A Entrega do Prêmio Oscar é a Reencenação de um Antigo Festival Egípcio Dedicado a uma Divindade Solar

Autor: Jeremy James, 12 de junho de 2015.

De tempos em tempos, gostamos de expor a extensão em que este mundo está sendo controlado por pessoas que odeiam o Cristianismo, pessoas que adoram os deuses do paganismo antigo, especialmente os deuses do antigo Egito. Um ensaio anterior examinou o papel da Feitiçaria em Hollywood, com referência particular a um episódio da comédia de situação Two and a Half Men (leia aqui). No ano passado, publicamos um estudo detalhado (com mais de 200 páginas) analisando a influência da religião egípcia e da astrologia no simbolismo oculto incorporado nos edifícios e monumentos na cidade de Londres. (O nome dsse ensaio é "Babylonian London, Nimrod And The Secret War Against God" e pode ser encontrado em nossa página, em http://www.zephania.eu).

Neste trabalho de pesquisa mostraremos como os deuses do Egito são reverenciados pelos milionários e poderosos que controlam a indústria do cinema em Hollywood. Os anjos caídos — que pensam em si mesmos como deuses — são especialmente atraídos pela profissão de ator, pois podem explorá-la, frequentemente com excepcional habilidades, como um veículo para sua própria filosofia infernal. É bem-conhecido que muitos atores e atrizes fazem pactos com esses anjos caídos (demônios), de modo a receber a assistência invisível deles. O mesmo é verdadeiro a respeito de muitas estrelas da música Rock e comediantes que se apresentam sozinhos, em monólogos cômicos diante de uma audiência. Por exemplo, o frenético comediante Robin Williams, que cometeu suicídio em 2014, era um homem de grande talento pelos padrões mundanos, mas era atormentado pelos muitos demônios que o usaram para seus próprios propósitos:

"Sim! Literalmente, é como possessão — de repente você é tomado e, como está diante de uma audiência real, simplesmente recebe essa energia que começa a fluir... Mas, há também esta coisa — é possessão. No passado eu seria queimado por causa disto.. Mas, há algo energizante nisto, que lhe faz se sentir muito forte. Neste momento você é totalmente o Médico e o Monstro, onde você realmente pode se tornar essa outra força." [Robin Williams entrevistado por James Kaplan, US Weekly, janeiro de 1999].

O aclamado ator Johnny Depp foi citado como segue na revista Vanity Fair:

"Sei que tenho demônios. Não sei se quero me livrar deles totalmente, mas gostaria de experimentá-los de um modo diferente. Talvez ficar cara a cara com eles. Nunca tive tempo para fazer terapia. Bem, fiz algumas sessões ocasionalmente, mas não o suficiente para obter ajuda." ["Johnny Be Good", Kevin Sessums, Vanity Fair, fevereiro de 1997].

A Fixação de Hollywood com o Ocultismo

A fixação de Hollywood com o ocultismo se tornou mais extremo nos anos recentes. Como resultado, a indústria do cinema é hoje a maior fonte de propaganda demoníaca. Algumas produções dessa indústria são repulsivas demais para descrever, até mesmo em linhas gerais. Por alguma razão, muitas pessoas pensam que podem assistir a esses filmes e programas e não ser afetados, mas estão seriamente enganadas.

Os grandões na indústria do cinema em Hollywood adoram ao anjo caído conhecido como Lúcifer. Isto inclui não apenas os executivos dos estúdios, os principais atores e atrizes, mas milhares de outras pessoas, como diretores, produtores, roteiristas, atores, junto com outros participantes influentes, porém pouco conhecidos no sistema dos estúdios. Por mais que seja difícil para nós imaginarmos, eles venderam suas almas em troca do sucesso mundano. Em retorno, o mestre infernal deles espera que sua agenda seja promovida o máximo possível.

A indústria alcançou uma fase em que o próprio Lúcifer está sendo trazido às telas pelos estúdios Fox e Warner Brothers. Além disso, ele recebe um retrato simpático. De acordo com um artigo em Deadline Hollywood (19 de fevereiro de 2015), a série para a televisão estará baseada em personagens criados por Neil Gaiman, Sam Kieth e Mike Dringenberg" e irá se centrar em Lúcifer, que, enfadado e triste como Senhor do Inferno, renuncia ao trono e abandona seu reino para ir buscar a gostosa e vibrante loucura de Los Angeles, onde ele se diverte ajudando a Polícia do condado a punir os crimininosos.

Observe como Lúcifer vem a Los Angeles, capital mundial da indústria do cinema. A princípio, pode parecer que Hollywood finalmente chegou ao ponto em que pode mostrar Lúcifer de uma forma positiva. Entretanto, se examinarmos mais de perto, descobriremos que Hollywood tinha na realidade chegado àquele ponto — porém de um modo menos óbvio — ainda em 1929 quando lançou as Premiações Anuais da Academia.

