O Sofrimento na Vida dos Santos de Deus

Por que Deus permite que a tragédia atinja a vida de seus filhos?


Recursos úteis para sua maior compreensão

As Igrejas Cristãs Estão Abrindo as Portas Para o Anticristo


Título do Livro 2


Título do Livro 3

A Bíblia nos fala de muitos indivíduos que sofreram grandemente, mas, é claro, nem um deles sofreu tanto quanto o próprio Senhor Jesus Cristo. O sofrimento físico infligido pela crucificação foi expressamente criado pelos fenícios e cartagineses e mais tarde levado à perfeição pelos romanos como a pior pena de morte. Entretanto, por mais horrível que tenha sido, precisamos compreender que o sofrimento físico do imaculado Filho de Deus é pequena em comparação com a agonia que Ele experimentou em se tornar "pecado por nós" [2 Coríntios 5:21]. Assim, ao discutirmos o assunto do sofrimento, precisamos ter constantemente em mente que o próprio Deus definiu o padrão e que "não é o discípulo mais do que o mestre, nem o servo mais do que o seu senhor". [Mateus 10:24].

Em uma mensagem de correio eletrônico recebida recentemente, uma pessoa expressou uma opinião que é provavelmente compartilhada e muitas vezes expressa por muitos. Ao fazer alguns comentários sobre o patriarca Jó, essa pessoa acusou Deus de ser um tirano cruel e malvado porque o Diabo recebeu a permissão de matar todos os filhos de Jó e infligir ao próprio Jó uma séria enfermidade — depois terminou dizendo que esperava que aquela parte da Bíblia fosse uma ficção! Bem, é desnecessário dizer que tivemos de enfatizar alguns conceitos teológicos muito importantes em nossa resposta a essa pessoa.

A percepção humana do certo e do errado e do que é justo ou não é bem uniforme entre todas as pessoas, mas a depravação como uma condição espiritual não é geralmente reconhecida, mesmo entre aqueles que professam a Cristo como seu Salvador. Somos uma raça caída e certamente não pensamos com a mesma clareza espiritual como Deus, ou como Adão e Eva antes da queda. Esse conceito é enfatizado por Deus na seguinte afirmação:

"Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o SENHOR. Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos." [Isaías 55:8-9].

Portanto, sempre que somos tentados a questionar as ações de Deus, ou acusá-lo de não ser justo, precisamos ter em mente o fato da depravação humana. Como freqüentemente menciono para meu pequeno rebanho quando surgem perguntas desse tipo: "Veja com o que pensamos!" Precisamos entender que nossa capacidade espiritual de raciocinar foi prejudicada pelo pecado e as conclusões a que chegamos não são sempre corretas — especialmente nas questões referentes à soberania de Deus. Ele certamente não pode fazer nada de errado e independente do quanto alguém seja forçado a sofrer nesta vida, está sempre de perfeito acordo com Sua vontade! Ou Ele causou, ou permitiu que acontecesse. Logicamente, a resposta humana sempre é questionar e encontrar a falha — mas não podemos ver o "quadro grande" e, portanto, não temos uma estrutura de referência. Deus nos dá uma maior compreensão dessa visão maior quando diz:

"Lembrai-vos das coisas passadas desde a antiguidade; que eu sou Deus, e não há outro Deus, não há outro semelhante a mim. Que anuncio o fim desde o princípio, e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam; que digo: O meu conselho será firme, e farei toda a minha vontade." [Isaías 46:9-10].

