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A Escritora Anne Rice Reimagina Jesus Cristo e Líderes Cristãos Aplaudem

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As Igrejas Cristãs Estão Abrindo as Portas Para o Anticristo


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Título do Livro 3

Anne Rice não renunciou às Crônicas Vampirescas, mas sua jornada espiritual mudou de direção. O novo foco dela é a infância de Jesus e líderes cristãos estão elogiando o primeiro livro da série: Christ the Lord: Out of Egypt.

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"Os temas tenebrosos dos livros de Rice venderam mais de 75 milhões de exemplares. Seu primeiro livro, Entrevista com o Vampiro, vendeu mais de 8 milhões de exemplares. Ela também escreveu livros históricos, bem como pornografia e erotismo sob os pseudônimos A. N. Roquelaure e Anne Rampling. Seus livros são amplamente usados nas aulas de inglês e de filosofia nos colégios e universidades... Por que Anne Rice, que antigamente era a rainha literária das trevas, agora está escrevendo sobre Cristo, a luz do mundo?" [1; Christianity Today].

"Cristo o Senhor é o Jesus da fé, porém a figura do Jesus 'real' como tem se insistido, nos personagens tornados reais na ficção hoje... Cristo é para todos — gays, heterossexuais, judeus, cristãos, ateístas, budistas, hindus. Somos filhos de Deus." [2; Anne Rice]

"Toda palavra de Deus é pura; escudo é para os que confiam nele. Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda e sejas achado mentiroso." [Provérbios 30:5-6].



Anne Rice retornou à sua fé de infância, o catolicismo. Ela não renunciou às Crônicas Vampirescas ou à peça de teatro na Broadway que veio em seguida, mas sua jornada espiritual mudou de direção. [1] O novo foco dela é a infância de Jesus, e líderes cristãos estão aplaudindo o primeiro livro da série, Christ the Lord: Out of Egypt.

"... ansioso como eu estava para me informar sobre a reconexão de Rice com Cristo," escreveu o pesquisador de opiniões George Barna, "Abri este livro com baixas expectativas. Não precisava ter me preocupado." Ele explica o porquê:

"Rice não somente realizou uma exaustiva pesquisa sobre os primeiros anos de vida de Jesus. Ela criou um comovente e verossímil retrato do jovem Senhor e de Sua família... É uma história simples, mas poderosa, sobre o aparecimento do Salvador à medida que Ele experimenta sua própria humanidade e divindade... O belo desenrolar dessa história ajuda você a se conectar com o jovem Mestre, experimentando a vida por meio dos Seus sentidos... Outros episódios fornecem aguda percepção... como Jesus exercitando e descobrindo seus poderes.

"Alguns estudiosos e líderes religiosos provavelmente irão demonizar este livro como 'história fabricada' ou 'má doutrina'... Rice não está tentando fazer um acréscimo às Escrituras, mas sim nos estimulando a experimentar uma ligação com Jesus em um nível diferente." [3].

Mas é realmente má doutrina apresentar uma visão diferente de Jesus que se choca com a palavra revelada de Deus. Quando essa revisão da Sua verdade guia a imaginação, a "experiência" dos leitores pode tornar a fantasia tão crível quanto a realidade. O fato de líderes evangélicos estarem rapidamente trocando seu foco do ensino fundamental da "doutrina" para "feitos" humanitários, torna os cristãos mais vulneráveis à enganação.

Mas George Barna não é o único evangélico respeitável a aplaudir esta história sobre a infância de nosso Senhor. Em uma análise na revista World Magazine, o autor Gene Edward Veith elogia Christ the Lord como uma agradável expressão do retorno da autora para o catolicismo. "Como retratar alguém que é ao mesmo tempo Deus e homem?" ele pondera. É uma boa pergunta — especialmente quando a infância de Jesus quase não é mencionada na Bíblia. Então ele escreveu:

"Anne Rice, em seu livro Christ the Lord: Out of Egypt fere o equilíbrio ortodoxo. Ela retrata Jesus como uma criança de sete anos, mas Ele é mais do que uma criança. Ele brinca, chora, é dependente de seus pais. Mas quando Ele deseja ver neve, então neva. Quando seu tio está doente, o jovem Jesus o cura... O livro pode ser melhor avaliado como o trabalho de uma talentosa escritora meditando na encarnação e na pessoa de Jesus Cristo." [4].

