Censura Severa na Internet Está Agora Iminente

Autor: Jeremy James, 5/6/2018.

A Elite anunciou sua intenção de suprimir toda a discussão crítica da Nova Ordem Mundial quando, em 7 de fevereiro passado, os líderes da Maçonaria na Grã-Bretanha publicaram um anúncio de página inteira nos principais jornais nacionais — The Times, The Guardian e The Telegraph — para declarar que não irão mais tolerar críticas à sua fraternidade.

A advertência, "Já Basta", foi forte e direta:

"A Grande Loja Unida da Inglaterra acredita que a grosseira distorção que está sendo feita contra seus mais de 200.000 membros é discriminação. Pura e simples. Temos o dever para com nossos membros de tomar esta decisão, para que eles não tenham de se sentir imerecidamente estigmatizados. Nenhuma outra organização toleraria isto e nós também não iremos tolerar."

[Fonte: http://freemasonrytoday.com/ugle-sgc/ugle/enough-is-enough]

Esta advertência "nós também não" foi uma declaração de intenção, uma declaração de guerra contra todos que, até agora, se atreveram a questionar e expor a malignidade que está por trás da Maçonaria e da Nova Ordem Mundial. Dentro de pouco tempo, esse tipo de crítica será tratado como "crime de ódio" e punido apropriadamente.

A ilustre loja maçônica conhecida como Parlamento Europeu está agora dando encaminhamento a essa ameaça. Uma diretiva que lida com direitos autorais, que está em discussão na forma de um projeto de lei há vários anos, está rapidamente se aproximando da finalização. Durante o ano passado o projeto foi substancialmente fortalecido pela inclusão de cláusulas de rascunho que, se mantidas, imporão um regime draconiano de censura da Internet em toda a União Europeia. Isto, por sua vez, sinalizará a iminente introdução de uma forma similar de censura em todo o resto do mundo.

A Morte da Liberdade de Expressão

Se isto acontecer — e parece inevitável — a liberdade de expressão estará morta. A permuta irrestrita de informações, visões e opiniões que caracterizou a Internet nos últimos vinte anos, ou pouco mais, virá a um súbito e drástico fim. Dali para frente, todas as visões e opiniões que forem consideradas em conflito com a Nova Ordem Mundial e sua visão para a humanidade serão suprimidas. Um sistema totalitário de censura, suportado por software sofisticado de vigilância, garantirá que qualquer material, de qualquer origem, que chegar até aos enlaces de alta velocidade da Internet seja rapidamente detectado e removido. Na verdade, a maior parte, como veremos, será suprimida até mesmo antes de chegar tão longe assim.

O Manifesto de Censura da UE

A filosofia básica que está por trás disto foi definida em um "Comunicado" da Comissão Europeia, em 28 de setembro de 2017. Sob o título "Lidando com o Conteúdo Ilegal On-line", a Comissão especificou o principal mecanismo que será usado para eliminar o "conteúdo ilegal" — que, é claro, incluirá qualquer material que a elite deseje censurar ou manter longe do conhecimento do público.

Os principais elementos do Comunicado estão resumidos abaixo:

Conteúdo Ilegal

No Comunicado, eles dizem que o aumento significativo em "conteúdo ilegal" que pode ser acessado on-line "desperta sérias preocupações que precisam de respostas fortes e eficazes... a detecção e remoção de conteúdo ilegal on-line representa um desafio urgente..."

Eles sinalizam sua intenção de visar em um estágio posterior o conteúdo que, embora não estritamente ilegal, é "potencialmente prejudicial", como as "notícias falsas".

Vigilantes Confiáveis

O Comunicado destaca o papel dos "vigilantes confiáveis", definidos da seguinte forma: "A remoção de conteúdo ilegal on-line ocorre mais rápida e confiavelmente quando as plataformas on-line colocam em vigor mecanismos para facilitar um canal privilegiado para aqueles provedores de informações que oferecem especialização particular em notificar a presença de conteúdo potencialmente ilegal em websites. Esses são os assim chamado "vigilantes confiáveis", entidades especializadas com conhecimento técnico específico em identificar conteúdo ilegal e estruturas dedicadas para detectar e identificar esse tipo de conteúdo on-line." Observe o uso de "estruturas dedicadas", isto é, ferramentas de software que permitem a esses policiais cibernéticos localizarem conteúdo indesejado e apagá-lo da Internet. O conhecimento e especialização técnica deles permitirá a "rápida remoção".

