A Estrela de Ísis Sobre a Grã-Bretanha

Autor: Jeremy James, 15/3/2018.

Em nossos ensaios procuramos usar somente evidências objetivas e verificáveis. Analisando os fatos à medida que os encontramos, é frequentemente possível descobrir a narrativa que está por trás deles. É por isto que já escrevemos tantos artigos que lidam com os aserins, ou pilares de Baal, ou grandes espetos dos babilônios. Eles estão à vista de todos e a existência deles não pode ser negada.

Os aserins são também importantes em si mesmos, pois são um elemento central da religião babilônia. A Palavra de Deus nos adverte sobre eles repetidamente. O simples fato que eles existem é prova que um sistema religioso secreto está em operação hoje, um sistema que rejeita totalmente o Senhor Deus da Bíblia. Além disso, o custo extraordinário de erigir esses objetos idólatras é prova que a cabala secreta que os constróem precisa ser extremamente rica e influente. Eles podem corretamente ser descritos como a oligarquia governante ou "os poderes vigentes".

Se os cristãos se perguntassem o que o Maligno está fazendo para instalar o Anticristo aqui na Terra e fazer com que ele seja aceito como o verdadeiro salvador da humanidade, então deveriam considerar as obras da elite babilônia. Essas pessoas estão há vários séculos se infiltrando em todas as instituições e organizações que professam ser cristãs para, gradualmente, poluir suas doutrinas e práticas com suas filosofias pagãs.

Como já afirmamos em ensaios anteriores, o deus deles é Baal, também conhecido por outros nomes, como Apolo, Hélio e Osíris. Este é o notório deus-sol da religião pagã e muito do que eles fazem envolve uma veneração ao sol. Eles convenceram a humanidade que a Terra é uma bolinha que gira pelo espaço e que o assim chamado sistema solar é dominado por um sol gigantesco em seu centro. Essa cosmologia encaixa-se perfeitamente com as crenças religiosas deles, em que Satanás, o deus-sol, domina e controla todas as coisas e o "universo" inteiro gira ao redor dele.

O Antigo Egito

A antiga religião egípcia foi aparentemente a forma mais desenvolvida de adoração a Baal, com sua sofisticada hierarquia sacerdotal, rituais solares complexos, suas estrelas sagradas, sua deusa da lua, seus muitos obeliscos e pirâmides e a bizarra obsessão com a morte e com os ritos de sepultamento. Existem muitas evidências para mostrar que os líderes da elite babilônia no mundo hoje estão tentando emular o máximo possível a antiga religião egípcia. Eles adoram o panteão egípcio, em particular a assim chamada trindade de Osíris, Ísis e Hórus.

O Senhor Deus de Israel humilhou os deuses do Egito quando enviou as Dez Pragas. No exato domínio que eles afirmavam presidir, o Senhor os esmagou com facilidade embaraçosa. Além disso, Ele fez isso à vista de todo o mundo pagão. As notícias da vergonhosa humilhação deve ter chegado até os quatro cantos do mundo e o muito temido poder deles foi visto por aquilo que era — uma sombra patética do poder onipotente e irresistível de Deus.

O próprio Satanás recebeu uma humilhação pública no Monte Carmelo, quando foi incapaz de enviar o raio necessário para acender as fogueiras de Baal. O profeta Elias zombou dos sacerdotes pagãos, que dançavam, cantavam e se retalhavam com lâminas ao redor do altar, em suas vãs tentativas de fazer o fogo descer do céu. Eles não conseguiam compreender como o deus que pôde destruir os servos de Jó com raios mortais (Jó 1:16) foi tão ineficaz nesta ocasião.

Satanás e seu exército de demônios quer revanche. Eles estão decididos a exercer o mesmo controle sobre as massas humanas que exerciam no antigo Egito. Eles querem ser adorados exatamente do mesmo modo como antes, sem interferência dos cristãos bíblicos — que têm autoridade dada por Cristo para expelir demônios. Para fazerem isso, eles precisam criar uma forma falsificada de Cristianismo, em que a Bíblia seja distorcida ou ignorada e em que a verdadeira oração de arrependimento seja substituída por vãs repetições, técnicas de meditação e oração contemplativa.

Como explicamos em ensaios anteriores, a Maçonaria — o culto solar em sua forma moderna e popular — construiu muitos de seus ritos e rituais em torno do mito de Osíris, notavelmente sua morte e assim chamada ressurreição. A figura-chave é o filho dele, Hórus, gerado em Ísis por meios mágicos. Esse trio — Osíris, Hórus e Ísis — é a "santa trindade" dos babilônios.

Em um ensaio anterior, intitulado Babylonian London, Nimrod, and the Secret War Against God (publicado no ano de 2014, não traduzido), mostramos como Hórus é venerado na iconografia idólatra de Londres, a equivalente moderna de Heliópolis.

