Autor: Jeremy James, Irlanda, 26/5/2026.
Em vários ensaios anteriores procuramos chamar a atenção para os perigos representados pelas assim chamadas Sete Leis de Noé. ou também Código Noaítico (ou também Código Noaíta). Embora já tenhamos investigado muito terreno nesses ensaios e fornecido informações mais do que suficientes para mostrar que essas supostas "leis", tomadas como um conjunto, conflitam com o Cristianismo, não expandimos o papel que a Organização das Nações Unidas está exercendo para levantar o perfil internacional dessas leis e exortar todas as nações a incorporá-las em suas leis e respectivas constituições.
Lembramos nossos leitores que o Código Noaíta é uma tentativa altamente organizada dos Illuminati, usando a plataforma dos judeus apóstatas, para colocar os cristãos de todo o mundo sob o governo da lei judaica, conforme concebida pelos assim chamados sábios talmúdicos. Isto é, portanto, uma rejeição do papel redentor de Cristo em nossa salvação e a substituição de um sistema de "justiça" com base na conformidade não vacilante da pessoa com as Sete Leis de Noé salvação por meio das obras.
A conformidade propriamente será monitorada por um sistema judicial formalmente estabelecido e as penalidades aplicadas quando o indivíduo deixar de observar o Código, conforme decidido pelo tribunal. As muitas fontes que consultamos confirmam que certas infringências poderão ser consideradas uma infração capital, requerendo a decapitação do infrator.
A Ocultação

Os cérebros planejadores que estão por trás dessa iniciativa estão ocultando e disfarçando aquilo que eles estão dispostos a fazer e o sucesso deles até aqui ao longo de um período de 45 anos, ou mais tem sido considerável. É difícil encontrar um cristão em algum lugar que esteja ciente dessas leis, ou ciente do impacto devastador que elas terão sobre a comunidade cristã, se algum dia elas forem inseridas na legislação nacional. Poucos cidadãos americanos parecer estar cientes que as sete leis já receberam grande reconhecimento legal nos EUA veja nossos ensaios anteriores e passos diligentes estão sendo dados em toda a ONU e em outras instituições para transformar essas leis em um fundamento moral reconhecido internacionalmente para criar a paz mundial.
Nossos líderes cristãos, que deveriam estar advertindo o rebanho a respeito desse perigo terrível, parecem estar completamente alheios ao que está acontecendo. Até mesmo os comentaristas que há anos advertem a respeito da decadência moral e espiritual da América moderna, e que identificaram muitos dos fatores por trás disso, estão sendo lentos em identificar o aparecimento dessa besta mortal, o Código Noaíta (ou Código Noaítico), e a extensão em que seus apoiadores e defensores acessam o Congresso e o Gabinete Oval na Casa Branca.
Considere, por exemplo, Paul Craig Roberts. Ele atuou como Secretário-assistente do Tesouro dos EUA para Política Econômica durante a administração Reagan e foi editor-associado do jornal The Wall Street Journal. Alguém poderia esperar que um ex-servidor público com ampla experiência e formação em Economia, Ciência Política e jornalismo tivesse ouvido a respeito das Leis de Noé e sua adoção na "lei pública" muitas décadas atrás pelo Congresso dos EUA, mas até muito recentemente ele não tinha. Em um artigo de abrir os olhos, publicado em 18 de fevereiro deste ano, ele descreveu a surpresa que teve quando leu um artigo sobre as Leis de Noé, publicado alguns dias antes (link fornecido). Ele fez uma pesquisa adicional por sua própria conta e descobriu que as informações alarmantes fornecidas no artigo provaram ser corretas.
Reproduzimos o artigo dele no Apêndice A, junto com o artigo que abriu os olhos dele para a intromissão das Leis Noaítas na lei pública (Apêndice B).
O Dr. Roberts não teve tempo para pesquisar respostas para as muitas questões que ele fez na seção de conclusão de seu artigo, incluindo as seguintes:
"Temos de nos preocupar como uma religião em nossos dias de descrença religiosa nos prepara para dominação e opressão pelos judeus? Os judeus precisam da crença religiosa para nos governar quando eles têm o holocausto, o cuidado status de vítimas cultivado por eles, e o incrível poder do dinheiro que possuem para financiar as campanhas políticas americanas que determinam quem será eleito para o Congresso e para a Casa Branca?"
O Dr. Roberts e o autor do artigo que ele discutiu não estavam expressando um viés contra os judeus, ou contra o Judaísmo em qualquer um de seus comentários. Ao revés, eles estavam grandemente preocupados que pessoas inocentes poderiam ser prejudicadas pelo extremismo da seita judaica em questão (Chabad Lubavitch) e pela disposição do Congresso, do Gabinete Oval na Casa Branca e dos líderes evangélicos em todos os 50 estados americanos de permitirem que essa seita solape os direitos constitucionais dos cristãos americanos. O Dr. Roberts cita a avaliação do autor daquilo que está acontecendo, isto é, que estamos lidando, não com "uma ameaça hipotética futura, mas com conquista ideológica finalizada."
A Atitude Supremacista
Essa atitude supremacista, em que os gentios são caracterizados como possuidores somente de uma alma animal, enquanto que os judeus possuem uma centelha divina, não está confinada aos membros da seita Chabad, mas parece ser comum com todos os judeus talmúdicos que estão inclinados a impor o Código Noaítico sobre os gentios.
Precisamos retroceder um pouco e considerar como o Código de Noé é visto pelo recém-criado Sinédrio em Jerusalém. Somos felizardos por termos um livro sobre o Código de Noé que foi endossado pelos rabinos mais antigos em Jerusalém. Eles também parecem querer que o conteúdo desse livro seja amplamente disseminado entre os gentios, bem como entre os judeus, a respeito de quem eles acham que deveriam fazer mais para promover o Código entre os gentios.
O livro em questão chama-se The Divine Code (O Código Divino), escrito pelo rabino Moshe Weiner, que é a tradução autorizada para o idioma inglês a partir do original em hebraico do rabino Weiner, Sheva Mitzvot HaShem (Sete Mandamentos Divinos). Faremos citações da terceira edição, publicada em 2018.
Aprovado pela Suprema Corte Rabínica
O original em hebraico do rabino Weiner recebeu a seguinte recomendação, datada de 3 de novembro de 2008, do rabino Zalman Goldberg, da Suprema Corte Rabínica de Israel:
"Eis que sou forçado a elogiar o grande erudito vivo, o rabino HaGa'on rabino Moshe Weiner (que ele viva por muitos longos e bons dias) e elogiar seu livro, um 'Shulhan Aruh L’Bnei Noah', que é uma elucidação das Leis da Torá dos Sete Mandamentos para os Filhos de Noé. Ele mostrou verdadeiramente grandeza em suas claras explanações e determinações da Torá em questões que não foram discutidas em detalhe, ou elucidadas em boa medida nas obras das autoridades rabínicas [do passado]. Portanto, faço minha apreciação ao rabino acima, que lançou esse livro para o mundo. [pág. 5].

Nota: A expressão "Filhos de Noé" refere-se aos não-judeus, isto é, a população mundial de gentios. O Chabad e similares consideram os judeus como uma criação superior.
À luz desse endosso reluzente, podemos ter confiança que os excertos que citaremos desse livro são uma declaração exata das visões aceitas pelas autoridades rabínicas vivas e de mais alto nível. Sem esse livro, estaríamos dependentes das opiniões coletadas a partir de muitas fontes talmúdicas e "privilegiadas" que poderiam não ter permitido que identificássemos uma posição definitiva (quando existente). A clareza com que o rabino Weiner elucida suas visões também é útil nesse sentido.
A não ser que os cristãos compreendam certos aspectos do Judaísmo Talmúdico, eles não serão capazes de entender a natureza elitista das crenças deles e, assim, o fervor com que essa minoria radical está seguindo seus planos para dominação mundial.
Uma Minoria Radical Está Dirigindo a Agenda

Antes de avançarmos mais, nossos leitores judeus precisam compreender que a variedade supremacista do Talmudismo ensinada pelo Chabad não é representativa em sentido algum das visões da maioria do povo judeu, sejam ortodoxos, liberais, conservadores, ou seculares. "Judeus comuns", se podemos usar esse termo, estão sendo colocados em uma posição perigosa pela minoria radical. Os judeus que não têm o desejo de avançar a agenda Noaíta serão cada vez mais vistos como aliados do Chabad. Os não-judeus não informados acharão difícil discriminar entre judeus que desejam escravizar "gentios" e judeus que não têm interesse nessas questões. O Chabad, em efeito, está servindo a Satanás, ao seguir um programa que está voltada para virar muitos gentios contra os judeus, tanto na própria comunidade deles e no país como um todo.
