Por Que o Congresso Serve à Elite Luciferiana?

Autor: Jeremy James, Irlanda, 3/9/2018.

Há vários séculos que os Illuminati, a cabala de luciferianos que exerce um poderoso controle sobre as questões internacionais, tentam convencer o público que os governos são confiáveis. Este é um requisito vital para eles controlarem as massas. Para reforçar esse efeito, eles apresentaram a "democracia", para que as massas possam ter a ilusão de escolher seus próprios líderes. Afinal, se escolhemos livremente nossos próprios governantes, então deve ser possível confiar neles, pelo menos em certo grau.

A democracia é relativamente nova. Ela está em operação realmente há somente cerca de um século. À medida que o privilégio de votar foi estendido a números maiores de pessoas, não apenas aos ricos proprietários rurais, as massas ficaram convencidas que a democracia produz um sistema de governo justo e representativo. Mesmo se certos representantes eleitos tivessem uma agenda secreta ou não revelada, seria extremamente improvável que a maioria toda teria a mesma agenda e, desse modo poderia seguir um rumo prejudicial ao bem-estar da população. Mas, esta é a beleza da democracia. Não é necessário que a maioria dos candidatos compartilhe a mesma agenda secreta. O sistema partidário garante que o poder seja exercido somente por um grupo pequeno e coeso, que, por sua vez, é dirigido por somente uma pessoa!

O líder do partido é o centro máximo e final do poder. Os membros do partido que se recusam a seguir as instruções do líder — "obedecer o chicote" — ao votarem na assembleia-geral, são simplesmente expulsos do partido.

O líder também seleciona os membros do partido que o acompanharão no governo. Esses membros também estão submissos à sua autoridade. Como são escolhidos a dedo, é improvável que venham a se opor a alguma questão de importância estratégica.

A Democracia com Partidos de Chicote na Mão é uma Ilusão

Portanto, paradoxalmente, a democracia é, na verdade, um sistema que garante que um pequeno grupo de indivíduos ricos e não-eleitos possa exercer continualmente o poder sobre uma nação, independente de qual partido esteja no governo. Os líderes dos partidos recebem suas instruções desse grupo e as disseminam, conforme a necessidade, para todo o partido. Somente um número muito pequeno de políticos precisa conhecer a agenda real. Na verdade, até mesmo um líder de partido pode não conhecer o quadro grande, mas somente o tanto quanto lhe é revelado pelos seus controladores.

Todos já conhecemos pessoas muito inteligentes que estão convencidas que a democracia produz uma forma justa de governo, conquanto ainda imperfeita. Eles não conseguem ver que o sistema de partidos com chicotes nas mãos, apesar da multiplicidade de visões e opiniões que esse sistema parece acomodar, não faz nada para modificar o resultado objetivado. Na verdade, quanto mais vibrante e confrontacional ele parecer, melhor a ilusão. Por meio de seus controles sobre os atores principais em todos os partidos, a Elite geralmente consegue obter aquilo que deseja.

Existem somente algumas desvantagens com esse sistema. Ele opera de forma muito mais lenta do que um sistema totalitário de governo, pois é necessário manter uma fachada operacional, com debates na Câmara, falsa oposição, emendas nos projetos de lei, etc. Além disso, os líderes dos partidos precisam, de tempos em tempos, ceder à vontade popular, que nem sempre coincide com aquilo que os mestres das marionetes têm em mente.

A Máquina da Mídia Alimenta a Ilusão

A fachada é grandemente auxiliada pela cobertura constante das questões políticas e econômicas do governo na mídia. As reportagens na televisão e na imprensa fortalecem grandemente a ilusão. Com tantos debates e dissensões, tantos discursos acolorados na tribuna da Câmara, e com tantos analistas e comentaristas discutindo os méritos respectivos das várias opções de política, a pessoa mediana é convencida que tudo aquilo é genuíno — talvez um pouco caótico, mas genuíno.

Quando a expectativa do público e a política do governo permanecem razoavelmente próximas uma da outra, a farsa pode prosseguir. O público nunca irá presumir que uma mão oculta está dirigindo o volante do governo. Entretanto, quando os políticos começam a implementar políticas que a vasta maioria da população não quer, a farsa torna-se difícil de ser mantida. Para planejar esse rumo com sucesso, o governo — ou uma série de governos — precisa começar lentamente e alargar o vão de forma gradual. O Congresso dos EUA começou a fazer isso nos anos 1960s, com programas sociais que expandiram grandemente a proporção da população que depende dos programas de bem-estar social do governo. Hoje, quase 60 milhões de americanos dependem da ajuda do governo federal. Não há incentivo para essas pessoas questionarem o sistema ou se oporem ao governo de alguma forma significativa. Os financiamentos estudantis e os programas de assistência médica fizeram algo muito parecido com outro grande segmento da população.

