a rainha, Jesus foi apenas um exemplo de excepcional coragem moral, algo que deve servir de inspiração para todos nós. Evidentemente, esta é uma forma de banalizar o Cristianismo, reduzindo toda a base de nossa fé a um corajoso ato simbólico e um exemplo inspirador, e não a obra de expiação do Filho de Deus encarnado pelos pecados da humanidade.

No ano seguinte, Sua Majestade aproveitou a oportunidade para injetar ainda mais filosofia maçônica em sua mensagem natalina. Em três curtos parágrafos, ela descreveu o Cristianismo como apenas um dos vários grupos religiosos do mundo atual e igualou a mensagem cristã ao "bem comum":

"Nesta época do ano, os cristãos celebram o nascimento de seu Salvador, porém não mais de maneira exclusiva. Esperamos que nossas saudações no Natal para todas as pessoas de convicção religiosa e boa vontade sejam recebidas com o mesmo entendimento que tentamos demonstrar ao receber os votos de outros grupos religiosos em suas épocas festivas."

"Como disse o poeta John Donne: 'Nenhum homem é uma ilha; cada homem é um pedaço do continente, uma parte da terra'. Esta é a mensagem do bem comum e também a mensagem cristã. Cristo atribuiu suprema importância ao indivíduo e maravilhou o mundo em que vivia ao deixar claro que os pobres e os desprivilegiados têm o mesmo espaço no Reino dos Céus ao lado dos ricos e dos poderosos. No entanto, ele também ensinou que o homem deve fazer o melhor possível para viver em harmonia com os outros homens e amar seus semelhantes." (1982)

A filosofia da Paternidade de Deus e a Irmandade dos Homens está muito nítida nestes parágrafos.

Os maçons e os seguidores da Nova Era apreciam a declaração de John Donne de que "Nenhum homem é uma ilha." Essa frase se encaixa perfeitamente com ideia de Parlamento do Homem defendida pela Maçonaria e ao princípio de que "todos somos um", tão característico do Movimento Nova Era.

Observe também o modo cuidadoso como ela se distancia do Cristianismo e de qualquer indício de que realmente seja uma cristã – "Nesta época do ano, os cristãos celebram o nascimento de seu Salvador, porém não mais de maneira exclusiva." Estas palavras foram planejadas a fim de reforçar a ideia de que a verdade não é exclusividade do Cristianismo, mas pode ser encontrada em várias tradições religiosas diferentes. Mais uma vez, um princípio central da Maçonaria é ensinado sem pudor algum à toda a nação durante o horário nobre da televisão, pela líder oficial da Igreja Anglicana.

A origem espiritual comum de todas as tradições religiosas foi novamente enfatizada no ano 2000, quando a rainha disse:

"Esta espiritualidade pode ser vista nos ensinos de outras grandes religiões. É claro que a religião pode promover divisões, mas a Bíblia, o Alcorão e os textos sagrados de judeus, hindus, budistas e sikhs são todos fontes de inspiração divina e orientações práticas passadas ao longo das gerações." (2000)

Se a rainha realmente fosse cristã, saberia que o Alcorão e os textos religiosos dos hindus e dos budistas não são divinamente inspirados. Ela também saberia que eles rejeitam completamente a divindade de Jesus Cristo. Portanto, em uma data festiva, que deveria ser uma ocasião para reconhecer e honrar a encarnação de Cristo em forma humana, ela diz enfaticamente que todas as tradições religiosas são iguais, incluindo aquelas que rejeitam a deidade de Cristo.

Na mensagem natalina de 1986, a rainha descreveu Jesus meramente como uma pessoa simples e de origem humilde que veio a afetar o rumo da história:

"O Natal é uma festa para todos os cristãos, mas é particularmente uma festa para as crianças. Como todos sabemos, o Natal comemora o nascimento de uma criança, nascida entre pessoas comuns e que cresceu de maneira simples em uma aldeia e foi treinada para se tornar carpinteiro. A vida dele começou em um ambiente humilde, na verdade em um estábulo, mas ele exerceu uma profunda influência no rumo da História e nas vidas de várias gerações de seus seguidores. Você não precisa ser rico ou poderoso para mudar as coisas para melhor e cada um de nós, de sua própria maneira, pode dar sua contribuição."