Nosso objetivo ao escrever esses ensaios não é somente alertar os cristãos para os perigos representados pela agenda Noaíta, mas alertar os judeus em geral para o dano que essa agenda, se levada longe demais, infligirá ao seu próprio povo. Satanás sabe que pode realizar muito com pouquíssimos atores. Tudo o que ele precisa é de vastas somas de dinheiro para comprar e subverter as pessoas certas. A explosão recente na oferta de dinheiro, em que mais de 30 trilhões de dólares foram adicionados à dívida nacional dos EUA em apenas quinze anos, garantiu que surpreendentes atrativos financeiros possam ser oferecidos para garantir a assistência ou operação de quase qualquer um. .Dezenas de milhares de pessoas influentes, que nunca sabidamente serviriam a Satanás parecem não ter dificuldade alguma para servir a Mamon, desde que o preço esteja correto.
Um dos aspectos mais chocantes do livro The Divine Code é a aguda distinção que ele faz entre judeus e gentios. O livro parece endossar totalmente a crença cabalista que os judeus têm duas almas, uma animal e uma que está conectada com o divino, enquanto que os gentios têm somente uma alma animal. Os seguintes excertos destacam o abismo percebido entre os dois:
"A Torá como um todo é uma herança de Deus somente para os judeus e um gentio que 'mergulha' em áreas da Torá, que não estão relacionadas com o Código Noaítico, está sujeito à punição pela Mão do Céu..." [pág. 71].
[Isto diz claramente que Deus deu o Velho Testamento para os judeus somente. Se os cristãos estudam alguma parte dele, exceto para o propósito de compreender as Leis de Noé, Deus os punirá.]
"A partir daqui vemos que os gentios estão obrigados a aprender todos os detalhes de seus sete mandamentos conforme eles são encontrados dentro da Torá aquilo que Deus proíbe e aquilo que permite para eles e serem especialistas em todos seus detalhes. Mas, é proibido para eles mergulhar no restante da Torá que não seja a respeito do Código Noaíta." [pág.71].
[Os cristãos precisam estudar as sete Leis de Noé e compreendê-las perfeitamente. O estudo da Bíblia fora disso é proibido.]
"A Torá é proibida para um gentio, como é a guarda do sábado, por causa da proibição de acrescentar um novo mandamento ou religião... [Fazer isso é como ter uma relação com 'uma mulher comprometida em noivado' (uma metáfora para a Torá), ou roubar aquilo que pertence a outra pessoa (o povo judeu) ísto é, 'roubar dos judeus']" [pág. 72].
"É a isso que o Talmude se refere quando diz que um gentio que mergulha no estudo da Torá está alcançando um nível da Torá que foi 'comprometido' somente para o povo judeu e dado como posse exclusiva dele, de modo que esse gentio é digno de morte pela mão do Céu." [pág. 73].
"... a Torá não especifica 'somente' 613 mandamentos judaicos (dos quais os Dez Mandamentos são somente uma fração). Ela contém também os Sete Mandamentos de Noé para todos os não-judeus, que Deus ordenou para Noé dezesseis gerações antes." [pág. 17].
[Essas passagens alegam que os Dez Mandamentos nunca foram destinados para os gentios, mas somente para os judeus. Além disso, os dez são apenas uma fração dos mandamentos que Deus deu aos judeus. O autor está implicando que os Dez Mandamentos escritos, dados no Monte Sinai, foram somente uma pequena parte da grande Torá oral dada a Moisés. Todos são voltados exclusivamente para os judeus. Como uma criação inferior, os gentios precisam estar satisfeitos com as sete leis de Noé.]
"Onde houver dúvidas quanto aos parâmetros da Lei Noaíta com relação às novas matérias, o preenchimento desse vão somente poderá ser feito por autoridades rabínicas ortodoxas qualificadas nas Leis de Noé." [pág. 663].
[Isto nos diz que somente os judeu podem decidir como as Leis Noaítas devem ser interpretadas. Ademais, isso levanta a possibilidade que as próprias leis poderão ser interpretadas com maior severidade com o passar do tempo.].
"Isto inclui a obrigação das Cortes Noaítas de supervisionarem o sistema educacional no país..." [pág. 668].
[As autoridades judaicas decidirão o que poderá ser ensinado nas escolas dos gentios. Somente desse modo elas poderão cumprir a obrigação divinamente ordenada de garantira que os gentios compreendam plenamente e vivam em conformidade com as Leis Noaítas.]
Pode ser um choque para muitos leitores verem a profundidade do racismo, a grosseira segregação étnica, que serve como base para as Leis de Noé e o sistema legal que será usado para impô-las. Antes mesmo de considerarmos as atitude noaítas para a idolatria e blasfêmia, é claro a partir do que já citamos que os cristãos acharão muito difícil praticar sua fé sob o regime das Leis de Noé, ou ensinar as doutrinas do Cristianismo para seus filhos.
Poderá facilmente tornar-se crime ensinar muitas passagens da escritura do Novo Testamento com base no fundamento que elas conflitam com o legalismo detalhado das Leis de Noé, ou desafiam o status "superior" dos judeus. Por exemplo, quantos cristãos poderiam seguramente citar as passagens em que Jesus censura os escribas e fariseus, os juristas talmúdicos daquele tempo?
Esperamos que nossos leitores possam ver, simplesmente a partir dos excertos já citados, que o sistema das Leis de Noé é realmente um meio de impor controle totalitário sobre os gentios. O sistema é anticristão em sua raiz. Ele não tem nada que ver com nossa salvação, nosso amor a Deus e nosso desejo de buscar Sua vontade e servi-Lo enquanto estamos aqui na Terra. Em vez disso, o sistema das Leis de Noé é uma violação ímpia de nossa autonomia espiritual e um sistema vil de sujeição social.
Derivação das Assim Chamadas Sete Leis de Noé
Alguns leitores talvez tenham se perguntado como os Dez Mandamentos podem ter qualquer aplicação para os gentios se a Torá estava voltada exclusivamente para os judeus. Afinal, ,de acordo com The Divine Code<, eles podem estudar somente aquelas porções da Torá que se referem às Leis de Noé, pois elas somente têm relevância para os gentios.
Isto nos traz para a origem das sete Leis de Noé. A maioria dos cristãos não saberia onde encontrá-las no Velho Testamento e, provavelmente, apontaria para os Dez Mandamentos como sua fonte. Mas, este não é o caso. De acordo com os rabinos, Deus deu aos judeus sete mandamentos que eles deveriam entregar para os gentios. Seis desses mandamentos não foram dados claramente na Torá escrita, mas foram codificados em apenas um verso Gênesis 2:16 o significado do qual poderia ser extrapolado usando o sistema excêntrico deles de interpretação, conhecido como Midrash. Como os rabinos consideram o hebraico do Velho Testamento como um texto divino, capaz de produzir um número infinito de significados válidos, desde que o método correto de interpretação seja utilizado, é possível (na opinião deles) buscar respostas divinamente aprovadas para questões examinando o texto usando o método da Midrash.
Quando um rabino famoso quis saber se Deus tinha ou não um dado conjunto de leis para os gentios, ele afirmou ter encontrado isso em Gênesis 2:16 "E ordenou o SENHOR Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente" (Veja Berishit Rabbah 16:6).
Resumo da definição de Midrash encontrada na Wikipédia
Midrash é um método judaico de interpretação e uma coleção de textos rabínicos que procuram explicar, expandir e preencher os vãos na Bíblia Hebraica. Derivada da raiz hebraica darash (inquirir, ou buscar), ela faz a ponte entre escritura antiga e a vida contemporânea extraindo sabedoria escondida, lições morais e decisões judiciais.
Aqui está como ele usou o método da Midrash para extrair seis das sete leis de moralidade para toda a humanidade (não-judeus somente), para serem substituídas somente pelas Leis da Torá dadas mais tarde no Monte Sinai exclusivamente para os judeus:

1. "E ordenou o SENHOR Deus"
Isto é considerado proibição à idolatria, pois implica que Deus somente tinha essa autoridade. Seria idolatria atribuir a mesma autoridade para qualquer outro ser. 2. "Deus"Isto é considerado proibição à blasfêmia, pois Deus, sendo absoluto, precisa receber respeito incondicional.
3. "SENHOR"Isto é considerado como aprovação ao estabelecimento de um sistema de leis e de governo, pois Deus é soberano e aquilo que Ele manda precisa ser imposto.
4. "ao homem"Isto é considerado uma proibição contra o homicídio, pois Deus está se dirigindo ao homem. Portanto, a vida do homem deve continuar.
5. "dizendo"Isto é considerado como proibição contra relações sexuais ilícitas. (Aparentemente, a interpretação está baseada em outras ocasiões no Velho Testamento em que a palavra hebraica para "dizendo" (le-emor) aparece em conexão com relações sexuais.)
6. "de toda a árvore do jardim comerás livremente"Isto é considerado como uma proibição contra a roubo, pois o fruto da árvor que ele não tinha a permissão de "comer livremente" pertencia a Deus.
7. Comentaristas posteriores, notavelmente Maimônides, acrescentaram uma proibição contra comer a carne de um animal vivo. Isso foi baseado em Gênesis 9:4: "A carne, porém, com sua vida, isto é, com seu sangue, não comereis." Os cristãos compreendem que esse verso é uma proibição a comer o sangue de um animal abatido sendo que o sangue deve ser drenado antes da carne ser consumida. Essa mesma proibição é mencionada em outro lugar na Escritura. Por outro lado, a noção que alguém comeria a carne de um animal que ainda está vivo simplesmente não é crível. (Os rabinos consideram a proibição em seu sentido amplo para proibir o abuso de um animal.)