Nos anos 1980s, quando partes da base industrial americana começaram a ser transferidas para outros países, o público deveria ter visto imediatamente que seus interesses não estavam sendo atendidos por aquela política controversa. O vão começou a aumentar, porém a mídia trabalhou o tempo todo para convencer o público que aquilo era o novo normal, conhecido como "globalização". Foi dito à poulação que, de modo a colher os benefícios de uma economia globalizada, parte da base industrial teria de ser transferida para o exterior. Um elemento de tipo de bem-estar social foi adicionado como um incentivo, em que os baixos custos de produção na China comunista garantiriam que o cidadão americano mediano conseguisse comprar uma ampla variedade de itens utilizados no lar com redução nos preços.

O vão se alargou ainda mais nos anos 1990s, quando todo o sistema financeiro foi desregulamentado. O muro entre as instituições, que protegia a riqueza nacional e as instituições que especulavam com sua riqueza foi derrubada. Embora o público devesse ter visto para onde aquilo levaria, ele seguiu sem reclamar, pois o mercado acionário em alta — alimentado pelo frenesi especulativo causado pela desregulamentação — também beneficiava o pequeno investidor. Podemos ver aqui mais um edulcorante do tipo bem-estar social para manter o público alinhado com as políticas do governo.

Muitos outros exemplos poderiam ser citados. Por exemplo, o público foi preparado para acreditar no relato oficial do 11 de Setembro se isso significasse que ele seria protegido de atrocidades "terroristas" similares no futuro. O fato que outros países seriam destroçados no conflito que ocorreria em seguida parecia não importar. Mas, para que propósito útil serviu a destruição do Iraque? O vão agora estava tão largo que todos deveriam ter visto que o governo tinha sua própria agenda, um conjunto de objetivos que não tinham absolutamente nada que ver com o bem-estar da população.

Mas, eles não viram. E ainda não conseguem ver.

Até que o público americano possa ver que uma mão oculta controla seu governo, não conseguirá ou não estará disposto a defender seus próprios filhos.

Vamos ver por que isto é assim.

O Príncipe da Pérsia

Como cristãos nascidos de novo, estamos familiarizados com o incidente na vida do profeta Daniel quando o Senhor enviou um anjo com uma resposta à sua oração:

"E me disse: Daniel, homem muito amado, entende as palavras que vou te dizer, e levanta-te sobre os teus pés, porque a ti sou enviado. E, falando ele comigo esta palavra, levantei-me tremendo. Então me disse: Não temas, Daniel, porque desde o primeiro dia em que aplicaste o teu coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, são ouvidas as tuas palavras; e eu vim por causa das tuas palavras. Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu vinte e um dias, e eis que Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu fiquei ali com os reis da Pérsia. Agora vim, para fazer-te entender o que há de acontecer ao teu povo nos derradeiros dias; porque a visão é ainda para muitos dias." [Daniel 10:11-14].

É um sinal da crise na igreja professa hoje que a grande verdade expressa nesta passagem não seja bem compreendida. O Senhor enviou o anjo no mesmo dia que Daniel apresentou sua súplica, porém o anjo foi detido por um dos tenentes de Satanás, o príncipe do reino da Pérsia. Observe que o demônio poderoso em questão é retratado como um "príncipe". O apóstolo Paulo refere-se a essas entidades sobrenaturais de alto nível em termos similares, chamando-as de "principados" ("Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais." — [Efésios 6:12]). Embora este verso seja frequentemente citado pelos pastores e pregadores, eles raramente explicam o que isto significa com referência a Daniel 10.

Satanás designou seus demônios mais poderosos aos grandes centros de poder político na Terra. Exatamente como Satanás é, por enquanto, o "príncipe" deste mundo, cada um desses demônios é um "príncipe" sobre a região para a qual foi designado. É uma marca do poder sobrenatural exercido por esses anjos caídos que um deles conseguiu deter um anjo de Deus durante três semanas e poderia ter feito isso por um tempo indefinido, se o arcanjo Miguel ("um dos primeiros príncipes") não tivesse vindo para ajudar.

