Autor: Jeremy James, Irlanda, 3/5/2026.
O objetivo deste ensaio é fornecer uma estrutura para comparar as Leis de Noé, conforme elas são compreendidas pelos judeus ortodoxos, com as doutrinas do Cristianismo.
Muita confusão aparece quando os cristãos imaginam que os rabinos judeus ortodoxos interpretam o Velho Testamento de acordo com uma hermenêutica cristã. Eles não interpretam assim. Na verdade, um grande número de judeus compreende o Velho Testamento de um modo que muitas vezes difere radicalmente do modo dos cristãos evangélicos. Por exemplo, quando um rabino cita uma passagem de Isaías, ele pode vê-la em um contexto que é muito distante do significado que um cristão encontraria na mesma passagem.
Esta seria uma tarefa muito complexa se a tratássemos em detalhe, mas não há necessidade. As Leis de Noé, que são apresentadas no Apêndice A, são o código jurídico e ético que os judeus esperam que aqueles que não são judeus observem quando o Messias deles chegar na Terra. Como essas leis estão diretamente associadas com a utopia judaica, é importante compreender o que esse último termo significa para aqueles que estão promovendo as Leis de Noé.
Essas supostas leis estão sendo discutidas hoje por católicos e seguidores de outros grupos religiosos como se elas tivessem uma base sólida na Escritura. Elas estão sendo apresentadas para eles como se devessem definir, ou no mínimo, informar as normas que os cristãos estão usando para guiar seu comportamento. Mostraremos neste ensaio por que a propagação da propaganda das Leis de Noé deste modo é um acontecimento perigoso.
Os leitores regulares saberão que consideramos as Leis de Noé e a filosofia que está por trás delas como anátema para os cristãos, uma perversão perigosa da Escritura que somente resultará em opressão e perseguição aos cristãos em qualquer jurisdição em que as Sete Leis se tornarem a lei do país.
A Utopia Judaica

Em vez de discutir as leis especificamente, propomos somente mostrar o mundo perfeito, a Utopia, que os rabinos ortodoxos do tipo mais extremo esperam que se manifestará, de acordo com a vontade de Deus. Como um livro que trata desse assunto foi publicado em 1932, repleto com as referências detalhadas à literatura rabínica, parece apropriado permitir que ele fale por nós.
O autor Michael Higger, um erudito talmudista altamente respeitado, foi ordenado no Seminário Teológico Judaico nos EUA. De acordo com Encyclopedia.com, ele "devotou sua vida ao estudo das fontes judaicas e à publicação delas. Ele também serviu como um consultor para o comitê jurídico da Assembleia Rabínica da América e foi responsável por muitas das decisões tomadas por aquele órgão. A principal contribuição dele para a erudição judaica foi a edição dos textos rabínicos com leituras variantes e introduções e a sistematização de vários escritos rabínicos." O trabalho dele nesse respeito foi "monumental" e é "uma fonte padrão para os estudantes do Talmude."
"De acordo com a lei judaica tradicional (Halakha) baseada no Talmude da Babilônia, um não judeu que viole deliberadamente uma das Sete Leis de Noé incluindo idolatria está tecnicamente sujeito à pena capital, que é definida como morte por decapitação. IA citando Sefaria.org.
Uma cópia em formato PDF do livro do rabino Higger pode ser encontrado em Internet Archive (archive.org). Faremos extensas citações dele. Os leitores que desejarem examinar o contexto desses excertos devem consultar o texto completo.
Duas Considerações a Ter em Mente
Existem duas considerações que os leitores precisarão ter em mente à medida que estudarem a utopia judaica. A primeira é a falha por parte de Higger de definir a verdadeira natureza espiritual do Messias. A pessoa precisa consultar outra literatura talmúdica e cabalista para descobrir que ele não é Deus, mas o anjo mais elevado de todos, normalmente conhecido pelo nome de Metatron.
A segunda consideração é o caráter puramente materialista da utopia que eles têm em vista. Embora eles possam admitir a existência do estado celestial, o foco deles está quase totalmente na perfeição da Terra e, por necessidade, o remanescente da humanidade que viverá na Terra aperfeiçoada. Higger tem pouco a dizer sobre o papel do Messias, exceto comentar que tudo feito pelo conselho aperfeiçoado dos homens que o representam será vinculante para toda a humanidade:
"O Senhor organizará similarmente uma academia de justos no mundo e presidirá suas sessões. Uma reunião de anciãos, indicados por Deus, anunciará o advento do Reino de Deus no mundo, e Seu reino no Monte Sião e em Jerusalém." [pág. 15; tradução nossa].
