Os Círculos Concêntricos de Baal na Rede Continental de Obeliscos

Autor: Jeremy James, 16/2/2018.

Os EUA e o Canadá estão cobertos por uma rede de obeliscos que chamamos que Rede Continental de Obeliscos — veja nosso ensaio anterior, "The Continental Obelisk Grid and the Babylonian Elite Who Control the USA" (núm. 149, não traduzido).

Como explicamos naquele ensaio, a localização dos obeliscos na Rede é determinada pelo princípio maçônico/babilônio do "ponto dentro do círculo". O "ponto" é o centro, algumas vezes ocupado por um obelisco, que representa o falo do deus egípcio Osíris. O "círculo" é o aspecto feminino, que é penetrado pelo obelisco masculino e representa a deusa egípcia Ísis. O círculo geralmente tem dois obeliscos em sua circunferência, equidistantes do obelisco central.

O propósito deste ensaio é ilustrar como este princípio tem sido aplicado nos EUA continentais. Muitos dos obeliscos na Rede estão entre os mais altos no mundo. Alguns deles são simplesmente gigantescos. Por exemplo, o Monumento a Washington, tem 167 metros (555 pés) de altura, enquanto que o obelisco Jefferson Davies no estado do Kentucky, tem 105 metros. Compare isto com a Coluna de Nelson, em Trafalgar Square, em Londres, que é um monumento considerado como excepcionalmente alto, porém tem "apenas" 51 metros de altura. O obelisco Bennington Battle (92 metros) , no estado de Vermont, o obelisco Bunker Hill (66,3 metros) em Boston, e o obelisco High Point (66 metros) em New Jersey também são considerados mais altos do que a Coluna de Nelson.

Os Obeliscos São Posicionados de Acordo com um Padrão Definido

Os EUA continentais são como 48 países unidos (cada país representado por um estado). Portanto, dado que existem no país cerca de 90 obeliscos de tamanho significativo, ficaríamos grandemente surpresos se esses obeliscos estivessem, por mera coincidência, localizados de acordo com um determinado padrão. Na verdade, seria matematicamente impossível que isso acontecesse. Geograficamente falando, um obelisco, independente de quão grande, não é mais do que um ponto na superfície de um vasto continente. Se esses obeliscos estivessem distribuídos aleatoriamente — como somos levados a acreditar — os cerca de 90 "pontos" em nossa tabela de obeliscos não exibiriam simetria ou padrão algum discernível, como o alinhamento de três ou mais obeliscos na circunferência e outro no centro.

No ensaio 149, mostramos que a Rede Continental de Obeliscos foi construída em sua inteireza a partir de um plano inicial, com novos obeliscos sendo adicionados ao longo do tempo em conformidade com o plano. Nenhuma parte da Rede de Obeliscos apareceu por acaso. Todo obelisco acima de certo tamanho — maior do que aqueles que normalmente são usados como memoriais nos cemitérios — precisa ser colocado em uma localidade de acordo com o princípio "ponto dentro do círculo".

Edmond Ronayne

De modo a apreciar o significado deste princípio, será útil se olharmos rapidamente para uma figura notável no campo do discernimento cristão — o irlandês Edmond Ronayne. Ele liderou um grande programa público para expor a Maçonaria nos EUA, nos anos 1880s. A obra principal dele foi The Master's Carpet, que foi publicada em Chicago em 1879, e reeimpressa em 1887. O livro tinha um subtítulo revelador: Masonry and Baal — Worship Identical (Maçonaria e Baal — Adoração Idêntica). Um ex-católico romano, ele aderiu à Loja Keystone No. 639, em Chicago, em 1870 e, segundo seu próprio relato, foi eleito por unanimidade Guardão Sênior, no ano seguinte, e Mestre Venerável, em dezembro de 1872. Isto lhe deu total acesso a todos os materiais maçônicos e familiaridade de primeira mão com todos os rituais e parafernálias. Portanto, o testemunho dele possui um grande peso.

Pela graça de Deus, os olhos dele foram abertos e ele reconheceu que a Maçonaria não era nada mais que adoração a Baal de uma forma disfarçada. Para seu crédito, ele passou a expor essa monstruosa enganação e se esforçou muito para alertar os outros cristãos. Em seu livro The Mason's Carpet ele fez um relato excepcionalmente informativo do paganismo velado da Maçonaria e seus vínculos com as crenças religiosas ocultistas do antigo Egito. Ao fazer isso, ele deixou o leitor sem qualquer dúvida a respeito da malignidade da Arte:

"Quanto mais discutimos os princípios da Maçonaria, quanto mais de perto examinamos suas obras ocultas das trevas e investigamos os diversos símbolos e cerimônias que ela usa nas 'trevas, nas câmaras pintadas de imagens' (Ezequiel 8:12) para ilustrar sua filosofia religiosa, o mais somos tomados com surpresa diante da imensidão de sua malignidade e da grande engenhosidade manifestada na construção de todo seu sistema de idolatria." (pág. 316).