Jeová (YHVH), o ser espiritual eterno e auto-existente que chamamos de "Deus", ocupa outra dimensão da realidade fora deste universo que Ele criou e no qual vivemos. O tempo, o espaço e a matéria são todos grandezas mensuráveis e, portanto, parte da criação de Deus. De modo algum Ele está limitado por eles e os teólogos nos dizem que para Deus tudo está em um estado de "sempre presente agora"! Nada o toma de surpresa e tudo o que acontece, sem exceção, ocorre de acordo com seu plano mestre. E, a não ser que compreendamos o fato da soberania absoluta de Deus nos negócios humanos, nunca poderemos suportar as cargas da vida com a atitude do coração apropriada. Quando Jó foi afligido, não foi punição por algum pecado cometido. Na verdade, Deus enfatiza a integridade e pureza de coração de Jó na seguinte pergunta feita a Satanás:

"E disse o SENHOR a Satanás: Observaste tu a meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus, e que se desvia do mal." [Jó 1:8].

Portanto, qual possível razão poderia ter Deus em chamar a atenção de Satanás para seu mais fiel servo na Terra? Se ele amasse a Jó (como com toda a certeza amava!) por que "soltou o Diabo sobre ele" — como se estivesse fazendo um cachorro feroz atacar? Será que Ele não sabia o que iria acontecer? Porque, é claro, Ele sabia! Ele também conhecia Jó infinitamente melhor do que o próprio Jó conhecia a si mesmo e o resultado final seria para Sua (de Deus) própria honra e glória! E, além disso, Satanás provou por suas ações que ele obviamente não possui o conhecimento que Deus tem do futuro. Ele foi atrás de Jó em um esforço de provar que Deus estava errado e, sem dúvidas, aprendeu outra lição! Assim, vamos dar uma olhada nessa porção das Escrituras e ver o que podemos descobrir.

Após Deus chamar a atenção para Jó, o Diabo responde, começando no verso 9 do capítulo 1:

"Então respondeu Satanás ao SENHOR, e disse: Porventura teme Jó a Deus debalde? Porventura tu não cercaste de sebe, a ele, e a sua casa, e a tudo quanto tem? A obra de suas mãos abençoaste e o seu gado se tem aumentado na terra. Mas estende a tua mão, e toca-lhe em tudo quanto tem, e verás se não blasfema contra ti na tua face. E disse o SENHOR a Satanás: Eis que tudo quanto ele tem está na tua mão; somente contra ele não estendas a tua mão. E Satanás saiu da presença do SENHOR."

A resposta inicial de Satanás foi a acusação de que Jó somente temia e respeitava ao Senhor por ser protegido do mal e abençoado materialmente. Tire tudo isso, ele argumentou, e Jó iria "mudar sua música" e amaldiçoar a Deus! Essa lógica não tem um círculo de familiaridade? Deve ter, porque é o modo como nós, humanos pecadores pensamos — e essa tendência certamente não vem de Deus! Essencialmente, ela diz que nós nunca fazemos alguma coisa por nada — o amor é totalmente excluído e tudo tem seu preço. Remova a recompensa e o comportamento sempre reverterá para o egoísmo. Mas suspeito que Satanás ficou totalmente chocado quando o Senhor lhe deu sinal verde para testar sua afirmação! A única proibição foi que o próprio Jó não deveria ser tocado. O ataque número 1 seria contra as riquezas de Jó. Continuando com o capítulo 1, lemos:

"E sucedeu um dia, em que seus filhos e suas filhas comiam, e bebiam vinho, na casa de seu irmão primogênito, que veio um mensageiro a Jó, e lhe disse: Os bois lavravam, e as jumentas pastavam junto a eles; e deram sobre eles os sabeus, e os tomaram, e aos servos feriram ao fio da espada; e só eu escapei para trazer-te a nova. Estando este ainda falando, veio outro e disse: Fogo de Deus caiu do céu, e queimou as ovelhas e os servos, e os consumiu, e só eu escapei para trazer-te a nova. Estando ainda este falando, veio outro, e disse: Ordenando os caldeus três tropas, deram sobre os camelos, e os tomaram, e aos servos feriram ao fio da espada; e só eu escapei para trazer-te a nova. Estando ainda este falando, veio outro, e disse: Estando teus filhos e tuas filhas comendo e bebendo vinho, em casa de seu irmão primogênito, eis que um grande vento sobreveio dalém do deserto, e deu nos quatro cantos da casa, que caiu sobre os jovens, e morreram; e só eu escapei para trazer-te a nova." [Jó 1:13-19].

