O Quebra-Cabeça dos Globalistas Está Tomando Forma Rapidamente

Autor: Jeremy James

Sem ver a tampa da caixa do quebra-cabeça, você não sabe que figura será formada até que consiga encaixar um grande número de peças uma com as outras. O cartel Illuminati-Marxistas já encaixou tantas peças de seu quebra-cabeça, que até um observador casual deve agora ser capaz de reconhecer que algo muito sinistro está em formação. Este ensaio identifica 16 peças do quebra-cabeça e como elas se encaixam entre si.

Os Illuminati estão rindo. É simplesmente fácil demais. Os esquemas interligados deles estão funcionando como em um sonho. O processo encoberto de escravização progride de forma sorrateira por todo o mundo, porém poucos parecem observar. Dado o ritmo em que o plano grandioso deles está avançando, não demorará muito para que o mundo que conhecemos seja transformado para sempre.

Vamos considerar alguns elementos do plano e como eles se encaixam juntos. Nossa esperança é que a evidência apresentada neste ensaio incentive as pessoas a pensarem seriamente sobre a agenda marxista global e como ela está sendo implementada.

Começaremos com algumas anomalias extraordinárias na história moderna, que fazem pouco sentido até que você veja como elas se encaixam no quadro maior. Em seguida, examinaremos alguns acontecimentos específicos para os EUA e como estão ajudando a cabala Illuminati-Marxista a criar um governo totalitário em escala global.

1. O Arsenal de Mísseis Nucleares do Paquistão

Um dos acontecimentos militares mais extraordinários nos últimos cinquenta anos foi a criação do arsenal nuclear do Paquistão. O nível de maturidade industrial e tecnológica necessário para desenvolver um dispositivo nuclear é inquestionável. O mesmo pode ser dito a respeito do desenvolvimento de um sistema de mísseis balísticos intercontinentais. O custo, em cada caso, é considerável, tanto inicialmente quanto em termos de manutenção e prontidão para uso no campo de batalha.

Hoje, há um país rico e altamente educado — o Irã — que está se esforçando para desenvolver ambas essas capacidades militares. Todavia, ele está tendo dificuldades no desenvolvimento, a despeito de ter iniciado seu programa nos anos 1990s. Por outro lado, o Paquistão, um país relativamente atrasado em comparação — com um padrão medíocre de educação de nível superior, uma base industrial incipiente, uma força de trabalho pouco qualificada, e uma economia subcapitalista e de baixa renda — realizou seu primeiro teste nuclear em 1998 e acredita-se que possua atualmente de 50 a 100 ogivas nucleares. O Paquistão também possui mísseis balísticos com um alcance de 2.500 km e mísseis táticos, também nucleares, com um alcance de mais de 600 km. Estes últimos têm uma capacidade quase furtiva e uma alta flexibilidade para realizar manobras, requerendo um nível avançado de especialização tecnológica para projetar e fabricar.

A tabela a seguir mostra a enorme disparidade entre os dois países.

Irã
Paquistão
PIB (em bilhões de dólares)
1.000
515
Renda per capita (US$)
13.400
2.900
Participação do setor industrial no PIB (%)
38
26
Reservas estrangeiras (em bilhões de dólares)
69
14
Alfabetização (%)
77
55
Porcentual do PIB gasto educação
4,7
2,4
Nota: Os números se referem ao ano de 2011.

À luz desses números impressionantes, é impossível explicar como o Paquistão pode estar tão à frente do Irã nas áreas de alta tecnologia e de uso intensivo de capital. O Irã está mais de vinte anos atrasado no desenvolvimento dessas capacidades militares, apesar de ser muito mais rico, de ter uma população melhor educada, de possuir uma base industrial muito mais sofisticada e de ter um inimigo — Israel — a quem seus líderes repetidamente já declararam que estão determinados a destruir.

A única explicação realista é que o Paquistão recebeu a tecnologia. Como nenhum país individual poderia arriscar esse tipo de ação unilateralmente, ela precisa ter sido combinada entre os atores principais no cenário internacional.

2. O Arsenal de Mísseis Nucleares da Coreia do Norte

Exatamente o mesmo argumento pode ser feito em relação à Coreia do Norte, um dos países mais pobres e atrasados no mundo. Embora seja altamente militarizada, a Coreia do Norte simplesmente não possui os recursos e a tecnologia necessários para desenvolver uma capacidade de mísseis nucleares (o que ela sabidamente já possui). Embora o Paquistão possa ter fornecido alguma ajuda tecnológica, não existem evidências que a Coreia do Norte, dado seu nível primitivo de avanços econômicos, tecnológicos e educacionais teria sido capaz de fabricar os muitos componentes sofisticados que são necessários para construir um sistema de mísseis nucleares.

Não deve ser necessário elaborar este ponto. Se o Irã enfrenta verdadeiras dificuldades neste campo, então as chances de a Coreia do Norte ter feito avanços sem ajuda externa significativa são praticamente nulas. Assim, a Coreia do Norte e o Paquistão são dois exemplos indisputáveis que a Elite Global criou uma situação nuclear crítica para usar na Terceira Guerra Mundial.

3. A Revolução Iraniana de 1979

Nossa próxima anomalia relaciona-se com o próprio Irã. Os historiadores aceitam que o Irã passou a ser controlado pelos EUA a partir de 1953, quando seu líder Muhammad Mossadegh foi derrubado pela CIA. (Veja, por exemplo, o livro All the Shah’s Men, de Stephen Kinzer, 2008). Após a instalação do xá Reza Pahlavi como chefe de Estado títere, os EUA puderam ditar a direção estratégica do Irã durante décadas, de forma muito parecida como fizeram na América Central e na América do Sul. A polícia secreta do xá, a pavorosa Savak, tinha controle completo do país e os EUA forneciam as informações de Inteligência necessárias para ela lidar com a potencial oposição.

Entretanto, querem que acreditemos que um clérico islâmico que vivia em Paris foi capaz de galvanizar tantos dissidentes dentro do Irã, e organizá-los de tal forma, que eles conseguiram derrubar o xá sem luta, obter o controle total sobre as forças armadas e de segurança, e tomar o controle de todo o país. Que conto de fadas!

A famosa "Revolução Iraniana" de 1979 foi simplesmente uma mudança de regime direta organizada pelos EUA. A crise dos reféns na Embaixada em Teerã foi planejada para distrair a atenção pública e ocultar o fato bizarro que um homem tinha viajado até o país para tomar o controle! Dados a riqueza do Irã, seus imensos campos petrolíferos e sua alegada importância estratégica para os EUA, é inconcebível que um homem pudesse superar o sistema de defesa e de segurança do Irã, a polícia secreta Savak, a Inteligência militar dos EUA, e sozinho confiscar um patrimônio de tamanha magnitude. Seu suporte dentro do Irã era frágil, altamente disperso e sem a mais rudimentar capacidade militar. A insurgência, tal como era, poderia ter sido esmagada como um rato pela pata de um elefante.

O Irã ainda é controlado pelos EUA ou, para ser mais preciso, pelo grupo de elite que controla os EUA. Os líderes de mais alto nível são maçons, cujo propósito principal é dirigir o país na direção que seus superiores internacionais considerem conveniente.

4. O Engodo Cubano

A "perda" de Cuba em 1959 foi simplesmente tão estratégica quanto a "perda" do Irã, em 1979. Uma grande e próspera ilha situada a apenas 150 km da costa dos EUA foi tomada por um bando de mercenários armados apenas por fuzis, enquanto o poder das Forças Armadas dos EUA foi impotente para intervir. Chega a ser inacreditável.

Falando sobre o Comunismo em 1956, J. Edgar Hoover, diretor do FBI por várias décadas, disse: "Todavia, o indivíduo está incapacitado para aceitar o fato que uma conspiração tão monstruosa exista. A mente do cidadão americano não consegue reconhecer a malignidade que foi inserida em nosso meio. Ela rejeita até mesmo a suposição que criaturas humanas possam defender uma filosofia que preconiza a destruição final de tudo aquilo que é bom e decente."

Hoover sabia que o Comunismo tinha infiltrado profundamente as mais confiáveis instituições nos EUA e que estava no processo de destrui-las a partir de dentro. O controle de Cuba fazia parte do plano, entregando um ativo estratégico imensamente importante para os comunistas, mas o povo americano não via dessa forma, como Hoover observou, nem acreditava que uma "conspiração tão monstruosa" pudesse existir.

O incidente da Baia dos Porcos, em 1961, foi uma tentativa fajuta de recuperar a ilha de Cuba e convencer o público que o governo estava genuinamente decidido a recuperá-la. A crise dos mísseis cubanos, 18 meses mais tarde, foi mais uma tapeação para atemorizar os cidadãos das principais cidades que eles deveriam atender às reinvindicações de Cuba em troca de uma coexistência pacífica.

