Quem Será Responsabilizado Quando Ocorrer a Crise Financeira Internacional?

Autor: Jeremy James, Irlanda, 16/12/2018.

Vários anos atrás previmos que os Illuminati planejam uma grande crise no sistema financeiro internacionial, de modo a concentrar mais poder nas mãos da Elite. Essa crise não será uma queda nos mercados (ou uma "correção"), similar às que ocorreram nos anos de 2000 e 2008, em que fatores cíclicos foram explorados por aqueles que possuíam informações privilegiadas para obterem lucros fenomenais. A próxima crise será diferente, ao contrário das que vimos antes. Ela excederá até o colapso de 1929, que foi criado de forma deliberada pelo cartel bancário internacional, de modo a produzir as condições necessárias para provocar outra guerra mundial, o que de fato aconteceu.

O Planejado Colapso do Sistema Financeiro Internacional

Dados os preparativos que foram feitos até aqui, o vindouro colapso virá com grande força e derrubará o sistema bancário internacional. Qualquer pessoa que tiver dinheiro no sistema perderá a maior parte de seu saldo bancário e em suas aplicações financeiras. As recriminações serão imensas e as massas de pessoas furiosas procurarão alguém para responsabilizar.

Exploraremos neste ensaio o tipo de estrago que isto provocará. É suficiente dizer que o colapso empurrará uma quantidade imensa de pessoas, especialmente da classe média, para baixo da linha da pobreza. O comércio internacional se contrairá subitamente e tornará impossível para muitas empresas continuar operando. O impacto será tão grande que a maioria das pessoas, incluindo os comentaristas de temas econômicos na televisão, terão dificuldade em compreender a severidade do impacto e esperarão que ele amenize após uma onda inicial de eventos tumultuosos. Mas, isto não acontecerá.

Por que será assim? A resposta é: dívidas, níveis extraordinários de dívidas, em todas as economias dos países desenvolvidos. Não são apenas dívidas dos governos estaduais e federais, mas dívidas das empresas, dívidas dos municípios e dívidas das famílias. O colapso de 2008 deveria ter visto uma grande correção nos desequilíbrios de dívida, com toda a dor que acompanha essa correção. A recessão mundial teria durado dez anos, ou mais, e resultado em imenso sofrimento para muitos. Mas, não permitiram que a crise se desenrolasse naturalmente. Em vez disso, os banqueiros internacionais decidiram evitar o colapso inevitável na produção, por meio de um grande aumento na quantidade de dinheiro em circulação. Eles não fizeram isso apenas nos EUA, mas também na economia mundial. O Sistema da Reserva Federal adicionou trilhões de dólares à dívida pública (na época foram 8 trilhões, agora isto está em torno de 22 trilhões). Trilhões adicionais foram adicionados em euros, yens, yuans e libras esterlinas. Toda a economia mundial nos últimos dez anos foi mantida em flutuação na superfície, sem afundar, de forma artificial, por meio da "flexibilização qualitativa" em uma escala que nenhum economista do século 19 teria imaginado.

Os Verdadeiros Culpados

A chocante severidade do colapso vindouro será devido inteiramente a essa decisão insana dos banqueiros internacionais. As famílias que são proprietárias dos bancos realmente grandes também são proprietárias (ou controlam) os bancos centrais e a grande mídia. É por esta razão que ninguém de estatura — tanto quanto seja do conhecimento do público — está advertindo a respeito do vindouro desastre ou das políticas terrivelmente irresponsáveis que estão por trás dele.

Para a Elite mundial, que está trabalhando rumo a esse objetivo há um longo tempo, o programa está caminhando de acordo com a escala definida em 1988. Além de destruir as moedas tradicionais e os sistemas construídos em torno delas, desse modo facilitando a introdução de uma moeda mundial, mais um governo mundial para supervisionar sua operação, a Elite colherá um ganho fenomenal quando as dívidas acumuladas — em todos os níveis — forem quitadas em ativos reais. Como os preços dos ativos estarão em queda, o volume de riqueza da classe média que terminará nas mãos de poucos é inimaginável.