Aparentemente, em um período de tempo muito curto, quase tudo o que Jó tinha e amava foi tirado dele. Suas riquezas e a maior parte de sua família (todos, exceto sua mulher) morreram, e podemos apenas imaginar o sofrimento emocional que tomou conta do coração de Jó. Mas o que ele fez em resposta tem falado aos corações dos fiéis e honrado a Deus por mais de 3.000 anos agora — quando lemos esta história na Bíblia! O que ele fez? Os versos 20-22 nos dizem:

"Então Jó se levantou, e rasgou o seu manto, e rapou a sua cabeça, e se lançou em terra, e adorou. E disse: Nu saí do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá; o SENHOR o deu, e o SENHOR o tomou: bendito seja o nome do SENHOR. Em tudo isto Jó não pecou, nem atribuiu a Deus falta alguma." [Jó 1:20-22].

Como era de se esperar de um homem do Oriente Médio, Jó expressou seu luto rasgando suas vestes exteriores — o longo manto que os homens e as mulheres vestiam. Ele também rapou sua cabeça, o que era outro costume relacionado com o luto, mas a próxima coisa que fez ainda deixa todos admirados até ao dia de hoje: Ele se prostrou no chão e adorou a Deus, reconhecendo Sua soberania em tudo aquilo! Em outras palavras, Jó corretamente concluiu que Deus tinha lhe dado filhos e bens e tinha o direito de tomá-los. Infelizmente, muitos cristãos professos dizem de boca para fora que concordam com esse princípio — desde que não seja seus filhos e seus bens!

Pouco tempo atrás nas Filipinas, uma tropa de elite do Exército tentou resgatar um casal de missionários que tinha sido seqüestrado e estava sendo mantido em cativeiro por mais de um ano por militantes islâmicos. No tiroteio que ocorreu, duas pessoas foram mortas — uma mulher filipina e o missionário — enquanto a missionária foi ferida na perna. Naquilo que pareceu ser a primeira declaração feita pela mulher após o resgate, ela agradeceu a Deus por sua libertação e não expressou ódio algum pelos homens que tinham matado seu marido, dizendo que tudo aquilo tinha sido a vontade de Deus. Os descrentes já aprenderam a esperar esse tipo de reação de cristãos dedicados, mas não a compreendem e nem a imitariam. Então, qual é o ponto? Que bem possível poderia vir de um cristão aceitar estoicamente uma tragédia após a outra e então, pela fé, louvar a Deus por suas misericórdias e graça — atribuindo os horríveis eventos à Sua soberana vontade? A resposta pode surpreender você, mas antes de chegarmos a ela — há mais desgraça reservada para o pobre Jó:

"E, vindo outro dia, em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o SENHOR, veio também Satanás entre eles, apresentar-se perante o SENHOR. Então o SENHOR disse a Satanás: Donde vens? E respondeu Satanás ao SENHOR, e disse: De rodear a terra, e passear por ela. E disse o SENHOR a Satanás: Observaste o meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal, e que ainda retém a sua sinceridade, havendo-me tu incitado contra ele, para o consumir sem causa. Então Satanás respondeu ao SENHOR, e disse: Pele por pele, e tudo quanto o homem tem dará pela sua vida. Porém estende a tua mão, e toca-lhe nos ossos, e na carne, e verás se não blasfema contra ti na tua face! E disse o SENHOR a Satanás: Eis que ele está na tua mão; porém guarda a sua vida. Então saiu Satanás da presença do SENHOR, e feriu a Jó de úlceras malignas, desde a planta do pé até ao alto da cabeça." [Jó 2:1-7].