5. A Traição da África do Sul

A mudança de regime na África do Sul em 1994, embora realizada em uma linha mais democrática, foi igualmente fajuta. Os industriais internacionais, que possuíam os recursos de mineração extremamente lucrativos do país, estavam preocupados que a comunidade negra produzisse um líder que conseguisse organizar uma rebelião popular. Mesmo se esse tipo de rebelião não fosse bem-sucedida para formar um novo governo, ela quase que certamente fecharia o setor de mineração. A solução era simples. Dar-lhes um líder que organizasse uma rebelião — uma rebelião pacífica — e formar um novo governo. Esse líder seria um marxista enrustido, em quem as massas confiariam, sem perceber que nada mudaria significativamente com o novo regime. As minas continuariam em operação, os cerca de 500 mil escravos continuariam a trabalhar nelas em troca de um salário extremamente baixo e em condições desumanas, a riqueza do país continuaria a fluir para os cofres da elite internacional e o novo governo marxista garantiria que o antigo sistema colonial de controle continuasse em operação.

Isto também teve a vantagem adicional de fazer a África do Sul abrir mão de seu arsenal nuclear e, assim, garantir que os únicos "incidentes" nucleares nos anos à frente serão aqueles que forem aprovados pela elite global. (Um certo David Cameron foi um dos membros da equipe internacional secreta que ajudou a negociar a entrega do arsenal nuclear. Ele agora é primeiro-ministro da Grã-Bretanha.).

É importante observar essas anomalias extraordinárias relacionadas com países como o Paquistão, Coreia do Norte, Irã, Cuba e África do Sul, que estiveram, ou que continuam, envolvidos com o uso estratégico de armas nucleares. As partes componentes do plano dos Illuminati para a Terceira Guerra Mundial estão sendo cuidadosamente posicionadas para que, quando chegar o tempo para colocá-las em ação, tudo aconteça com a previsibilidade orquestrada de uma exibição de fogos de artifício.

6. A Fronteira EUA-México

Novamente precisamos nos lembrar que os EUA têm a mais poderosa e mais sofisticada força militar no mundo, com tecnologia de ponta e vasta experiência em diversas zonas e configurações de combate. Os sistemas de segurança interna e policial americanos estão também entre os melhores do mundo. Além disso, eles possuem as melhores e mais avançadas tecnologias de satélites e de vigilância aérea. Assim, como o país não consegue impedir que milhares de imigrantes ilegais entrem pela fronteira EUA-México a cada mês, aparentemente sempre que querem?

A resposta é verdadeiramente trágica. Com a decisão Roe x Wade, da Suprema Corte, que liberou a prática do aborto, e permitiu a matança em massa no útero das crianças americanas — mais de 50 milhões desde 1973 — a força de trabalho necessitou de um grande suprimento de mão de obra de reposição. A entrada de milhões de católicos romanos de língua espanhola e de baixa escolaridade foi, a partir de uma perspectiva comunista, um modo ideal de diluir e solapar a cultura americana e os valores evangélicos tradicionais.

O suporte encoberto aos cartéis de drogas mexicanos por elementos "delinquentes" dentro da administração americana está garantindo que o México seja sistematicamente desestabilizado.

As gangues sadistas que controlam essas operações ilegais de drogas já assassinaram mais de 50 mil pessoas desde 2006. Tenha em mente que essa guerra chocante está ocorrendo ao longo da fronteira, ou próximo a ela! Além disso, essas gangues de traficantes de drogas estabeleceram bases em todas as cidades grandes ou pequenas, e estão equipadas com arsenais de armas de fogo letais e com armamento pesado. À medida que os cortes de gastos públicos nas cidades em todo o país resultam em reduções no número de policiais, os perigos representados por essas gangues fortemente armadas se tornará dolorosamente aparente. Se a rede traidora de maçons e marxistas que controlam o sistema político dos EUA for bem-sucedida em impor o controle de armas de modo a frear o "terror", o risco para os civis crescerá exponencialmente.

7. Transferência da Indústria Americana para a China Comunista

Os EUA se tornaram grandes graças à sua base industrial. Em termos de produção, qualidade e confiabilidade, a indústria americana estava em uma classe própria. Mais de um terço da riqueza produtiva do mundo teve origem nos EUA. De modo a destruir uma nação assim tão próspera, seria necessário remover a força de seu vigor. A vulnerabilidade seria aumentada ainda mais se muita dessa capacidade de geração de riqueza pudesse ser transferida para um dos seus inimigos.

Foi exatamente isto o que aconteceu! Entre 1975 e 2012, mais de 40% da base industrial dos EUA foi enviada para fora do país, principalmente para a China, um Estado totalitário e de partido único que está buscando rapidamente uma sinistra agenda marxista. A cabala anticristã, que controla a política americana e que concebeu e implementou esse plano traiçoeiro, cinicamente retratou essa transferência como benéfica ao povo americano. Ela foi apresentada como um novo modo de fazer negócios em uma era de rápida globalização.

Na realidade, o que aconteceu foi uma transferência de dezenas de milhões de empregos de boa remuneração para um regime comunista e perverso. Esses empregos nunca mais retornarão. Além disso, eles estão ampliando uma economia cujos produtos são oferecidos por preços muito menores do que os que são praticados em outros setores da indústria americana, forçando essas indústrias a fecharem as portas, desse modo causando uma perda ainda maior de empregos. Este sistema vil é também reforçado pela grotesca subavaliação da moeda chinesa e a operação de um sistema de tarifas na ponta chinesa que encarece muitos produtos americanos, inviabilizando a competitividade no mercado.

De todas as fraudes marxistas delineadas neste ensaio, esta é a que deve ser a mais óbvia, porém poucos veem seu propósito traidor.

8. O Escândalo dos Antibióticos

Os antibióticos são drogas que matam microorganismos como bactérias, fungos e parasitas. (Eles não funcionam contra os vírus, pois estes não são microorganismos.) Em torno de 130 diferentes antibióticos foram desenvolvidos ao longo dos últimos cem anos, aproximadamente, mas alguns deles não estão mais em uso. O número comumente prescrito caiu de 90 para 60 nos últimos vinte anos e nenhuma nova classe de antibióticos foi descoberta desde 1987.

Esta é uma causa real para preocupação. Como as bactérias se tornam resistentes a uma variedade de antibióticos com o tempo, antibióticos mais fortes são agora necessários para combater uma infecção.

Cada vez mais, novas cepas de bactérias estão aparecendo — como MRSA — que são resistentes a virtualmente todos os antibióticos, até aos mais poderosos. Isto significa que as infecções contraídas durante procedimentos cirúrgicos de rotina podem frequentemente se tornar fatais. Acredita-se que em torno de 90.000 pessoas morreram em 2012 nos EUA de infecções resistentes às drogas — mais do que o total combinado que morreu de câncer do seio e da próstata. [Nota: As bactérias resistentes às drogas não "evoluem"; elas já existiam quando a droga foi lançada originalmente. Após a droga matar 99,9% das outras bactérias, as bactérias resistentes adquirem um nicho maior para poderem se multiplicar.].

A indústria farmacêutica continuou a desenvolver um suprimento suficiente dos novos antibióticos até os anos 1990s, quando o número subitamente caiu. A tabela seguinte mostra o quão dramático foi o declínio:

1981-1990: 42 novos antibióticos
1991-2000: 18 novos antibióticos
2001-2011: 7 novos antibióticos

Em 1990, dezoito grandes companhias farmacêuticas tinham programas antibactérias. Hoje, somente quatro têm esses programas. Isto é extremamente difícil de entender, dada a natureza letal de algumas das cepas de bactérias que estão aparecendo. Uma dessas — a CRE (Carbapenem-Resistant Enterobacteriaceae) — está se movendo rápida e mortalmente.

Os casos reportados quadruplicaram-se nos últimos dez anos. Com a taxa de mortalidade de 50%, isto faz o MRSA parecer pouco grave. Há uma razão altamente significativa por que tão poucos novos antibióticos estejam agora sendo desenvolvidos. Durante os anos 1990s, a FDA (Food and Drug Administration) impôs um novo conjunto de regras sobre os laboratórios que desenvolvem novas drogas. Os estatísticos da FDA decidiram que os testes com drogas deveriam ser mais exatos — terem melhor "poder estatístico" — especialmente ao compararem os testes de drogas com os antigos antibióticos. Uma dessas novas regras requeria que o grupo de controle em cada teste clínico consistisse somente de indivíduos que nunca tomaram antibióticos. Este é um requisito muito oneroso de cumprir na prática, pois a maioria das pessoas já tomou antibiótico em algum momento em suas vidas. A FDA também aumentou significativamente o número de participantes necessários em cada experiência.