Ronayne fornece uma clara descrição do princípio maçônico "ponto dentro de um círculo" e revela seu caráter obsceno e depravado. Os seguintes excertos mostram como o ponto neste símbolo pagão representa o deus-sol Osíris na forma de um falo penetrando a vagina da deusa Ísis:

"'O Ponto Dentro de um Círculo' não somente é um símbolo pagão, referindo-se ao deus-sol da adoração maçônica desde o início até o fim, e tomado emprestado diretamente das 'antigas iniciações' da antiga mitologia de Baal, mas é, na verdade, uma representação verdadeira do ídolo lascivo — o Baal-Peor do povo moabita — tanto quanto a decência comum permitiria que os grandes sumos sacerdotes da Maçonaria representassem em livros voltados para circulação geral." [pág. 319].

"... Osíris, o deus principal, ou deus-sol do Egito, teria sido traiçoeiramente morto por seu irmão Tífon, seu corpo decepado em catorze partes diferentes e enterrado, ou escondido, em muitos lugares diferentes. Ísis, ou a natureza — a esposa de Osíris — na busca pelo corpo mutilado de seu marido, teria encontrado todas as partes, exceto uma — o órgão genital. Para substituir isto, ela criou uma 'representação artificial', que os livros-textos maçônicos nos asseguram que era no formato de uma 'coluna esculpida, feita de madeira e cercada por um círculo em sua base, representando o cteis, o órgão genital feminino' e que ela estabeleceu no templo de Ísis, que honra divina fosse prestada a ele."

"Esta abominação monstruosa... era o Falo da antiga adoração pagã, e que nos é assegurado positivamente está agora em toda loja maçônica no mundo inteiro, sob a figura do 'Ponto Dentro de um Círculo'. Devendo ser parte de Baal, ou do deus-sol, ele era algumas vezes também chamado de Baal-Peor, e sempre era adorado em toda a parte com formas de adoração licenciosas. Baal-Peor era a divindade principal dos moabitas, como lemos no capítulo 23 do livro de Números; por terem participado na ímpia adoração a esse ídolo abominável, praticando as mais flagrantes licenciosidades em sua honra, 24 mil israelitas foram mortos." [págs. 327-28].

Autoridades Maçônicas Confirmaram o Que Ronayne Disse

Em nosso ensaio anterior, "Consecrated Ground and the Gettysburg Triangle" (núm. 150), apresentamos diversas citações de autoridades maçônicas que confirmam tudo o que Ronayne disse.

Embora muito conhecedor das operações internas da Maçonaria, Ronayne provavelmente não estava ciente da rede de obeliscos babilônios que envolvem os EUA e o Canadá. A existência desse santuário continental a Baal provavelmente só é conhecida pelos membros do Grau 30 e superiores e, mesmo assim, somente por indivíduos selecionados.

Neste ensaio, apresentaremos vários exemplos do modo como a Rede Continental de Obeliscos incorpora diversas representações do princípio do "Ponto Dentro de um Círculo". Por meio dessas configurações secretas — ocultas da vista do público — a Rede presta homenagem ao deus-sol Osíris e à sua maligna consorte, Ísis. Ela também celebra a união dos órgãos sexuais masculino e feminino e a androginia (ou fusão de gêneros) que os babilônios valorizam.

Ao discutirmos estes círculos esotéricos, tenha em mente que os obeliscos em questão estão, em muitos casos, entre os maiores no mundo. Não estamos falando sobre ornamentos obscuros e baratos espalhados aqui e ali em todo o país, mas objetos maciços criados pelo homem e instalados em locais designados, a um custo considerável. Nossa pesquisa sugere que o número total nesta categoria seleta — os obeliscos supergrandes — está em torno de 90, muitos dos quais são citados neste ensaio.

Os Anéis de Largura de uma Milha

Começamos, em nosso primeiro exemplo (veja diagrama e tabela na página anterior) com três desses obeliscos.

A distância desde Macdonough até High Point (obelisco a obelisco) é de exatamente 241,11 milhas (385,776 km), enquanto que a distância correspondente para Fort Griswold é de exatamente 241,06 milhas (385,696 km). Nossa análise indica que, com relação a virtualmente todos os círculos na Rede, o 'anel' do círculo (a largura da linha do perímetro) pode ser de até uma milha (1,6 km) de largura. Pode parecer que essa pequena margem extra foi planejada para acomodar a escala continental de todo o empreendimento. Entretanto, esse mesmo 'anel de uma milha de largura' também aparece na Rede de Obeliscos da Grã-Bretanha. Neste caso, usando medições do Google Earth, o obelisco de Fort Griswold está a apenas 80 metros mais próximo do obelisco de Macdonough do que o de High Point.