Embora o Comunicado frequentemente refira-se à atividade terrorista e websites de exploração sexual como exemplos de conteúdo que está em vista, ele também inclui "discurso de ódio" e "conteúdo xenofóbico". Como o discurso de ódio pode ser interpretado para cobrir visões e opiniões que poderiam ofender certas categorias ou grupos — como humanistas, feministas, maçons, neo-pagãos, marxistas, ateus, homossexuais, transgêneros e abortistas — o efeito restritivo dessa cláusula tem abrangência muito ampla.

Os "vigilantes confiáveis" terão o poder de forçar os provedores de serviço da Internet a "removerem o conteúdo, ao serem notificados, sem verificação adicional da legalidade dos conteúdos". Em outras palavras, esses policiais invisíveis podem remover qualquer conteúdo que consideraram inapropriado e não há nada que o administrador do website possa fazer a respeito. Um apelo à empresa de Internet que oferece o serviço de hospedagem não levará a lugar algum.

Tecnologia de Filtragem e de Vigilância

Qualquer pessoa poderá reclamar a respeito de um website para um "vigilante confiável", sem ter de revelar sua identidade. O "vigilante confiável" poderá então notificar o provedor do serviço de hospedagem que um determinado endereço URL de um website está violando seus padrões e normas e fazer com que o material infrator seja removido imediatemente. Os serviços de hospedagem deverão "agir de forma tempestiva para remover ou desabilitar o acesso às informações". O Comunicado também responsabilizará os provedores de hospedagem se estes permitirem que os websites possuam conteúdo que eles deveriam saber que era ilegal. Isto, por sua vez, colocará pressão sobre os provedores de serviço de hospedagem para auditarem o conteúdo dos websites que estejam hospedados em seus servidores. Como diz o Comunicado:

"... é do interesse de todas as partes envolvidas adotar e implementar rápidos e confiáveis procedimentos para a remoção e desativação do acesso às informações ilegais." Ele também chama atenção particular para "o uso de tecnologias automáticas de deteção e filtragem que estão se tornando uma ferramenta cada vez mais importante na luta contra o conteúdo ilegal on-line. Muitas grandes plataformas estão agora fazendo uso de alguma forma de algoritmos de conferência e de localização de ocorrências, com base em diversas tecnologias, desde a simples filtragem de metadados, indexação e rastreamento da origem do conteúdo."

O Comunicado então prossegue e propõe o desenvolvimento de tecnologia de vigilância adequada para uso pelos serviços de hospedagem de páginas:

"A Comissão apoia pesquisa adicional e abordagens inovadoras do estado da arte com o objetivo de aprimorar a exatidão dos meios técnicos para identificar o conteúdo ilegal. A Comissão também incentiva a indústria de software a garantir um eficaz aproveitamento das inovações que possam contribuir para a maior eficiência e eficácia dos procedimentos automáticos de detecção."

Não há dúvida que isto rapidamente se tornará compulsório e que a tecnologia relevante já existe. Os provedores de serviço de hospedagem que não usarem a tecnologia serão penalizados de algum modo.

Ação Imediata

Quanto tempo demorará para o conteúdo ser removido? O Comunicado requer ação imediata: "Alguns processos voluntários, como o Código de Conduta sobre o enfrentamento do discurso de ódio ilegal on-line forneceram alvos indicativos para os tempos de remoção, no caso desse Código de Conduta, 24 horas na maioria dos casos." O Comunicado enfatiza o ônus sobre os serviços de hospedagem para agirem imediatamente declarando que: "Como regra geral, a removção derivada de notificações de vigilantes confiáveis deve ser tratada mais rapidamente." O objetivo que eles estão procurando é "a exclusão totalmente automática, ou a suspensão do conteúdo."