A Utopia Proposta Consistirá de Duas Partes Distintas
A utopia proposta consistirá de duas partes muito distintas. À medida que continuarmos, descobriremos que uma dessas partes não terá a permissão de continuar a existir na utopia e seu mecanismo administrativo está ligado e em operação.
"Para compreendermos o conceito rabínico de um mundo ideal será útil se imaginarmos uma mão passando de uma terra para outra, de um país para outro, do Golfo Pérsico para o Oceano Atlântico, do Oceano Índico para o Polo Norte, marcando 'justo' ou 'ímpio' na fronte de cada um dos 1,6 bilhão de habitantes do globo terrestre. Devemos então estar na estrada correta em direção a solucionar os grandes problemas que são um peso tão grande sobre os ombros da humanidade sofredora. Portanto, a humanidade deveria ser dividida em dois, e somente dois, grupos distintos e inegáveis, isto é, os justos e os ímpios. Para os justos pertencerão tudo aquilo que o mundo maravilhoso de Deus oferece; para os ímpios nada pertencerá." [pág. 12; tradução nossa].
Antes de avançarmos mais, é preciso compreender que quando ele fala do "ímpio", ele quer dizer qualquer um que não seja considerado "justo". Não-justos e ímpios significam essencialmente a mesma coisa. Aqueles que deixarem de cumprir os padrões rigorosas das sete leis de Noé conforme interpretadas e impostas pelos anciãos judeus e seus tribunais de Noé eles serão automaticamente "ímpios". Fim da história.
Os próprios justos serão classificados de acordo com sete níveis de luz. Isso implica a existência de uma classe de elite que governará as demais:
"Haverá sete grupos de justos, classificados de acordo com sete níveis de luz, ou seja, a luz do sol, lua, céu, estrelas, relâmpagos, lírios e do candelabro no Santuário. Essa teoria da Utopia dos justos na Terra pode ser facilmente rastreada nos escritos apócrifos e pseudepígrafes." [pág. 18; tradução nossa].
Ele admite que isso não é encontrado no Velho Testamento, mas está baseado unicamente em escritos apócrifos e pseudepígrafes. Em outras palavras, as opiniões registradas de rabinos sábios são elevadas ao status de pronunciamentos proféticos legítimos. Ao continuarmos, descobriremos que até o Velho Testamento é interpretado de acordo com a hermenêutica estabelecida por essas autoridades, Isto significa que a Palavra de Deus não é mais, e possivelmente nunca foi, o fundamento sólido do pensamento judaico.
O destino dos ímpios é descrito muito claramente na seguinte passagem, como é a identificação dos "ímpios" com os "não-justos":
"Os ímpios, por outro lado, como as torres altas, estão obstruindo a luz de vir para o mundo. Os injustos são os verdadeiros inimigos de Deus e eles desaparecem ante do aparecimento da luz real, o emblema da vida ideal na Terra." [pág. 19; tradução nossa].
Observe o tempo cronológico da eliminação deles. A princípio, parecia que eles sobreviveriam até a chegada do Messias, mas agora vemos que eles estão marcados para "desaparecer" ante que isso aconteça. Existem também passagens, que veremos em breve, que indicam que a chegada do Messias depende da eliminação dos injustos.
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Em outras palavras, o mundo perfeito somente pode começar quando todos esses indivíduos "injustos" tiverem sido executados ("Os injustos são os inimigos reais de Deus"). Isso, por sua vez, requer a implementação universal das Sete Leis de Noé e o estabelecimento de tribunais de Noé para julgar os indivíduos que não estão em conformidade. (Devemos observar que o autor Higger nunca menciona as Leis de Noé pelo nome, mas somente a existência de um processo jurídico que habilitaria que a segregação e execução dos "injustos" sejam implementadas.)
Os Judeus Que Não Estiverem em Conformidade Também Serão Eliminados
Os leitores poderão ter assumido que os próprios judeus escaparão desse processo de segregação, mas esse não é o caso. É esperado que todos os judeus étnicos façam um juramento de fidelidade à nova ordem moral, isto é, às regras e éditos emitidos pelo conselho de anciãos em Jerusalém:
"Primeiro, nenhuma linha será traçada entre judeus maus e não-judeus maus. Não haverá espaço para injustos, sejam judeus ou não judeus, no Reinado de Deus. Todos eles terão desaparecido antes do advento da era ideal nesta Terra, Os israelitas injustos serão punidos igualmente com os ímpios das outras nações. Todos os justos, por outro lado, sejam hebreus ou gentios, compartilharão igualmente a felicidade e abundância da era ideal." [pág. 20; tradução nossa].