O "Príncipe" da América

O Maligno designou uma dessas entidades poderosas para supervisionar os EUA e guiar o processo político de acordo com seu plano para o fim dos tempos. Frustraria grandemente seu trabalho se o povo americano pudesse eleger seus próprios representantes de uma forma verdadeiramente democrática. Entretanto, no sistema de partidos com chicote na mão, a cabala de famílias que são luciferianas há várias gerações e que possuem a maior parte da riqueza é capaz de controlar o processo político de acordo com o plano do fim dos tempos. Não estamos preocupados aqui com os mecanismos que o "príncipe" usa para orientar essas famílias, mas simplesmente com o fato que elas operam sob seu controle.

O quão profundamente implicados estão os membros do Congresso neste sistema, que Paulo chamou de "forças espirituais da impiedade nos lugares celestiais"? Não há dúvida que muitos estão, mas outros, que não estão alinhados tão de perto — ateus, humanistas, maçons, marxistas não declarados, marionetes do Vaticano — podem estar satisfeitos simplesmente em servir a um sistema que lhes traz ricas recompensas. O que importa é a obediência, uma covarde e amoral disposição de seguir ordens ao pé da letra.

Quando consideramos o modo como os EUA são governados hoje e o vão cada vez maior entre as políticas que combinam com as expectativas públicas e as políticas que servem a uma agenda muito estranha, podemos ver a verdade de Daniel 10. Os EUA, como todos os demais países, têm sua entidade sobrenatural governante. A Elite pode até mesmo referenciá-la por um nome. (Poderia ser Colúmbia?)

Prova Desta Agenda Estranha

Mesmo se alguém estiver convencido que o sistema político funciona deste modo, é necessário um grande salto de percepção para reconhecer que isto ESTÁ realmente sendo usado para perpetrar algumas atividades verdadeiramente perversas. Não estamos falando somente de programas clandestinos ou de operações escusas administradas pela CIA ou pelas forças armadas — que o Congresso prefere ignorar e para os quais vergonhosamente dá a aprovação de fato — mas de decisões tomadas pelo próprio Congresso, decisões cujo impacto devastador sobre a população é fácil de observar.

Uma das mais antigas já está bem documentada — a criação do Sistema da Reserva Federal, em 1913. A Lei da Reserva Federal tramitou apressadamente pelo Congresso sob a supervisão de uma pequena cabala que, de forma furtiva e enganosa, conseguiu atacar a oposição em seus pontos vulneráveis. A vileza moral do Congresso naquela ocasião está em sua falha em reconhecer, após o evento, que seus membros tinham sido enganados. Tivessem eles tomado providências enérgicas, muitas emendas poderiam ter sido redigidas e inseridas na legislação acompanhante, que teriam restringido grandemente o poder exercido pelo leviatã voraz. Mas, isto nunca aconteceu.

Os exemplos mais recentes — aqueles que realmente desejamos enfocar — são muito perturbadores, não simplesmente por que envolvem atos atuais de chocante perversidade, mas por que estão diante da cara de todos nós. Muito provavelmente a pessoa mediana não compreende as operações da Reserva Federal e o modo como um cartel pequeno de bancos privados usa o sistema para manter um controle sobre o sistema financeiro e bombear quantidades imensas da riqueza do público para seus próprios bolsos. Entretanto, a pessoa mediana pode facilmente ver as consequências destrutivas dos dois "programas" que iremos discutir em seguida.

Colocamos a palavra "programas" entre aspas por que, a rigor, eles não são programas do governo coisa nenhuma, mas sim operações amplas do setor privado que não poderiam continuar sem a conivência do Congresso. A primeira é a indústria da pornografia on-line, que está rapidamente arruinando a fibra moral de milhões de jovens e a segunda é a crise do opióides, que está devastando muitas cidades em todo o país e matando dezenas de milhares de jovens.

Estamos falando aqui de seus filhos e dos amigos deles, não de um grupo obscuro de indivíduos que formam somente um segmento discernível da população quando são agregados nas estatísticas oficiais. Essas são as pessoas que você vê diariamente, cujas vidas estão sendo seriamente prejudicadas por dois programas de abrangência nacional que o governo facilita de forma deliberada.

A Pornografia On-line

A pornografia on-line é um negócio imensamente lucrativo que degrada e explora as mulheres e os homens homossexuais. Ela também explora as crianças de um modo que deve ser grandementea agradável a Satanás. Essa indústria depravada depende fortemente da Internet, pois grande parte de seus negócios está vinculada, de um modo ou de outro, à rede mundial de computadores, seja por meio da propaganda, divulgação, distribuição de vídeos e imagens ou a realização das transações financeiras. O público foi condicionado pela mídia e pelos políticos a acreditar que a existência continuada dessa indústria depravada é parte do preço que precisamos pagar para termos a Internet. Mas, eles estão mentindo.