Sim, Anne Rice é uma escritora talentosa. E, no mundo de hoje, tolerante e conduzido pela fantasia, muitos irão receber com prazer essas histórias sobre um garoto chamado "Jesus." Mas isso levará as pessoas a conhecerem o Jesus bíblico, ou uma afetuosa falsificação? Como iremos reconhecer a verdade da heresia? Considere estas questões:

1. É compatível com a Palavra de Deus — Seu padrão de certo e errado, verdade ou mentira?

Os evangelhos estão repletos de milagres maravilhosos. Assim também está esse livro fantasioso sobre um Jesus de sete anos. Mas a Bíblia nos diz que nenhum de seus milagres aconteceu até depois de Seu batismo — um evento confirmado pelo Espírito Santo e pela voz de Seu Pai. João Batista disse: "Vi o Espírito descer do céu como pomba e pousar sobre ele" [João 1:32-34)].

Após essa preparação para o ministério, Jesus esteve presente em um casamento onde realizou seu primeiro milagre. Como a Bíblia nos diz: "E com este deu Jesus princípio a seus sinais em Caná da Galiléia, e manifestou a Sua glória..." [João 2:5-11].

Aqui se vê a exatidão do tempo de Deus, que é enfatizado no Evangelho de João. Quando Jesus é aconselhado por seus irmãos para ir para a Judéia antes do tempo certo, Ele respondeu: "Meu tempo não é chegado" [João 7:5-8] Perto do fim dos seus três anos de ministério, Jesus foi conduzido a Jerusalém, onde os líderes religiosos "procuravam prendê-lo". Ainda assim "ninguém lhe pôs a mão, porque ainda não era chegada a sua hora." [João 7:30, 8:20] E, quando a hora da traição e da crucificação se aproximou, Ele estava preparado: "Jesus sabia que Sua hora tinha chegado." [João 13:3-4] Tudo acontece de acordo com o plano eterno de Deus! Quem somos nós para mudar esses detalhes?

Você observou a referência a "seus irmãos" em João 7:5? Na história de Anne Rice, Jesus não tem irmãos biológicos, para Maria permanecer virgem. Tiago (mencionado em Marcos 6:3 como um de seus irmãos) é incluído só como filho de José de um casamento anterior.

2. É compatível com os fatos históricos?

Jesus nasceu em 11 AC? Essa é a data que Anne Rice escolheu para o nascimento de nosso Rei celestial. [5] Embora sejam muitos anos antes das datas estabelecidas por historiadores dignos de crédito, isso é adequado para a história dela. Isso faz Jesus ter sete anos durante sua viagem de volta para casa vindo do Egito — idade bastante para nos permitir "experimentar" os eventos por meio de Seus olhos.

Mas, vamos relembrar. José levou Maria para Belém porque tinha de se registrar ali como membro da "casa de Davi." O imperador romano Augusto decretou que todos no Império Romano deveriam se registrar a cada 14 anos. Esse recenseamento foi ordenado em 8 AC, mas os historiadores acreditam que ele realmente foi realizado nos dois anos seguintes e pode não ter ocorrido na terra de Israel até ao redor de 6 AC. [6].

Após o nascimento de Jesus, os magos, que seguiram a estrela em busca do Rei recém-nascido, alertaram o hostil rei Herodes para o nascimento real. Determinado a exterminar qualquer ameaça ao seu reino, Herodes decretou o assassinato das crianças com menos de dois anos de idade. Nesse ínterim, Deus alertou José a fugir para o Egito com sua pequena família. Eles permaneceram lá até Herodes morrer, em 4 AC, e Deus disse a José para retornar para sua casa. Jesus provavelmente teria entre dois e três anos de idade, sete com certeza que não.

Na história de Anne Rice, a família se instalou em Nazaré e os homens da família trabalhavam como carpinteiros e pedreiros. Um ano mais tarde, quando Jesus estava com oito anos, eles viajaram para Jerusalém para celebrar a Páscoa. Lá, o menino faz um cego enxergar e procura um professor no Templo que possa responder às suas perguntas acerca de seu nascimento e identidade pessoal. Por três dias José e Maria procuram o menino perdido. Quando o encontram, Jesus promete nunca lhes causar tal aflição novamente. [7-280-291].