Esta é uma passagem importante, pois prova que os próprios judeus estarão divididos em dois grupos, onde um grupo, os "justos", eliminará o outro. Higger não nos diz se as Leis de Noé serão usadas ou não para determinar a justiça dos judeus, ou se os judeus terão um padrão mais elevado ou mais baixo do que os gentios.
Idolatria
Possivelmente, a mais horrível das sete Leis de Noé é a primeira: "Não adorar falsos deuses ou ídolos." Na superfície, isso poderá parecer como um resumo do Primeiro, Segundo e Terceiro Mandamentos, mas o veneno está em como o tribunal de Noé interpretará "falsos deuses ou ídolos". Aqui está o que Higger diz:
"... na nova era ideal, a idolatria de qualquer tipo, bem como a adoração aos ídolos, será totalmente abolida da Terra. Os povos atrasados e não civilizados alcançarão esse estágio em que ficarão envergonhados para continuar com as práticas da idolatria e adoração aos ídolos, e reconhecerão que Deus é o Senhor do universo." [pág. 21; tradução nossa].
"... Israel será um testemunho vivo para a unidade absoluta de Deus. Consequentemente, na era ideal, não haverá pessoas que acreditarão na divisão da divindade em duas ou mais partes, ou pessoas. Somente as pessoas que acreditam em um Deus sobreviverão no mundo ideal." [pág.34; tradução nossa].
Ah, assim os cristãos que creem na Santa Trindade, serão classificados como idólatras! As Leis de Noé rejeitam a divindade de Jesus Cristo. Elas também rejeitam o Espíritos Santo, a terceira Pessoa da Santa Trindade.
Como cristãos, adoramos Jesus Cristo como o Filho de Deus, um ser humano vivo que é um em substância com o Pai, plenamente homem e plenamente Deus, "Porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade." (Colossenses 2:9a).
Os rabinos talmudistas estão dizendo para nós que se eles ganharem o poder político para fazerem isso, executarão todos os homens e mulheres na Terra que professarem crer em Jesus Cristo como o Filho de Deus. Pense a respeito disso, pois não é uma ameaça vã. Embora não entraria nas mentes da maioria dos judeus étnicos pensar nesses termos , há apesar disso um núcleo rígido que não somente tem essa convicção como seu dever religioso, mas está trabalhando ativamente por trás dos bastidores para efetivar isso. O principal entre esses é a seita judaica ortodoxa conhecida como Chabad Lubavitch.
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Discutimos a seita Chabad Lubavitch e seu proposto uso das assim chamadas Leis de Noé em nosso estudo intitulado "O Propósito Sinistro das Assim Chamadas 'Leis de Noé'". Dado que um número desconhecido de multibilionários e políticos de alto escalão em muitos países estão aliados com essa seita, ou a apoiam de algum modo, a ameaça precisa ser encarada com seriedade e sua existência precisa ser levada para conhecimento mais amplo. Não se deixe enganar, esse é o objetivo declarado deles. Como Higger diz:
"Os ímpios precisam desaparecer da Terra antes que a sociedade ideal dos justos possa ser estabelecida. Uma Utopia dos homens justos somente poderá ser realizada quando não houver mais ímpios no mundo." [pág. 22; tradução nossa].
"Aliados com essas nações injustas estão aqueles povos que possuem as características ímpias tradicionais dos amalequitas. ismaelitas e gibeonitas. Antes da aurora da nova era, o fim deles virá." [pág. 36; tradução nossa].
"Uma era ideal da humanidade não poderá ser estabelecida enquanto existirem pessoas vivendo vidas idólatras e sem temor a Deus..." [pág. 37; tradução nossa].
"Os ímpios devem ser eliminados da cena meramente por que o destino da humanidade é ser guiada e controlada por um novo exército, o exército dos justos." [pág. 38; tradução nossa].
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Como Esse Mundo Ideal Será Criado?
