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As Urnas Eletrônicas Podem Representar um Perigo Real Para a República Representativa, Que Depende da Contagem Idônea dos Votos

Recursos úteis para sua maior compreensão

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Quando você considera que o software desses equipamentos pode ser facilmente programado para contar os votos de acordo com uma fórmula predefinida e forçar um determinado resultado em uma eleição, sem permitir depois qualquer auditoria, chega à conclusão que esse tipo de sistema de apuração eletrônica das eleições pode na verdade representar mais uma tremenda enganação do fim dos tempos. "Quem vota e como vota não conta nada; quem conta os votos é que realmente importa" — Josef Stalin, ditador soviético.

A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado?

Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia-a-dia!!

Aprenda a proteger a si mesmo e aos seus amados!

Após ler nossos artigos, você nunca mais verá as notícias da mesma forma.

Agora você está na
"THE CUTTING EDGE"


Introdução — A Ameaça

Nunca vou me esquecer da manhã de 5 de dezembro de 2000. O webmaster da Cutting Edge me telefonou para contar que tinha acabado de ouvir um comentarista no rádio dizer que o único método que poderia ser implementado para evitar outra trapalhada na apuração dos votos que ocorreu na Flórida era forçar a implementação generalizada das urnas de voto eletrônico. Jim me disse que, como base em seus muitos anos de experiência na indústria da informática, as urnas eletrônicas tornariam muito fácil para os Illuminati roubar os votos e as eleições.

Não mais 300.000 pessoas já mortas votariam em Chicago, nem 450.000 pessoas teriam de sair dos seus túmulos nos cemitérios do Texas de Lyndon Johnson, como ocorreu na eleição presidencial de 1960 entre Richard Nixon e John Kennedy. Agora, as urnas eletrônicas, por sua natureza inerente, permitirão que os operadores do sistema rápida, fácil e invisivelmente mudem os totais dos votos em qualquer nível em qualquer estado. Uma vez que os resultados forem enviados da zona eleitoral, irão para o ciberespaço e não poderão mais ser rastreados. A não ser que as urnas eletrônicas estejam equipadas com uma impressora, a recontagem não será possível, e não haverá um registro em papel e, portanto, não será possível fazer a recontagem nem auditoria alguma.

Como a continuação da República Representativa americana é totalmente dependente da contagem idônea dos votos, essa nova tecnologia ameaça a vida da República americana. Essas máquinas são uma verdadeira ameaça ao nosso governo, e pode nos transformar em uma República de Bananas em que o principal partido político controla a máquina eleitoral de forma a garantir que os atuais ocupantes dos cargos do governo sempre vençam as eleições.

A ameaça é real, porque a tecnologia a tornou possível. Vamos examinar o que está envolvido.

Podemos Provar o Intento de Enganar?

Como qualquer promotor pode lhe dizer, para obter uma vitória no tribunal é preciso provar que o acusado queria cometer o crime e que possuía o "intento" de cometer o crime. Precisamos primeiro tratar dessa questão neste artigo, pois um número grande demais de pessoas ingenuamente acredita que seus governantes têm os melhores interesses em seus corações e nunca, nunca, agiriam de forma maliciosa e planejada para lhes fazer mal. Por essa razão, muitas pessoas recusam-se a acreditar em nossos ensinos sobre os governantes guiarem nosso país à satânica Nova Ordem Mundial, embora tal ensino seja coerente com a profecia bíblica sobre a condição dos corações dos governantes no período do fim dos tempos.

Portanto, a questão da hora é simples: podemos provar o intento da parte de qualquer alto funcionário do governo envolvido com a indústria da urna eletrônica para manipular os votos de modo a mudar o resultado das eleições em favor de um determinado partido, ou algum candidato individual? Você será o juiz após ler este artigo.

Mais de um ano atrás, o executivo de mais alto nível da Diebold, uma empresa fabricante de urnas eletrônicas, disse aos republicanos do Ohio que ele e sua empresa estavam dedicados a entregar o estado ao presidente Bush em 2004!

