Sinais Estranhos, João Batista e a Nova Ordem Mundial

Autor: Jeremy James, 28 de junho de 2015.

O voo 370 da Malaysia Airlines desapareceu em 8 de março de 2014. A aeronave, um Boeing 777, estava indo de Kuala Lumpur até Pequim, com 227 passageiros e 12 tripulantes a bordo. Apesar de buscas exaustivas, que continuam até hoje, nenhum rastro do avião foi encontrado.

Como pode um sistema global de vigilância por radares e rastreamento po satélites "perder" um grande avião de passageiros? Quando a comunicação por voz com o controle de tráfego aéreo terminou sem explicação, menos de uma hora depois da decolagem, o avião deixou seu trajeto de voo previsto e virou em direção ao Mar de Andamão — veja o diagrama acima.

Todos os aviões comerciais são equipados com um transponder, que emite um pulso distinto, que pode ser detectado pelos radares em terra, permitindo que o voo seja rastreado o tempo todo. Exatamente quando deixou o espaço aéreo malaio e deveria começar a ser rastreado pelo sistema de radares vietnamita, o avião desapareceu da tela. Como o avião não se chocou contra um obstáculo em algum ponto, o transponder deve ter parado de funcionar. O sistema de radares militares malaio conseguiu rastrear o voo (sem a identificação do transponder) por aproximadamente mais uma hora, até que ele desapareceu.

Após a maior e mais cara operação de busca na história da aviação, que envolveu vários países e os maiores especialistas, ainda não há explicação oficial sobre o que aconteceu. O incidente foi uma importante matéria de notícia em todo o mundo por várias semanas e atraiu muita atenção internacional. A maioria das reportagens dava a impressão que o voo continuou para o sul do Oceano Índico, antes de "desaparecer", mas isto foi pura conjetura.

É difícil imaginar que a inteligência militar norte-americana e a chinesa não saibam onde o avião está. Ambos os países operam um sistema sofisticado de vigilância por satélites que abrange o mundo inteiro. O sistema Google Earth fornece imagens detalhadas da superfície da Terra usando tecnologia muito inferior daquela que é utilizada pelas forças armadas, porém é capaz de detectar, com impressionante clareza, um avião comercial que esteja voando próximo ao solo (veja a foto anterior). Devemos acreditar que um Boeing 777 possa continuar em voo por várias horas, como é alegado, e ainda assim não deixar um histórico de algum tipo nesses sistemas de rastreamento extremamente sofisticados?

Além disso, a companhia Boeing opera um sistema de monitoração do desempenho do voo em tempo real, conhecido como AHM (Airplane Health Management, ou Gerenciamento da Saúde do Avião), que envia continuamente dados para um centro de operações situado em terra, enquanto o avião está voando. O diagrama abaixo pode ser encontrado na página oficial da Boeing na Internet.

Embora as reportagens de notícias não se refiram ao sistema AHM, as autoridades nunca questionaram o fato que ele estava em uso. Acredita-se que os dados do desempenho das turbinas continuaram sendo transmitidos do voo MH370 por pelo menos quatro horas após o avião desaparecer do radar militar malaio.

Descrição oficial do AHM na página da Boeing na Internet

http://www.boeing.com/features/2013/07/bca-airplane-health-mgmt-07-30-13.page

O Sistema AHM (Airplane Health Management) da Boeing

O sistema AHM (Airplane Health Management, ou Gerencimento da Saúde do Avião) dá às companhias aéreas a capacidade de monitorar os sistemas e componentes do avião e interativamente identificar e solucionar os problemas enquanto a aeronave estiver em voo. Hoje, o AHM está em serviço em 58 companhias aéreas em todo o mundo, sendo utilizado em mais de 2.000 aeronaves. Como é um item padrão na aeronave 787 Dreamliner, esses números crescerão continuamente — sendo adicionados ao corpo de conhecimentos que a Boeing usa para permitir operações mais eficientes dos aviões.