Os Prêmios Anuais da Academia

Os prêmios anuais, que são supervisionados por um Mestre de Cerimônias, são entregues a aproximadamente 50 pessoas em reconhecimento às suas contribuições para a indústria do cinema. Todo o foco é colocado em uma estatueta de ouro. A cerimônia é transmitida ao vivo para mais de 200 países, fazendo dela possivelmente o evento anual mais assistido no mundo.

Dada a proeminência dos prêmios e a adulação que é dada aos seus ganhadores, a estatueta em si precisa certamente ter algum significado. Infelizmente, os detalhes oficiais são muito resumidos. Aparentemente, a estatueta retrata um cavaleiro que está segurando a espada de um cruzado e posicionado sobre um pedestal no formato de um carretel de rolo do filme, em que há cinco pontas de setas. De acordo com a Wikipedia, "as cinco setas representam as divisões originais da Academia: atores, autores, diretores, produtores e técnicos."

Mas, será se isto é realmente verdade? Até mesmo o nome dado à estatueta é um tanto bizarro. O que se diz é que ele é derivado de um comentário feito por uma executiva de alto escalão na indústria do cinema, que declarou que a estatueta "parecia muito com seu tio Oscar". Embora o prêmio, junto com a estatueta tenham sido instituídos em 1929, foi somente em 1939 que a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas oficialmente a chamou de Oscar.

A figura da estatueta tem uma pose muito similar àquela que é encontrada entre os artefatos egípcios antigos. Não é necessário pesquisar muito para descobrir uma surpreendente semelhança com o deus-sol Ptah. Este parece ter sido o protótipo para o "Oscar", como mostrado nas figuras a seguir.

Além das similaridades físicas — um homem seminu, em pose ereta, cabeça tosquiada, mãos sobre o peito, mão direita por cima da esquerda — ambas segurando um cetro que vai do peito até os pés. Todos esses aspectos podem ser vistos na estatueta do Oscar.

O único aspecto adicional na estatueta do Oscar é a base "carretel de rolo de filme, formado por um disco dourado com cinco raios que emanm dele. Isto é consistente com a figura de um deus-sol sobre um disco solar.

O cetro é conhecido por representar poder e domínio. Ptah era o principal de todos os deuses do antigo Egito, o deus-sol todo-poderoso cuja posição exaltada lhe garantia vários epítetos, ou títulos:

É significativo que um de seus títulos era "Mestre das Cerimônias".

O Deus Tripartite Ptah-Sokar-Osiris

Com o tempo Ptah tornou-se identificado com o deus da morte que leva ao renascimento, Osíris, e o deus da morte como um processo transformativo, Sokar. Geraldine Pinch descreve esse deus egípcio tripartite como segue:

"Ptah também era parte da entidade tripla Ptah-Sokar-Osíris. Esse grupo divino tem sido interpretado como simbólico do ciclo inteiro da regeneração, com Ptah representando a criação, Sokar a morte como uma metamorfose, e Osíris o renascimento. Ptah-Sokar-Osíris era algumas vezes visto presidindo o julgamento dos mortos na Sala das Duas Verdades. Ele permaneceu importante nos ritos funerários da religião egípcia até o Período Romano."

A autora Pinch prossegue e descreve o componente Sokar dessa trindade em um detalhe revelador:

"O antigo deus dos cemitérios de Mênfis, Sokar, tornou-se o deus da morte como um processo transformativo. As qualidades dele são frequentemente combinadas com as do deus principal em Mênfis e o deus dos mortos para formar a divindade tripartite Ptah-Sokar-Osíris. O Festival de Sokar, realizado anualmente, era um dos grandes eventos do calendário ritual egípcio... Ele também era um artesão divino... Em algum ponto este aspecto de Sokar parece ter sido transferido para Ptah. Ptah e Sokar podiam ser emparceirados como divindade criadora e deus dos mortos, como Rá e Osíris frequentemente eram. Já no Antigo Reinado, Sokar era considerado o nome de Osíris após ele ter sido morto por seu irmão Seth... As estatuetas de Ptah-Sokar-Osíris colocadas nas tumbas algumas vezes continham cópias do Livro dos Mortos..."

"As figuras de Sokar eram preparadas como parte do Festival Khoiak, de um mês de duração, a reencenação anual dos mistérios de Osíris. As instruções para criar essas figuras estavam, segundo se dizia, baseadas em um protótipo divino." [ênfase adicionada]. — Egyptian Mythology: A Guide to the Gods, Goddesses, and Traditions of Ancient Egypt, Geraldine Pinch, Oxford University Press, 2002.

Oscar É uma Variante de Sokar

Se você ainda não presumiu, o deus "Sokar" é quase certamente a origem do nome falso Oscar, que é dado à estatueta. As estatuetas de Sokar eram colocadas nas tumbas — lugares de transformação e renascimento — e reverenciadas como talismãs. Os mistérios de Osíris, que retratam o ciclo da regeneração, eram reencenados anualmente naquilo que era provavelmente a principal celebração pública no antigo Egito. Isto requeria a produção de figuras de Sokar com base em um "protótipo divino".