"O menino Jesus foi afortunado em um aspecto muito importante. Seus pais eram amorosos e atenciosos. Eles deram o melhor de si para protegê-lo do mal. Eles deixaram sua própria casa e tornaram-se refugiados a fim de salvá-lo do rei Herodes, e o criaram de acordo com as tradições de sua religião." (1986)

A deidade de Jesus foi totalmente ignorada. Ao revés, ele foi descrito como um menino que, graças ao fato de ser sido muito amado por papai e mamãe, e criado "de acordo com as tradições de sua religião" conseguiu fazer algo de útil com sua vida. Observe como o Antigo Testamento, a Palavra de Deus, é descrita como "tradições de sua religião".

Esta representação humanista de Jesus Cristo foi repetida em 2001:

"Como um menino, ele aprendeu de seu pai o ofício de carpinteiro. Depois, ele tornou-se um pregador, recrutando doze auxiliares... Sua maior ênfase foi dar um sentido prático à espiritualidade." (2001)

Este é, portanto, o modo como a realeza vê Jesus Cristo: um carpinteiro-pregador com talento para destacar o lado prático da religião, um ex-refugiado que recrutou doze auxiliares e conquistou gerações de seguidores. Em resumo, um improvável reformador social que conseguiu fazer uma diferença nas vidas de pessoas comuns.

Dificilmente a rainha poderia ter sido mais complacente sem provocar comentários adversos. De fato, este é um sinal da superficialidade e hipocrisia do Cristianismo Anglicano, que permite que uma aviltante representação de Jesus Cristo seja feita pela monarca da nação pela televisão.

O Bom Samaritano

Em sessenta anos, a rainha mencionou somente um único episódio bíblico (fora o nascimento de Jesus) em suas mensagens natalinas, mas ela fez isso em três ocasiões: 1985, 1989 e 2004. Ela citou a Parábola do Bom Samaritano, contada por Jesus, que fala de um viajante que parou e ajudou um homem ferido que jazia à beira da estrada e o levou até uma estalagem, para que ele pudesse se recuperar dos ferimentos, enquanto dois respeitáveis membros da comunidade passaram pelo homem ferido sem lhe prestar assistência alguma.

A parábola foi apresentada pela rainha como se Jesus apoiasse a filosofia de Paternidade de Deus e a Irmandade dos Homens. Quando essa parábola é retirada do contexto e recebe uma entonação maçônica, ela parece confirmar que a salvação depende das boas obras e da conduta humana. No entanto, um cristão professo com conhecimento rudimentar das Escrituras sabe que essa interpretação é falsa. Não há nada que o homem possa fazer para salvar-se das consequências devastadoras do pecado original.

O "amor" ensinado na Maçonaria e na Nova Era não é o amor que encontramos na Bíblia. As Escrituras nos ensinam (nos termos mais fortes possíveis) que o amor de Deus não pode tocar e redimir o ser humano de seu estado pecador e caído sem a obra de expiação de Jesus Cristo; todavia, é justamente isto que a Maçonaria e a Nova Era rejeitam!

A rainha confirmou sua percepção maçônica do amor quando disse:

"Mas esses conhecimentos técnicos [invenção, progresso científico] não são suficientes em si mesmos. Eles apenas podem ser usados para salvar o planeta se nós também aprendamos a viver segundo a regra de ouro que Jesus Cristo nos ensinou: amar o próximo como a si mesmo." (1989)

Aqui ela está discutindo as questões ambientais, como a poluição dos rios e dos mares. É inacreditável ver como ela equipara o "amor" necessário para "salvar" o planeta com o amor sobre o qual Jesus falou, um tipo de amor que não tem sentido e nenhum poder quando separado da divindade de Cristo e da obediência à Sua Palavra.