O impacto está sendo severo. No período de três anos, de 2010-2012, a FDA aprovou 95 novas drogas, mas somente uma delas era antibiótico.

É bem conhecido que regulamentações mais rígidas aumentam os custos de desenvolvimento e restringem o suprimento. Aparentemente, sem qualquer justificação científica, a FDA impôs um drástico aperto nas exigências regulatórias e, assim, virtualmente garantiu que o número de novos antibióticos que entram no mercado caísse drasticamente.

A preocupação pública cresceu até o ponto em que a Sociedade de Doenças Infecciosas da América (IDSA) foi comissionada para examinar a questão. Em seu recente relatório de status, publicado on-line em abril de 2013 em Clinical Infectious Diseases, a sociedade declarou:

"Nosso objetivo é a criação de uma empresa de pesquisa e desenvolvimento de uma droga antibactericida global e sustentável, com o poder para desenvolver no curto prazo dez novos seguros e eficazes antibióticos, de administração sistêmica, até 2020, conforme proposto na 'Iniciativa 10 x 20' da IDSA."

Observe o número — apenas 10 novos antibióticos por volta de 2020. Compare isto com o período de 1981-1990, quando 42 foram desenvolvidos. Eles não estão encarando a crise com seriedade. E devemos estar surpresos, dado que os vários autores do relatório tinham relacionamentos financeiros com um amplo conjunto de companhias farmacêuticas? Entre estas se incluem: Achaogen, Actelion, American Proficiency Institute, Anacor, ASM, Astellas, AstraZeneca, Basilea, Bayer, Biosynexus, Calixa, Cempra, Cerexa, Contrafect, Cubist-Calixa, Daiichi, Dipexium, Durata, Enata, European Food Safety Authority's Innovative Medicines Joint Undertaking, FAB Pharma, Forest, Furiex, GlaxoSmithKline, IMS Consulting Group, Intercell, Johnson & Johnson, Kalidex, LegoChem Biosciences Inc, The Medicines Co, Meiji, Merada, Merck, Merck Schering-Plough, Mpex, Nabriva, Paratek, Novartis, Pfizer, Rempex, Rib X, Sanofi, Seachaid, Shionogi, Theravance, Thermo Fisher, Toyoma, Targanta/TMC, Thrasher Research Foundation, Trius, UCB Pharma, UpToDate, and Wyeth/Pfizer.

A atitude com relação às vacinas antivirais é igualmente perturbadora. Um cientista britânico aposentado, Eric Worrall, desenvolveu uma classe singular de vacina para tratar a gripe aviária. Em vez de atacar o vírus invasor diretamente, como uma vacina tradicional faz, ela bloqueava o vírus no ponto de entrada. Isso significa que ela era eficaz contra todos os tipos de vírus, não apenas um vírus de determinado tipo. Mesmo se o vírus mutasse para produzir uma cepa mais letal, a vacina, conhecida como Sialivac, continuaria a funcionar.

Além disso, ela poderia ser administrada de forma muito simples, usando gotas para aplicação via nasal, em vez de injeções. E ela era incrivelmente eficaz. Em granjas com 25.000 a 50.000 aves na Indonésia, a vacina reduziu reduziu a taxa de mortalidade para zero em 3-5 dias. O próprio Worrall é um cientista de reputação internaiconal, tendo exercido um papel central na erradicação mundial da rinderpest, uma doença viral que durante século devastou os rebanhos bovinos na África e na Ásia.

Os resultados do experimento da Sialivac foram publicados em 2009 na revista Vaccine, para avaliação pelos pares cientistas: "Uma simples e eficaz vacina da gripe aviária inativada... demonstrada por experiências controladas em laboratório e estudos no campo revelaram a habilidade das aves vacinadas intranasalmente de resistirem ao desafio do vírus letal." (Resumo na apresentação do ensaio publicado por Worral e seus colegas indonésios.).

A nova vacina representa um avanço admirável na imunologia aviária. Ela até oferece espaço para o desenvolvimento de uma classe similar de vacinas antivirais para uso por outras espécies. Entretanto, quando Worral escreveu para 40 das principais companhias farmacêuticas na Europa, EUA e China, nem uma delas expressou interesse em fabricar e distribuir o produto. Além disso, os cientistas indonésios, que colaboraram com ele no desenvolvimento e teste da nova vacina, foram removidos de seus cargos e seus equipamentos foram confiscados.

A nova vacina era barata, fácil de aplicar e incrivelmente eficaz, porém foi suprimida pelo governo indonésio e ignorada pela indústria farmacêutica global. Dado que milhões de pessoas poderão morrer nos próximos anos com o aparecimento de uma cepa humana da gripe aviária letal, esta resposta é inexplicável.

Afirma-se que os custos de desenvolvimento de novos antibióticos são muito caros, desde o conceito inicial, passando pelos testes até a produção final. Um investimento na faixa de 500 milhões de dólares, ou mais, é citado como necessário. Isto pode ser verdade, mas como vimos, as regulamentações absurdas aumentaram drasticamente o custo. O argumento do custo elevado é também solapado pelo fato que um novo antibiótico é certamente muito lucrativo em um mercado onde a demanda é grande e a competição mínima. Além disso, a disponibilidade de novos instrumentos científicos para sequenciar os genomas das bactérias e sintetizar novas moléculas significa que o âmbito para o desenvolvimento de novos antibióticos foi grandemente expandido. Em resumo, quando os representantes da indústria farmacêutica argumentam que o desenvolvimento de novos antibióticos faz pouco sentido comercial, eles estão dizendo uma bobagem.

Esforços estão sendo feitos para esconder a profundidade da corrupção na indústria farmacêutica, particularmente em relação ao seu extraordinário fracasso para desenvolver novos antibióticos.

A grande mídia virtualmente ignora a crise, enquanto que barreiras estão sendo colocadas no caminho daqueles que possuem informações privilegiadas e tentam falar. Um modo de bloquear as informações é tornar a publicação delas proibitivamente caras. Por exemplo, o livro Antibiotics: The Perfect Storm, de Dr David Shlaes, que tem somente 110 páginas, custa US$156.

De acordo com o Instituto de Pesquisas Biométicas de Los Angeles, "o livro do Dr. Shlaes oferece uma visão da dura realidade que está por trás dos bastidores das companhias farmacêuticas e das agências federais reguladoras." Mas, ninguém quer que você saiba disso.

Não existem dúvidas que o escândalo dos antibióticos é uma conspiração criminosa. A mentalidade mercenária das grandes empresas envolvidas também pode ser encontrada nas indústrias relacionadas. Por exemplo, a indústria dos organismos geneticamente modificados insere — mas depois deixa de remover — genes resistentes a antibióticos como "marcadores" em plantações geneticamente modificadas. Os genes marcadores são inseridos durante a fase de desenvolvimento para testar a resiliência da planta.

Deixando o gene marcador na planta, a indústria dos transgêncios aumenta grandemente o risco que os seres humanos e os animais que consumirem a produção adquiram uma maior resistência aos antibióticos. Ela também arrisca a transmissão inadvertida desses genes para outras variedades de plantas, e até as bactérias do solo, com implicações adversas significativas para a segurança alimentar e para a saúde humana.

9. A Moeda de Medvedev

Em julho de 2009, em um encontro dos países do G-8, na Itálila, o então presidente russo Dmitry Medvedev, tirou uma moeda do bolso e a exibiu para os jornalistas. A moeda tinha sido cunhada na Bélgica (não na Rússia) e tinha inscrita as palavras "Unidade na Diversidade". Aquele momento na sessão de fotografias tinha o objetivo de reforçar a proposta de uma "moeda supranacional" para substituir o dólar.

Como o canal de notícias financeiras Bloomberg reportou: "Medvedev tem repetidamente proposto a criação de uma cesta de moedas de reserva regionais como parte do ímpeto para tratar a crise financeira global, ao mesmo tempo que questiona o futuro do dólar como uma moeda de reserva global. As propostas da Rússia para o encontro do G-8 em Londres, em abril, incluíram a criação de uma moeda supranacional."

A conspiração dificilmente pode ser chamada de conspiração no sentido tradicional, pois seus arquitetos sabidamente, em certas ocasiões, exibem suas intenções para todo o mundo ver. O incidente da Moeda de Medvedev é um bom exemplo disso. O presidente russo, representando seus colegas globalistas, anunciou publicamente o plano deles de substituírem o dólar americano como moeda de reserva mundial. Ele até mesmo exibiu um exemplar da moeda que eles têm em mente. Mas, as massas humanas deixaram de observar.