A Diretiva de Direitos Autorais da UE

O mecanismo legislativo pelo qual este manifesto está sendo implementado no primeiro caso é a proposta Diretiva Sobre Direitos Autorais no Mercado Único Digital.

Em uma carta aberta datada de 16 de outubro de 2017, cinquenta e sete organizações de toda a Europa que lidam com liberdades civis, transparência e liberdade de expressão escreveram para o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, e para parlamentares europeus em posições de liderança, expressando suas graves preocupações com relação a certas cláusulas no projeto da diretiva. A carta deles incluiu as seguintes afirmações:

"O Artigo 13 da proposta sobre Direitos Autorais no Mercado Único Digial inclui obrigações para as empresas de Internet que serão impossíveis de cumprir sem a imposição de excessivas restrições sobre os direitos fundamentais dos cidadãos... O Artigo 13 parece provocar essas incertezas jurídicas que os serviços on-line não terão opção, a não ser monitorar, filtrar e bloquear as comunicações dos cidadãos da UE, se quiserem ter alguma possibilidade de manter seus negócios em operação... Em particular, a exigência de filtrar o conteúdo desse modo viola a liberdade de expressão definida no Artigo 11 da Carta dos Direitos Fundamentais."

A Diretiva proposta também inclui uma cláusula que requererá que os administradores de websites paguem certa tarifa de direitos autorais (um "tributo do link") para os websites de origem (os detentores dos direitos autorais) simplesmente pelo privilégio de citar pequenos excertos de texto, ao fornecerem um link para o artigo de notícias original. O tributo do link será um direito inalienável, o que significa que o website de origem — na maioria das vezes jornais e agências de notícias — não poderá dispensar o pagamento do tributo, mesmo se quisesse.

Esta diretiva é fortemente enviesada em favor das grandes empresas jornalísticas, para quem esses pagamentos seriam uma pequena inconveniência. Para os websites menores, o tributo do link poderá constitituir um ônus proibitivo e tornará impossível para muitos continuarem em operação. Até mesmo um blog pequeno será afetado por esta medida.

O Rei Jeoiaquim Queima o Rolo do Profeta Jeremias

"Então enviou o rei a Jeudi, para que tomasse o rolo; e Jeudi tomou-o da câmara de Elisama, o escriba, e leu-o aos ouvidos do rei e aos ouvidos de todos os príncipes que estavam em torno do rei. Ora, o rei estava assentado na casa de inverno, pelo nono mês; e diante dele estava um braseiro aceso. E sucedeu que, tendo Jeudi lido três ou quatro folhas, cortou-as com um canivete de escrivão, e lançou-as no fogo que havia no braseiro, até que todo o rolo se consumiu no fogo que estava sobre o braseiro. E não temeram, nem rasgaram as suas vestes, nem o rei, nem nenhum dos seus servos que ouviram todas aquelas palavras. E, posto que Elnatã, e Delaías, e Gemarias tivessem rogado ao rei que não queimasse o rolo, ele não lhes deu ouvidos... Então veio a Jeremias a palavra do SENHOR, depois que o rei queimara o rolo, com as palavras que Baruque escrevera da boca de Jeremias, dizendo: Toma ainda outro rolo, e escreve nele todas aquelas palavras que estavam no primeiro rolo, que queimou Jeoiaquim, rei de Judá. E a Jeoiaquim, rei de Judá, dirás: Assim diz o SENHOR: Tu queimaste este rolo, dizendo: Por que escreveste nele, dizendo: Certamente virá o rei de Babilônia, e destruirá esta terra e fará cessar nela homens e animais? Portanto assim diz o SENHOR, acerca de Jeoiaquim, rei de Judá: Não terá quem se assente sobre o trono de Davi, e será lançado o seu cadáver ao calor do dia, e à geada da noite. E castigarei a sua iniquidade nele, e na sua descendência, e nos seus servos; e trarei sobre ele e sobre os moradores de Jerusalém, e sobre os homens de Judá, todo aquele mal que lhes tenho falado, e não ouviram. Tomou, pois, Jeremias outro rolo, e deu-o a Baruque, filho de Nerias, o escrivão, o qual escreveu nele, da boca de Jeremias, todas as palavras do livro que Jeoiaquim, rei de Judá, tinha queimado no fogo; e ainda se lhes acrescentaram muitas palavras semelhantes." [Jeremias 36:21-32].