Resumo da Notícia: "Controvérsia das Urnas Eletrônicas", Julie Carr Smith, Cleveland Plain Dealer, 28/8/2003, reimpresso em Common Dreams News Center, http://www.commondreams.org/headlines03/0828-08.htm

"Columbus — O presidente de uma companhia que está interessada em vender urnas eletrônicas ao Ohio disse aos republicanos em uma carta recente de levantamento de fundos que está 'comprometido em ajudar o Ohio a entregar seus votos eleitorais para o presidente no ano que vem'. A carta, de 14 de agosto, de Walden O'Dell, executivo-chefe da Diebold Inc. — que se tornou ativo nos esforços de reeleição do presidente Bush — motivou nesta semana os democratas a questionarem a adequação de permitir que a companhia de O'Dell contabilize os votos na eleição presidencial de 2004."

Você pode imaginar a audácia do executivo de uma empresa fabricante de urnas eletrônicas sair enfaticamente em suporte ao presidente Bush em 2004, chegando ao ponto de dizer que ele e sua empresa, a Diebold, estão dedicados a entregar os votos do estado de Ohio para Bush em 2004! Uma empresa que esteja fabricando urnas eletrônicas deve fazer todo o esforço de preservar sua integridade e imparcialidade. Afinal, uma urna eletrônica deve ser o instrumento não enviesado pelo qual os eleitores expressarão sua vontade, não os meios enviesados pelo qual um candidato e seu partido, alcançarão um objetivo que já é predeterminado!

Essa história apenas se torna pior.

"O'Dell participou de um encontro para a definição de estratégias com os ricos contribuintes da campanha de Bush — conhecidos como Batedores e Pioneiros — no rancho do presidente em Crawford, no Texas, no início deste mês. Na semana seguinte, ele enviou convites, vendidos a mil dólares cada, para levantamento de recursos para o fundo de campanha federal do Partido Republicano no Ohio — parcialmente beneficiando Bush — em sua mansão no bairro de Upper Arlington, em Columbus." (Ibidem).

Assim, a Diebold estava apoiando financeiramente a campanha do presidente Bush, pelo menos já desde 2003. Entretanto, mais para o fim deste artigo, ficaremos sabendo que a maioria dos lobistas em favor das urnas eletrônicas estão também muito conectados politicamente.

"Blackwell disse que a Diebold não é a única empresa com conexões políticas — observando que os lobistas dos fabricantes de urnas eletrônicas parecem-se como um quem é quem dos poderosos e politicamente conectados de Columbus. 'Deixe-me dizer desta forma: Se houvesse uma pessoa singularmente envolvida no processo político, isso poderia ser preocupante', ele disse. 'Mas não há alguém que não tenha usado todo recurso legítimo e um pouco de alavancagem que poderia usar legalmente para fazer seu produto ser visto. Acredite, se existe uma alavanca política a ser puxada, todos eles a puxaram.' " (Ibidem).

Até a CBS News entrou na calorosa discussão sobre a manipulação dos resultados das eleições.

Resumo da Notícia: "O Voto Eletrônico É a Solução?", CBS News, 8/8/2004, http://www.cbsnews.com/stories/2004/07/28/sunday/main632436.shtml.

"CBS: Para evitar um fiasco na eleição deste outono, o Congresso ofereceu aos estados US$ 3,9 bilhões para adquirem equipamentos de votação modernos... A notícia ruim é, eles podem ter problemas muito piores. A experiência da Califórnia não foi nada como a de Maryland... Tantas das máquinas apresentaram problemas de funcionamento e rodavam software não-aprovado que Shelley deu o passo extraordinário de 'descertificá-las'... Havia também preocupação com o software."

Neste ponto, o artigo da CBS começa a falar sobre as investigações de Avi Ruben, um professor de Ciência da Computação na Universidade John Hopkins. Portanto, vamos direto para esse artigo, escrito em profundidade pelo Jewish Times.

Resumo da Notícia: "A Urna de Votação", Joel N. Shurkin, JewishTimes.com, 29/10/2004.

"Um terço dos eleitores na eleição de novembro estará usando as urnas eletrônicas... O Dr. Rubin e muitos cientistas da computação vêem nessas máquinas nada menos que uma ameaça para a democracia americana. Elas são fáceis de serem manipuladas... o que torna possível manipular os resultados das eleições... Em muitos casos, elas estão configuradas para impedir a recontagem em caso de questionamentos..."

Embora isso pareça ser potencialmente muito sério, a pior revelação ainda está por vir. O Dr. Rubin acidentalmente colocou suas mãos no software da Diebold — o código-fonte que roda nas urnas eletrônicas. Vamos acompanhar a história a partir deste ponto.