No momento em que o dólar americano perder seu status de moeda de reserva, ele afundará em valor. Os detentores de petrodólares — o imenso estoque de dólares fora dos EUA que são usados para negociar petróleo — se apressarão para descarregá-los. A súbita entrada de vários trilhões de dólares na economia americana, acoplada com a recente e maciça "flexibilização quantitativa" (essencialmente, impressão de trilhões de dólares) pelo Sistema da Reserva Federal e o súbito e agudo aumento no custo das importações à medida que o dólar cair, levará a um aumento devastador na inflação. Mesmo sem um colapso bancário, as poupanças serão destruídas. Os investimentos dos fundos de pensão e as carteiras relacionadas perderão muito de seus valores reais. De modo a levantar os recursos financeiros necessários para pagar o custo atual da administração pública, o governo terá de oferecer taxas de juros significativamente mais altas em seus títulos do Tesouro. O aumento maciço resultante nas taxas de juros tornará uma situação má ainda pior e causará o caos econômico.

Os EUA não serão capazes de se livrarem dos problemas exportando seus produtos industriais por um preço menor e mais competitivo. Após a terceirização de quase metade de sua base industrial para a China, eles simplesmente não serão capazes de produzir produtos suficientes para fazerem uma diferença real.

Será se o Sr. Medvedev não estava ciente de tudo isto quando exibiu aquela moeda para todos verem? Os Illuminati estão rindo. É simplesmente fácil demais.

10. Trilhões em Paraísos Fiscais

Após a análise de uma abundância de dados confidenciais vazados, relativos às atividades financeiras de diversas minúsculas ilhas que são paraísos fiscais, uma equipe de jornalistas da Grã-Bretanha e dos EUA publicou um relatório, em maio de 2013, que revelou que os ultra-ricos globais escondem pelo menos 32 trilhões de dólares em dinheiro das autoridades fiscais. Entre os muitos paraísos empregados para esse propósito criminal estavam o Liechtenstein, a ilha de Sark, no Canal Inglês, as Ilhas de Cook, no Pacífico Sul, as Ilhas Caimã, e as Ilhas Virgens Britânicas.

Ao contemplarmos a magnitude desta trapaça, devemos lembrar que ela se refere somente àquilo que os jornalistas conseguiram identificar. O número verdadeiro é certamente muito maior. Além disso, o relatório trata apenas dos ativos financeiros e não leva em conta a imensa carteira das empresas, propriedades, imóveis e outros ativos tangíveis que os ultra-ricos sabidamente possuem.

Embora há muito tempo se saiba que os ultra-ricos escondem suas riquezas desse modo, a escala do engodo surpreendeou muitos especialistas financeiros. O mundo na verdade tem três camadas econômicas — nacional, internacional e elite. Temos copiosas informações sobre as duas primeiras, mas virtualmente nenhuma sobre a última. A terceira camada é formada por 92.000 indivíduos, dos quais a quarta parte superior — cerca de 20.000, controla todas as três camadas da economia global e exerce controle completo sobre todos os acontecimentos internacionais. De acordo com o livro Plutocrats: The Rise of the New Global Super-Rich and the Fall of Everyone Else, de C. Freeland (2013), em torno de 1.000 desses indivíduos são bilionários.

Por definição, este clube precisa ser exclusivista em seu rol de membros. Seria quase impossível acumular riqueza dessa magnitude sem a cooperação dos outros membros do clube. Os aspirantes que ascendem depressa demais seriam fáceis de colocar para fora, por exemplo, expondo-os aos holofotes da Receita Federal, ou expondo-os aos controles regulatórios discriminatórios ou das práticas anticoncorrenciais.

Os principais membros desse clube da elite controlam o mundo. Além disso, além de sua considerável riqueza, todos eles têm uma coisa em comum — o desejo ardente de garantir o controle absoluto sobre a humanidade e estabelecer uma Nova Ordem Internacional.

11. O Sistema Econômico Global É Controlado por 147 Grandes Empresas

Esta imensa concentração de riqueza reflete uma concentração correspondente no controle corporativo. Um estudo realizado por três analistas suíços de informações, reportado em New Scientist, em outubro de 2011, fez algumas descobertas admiráveis que confirmaram isto. Usando dados de 2007 do Orbis, um respeitado banco de dados de informações relativos para 37 milhões de empresas e investidores em 194 países, eles compilaram uma lista de grandes empresas internacionais por referência ao seu controle e propriedade de companhias similares no banco de dados. Este foi um exercício desafiador em modelagem estatística, mas como foi baseado em dados reais e conduzido por membros de um respeitável Instituto Federal de Tecnologia, da Suíça, seus resultados foram aceitos pela comunidade científica.

O estudo revelou que 43.000 das 37 milhões de empresas no banco de dados podiam ser definidas como transnacionais e que essas empresas eram controladas por apenas 1.318 grandes empresas. Uma análise adicional mostrou que essas, por sua vez, eram controladas via diretorias corporativas interconectadas, por apenas 147 grandes empresas, em sua maioria instituições financeiras. Incrivelmente, esse pequeno conjunto de empresas ultra-poderosas controlava 40% do valor líquido das 43.000 transnacionais e 60% de seus ganhos.

Embora os especialistas financeiros há muito tempo acreditassem que um pequeno número de instituições exercessem um controle considerável sobre a economia global, poucos esperavam que a concentração de poder e de riqueza fosse tão extrema.

As 50 maiores empresas na lista são mostradas na tabela seguinte, em ordem de influência. O estudo revelou que o banco britânico Barclays PLC, é a mais poderosa empresa do mundo.

A Rede de Controle Corporativo Global

(A partir do estudo de Stefania Vitali, James B. Glattfelder e Stefano Battiston)

No. Empresa País No. Empresa País
1 Barclays Plc GB 26 Lloyds TSB Group Plc GB
2 Capital Group Companies EUA 27 Invesco Plc GB
3 FMR Corporation EUA 28 Allianz SE ALE
4 Axa FRA 29 TIAA EUA
5 State Street Corporation EUA 30 Old Mutual Plc GB
6 J. P. Morgan Chase & Co EUA 31 Aviva Plc GB
7 Legal & General Group Plc GB 32 Schroders Plc GB
8 Vanguard Group Inc EUA 33 Dodge & Cox EUA
9 UBS AG SUI 34 Lehman Brothers Holdings Inc EUA
10 Merrill Lynch & Co EUA 35 Sun Life Financial Inc CA
11 Wellington Management Co LLP EUA 36 Standard Life Plc GB
12 Deutsche Bank AG ALE 37 CNCE FRA
13 Franklin Resources Inc EUA 38 Nomura Holdings Inc JAP
14 Credit Suisse Group SUI 39 The Depository Trust Company EUA
15 Walton Enterprises LLC EUA 40 Massachusetts Mutual Life Insur. EUA
16 Bank of New York Mellon Corp. EUA 41 ING Groep NV HOL
17 Natixis FRA 42 Brandes Investment Partners EUA
18 Goldman Sachs Group Inc EUA 43 Unicredito Italiano Spa ITA
19 T Rowe Price Group Inc EUA 44 Deposit Insurance Corp of Japan JAP
20 Legg Mason Inc EUA 45 Vereniging Aegon HOL
21 Morgan Stanley EUA 46 BNP Paribas FRA
22 Mitsubishi Financial Group Inc JAP 47 Affiliated Managers Group Inc EUA
23 Northern Trust Corp. EUA 48 Resona Holdings Inc JAP
24 Societe Generale FRA 49 Capital Group International Inc EUA
25 Bank of America Corp EUA EUA 50 China Petrochemical Group Co CHI

Nota: A Merrill Lynch é listada como uma entidade separada, mas foi adquirida pelo Bank of America, em setembro de 2008. O Lehmann Brothers ainda existia em 2007, o ano de referência do estudo.

O padrão de controle, a partir de uma perspectiva geográfica, é também muito revelador. Quase metade das cinquenta maiores grandes empresas que controlam o mundo está baseada nos Estados Unidos. O próximo país, a Grã-Bretanha (com 8), é bem conhecido por seu "relacionamento especial" com os EUA. Este é o eixo em que o mundo caído gira. Ele é reforçado pelas nações ricas da Europa Ocidental — França, Alemanha, Suíça e Holanda.