Jesus não ensinou a "regra de ouro" da Maçonaria, como sugere a rainha. O que Jesus ensinou foram os mandamentos e preceitos do Senhor, Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Esses mandamentos e preceitos são completamente diferentes e estão em conflito fundamental com a moral e os dogmas da Maçonaria, uma filosofia que notoriamente rejeita a salvação pelo sangue de Cristo e Seu sacrifício redentor na cruz do Calvário.

O Homem como uma Espécie Animal

Não estamos aqui lidando com simplificações que, às vezes, são necessárias para apresentar uma mensagem a uma audiência grande e diversificada. Ao contrário, estamos lidando com uma deliberada reformulação do Cristianismo, de acordo com a Maçonaria e com a Nova Era. Se você ainda duvida, considere o seguinte comentário proferido na mensagem natalina supracitada:

"Não é muito difícil aplicar essa história [a do Bom Samaritano] aos nossos tempos e concluir que o nosso próximo tanto pode ser nossos amigos, como estranhos que precisem de ajuda. Você acha que o nosso próximo também pode ser algumas das espécies ameaçadas pelos rios contaminados, ou as crianças em países como Etiópia ou Sudão, que não têm o suficiente para comer?" (1989)

Certa vez, o príncipe Philip declarou em um documentário para a televisão que os seres humanos são uma praga no planeta. Isto implica que a espécie humana é apenas mais uma das inúmeras espécies animais que vivem na Terra. É óbvio, a partir de seus comentários, que a mulher dele subscreve à mesma filosofia materialista. Entretanto, o Cristianismo bíblico rejeita completamente a ideia comum de que o ser humano seja uma espécie animal.

O homem foi criado à imagem e semelhança de Deus. Ele não é um animal de qualquer espécie, e sim uma criação singular. Os animais não têm pecado, apenas o ser humano peca. É por isso que a Maçonaria, a Nova Era e o Humanismo ateu defendem tão fortemente a teoria da Evolução, ou qualquer teoria similar que retrate o homem como mais uma espécie animal. Se o homem é apenas um animal, então ele não pode pecar e, se ele não pode pecar, então não pode ser julgado por Deus.

Isso me faz lembrar de uma exibição no centro de Londres em 2009, que foi realizada no local onde anteriormente funcionava a Igreja da Santa Trindade, em Marylebone. O evento incluía uma atração surpreendentemente blasfema como peça central — uma estátua de cera em tamanho natural de um gorila pregado em uma grande cruz de madeira. Apesar de ter sido amplamente divulgada pela mídia, a obscena imagem (chamada pela imprensa de "macaco crucificado") não foi condenada e nem mesmo criticada por nenhum líder eclesiástico proeminente na Grã-Bretanha. Deveríamos estar surpresos com isto? Afinal, os maçons, ateus e evolucionistas que controlam a Igreja Anglicana veem o homem como uma mera espécie animal.

A Maçonaria Reformulando a Mensagem de Cristo

Uma redeclaração da mensagem cristã, em uma das versões mais maçônicas, de Nova Era e ecumênicas foi feita em 2001 quando a rainha citou as palavras de um hino bem-conhecido, mas deixou de incluir a parte mais importante:

"Acredito que a mensagem cristã, nas palavras de uma bênção familiar, permanece profundamente importante para todos nós: Tende paz entre vós, regozijai-vos sempre, retende o bem, abstende-vos de toda a aparência do mal, admoesteis os desordeiros, consoleis os de pouco ânimo, sustenteis os fracos, e sejais pacientes para com todos."

Essas palavras foram retiradas de uma bênção que consta na versão de 1928 do Livro Anglicano de Oração em Comum. Apesar dessas palavras certamente serem edificantes, elas não podem ser consideradas "a mensagem cristã" em sentido algum. Veja por si próprio. Esta é a versão completa:

"Tende paz entre vós, regozijai-vos sempre, retende o bem, abstende-vos de toda a aparência do mal, admoesteis os desordeiros, consoleis os de pouco ânimo, sustenteis os fracos, e sejais pacientes para com todos. Amais e sirvais o Senhor, regozijando-vos no poder do Espírito Santo. Que as bênçãos do Deus Pai, Filho e Espírito Santo estejam sobre vós eternamente. Amém."