Os websites pornográficos são exatamente como qualquer outro website. Eles precisam de serviços de hospedagem e endereços IP de Internet aprovados. Eles se conectam com os usuários do mundo inteiro exatamente do mesmo modo que qualquer outro website. E eles podem ser bloqueados — exatamente como qualquer outro website.

Isto soa simples demais? Se publicações obscuras no FaceBook podem ser monitoradas e excluídas em tempo real, se websites conservadores podem ser suprimidos pelos mecanismos de busca como o Google, se vídeos que criticam o estamento de poder político podem ser apagados do YouTube, então os websites pornográficos e o conteúdo pornográfico podem ser suprimidos, censurados e excluídos, exatamente da mesma forma. Se a União Europeia pode discutir um projeto de lei que requererá que todos os serviços de hospedagem de páginas instalem "tecnologia de filtragem e de vigilância" — descrição deles — para caçar e excluir "conteúdo indesejável" — descrição deles — então exatamente os mesmas mesmas medidas podem ser tomadas para eliminar a pornografia da Internet!

Veneno para a Mente

Portanto, por que isto não está acontecendo? Por que nenhuma iniciativa política de qualquer tipo foi tomada nos últimos 20 anos para eliminar a pornografia on-line? A resposta é óbvia: A Elite luciferiana que controla o Congresso dos EUA se opõe a esse tipo de controle. A pornografia não somente é imensamente lucrativa para essas pessoas ímpias, mas, mais importante, causa dano espiritual substancial à sociedade.

Mesmo se eles não ganhassem um centavo com a pornografia, ela é tão subversiva e tão destrutiva que a Elite continuaria a disponibilizá-la on-line. Ela alcança as pessoas em seus lares, onde as crianças podem assisti-la em segredo, onde homens casados podem se levantar no meio da noite para consumir por mais uma hora seu veneno lascivo e onde adolescentes ingênuos podem desenvolver o tipo de atitude anormal e mesquinha em relação à sexualidade que se tornam incapazes de formar um relacionamento estável e respeitoso com o sexo oposto.

Os meninos e rapazes que se empanturram com as imagens sadistas e de exploração de mulheres estão ferindo suas próprias almas. E eles estão fazendo isso em grandes números.

A pornografia infantil está sendo distribuída da mesma forma. Os provedores dessas imagens horríveis desenvolveram técnicas para disfarçar suas atividades em certo grau, mas essas técnicas são bem compreendidas. Já existe software de vigilância para rastrear qualquer forma de conteúdo na Internet, incluindo imagens de crianças vitimizadas sexualmente. Mas, o público não deve ainda saber disto!

Qualquer um que duvide da existência de uma entidade sobrenatural, um "príncipe" no centro do sistema político americano, deve refletir sobre isto.

Nenhum membro do Congresso discutirá isto diante das câmeras. Nenhum dos políticos mais antigos e experientes tratará o fato que a pornografia, incluindo a pornografia infantil, somente pode ser distribuída pela Internet por que o Congresso está permitindo que isso aconteça. Nenhum jornalista influente na grande mídia tratará dessa questão, ou até mesmo sugerirá que o Congresso é cúmplice em facilitar um crime flagrante contra a população, incluindo adolescentes e crianças pequenas.

A Epidemia dos Opióides

Os luciferianos gostam de usar as drogas para enfraquecer a sociedade. Eles não têm problemas em encontrar intermediários (ou traficantes) para distribuir essas substâncias que causam dependência, que geralmente são de baixo custo de produção e altamente lucrativas para o cartel controlador. Os clientes potenciais são atraídos por um produto de baixa potência a um preço atraente e então levados à dependência total. Os ingleses usaram o ópio para destruir a China no século 19, exportando grandes quantidades desse produto altamente narcótico de suas colônias na Índia e negociando-o por moeda sonante na China. Isso teve dois benefícios enormes para o Império Britânico. Forneceu-lhe a prata necessária para pagar os indianos pelo seu algodão, o que significava, na verdade, que os britânicos compraram todo o algodão bruto por virtualmente nada, e lhes permitiu infligir dano severo à economia chinesa, drenando sua riqueza e neutralizando muitos de seus trabalhadores mais produtivos e administradores mais experientes com o vício debilitante. Essa política de desestabilização colocou em movimento um longo processo de decadência social que finalmente permitiu que a Elite instalasse um regime comunista implacável na China em 1948.