Estados Unidos 24
Grã-Bretanha 8
França 5
Japão 4
Suíça 2
Alemanha 2
Holanda 2
China 1
Canadá 1
Itália 1

Dado que o Japão foi destruído durante a Segunda Guerra Mundial, e que todo o capital injetado para reconstrui-lo veio do Ocidente, é seguro assumir que a mesma elite poderosa que controla os EUA, a Grã-Bretanha e a Europa Ocidental também controla o Japão. Assim, as quatro grandes empresas japonesas na lista são muito provavelmente parte da mesma teia unificada de controle.

De fato, considerações similares aplicam-se à Rússia e à China. Usando financiamento a partir do Ocidente, a primeira foi destroçada no período de 1917-1945 e reconstruída segundo os princípios marxistas. A China, também é um produto da intervenção ocidental, tendo sido solapada pela entrada do ópio britânico no fim do século 19, a era dos senhores da guerra, a invasão japonesa e a tomada do poder pelos comunistas, em 1949, que foram financiados, em parte, pelo Ocidente. O assassinato subsequente de dezenas de milhões de chineses durante o governo de Mao foi totalmente parte da reconstrução brutal pelas elites globais. Em sua forma recém-constituída, a China é o principal instrumento que os globalistas estão usando para destruir os EUA economicamente e, presumimos, quando o tempo certo chegar, também militarmente.

Quando se considera o fato que os continentes da América Central, América do Sul, África e Índia estão completamente sob o controle ocidental há mais de um século, que o Canadá, a Austrália, e a Nova Zelândia são Estados-satélites da Grã-Bretanha e que Cingapura — uma cidade-estado estabelecida pelo Ocidente para controlar grandes partes da Ásia — é um regime totalitário dirigido pelo Ocidente, nenhuma parte do mundo hoje funciona de forma independente da elite global e de sua rede complexa de grandes empresas multinacionais. O objetivo deles é fundir todas essas entidades nacionais díspares em um super-estado global controlado por um grupo todo-poderoso de "homens sábios".

Para fazer isto, eles precisam primeiro criar diversos mega-estados transicionais. A União Europeia está atualmente sendo mesclada em uma união federal, os Estados Unidos da Europa, para esse propósito. Os vários acordos comerciais entre o Canadá, os EUA e o México são uma cortina de fumaça para disfarçar um objetivo mais profundo, que é a absorção deles em uma entidade que será conhecida como União da América do Norte. Ao todo, haverá provavelmente dez mega-estados transicionais, como segue:

  1. União da América do Norte
  2. Estados Unidos da Europa
  3. Japão
  4. Australásia (possivelmente em união com a África do Sul)
  5. Rússia (com algumas antigas repúblicas soviéticas)
  6. União Sul-Americana
  7. Norte da África e o Oriente Médio
  8. África Sub-Saaariana
  9. Ìndia (com alguns estados asiáticos)
  10. China (com alguns estados asiáticos).

Como todo este esquema é satânico em seu propósito, cada região precisa ser batizada em sangue. Como já observamos, a Rússia e a China (mega-estados 5 e 10) já passaram por esse trauma, com dezenas de milhões de civis inocentes mortos em várias guerras, ou assassinados em fomes criadas pelo próprio homem. A Índia (mega-estado 9) passou por esse trauma sob os Impérios Mogol e Britânico, quando dezenas de milhões foram assassinados. Tanto a América do Sul e a África Sub-Saariana (mega-estados 6 e 8) passaram por intenso derramamento de sangue e matanças durante as várias ondas de invasão colonial, para não mencionar a prática generalizada da escravidão e o sacrifício humano ao longo de vários séculos. A região que se tornará os Estados Unidos da Europa (mega-estado 2) já passou por duas campanhas brutais de matanças — as duas Guerras Mundiais, a segunda das quais devastou o Japão (mega-estado 3). Finalmente, o mega-estado 7 — Norte da África e Oriente Médio — está atualmente passando por uma intensa agitação e distúrbios pela cabala globalista.

Isto deixa apenas dois mega-estados — 1 e 4 — que ainda não passaram por um batismo de sangue em larga escala. De fato, poderia ser argumentado que, como a África do Sul provavelmente constituirá a parte principal do mega-estado 4 e já experimentou a brutalidade das Guerras dos Zulus, a Guerra dos Boers e o apartheid, a única região que evitou substancialmente um trauma sério é o mega-estado 1 — os EUA e o Canadá (o México passou por uma guerra revolucionária brutal no período de 1910-1920 e uma guerra civil no período de 1926-1929.

Para o indivíduo mediano, esta linha de raciocínio pode parecer um tanto bizarra, mas poucos hoje estão firmados na verdade bíblica. Em toda parte em que Satanás implementa um componente-chave de seu plano para o fim dos tempos, ele gosta de derramar uma grande quantidade de sangue inocente. Esse derramento de sangue na terra é uma arma central na guerra espiritual de Satanás contra Deus. Ele sabe que nosso maravilhoso Criador abomina absolutamente o derramamento do sangue de inocentes:

"Estas seis coisas o SENHOR odeia, e a sétima a sua alma abomina: Olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, o coração que maquina pensamentos perversos, pés que se apressam a correr para o mal, a testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos." [Provérbios 6:16-19].

"E disse o SENHOR a Caim: Onde está Abel, teu irmão? E ele disse: Não sei; sou eu guardador do meu irmão? E disse Deus: Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão clama a mim desde a terra. E agora maldito és tu desde a terra, que abriu a sua boca para receber da tua mão o sangue do teu irmão." [Gênesis 4:9-11].

Talvez a Guerra Civil Americana, de 1861-1865 (com cerca de 600.000 baixas) e o assassinato de mais de 50 milhões de crianças inocentes nos EUA em abortos praticados desde 1973 sirvam de algum modo para satisfazer o desejo de Satanás por sangue quando ele estabelecer o mega-estado 1, mas tenho algumas dúvidas. Se a Europa, Rússia, China são precedentes históricos válidos, e acredito que são, então os EUA enfrentarão um furação de desolação nas próximas décadas. A não ser que um número significativo de cidadãos americanos se arrependa e busque a misericórdia e proteção do Senhor Deus, a nação pagará caro por seus pecados:

"Vem o fim, o fim vem, despertou-se contra ti; eis que vem. A manhã vem para ti, ó habitante da terra. Vem o tempo; chegado é o dia da turbação, e não mais o sonido de alegria dos montes." [Ezequiel 7:6-8].

12. A Estratégia Cloward-Piven

Nunca deixo de ficar admirado com o número de pessoas que zomba da ideia de uma conspiração global. Será se eles se esqueceram do Marxismo? O Comunismo é uma conspiração para tomar o controle do mundo, destruir o Cristianismo, dissolver os Estados soberanos e independentes, abolir a propriedade privada, impedir a acumulação privada de capital, suprimir os direitos civis, calar toda a dissidência, e impor uma doutrina uniforme e um código de conduta para toda a humanidade.

Até a Segunda Guerra Mundial, os comunistas eram bem abertos sobre sua existência e seus objetivos. Mas, após a guerra, eles mudaram de estratégia. Eles perceberam que teriam muito maior sucesso se simplesmente ocultassem sua existência e caladamente infiltrassem as principais instituições do Estado. Tendo feito isto, e crescido em números suficientes nas posições de influência, eles poderiam então partir para enfraquecer e destruir o Estado a partir de dentro. É exatamente isto o que estão fazendo nos últimos 60 anos.

Um dos principais arquitetos dessa mudança de estratégia foi Saul Alinsky, um residente de Chicago, que falou abertamente de sua admiração por Lúcifer. Outro foi o marxista italiano Antônio Gramsci. Esses indivíduos enganosos, e outros como eles, fizeram um estudo profundo das etapas específicas que deveriam ser seguidos de modo a infiltrar as comunidades, empresas e instituições do Estado. Até mesmo os jesuítas, a ala militar da Igreja Católica Romana, começaram a ensinar o comunismo em uma forma disfarçada, sob o estandarte da Teologia da Libertação.

A nova safra de marxistas percebeu que os EUA seriam difíceis demais de destruir militarmente, pelo menos enquanto desfrutassem de um alto nível de prosperidade econômica. Portanto, antes dos martelos gêmeos do Marxismo — a Rússia e a China — podessem lançar um ataque contra os EUA, o país teria de ser primeiro enfraquecido economicamente. É aqui que entra a estratégia Cloward-Piven.

Em maio de 1966, dois professores socialistas da Universidade de Colúmbia — o casal casado Richard Cloward e Frances Piven — publicaram um trabalho acadêmico em The Nation (uma revista de propaganda comunista) em que advogaram um nova política radical para eliminar a pobreza: "O objetivo final desta estratégia é um novo programa para distribuição de renda direta." Eles afirmavam que aumentando a carga da dívida pública até um nível intolerável, o sistema financeiro existente entraria em colapso e, desse modo, facilitaria a introdução de um sistema totalmente novo, onde todos receberiam uma renda anual garantida. O objetivo era produzir uma crise econômica e política similar à de 1929, que eventualmente resultou no New Deal — um programa de intervenção do Estado na economia.