A Bíblia dá uma descrição diferente para o evento da Páscoa, mas algumas semelhanças ajudariam a tornar a imaginária história de Rice mais verdadeira. Aqui, Jesus tem doze anos de idade. Quando Maria e José tinham partido para casa, Jesus desapareceu. Eles passaram três dias procurando-o, e o encontraram no templo, "assentado no meio dos mestres, ouvindo-os e interrogando-os." [Lucas 2:46].

Essas Escrituras oferecem esperança e paz a todos que a ouvirem. Deus, porém, repetidamente proíbe acréscimos e alterações. Por exemplo, "Nada acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela..." [Deuteronômio 4:2].

3. Qual a credibilidade das fontes de informações?

Nas "Notas da Autora", nas páginas finais do livro, a Anne Rice explica sua extensa pesquisa:

"Havia então as lendas — os apócrifos — incluindo os tantalizadores contos em O Evangelho da Infância, de Tomé, que descreve um Jesus menino que podia golpear mortalmente uma criança, trazer outra à vida, transformar pássaros de barro em criaturas vivas, e realizar outros milagres. Encontrei essas lendas muito cedo em minhas pesquisas, em múltiplas edições... Elas eram imaginativas... extremas, é claro, mas tinham sobrevivido à Idade Média e além. Eu não podia tirar essas lendas da minha mente. Finalmente resolvi adotar esse material... Senti que havia uma profunda verdade nele, e quis preservar essa verdade como me havia sido contada. Naturalmente, é uma suposição." [7-320].

Uma das fontes dessas lendas é a Biblioteca da Sociedade Gnóstica. Você pode ler partes dela em The Infancy Gospel of Thomas, mas não acredite nele! E, observe como esse "Jesus" distorce o caráter de nosso Senhor!

"... [Jesus] moldou do barro macio, doze pardais... José veio até onde ele estava e vendo, gritou com ele e disse: Por que fazes estas coisas no sábado, as quais não são permitidas fazer? Mas Jesus bateu palmas e gritou para os pardais, dizendo: Vão! E os pardais alçaram vôo...

"Depois disto, ele passou novamente pela aldeia, e uma criança correndo se chocou contra seu ombro. E Jesus, tendo sido provocado, disse para ela: Não terminarás este trajeto... E os pais da criança morta vieram até José, e o responsabilizaram, dizendo: Tu que tens essa criança não podeis morar conosco nesta aldeia: ou então ensine-o a abençoar e não a maldizer: pois ele mata nossas crianças...

"E José, chamando-o à parte, o repreendeu dizendo: Porque fizeste tal coisa, que os fez sofrer, odiar-nos e perseguir-nos? Mas Jesus disse: Sei que estas palavras não são tuas: no entanto para o teu bem, manterei a calma: mas eles certamente sofrerão seu castigo. E, imediatamente, os que o haviam acusado foram acometidos de cegueira." [8] [tradução nossa].

"Talvez, ao assumir que Jesus manifestou seus poderes desde cedo," explica Anne Rice, "eu, de alguma forma, estou sendo fiel à declaração do Concílio da Calcedônia, de que Jesus era Deus e homem ao mesmo tempo." [7-320].

Mas, sendo tanto Deus quanto Homem, Jesus afirmou consistentemente a validade das Escrituras. Ele nunca colocou Sua confiança nas pessoas ou na sabedoria humana, "porque ele mesmo sabia o que era a natureza humana." [João 2:24-25].

Em contraste, Anne. Rice parece confiar mais nas filosofias humanas que na Bíblia. Ela lista dezenas de autores cujos livros ela estudou em preparação para esta série de livros sobre a infância de Jesus. "Aprendi alguma coisa em cada livro que examinei," ela escreveu. [7-318].

Mesmo daqueles que ensinam uma distorção gnóstica dos Evangelhos? Você pode reconhecer esta heresia pela ênfase em:

  1. Autoconhecimento e auto-realização mais do que o conhecimento de Deus e de Sua Palavra. Por exemplo, o gnóstico Evangelho de Tomé combina verdade e erro com mentiras sedutoras: "... o Reino está dentro de você... [portanto] Quando você conhecer a si próprio, se tornará sábio e entenderá que é um dos filhos do Pai vivente."