"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim." [João 14:6].
Não consegui encontrar uma passagem em The Divine Code que explicasse de um modo conciso e coerente como as sete leis, consideradas como um todo, foram derivadas exegeticamente. Esta é uma omissão reveladora, pois sugere que os rabinos não estão atentos para o fato que terão uma possível audiência de gentios para simplesmente saber o quão ridículas realmente são essas interpretações. Quando Deus profere uma proibição em Sua Palavra, Ele a profere de forma clara, não de forma altamente tortuosa e excêntrica, como é o caso com essas sete leis. Os cristãos observam as proibições contra a idolatria, blasfêmia, homicídio, relações sexuais ilícitas e roubo por que essas proibições são declaradas de forma bem clara nos Dez Mandamento e por que os Dez Mandamentos se aplicam a toda a humanidade e não somente aos judeus.
Governo Mundial

Os rabinos querem usar o método do Midrash e sua própria engenhosidade intelectual para enlaçar os gentios e colocá-los sob o guarda-chuva de ferro de leis artificialmente criadas. Eles até querem ir mais longe e inventar uma lei, número 3 acima, que os habilite a supervisionar a aplicação desse sistema legislativo, para impor seus muitos requisitos detalhados para decidir como a lei deve ser interpretada sob várias circunstâncias e condições, para julgar os indivíduos que não estiverem em conformidade, em um tribunal constituído de acordo com as próprias regras deles, e aplicar punições quando as leis forem infringidas. . As penalidades incluem a morte por decapitação: "Existem alguns aspectos essenciais dos Mandamentos de Noé que carregam peso como pecados capitais se forem transgredidos como um decreto divino." [pág. 65].
Vemos nessa terceira Lei de Noé a base para um governo mundial. Se uma autoridade central em Jerusalém, o Sinédrio de 71 membros, for considerado como tendo autoridade divina para exercer sua vontade em decidir como as sete leis devem ser aplicadas em todos os países do mundo o que requererá a aprovação dos sistemas legislativo e judicial operantes de cada país isso se sobreporá à soberania deles.
A Promoção das Sete Leis de Noé nas Nações Unidas
O Instituto do Código Noaíta a tem status consultivo junto à ONU. O status consultivo no Conselho Econômico e Social da ONU (ECOSOC) concede às organizações não governamentais acesso formal ao sistema da ONU. As vantagens incluem a capacidade de comparecer aos encontros oficiais da ONU, apresentar declarações escritas e fazer apresentações orais, organizar eventos paralelos durante as sessões, formar redes de relacionamentos com as delegações dos governos e com outros defensores e apoiadores.
"Um dos órgãos principais da ONU é o Conselho Econômico e Social, ou ECOSOC. Esse conselho de 54 membros serve como um foro para discutir questões de interesse econômico e social internacionais, bem como apresentar recomendações com relação às políticas a serem tratadas por todo o corpo da ONU. O ECOSOC deliber com muitas organizações não-governamentais, ou ONGs, que participam nas atividades do dia a dia da ONU. O Instituto do Código Noaítico-ONU é uma ONG registrada com status consultivo que promove a paz por meio dos valores estabelecidos pelas sete Leis Universais. Essas leis são a Chave para abrir um diálogo entre pessoas de todas as nações, independente do credo, religião ou classe social. Elas representam o vínculo comum de todas as pessoas, no mundo inteiro, a coluna dorsal da paz. Essas leis são a estrutura para a construção de um futuro brilhante para nossas crianças."
Universal Noahide Code at UN HQ, de Craig Lodice, 25 de março de 2020, https://noahide.org/universal-noahide-code-at-un-hq-2/Talvez este seja o plano. Em caso afirmativo, o sistema Noaítico realizaria um propósito duplo, impondo um sistema severo de controle social sobre todas as nações e exigindo que todos os governos nacionais sigam instruções emitidas a partir de Jerusalém. Isto se encaixa bem com a Nova Ordem Mundial que o Anticristo espera que o saudará ará quando ele aparecer.
Em um momento forneceremos mais alguns excertos do livro The Divine Code para mostrar exatamente o quão contrário à Bíblia o Judaísmo Talmúdico realmente é. Fomos condicionados a pensar em uma tradição judaico-cristã, mas isso realmente não existe. O Judaísmo Talmúdico e o Cristianismo não têm virtualmente nada em comum.
A Verdadeira Natureza do Judaísmo Talmúdico
Em seu excelente estudo, Jewish History, Jewish Religion (1994), o professor Israel Shahalk, um judeu polonês, revelou para a compreensão dos ocidentais a verdadeira natureza do Judaísmo "ortodoxo" moderno. Citaremos a opinião dele primeiro e, depois, usando excertos de The Divine Code, mostramos como a brigada que promove as Leis de Noé está totalmente imersa na mesma cosmovisão, uma cosmovisão que é intensamente hostil ao Cristianismo e visa erradicá-lo da face da Terra.
"A decadência do monoteísmo veio a ocorrer por meio da propagação do misticismo judaico (a Cabala, ou Cabalá, ou Kabbalah) que se desenvolve nos séculos 12 e 13 e, por volta do fim do século 16 tinha alcançado uma vitória quase completa em virtualmente todos os centros de Judaísmo... na ortodoxia judaica do período posterior, especialmente entre os rabinos, a influência da Cabala permanece predominante." [pág. 91].
Ele então fala dos deuses e deusas que são representados na "Árvore da Vida" cabalista. De acordo com a Cabala, o universo é governado, não por um deus, mas por várias divindades de vários caráteres e influências, que emanaram a partir de "uma obscura e distante Primeira Causa."
"Todas as coisas me foram entregues por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar." [Mateus 11:27].
A partir dessa Primeira Causa emanaram um deus masculino chamado "Sabedoria", ou "Pai", e uma deusa feminina chamada "conhecimento", ou "Mãe". A partir do casamento desses dois, um par de jovens deuses nasceu, um masculino, chamado "Filho", e uma feminina, chamada "Filha", ou "Shekhinah". Mais deuses e deusas nasceram mais tarde de uma maneira similar. No ato da Criação, a Primeira Causa quis que os deuses masculino e feminino vivessem em perfeita união. Entretanto, Satanás planejou contra isso e está constantemente evitando sua realização.
O professor Shahak prossegue e diz:![]()
"A criação do povo judeu foi realizada de modo a corrigir a quebra causada por Adão e Eva, e sob o Monte Sinai isso foi por um momento alcançado. O deus masculino Filho, encarnado em Moisés, foi unido com a deusa Shekhinah. Infelizmente, o pecado do Bezerro de Ouro causou novamente desunião na divindade...." [pág. 93].
Como o leitor pode ver, a filosofia estranha da Cabala levou os líderes ortodoxos do Judaísmo pelo caminho sombrio da heresia, fantasia e confusão. As palavras "idolatria" e "blasfêmia" são dificilmente adequadas para expressar a iniquidade que está por trás de tudo isso, porém os mesmos líderes querem decapitar os cristãos que acreditam que Jesus é o Filho de Deus.

Os rabinos argumentariam fortemente que o Judaísmo é estritamente monoteísta, que esses "deuses" são meramente aspectos diferentes, ou emanações do Deus Único, supremo e incognoscível (o Ein Soph) e qualquer referência ao Pai, Mãe, Filho e Filha é puramente simbólica, que eles correspondem às letras Y, H, V, H, respectivamente no nome "não pronunciável" de Deus.
Michael A. Hoffman, outro comentarista judeu a respeito da verdadeira natureza do Judaísmo Talmúdico, escreveu uma crítica severa ao engôdo e perfídia que são a base de suas doutrinas no processo que confirma tudo que Shahak disse. Por exemplo, em Judaims's Strange Gods (200) ele escreve:
"O Judaísmo é a religião dos fariseus e o patrimônio de Babilônia, a partir de onde as tradições talmudícas e cabalistas do Judaísmo no fim derivam. O outro livro mais sagrado Judaísmo [arquivo], a Cabalá, está repleto de ensinos astrológicos, leitura da sorte, gematria, necromancia e demonologia. Os rabinos ortodoxos colocam maldições, lançam encantamentos e imaginam que tenham poderes maiores que Deus, derivados de seu estudo do Sefer Yezriah, um livro de magia cabalista... Ele ensina os métodos de contactar demônios." [pág. 81-82].
O livro do Dr. Hoffman contém uma riqueza de informações perturbadoras e exemplos que fazem cair o queixo de um tipo similar. Outra fonte excelente de informações sobre a verdadeira natureza do Judaísmo Talmúdico é The Jewish Religion and Its Influence Today de Elizabeth Dilling (republicado sob esse título na maioria das edições posteriores). O título original era The Plot Against Christianity (1953) que é uma melhor descrição da tese e da exposição que a autora faz do propósito oculto do Judaísmo Talmúdico.