Como o AHM funciona

Os dados dos sistemas a bordo e das turbinas são capturados periodicamente durante o voo e transmitidos, em tempo real, para as operações em solo da companhia aérea. Quando qualquer problema aparecer, seja grande ou pequeno, o pessoal em terra recebe alertas enviados pela Internet, correio eletrônico, fax ou serviços de pagers.

As equipes podem então acessar e processar as informações com as ferramentas oferecidas pela Boeing, em MyBoeingFleet.com, um portal seguro na Internet para os proprietários e operadores das aeronaves. As equipes das companhias aéreas recebem relatórios e informações detalhadas, personalizadas de acordo com a necessidade, prioridade e urgência.

As companhias aéreas que usam o AHM podem tomar decisões de manutenção em uma fração do tempo que seria necessário de outra forma, de modo que podem estar prontas para qualquer ação que seja necessária, assim que o avião pousar. Isto coloca o avião com seus passageiros de volta no ar o mais cedo possível.

As informações do AHM também vão para os Centros de Controle de Operações, da Boeing, onde equipes em plantão permanente oferecem todo o suporte para as equipes de operações das companhias aéreas. Quando os centros recebem dados do sistema AHM e de outras fontes, a Boeing responde rapidamente, acionando fornecedores, especialistas técnicos e recursos de engenharia, conforme a necessidade, para fornecerem às companhias aéreas informações, orientações e soluções.

Se o transponder parou de funcionar, então ele foi deliberadamente desligado. Um piloto disposto a cometer suicídio não se incomodaria em fazer isso — mesmo se quisesse. (O transponder não é normalmente acessível à tripulação do voo.) Portanto, é razoável assumir que o avião foi sequestrado, para algum propósito, e levado até um destino secreto.

Dada a quantidade de combustível nos tanques, o avião não poderia voar por mais do que sete horas após ter "desaparecido". O governo malaio e a Secretaria de Segurança Marítima Australiana estimam que nesse tempo, o avião poderia ter alcançado qualquer destino dentro do círculo mostrado no mapa à direita.

Como metade o mundo muçulmano está dentro desse círculo, e ambos os pilotos eram muçulmanos, o avião pode ter sido desviado para um país muçulmano para ser usado, em algum tempo futuro, como uma arma terrorista. A Coreia do Norte também está localizada dentro desse círculo. Seria necessário somente trocar o logotipo e as cores da companhia aérea internacional no avião sequestrado e voar com ele bem perto de uma aeronave legítima, preferencialmente outro Boeing 777, de modo a entrar, sem ser detectado, no espaço aéreo de um país-alvo. Como os controladores de tráfego aéreo normalmente rastreiam o percurso do voo de um avião que está chegando a partir dos sinais do transponder, em vez de por imagens reais do radar, o "segundo" avião não seria observado até que entrasse no campo de visão — quando já estivesse perto demais para ser interceptado. Até mesmo o radar convencional normalmente não detectaria a presença de um segundo avião se ele voasse diretamente acima de um avião legítimo que estivesse em sua rota de aproximação.

Existem pelo menos cinco boas razões para acreditar que o MH370 ainda está intacto e que está sendo guardado para uso em um ataque terrorista futuro contra um alvo ocidental, de forma muito parecida como os aviões usados nos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001:

  1. Os destroços não foram encontrados, apesar das buscas intensivas que foram realizadas. Mesmo se o avião tivesse caído de cabeça no mar, em posição vertical, ele teria se desintegrado e deixado uma quantidade substancial de destroços flutuando.

  2. A caixa preta (que contém os gravadores de voz e os registros de dados do voo) é blindada, resiste a danos no caso de uma explosão e emite um sinal por até trinta dias após um acidente. A caixa preta nunca foi encontrada e nenhum sinal dela foi detectado.

  3. O avião Boeing 777 tem um histórico de segurança excepcionalmente bom. O sistema AHM de coleta de dados em tempo real teria informado à Boeing se as turbinas, ou qualquer componente essencial, estivesse com problemas de funcionamento.