Embora eles não defendessem abertamente uma transição para o Marxismo, a ideia deles tinha objetivo de derrubar o sistema existente de democracia baseado nos méritos e substitui-lo por um sistema totalitário de controle da riqueza e de planejamento central. Esse sistema totalitário imporia a redistribuição da riqueza e extrairia da classe média qualquer riqueza que ela ainda retivesse depois de o sistema financeiro ter entrado em colapso. O trabalho deles até fazia uma referência favorável a Saul Alinsky.

Embora a maioria dos americanos seria muito relutante em acreditar que os governos sucessivos têm caladamente seguido essa estratégia, os fatos mostram o contrário. O Apêndice A mostra alguns dos principais passos que foram seguidos desde 1966 para colocar a estratégia em prática.

Independente de como alguém olha para a estratégia Cloward-Piven, ela não é nada menos que sabotagem econômica, um ato direto de traição. À medida que eles tentaram aplicar um programa encoberto de sabotagem econômica para derrubar o sistema democrático e escavizar o povo americano — por meio do Colapso do Sistema Financeiro de 1929 e a Depressão que ocorreu em seguida — a elite dos ultra-ricos ficou surpresa ao descobrir que suas vítimas se voltaram para Deus em grandes números. O Cristianismo bíblico começou a florescer novamente nos EUA. Isto liberou o poder da oração de arrependimento e enfraqueceu grandemente o controle que Satanás tinha exercido sobre as mentes e corações dos homens.

De modo a garantir que isto não aconteça mais, a elite fez um grande esforço de infiltrar as igrejas em todo o pais e substituir o Cristianismo bíblico por uma variedade fajuta e sem substância. Como resultado, a oração de arrependimento é quase desconhecida hoje. Os pastores são mercenários que ensinam meditação, contemplação, visualização, pensamento positivo, cânticos pentecostais, credos psicologizados e um evangelho do tipo "sinta-se bem consigo mesmo" que não tem poder de salvar ninguém. Poucos cristãos parecem saber como orar como a Bíblia requer. Assim, quando a economia entrar em colapso e eles correrem para suas igrejas locais, eles as encontrarão incapazes de oferecer o socorro espiritual que eles desesperadamente necessitam.

13. A Destruição Planejada da Classe Média

A estratégia Cloward-Piven foi capacitada com um poder destrutivo maior pela redução sistemática e deliberada nas rendimentos reais entre os trabalhadores das classe média e inferior, desde meados dos anos 1960s. O gráfico seguinte mostra que, à medida que riqueza da nação aumentou, entre 1948 e 1967, os ganhos foram compartilhados igualmente entre toda a população economicamente ativa (as linhas azul e vermelha subiram juntas). Nos 20 anos seguintes, a renda real de 90% da população economicamente ativa permaneceu em grande parte inalterada (isto é, manteve o ritmo com a inflação, mas não cresceu em termos reais). Entretanto, tudo mudou dramaticamente por volta de 1985. Todos os ganhos foram para os 10% que estão no topo (linha vermelha), cuja renda real na verdade duplicou em 25 anos, enquanto que a renda real dos 90% restantes (linha azul) não experimentou melhoria alguma.

Esta transformação surpreendente é ainda mais notável se considerarmos o rápido crescimento da produtividade no mesmo período. O gráfico abaixo deveria fazer a maioria dos cidadãos americanos gemer de angústia. Durante o período de 30 anos quando a produtividade (a linha verde) cresceu em 80%, a renda real da maioria da população economicamente ativa (a linha azul) permaneceu virtualmente a mesma, enquando que a renda daqueles que constituem o 1% superior (a linha vermelha) mais do que dobrou. Em outras palavras, um grupo seleto da população economicamente ativa ficou com quase tudo!

Isto se encaixa perfeitamente com a estratégia Cloward-Piven. À medida que os custos do serviço da dívida aumentam, junto com os impostos estaduais e federais, e a renda real fica estagnada ou diminui, a carga sobre a família mediana cresce significativamente. Na prática, o efeito é ainda maior do que esses gráficos indicam, pois o governo deliberadamente exclui do cálculo da inflação os aumentos que mais impactam o indivíduo mediano (como alimentos e energia). Em outras palavras, a renda real está na verdade em declínio, enquanto que a carga da dívida que a sociedade precisa servir (e eventualmente pagar) está aumentando.

O único modo possível de se livrar desse laço é que uma proporção significativa de pequenas empresas em todo o país invistam mais em plantas industriais e em maquinário, contratem mais funcionários e aumentem a produção. Em geral, isto produziu bons resultados no passado, quando os bancos estavam dispostos a emprestar. Mas, o governo reduziu todos os incentivos para os bancos emprestarem quando, em 2010, permitiu que eles deixassem suas reservas excedentes com o Sistema da Reserva Federal, recebendo juros. Isto nunca tinha sido feito antes! Se os gráficos acima não o deixaram com raiva, então isto deveria deixar!

O governo está literalmente dando bilhões de dólares arrecadados dos contribuintes para os bancos reterem o dinheiro que deveria ir para a economia! É inacreditável. Os bancos já têm dois trilhões de dólares parados, que poderiam ser usados para reconstruir a economia e gerar empregos.

14. O Estado Policial Eletrônico

Historicamente, os países que mais coletam informações sobre seus próprios cidadãos, por razões de segurança, são os mais opressivos. Quanto mais desenvolvido for o aparato de vigilância, mais determinadas são as autoridades em controlar e dirigir as vidas dos cidadãos. Isto foi verdade com relação à KGB na União Soviética, à Stasi na Alemanha Oriental, à Gestapo na Alemanha Nazista, à Securitate, na Romênia sob Ceaucescu, à Tokko do Japão Imperial, à Savak no Irã no tempo do xá Reza Pahlavi, à DINA do Chile durante o regime Pinochet, e muitos outros exemplos.

A capacidade de coleta de informações eletrônicas de Inteligência por parte da NSA (National Security Agency) e outras agências federais relacionadas nos EUA é muito superior a qualquer uma das citadas anteriormente, em várias ordens de magnitude. De fato, a NSA é tão poderosa, tão abrangente e tão eficiente que, se ela tivesse um agente especial com a atribuição de vigiar cada moradia no país, esse agente seria incapaz de coletar e analisar somente uma fração dos dados sobre cada membro da família que o sistema eletrônico de vigilância nacional está atualmente processando. Em julho de 2010, após uma investigação que durou dois anos, o jornal Washington Post publicou uma reportagem incrível intitulada "A América Ultra-Secreta", que revelou que:

A pessoa mediana não compreende a facilidade com que os computadores modernos podem processar volumes astronômicos de dados. O sistema de vigilância PRISM — que recebe dados do Google, Yahoo, Apple, Microsoft, Facebook e diversas outras fontes, incluindo companhias telefônicas, empresas de cartão de crédito, o GCHG britânico, e um extenso sistema de vigilância usando aviões-robôs (também chamados de VANTs, ou drones) pelos céus de todo o país — é capaz de produzir um dossiê totalmente atualizado e detalhado sobre virtualmente qualquer pessoa no país hoje. A recente adição dos computadores quânticos permitirá que um volume extraordinário de dados fotográficos, coletados continuamente pelas câmeras aéreas instaladas nos aviões-robôs e também pelas câmeras de vigilância instaladas nas ruas, seja processado em poucos segundos, desse modo permitindo que as atividades cotidianas de milhões de indivíduos identificáveis sejam monitoradas em tempo real.

A maioria das pessoas assume que um sistema tão poderoso assim somente representaria uma ameaça se caísse em mãos erradas. Bem, talvez já tenha caído. Mas, mesmo que não tenha, a própria existência desse sistema fornece um incentivo irresistível para as 147 transnacionais gigantes e seus proprietários explorarem as capacidades em algum momento, para seus próprios fins. Por exemplo, se eles quiserem impor um sistema de controle totalitário dentro dos EUA, similar ao que existe na China, isto seria algo relativamente simples de fazer, desde que todos os potenciais "não-conformistas" possam ser identificados e detidos durante o período de transição. O sistema PRISM é idealmente adequado para este propósito.

15. A Deliberada Infestação da Internet pela Pornografia

Dado que o sistema nacional de vigilância nos EUA é tão sofisticado, deveria ser uma questão relativamente simples identificar e fechar todos os sites pornográficos na Internet e bloquear todo o tráfego relacionado com a pornografia. Mas, isto já aconteceu? É claro que não.