O "Dever dos Judeus Piedosos"
"O dever dos judeus piedosos", de acordo com o professor Shahak, "é restaurar, por meio de suas orações e atos religiosos, a perfeita unidade divina na forma da união sexual, entre as divindades masculina e feminina" [pág. 93]. Os cabalistas têm diversas orações diárias criadas para promover essa união. Eles também veem como seu propósito distrair Satanás e tornar mais difícil para ele levar os deuses para o caminho errado:
"Por exemplo, os setenta bois sacrificados durante os sete dias da Festa dos Tabernáculos foram supostamente oferecidos a Satanás em sua capacidade como dominador de todos os gentios, de modo a mantê-lo ocupado demais para interferir no oitavo dia, quando um sacrifício é feito para Deus." [pág. 95].
Depois de dar diversos exemplos do modo bizarro como os rabinos interpretam o Velho Testamento, ele comenta:
"É bastante claro a partir desses exemplos que quando os judeus ortodoxos hoje (ou todos os judeus antes de 1780, aproximadamente), leem a Bíblia [isto é, o Velho Testamento] eles estão lendo um livro muito diferente, como um significado totalmente diferente, de como a Bíblia é lida por aqueles que não são judeus, ou judeus que não são ortodoxos. Essa distinção aplica-se até em Israel, embora ambas as partes leiam o texto em hebraico." [pág. 102].
Uma Cosmovisão Cabalista
Agora, vamos ver se a cosmovisão em The Divine Code se sobrepõe com a da Cabala.
ReencarnaçãoPurgatório"Assim, a população mundial neste tempo, quando o Código de Noé está finalmente sendo apresentado para toda a humanidade, é com certeza mais do que capaz de conter as almas reencarnadas de todos os gentios bons e merecedores que tiverem vivido no passado. Isso poderá ser o modo de Deus de dar a uma alma a oportunidade extra que ela merece, para fazer correções e se tornar justa." [pág. 23].
Panenteísmo"Após a passagem de uma pessoa, a alma dela sobe para receber sua recompensa espiritual. Se os pecados dos quais ela não se arrependeu forem mais pesados do que seus méritos, a alma dela é primeiro purgada no Gehinom, e depois recebe sua recompensa (a não ser que ela tenha sido extremamente perversa)." [pág. 103].
Talismãs"Abraão proclamou que o nome de Deus é 'El-olom' ('Deus universo') [Gênesis 21:33], para enfatizar que não há uma verdadeira separação entre Deus e o universo. O universo) é apenas uma emanação do poder de Deus, que está unido com o próprio Deus em total unidade." [pág. 115].
Astrologia"Da mesma forma, se alguém testar um encantamento medicinal três vezes e tiver sucesso toda vez (como por meio de um amuleto usado por uma pessoa doente), embora ela não saiba como aquilo funciona, mas somente que é um encantamento bom e que pode ser repetido, é permitido usa com base nisso." [pág. 106].
"A astrologia não está proibida para os gentios, isto é, para discernir o que está no mazal Divino de uma pessoa (um destino Divinamente planejado), e para prosseguir com uma ação quando isso for aparente a partir do mazal que a pessoa terá sucesso ou deixar de tomar uma ação quando o mazal estiver se opondo a ela." [pág. 197]. ("O mazal não é uma superstição, mas um destino natural que Deus providenciou." [pág. 195].

Tenha em mente que a inclusão dessas passagens em The Divine Code foi incidental. Elas poderiam facilmente ter sido omitidas. Mas, elas revelam, talvez de forma não intencional, a cosmovisão pagã ou cabalista em que o sistema das Leis de Noé está enraizado.
Usando o método da Midrash e as extensas oportunidades interpretativas fornecidas pela "Torá Oral", o Velho Testamento é realmente um livro de misticismo mágico para os judeus talmúdicos. Até as letras hebraicas da Torá são consideradas possuidoras de uma "santidade inerente" [pág. 73]. O Velho Testamento não é visto como um texto fixo dado por Deus para a humanidade, um texto a ser interpretado clara e totalmente de acordo com seus própria padrões internos, mas uma fonte de nova sabedoria e novo conhecimento, que podem ser extraídos, aparentemente indefinidamente, usando as ferramentas certas. Como mostrado acima, o modo como seis das assim chamadas Leis de Noé foram extraídas de um único verso (Gênesis 2:16) é prova disso.
Comentando a respeito da forte ligação entre o Judaísmo Talmúdico e a Cabala, Gershom Scholem, um erudito judeu que estudou essa questão extensivamente, declarou: "Interpretando todo ato religioso como um mistério, até onde o significado era claro para todos verem, ou era expressamente mencionado na lei escrita ou oral, uma forte ligação foi formada entre a Cabala e o Halakkah [o legalismo talmúdico], que parece para mim ter sido em grande parte responsável pela influência do pensamento cabalista sobre as mentes e corações de sucessivas gerações." (Major Trends in Jewish Mysticism (As Principais Tendências no Misticismo Judaico), pág. 30).
IdolatriaÀ luz do que já vimos, é difícil acreditar que os rabinos se atreveriam a mencionar o tópico da idolatria da forma como ela ocorre com os gentios. Ao fazerem isso, eles arrogam para si mesmos o direito de definir o que idolatria significa para o Cristianismo, impor uma lei com relação à sua observância para estabelecer um sistema de tribunais para julgar os casos de infração e, depois, decapitar os supostos infratores. A arrogância de Satanás não conhece limites!
Aqui está parte do que The Divine Code diz a respeito da unidade de Deus:
"... Deus é um e somente pode ser um, e não dois ou mais... Ele não é um na maneira de uma categoria que inclui múltiplas entidades individuais, nem um na maneira de um corpo que está dividido em porções, ou dimensões. Ao revés, Ele é completamente unificado e não existe unidade similar a Dele dentro dos reinos criados... A capacidade e o poder de Deus não têm limitações ou limites. Portanto, o poder Dele não pode ser o poder de um corpo. E, como Ele não tem um corpo, ou alguma forma, Ele não pode ser afetado por alguma circunstância que pode afetar um corpo... Assim, é impossível para Ele ser alguma coisa diferente de um." [pág. 42-43] [ênfase adicionada].
Esta é uma rejeição cuidadosamente redigida da doutrina cristã da Trindade, especificamente a encarnação do Filho de Deus e a existência de três Pessoas em um Deus. O autor mais tarde diz:
"... se uma pessoa serve somente ao Senhor, mas também acredita que existe outro poder, ou deus, sob o comando do Senhor, em quem alguém também deveria ter fé e jurar por ele, então a pessoa é chamada de crente em um intermediário." Grandes autoridades rabínicas em toda a história debateram se a crença falsa em um intermediário é realmente idolatria e, portanto, proibida para os gentios, ou se isso não está incluído na proibição básica das Leis de Noé de adoração a ídolos e, portanto, não é proibido para os gentios." [pág. 110].
Esta é outra passagem redigida com muito cuidado e que tem um efeito direto sobre um cristão ser ou não culpado de cometer uma infração capital se expressar a crença na divindade de Jesus Cristo. O fato de a passagem falar em "outro poder, ou deus" é evidência do Cabalismo que está subjacente ao monoteísmo "rígido" deles. O autor está tentando deixar aberta a questão se os cristãos são ou não idólatras ao afirmar que "grandes autoridades rabínicas" fracassaram em alcançar um consenso na questão. Ele é cuidadoso para evitar a admissão óbvia que isso constitui idolatria sob a aplicação rígida do Código Noaítico.
Em vez disso, em linha com certos outros rabinos, ele procura evitar a questão totalmente, levantando a possibilidade que os cristãos são monoteístas no sentido judaico, mas sentem-se obrigados a honrar a Deus acreditando também em um intermediário que os ajuda a se comunicarem com Deus. Esse cristão fictício, o "crente em um intermediário" foi inventada pelos rabinos para evitar ter de admitir que, na visão deles, todos os cristãos são idólatras e culpados de uma infração capital. Por exemplo, "... [Ramgam] conclui e escreve que qualquer ato de adoração a ídolos que é um pecado capital para um judeu, é também um pecado capital para um gentio." [pág. 111].
Cristo é nosso Sumo Sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque. Sendo um judeu e não um levita, Ele não pode ser um Sumo Sacerdote judaico. Como nosso Sumo Sacerdote um Sumo Sacerdote para judeus e gentios Ele é um mediador e não um intermediário. Um intermediário se aproximaria do trono do Pai a nosso favor, mas Cristo é um mediador, não um intermediário. Como nosso maravilhoso mediador, Ele tornou possível que nos aproximemos do trono do nosso Pai Celestial diretamente, com base na justiça imputada pela obra de Cristo no Calvário.