  2. Unidade eterna ou perfeição total por meio da gnose (conhecimento — conhecimento secreto, autoconhecimento), não salvação por meio do Salvador crucificado.

  3. Hierarquias angelicais incluindo arcontes, semideuses, co-criadores, etc. [Como a Trilogia de Tolkien]. Neste contexto, a serpente, no jardim, ofereceu conhecimento — "seus olhos se vos abrirão, e sereis como Deus" [Gênesis 3:5] — não uma desastrosa tentação. A deusa feminina Sofia (conhecimento) representa uma parte importante. [Veja a Nota no fim.].

O politeísmo não tem parte na história de Rice, mas anjos — bons e maus — têm um papel importante. Isto não é surpresa, considerando os seres demoníacos/angélicos que energizaram seus primeiros livros.

Anne Rice mostra especial apreço pelo bispo anglicano John A. T. Robinson. Li o livro dele, Honest to God, décadas atrás, quando eu estava procurando Deus. Ele mostrou-me que o Deus que eu tinha amado quando criança era uma ilusão e me desencorajou até o ponto do desespero. Apesar de Anne Rice não concordar com tudo que ele escreveu, estas duas citações revelam a "sabedoria" mundana que esse autor pode ter trazido para a pesquisa dela:

"Robinson coloca Deus no profundo da pessoa humana (de modo que temos de olhar para nosso interior para encontrar Deus)... Toda vez que oramos, não falamos apenas palavras para os céus... mas estamos permitindo que nossas preces nos mudem para podermos agir... O casamento íntimo de Deus com a ética, moralidade e compaixão leva a pessoa a enfatizar este mundo mais do qualquer coisa além dele... A morte de Jesus, em vez de ser algo que mudou o relacionamento entre Deus e a humanidade, é particularmente um exemplo da doação do amor em face da adversidade." [9].

"Honest to God foi um produto de sua época: tradições foram questionadas, a ortodoxia foi desafiada e normas de conduta desconsideradas... Este movimento ['Morte de Deus'] procurou reinterpretar as doutrinas cristãs fundamentais... Com relação à noção do céu, ele acreditava que foi 'o maior obstáculo para uma fé inteligente — e, de fato será para todos, exceto para uns poucos religiosos.' Toda vez que agimos de forma ética, amorosa e compassiva com relação aos outros, de acordo com Robinson, estamos nos aproximando de Deus, adotando valores eternos." [10].

Parece que Anne Rice compartilha esse ponto de vista. "O importante é que amemos a Deus e que façamos tudo que Cristo diz em Mateus 25. Ele deixa muito claro que se alimentarmos os famintos, vestirmos os que estão nus, visitarmos os que estão na prisão... estaremos fazendo sua vontade." Ela continua:

"...todos os seres humanos são seus filhos e é Seu desejo trazer todos para o lar. Ele não poderia ser mais claro. Quanto às outras fés, o Catecismo da Igreja Católica é muito claro a respeito: 'essas também poderão alcançar a salvação eterna.'... No Sermão do Monte, Jesus falou com eloqüência eterna do amor do Pai por nós; ele não disse que esse amor se aplica somente àqueles que foram escolhidos por 'adoção.'... Meu ministério particular como católica é enfatizar o amor, e a abordagem do amor e da tolerância, uma conscientização da qualidade sagrada de cada ser humano, seja ele judeu, muçulmano, um gay cristão, um materialista secular que está se esforçando para dar uma melhor qualidade de vida aos pobres. Meu ministério não é o de causar divisão por causa de pontos de 'doutrina' ou de nuances teológicas." [2].

O bispo radical John Shelby Spong também expressou seu apreço pelo bispo Robinson: "Um dos grandes mentores de minha vida foi... John Albert Thomas Robinson. Ele ficou conhecido pelo público... no fim dos anos 1950... Para um bispo falar favoravelmente do livro O Amante de Lady Chatterley, foi algo que alvoroçou a mídia inglesa... Em 1962... ele escreveu um pequeno livro intitulado Honest to God... Isto fez com que a controvérsia sobre O Amante de Lady Chatterley parecesse sem importância... Pediram a demissão do bispo Robinson, ou então que ele fosse deposto por heresia." [11].