Em seguida, Higger passa a considerar como esse mundo ideal será criado. Ele argumenta que somente Israel está qualificado para implementar isso:
"A questão que surge é: Como essa civilização ideal fincará raízes? A resposta é: Uma nação terá de estabelecer sua vida com base em um fundamento utópico, desse modo liderando o caminho, para o restante do mundo para seguir seu exemplo. Um Estado modelo e ideal constituído por um grupo de indivíduos justos e vivendo uma vida ideal, propagará gradualmente seus ensinos e influência de nação para nação, por todo o mundo. O Reinado de Deus então se tornará um fato."
"Israel é a única nação que é adequada para esse propósito. As experiências religiosas de Israel e a ideologia desse povo, como os profetas expressaram, qualificam Israel para liderar o mundo no estabelecimento de uma Utopia universal." [pág. 29; tradução nossa].

Uma afirmação realmente impressionante! Impondo sua interpretação supremacista e altamente tendenciosa a respeito da Palavra de Deus, importando as opiniões bizarras das assim chamadas autoridades rabínicas expressas ao longo dos séculos e incorporando a visão totalitária dos tiranos desde os dias de Ninrode, rabinos talmudistas e seus colegas cabalistas criaram aquilo que precisa certamente se qualificar como o plano mais diabólico já concebido para alcançar o domínio mundial.
Os não-judeus que encontraram o livro de Higger quando ela foi lançado em 1932 podem ser perdoados por pensarem que ele era nada mais do que uma mistura excêntrica de misticismo, xenofobia e extremismo político. Era difícil para eles imaginar que um plano inter-gerações desse tipo estava sendo buscado por um grupo de ricaços com a influência política e os meios financeiros para torná-lo uma realidade. Não muitos viram uma conexão direta entre os famosos Protocolos dos Sábios de Sião e o plano complexo delineado pelo rabino Higger.
O cenário totalitária sombrio imaginado por esses rabinos extremistas é expresso vividamente por Higger na seguinte passagem de seu livro:
"Em geral, os povos do mundo estarão divididos em dois grupos principais, os israelíticos e os não israelíticos. Os primeiros serão justos, eles viverão de acordo com os desejos de um Deus universal; eles estarão sedentos por conhecimento e dispostos, até ao ponto de martírio, a propagar as verdades éticas para o mundo. Todos os outros povos, por outro lado, serão conhecidos por suas práticas detestáveis, idolatrias e atos similares de impiedade. Eles serão destruídos e irão desaparecer da Terra antes do início da era ideal. Todas essas nações injustas serão chamadas para o julgamento antes de serem punidas e condenadas. As sete sentenças da condenação serão pronunciadas somente após elas terem recebido um julgamento justo, quando se tornar evidente que a existência delas obstruiria o adventos da era ideal." [pag. 37; tradução nossa].
Observe a referência dele a um "julgamento justo". Logicamente, esse julgamento não será nada do tipo. O juiz das Leis de Noé pronunciará julgamento com base nos fatos que estiverem diante dele, "fatos" reunidos e apresentados por aqueles que detestam o Cristianismo. A acusação será tratada pelo tribunal como uma violação estabelecida e punida como crime capital.
A Eliminação Célere dos Idólatras
Muito provavelmente, as vítimas serão detidas, acusadas, julgadas, presas e executadas no mesmo dia. Podemos ter uma ideia do zelo rapace deles a partir da seguinte observação feita pelo rabino Higger:
"De fato, o teste da reivindicação de Sião de superioridade espiritual será a aniquilação da injustiça e da impiedade da Terra. O Senhor habitará em Sião somente quando a injustiça tiver desaparecido da humanidade." [pág. 77; tradução nossa].
Esperamos que nossos leitores vejam o o quão de perto a maior parte disso se assemelha ao Terror Vermelho conduzido durante a Revolução Russa. Os inimigos do Estado, milhões de cristãos ortodoxos, foram cercados e liquidados. Nesse cenário futuro, o "Estado russo" será substituído pelo "Estado israelítico". Como Higger diz:
"Israel, o povo justo ideal, se tornará assim espiritualmente o mestre do mundo, e propagará sua moral e influência espiritual desde uma extremidade do mundo até a outra." [pág. 41; tradução nossa].
Esses judeus radicais, que creem no messias Metatron, começarão a matar não somente os cristãos, mas também os outros judeus, que não apoiarem esse novo regime religioso. Como Jesus disse, quando esse tempo chegar:
"Expulsar-vos-ão das sinagogas; vem mesmo a hora em que qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus." [João 16:2].