Os rabinos estão falando bobagem quando tentam transformar Cristo em um intermediário. Eles fingem ser ignorantes da verdadeira doutrina cristã da obra redentora de Cristo e Sua posição à mão direita do Pai Celestial. Eles negam a divindade Dele e até tratam o suposto status Dele de intermediário como uma falsa crença à qual os cristãos tolamente aderem. (Não iremos descrever aqui as muitas passagens no Talmude de Babilônia que zombam de Jesus de Nazaré das formas mais repulsivas e vis. Essas passagens repugnantes (que podem ser encontradas na Internet) são provas, para aqueles que possam ainda estar em dúvida, que o Judaísmo rabínico despreza o Cristianismo e todos aqueles que creem em Jesus Cristo como o Filho de Deu.)
O Rabino como uma Figura Quase Divina
"Uma manifestação desta superstição é encontrada na auto-adoração do Judaísmo. No Judaísmo o rabino é a Torá encarnada. Ele torna real esse status divino por meio da memorização e vã repetição do Talmude e das interpretações talmúdicas do Tanakh (o Velho Testamento) de uma maneira similar à importância que as religiões orientais conectam com as rezas e mantras de encantamento. O mantra do Talmude é considerado capaz de dar ao rabino poder sobrenatural e sua superioridade intrínseca e divindade tornam-se manifestas por esse meio." [Michael Hoffman, Judaism’s Strange Gods, pág. 36].
Curiosamente, depois de ter prevaricado deste modo, o autor continua e diz que qualquer cristão que vai além da mera "crença" e "expressão" e continuar a adorar a Cristo e a servi-Lo abertamente como o Filho de Deus é culpado de idolatria:
"... um intermediário é permitido para um gentio somente para crença e fala, mas não para adoração real ou serviço." [pág. 112].
É difícil dizer o que exatamente o autor quer dizer com "crença" e "expressão", pois ele não define esses termos. Presumivelmente, ele quer dizer uma crença particular na divindade de Cristo, que não é seguida por uma expressão visível e exterior dessa crença. Há, portanto, pouca dúvida que os cristãos que se reunirem em um local público para cantar louvores a Jesus como o Filho de Deus estão violando a proibição da Lei de Noé contra a idolatria e serão considerados culpados de uma infração capital por um tribunal noaíta.
O mesmo se aplicaria para qualquer expressão de crença na Santa Trindade, como o seguinte confirma:
"A crença em uma trindade divina é um conceito idólatra, pois é uma crença que Deus (ou, de acordo com alguns, uma segunda divindade separada) tem aspectos característicos e as características de um corpo." [pág. 154].
Conclusão
Em conclusão, então, precisamos soar o alarme o mais alto que pudermos e advertir os cristãos em toda a parte do perigo terrível representado para a vida e liberdade de todos os fiéis cristãos pelo Código Noaítico e pelas tentativas que estão sendo feitas atualmente, via ONU e outras instituições internacionais, para incorporar as Sete Leis de Noé na estrutura legislativa dos Estados soberanos. Desejamos também advertir os judeus não-noaítas das implicações para a própria segurança deles da imposição de um sistema que está destinado a provocar intensa instabilidade social e um acentuado aumento nas atitudes antissemitas.
Este efeito está acontecendo há várias décadas. Todos os presidentes americanos desde Jimmy Carter cometeram traição ao assinarem anualmente uma proclamação que honra as sete Leis de Noé e o falso messias judaico, o rabino Menachem Schneerson.
Como poderá a América sobreviver se, nos últimos cinquenta anos aproximadamente, seus líderes de mais alto escalão estiveram ativamente em consórcio com o inimigo? Pior ainda, como pode o país sobreviver quando os líderes e pastores evangélicos são ignorantes a respeito do que a elite política esteve fazendo ao longo de todo esse tempo para solapar o Cristianismo no país?
Os Pecadores em Sião
"Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho." [1 João 2:22].
"Os pecadores de Sião se assombraram, o tremor surpreendeu os hipócritas. Quem dentre nós habitará com o fogo consumidor? Quem dentre nós habitará com as labaredas eternas." [Isaías 33:14].
Apêndice A
As Leis de Noé
Autor: Paul Craig Roberts
18 de fevereiro de 2026
Você já ouviu falar a respeito das Leis de Noé? Provavelmente não. Aqui estão elas:
[O Dr. Roberts fornece um link pra um arquivo do Dropbox. Para facilidade de acesso, reproduzimos no Apêndice B anexo o artigo inteiro ao qual ele se refere.]
Não, elas não são uma teoria da conspiração antissemita. Você pode encontrá-las em H. J. Res 104, uma resolução conjunta aprovada pela Casa dos Representantes e pelo Senado e, depois, assinada pelo presidente George W. Bush, tornando-as uma lei pública. O artigo referido acima conclui que a lei coloca os americanos sob uma lei judaica que atribui um valor obscuro para os gentios.
De acordo com o artigo referido acima, na doutrina judaica associada com o rabino Menachem Schneerson, o defensor da H. J. Res 104, os gentios são inferiores aos judeus e existem somente para servirem a eles. Os gentios somente têm almas animais, ao contrário das almas judaicas que "têm um fragmento real do Divino."
O autor do artigo vê incompatibilidade civilizacional entre as Leis de Noé, endossadas pelo governo dos EUA, e o Cristianismo:
"O conflito teológico central entre o Cristianismo e o Judaísmo é este: o Cristianismo Protestante Clássico ensina que as nações prestam contas diretamente para Cristo. A Grande Comissão envia discípulos para todas as nações para ensiná-las a observar todas as coisas que Cristo mandou. Cristo tem toda a autoridade no céu e na Terra. A teologia noaíta ensina que as nações prestam contas sob a interpretação rabínicas da Torá. Os gentios estão amarrados por leis mediadas por meio das categorias da aliança judaica. As autoridades rabínicas definem o que constitui uma violação. (Muito mesmo para o mito histórico dos 'valores judaicos-cristãos.')"
"Esta é uma disputa fundamental por soberania. Quem tem a autoridade para definir uma lei moral universal? Cristo ou os rabinos? A teologia cristã ou a jurisprudência talmúdica? Você não pode aceitar a autoridade de Cristo e um sistema jurídico paralelo da aliança que contorna Cristo para colocar as nações sob a jurisdição rabínica. Quando os fundamentos morais da sua civilização são redefinidos como tendo sido sempre talmúdicos, quando o Congresso declara isso, quando presidentes proclamam isso, quando isso é incorporado na lei federal, você não está lidando com uma ameaça hipotética futura, mas com conquista ideológica finalizada."
Fascinado pelas afirmações do artigo, pesquisei as Leis de Noé. Elas existem e assim também a resolução conjunta do Congresso que as endossa, como faz o endosso delas pelos presidentes Carte, Reagan, os dois Bushes, Clinton, Obama, Biden e, claro, por Trump, pois uma resolução que endossa as leis é solicitada pelo lóbi de Israel todos os anos.
Aqui estão algumas das informações que apareceram em minha pesquisa:
Lei Pública 102-14 (H. J. Res. 104), aprovada em 20 de março de 1991, designou 26 de março de 1991 como "Dia da Educação nos EUA". Assinada pelo presidente George H. W. Bush, essa resolução conjunta reconhece a importância dos valores éticos, especificamente referenciando as Sete Leis de Noé como uma base fundamental para a civilização, ao mesmo tempo que honra os esforços educacionais do rabino Menachem Mendel Schneerson.
O governo dos Estados Unidos, durante as administrações dos presidentes Reagan, Bush e Clinton, forneceu, sob o eufemismo da educação (por exemplo, a Resolução Conjunta da Casa 173 e a Lei Pública 102-14), uma preparação de terreno para o estabelecimento de "Cortes de Justiça" talmúdicas a serem administradas por discípulos do sucessor do Chabad de Shneur Zalman, o rabino Menachem Mendel Schneerson. [https://rublev-museum.livejournal.com/66862.html]
Lei Pública 102-14, originada como H. J. Res 104, uma resolução conjunta aprovada pela Casa dos Representantes e pelo Senado, depois assinada pelo presidente, tornado-a uma lei pública. As resoluções conjuntas podem se tornar leis públicas quando passam a vigorar, possuindo o mesmo peso legal que os projetos de lei. A designação "Lei Pública" confirma sua forma de ser aprovada e entrar em vigor. Discrepâncias surgem a partir de uma má compreensão da terminologia dos processos legislativos. Analisar os registros oficiais do Congresso, ou os websites do governo clarifica o status do projeto de lei e a história legislativa. [https://www.justanswer.com/law/eujyq-5th-legal-opinion-needed-please-text-public-law.html]
As Leis de Noé foram reconhecidas pelos governos? As Leis de Noé são reconhecidas pelos líderes em diversos países. [https://asknoah.org/faq/have-the-noahide-laws-been-recognized-by-any-governments]
A universalidade desses princípios e a importância global foram reconhecidas em 1982 pelo presidente Ronald Reagan quando ele falou da "validade eterna das Sete Leis de Noé como um código moral para todos nós, independente da fé religiosa" (Proclamação a Respeito do Dia Nacional da Reflexão, 4 de abril de 1982).
Sete anos mais tarde, em 1989, o presidente George H. W. Bush não somente proclamou que esses "valores bíblicos são o fundamento para uma sociedade civilizada", mas também reconheceu que "a sociedade que falha em reconhecer ou em aderir a eles não conseguirá durar muito tempo."