  4. As condições climáticas estavam boas naquele dia. Até mesmo uma queda severa na pressurização da cabine não pode explicar a "falha" do transponder ou a mudança significativa no trajeto de voo do avião.

  5. O fato que o transponder foi desligado e toda a comunicação de voz cessou sem qualquer indicação de problemas a bordo sugere fortemente que o avião foi sequestrado com a cooperação ativa de um ou dos dois pilotos.

Os Globalistas Adoram o Deus Egípcio Osíris

Se o avião que fazia o voo MH370 for usado para um ataque terrorista, será somente para o propósito de fazer avançar a agenda globalista. Como muitos dos globalistas são pagãos que reverenciam os deuses do antigo Egito e da Babilônia, eles baseiam muitas de suas decisões na astrologia e na numerologia. Eles também gostam de telegrafrar seus planos de algum modo, fazendo alertas antecipados de suas intenções. Isto parece servir a um duplo propósito: fazer uma advertência "justa" àqueles que são vigilantes e enfatizar a supremacia intelectual deles. Algumas dessas "telegrafias" também servem a um propósito simbólico importante, alinhado com o antigo princípio ocultista "o que está em cima é como o que está em baixo". Atuando sobre um cenário planejado de um modo simbólico, eles acreditam que estejam destravando a porta para as forças ocultas que produzirão as transformações necessárias nesta dimensão terreal.

Para uma pessoa normal, nada disso faz sentido. Mas, a Bíblia nos adverte repetidamente que os ímpios adoram os deuses falsos e que organizam suas vidas de acordo com princípios pagãos antigos. Satanás quer ser como Deus. Como Deus nunca muda, Satanás também quer empregar os mesmos rituais e métodos que usa há milhares de anos. Os seguidores dele o adoram em lugares secretos ou sob a cobertura da escuridão — exatamente como a Bíblia nos diz. Eles fingem acreditar no único Deus verdadeiro, mas, na prática, seguem secretamente os deuses do Egito — exatamente como a Bíblia nos adverte. Para a maioria deles — os líderes mundiais e os financistas e empresários extremamente ricos — o deus verdadeiro deste mundo é Osíris, não Cristo. A Bíblia refere-se a isto como adoração a Baal e à sua consorte Astarte (ou Astarote). Essa deusa é conhecida pelos globalistas como Ísis, a consorte de Osíris.

Na saga de Ísis e Osíris do antigo Egito, que é central na Maçonaria de alto nível, Osíris é assassinado e tem seu corpo cortado em várias partes pelo seu maligno irmão Seth. Ísis, sua esposa-irmã, inicia uma jornada para recuperar todas as partes e "ressuscitar" seu marido-irmão. A última parte que ela encontra é o pênis dele, que é simbolizado na magia egípcia pelo obelisco. (Isto sugere que, se o Estado Islâmico da Síria e do Iraque atacar a cidade de Washington DC, o obelisco precisa continuar em pé.)

Estes indivíduos querem uma Nova Ordem Mundial e estão trabalhando nesta direção já há algum tempo. Eles acreditam que têm o direito de provocar grandes distúrbios, até mesmo o trauma, no cenário internacional, desde que isto leve no fim ao que eles veem como o bem maior. Na visão deles, existe uma superpopulação no mundo e, a não ser que eles intervenham agora, em breve será tarde demais. Portanto, eles planejam implementar controles severos que somente podem ser impostos por uma autoridade global poderosa, ou um governo mundial. Esta é a mesma autoridade global que o papa propôs em sua recente encíclica Laudato Si, que foi promulgada em 24 de maio de 2015. (Até o Vaticano está mancomunado neste plano.)

Para o plano poder funcionar, os Estados Unidos precisam ser desmantelados, ou divididos em partes menores. Os cidadãos estadunidenses nunca aceitariam um governo mundial, a não ser que isto seja imposto sobre eles. Para este fim, o dólar está sendo solapado e, nos últimos 30 anos, aproximadamente, quase metade da base industrial dos EUA foi transferida para a China — um país comunista! No momento certo, um choque severo será aplicado e a economia dos EUA irá implodir. Este ensaio está enfocando principalmente esse evento de choque e o papel que o avião que fazia o voo MH370 poderá ter nisto tudo.