Eles fizeram algo similar nos EUA nos anos 1960s, distribuindo o LSD nos campi universitários de todo o país e usando-o para alimentar uma onda de rebelião — uma rejeição aos valores tradicionais — que aflige o país desde então. Sim, a Elite luciferiana sabe exatamente o que está fazendo. Eles são os mestres da pharmakeia, uma palavra que é traduzida na Bíblia como "feitiçaria".

Eles então estenderam esse programa para um grande segmento da população que não tinha ainda se tornado dependente de uma de suas muitas drogas de alteração da mente. A porta foi aberta pelos Sacklers, uma das famílias do grupo de elite dos Illuminati que controlam os EUA. Imensamente ricos, os Sacklers irradiaram suas credenciais ocultistas para o mundo quando, em 1978, financiaram a instalação de um antigo templo egípcio no Museu Metropolitano de Arte, em Manhattan, Nova York.

O Templo para Ísis e Osíris

Comissionado pelo imperador romano César Augusto e construído por volta de 10 AC, o templo foi dedicado à adoração dos deuses egípcios Ísis e Osíris. O "filho" deles, o deus Hórus, é retratado por um disco solar alado em cima da entrada. Portanto, o templo representa o divindade triúna da Maçonaria. Pesando mais de 800 toneladas, ele foi transportado em 1968 do Egito para os EUA em 660 caixas e armazenado até o tempo "certo" para sua remontagem no Novo Mundo. [Veja nossos ensaios anteriores, em particular os de números 155, 133, 71 e 56 para um estudo do papel central exercido por essas antigas divindades egípcias no sistema de crenças dos Illuminati.

Os Sacklers compraram uma pequena empresa farmacêutica em 1952, chamada Purdue Frederick (mais tarde renomeada para Purdue Pharma), que fabricava um medicamento inócuo "cura tudo" para todos os tipos de males conhecidos. Essa empresa foi mais tarde usada para lançar um produto inteiramente novo, a respeito do qual afirmações similares de "cura tudo" foram feitas — o OxyContin. Durante os anos 1950s, muito antes de o OxyContin chegar à cena, os Sacklers começaram a desenvolver modos de apresentar e vender os produtos farmacêuticos, fazendo uso agressivo de novas técnicas de propaganda e publicidade. Por exemplo, Arthur desenvolveu uma campanha publicitária para um antibiótico fabricado pela Pfizer, que trazia endossos de médicos clínicos, que mais tarde um repórter investigativo descobriu que não existiam.

Durante os anos 1960s, o mesmo Sackler ganhou uma fortuna vendendo Valium e Librium, outro produto "cura tudo" — uma variedade de tranquilizantes conhecidos como benzodiazepinas — que criavam muito mais dependência do que a literatura clínica já admitiu. Por volta de 1973, os médicos americanos estavam prescrevendo mais de 100 milhões de receitas por ano e um número incontável de pacientes tornou-se dependente dos tranquilizantes.

Durante esta época os Sacklers também começaram a publicar um jornal quinzenal, The Medical Tribune, que eventualmente alcançou seiscentos mil médicos nos EUA. Isto permitiu que a família influenciasse os hábitos de prescrição dos clínicos gerais, uma capacidade que mais tarde provou ser imensamente valiosa quando o OxyContin entrou no mercado.

Os Médicos de Família Sempre Souberam Que os Opióides Eram Perigosos

Até o fim dos anos 1980s, o uso dos opióides era quase desconhecido entre os médicos de família nos EUA. Os estudantes de medicina tomavam conhecimento pleno das propriedades de criar dependência dos opióides e tinham visto ampla evidência de seus efeitos nos usuários de heroína nas ruas. O uso dos opióides como uma ferramenta terapêutica legítima na medicina estava confinado ao alívio da dor crônica após uma cirurgia e ao fornecimento de assistência paliativa para pacientes terminais, geralmente aqueles que estavam morrendo de câncer. Os médicos de família simplesmente não prescreviam os opióides.

Tudo isto mudou quando os Sacklers apresentaram uma formulação de liberação prolongada de um opióide conhecido como Oxycodona. Teoricamente, esse fármaco tinha o objetivo de remover o risco de hábito, reduzindo a rapidez em que entrava na corrente sanguínea do paciente. Entretanto, os Sacklers não ofereceram evidência clínicas para corroborar essa afirmação e a FDA (Food and Drug Administration) não a exigiu.