Mostraremos agora como Ísis é honrada de forma similar na rede complexa de aserins — obeliscos e colunas — que ponteiam a paisagem no interior da Inglaterra, Escócia e Gales.

Ísis

Esta deusa é considerada pelos bruxos e ocultistas como um dos mais potentes conduítes de magia e poder sobrenatural. Logicamente, ela é apenas Satanás em um de seus muitos disfarces.

Muitas das divindades estavam associadas com um ou mais dos corpos celestes. Ísis estava vinculada com a estrela Sírius, pois o aparecimento anual da estrela no horizonte coincidia com a inundação do rio Nilo, que produzia a vida: "Em sua forma estelar de Sopdet/Sothis, Ísis tinha sempre sido vinculada com a chegada da inundação, que tornava a colheita possível." (Pinch).

Em outra passagem de seu livro, Egyptian Mythology, a autora Pinch diz:

"A mais importante das estrelas no Decanato [ou consecutiva] era Sírius. Essa estrela era representada por uma deusa conhecida pelos egípcios como Sopdet, e para os gregos como Sothis. Ela era mostrada como uma mulher que usava uma coroa e que tinha por cima uma estrela de cinco pontas. A cada ano, o período em que Sírius se levantava acima no horizonte na alvorada coincidia com o transbordamento do rio. Esse evento também marcava o início do ano egípcio. Nos Textos das Pirâmides, Sopdet era nomeada como uma manifestação da deusa Ísis." [pág. 208.].

"Sopdet é o antigo nome egípcio da estrela Sírus e sua personificação como uma deusa egípcia. Conhecida pelos gregos como Sothis, ela era combinada com Ísis como uma deusa e com Anúbis como um deus... Ela era retratada como uma mulher com uma estrela de cinco pontas acima de sua cabeça." [Wikipedia.]

Mostraremos agora como a Estrela de Ísis de cinco pontas foi entalhada nos aserins da moderna Grã-Bretanha e destaca-se hoje com uma das mais atrevidas expressões do Iluminismo britânico.

De Kerrera a Somerset

Começamos com a pequena ilha de Kerrera, próxima à cidade escocesa de Oban. Na extremidade norte da ilha, encontra-se um obelisco enorme, conhecido como Monumento a Hutcheson. Ele foi erigido em 1883 como um memorial a David Hutcheson, que estabeleceu um serviço regular de barcos-vapores entre as Terras Altas do Oeste e as Ilhas Hébridas. Não conseguimos encontrar a informação da altura oficial, mas podemos estimar que esteja em torno de 15 metros.

Viajamos em seguida para a outra extremidade da Grã-Bretanha, para o gigantesco obelisco a Wellington, em Blackdown Hills, próximo à cidade de Taunton, no distrito de Somerset. Ele tem inacreditáveis 52 metros de altura e foi completado em 1854 para comemorar a vitória do Duque de Wellington na Batalha de Waterloo, em 1815.

Juntando os Pontos

Quando traçamos uma linha reta entre esses dois enormes monumentos, fazemos três descobertas surpreendentes — uma na Ilha de Man, uma no Vale of Glamorgan, no sul de Gales, e uma no terreno montanhoso do norte de Gales.

Nossa primeira surpresa é marcada pela letra A no mapa seguinte. Ele é um memorial da Primeira Guerra Mundial, um obelisco erigido em 1925, perto de St. Hilary Downs, no Vale of Glamorgan, não muito longe de Cardiff, a capital de Gales. Ele tem 9 metros de altura.

Nossa segunda surpresa, marcada pela letra B no mapa, é um enorme obelisco erigido à memória de um indivíduo obscuro, um certo Richard Bulkeley William (1801-1875). Erguido em um morro diante da cidade de Beaumaris, ele foi completado em 1882 e tem uma altura de 27 metros.

Nossa terceira surpresa — marcada pela letra C no nosso mapa — é um memorial de guerra em Douglas, a capital da Ilha de Man. Erigido após a Segunda Guerra Mundial, ele tem 15 metros de altura.

Estes três monumentos estão na linha que vai desde o Monumento a Wellington, em Somerset (sudoeste da Inglaterra) até o Monumento a Hutcheson, na ilha de Kerrara, a 624 km de distância.

Como prova que eles não estão meramente próximos à linha ou na proximidade geral, damos medidas exatas no Apêndice A para mostrar que todos os cinco obeliscos estão em perfeito alinhamento.

Um alinhamento de cinco obeliscos é extremamente raro. Quando três dos cinco estão entre os maiores na Grã-Bretanha (e no mundo), devemos prestar cuidadosa atenção. A linha precisa ter grande significado para os babilônios.