Sinais Estranhos

Como observamos anteriormente, os globalistas gostam de "telegrafar" suas intenções e iniciar um novo ciclo de atividades de uma maneira simbólica. Por esta razão precisamos considerar um evento internacional que ocorreu em 24 de junho passado, que praticamente não foi noticiado na imprensa. O evento foi a visita oficial da rainha da Inglaterra a Berlim, a "nova" capital da Europa.

De acordo com a página oficial da monarquia britânica na Internet, www.Royal.gov.uk, o itinerário da rainha durante a visita incluiu o seguinte. Tenha em mente que a rainha já tem 89 anos de idade e que o marido dela, o príncipe Philip, tem 94 (e passou recentemente um grande problema de saúde). Portanto, dado que as relações entre os dois países já são cordiais e nenhuma vantagem material óbvia poderia advir dessa visita oficial, podemos somente concluir que o propósito simbólico era muito mais importante do que qualquer outra consideração, incluindo a idade dos dignatários visitantes.

Quarta-feira, 24 de junho. A rainha e o duque de Edimburgo serão cerimonialmente recebidos com honras militares no Palácio Bellevue, a residência oficial do presidente Gauck. Eles depois viajarão de barco pelo rio Spree, até a chancelaria, onde a rainha se encontrará com a chanceler Angela Merkel. A rainha irá então depositar uma coroa de flores no Memorial Central da Alemanha, em homenagem às vítimas da guerra e da ditadura...

Após deixar o Palácio Bellevue, a rainha passeou de barco rio acima, até a chancelaria. Na mitologia teutônica, todos os rios fluem da Árvore das Cinzas do Mundo e estão conectados com a magia, fertilidade e batismo. Assim, um ritual em que a rainha chega à chancelaria de barco — vestida de branco brilhante, com o "povo" acenando enquanto ela passa — é um testemuho simbólico poderoso daquilo que ela fez no Palácio.

Antes de iniciar seu passeio de barco, a rainha assinou aquilo que é conhecido como "Livro Dourado", no Palácio Bellevue:

Todos os chefes de Estado visitantes assinam esse livro. O fato de ele ser chamado de "Livro Dourado" é revelador. Vestida de branco, a rainha sinalizou que estava exercendo suas prerrogativas reais em sua plena extensão. O passeio de barco simbólico rio acima foi um sinal forte que um poder ou autoridade especial estava agora sendo investido sobre a pessoa que ela visitou — a líder alemã Angela Merkel.

Depois de se encontrar com a Sra. Merkel, a rainha depositou uma coroa de flores no Memorial Central da Alemanha, em homenagem às vítimas da guerra e da ditadura. Como um membro de alto escalão dos Illuminati, ela estava mostrando simbolicamente sua aceitação ao fato que muitos precisam morrer antes que um governo mundial plenamente funcional possa ser iniciado com sucesso. Aos olhos deles, a Terceira Guerra Mundial — exatamente como foram a Primeira e a Segunda Guerras Mundias — será uma etapa necessária na criação da Nova Ordem Mundial.

Durante a visita da rainha à chancelaria, a líder alemã a levou até o balcão e apontou para o lugar onde estava situado o Muro de Berlim. A remoção do muro foi uma etapa essencial na unificação da Alemanha e, assim, na eventual federalização da Europa sob o domínio alemão.

O nome do barco usado para o passeio era Ájax. Na mitologia grega antiga, Ájax foi um guerreiro extraordinário, que era especialmente favorecido pelo deus mais importante, Zeus. Imensamente forte e de elevada estatura, sua força na batalha era tão grande que ele nunca foi vencido e morreu por sua própria mão. Ájax representa os EUA, uma grande nação guerreira, muito forte e virtualmente indestrutível. O único modo de morrer é por sua própria mão, isto é, por decreto de seus auto-intitulados fundadores e governantes, os Illuminati. Assim, ao "entregar" Ájax à chanceler alemã, a rainha estava entregando os EUA ao seu destino.