O fármaco Oxycodona é quimicamente similar à morfina e, como esta, é derivado da planta papoula, da qual se extrai o ópio. O Oxycodona era fabricado exclusivamente pela Purdue Pharma — que pertencia integralmente aos Sacklers — e agressivamente divulgado como um poderoso analgésico que não criava hábito e que traria alívio imediato a milhões de americanos, alegadamente, que os Sacklers afirmavam que sofriam de dores crônicas.

O problema com o novo produto deles, como os pacientes rapidamente descobriram, era que seu aspecto de liberação prolongada podia ser anulado pela simples trituração do comprimido. Como tantos pacientes descobriram isto? Bem, para aqueles que não conseguiram entender por si mesmos, a Perdue incluia uma explicação sobre esse efeito na caixa do medicamento. Os pacientes agora sabiam que podiam obter o impacto total do Oxycodona puro em cada comprimido, cheirando-o como a cocaína, ou injetando-o com a heroína. (O nome comercial OxyContin é uma combinação de Oxycodona e, ironicamente, a palavra contínuo.)

Embora a Purdue tenha sido incapaz de justificar suas afirmações de segurança em termos clínicos, mesmo assim a FDA aprovou o medicamento. Mas, ela foi ainda mais longe e aprovou a inclusão de uma inserção em cada caixa que afirmava que o medicamento era mais seguro do que os analgésicos rivais. Isto era supostamente devido ao seu mecanismo de liberação prolongada, que eles diziam "acredita-se que isto reduza o risco de abuso". Esse endosso surpreendente da mais alta autoridade no país garantiu que o OxyContin conquistasse imediatamente uma grande fatia do mercado.

Em seguida, a Purdue lançou uma grande campanha para convencer a comunidade médica e os médicos de família, em particular, que o OxyContin era seguro. Além da publicidade direcionada para os médicos de família, a companhia financiou pesquisa para mostrar que as preocupações com a dependência dos opióides eram exageradas e até contratou médicos famosos para fazerem afirmações similares. A Purdue também argumentou que a droga poderia seguramente tratar uma variedade maior de doenças do que anteriormente se pensava.

O Público Foi Deliberamente Enganado

Este programa, que foi planejado deliberadamente para dar informações falsas para o público e enganar a comunidade médica, foi lançado em 1996. Depois de alguns anos, milhares de americanos morreram de overdoses de OxyContin e milhares mais estavam viciados. A Purdue tinha aberto a porta para os poderosos opióides na forma de analgésicos vendidos sob prescrição médica. Isto intensificou o impacto de seu produto, tornando-o disponível em dosagens muito maiores do que o paciente mediano requereria. Por exemplo, uma única dose do Percocet — um analgésico opióide rival — continha entre 2.5 mg e 10mg de oxycodone. O OxyContin, entretanto, vinha em formulações de 10mg, 20mg, 30mg, 40mg e 80mg e, por certo tempo, de 160mg. Essas concentrações são quase inacreditáveis.

Alinhada com a filosofia Sackler, a Purdue Pharma promoveu seu produto, que causava forte dependência, com impressionante tenacidade. O Departamento de Marketing era quem determinava o que era seguro, não os médicos. A partir de 1996, quando o OxyContin foi lançado no mercado, até julho de 2002, a Purdue tinha financiado mais de 20.000 programas educacionais relacionados com a dor por meio de patrocínio direto, ou de bolsas financeiras. A campanha inteira deles tinha o objetivo de convencer os médicos de família que o OxyContin era seguro, que as preocupações tradicionais a respeito dos opióides eram exageradas e que o medicamento representava, na verdade, um grande avanço no tratamento dos pacientes com dores crônicas.

A Taxa Incrivelmente Alta de Mortes

De acordo com a Sociedade Americana de Medicina da Dependência (American Society of Addiction Medicine), quatro de cada cinco pessoas hoje que experimentam a heroína iniciaram com os analgésicos de prescrição médica. Em 2016, as overdoses de drogas de prescrição mataram 64.000 americanos. Isto saltou em 6,6% em 2017, para 71.568 mortes. Esses números estão muito acima do número total de soldados americanos que tombaram em toda a Guerra do Vietnã — e está ocorrendo todo ano, graças à revolução dos opióides causada pelo OxyContin.