A razão é simples: o Clube dos 147 alcança dois importantes objetivos ao permitir que a pornografia de todo tipo imaginável infeste a Internet. A pornografia produz uma quantidade extraordinária de dinheiro para seus produtores e distribuidores, ao mesmo tempo que corrompe as mentes e os corações de uma grande proporção da população, particularmente os rapazes adolescentes.

A corrupção moral e o vício são componentes importantes no programa encoberto dos Illuminati para solapar e destruir a cultura e os valores ocidentais. Os rapazes que ficam viciados em pornografia, especialmente na variedade mais extrema, tornam-se incapazes de desenvolverem relacionamentos românticos ou conjugais normais. A pornografia é uma toxina compulsiva que destrói as emoções humanas saudáveis. Aqueles que se envolvem com a pornografia tornam-se escravos de fantasias perversas e degradantes que os enfraquecem moral e espiritualmente.

Para os Illuminati, a pornografia na Internet é um arma criada no inferno. Ao mesmo tempo que produz grandes lucros para esses sociopatas, ela permite que eles lancem o esgoto da lascívia em milhões de lares e envenenem as vidas de homens e rapazes adolescentes que crescem sem a supervisão de seus pais. E tudo isto é feito de forma planejada, deliberada.

16. A Cilada Mortal dos Transgênicos

Quando nosso maravilhoso Criador criou a ampla variedade de plantas saborosas e nutritivas das quais podemos nos alimentar com segurança, Ele combinou a química delas com a do nosso corpo físico. Sabemos que essa combinação foi perfeita, pois os seres humanos alimentam-se dessas variedades-padrão há milhares de anos, sem efeitos adversos conhecidos. Portanto, o que acontece quando a química de um alimento básico é modificada de alguma forma? A polinização cruzada e outros métodos naturais de criação de novas variedades não constitui "modificação", pois o genoma de cada planta já está susceptível para a combinação e compartilhamento de material genético dessa forma. Entretanto, se uma modificação genética for feita de forma artificial, o que significa ignorar essas salvaguardas naturais, então, com base matemática somente, a planta resultante possuirá novas características químicas que estarão de algum modo em conflito com a química do corpo humano.

Acredita-se comumente que certos genes individuais produzam somente um efeito, ou uma mudança química no corpo, mas este não é o caso. Cada gene no genoma de uma planta contribui, junto com os outros genes, para múltiplos resultados orgânicos. Portanto, simplesmente não é possível, como alguns defensores dos organismos geneticamente modificados alegam, fazer uma modificação genética que produza somente um único resultado.

As plantas são ricas em enzimas que interagem de modos complexos com a vasta quantidade de enzimas em nosso sistema digestivo. Os organismos geneticamente modificados inibem a produção bem-sucedida de certas enzimas em nosso alimento, o que por sua vez afeta nosso metabolismo. A proliferação dos trangênicos em nosso suprimento alimentar nos anos recentes está levando ao aumento exponencial do número de pessoas que sofrem de alergias aos alimentos. Os organismos geneticamente modificados podem causar irritação crônica no intestino e produzir minúsculas perfurações, que permitem que partículas, que de outro modo seriam inofensivas, vazem para dentro da corrente sanguínea. A migração dessas toxinas pode causar diversos problemas crônicos e debilitantes na saúde, que são geralmente impossíveis de tratar com sucesso, sem que a verdadeira causa seja identificada.

Quase sem exceção, os organismos geneticamente modificados são prejudiciais à saúde humana. Sempre que foram testados por cientistas independentes — e não por aqueles indicados pelas grandes empresas que produzem alimentos trangênicos — eles invariavelmente produziram resultados que as grandes empresas não podiam explicar nem justificar. Em muitos casos, os resultados foram horríveis. Muitos estudos já mostraram que os animais de laboratórios, que receberam uma dieta contínua de milho e soja geneticamente modificados ao longo de um período de vários meses, desenvolveram sérias anormalidades orgânicas, incluindo problemas graves no fígado e nos rins.

Com todas as preocupações generalizadas a respeito dos alimentos transgênicos, podia-se esperar que os produtos alimentícios que contêm organismos geneticamente modificados fossem rotulados como tais — porém eles não são. O cidadão mediano não tem escolha, a não ser comer aquilo que recebe para comer dos arquitetos da vindoura Nova Ordem Mundial.

As grandes empresas que produzem alimentos geneticamente modificados enganam e iludem o público a respeito da segurança das plantações que usam sementes criadas por engenharia genética. Considere o seguinte excerto de um excelente relatório sobre este complexo e preocupante assunto:

"A falta de disponibilidade de estudos da indústria no passado resultou no fato que o público está sendo enganado a respeito da segurança dos alimentos geneticamente modificados. Por exemplo, dados brutos da indústria sobre a variedade de milho transgênico MON863 Bt maize, da Monsanto, (aprovada pela União Europeia em 2005) somente foram forçados a se tornarem abertos via ação judicial impetrada pela organização ambientalista Greenpeace. Em seguida, cientistas independentes na organização francesa de pesquisa CRIIGEN analisaram os dados brutos e descobriram que o próprio teste de alimentação realizado pela Monsanto com ratos revelou sérios efeitos na saúde — incluindo toxicidade no fígado e nos rins — que tinham sido ocultados do público." — GMO Myths and Truths: An evidence-based examination of the claims made for the safety and efficacy of genetically modified crops, Antoniou, Robinson and Fagan, junho de 2012 [pág. 26; ênfase adicionada]

Se a atitude e as ações das grandes empresas que produzem alimentos geneticamente modificados fossem consideradas isoladas das muitas outras fraudes grosseiras dos Illuminati identificadas neste ensaio, então alguém poderia estar justificado em atribuir os motivos deles à ganância cega e à busca de domínio no mercado. Mas, as ações deles se encaixam perfeitamente bem no plano maior de enfraquecer as nações e abolir suas soberanias, para que uma Nova Ordem Mundial possa ser estabelecida. Se os alimentos geneticamente modificados estão causando doenças crônicas entre dezenas de milhões de pessoas, então a capacidade delas de resistir à agenda política fica também seriamente enfraquecida. O impacto econômico adverso dessas doenças é também significativo, particularmente quando uma grande parte da renda das famílias afetadas é direcionada para os tratamentos médicos necessários.

Conclusão

Para realmente apreciar o significado das questões tratadas neste ensaio, precisamos olhar rapidamente para uma palestra apresentada por um indivíduo que possuía informações privilegiadas dos Illuminati, a um grupo de estudantes de medicina em Pittsburgh, em 20 de março de 1969. O palestrante foi o Dr. Richard Day, que naquele tempo era professor de Pediatria na Escola de Medicina Monte Sinai, em Nova York, mas tinha anteriormente sido diretor médico da Federação da Paternidade Planejada na América. As anotações dessa palestra altamente incomum, que não foi filmada nem gravada, foram feitas secretamente pelo Dr. Lawrence Dunegan, um dos estudantes presentes.

O Dr. Day fez uma impressionante apresentação geral do plano sinistro dos Illuminati/Marxistas para a transformação social nos EUA. Quando se considera que a palestra foi feita em 1969 e o número de elementos no plano dos Illuminati que foram implementados desde então, não pode haver dúvidas que o Dr. Day estava descrevendo um plano real, financiado e supervisionado por conspiradores reais, para debilitar, subverter e destruir os valores tradicionais da nação.

Aqui está como o Dr. Dunegan resumiu apenas alguns dos objetivos mencionados pelo Dr. Day. Este é um retrato atemorizador dos últimos 40 anos de transformação social e uma indicação verdadeiramente tenebrosa do que ainda está por vir:

"... sensualizar os jovens como um instrumento do governo mundial... incentivar a homossexualidade, incluindo os tipos mais descarados... limitar a assistência médica de custo acessível e, assim, tornar mais fácil a eliminação dos idosos... doenças novas e difíceis de diagnosticar e de tratar... suprimir as curas para o câncer, como um modo de controlar e reduzir a população... misturar todas as religiões — as antigas religiões terão de desaparecer... controlar quem tem acesso às informações... mudar as leis para promover o caos moral e social... não haverá mais segurança psicológica ou física... o crime gerenciava a sociedade... supressão da preeminência industrial dos EUA... controle dos alimentos... usar a psicologia de massas para controlar como as pessoas respondem e se comportam... falsificar a pesquisa científica... usar o terrorismo e a criação de ameaças 'terroristas'... usar dispositivos de vigilância para facilitar a chegada de um sistema totalitário de controle global."