O ataque número 2 seria contra a fraqueza de Jó: sua carne. Pela própria avaliação divina, Jó "temia a Deus e afastava-se do mal". Satanás, porém, sabia que Jó era uma criatura caída e possuía uma natureza pecaminosa — "a carne", como a Bíblia a chama — a natureza depravada que todos os seres humanos herdam de Adão, a cabeça federal da raça humana. Nós, humanos, não precisamos aprender a pecar, porque o pecado ocorre naturalmente! Se você duvida dessa afirmação, considere um fato para o qual aqueles que são pais podem atestar: as crianças freqüentemente choram como se estivessem sentindo dor — e então riem quando conseguem chamar sua atenção! Esse é um estratagema do engano e certamente ninguém precisa lhes ensinar isso! Mentir também é algo que as crianças também fazem, especialmente quando são crescidas o suficiente para compreender o certo do errado e que foram pegas fazendo alguma coisa contrária às regras dos pais. A punição é sempre desagradável e manipular os fatos de modo a evitar sua aplicação é algo que freqüentemente é tentado por muitos. A origem dessa enganosidade é nossa natureza depravada — nossa carne.

Neste ponto Satanás já fez um ataque contra ele. Jó já perdeu quase tudo o que estimava, mas mesmo em sua extrema aflição e dores, ele adorava a Deus e reconhecia Sua soberania — sem amaldiçoar a Deus, como Satanás tinha predito.

Assim, com a permissão de Deus, Satanás novamente ataca a Jó e aflige-o com uma doença que muitos comentaristas acreditam ser a lepra! Agora, "a injúria é acrescentada ao insulto" e com feridas e pústulas em todo o seu corpo, Jó aparentemente move-se para fora da cidade, e assenta-se sobre as cinzas. Ele pega um caco, possivelmente um pedaço de telha, e usa-o para espalhar a cinzas frias das feridas — um quadro terrível de sofrimento e abandono que não podemos imaginar- como vemos descrito no verso 8:

"E Jó tomou um caco para se raspar com ele; e estava assentado no meio da cinza." [verso 8].

Mas Satanás ainda não acabou! O ataque número 3 vem da própria mulher de Jó. Sua esposa, a mãe de seus filhos e com quem ele tinha compartilhado todos os anos anteriores de alegria, agora desabafa sua própria frustração e raiva e torna uma situação má ainda pior! O verso 9 diz:

"Então sua mulher lhe disse: Ainda reténs a tua sinceridade? Amaldiçoa a Deus, e morre." [Jó 2:9].

Novamente, Jó silencia a tirada de sua atribulada mulher:

"Porém ele lhe disse: Como fala qualquer doida, falas tu; receberemos o bem de Deus, e não receberíamos o mal? Em tudo isto não pecou Jó com os seus lábios." [Jó 2:10].

Na tentativa de Satanás de aplicar um "golpe de misericórdia" final, o ataque número 4 vem dos "homens sábios" — os amigos de Jó. Eles tentam "ajudar" Jó insistindo que ele admita algum pecado em sua vida pessoal. Em página após página de oratória poética, o restante do livro envolve a crença errônea e puramente humana que as coisas más simplesmente não acontecem com as pessoas boas, a não ser que exista algum pecado envolvido! Mas Jó não suporta as acusações em silêncio e mantém firmemente sua inocência e integridade. No fim, Deus intervém e confirma a inocência de Jó, envergonha seus conselheiros, restaura sua saúde e lhe concede muito mais riquezas do que ele tivera anteriormente. Sete outros filhos e três filhas nascem para Jó e sua mulher — deste modo substituindo aqueles que foram tomados na morte. Nenhum outro comentário de Satanás é registrado, de modo que somente podemos concluir que ele foi forçado a "comer poeira" na derrota e admitir que estava enganado.

Deus foi "justo" em permitir que Jó passasse por aquela terrível provação? Foi justo em permitir que as vidas dos filhos de Jó fossem ceifadas? Francamente falando, nossa carne exclama bem depressa, "Não!!!" Mas, como indiquei no início, veja com o que estamos pensando! Nosso conceito humano de justiça é, bem... humano! Deus não pode fazer o mal e quando somos tentados a pensar de forma contrária, o senso comum precisa nos trazer de volta à realidade espiritual.