"Os alunos do Dr. Rubin examinaram 49.609 linhas de código — comandos de linguagem de programação de computadores que parecem hieróglifos para qualquer um que não tenha estudado programação. Uma linha os deixou estupefatos. Ela não significa nada para o leigo, mas foi o suficiente para arrepiar os cabelos do Dr. Rubin.

#define DESKEY ((des_Key* "F2654hd4"

"Todos os programas comerciais prevêem a criptografia, protegida por código secreto para que ninguém possa ler ou modificar o conteúdo sem conhecer a chave de criptografia... A linha que assustou a equipe da Universidade John Hopkins diz que o método usado para criptografar as máquinas Diebold é um método chamado Digital Encryption Standard (DES, ou Padrão de Criptografia Digital), um código que foi quebrado em 1997 e não é mais usado por ninguém para proteger os programas. F2654hd4 era a chave para a criptografia... Além disso, como a chave estava no próprio código-fonte, todas as máquinas Diebold respondiam à mesma chave. Destrave uma, e você poderá destravar todas as urnas." (Ibidem; ênfase adicionada).

Assim, uma pessoa que trabalhe em cooperação com um dos candidatos, e que seja o responsável pela totalização dos votos, poderia enviar um sinal a todas as urnas eletrônicas da Diebold em seu distrito eleitoral, destravar todas elas simultaneamente, e entrar no sistema para alterar os totais dos votos. Embora a Diebold insista que isso foi corrigido em suas máquinas, o Dr. Rubin diz que as máquinas não foram corrigidas; somente um grande esforço para iniciar tudo novamente pode corrigir os problemas com as urnas eletrônicas.

Mas as notícias ficam ainda piores, pois um bom hacker não precisa nem mesmo ter esse código-fonte para alterar os totais de votos! O governo do estado de Maryland contratou uma firma especializada em segurança de computadores -a RABA Technologies — para investigar as urnas eletrônicas da Diebold. O que eles descobriram foi tão preocupante quanto a descoberta do Dr. Rubin.

"A RABA confirmou o estudo da Universidade John Hopkins na maioria de suas acusações e encontrou ainda mais problemas. Michael A. Wertheimer, da RABA, e uma equipe de hackers da empresa conseguiram invadir o computador da Junta Eleitoral, alteraram os resultados de uma eleição simulada e então salvaram os dados sem deixar rastro algum. 'Fizemos tudo em menos de cinco minutos', ele disse ao 'The Daily Show'." (Ibidem).

Estamos planejando escrever um artigo maior sobre este assunto, pois existem tantas informações que estão chegando agora que os totais de votos em zonas eleitorais-chave que usaram a votação eletrônica que esse assunto exige uma análise mais minuciosa.

Entretanto, mais uma consideração sobre esse assunto é apropriada. Todas essas informações estão claramente disponíveis na Internet e por meio de fontes profissionais, e o círculo de conhecimento e revelação está aumentando diariamente. Portanto, John Kerry teria amplas razões para adiar seu telefonema e seu discurso de admissão de derrota até que mais informações tivessem chegado. Então, por que ele reconheceu a derrota horas depois de seu próprio candidato a vice-presidente, John Edwards, ter jurado que não reconheceria a derrota até que o "último voto tivesse sido contado"?

A resposta é simples: John Kerry também é membro da sociedade Caveira e Ossos. Os juramentos da fraternidade são mais poderosos que qualquer juramento de fidelidade, proíbem um membro da Caveira e Ossos de prejudicar outro membro de qualquer forma. Agora, você vê uma razão muito grande por que era importante saber que Bush e Kerry são membros vitalícios da Caveira e Ossos? Esses fatos influenciam e moldam os eventos e afetam nossas vidas.