Ele compreendeu como esses "princípios de conduta ética e moral que formam o firme fundamento para todas as civilizações vêm até nós, em parte, a partir das centenárias Sete Leis de Noé." E, ao fazer isso, ele notou as origens delas: "As Leis de Noé são realmente sete mandamentos dados por Deus para o homem, conforme registrado no Velho Testamento..." (Proclamação 5956-Dia da Educação nos EUA 1989 e 1990, 102 Stat. 3016, de 14 de abril de 1989).
O Senado e a Casa dos Representantes do Congresso dos Estados Unidos em 1991, de uma forma bipartidária [e unânime] reconheceram além disso como essa "tradição histórica de valores e princípios éticos.... sobre os quais nossa grande nação foi fundada... têm sido o firme fundamento da sociedade desde a aurora da civilização, quando eles eram conhecidos como as Sete Leis de Noé." O Congresso americano compreendeu como "o mais recente enfraquecimento desses princípios... resultou em crises que cercam e ameaçam o tecido da sociedade civilizada." Assim, eles nos advertiram que "sem esses valores e princípios éticos a civilização fica em sério risco de retornar para o caos." (Lei Pública 102-14, 102d Congresso, primeira sessão, H. J. Res. 104).
Outros líderes mundiais se uniram ao chamado para uma observância maior e conhecimento dessas leis. Por exemplo, Herman Van Rompuy, presidente da União Europeia, escreveu (em julho de 2014) que ele buscava maior "disseminação dos valores universais conhecidos como as Leis de Noé", e o major-brigadeiro Michael Jeffery, governador-geral da Austrália, lamentando a ruptura das famílias, drogas e abuso no consumo de álcool na sociedade moderna, em uma carta de 2008, escreveu que acreditava que observar os valores fundamentais das Leis de Noé poderia ser um antídoto para esses males da sociedade. Somente precisamos olhar para a ruína em que estamos vivendo hoje para reconhecer a validade dessas afirmações absolutamente verdadeiras.
Para mim [Dr. Roberts], não está claro se as Leis de Noé são independentes das visões de superioridade judaica de seus patrocinadores.
Parece claro que diversos governos dos EUA reconheceram que os Estados Unidos estão fundados com base em leis judaicas. As administrações desses presidentes compreenderam o que eles estavam assinando, ou os contribuintes judeus da campanha disseram assine essa petição e ela trará para você enormes contribuições de campanha e o confiável voto dos judeus?
A representação sionista os neoconservadores com dupla cidadania nas administrações Reagan, Bush e outras se aproveitaram da propaganda que Israel é a única democracia no Oriente Médio e que o fiel aliado dos EUA merece que o Congresso e os presidentes americanos aprovem uma lei que implica a regra moral de Israel sobre a América.
O Congresso e os presidentes americanos declararam que a América está baseada na lei judaica que define os gentios como servos de Israel? Em caso afirmativo, os presidentes americanos foram manobrados para fazerem isso sem compreenderem o que estavam fazendo?
A questão que permanece é: Pronunciamentos religiosos, qualquer que seja a origem deles, não significam mais coisa alguma? Temos de nos preocupar como uma religião em nossos dias de descrença religiosa nos prepara para a dominação e opressão pelos judeus? Os judeus precisam da crença religiosa para nos governar, quando têm o holocausto, o status de vítima cuidadosamente cultivado, e o incrível poder do dinheiro deles para financiar as campanhas políticas americanas que determinam quem será eleito para o Congresso e para a Casa Branca?
A religião, como tudo o mais, não foi suplantada pelo poder do dinheiro?
No século 12, Alain de Lille declarou: "Não é César agora, mas o dinheiro que é tudo."
Não é esta nossa situação hoje?
Fonte: https://paulcraigroberts.org/the-noahide-laws/
Apêndice B
A Charia Judaica: A Conspiração Global das Leis de Noé
Parte 2 Se você achava que a Charia seria má, ainda não viu nada.![]()
(A autoria deste artigo é atribuída a I. D. Hall, porém isso não está confirmado.)
https://www.dropbox.com/scl/fi/lr3uiu4482uvit2op3ifb/Feb- 14.pdf?rlkey=5etz0zdihhunwak3t31okc6dfCe=2CSt=44rf49:6Cutn_nediun=enailCutn_Sour ce=SubStackCdl=0Há cerca de cinquenta anos que algo extraordinário se assentou no registro público quase sem escrutínio algum. O que você pensaria se o Congresso honrasse formalmente um líder rabínico por promover um código jurídico universal extraído das leis do Talmude e, mais tarde, a linguagem fosse incorporada em decretos federais que declaram esses princípios como fundamentos morais da civilização? Por que presidentes de ambos os partidos repetidamente afirmaram isso, e por que os líderes evangélicos nunca examinaram seriamente as implicações jurisdicionais?
O Top Shelf Preserve deste fim de semana examinará essas ameaças. A pergunta é: quem define a lei moral universal para as nações, como essa estrutura alcançou reconhecimento institucional bipartidário, e por que quase ninguém nos advertiu a respeito das linhas teológicas em letras miúdas?
Em março de 1983 o presidente Ronald Reagan posou no Gabinete Oval junto com o vice-presidente George H. W. Bush. Diante deles estava um rolo cerimonial ricamente adornado. Durante todo aquele dia, em três cerimônias separadas, todos os membros do Senado dos Estados Unidos e da Casa dos Representantes colocaram suas assinaturas no documento. O "Rolo Nacional de Honra" honrava o octogésimo primeiro aniversário do rabino Menachem Mendel Schneerson, celebrando sua "visão espiritual e liderança mundial" e sua promoção das Sete Leis de Noé como princípios morais universais para toda a humanidade.
Como o Cristianismo ensina que toda a a flora e fauna de Deus foram criadas para servirem à humanidade, Schneerson ensinava que os gentios existem somente para servirem aos judeus. Schneerson tinha afirmado: "A realidade inteira de um não judeu é vaidade. Está escrito: "E haverá estrangeiros, que apascentarão os vossos rebanhos; e estranhos serão os vossos lavradores e os vossos vinhateiros." (Isaías 61:5). Toda a criação de gentios existe somente para o bem dos judeus." Em milhares de ocasiões separadas, Schneerson afirmou explicitamente que os gentios estão mais perto em natureza dos animais do que dos judeus."
Naquele mesmo ano, Reagan escreveu pessoalmente para Schneerson, elogiando "a tradição histórica dos valores e princípios éticos, que são o firme fundamento da sociedade desde a aurora da civilização, quando eles eram conhecidos como as Sete Leis de Noé, transmitidas por Deus para Moisés no Monte Sinai." Reagan não estava elogiando os Dez Mandamentos ou a Lei Natural enraizada na teologia cristã. Ele estava endossando a lei rabínica do Talmude.
Oito anos mais tarde, em 1991, o Congresso aprovou e o presidente George H. W. Bush assinou a Lei Pública 102-14, declarando formalmente que os Estados Unidos foram "fundados com base nas Sete Leis Universais de Noé" e que esses princípios talmúdicos "são o firme fundamento da sociedade desde a aurora da civilização." Este era a governo dos EUA adotando oficialmente uma narrativa histórica que pode ser demonstrada como falsa e incorporando-a na legislação federal como fato estabelecido. A América não foi fundada com base na lei talmúdica.
Embora a "Fox News America" tenha passado anos gritando a respeito da Charia, de forma sorrateira uma verdadeira estrutura religiosa estrangeira ganhou mais poder institucional na América do que o Islã poderia algum dia conseguir. Essa estrutura ensina explicitamente que as almas dos gentios são ontologicamente inferiores às almas dos judeus e existem somente para servir aos judeus. Além disso, os porteiros-guardiões evangélicos não apenas permaneceram silenciosos. Muitos ajudaram ativamente a promover isso.
O Que São as Leis de Noé?
As Sete Leis de Noé não vêm da Bíblia. Elas vêm do Talmude Babilônio, especificamente Tractate Sanhedrin 56a até 60a, derivadas por meio de exegese rabínica de Gênesis 2:16. As sete leis são proibição da idolatria, proibição da blasfêmia, proibição do homicídio, proibição do roubo, proibição da imoralidade, proibição de comer carne despedaçada de um animal vivo, e a obrigação de estabelecer tribunais de justiça.
Na superfície, essas leis parecem como ética civilizacional básica. Não matar, não roubar, estabelecer a lei e a ordem. Quem poderia fazer objeção a isso? Aqui está o que os porteiros-guardiões evangélicos não dirão a você a respeito das letras miúdas no contrato..
A Pena de Morte Sobre a Qual Você Nunca Ouviu Falar
A partir do próprio Talmude, Sinédrio 57a, vem a seguinte declaração: "Um noaíta [gentio] que transgredir esses sete mandamentos será executado por decapitação." Esta é a lei talmúdica real codificada. Maimônides formalizou isso no código legal de sua autoria do século 12, o Mishneh Torah, na seção intitulada Hilchot Melachim 9:14. Isso nunca foi rescindido ou revisado pelas autoridades rabínicas. O Talmude especifica a decapitação como o método de execução para os gentios que violarem as Leis de Noé e o consenso rabínico medievais afirmava essa posição.