Uma vez que a família real britânica, bem como suas contrapartes em toda a Europa, rejeita a deidade de Cristo, eles também rejeitam a teologia contida no texto sublinhado. Eles não creem no Deus Trino de Abraão, Isaque e Jacó, mas sim em um deus totalmente diferente.

A bênção anglicana não tem um elemento distintivamente cristão sem as palavras que a rainha preferiu omitir. A versão dela simplesmente condensa a moralidade interfé e a filosofia maçônica da Paternidade de Deus e Irmandade dos Homens. A versão lida pela rainha na mensagem natalina transmitida pela televisão é perfeitamente aceitável para os hindus, budistas ou muçulmanos. Na verdade, ela seria aceitável até mesmo para os ateus e humanistas. Portanto, chamar isso de “mensagem cristã” é uma enorme inverdade, para não dizer algo totalmente enganoso.

A rainha repetiu seu ponto de vista de que o Cristianismo é, em sua essência, uma mera ideologia ao dizer no ano seguinte:

"O Natal é o aniversário do nascimento de Cristo mais de 2.000 anos atrás, mas é muito mais do que isto. É a celebração do nascimento de uma ideia e de um ideal."

Isto é maçônico em sua essência. O nascimento do Filho de Deus, o Salvador da humanidade é reduzido a "uma ideia e um ideal". O Marxismo é uma ideia e de um ideal. O Humanismo é uma ideia e de um ideal. Todavia, a rainha coloca o Cristianismo no mesmo patamar. Inacreditável!

Aqui estão mais algumas ocasiões em ela expressou o mesmo ponto de vista:

"Quis fazer este pronunciamento a partir da Nova Zelândia neste dia de Natal, pois estamos celebrando o nascimento do Príncipe da Paz, que pregou a fraternidade entre os homens." (1953)

"… a mensagem essencial do Natal é que todos nós pertencemos à grande fraternidade humana. Essa ideia não está limitada à fé cristã. Filósofos e profetas chegaram à conclusão que a paz é melhor do que a guerra, o amor é melhor do que o ódio e a humanidade só encontrará o caminho do progresso na amizade e na cooperação." (1968)

"As escrituras e tradições de outras fés possuem a mesma orientação fundamental. É muito fácil concentrar-se nas diferenças entre as fés religiosas e esquecer o que todas têm em comum: pessoas de diferentes religiões estão unidas pelo desejo de ajudar as gerações mais novas a se tornarem cidadãos atenciosos e ativos." (2006)

"Talvez tenha sido por causa de sua experiência anterior que, em todo seu ministério, Jesus de Nazaré alcançou e fez amizade com pessoas que eram ignoradas ou desprezadas pelos outros. Foi deste modo que ele proclamou sua crença que no fim, somos todos irmãos e irmãs de uma única família humana." (2007)

Em The Lost Keys of Freemasonry, o autor Manley Palmer Hall, que é altamente respeitado pelos maçons como uma de suas maiores autoridades, afirma:

"O verdadeiro maçom não está preso a um credo. Ele compreende com a divina iluminação de sua loja que, como maçom, sua religião precisa ser universal: Cristo, Buda, ou Maomé, o nome pouco significa, porque ele reconhece somente a luz e não o portador. Ele adora em todo santuário, ajoelha-se diante de todo altar, seja em templo, mesquita ou catedral, percebendo com sua maior compreensão a unicidade de toda a verdade espiritual.

A Maçonaria rejeita Jesus Cristo como o caminho. Como disse Manly P. Hall, "o nome pouco significa".

Entretanto, como todo verdadeiro cristão sabe, esta é uma das maiores mentiras de Satanás. A palavra de Deus diz que a salvação é encontrada unicamente no nome de Jesus Cristo:

"E o seu mandamento é este: que creiamos no nome de seu Filho Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, segundo o seu mandamento." [1 João 3:23].

"E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos." [Atos 4:12].