A. T. Robinson é somente um dentre os muitos estranhos orientadores catalogados nas "Notas da Autora", de Anne Rice. "Minha busca não terminou," ela nos diz. "Existem milhares de páginas para serem lidas e relidas dos estudiosos mencionados acima. Há muito mais em Josefo, Filo, Tácito, Cícero e Júlio César que ainda não pude abordar... Existem também muitos teólogos que precisam ser estudados, Teilhard de Chardin, Rahner, e Santo Agostinho..." [7-319].

Teilhard de Chardin? O paleontólogo francês do século XIX, cuja fé na evolução espiritual do homem o levou, em parte, às "descobertas" fraudulentas do Homem de Pequim e do Homem de Piltdown? Não posso deixar de mencionar a comparação que Teilhard faz em seu livro The Phenomenon of Man (O Fenômeno do Homem), entre unidade cósmica e auto-realização com a ênfase gnóstica na união com "Deus" por meio da auto-realização:

"O caminho além da ignorância [para o conhecimento ou gnose], para Teilhard, é basicamente um processo de individualização. Teilhard opina que o ego humano precisa fazer uma peregrinação para dentro do *Eu*... Quanto mais o ego estiver conectado com o sentido da percepção do cosmos, mais irá de encontro a seu eu verdadeiro... e por meio do seu Eu interior a humanidade se conectará à Mente Cósmica. Para sermos nós mesmos de uma maneira completa, segundo Teilhard, precisamos caminhar na direção da 'convergência... em direção aos outros.'

"'...de acordo com a estrutura evolucionária do mundo, somente poderemos encontrar a nós mesmos nos unindo aos outros. Não há mente sem a síntese." [12].

Parece complicado, não? Mas essa ênfase no autoconhecimento e na unidade se encaixa bem com os sistemas pensantes adotados pelos principais líderes e pastores da igreja atual. [13] [Veja Rick Warren — A New Way of Thinking e Re-inventing the World].

O fato de Anne Rice escrever que o jovem João Batista viveu e aprendeu com os essênios — cujas influências gnósticas devem ter colorido sua visão de Deus — levanta mais questões. Apesar de suas suposições parecerem lógicas, elas constroem novas opiniões sobre a realidade na areia movediça da imaginação humana.

4. Irá Fortalecer ou Minar a Fé na Verdade Absoluta de Deus?

Anne Rice faz do ato de contar histórias um passatempo popular na família de Jesus. Ela coloca sua própria maneira como contadora de história na boca do jovem Jesus:

"Histórias são a nossa história, sobre quem somos, e houve vezes em que gostei mais de histórias do que de qualquer outra coisa. Fui levada a entender coisas de maior importância: todas as histórias fizeram parte de uma história maior, a história de quem fomos." [7-228].

No entanto, isso não é verdade. Todas as histórias não são parte de uma grande história, do mesmo modo que nem "toda [assim-chamada] verdade é a verdade de Deus". De fato, muito pouco das histórias do homem são parte da verdade de Deus revelada para nós. Por isso, Ele sabiamente nos admoesta: "Meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos." [Isaias 55:8] Ousaremos redefinir os pensamentos, a verdade e os caminhos de Deus?

Muitos estão fazendo isto! Portanto, contar histórias está substituindo facilmente a pregação em todo o mundo. E, à medida que a compreensão da Bíblia vai diminuindo, poucos membros de igreja têm a sabedoria para discernir o erro. [veja Megashift].

Mito e história são vitais para a transformação social hoje. O filósofo ambientalista Thomas Berry diz a seus seguidores que o mito "fornece não somente o entendimento e o senso de direção que precisamos, mas também evocam a energia." "A história tradicional [a Bíblia] é disfuncional …. Precisamos de uma história que... nos cure, guie, e discipline." [14].

Mas a "história tradicional" da Bíblia não pode ser moldada em um pluralismo populista. Esta é uma das razões por que os visionários e os líderes populares da igreja desprezam "o poderoso mito dos fundamentalistas" e estão determinados a substituí-lo pelas histórias que correspondam às suas próprias visões.