O bolo gigante que foi especialmente preparado para marcar o septuagésimo aniversário de Mortimer Sackler. Foram necessários seis garçons para carregá-lo.

O bolo foi criado de forma bem-humorada para identificar o próprio Mortimer com a Grande Esfinge. Isto mostrava que ele era um membro de alto escalão dos Illuminati e, muito provavelmente, o reverenciava como um Illuminatus. Nenhum membro de baixo escalão tomaria esse tipo de liberdade com um ícone famoso da religião egípcia-babilônia.

O número de overdoses não-fatais registradas também aumentou drasticamente — para cerca de 30% nos EUA em apenas 14 meses, segundo o Centro de Controle de Doenças (CDC). O CDC também reportou que o número total de overdoses nos departamentos de emergência nos hospitais, ao longo de um período de 14 meses, foi o incrível 142.000.

Alguns observadores consideram, com base nas estatísticas do CDC, que a crise dos opióides causou a morte (por overdose) de mais de meio milhão de americanos desde o ano 2000. A taxa anual de mortes é agora maior do que a epidemia do HIV em seu auge.

Estes números não retratam o impacto social total da crise. Por exemplo, não existem estatísticas sobre o número de crianças que foram colocadas sob os cuidados de pais adotivos por causa da quebra da estrutura de suas famílias. Os números tampouco refletem as dores que muitas dessas crianças sofrerão nas mãos de pedófilos que trabalham dentro do programa dos Serviços de Proteção às Crianças. Para os Illuminati, isto é uma dádiva contínua.

A devastação que isto está causando está pronta para piorar. A onda mais recente da epidemia dos opióides já está a caminho, agora que novas drogas sintéticas, análogas ao potente opióide Fentanyl, estão se propagando por todo o país.

O impacto é maior nas regiões de baixa renda, onde a produção econômica está estagnada e mais pessoas se sentem tentadas a buscar conforto nas drogas. Infelizmente, os opióides da geração mais recente são extremamente potentes — milhares de vezes mais possantes do que a morfina por unidade de volume. Isso significa que um aumento minúsculo na dosagem pode ser fatal e, como os adictos geralmente não exercem muito auto-controle no momento em que necessitam de um "pico", as overdoses são comuns.

As overdoses de drogas tornaram-se a causa principal de mortes de americanos com menos de 50 anos de idade. O aumento súbito na taxa de mortalidade é tão grande que a expectativa de vida nos EUA está na verdade em declínio. Portanto, não é surpresa que o Departamento de Saúde e Serviços Humanos (DHS) declarou recentemente a epidemia de opióides uma emergência pública de saúde.

O Que o Congresso Fez para Prevenir Esta Epidemia?

O que o Congresso fez para prevenir essa epidemia? Nada, absolutamente nada. Além disso, embora o presidente tenha criado um comitê de seis membros, em 2017, para apresentar propostas para lidar com o problema, nada de relevante aconteceu. Em sua reportagem de 24/1/2018, em comentários públicos feitos por um membro do comitê, a CNN afirmou:

"O Congresso liderado pelos Republicanos transformou o trabalho da comissão de opióides do presidente em uma 'farsa' e uma 'fraude', um membro do painel disse à CNN. 'Todos estão dispostos a tolerar o intolerável — e não fazem nada a respeito', disse o ex-representante democrata Patrick Kennedy, que foi um dos seis membros indicados para a comissão bipartidária em março. 'Sou tão cínico como sempre fui sobre isto... Estamos com um tsunami de dependência e precisamos unir os esforços de todos para superar isto", ele disse, acrescentando que, ao revés, o Congresso preferiu ignorar a realidade da situação. Questionado se acredita que o trabalho da comissão dos opióides foi todo ele uma farsa, Kennedy disse, 'Sim. Honestamente, acredito que sim.'"

Isto é muito sério. Tenha em mente que esses comentários são de um membro do comitê, não de um porta-voz da oposição. Kennedy estava pessoalmente muito preocupado com esta questão e veemente em sua condenação. Ele queria que a população soubesse que o Congresso não estava fazendo coisa alguma para resolver o problema — e que nunca fez nada!

Depois de alguns poucos anos de seu lançamento no mercado em 1996, os servidores públicos e autoridades da área da saúde em Washington estavam plenamente cientes da crise de saúde representada pelo OxyContin. As preocupações eram tantas que o Departamento de Auditoria do Governo (GAO) produziu um relatório detalhado em dezembro de 2003 com o título "Abuso e Desvio de Finalidade do OxyContin e os Esforços para Tratar o Problema". Este relatório importante, que foi visto pelo Congresso, salientou o papel representado pela Purdue Pharma:

"Desde 1996, quando o OxyContin foi lançado no mercado, até julho de 2002, a Purdue financiou mais de 20.000 programas educacionais relacionados com a dor por meio do patrocínio direto ou bolsas financeiras."