A que propósito serviu a provação de Jó? A que propósito servem as provações e tribulações na vida de qualquer filho de Deus? É Deus — como muitos incrédulos acusam — um tirano cruel e malvado que sente prazer sadista em torturar as pessoas sem razão? As respostas devem ser encontradas na Palavra de Deus — caso contrário, serão meramente opiniões humanas e indignas de valor. No entanto, precisamos compreender que muitas questões teológicas profundas continuarão sem serem respondidas, porque a Bíblia simplesmente não fornece todas as respostas. Por razões que não podemos compreender, Deus achou apropriado nos manter no escuro com relação a certas coisas. Por exemplo, duas perguntas muito lógicas de fazer seriam, "Por que Deus criou Lúcifer?" e "Ele não sabia que Lúcifer iria se rebelar e se transformar em Satanás?" A resposta à primeira pergunta é desconhecida, mas "É claro que sim" é a resposta do bom senso para a segunda pergunta! O atributo divino da onisciência exige que Deus tenha criado Lúcifer com pleno conhecimento do ser em que ele ira se transformar. Mas por que Ele fez isso é outra questão completamente diferente. Assim, deixando de lado as perguntas legítimas que não têm resposta, vamos voltar nossa atenção a uma passagem das Escrituras que nos oferece uma compreensão interessante das ações de Deus.

Na epístola aos cristãos em Éfeso, o apóstolo Paulo teve isto a dizer no capítulo 3, começando no verso 8:

"A mim, o mínimo de todos os santos, me foi dada esta graça de anunciar entre os gentios, por meio do evangelho, as riquezas incompreensíveis de Cristo, e demonstrar a todos qual seja a dispensação do mistério, que desde os séculos esteve oculto em Deus, que tudo criou por meio de Jesus Cristo; para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus, segundo o eterno propósito que fez em Cristo Jesus nosso Senhor, no qual temos ousadia e acesso com confiança, pela nossa fé nele." [Efésios 3:8-11].

Paulo diz enfaticamente que Deus o enviou para anunciar entre os gentios e "demonstrar a todos qual seja a dispensação do mistério, que desde os séculos esteve oculto..." Qual é este plano? Qual é o mistério ao qual ele está se referindo? É claro que ele está se referindo à salvação fornecida por meio de Cristo, mas a resposta específica que estamos procurando encontra-se na última frase — o propósito é que, por meio da igreja de Jesus Cristo, "a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus"! Embora Jó tenha vivido durante o tempo do Antigo Testamento e não tenha sido um membro da igreja, o princípio é obviamente o mesmo — quando Deus permitiu o ataque de Satanás, foi para o propósito principal de dar a Satanás e a todos os anjos (bons ou malignos) uma lição! Quando nós, como membros da noiva de Cristo, sofremos privações, enfermidades, a perda de um familiar querido, etc., e todo nosso mundo vira de cabeça para baixo — tentar tratar a situação de um modo similar ao de Jó honra a Deus e instrui os anjos!!! Isto coloca uma face totalmente nova nos nossos sofrimentos, não é mesmo?

Um bom supervisor nunca exigirá de seus subordinados um serviço que ele mesmo não possa fazer. Os oficiais militares mais respeitados lideram suas tropas na batalha. Nosso Senhor Jesus Cristo sofreu, sangrou e morreu por sua noiva — a igreja. Ele não nos pede nada que não tenha experimentado pessoalmente. Além disso, não devemos perder de vista o fato que Deus, o Pai, enviou Seu Filho para morrer de acordo com Seu próprio plano definido na eternidade passada. [Atos 2:23] É justo? Depende de como olhamos para a questão!



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Que Deus o abençoe.

Autor: Pr. Ron Riffe
Data da publicação: 18/6/2004
Patrocinado por: A. J. R. C. — Fortaleza / CE
Revisão: http://www.TextoExato.com
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