Histórias Específicas de Notícias


Estude este gráfico, pois ele compara os resultados das pesquisas boca-de-urna com a tabulação real das votação. Você pode ver que, nos estados em que houve urnas com votação em cédulas de papel, as pesquisas boca-de-urna e a tabulação real dos votos estão bem próximas. Entretanto, nos estados em que houve votação eletrônica, há uma ampla diferença entre as duas, e geralmente a favor de Bush. Esse resultado não é surpreendente, dados os perigos inerentes nas urnas eletrônicas. Dada a facilidade com que os votos podem ser alterados, e dada a ousada e forte intenção de roubar o Ohio para Bush, como prova uma citação anterior, podemos apenas esperar que todas as eleições de agora em diante terão exatamente o resultado que os Illuminati queiram que elas tenham. Um de nossos assinantes nos telefonou para informar que em seu distrito eleitoral, o voto eletrônico foi instalado antes das eleições de 2000; desde então, não houve mais surpresas em qualquer disputa, em um estado em que as surpresas eram sempre comuns.

Agora, vamos analisar algumas das histórias desta eleição de 2004.

Em cada uma das histórias das eleições presidenciais de 2 de novembro que vamos compartilhar com você agora, tenha em mente que essas histórias individuais representam somente a proverbial "ponta do iceberg". Você também verá a afirmação enganosa que esses problemas não contêm votos suficientes para mudar o resultado das eleições. A realidade é que, se essas poucas histórias são apenas a ponta do iceberg, toda a eleição pode ter sido conduzida na direção desejada. Além disso, em uma eleição muito apertada, os totais de votos deliberadamente controlados em algumas zonas que usam o voto eletrônico poderiam ser manipulados de modo a obter uma vitória apertada em um estado para o candidato preferido.

A maioria das pessoas instintivamente confia agora nos computadores, esquecendo-se do passado recente, quando era comum o sistema travar regularmente, e esquecendo-se que apenas um erro de digitação pode apagar ou modificar uma enorme quantidade de informações.

Resumo da Notícia: "Erro da Máquina Dá Votos Extras Para Bush no Ohio", Yahoo News, 5 de novembro de 2004.

"Columbus, Ohio — Um erro com um sistema eletrônico de votação deu ao presidente Bush 3.893 votos adicionais em um bairro de Columbus, disseram funcionários que trabalharam nas eleições. Os resultados não oficiais do condado de Franklin mostravam Bush recebendo 4.258 votos para o democrata John Kerry em uma zona eleitoral em Gahanna. Os registros mostram que somente 638 eleitores votaram naquela zona."

Você entendeu esse resultado? Somente 648 eleitores votaram naquela zona eleitoral, mas Bush recebeu 4.258 votos! Você vê um dos problemas com as urnas eletrônicas? O total de Bush nessa zona eleitoral no Ohio simplesmente aumentou em quase 4.000 votos!

Resumo da Notícia: "Disparidades na Contagem Final", Rense.com, 5 de novembro de 2004.

"Assim, o que realmente vemos quando comparamos as pesquisas de boca-de-urna com os resultados reais? Existe uma inclinação — mas SOMENTE nos estados em que os Republicanos tinham dito anteriormente que seriam estados-alvo em jogo. A inclinação está na mesma direção toda vez; isto é, a favor de Bush. Os resultados da pesquisa de boca-de-urna não são distribuídos do modo como a teoria da alternância prediz. Eles estão todos no lado de Kerry da contagem dos votos conforme emitido pelos estados, exceto por alguns poucos estados que ficaram admiravelmente bem perto dos números das pesquisas de boca-de-urna.

"Aqui estão os números: (Você pode ver os muitos detalhes dados neste artigo: http://www.rense.com/general59/blatantexitpollfinal.htm).

Veja agora a conclusão deste estudo:

"Tomando os números e medindo o tamanho e a direção da pesquisa para a discrepância na contagem suposta dos votos, encontramos a variância entre a pesquisa de boca-de-urna e o resultado final:

  • Winsconsin: Bush +4%
  • Pensilvânia: Bush +5%
  • Ohio: Bush +4%
  • Minnesota: Bush +7%
  • New Hampshire: Bush +15%
  • Carolina do Norte: Bush +9% " (Ibidem)

Resumo da Notícia: "Condado de Palm Beach Registra 88.000 Votos a Mais do Que o Número de Eleitores", The Washington Dispatch, 5 de novembro de 2004.

"De acordo com os resultados oficiais das eleições publicados no website das eleições no condado Palm Beach, 542.835 cédulas foram preenchidas para os candidatos a presidente, enquanto somente 454.427 eleitores se apresentaram para a votação (incluindo a abstenção). Isso deixa uma discrepância de 88.408 votos lançados para os candidatos a presidente... O condado de Palm Beach atualizou seus números e acrescentou 91.802 cédulas de abstenção e 1.041 cédulas provisórias... Enquanto o condado de Palm Beach parece ter contabilizado a discrepância, isso enfatiza as fraquezas no sistema e na compilação dos dados."