Neste exame da Diretiva em sua forma de rascunho e outras documentações relacionadas, emitidas pela Comissão Europeia, a Electronic Frontier Foundation declarou: "Se perdermos a batalha contra o uso dos filtros de direitos autorais ao fazemos a carga dos arquivos (upload), em breve veremos uma pressão para um mandato similar em plataformas para filtrar outros tipos de conteúdo, começando com o mal definido "discurso de ódio" e conteúdo terrorista e terminando ninguém sabe onde." [16 de outubro de 2017]. Sim, de fato, quem sabe onde?

Conclusão

Esta é, de longe, a maior ameaça já direcionada contra a Internet. Ela imporá um amplo sistema de censura, apoiado por software sofisticado de vigilância, que enfraquecerá a liberdade de expressão e silenciará qualquer um que se atrever a questionar a Nova Ordem Mundial. Uma rede de "vigilantes confiáveis" (censores) será criada para localizar qualquer conteúdo on-line que possa ofender a Elite governante. Afinal, "Já Basta", de acordo com a fraternidade maçônica de Londres, e dissensão adicional não será tolerada.

Os provedores de Internet que oferecem o serviço de hospedagem de páginas serão obrigados a ajudar nesta operação de limpeza, ou sofrerão penalizações, que até aqui não foram especificadas. Os websites não comerciais não poderão reportar ou comentar as notícias ou assuntos atuais, fornecendo links e citações, sem pagar pelo privilégio na forma de um "tributo pelo uso do link", que será proibitivo. Os conteúdos on-line que não puderem ser declarados ilegais segundo a lei dos direitos autorais, serão então descritos como "discursos de ódio" ou "notícias falsas" e banidos apropriadamente. Essa "derrubada" será perpetrada com uma rapidez tão grande que poucos membros do público entenderão que um sistema draconiano de censura está na verdade em vigor.

O Estado Policial Europeu está prestes a ser inaugurado. Os regimes totalitários sempre procuram banir a liberdade de expressão antes de tomarem uma ação mais opressora contra uma população-alvo.

Implicações Mundiais

É importante compreender que o regime de censura europeu somente será eficaz se for implementado em escala mundial. Não há sentido em censurar materiais distribuídos por uma plataforma da Internet com base na Europa se o mesmo material puder ser transferido para uma plataforma baseada em outro outro país, como EUA ou Canadá. Isto somente pode significar que a Elite está planejando impor o mesmo regime em toda a parte, muito provavelmente dentro de um período de tempo curto. Portanto, o Estado Policial Europeu é um prelúdio para um sistema que cobrirá toda a face da nossa Terra plana e estacionária. (Quando esse sistema nojento estiver em vigor, os materiais on-line que discutem nossa Terra plana e estacionária e a fraude conhecida como "espaço sideral" serão suprimidos como "notícias falsas". Este é exatamente o tipo de informações que eles querem derrubar, enquanto que websites que divulgam pornografia infantil continuarão a florescer.)

George Orwell ficou impactado pela complacência do público britânico nos anos anteriores à Segunda Guerra Mundial. Apesar das muitas indicações que a Alemanha estava se preparando para uma guerra total na Europa, o público não conseguia aceitar que esse tipo de calamidade viria tão pouco tempo depois da Primeira Guerra Mundial. Como Orwell se expressou: "Somente nos países de língua inglesa era moda acreditar, até antes da deflagração da guerra, que Hitler era um lunático sem importância e que os tanques alemães eram feitos de papelão." (publicado em agosto de 1941).

Os pastores e líderes na igreja no mundo hoje são exatamente tão cegos — cegos por que querem — aos horrores daquilo que está se desdobrando. Cristo nos pediu para "vigiar", prestar muita atenção aos eventos mundiais à medida que o fim dos tempos se aproximar, mas essas pessoas estão adormecidas. Em que ponto elas irão acordar e prestar atenção?