É duvidoso se o Congresso, a Casa Branca, ou a Suprema Corte tiveram alguma vez dez cristãos nascidos de novo em sua composição, a qualquer tempo nos últimos quarenta anos. Logicamente, centenas de políticos já professaram serem cristãos, mas estavam deliberadamente enganando o eleitorado de modo a conseguir se eleger. Em resumo, o país tem sido completamente controlado há décadas por maçons, marxistas, pagãos e ateus.

As informações factuais e análises apresentadas neste ensaio mostram que a elite global está se preparando para a Terceira Guerra Mundial e que, de modo a alcançar o resultado desejado, ela está atualmente solapando os EUA a partir de dentro. Entretanto, esta não é uma proposição que a maioria dos americanos aceitaria. Eles preferem raciocinar do seguinte modo: "Certamente nossos líderes não são perfeitos, mas também nunca foram. Já passamos por tempos difíceis antes e passaremos novamente no futuro. A última coisa de que precisamos é de pessoas pessimistas que reduzam nossa moral."

Embora eu seja apenas uma voz distante — nem sequer vivo nos EUA — provavelmente eu poderia ser classificado como um desses pessimistas. Mas, digo estas coisas porque me preocupo. Nosso Senhor nos disse que "... os filhos deste mundo são mais prudentes na sua geração do que os filhos da luz" [Lucas 16:8]. Os filhos deste mundo são, é claro, a congregação dos ímpios, da qual os Illuminati são os exemplares supremos. O Senhor está nos advertindo que a sabedoria dos ímpios — sua esperteza, duplicidade e enganos — está muito além da compreensão das pessoas decentes. O indivíduo mediano simplesmente não consegue compreender que uma malignidade organizada desse tipo possa existir e que esteja trabalhando ativamente para derrubar o mundo que conhecemos hoje. Como os EUA são a principal barreira para a criação de uma Nova Ordem Internacional, a elite globalista está decidida a derrubar a nação.

As maiores armas deles são a enganação e nossa triste ignorância daquilo que eles são capazes de fazer. Se você não pode agir em seu próprio benefício, então faça isso pelos seus netos e bisnetos. Caso contrário, devido à indiferença e inação desta atual geração, o país será mudado drasticamente e as gerações futuras serão forçadas a aceitarem uma existência servil, onde não haverá tolerância para qualquer tipo de dissidência.

"Não creram os reis da terra, nem todos os moradores do mundo, que entrasse o adversário e o inimigo pelas portas de Jerusalém." [Lamentações 4:12].

Apêndice

Alguns Passos Principais Seguidos por Administrações Sucessivas para Implementar a Estratégia Cloward-Piven (1966)

A. A carga dos gastos com o bem-estar social expandiu-se rapidamente após 1966, crescendo de US$ 13 bilhões para US$ 36 bilhões, em apenas seis anos.

B. O presidente Nixon tirou os EUA do padrão-ouro em 1971, permitindo assim que o governo federal aumentasse o gasto público pela simples impressão de dinheiro, se essa via se mostrasse necessária.

C. Criando as Crises do Petróleo de 1973 e 1979 e, depois disso, deixando de atender à demanda interna com as reservas existentes no Alasca e em outros estados, a elite globalista desviou bilhões de dólares anualmante dos EUA para a Arábia Saudita e os Estados do Golfo Pérsico. Os árabes, por sua vez, concordaram em comprar títulos do Tesouro dos EUA de forma regular e em grandes quantidades, desse modo garantindo que os gastos públicos - e a dívida pública associada — pudesse crescer de forma exponencial. O povo americano essencialmente entregou uma fatia substancial de sua renda e depois tomou emprestado tudo outra vez. A tapeação foi extremamente inteligente, pois enganou o povo americano de quatro modos diferentes: (1) A população pagou preços excessivamente altos pelo petróleo e pelo gás; (2) o dinheiro pago foi para o exterior, sem adicionar coisa alguma à economia interna; (3) o povo recebeu uma carga cada vez maior de dívida federal, pois o governo possuía agora um mecanismo para aumentá-la ano a ano, durante décadas, sem qualquer interrupção; (4) a taxa de inflação aumentou dramaticamente à medida que o preço do petróleo subiu, erodindo o valor da poupança pessoal e aumentando grandemente o incentivo para contrair empréstimos.

D. Os EUA eram a maior nação credora do mundo em 1981, quando o presidente Reagan assumiu, e tornaram-se a nação mais envididada do mundo quando ele deixou o cargo, em 1989.

E. A próxima parte da armadilha da dívida também foi muito inteligente. Como os americanos não tinham mais acesso rápido ao ouro como um estoque para a riqueza, eles confiaram no mercado acionário, no mercado de títulos da dívida pública e no setor bancário/financeiro como repositórios de suas economias. A principal proteção deles contra a malversação e corrupção no setor bancário tinha sido obtida em 1933 com a famosa Lei Glass-Steagall. As várias restrições impostas por aquela lei garantiram que os bancos e outras instituições financeiras ficassem impossibilitados de assumir riscos comerciais insensatos com os depósitos dos clientes. Entretanto, essas várias restrições foram repelidas durante os anos 1990s. Os bancos imediatamente começaram a assumir níveis de risco excessivos, que os levaram à imensa crise financeira no fim de 2008. Aterrorizada pela possibilidade que todo o sistema financeiro pudesse entrar em colapso, a população docilmente permitiu que o governo socorresse os bancos e, ao fazer isso, expandisse a dívida pública em uma velocidade insustentável. O ano de 2009 tornou-se o "Ponto do Não Retorno" para o sistema financeiro dos EUA.

F. De modo a garantir que todo o sistema entre em colapso apenas no momento certo, a elite globalista criou uma nova classe de instrumentos financeiros, conhecidos como "derivativos", que não tem valor intrínseco algum em si mesmos. Entre os melhores conhecidos estão os Credit Default Swaps (NT: um contrato derivativo de crédito em que o comprador efetua pagamentos periódicos ao vendedor e, em retorno, recebe um pagamento se um instrumento financeiro se tornar inadimplente; Fonte: Wikipedia) e as letras de crédito imobiliário. Entretanto, existem muitas outras variedades, todas operando em um mercado completamente desregulamentado de 700 trilhões de dólares. Cada derivativo está vinculado a um ativo subjacente para que, teoricamente, a maior parte dos riscos inerentes ao mercado deva ter cobertura em contrapartida. Na prática, porém, esse tipo de equilíbrio é impossível de alcançar. Isto é especialmente verdade a respeito dos Credit Default Swaps, que estão vinculados à dívida soberana, em que grandes calotes (inadimplências) têm o potencial de destruir todo o sistema bancário. A complexidade dos instrumentos e do ambiente em que eles operam significa que ninguém sabe ao certo qual é o perfil de risco do mercado em um determinado momento. Embora o termo "bomba-relógio" seja frequentemente usado ao descrever certas práticas no setor financeiro, não há dúvidas que o mercado dos derivativos globais é uma bomba-relógio com um tremendo potencial destrutivo.

G. Para ser plenamente eficaz, o impacto da Estratégia Cloward-Piven precisa ser disfarçado. É importante que o público permaneça ignorante a respeito do verdadeiro estado de decadência na parte mais interna da economia. Por esta razão, a inclusão de alguns dos maiores passivos, notavelmente Medicare, Medicaid e a Previdência Social é deixada de fora dos balanços. Se os fundos necessários para atender a esses passivos fossem incluídos na dívida federal, o número no mínimo quadruplicaria.

H. A tapeação também requer que o verdadeiro custo do serviço da dívida existente seja disfarçado, que os tomadores de empréstimos nacionais e as pequenas empresas sejam incentivados a assumirem níveis mais altos de endividamento, e que o incentivo à poupança seja grandemente reduzido. Mantendo as taxas de juros em um nível absurdamente baixo há mais de 18 anos, o Sistema da Reserva Federal atingiu todos esses três objetivos.

Mesmo se as taxas de juros fossem triplicadas amanhã, elas ainda assim se conformariam com as tendências históricas. Mas, o efeito sobre os tomadores de empréstimos seria devastador. A realidade é que os volumes de dívidas em todos os setores da sociedade americana é verdadeiramente horrível — dívidas com cartões de crédito, empréstimos para estudantes, hipotecas, dívidas das empresas, nível de endividamento dos municípios e dos estados, etc. — estão nos níveis mais altos na história.

Tudo isto mostra que a Estratégia Cloward-Piven foi implementada com maior rigor e imaginação que seus autores tinham em vista. O sonho marxista de esmagar os EUA sob uma montanha de dívidas está perto de ser realizado.



Autor: Jeremy James, artigo em http://www.zephaniah.eu
Data da publicação: 2/7/2013
Transferido para a área pública em 25/6/2015
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