João o Batista

Para compreender plenamente o significado que está por trás desses eventos, precisamos considerar a data em que eles ocorreram — 24 de junho. Os Illuminati gostam de realizar atos simbólicos em dias de significado astrológico ou ocultista e 24 de junho é um desses dias.

As forças das trevas celebraram a morte de Cristo no Calvário e esperam matá-lo novamente quando Ele retornar em Sua segunda vinda. A primeira vinda foi anunciada por João o Batista, um mensageiro que falava no espírito e no poder do profeta Elias. Mais tarde, duas mulheres, Herodias e sua filha Salomé, conspiraram para que João fosse decapitado. Esse ato vil, o assassinato do profeta que tinha batizado Jesus no rio Jordão, foi imensamente agradável aos ímpios.

A decapitação de João o Batista é "celebrada" na Maçonaria em 24 de junho. Embora os maçons de graus inferiores acreditem que estejam honrando o profeta, os maçons de graus mais altos interpretam a decapitação de João o Batista sob uma luz diferente. Na visão deles, a ordem antiga precisa ser "decapitada" para que a nova ordem possa começar.

Em certo sentido, quando a rainha assinou o Livro Dourado, em 24 de junho de 2015, ela estava assinando uma ordem de execução. Quando fez o passeio de barco ritual rio acima, ela estava delegando a Merkel (como uma representante principal da cabala globalista) a autoridade real para perpetrar a ação. A barreira final, o "Muro de Berlim", que impede a criação de uma nova ordem internacional está prestes a ser derrubada.

Imediatamente após seu encontro com a Sra. Merkel, a rainha foi até o Memorial Central das vítimas da guerra e da ditadura para depositar uma coroa de flores. Isto foi um reconhecimento simbólico da gravidade daquilo que ela tinha acabado de aprovar.

Isto tudo pode parecer exagerado para muitas pessoas, mas na estranha linguagem do ocultismo, faz perfeito sentido.

Como os EUA são a barreira final que impede a criação de uma nova ordem internacional, eles são agora a vítima de uma ordem de execução. A América está prestes a ser decapitada. Se o simbolismo que está por trás do 24 de junho foi levado ao máximo, então a "decapitação" provavelmente se refere à destruição do Capitólio. Depois que a "cabeça" for removida, o torso pode ser desmembrado. Após um período de provações, uma nova ordem internacional poderá ser "ressuscitada" a partir das partes decepadas, exatamente como no simbolismo de Osíris.

É por isto que a rainha teve de assinar a ordem de execução. Pesquisadores já demonstraram que todos os 44 presidentes dos EUA estavam relacionados por linhagem sanguínea à família real britânica, incluindo o rei João I, que assinou a Magna Carta, em 1215. No mundo estranho dos Illuminati, a rainha é a governante dinástica dos EUA, exatamente como é a governante legal do Canadá, da Austrália e da Nova Zelândia. Além disso, o ritual tinha de ocorrer em Berlim, a futura capital da Europa.

À luz de tudo isto, é mais fácil compreender o papel que o avião que fazia o voo MH370 provavelmente terá nos eventos futuros.

É difícil escrever sobre um assunto tão perturbador quanto este, especialmente quando as evidências parecem ser tênues. Entretanto, achei melhor compartilhar as informações e permitir que os leitores avaliam por si mesmos.

Lembre-se que o Senhor Deus é soberano e justo em todos os Seus caminhos.

Este é um tempo em que os cristãos em toda a parte serão provados, não somente nos EUA, mas em todo o mundo.

"Buscai ao SENHOR, vós todos os mansos da terra, que tendes posto por obra o seu juízo; buscai a justiça, buscai a mansidão; pode ser que sejais escondidos no dia da ira do SENHOR." [Sofonias 2:3].



Autor: Jeremy James, artigo em http://www.zephaniah.eu.
Data da publicação: 6/7/2015
Transferido para a área pública em 20/6/2017
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/estranhos.asp