Aborto e Censura

Na semana passada a população da Irlanda aprovou a introdução de legislação que permitirá que uma criança nascitura de três meses seja assassinada no útero materno, simplesmente com base no fato que a mãe não deseja dar à luz aquela criança. A população fez isso sabendo que o governo também legislará para abortos em estágios posteriores — até seis meses — com base em razões de saúde mental vagamente especificados. Durante as semanas anteriores a esse evento horrendo, os líderes das igrejas na Irlanda não fizeram praticamente nada para alertar o público a respeito das consequências espirituais catastróficas daquilo que ele estava prestes a praticar.

Não houve protestos nas ruas, nenhuma demonstração pública de ira, nenhuma manifestação de repugnância diante da perspectiva que milhares de crianças inocentes serão mortas por conveniência. Eles não indicaram equipes de igrejas com líderes experientes para promover a posição pró-vida em suas comunidades locais. Eles se recusaram a pregar a Palavra de Deus a respeito deste assunto, preferindo, ao revés, estruturar suas pálidas reservas na linguagem da ONU e dos direitos humanos. Eles não fizeram propaganda na imprensa. Eles nem sequer se incomodaram em produzir cartazes e folhetos que apresentassem a posição bíblica ou refutassem as muitas mentiras desgraçadas ditas pelo governo e repetidas ad nauseum na mídia. Em resumo, com algumas notáveis exceções, os pregadores e pastores da Irlanda não fizeram coisa alguma para se opor à malignidade do aborto. (Podemos ser agradecidos aos grupos pequenos de cristãos aqui e ali que, apesar da surpreendente falta de liderança, foram à frente diligentemente, dia após dia e semana após semana, para pedir votos para os eleitores que ainda não tinham se decidido.)

Os Maçons de Westminster

Nunca na história uma nação votou pelo direito de matar uma proporção considerável de suas próprias crianças. A Elite britânica deve se sentir um pouco incomodada que os irlandeses tenham, nesta matéria pelo menos, os superado em malignidade. Talvez seja por isto que, a Casa dos Comuns debaterá hoje à tarde, durante três horas, uma moção para repelir partes da Lei das Ofensas Contra a Pessoa, de 1861, que criminalizou o aborto. Isto deixou de ser uma ofensa criminal com a Lei do Aborto de 1967 na Inglaterra, Escócia e Gales, mas ainda continua a ser uma infração criminal na Irlanda do Norte (os seis condados do Ulster que fazem parte do Reino Unido).

A Elite poderia ter embarcado em uma campanha de desinformação e propaganda enganosa na Irlanda do Norte, similar àquela utilizada na República da Irlanda, com vistas a persuadir a maioria dos eleitores naquela parte da Grã-Bretanha que o aborto é um direito humano e uma escolha da mulher. Mas, isto demoraria alguns anos. Eles estão claramente ansiosos para pressionar e levar adiante o mais rápido possível a agenda luciferiana e estão preparados para negar ao eleitorado norte-irlandês qualquer oportunidade de expressar sua opinião nesta questão. Em vez de introduzir uma nova legislação para facilitar o aborto, similar à Lei de 1967, eles podem simplesmente repelir a legislação que tornou o aborto uma infração criminal.

A população da Irlanda do Norte conseguiu proibir o aborto por tempo demais. O "Anjo de Luz" maçônico não está satisfeito. Já Basta. Os luminares vestidos em pele de ovelha que estão no Parlamento Britânico parecem determinados a dar fim à impertinência dos norte-irlandeses.

Se a Elite pode fazer algo como isto, impondo sua vontade sobre uma província que se auto-governa e ameaçando anular uma lei que protegeu sua população desde 1861, então a cínica supressão que está sendo feita da liberdade de expressão em toda a Europa não nos deveria deixar chocados.

Estas pessoas rebeldes não tolerarão mais um ponto de vista bíblico.

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Autor: Jeremy James, artigo em http://www.zephaniah.eu
Data da publicação: 20/6/2018
Transferido para a área pública em 30/4/2020
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/censuraiminente.asp