As verdades fundamentais da Bíblia são qualquer coisa menos mitos. Sozinhas, elas fornecem uma âncora de esperança nas correntes turbulentas da transformação cultural. Apesar disso, a história de Rice sugere que a família de Jesus apreciava histórias sobre a filosofia grega e o politeísmo. Após o retorno da família do Egito, Cléopas, irmão de Maria que viajou com eles, pergunta à sua velha tia Sara:

"'O que você sabe sobre os deuses e deusas que bebiam néctar e comiam ambrosia?'...

"'Olhe nas caixas dos pergaminhos quando tiver tempo, seu curioso, ela disse. 'Acha que meu pai não tinha lugar lá para Homero? Ou para Platão [que adotou o politeísmo grego e a reencarnação]? Pensa que ele nunca lia à noite para seus filhos?" [7-136].

Provavelmente, Christ the Lord, de Anne Rice, acelerará a transformação social e espiritual atual, da mesma forma como estão fazendo líderes "transformadores", como George Barna e Rick Warren, que minimizam o ensino bíblico. Como Rick Warren já disse: "A primeira Reforma foi sobre crenças. Esta precisa ser sobre comportamento."[15] A igreja agora está liderando a corrida em direção a uma sociedade global tolerante a tudo, exceto para o velho, "divisivo" e "ofensivo" evangelho de Deus. A mensagem de esperança do evangelho está sendo silenciada por uma atraente ilusão de amor humanista, serviço comunitário e solidariedade global.

"O aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, sinais e prodígios da mentira, e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos. É por este motivo, pois que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira, a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade, antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça". [2 Tessalonicenses 2:9].

Notas Finais

1. Cindy Crosby, Interview with a Penitent," Christianity Today, 1-12-05, http://www.christianitytoday.com/ct/2005/012/11.50.html

2. Anne Rice Answers Letters (role até 17 de agosto de 2005), http://blog.cadmussorrell.com/2005/07/anne-rice-christ-our-lord-out-of-egypt/

3. Christ the Lord: Out of Egypt, análise de George Barna, 29 de novembro de 2005.

4. Gene Edward Veith, "Perilous project: But Anne Rice hits an orthodox balance," WORLD, 3 de dezembro de 2005, http://www.worldmag.com/displayarticle.cfm?id=11317

5. David Gates, "The Gospel According to Anne", Newsweek, 31/11/2005, http://www.msnbc.msn.com/id/9785289/site/newsweek

6. John MacArthur, editor, The MacArthur Study Bible (Nashville: Word, 1997), pág. 1514.

7. Anne Rice, Christ the Lord: Out of Egypt (Nova York: Alfred A. Knopf, 2005), páginas mostradas acima.

8. "The Infancy Gospel of Thomas From The Apocryphal New Testament", em http://www.gnosis.org/library/inftoma.htm

9. "The Death of God: An Introduction", http://www.faithnet.org.uk/Theology/deathofgod.htm.

10. Tom Frame, "Being 'Honest to God' 40 years on," Anglican Media, Melbourne, maio de 2003, http://www.media.anglican.com.au/

11. Rt. Rev. John Shelby Spong, "Robinson, A. T. Remembered," The VOICE, setembro de 1995, http://www.dioceseofnewark.org/vox30995.html

12. "The Cosmic Plenum: Teilhard's Gnosis: Cosmogenesis", http://www.bizcharts.com/stoa_del_sol/plenum/plenum_2.html e

13. DB048 e http://www.crossroad.to/articles2/Reinvent1.htm

14. Thomas Berry, The Dream of the Earth (San Francisco: Sierra Club Books, 1988), 34, 124.

15. http://www.crossroad.to/articles2/05/peace-un.htm e http://www.bwanet.org/Congress/congresstoday29f.htm

Nota: Muito mais símbolos indicadores de gnosticismo poderiam ser listados, mas não são relevantes para esta pesquisa. Pretendemos explicar os detalhes mais tarde em outro artigo.



Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.

Se você nunca depositou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.

Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia-a-dia.

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Que Deus o abençoe.

Autora: Berit Kjos (Kjos Ministries, em http://www.crossroad.to)
Tradução: Clarice Rauen
Data da publicação: 14/3/2006
Revisão: http://www.TextoExato.com
Patrocinado por: S. F. F. C. — Vargem Grande Paulista / SP
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