Sem brincadeira. Relatórios como esse verdadeiramente "enfatizam as fraquezas no sistema."

Agora, vamos examinar outro caso em que as urnas eletrônicas forneceram um resultado muito suspeito.

Resumo da Notícia: "Voto Eletrônico: A eleição roubada de 2004", Online Journal, 5 de novembro de 2004.

"... para aqueles que ficaram 'chocados' ao assistirem os números noturnos das eleições misteriosamente se modificarem no meio da controvérsia; para aqueles que estão lutando para compreender o que aconteceu, permitam que essa fria realização sirva para edificação... É tolice... gastar as energias em atividades de eleições 'limpas', e esperar bons resultados. Para citar um dos muitos atos falhos freudianos de George W. Bush, 'nós fazemos as eleições'. A eleição presidencial de 2004 foi apenas mais uma 'fabricação'... Então vieram as máquinas 'caixa preta de votação'."

" 'A tecnologia teve um teste nas eleições de 2002. Na Geórgia, servida pelos novos sistemas da Diebold, o governador popular e um senador, ambos democratas, perderam seus assentos naquilo que a mídia chamou de 'surpresas admiráveis', com resultados que mostram migração de votos de até 16% desde as últimas pesquisas pré-eleitorais. No informatizado Minnesota, o ex-vice-presidente Walter Mondale... foi derrotado em uma grande mudança na intenção de voto no último segundo. Falhas técnicas convenientes dos equipamentos na Flórida fizeram um número não determinado de votos que eram destinados ao candidato democrata serem registrados para o governador Jeb 'Irmãozinho' Bush. Um democrata da Flórida que perdeu uma eleição local 'devido às falhas técnicas' similares foi ao tribunal para que os computadores fossem examinados — mas o caso foi descartado por um juiz que julgou que o funcionamento interno das urnas eletrônicas é um 'segredo comercial' das empresas privadas que as fabricam."

"Em 2003, a votação eletrônica com a 'caixa preta' também ajudou a remover o governador Gray Davies e instalar o republicano Arnold Schwarzenegger na fortaleza democrata que é a Califórnia."

"... A probabilidade de um conserto era óbvia em toda a campanha presidencial de 2004. As pesquisas eleitorais da mídia corporativa continuaram predominantemente a favor de Bush, sem nunca reduzir sua porcentagem para menos de 48%, apesar do seu desempenho inferior em três debates seguidos com John Kerry, e apesar do aparecimento de mais escândalos da guerra. Isso estava em profundo contraste com as pesquisas independentes que mostravam Kerry em vantagem. O momento de Kerry, e a maciça virada do eleitor Kerry/anti-Bush foi evidente no dia da eleição, e confirmada pelas pesquisas boca-de-urna com números dominantes de Kerry..."

"A contagem dos votos americanos é controlada por três grandes empresas, a Diebold, ESS, Sequoia, e uma quarta, a SAIC, Science Applications International. Todas as quatro estão inseridas na estrutura de poder de Bush... Elas receberam milhões de dólares pelo regime Bush para completar uma rápida automação das urnas eletrônicas que tinham sido usadas na eleição de 2002. A tecnologia envolvida teve uma teste experimental durante as eleições de meio do mandato de 2002. A Geórgia teve máquinas Diebold em todas as zonas eleitorais. Como resultado, um governador e um senador democratas populares perderam seus assentos naquilo que a mídia chamou de 'admirável' migração de 16%."

A revelação que essas quatro empresas fabricantes de urnas eletrônicas estão profundamente interconectadas com o governo Bush nos traz de volta à citação do executivo-chefe da Diebold, no início deste artigo:

"O presidente de uma companhia que está interessada em vender urnas eletrônicas ao Ohio disse aos republicanos em uma carta recente de levantamento de fundos que está 'comprometido em ajudar o Ohio a entregar seus votos eleitorais para o presidente no ano que vem'. A carta, de 14 de agosto, de Walden O'Dell, executivo-chefe da Diebold Inc. — que se tornou ativo nos esforços de reeleição do presidente Bush — motivou nesta semana os democratas a questionarem a adequação de permitir que a companhia de O'Dell contabilize os votos na eleição presidencial de 2004." [Cleveland Plain Dealer, op. cit.].