O único grande desafio para a Elite é garantir que a culpa caia sobre os outros, não sobre os banqueiros centrais. Para eles, é vital que o público acredite na explicação falsa, ou conjunto de fatores de explicação, que seus líderes oferecerão quando a crise acontecer. Eles quererão explorar toda a raiva e direcioná-la de um modo que lhes seja vantajoso. O público precisa ser deixado com confiança residual suficiente no "estamento de poder" para aceitar as soluções que a Elite então oferecerá — uma moeda mundial (na forma eletrônica) e um governo mundial.

A Guerra de Trump com a China

Alguns comentaristas na Internet estão sugerindo que a guerra comercial do presidente Trump contra a China poderá crescer em intensidade até o ponto em que os chineses retaliarão de um modo que ameace a estabilidade do dólar. Em outras palavras, Trump, um devoto servo do cartel da Nova Ordem Mundial, está fomentando deliberadamente uma guerra comercial com isto em vista. Acreditamos que isto é exatamente o que está acontecendo, mas como uma explicação do vindouro colapso e da escala da carnificina que provocará, isto pode não ir longe o suficiente.

A Elite necessitava de uma explicação mais forte, preferencialmente uma explicação que coloque a culpa sobre as pessoas comuns. O senso de culpa que resultará pode então ser usado para desmoralizar ainda mais a vítima. Seria ainda melhor se o público — ou uma proporção considerável da população — realmente votasse em um curso de ação que aparentemente levasse diretamente ao vindouro colapso. É uma marca do gênio tenebroso dos Illuminati que ele criaram não apenas um desses cenários, mas dois.

Já chamamos a atenção para um desses cenários em ensaios anteriores, sendo o mais recente "A Crise Constitucional Que Está se Desdobrando nos EUA". Ao votar em um novato e não-conformista, com um histório de repleto de atos de bravura e egotismo, o povo americano se obstruiu com Donald Trump, um homem cujo comportamento errático poderá resultar em uma série de decisões de política nacional destrutivas e mal-concebidas.

A Saga Insana Conhecida como "Brexit"

Outro exemplo de voto popular que leva a um potencial desastre é o Brexit. A proposta de retirada da Grã-Bretanha da União Europeia pareceu como uma armação desde o tempo que foi feita inicialmente. O primeiro-ministro britânico Cameron não estava sob pressão para fazer isto quando, no período anterior às eleições gerais de 2015, prometeu um referendo sobre a participação na UE. Nenhum político sério teria feito um compromisso desse tipo, a não ser que aquilo tivesse sido aprovado por atores importantes que estão atrás dos bastidores. Além disso, se ele tivesse agido de forma presunçosa, seus assessores teriam feito todo o possível após a eleição para adiar o referendo indefinidamente, ou encontrar alguma razão plausível para renegar a promessa. Além disso, é inconcebível que o setor industrial britânico teria concordado com um referendo sem uma análise minuciosa das implicações comerciais de uma retirada (o que mostra que a decisão de ir em frente com o Brexit foi tomada no nível mais alto). Os ministérios do governo britânico também, nunca teriam tolerado esse tipo de medida sem um período mínimo de consultas com os setores mais afetados e a publicação de um estudo (como base para debater uma decisão política relevante).

A decisão de oferecer um referendo foi farsesca, como foi a decisão subsequente de levar aquilo adiante sem qualquer análise preliminar para ver qual poderia ser seu impacto imediato.

Os absurdos continuaram após o referendo ser realizado quando veio à luz o fato que o governo britânico não tinha pensado seriamente sobre a possibilidade de o eleitorado realmente votar pela saída da UE. Eles continuaram nessa veia nos próximos dois anos, quando questões básicas ficaram sem respostas. Na verdade, durante grande parte daquele período de tempo muitas das perguntas básicas nem sequer foram feitas!

Assim Sendo, o Que Realmente Está Acontecendo?

Quando se trata de lidar com questões de política internacional desse tipo, os britânicos não têm rivais. Todavia, querem agora que acreditemos que esse fiasco que está acontecendo, em que a atual primeira-ministra, a Sra. May, fica indo para lá e para cá na Europa, como uma coelha assustada, surgiu unicamente por incompetência, negligência, ou uma mistura das duas coisas. Até políticos experientes no Parlamento, que geralmente se sentem compelidos a proferir alguns discursos paternais e tranquilizadores durante uma crise, estão estranhamente de boca fechada.