Três dos maiores obeliscos no mundo estão em uma formação quase perfeitamente geométrica, embora estejam a mais de 385 km de distância. Isto somente poderia acontecer de forma planejada.

Nosso próximo exemplo (veja o diagrama e tabela na página seguinte) contém o obelisco mais alto no mundo, o Monumento a Washington, na capital americana, e um dos poucos obeliscos egípcios originais que existem até hoje, o obelisco Cleopatra' Needle (Agulha de Cleópatra), no Central Park, na cidade de Nova York. O terceiro é o gigantesco Monumento McKinley, em Buffalo, NY, EUA.

A Agulha de Cleópatra e o Monumento a Washington estão a 467,568 km e 467,504 km, respectivamente, do obelisco em Buffalo — uma diferença de apenas 64 metros.

Novamente, encontramos um círculo quase perfeito que cobre uma imensa área geográfica e que contém três dos maiores e mais prestigiosos obeliscos na América do Norte.

Até aqui, consideramos somente exemplos que formam um círculo, mas existem muitos exemplos de obeliscos centrais com dois ou mais círculos concêntricos. Um desses é o imponente Vance Obelisk, em Asheville, NC. (Veja o diagrama e a tabela abaixo.).

Aqui, temos dois círculos quase perfeitos com um centro comum ocupado por um obelisco que tem 19,5 metros de altura. O mais externo, na verdade, cobre a maior parte da região leste dos EUA.

Padrões com Quatro ou Mais Círculos Concêntricos

Nosso próximo exemplo tem, não dois, mais quatro círculos concêntricos. O centro de todos os quatro é o muito estranhamente situado obelisco Roosevelt, em um passo muito alto no estado de Montana — uma elevação de 1.560 metros. Os oito obeliscos em seus quarto círculos concêntricos incluem o Cleopatra's Needle, em Nova York e o gigantesco obelisco comemorativo em Wyoming, Pensilvânia.

Círculos de Baal com Três Obeliscos

Os exemplos seguintes levam nossa análise para o próximo nível, em que os círculos são formados não por dois, mas três obeliscos. Muitos desses círculos existem, o que é evidência ainda maior do cuidado com que a Rede Continental foi construída. Ela é de imensa importância para a Elite babilônia que controla os EUA, que adora a Baal há várias gerações e que está decidida a substituir o que resta do Cristianismo bíblico por paganismo e idolatria a Baal.

Existem aqueles que dizem que o Cristianismo não tem inimigos reais! Isto é simplesmente loucura. O Cristianismo bíblico tem uma multidão de inimigos, além de um poderoso marechal-de-campo sobrenatural, que conduz a campanha inteira. Os principais servos dele são os membros da Elite babilônia, que controlam a riqueza mundial e que construíram a Rede Continental de Obeliscos, bem como redes similares na Europa e em outros países.

"Por isso, assim diz o Santo de Israel: porquanto rejeitais esta palavra, e confiais na opressão e perversidade, e sobre isso vos estribais, por isso esta maldade vos será como a brecha de um alto muro que, formando uma barriga, está prestes a cair e cuja quebra virá subitamente... E em todo o monte alto, e em todo o outeiro levantado, haverá ribeiros e correntes de águas, no dia da grande matança, quando caírem as torres." [Isaías 30:12-13,25].

O Lugar Alto dos Lugares Altos

Iremos agora avançar para um padrão babilônio que deverá deixar desconcertados até os céticos mais obstinados. Ele está baseado em torno de um obelisco em High Point, em Nova Jersey, que tem uma elevação de 540 metros:

Esta monstruosidade tem uma altura de incríveis 66 metros. O obelisco foi construído em 1930 como um "memorial de guerra" — bem no meio de um lugar desabitado. O local especial na Rede Continental está demonstrado, não somente pelo seu tamanho gigantesco e sua localização elevada, mas pela existência de pelo menos cinco círculos de Baal em volta dele, cada um consistindo de três obeliscos. É concebível que High Point tenha ainda mais círculos desse tipo, mas estes são os que conseguimos identificar.

"E destruirei os vossos altos, e desfarei as vossas imagens, e lançarei os vossos cadáveres sobre os cadáveres dos vossos deuses; a minha alma se enfadará de vós." [Levítico 26:30].

Obeliscos nos Círculos de Baal de High Point

O Monumento a Jefferson Davies, no Kentucky — 105,3 Metros

Nenhuma investigação dos lugares altos da América poderia omitir o segundo obelisco mais alto no mundo — o monumento a Jefferson Davies, no estado do Kentucky, que se eleva a 105 pés de altura. Ele é um santuário a Baal (não um memorial para Jefferson Davies), e tem pelo menos doze círculos concêntricos de Baal à sua volta.