Não somente Sokar está identificado com Ptah mas, como a autora Pinch diz, o nome Sokar foi também aplicado a Osíris — o grande deus da Maçonaria — após ele ter sido assassinado por seu irmão Seth.

O Prêmio Anual da Academia parece ser uma encenação moderna de um antigo festival egípcio de um deus-sol, em que as "estrelas" (deuses) são honrados diante dos sacerdotes da profissão, onde estatuetas altamente reverenciadas de Ptah-Sokar-Osíris — criadas de acordo com um protótipo aprovado — são distribuídas para os devotos mais estimados, e onde todo o espetáculo é supervisionado por um Mestre de Cerimônias. Além disso, exatamente como o festival era observado em todo o Egito, a cerimônia de entrega dos Prêmios da Academia é assistida em mais de 200 países em todo o mundo.

O Protótipo

Dos muitos exemplares que sobreviveram, a estátua de Ptah que mais influenciou o protótipo original parece ter sido aquela que está no Serapeu, na Vila Adriana, em Roma, que pertence ao Museu do Vaticano — veja a foto a seguir.

O imperador Adriano, que era bem aberto sobre sua homossexualidade, era fortemente devotado aos deuses do paganismo e detestava tanto o Cristianismo quanto o Judaísmo. Ele ordenou que a cidade de Jerusalém fosse renomeada como Aelia Capitolina, em honra ao deus Júpiter. Aelia referia-se ao nome da família do imperador, enquanto que Capitolina referia-se à colina Capitolina, em Roma, onde o principal templo de Júpiter estava localizado. Ele também alterou o nome de Judeia para Síria Palestina, como um insulto aos judeus, cujo grande inimigo tinha sido os filisteus. Como se essas blasfêmias não fossem suficientes, ele ordenou a construção de um templo em honra a Júpiter em Jerusalém e que o terreno do Monte do Templo fosse arado e totalmente revirado para tornar difícil depois a determinação exata de onde o grande templo do Senhor estava erigido.

As tentativas de Adriano de helenizar os judeus e forçá-los a abandonar sua religião levou à Segunda Revolta Judaica, no ano 132, e à final dispersão do povo judeu. Em um período de três anos, o exército romano na Judeia matou cerca de 600.000 judeus à espada e destruiu totalmente 50 cidades fortificadas e quase mil aldeias. Tão grande foi a destruição que aparentemente nem uma oliveira restou em todo o país. Aqueles que escaparam da espada morreram de fome e pelas doenças, ou foram vendidos como escravos e dispersos por todo o império.

Quando fontes judaicas mencionam Adriano, é sempre com o epitáfio "Que seus ossos sejam moídos", uma execração que nunca foi aplicada a Vespasiano ou a Tito, que destruíram o Segundo Templo. Portanto, é curioso que a estátua de Ptah-Sokar-Osíris que aparentemente foi usada como protótipo para a estatueta do Oscar de Hollywood foi aquela que pertenceu a um imperador romano que tinha muitas das características do Anticristo.

Conclusão

Independente de quantas evidências apresentemos das afiliações pagãs e dos objetivos sinistros da Elite Globalista, sempre haverá uma proporção significativa de pessoas que permanecerão sem se deixar convencer. Entretanto, é nossa esperança que os cristãos bíblicos recebam um choque com esta evidência e a levem em consideração. As Escrituras falam repetidamente de um inimigo organizado e intratável que odeia o Senhor e todos que O adoram. Esses adversários de carne e sangue são muito reais e estão profundamente determinados a destruir o Judaísmo-Cristianismo. Embora eles sejam muito habilidosos em esconder sua existência e sua forma de operação, também são incrivelmente arrogantes e gostam de transmitir seus ideais de tempos em tempos de diversas formas. A Premiação Anual da Academia é uma dessas "transmissões".

Não somente eles adoram Ptah-Sokar-Osíris e os deuses do antigo Egito, mas querem que o restante do mundo os adorem também. No presente, isto é feito somente de uma forma disfarçada. Entretanto, eles estão confiantes, que a vindoura Nova Ordem Mundial permitirá que eles erradiquem o verdadeiro Cristianismo bíblico e o substituam inicialmente por uma religião de Nova Era cristianizada de amor, paz e tolerância. Depois que isto for estabelecido, eles começarão a celebração aberta dos deuses do antigo Egito e aguardarão a encarnação em forma humana de seu deus Ptah-Sokar-Osíris, que eles acreditam que dará início à Era Dourada. Como cristãos, conhecemos esse indivíduo como o Anticristo, mas para os milionários e poderosos que controlam a indústria do cinema em Hollywood, ele é o "tio Oscar".

"Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos dos homens. Têm boca, mas não falam; olhos têm, mas não vêem. Têm ouvidos, mas não ouvem; narizes têm, mas não cheiram. Têm mãos, mas não apalpam; pés têm, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta. A eles se tornem semelhantes os que os fazem, assim como todos os que neles confiam." [Salmos 115:4-8].



Autor: Jeremy James, artigo em http://www.zephaniah.eu.
Data da publicação: 20/6/2015
Transferido para a área pública em 19/3/2017
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/oscar.asp