Eis aqui o que a Grande Loja da Louisiana declara a respeito da posição da Maçonaria em seu livro secreto:

"Para o altar da Maçonaria todos os homens trazem suas ofertas votivas. Em volta dele todos os homens, quer tenham recebido seus ensinos de Confúcio, de Moisés, de Maomé, ou do fundador da religião cristã — apenas por que creem na universalidade da paternidade de Deus e na universalidade da irmandade dos homens — reúnem-se em um nível comum. O judeu retorna à sua sinagoga, o maometano à sua mesquita, e o cristão ao seu templo — cada um melhor preparado para os solenes deveres da vida pela participação nesta irmandade universal." [Louisiana Monitor, 1980; ênfase adicionada].

Portanto, por trás de uma máscara cristã, a rainha Elizabeth vem pregando uma filosofia maçônica. O fato de suas mensagens natalinas usarem o revestimento da terminologia cristã é irrelevante. A Maçonaria faz isto o tempo todo, embrulhando e mascarando suas crenças ocultistas em linguagem enganosa.

Conclusão

Os cristãos precisam entender que as pessoas que governam este mundo NÃO SÃO cristãs, apesar de frequentemente fingirem ser. Essas pessoas adoram outro deus e negam o Cristianismo, Jesus Cristo, a cruz do Calvário, o sangue do Cordeiro de Deus, a ressurreição e o Senhor Deus de Abraão, Isaque e Jacó.

Elas estão muito atarefadas, preparando o cenário descrito no livro do Apocalipse, em que seu "messias", ou "homem divino", tomará forma humana para governar o mundo inteiro. A fim de tornar isto possível, elas estão trabalhando arduamente atrás dos bastidores para criar um sistema global unificado de governança. ("Se você construir isto, ele virá.")

Como o "messias" deles não tem poder algum frente a Jesus Cristo, eles também estão determinados a reduzir radicalmente o número de verdadeiros cristãos, sobretudo fazendo com que os cristãos nominais adotem uma versão suave e de Nova Era do "Cristianismo", que não tem poder para salvar. Neste sentido eles têm feito grande progresso, tanto é que, atualmente, a vasta maioria dos cristãos nominais não crê na Palavra de Deus conforme a orientação de Jesus Cristo: de forma completa, literal e com uma fé resoluta.

Como evidência deste fato, apenas considere a quantidade de falsas doutrinas que contaminaram nos últimos anos as inúmeras denominações cristãs:

[Observação: Esta lista está longe de ser completa.]

Todas as doutrinas acima estão em conflito com a Palavra de Deus. Uma vez que a vasta maioria dos cristãos nominais aceita pelo menos duas ou três dessas doutrinas, podemos ter certeza que o número real de cristãos nascidos de novo e fiéis à Palavra de Deus no mundo atual é extremamente pequeno.

A Elite do Poder controla grande parte da Europa e da América do Norte por meio da Maçonaria. Entretanto, muitos líderes nacionais e mundiais fingem serem cristãos de modo a ganhar a confiança do público. Praticamente todos os presidentes americanos nos últimos cem anos eram maçons da alta hierarquia, ou membros de sociedades secretas ocultistas. Por exemplo, George Bush (pai) e George W. Bush (filho) se passavam por cristãos, quando na verdade eram membros da sociedade secreta Caveira e Ossos, uma irmandade luciferiana que existe dentro da Universidade de Yale.

O deus da Maçonaria é Lúcifer, o Portador da Luz, o encantador "anjo de luz" que Satanás finge ser aos seus acólitos. Os britânicos referem-se a ele como Hélios ou Apolo, o deus-sol na mitologia grega.

A rainha da Inglaterra pode ou não aderir a todas as crenças e doutrinas da Maçonaria, porém suas mensagens natalinas são profundamente maçônicas. Ela rejeita a deidade de Cristo e, portanto, não pode ser considerada cristã. Na verdade, ela é membro-sênior de uma casta pagã governante que está gradualmente levando a humanidade rumo a um governo mundial único e uma religião mundial única.

"As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem; e dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão." [João 10:27-28].



Autor: Jeremy James, artigo original em http://www.zephaniah.eu
Tradução: F. A. W.
Revisão: http://www.TextoExato.net
Data da publicação: 24/6/2012
Transferido para a área pública em 6/10/2013
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