A Disparidade na Imposição Que Revela a Hierarquia
As mesmas passagens do Talmude que estabelecem essas leis também estabelecem que elas são impostas com maior severidade sobre os gentios do que leis judaicas paralelas são impostas sobre os judeus. De acordo com Sinédrio 57a e a Encyclopedia Talmudit, um gentio responde na Justiça por blasfêmia "mesmo com um dos atributos divinos", enquanto que um judeu responde somente por blasfêmia quando profere o Nome Inefável por completo. Um gentio responde na Justiça por abortar um feto, enquanto que um judeu não responde sob as mesmas circunstâncias. Um gentio responde na Justiça por roubo "mesmo se menos de um centavo, enquanto que a lei judaica requer roubo de um valor mínimo para incorrer em responsabilização."
Os padrões para os procedimentos também diferem. Um gentio pode ser condenado e executado com base no depoimento de uma única testemunha, enquanto que a lei judaica requer duas testemunhas para os casos capitais. Um gentio não precisa ser advertido antes da execução, enquanto que a lei judaica requer que o acusado seja advertido imediatamente antes de cometer o ato e reconheça a advertência. A estrutura talmúdica estabelece um sistema legal de dois níveis, com um conjunto de padrões para os judeus e um conjunto mais severo para todas as demais pessoas.
Quem Decide o Que Constitui Idolatria?
Não é você que decide se sua adoração constitui idolatria. Não é sua igreja que decide. Não é sua tradição teológica que decide. As autoridades rabínicas fazem essa determinação. E, historicamente, muitas delas determinaram que a adoração dos cristãos trinitarianos constitui idolatria sob a primeira Lei de Noé.
Maimônides, uma autoridade medieval, considerava o Cristianismo problemático a partir de um ponto de vista monoteísta estrito. Sob uma estrutura noaíta estrita, imposta por tribunais rabínicos, o Cristianismo trinitariano ortodoxo poderia ser classificado como uma violação capital. Você adora Jesus como Deus e as autoridades rabínicas poderiam julgar que isso viola a proibição contra a idolatria. A penalidade prescrita é morte por decapitação. Isto não é teoria da conspiração. Isto vem direto da jurisprudência talmúdica conforme codificada pelas fontes de autoridade rabínica.
Enquanto isto, a maioria dos americanos não tem ideia alguma que há praticamente cinquenta anos, uma campanha organizada está conseguindo receber reconhecimento institucional sem precedentes para a lei talmúdica nos níveis mais altos do governo americano. A operação foi sistemática, bem-financiada e surpreendentemente bem-sucedida.
A Operação de Acesso à Casa Branca
O rabino Abraham Shemtov atuou como embaixador permanente de Schneerson em Washington desde os anos 1970s até os anos 1990s. Ele não era um visitante ocasional, mas uma presença fixa. O papel dele foi compreendido explicitamente dentro dos círculos do Chabad como "o embaixador do Rebbe junto à Casa Branca". Shemtov chefiava delegações regulares do Chabad em encontros com presidentes em exercício e manteve relacionamento pessoal com todos os presidentes, desde Richard Nixon até Bill Clinton. Em 1984, o presidente Reagan o indicou para o Conselho Consultivo Nacional em Educação de Adultos. Ele fez lóbi com sucesso no Congresso para aprovar a resolução anual "Dia da Educação nos EUA" e obteve a Medalha de Ouro do Congresso para Schneerson em 1995, tornando Schneerson o primeiro líder religioso a receber essa honraria.
Isto não foi uma cortesia interfé ocasional. Isto foi acesso institucionalizado nos níveis mais altos do governo, mantido consistentemente em administrações Republicanas e Democratas durante décadas.
Todos os presidentes, desde Jimmy Carter em 1978, emitiram proclamações anuais para o "Dia da Educação nos EUA" honrando Schneerson. Clinton elogiou a estrutura noaíta. George W. Bush honrou o legado de Schneerson. Obama emitiu as proclamações sem falhar. Trump endossou entusiasticamente a tradição. Biden a manteve. Por quase meio século, o poder executivo promoveu a lei rabínica do Talmude como a base moral da América, com apoio dos dois partidos e o estamento evangélico não diz coisa alguma.
O Instituto do Código Noaíta possui status consultivo oficial junto ao Conselho. Econômico e Social da Organização das Nações Unidas. Isso concede ao instituto o direito de participar dos encontros da ONU, privilégios de falar nos foros da ONU e a capacidade de apresentar declarações escritas para os órgãos da ONU. Em novembro de 2015, o mesmo ano em que a ONU adotou a Agenda 2030, o instituto realizou um encontro de cúpula na sede da ONU intitulado "Mobilizando a Ética Cultural e Religiosa para a Agenda 2030". O encontro de cúpula reuniu altos funcionários da ONU, líderes religiosos de múltiplas fés e representantes dos governos para discutir a integração da ética religiosa com os objetivos do desenvolvimento global.
Ronald Perelman, possui um patrimônio de bilhões de dólares e é presidente do conselho da MacAndrews & Forbes Holdings, é um discípulo pessoal do rabino Abraham Shemtov. Schneerson o chamava pessoalmente Perelman de "meu parceiro" em atividades em obras de caridade. Perelman atuou como presidente nacional do conselho dos Amigos Americanos do Lubavitch e é um importante benfeitor financeiro das causas do Chabad.
Aqui está um financista bilionário no círculo mais interno do movimento que fez lóbi com sucesso para a Lei Pública 102-14. Você têm acesso institucional documentado que se estende por cinco décadas. Você tem status consultivo junto à ONU. Você tem proclamações presidenciais de todas as administrações. Siga o dinheiro, o acesso e o posicionamento institucional e você verá sua profundidade dentro do aparato de poder global.
A Pílula do Veneno Teológico
Como indicado acima, o homem que recebeu toda esta honra do governo, cujos ensinos foram elogiados por presidentes e inseridos na lei federal, ensinava explicitamente que os gentios possuem almas fundamentalmençõete inferiores e que existem essencialmente para servir aos judeus. Isto é teologia fundamental do Chabad.
Tanya é o texto fundamental do Hassidismo do Chabad, escrito em 1796 pelo fundador do movimento. Schneerson ensinou a partir desse texto durante toda sua vida e nunca o contraditou. O Tanya ensina que os judeus possuem duas almas: uma alma animal como todos os humanos e uma alma divina, descrita como "um fragmento real do Divino." Os gentios possuem somente uma alma, a alma animal e até essa alma é "menos inerentemente santa do que a alma humana de um judeu."
O Tanya diz explicitamente a respeito das almas dos gentios: "Elas não contêm absolutamente nada de bom". Ele continua: "As almas das nações gentias vêm de três kelipot [conchas de impureza espiritual] impuras."
A partir de palestras selecionadas de Schneerson, Likkutei Sichos vêm as seguintes citações: "A diferença entre uma pessoa judia e uma não judia deriva da expressão comum, "Vamos diferenciar". Temos uma situação entre espécies totalmente diferentes. O corpo de uma pessoa judia é de uma qualidade totalmente diferente do corpo de todas as nações do mundo." E mais: "A realidade inteira de um não judeu é apenas vaidade. A criação inteira de um não judeu é somente para o bem dos judeus." (algumas dessas citações eu destaquei na Parte 1, na semana passada).
Até as boas obras dos gentios são suspeitas sob essa estrutura. A posição talmúdica, afirmada no ensino do Chabad, é que "toda caridade realizada pelos gentios é somente para aumentar o orgulho deles." Os gentios não podem realizar verdadeiramente bons atos por que as almas deles se originam de impureza.

Este não é o ensino de algum extremista marginal que o Chabad repudia. Esta é a teologia do homem que recebeu a assinatura de todos os membro do Congresso no Rolo Nacional de Honra, de 1983, a Medalha de Ouro do Congresso, proclamações presidenciais anuais por quase cinquenta anos, elogios de Reagan e reconhecimento federal por meio da Lei Pública 102-14, assinada por Bush. E os evangélicos não disseram coisa alguma. Evangélicos como Mike Huckabee (foto abaixo) fizeram parcerias com as iniciativas interfé do Chabad Ton, líderes evangélicos compareceram aos eventos Dia da Educação e faculdades cristãs receberam palestrantes do Chabad. Os mesmos porteiros-guardiões que escreveriam quarenta artigos sobre a teologia islâmica nunca advertiram seu povo que eles estavam comemorando um líder religioso que ensinava que as almas dos gentios são fundamentalmente inferiores e que existem para servir aos judeus.
Acima: O prefeito de Bay Harbor Island, na Flórida, Isaac Salver e o vereador Ezekiel Rapaport se reúnem com o embaixador americano em Israel, Mike Huckabee, para discutir a iniciativa "Momento de Silêncio e o tópico das Sete Lei de Noé.