Esse tipo de inépcia inacreditável, durante um longo período de tempo, não tem precedentes na história recente da Grã-Bretanha. Os líderes nacionais não estão agora enfrentando um único problema que não poderia ter sido previsto antes do referendo. Assim sendo, o que realmente está acontecendo?

Até agora, parece que a Elite quis tirar a Grã-Bretanha da Europa para que os membros continentais possam mais prontamente se fundir em uma união federal controlada a partir de Berlin. Ao fazerem isso, eles também criariam uma camada adicional de caos dentro da UE, além daquelas que já estão solapando a independência e segurança dos Estados-membros.

O Brexit Como um Evento de Gatilho

Entretanto, os eventos nas semanas recentes sugerem que o Brexit pode ter sido planejado para provocar uma crise no sistema bancário europeu. Londres é o centro de distribuição desse sistema e é, de longe, o ator dominante no mercado internacional de derivativos. Se o setor financeiro estiver tão despreparado para o Brexit quanto os outros setores da economia britânica parecem estar, então "desentendimentos" entre o pessoal de alto nível do sistema financeiro em Londres e seus correspondentes em Frankfurt, digamos, poderiam ter consequências muitos desagradáveis. Não seriam necessários muitos enganos dos tipos corretos para acionar uma sequência de eventos que poderiam sair fora de controle, em uma espiral.

Se um pato manco, como o Deutsche Bank, por exemplo, ficasse exposto a uma súbita reversão no mercado, logo após um erro sério em Londres, ele poderia escorregar e cair do alto da falésia, antes que Berlin tivesse tempo de intervir. O banco alemão Deustsche Bank está perigosamente subcapitalizado e grandemente envolvido em muitas atividades financeiras ilegais, até o ponto em que a confiança do público em sua capacidade de continuar operando em uma crise está no nível histórico mais baixo. O sistema bancário europeu está tão intimamente interligado, tão perigosamente subcapitalizado e tão pesadamente carregado por empréstimos de rentabilidade problemática que o "contágio" que muitos preveem (e temem) há tempos terá seu evento de gatilho.

Depois de 4-6 semanas de uma aguda contração no valor do euro, outras economias fortemente afetadas por dívidas — não apenas os bancos — ficarão sob severa pressão. A mais endividada das economias importantes é a do Japão, com uma relação dívida/PIB de surpreendentes 253%. Como o Japão já esgotou suas opções de política monetária, provavelmente será o primeiro país fora da UE a entrar na crise. Cerca de 4-6 semanas após o yen entrar em colapso, o dólar americano ficaria sob tensão intolerável. Se, ao mesmo tempo, a China começasse a se desfazer de seus títulos do Tesouro dos EUA — possivelmente como uma de suas medidas retaliatórias na guerra comercial de Trump — o dólar caíria vertiginosamente, o mercado acionário e, mais importante, o mercado de títulos, em pouco tempo seguiriam o mesmo caminho.

Assim, se esse tipo de cenário se desdobrar, quem receberá a culpa? Resposta: o eleitorado americano (por eleger Trump) e o eleitorado britânico (por votar no Brexit). Não passará pela cabeça de ninguém acusar os verdadeiros culpados: o sistema dos bancos centrais e o cartel sigiloso que o controla.

Conclusão

Repetidamente, a Palavra de Deus nos adverte a respeito da avareza e sagacidade dessas pessoas, do amor delas pelo dinheiro ("a raiz de todos os males"), do prazer que sentem em roubar o pobre e os menos favorecidos, e da capacidade deles de usar "balanças falsas" (Miquéias 6:11) para se enriquecerem nos negócios e no comércio. A Palavra de Deus também nos adverte dos riscos que incorreremos quando nos endividamos financeiramente, em particular junto a estranhos.

Infelizmente, a igreja hoje se afastou muito da verdade literal da Palavra de Deus. Essas advertências estão em grande parte esquecidas e assim:

"O prudente prevê o mal, e esconde-se; mas os simples passam e acabam pagando." [Provérbios 22:3].

"O avisado vê o mal e esconde-se; mas os simples passam e sofrem a pena." [Provérbios 27:12].

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Autor: Jeremy James, artigo em http://www.zephaniah.eu
Data da publicação: 28/12/2018
Transferido para a área pública em 9/6/2020
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/culpado.asp