Menachem Mendel Schneerson, o Rebbe do Chabad Lubavitch."Durante sua vida, muitos de seus aderentes acreditaram que ele era o Messias, embora nem todos os Chabadnicks subscrevam a essa crença. A própria atitude dele em relação ao assunto, e se ele proclamava isso ou não, é calorosamente debatido entre os acadêmicos e eruditos do Judaísmo. Durante o tempo de vida de Schneerson, a controvérsia messiânica e outras questões provocaram críticas ferozes de muitos setores no mundo ortodoxo." [Wikipedia; tradução nossa].
Como os Judeus "Justos" Alcançarão a Perfeição Espiritual?
Higger nunca explica realmente como a elite judaica justa alcança a perfeição espiritual. Ele implica em vários lugares que isso virá principalmente por meio dos próprios esforços coletivos deles para trazer aquilo que ele chama de "o Estado Universal ideal", onde no processo eles eliminam a população mundial inteira dos injustos. Ao fazer isso, ele está implicando que os judeus hoje não estão sob o julgamento de Deus, mas em um sentido real, evoluindo em direção ao cumprimento do seu destino.
O seguinte é uma das várias passagens que descrevem essa progressão histórica. Isso até sugere que o "justo Israel" que emerge triunfante sobre um mundo caído, tudo por seus próprios esforços, será "praticamente sem pecado":
"Os líderes espirituais em Israel expandiram e desenvolveram esse sonho glorioso de um Estado Universal ideal. As pessoas que irão constituir a comunidade ideal no início da era ideal, serão em vez disso de um remanescente, o povo ideal inteiro de Israel. O novo povo será praticamente sem pecado. As inclinações más no homem, devido às novas condições, serão removidas, Jerusalém se tornará a capital ideal do novo Estado Universal." [pág. 14; tradução nossa].
Esta atitude se alinha muito de perto com a interpretação cabalista de Isaías 53, onde o "salvador" não é o Messias (independente de qual seja a interpretação dada a ele) mas o próprio Israel. Visto sob essa luz, a Utopia Judaica é alcançada pela retidão e gênio dos próprios judeus, não pelo Messias deles. A chegada dele na Terra é vista mais como uma recompensa para o triunfo deles, um resultado produzido sem a participação dele.
Esta é uma variedade de soberba que é quase inacreditável.Conclusão
Um estudo em profundidade desse tópico requereria uma análise detalhada das Leis de Noé e o sistema judicial que as corrobora. Já escrevemos dois ensaios anteriores sobre esse assunto vejam abaixo e talvez escreveremos um ou dois mais.
O caráter horrendo daquilo que esses supremacistas judeus estão propondo é difícil de compreender. Qualquer cristão que esteja familiarizado com a Palavra de Deus deveria ser capaz de ver imediatamente que as assim chamadas Leis de Noé são satânicas e que elas exigem a destruição do Cristianismo. Bem no início, na página 4 de seu tratado, o rabino Higger diz que:
"Nações surgirão e nações desaparecerão. O Cristianismo dogmático apareceu, o Cristianismo dogmático desparecerá." [pág. 4; tradução nossa].
Como dissemos no início deste estudo, nosso objetivo aqui é mostrar como as Leis de Noé se encaixam em uma cosmovisão talmudista radical. Elas são uma ameaça tanto para o Cristianismo quanto para os judeus que não estejam em conformidade. Sugerimos fortemente que os leitores que ainda não fizeram isso, a absorver as informações apresentadas em nossos ensaios anteriores "O Propósito Sinistro das Assim Chamadas Leis de Noé" e 455 no website do autor ("The Possibility of a Military Coup in the United States", não traduzido) e compartilhem as informações com outras pessoas.
"Mas ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que fechais aos homens o reino dos céus; e nem vós entrais nem deixais entrar aos que estão entrando." [Mateus 23:13].
A <0i>The Jewish Encyclopedia de 1906 descreve as sete leis como segue:Apêndice A
As Leis de Noé
- Não adorar ídolos;
- Não blasfemar o nome de Deus;
- Estabelecer tribunais de justiça;
- Não matar;
- Não cometer adultério;
- Não roubar;
- Não comer carne que tenha sido cortada de um animal vivo.
Autor: Jeremy James, artigo 457 em http://www.zephaniah.eu
Data da publicação: 13/7/2026
A Espada do Espírito: https://www.espada.eti.br/Apocalipse/utopiajudaica.htm![]()