Na fotografia acima, Huckabee está reunido com o prefeito e um vereador de Bay Harbor, uma comunidade com uma população judaica mais alta do que a população islâmica de Dearborn, em Michigan Eles discutiram como colocar as Leis de Noé nas escolas pública na Flórida e uma iniciativa "Momento de Silêncio". Essa iniciativa está sendo feita em muitas escolas públicas americanas, aprovada em nome da herança "judaica-cristã" americana. Mas, o Momento de Silêncio é, na realidade, um instrumento de propaganda judaica criado para promover a fé judaica, não a fé cristã.
Como expliquei na Parte 1, muitos seguidores do Chabad acreditam que Schneerson é o Messias, mesmo após a morte dele em 1994. Alguns acreditam que ele na realidade não morreu, mas "desapareceu" e permanece fisicamente presente, porém invisível. Outros acreditam que ele morreu, mas será ressuscitado. Um artigo publicado em 2007 em Haaretz documentou o seguidores do Chabad que acreditam que Schneerson é Deus encarnado. O Rebbe é Deus, mas ele também é físico". Faixas amarelas em todo o Israel ainda hoje têm as palavras "Longa Vida ao Rebbe, Rei Messias para Sempre."
Por Que Isto É Pior do Que a Charia?
Os líderes evangélicos passaram décadas advertindo a respeito da Charia. Ele escreveram livros sobre a Charia sorrateira, aprovaram legislação anti-Charia no nível estadual e fizeram o levantamento de fundos com base nos perigos. Mas, as Leis de Noé alcançaram um posicionamento institucional nos Estados Unidos que a Charia nunca conseguiu e, de vários modos críticos, essas leis representam uma ameaça mais insidiosa para a Civilização Ocidental.
A Charia não recebeu endosso por parte do governo dos EUA. Ela enfrenta oposição jurídica ativa; muitos estados aprovaram legislação anti-Charia, a conscientização pública é alta e as instituições evangélicas uniformemente se opõem a ela. A lei noaíta recebeu reconhecimento unânime do Congresso, por meio do rolo de 1983, assinado por todos os membros e a Lei Pública 102-14 em 1991, proclamações presidenciais emitidas anualmente por quase cinquenta anos por todas as administrações, status consultivo junto à ONU, acesso documentado à Casa Branca durante décadas, apoio financeiro de bilionários, e zero oposição dos evangélicos. Os porteiros-guardiões permaneceram em silêncio enquanto muitos participavam ativamente nas celebrações do Dia da Educação. A captura institucional já aconteceu.
Os islâmicos são transparentes a respeito da Charia. Eles a chamam de Lei Islâmica, a identidade religiosa é clara e todos sabem o que está sendo proposto. As Leis de Noé são apresentadas como "ética universal", "valores judaicos-cristãos" e "educação moral". A Lei Pública 102-14 afirma que a América foi fundada com base nelas". Isto é roubo de identidade civilizacional disfarçado como harmonia interfé. O engôdo é pior do que conquista transparente por que, no mínimo, com a Charia você sabe o que tem pela frente.
.Sob a Lei da Charia, os convertidos alcançam igualdade total. Um árabe e um nigeriano islâmico estão na mesma posição de igualdade diante da lei islâmica. O sistema é religioso, não racial. As Leis de Noé estão construídas com base em teologia racial da alma, em que os judeus possuem almas divinas e os gentios possuem somente almas animais manchadas por impurezas. Isto não é modificável por meio da conversão. Até mesmo os gentios que se convertem ao Judaísmo são compreendidos em termos cabalistas como tendo almas gentias que precisam ser "ajustadas". Não há um caminho para a igualdade. O sistema institui uma hierarquia permanente com base em nascimento, combinando a lei religiosa com o determinismo biológico.
A Charia tem padrões elevados para as evidências para a pena capital e procedimentos que oferecem amplas proteções. As Leis de Noé, da forma como estão codificadas no Talmude, impõem penalidades mais severas sobre os gentios pelos mesmos atos. Sob a Charia, a interpretação acontece dentro das comunidades islâmicas, onde eruditos islâmicos debatem e desenvolvem a lei. Sob as Leis de Noé somente as autoridades rabínicas podem interpretar as leis vinculantes sobre os gentios. Os gentios não têm voz alguma.
A Charia concede aos cristãos o status de "Povo do Livro". Os cristãos vivem como dhimmis sob o domínio islâmico, o que é subordinado e injusto, mas eles podem praticar o Cristianismo. A Lei Noaíta força o Cristianismo para dentro de categorias talmúdicas. Sua fé é aceitável se as autoridades rabínicas concederem uma exceção, ou ela é idolatria punível com a morte. Você não chega a afirmar a autoridade de Cristo. Você recebe um status qualquer que a interpretação dos rabinos lhe conceder.
Os apoiadores e defensores da Charia são honestos e dizem: "Substituam seu sistema pelo nosso." Os apoiadores e defensores das Leis de Noé afirmam: "Seu sistema sempre foi o nosso, você apenas não sabia disso." A Lei Pública 102-14 declara que a América foi fundada com base nas Sete Leis de Noé. É possível demonstra que isto é falso. A civilização ocidental se desenvolveu a partir da filosofia greco-romana, da teologia cristã e da teoria política do Iluminismo. Mas, a afirmação está agora em lei federal. A narrativa histórica está sendo reescrita. Isto não é uma conquista, mas alguma coisa pior, a afirmação que a conquista já aconteceu e você deixou de observar.
Incompatibilidade Civilizacional
O conflito teológico central é este: O Cristianismo Protestante Clássico ensina que as nações prestam contas a Cristo. A Grande Comissão envia discípulos para todas as nações, para ensiná-las tudo aquilo que Cristo mandou. Cristo tem toda a autoridade no céu e na Terra. A teologia noaíta ensina que as nações prestam contas sob a interpretação rabínica da Torá. Os gentios estão amarrados por leis mediadas por meio de categorias da aliança judaica. As autoridades rabínicas definem o que constitui uma violação.
Esta é uma disputa fundamental de soberania. Quem tem a autoridade para definir a lei moral universal? Cristo ou os rabinos? A teologia cristã ou a jurisprudência talmúdica? Não podemos aceitar ambos ao mesmo tempo: a autoridade de Cristo e um sistema jurídico paralelo conectado com a aliança, que contorna Cristo para colocar à força as nações sob a jurisdição rabínica. Quando os fundamentos morais da civilização são redefinidos como tendo sempre sido talmúdicos, quando o Congresso declara isso, quando presidentes proclamam isso, quando isso é inserido na lei federal você não está lidando com uma hipotética ameaça futura , mas com conquista ideológica finalizada.
Big Eva fala extensivamente sobre a Charia sorrateira, adverte sobre a influência islâmica, soa alarmes a respeito das ameaças à liberdade religiosa e organiza a resistência política contra sistemas jurídicos-religiosos estrangeiros. Mas, no que se refere às Leis de Noé, você nunca ouve alguém falar. Você não encontra artigos no website da The Gospel Coalition analisando a Lei Pública 102-14, zero resoluções da Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul dos EUA se opondo ao reconhecimento federal à lei talmúdica e zero editoriais de opinião de Russell Moore advertindo as congregações. Em vez disso, você vê participação positiva, líderes evangélicos comparecendo às celebrações do Dia da Educação, parcerias interfé com o Chabad e professores de seminários elogiando a liderança moral de Schneerson.
Os porteiros-guardiões decidiram que criticar qualquer coisa conectada com a liderança religiosa judaica equivale a antissemitismo. O filossemitismo tornou-se a forma aceitável de rendição religiosa. Os mesmos líderes que berrariam se vissem uma organização islâmica receber status consultivo junto à ONU permaneceram calados quando uma organização noaíta alcançou isso. Quando alguém documenta a captura institucional e os problemas teológicos, os porteiros-guardiões respondem com a própria acusação: você é um antissemita por levantar essas questões. A acusação funciona como um clichê finalizador de pensamento que encerra a investigação antes que uma análise possa iniciar. Isto se parece com oposição controlada. Os pastores que deveriam estar soando o alarme estão, em vez disso, fazendo parcerias com exatamente aquilo que eles afirma se opor em outros contextos.
Enquanto os teóricos da conspiração correm atrás de fantasias a respeito das guilhotinas da Charia, altas autoridades do governo dos EUA estão subscrevendo o sistema jurídico de uma religião falsa que ironicamente o bastante inclui a decapitação real. A questão não é se as Leis de Noé serão ou não impostas amanhã por meio de alguma transformação drástica. A questão é: por que um sistema jurídico-religioso estrangeiro que ensina a inferioridade ontológica dos gentios recebeu mais legitimidade do que qualquer outro, ao mesmo tempo em que os evangélicos não somente permaneceram em silêncio, mas participaram ativamente. [FIM].
Autor: Jeremy James, artigo 459 em http://www.zephaniah.eu
Data da publicação: 31/7/2026
A Espada do Espírito: https://www.espada.eti.br/Apocalipse/leisnoe-2.htm![]()