Quais é a probabilidade de algo assim acontecer por acaso? Dado que estamos falando principalmente dos EUA a leste das Montanhas Rochosas e de obeliscos estatais de altura significativa, podemos estimar a probabilidade dividindo todo o território em canais concêntricos, cada um com uma milha (1,6 km) de largura, com o obelisco de Jefferson Davies no centro. Isto nos daria um mínimo de 500 desses canais. Assumindo que pelo menos 100 obeliscos se "qualificam" para um local, então a probabilidade de qualquer canal ter dois obeliscos, por puro acaso, é de 1 em 5. Seguindo a mesma lógica, a probabilidade de dois canais, cada um tendo dois obeliscos, é 1 em 25 (1/5*5). Assim, a probabilidade de dez desses canais surgirem, puramente por acaso, é 1 em 9.765.625. Como estamos falando de 12 círculos concêntricos, não dez, a probabilidade é de 1 em 244 milhões.

Obeliscos nos Círculos de Baal de Jefferson Davies

O Logotipo dos Jogos Olímpicos

Todos estamos familiarizados com o logotipo dos Jogos Olímpicos, que é formado por cinco anéis coloridos interconectados, mas o que ele significa?

As Olimpíadas são parte do programa dos Illuminati de unificar as nações e produzir um Governo do Mundo Unificado. As Olimpíadas recebem esse nome por causa do Monte Olimpo, na Grécia, o lar fabuloso dos "deuses", ou anjos caídos. A tocha olímpica, que recebe muita cobertura na televisão a cada quatro anos, é levada por longas distâncias por atletas e celebridades selecionados, representando o deus Prometeus, que roubou o fogo sagrado dos céus e o trouxe à humanidade. Como tal, a tocha simboliza o assim chamado "portador da luz", Lúcifer, a quem os Illuminati adoram como o único deus verdadeiro.

Considere o diagrama seguinte, que mostra diversos círculos de Baal aleatoriamente selecionados em todos os EUA. Os obeliscos em questão são enormes — veja a tabela na página anterior. Exibindo cada círculo em uma cor diferente, podemos discernir a origem do logotipo das Olimpíadas.

Conforme objetivado pelos Illuminati, o logotipo das Olimpíadas representa a enorme rede de círculos de Baal que cobrem toda a Terra.

Conclusão

O mundo é controlado com grande sagacidade por trás dos bastidores por um grupo coordenado de homens que detestam o Senhor Deus de Israel. O deus deles é Baal, ou Osíris, ou Lúcifer. Em gratidão por sua grande riqueza e poder político, eles servem a esse ser sobrenatural e o ajudam a alcançar seu longamente desejado objetivo de estabelecer seu 'filho', seu 'cristo', na Terra.

Como explicamos em ensaios anteriores, a construção dos círculos de Baal é uma parte importante da religião deles. Por esses meios, eles adoram e veneram os anjos caídos. Parece que eles também consideram esses círculos como fonte, ou conduíte, de poder sobrenatural. Isto significa que eles têm um incentivo em construir mais e mais deles. À medida que o mundo caminha cada vez mais para as trevas do fim dos tempos — antes de Jesus Cristo retornar para destruir o sistema mundial satânico — veremos os obeliscos aparecendo com maior frequência em nossas cidades. Eles serão instalados de modos novos e inovadores, como obras de arte, ou como símbolos de paz, unidade e progresso. Já estamos vendo isto. O custo será coberto, não por contribuições do público ou por financiamento federal, como no passado, mas por doadores privados, fundações isentas de impostos e grandes empresas transnacionais.

O sistema mundano satânico se vangloriará e se exaltará no fim dos tempos, porém o orgulho dos poderosos será abatido quando Cristo retornar:

"Como a minha mão alcançou os reinos dos ídolos, cujas imagens esculpidas eram melhores do que as de Jerusalém e do que as de Samaria, Porventura como fiz a Samaria e aos seus ídolos, não o faria igualmente a Jerusalém e aos seus ídolos?... Mas eis que o SENHOR, o SENHOR dos Exércitos, cortará os ramos com violência, e os de alta estatura serão cortados, e os altivos serão abatidos." [Isaías 10:10-11,33].

Lembre-se, o grande dia do Senhor está se aproximando, "o dia da grande matança, quando cairão as torres." Cristo Jesus fará a vontade do Pai Celestial, e os filhos da perversidade mal conseguirão acreditar no que seus olhos verão.



Autor: Jeremy James, artigo em http://www.zephaniah.eu
Data da publicação: 22/2/2018
Transferido para a área pública em 23/4/2020
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/circulos.asp