O Congresso sabe há pelo menos 15 anos que a crise dos opióides está ocorrendo e que milhares de cidadãos morrem todos os anos como consequência. Eles sabiam que a Purdue Pharma tinha colocado isto em movimento, embora outras companhias farmacêuticas tenham participado posteriormente, e que aquilo era dirigido principalmente por práticas agressivas de marketing que subestimavam gravemente os riscos envolvidos. Mas, o Congresso preferiu ignorar isto e, como o congressista Kennedy afirmou, continua a ignorar.

Para quem estas pessoas trabalham? Para a mão oculta, é claro: a Elite multibilionária que administra todo o programa por trás dos bastidores. Os narcóticos são essenciais no plano dos Illuminati de solapar os EUA. Por meio unicamente desta avenida, eles já causaram a morte de cerca de meio milhão de pessoas e provocaram sofrimento e privações indizíveis para milhões de outras. Além disso, eles não têm a intenção de parar.

Algumas das companhias farmacêuticas e outras indústrias associadas citadas como réus no processo judicial dos opióides anunciado na semana passada pelo Procurador-Geral da Província da Colúmbia Britânica, no Canadá:

Apotex, Bristol-Meyrs Squibb, Paladin, Endo, Janssen, Johnson & Johnson, Pharmascience, Joddes, Mylan, Purdue, Ranbaxy, Sun, Hikma, West-Ward Columbus, Sanis Health, Sandoz, Teva, Actavis, Valeant, Bausch, Kohl & Frisch, McKesson, Abbott, Unipharm, Loblaw, LPG, Nu-Quest e Procurity.

No total, cerca de 40 companhias foram citadas, incluindo atacadistas, distribuidoras e fabricantes.

Alguém poderia esperar que o relatório da Comissão do Presidente Sobre Combater a Dependência das Drogas e a Crise dos Opióides, que foi publicado em 1 de novembro de 2017, teria mencionado a Purdue Pharma e seu papel em criar essa crise chocante. O relatório poderia mencionar, por exemplo, que a Purdue foi processada e perdeu um processo coletivo em 2007 e forçada a pagar mais de 600 milhões de dólares em compensação. O relatório poderia ter afirmado que a Purdue e outras companhias estão agora se preparando para distribuir opióides sintéticos análogos — disfarçados como "analgésicos" — no mercado internacional. O relatório poderia ter feito referência a todos esses fatos relevantes, porém não fez.

Embora a Purdue Pharma tenha sido citada nominalmente 239 vezes no Relatório do GAO de 2003, não foi mencionada uma única vez no relatório da Comissão. Nem uma vez! A mão oculta quer manter oculta, ou pelo menos o mais longe possível de vista que as circunstâncias permitam.

E os Sacklers? Esta dinastia criminosa não foi mencionada nem uma vez no relatório do GAO de 2003 (e, naturalmente, menção alguma foi incluída no relatório da Comissão). É como se eles não existissem.

Conclusão

É assim que o sistema funciona.

Neste ensaio, apresentamos ampla evidência para mostrar que o Congresso é um instrumento servil para a cabala de elite de famílias que são luciferianas há várias gerações e que dominam os EUA. Essa cabala promove a pornografia sadista e depravada, incluindo imagens doentias de estupro de crianças e garante que isso seja produzido continuamente e disponibilizado on-line na Internet. Essa cabala produz drogas narcóticas que causam dependência, disfarçadas como analgésicos e fazem os médicos de família de todo o país prescreverem essas drogas para os pacientes incautos — para pessoas que de outra forma nunca fariam uso de uma substância narcótica.

O Congresso poderia fechar todos os websites pornográficos em uma semana, mas não fará isto. O Congresso poderia proibir o uso de opióides pelos médicos de família com um projeto de lei que seria aprovado em uma semana, porém não fará isto. Você está surpreso? Não deveria estar.

Isto é maligno e deve ser visto por todos os verdadeiros cristãos por aquilo que é.

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Autor: Jeremy James, artigo em http://www.zephaniah.eu
Data da publicação: 19/9/2018
Transferido para a área pública em 9/5/2020
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/congresso.asp