Mas a questão fica ainda mais séria.

"A corrida louca para instalar esses computadores não auditáveis está sendo dirigida pela Lei Ajudando a América a Votar, assinada pelo presidente Bush! O principal grupo lobista que pressionou pela aprovação da lei... foi um consórcio de distribuidores de material bélico, incluindo a Northrup Grumman e a Lockheed Martin. Quando você ouvir as pessoas dizerem: 'Respire bem fundo, vamos superar isto', 'precisamos trabalhar mais', 'precisamos nos organizar' — não. Não iremos. Está acabado. A não ser que tabulação eletrônica dos votos seja deixada para trás e essas empresas sejam tiradas do negócio, o país é deles, não é mais nosso. Ninguém sabe, e ninguém saberá, qual foi a contagem real dos votos. Não existem mais questionamentos e prestação de contas... Nunca mais haverá uma eleição legítima neste país. Até que nos livremos dessas máquinas."

Nós mesmos não poderíamos definir o problema de forma mais sucinta. Como nosso webmaster advertiu em dezembro de 2000, as urnas eletrônicas tornam bem fácil para os Illuminati roubarem as eleições. Nunca mais qualquer governante terá de responder a qualquer grupo de cidadãos por seu comportamento. Os governantes poderão fazer o que quiserem, sabendo que podem manipular a votação durante as próximas eleições. A América está verdadeiramente na posição em que realmente não importa se ou por quem votamos. Todo o processo eleitoral é tão manipulável quanto era durante os velhos tempos da Rússia comunista, quando os ocupantes dos cargos governamentais eram eleitos e reeleitos com mais de mais de 90% dos votos.

A chave para o sucesso de todo este cenário é não permitir que a população perceba que ela e as eleições estão sendo rigidamente controladas. Exatamente como no filme O Show de Truman, as vítimas não devem perceber que estão sendo controladas. Estamos neste ponto em que o psicólogo Vance Packard predisse em seu livro monumental, The People Shapers:

"Podemos decidir usar nosso crescente conhecimento para escravizar a população de formas nunca sonhadas antes, despersonalizando-as, controlando-as por meios tão cuidadosamente selecionados que talvez elas nunca tomem conhecimento da sua perda de personalidade." (Introdução).

Agora, com as urnas eletrônicas, os Illuminati colocam quem exatamente eles querem em cada cargo no país, se assim desejarem fazer. Se quiserem que um democrata seja eleito, um democrata será eleito; se quiserem um republicano no cargo, um republicano vencerá as eleições. Em nome de promover "democracia", e "valores democráticos", essas urnas eletrônicas estão destruindo nossas liberdades, e poucos cidadãos sabem ou se preocupam com isto.

Agora que os EUA se preparam para realizar uma "eleição" no Iraque, você saberá que, embora a votação não será feita de forma eletrônica, os candidatos apoiados pelos EUA ganharão a maioria. Em outubro, o candidato apoiado pelos EUA para presidente venceu uma eleição disputada, em meio de acusações de fraude. Essa é a "democracia" pela qual nossos bravos soldados estão lutando e morrendo.

Verdadeiramente, a enganação sem paralelos predita na Bíblia está aqui sobre nós.



Você está preparado espiritualmente? Sua família está preparada? Você está protegendo seus amados da forma adequada? Esta é a razão deste ministério, fazê-lo compreender os perigos iminentes e depois ajudá-lo a criar estratégias para advertir e proteger seus amados. Após estar bem treinado, você também pode usar seu conhecimento como um modo de abrir a porta de discussão com uma pessoa que ainda não conheça o plano da salvação. Já pude fazer isso muitas vezes e vi pessoas receberem Jesus Cristo em seus corações. Estes tempos difíceis em que vivemos também são tempos em que podemos anunciar Jesus Cristo a muitas pessoas.

Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.

Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.

Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia-a-dia.

Fale conosco direcionando sua mensagem a um dos membros da equipe de voluntários.

Se desejar visitar o site "The Cutting Edge", dê um clique aqui: http://www.cuttingedge.org

Que Deus o abençoe.

Data de publicação: 14/12/2004
Revisão: http://www.TextoExato.com
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