O melhor modo de determinar seu propósito é encontrar outra linha de potência igual ou aproximada e ver se, quando consideradas juntas, elas podem talvez contribuir para uma configuração maior.

De Stirling Até Suffolk

Esta etapa nos leva para outro obelisco em uma região pouco habitada da Escócia, o gigantesco Monumento a Buchanan, em Killearn, Stirling. Construído em 1788 para homenagear George Buchanan, um influente erudito do século 16, ele tem 31 metros de altura. Ele é "emparelhado" com outro enorme obelisco, o Monumento a Ickworth, que está situado a 534 km de distância, em Suffolk, Inglaterra. Localizado próximo à cidade de Bury St. Edmunds, ele foi erigido em 1817 e tem 15 metros de altura.

Se desenharmos uma linha reta entre esses dois obeliscos, descobrimos mais dois posicionados, o imponente Cenotaph, em Harrogate, que tem 19 metros de altura, e o obelisco em Bramham Park, que está localizado a cerca de 18 km a sudeste de Harrogate. Embora não tenhamos encontrado a altura oficial deste último, estimaríamos que ele tenha pelo menos 21 metros de altura. Nossos cálculos mostram que todos os quatro estão em perfeito alinhamento — veja o Apêndice B. Dado o tamanho respectivo desses obeliscos, não há dúvida que isto também constitui um alinhamento significativo para os babilônios.

Quando duas linhas se cruzam no norte da Escócia e têm pontos de âncora bem no sul da Inglaterra, podemos seguramente assumir que o padrão, para o qual eles contribuem, envolverá uma área igualmente ampla.

Como o ápice (ângulo de intersecção) é de 26 graus, e não 36 graus, o padrão não pode ser uma estrela normal de cinco pontas. Entretanto, assumindo que ela poderia ser uma estrela de cinco pontas simétrica, tentamos encontrar uma linha traçada transversalmente, de leste a oeste, cujos pontos de interseção fossem equidistantes do ápice. A chance de encontrar esse tipo de linha por mero acaso, contendo aserins significativos, são de quase zero. Apesar disso, encontramos uma.

Ela vai desde o imenso obelisco Rokeby, em Armagh, na Irlanda do Norte, até o Monumento a Waterloo, um pilar gigantesco localizado alguns quilômetros ao norte de Jedburgh, na Escócia. Erigido em 1783, o Rokeby tem 34 metros de altura — tornando-o um dos obeliscos mais altos no mundo — enquanto que o Monumento a Waterloo, erigido em 1824, tem 45 metros de altura.

Este mapa acima dá três das cinco linhas necessárias para mostrar uma Estrela de Ísis de cinco pontas que se estende por toda a Grã-Bretanha.

Podemos agora fazer uma avaliação daquilo que descobrimos. Se o padrão é eventualmente formar um pentagrama simétrico, isto precisará de duas linhas imagem-espelho adicionais, uma indo do noroeste para o sudeste uma indo do nordeste ao sudoeste.

Os criadores do pentagrama corretamente assumiram que essas duas linhas seriam impossíveis de encontrar. Afinal, quando as localidades do obelisco foram sendo determinados, somente cartógrafos treinados tinham acesso aos mapas necessários e aos instrumentos de medição. Mesmo então, sem detalhes exatos de onde os obeliscos estavam localizados, um investigador persistente não faria progresso. Talvez nem passasse pela cabeça dele, após anos de análises e coleta de dados, que alguns dos obeliscos que eram essenciais para a formação do pentagrama não estavam nem mesmo localizados na Grã-Bretanha. Já vimos um exemplo disso, onde uma linha transversal originou-se em Armagh, na Irlanda do Norte.

Felizmente, hoje temos à mão um conjunto de ferramentas que contornam esses problemas, que de outro modo seriam insuperáveis. A Internet nos dá acesso instantâneo a uma quantidade prodigiosa de informações geográficas, incluindo dados fotográficos e coordenadas confiáveis até das mais remotas localidades. Também temos o Google Earth Pro (que agora está disponível gratuitamente ao público), um instrumento de mapeamento de impressionante sofisticação. Fazendo uso desses dois recursos recém-liberados, conseguimos identificar as duas linhas em questão.

A Quarta Linha

A linha que vai do noroeste para o sudeste contém três obeliscos gigantescos, um dos quais está localizado na Europa continental.

O primeiro é o imponente Memorial da Guerra, situado em frente ao mar, em Llandudno, no norte de Gales. Erigido em 1922, ele alcança 15 metros de altura.

O segundo é o obelisco em Garendon Park, perto de Loughborough, em Leicestershire. Ele foi construído nos anos 1730, perto de um templo dedicado a Vênus (Ísis) e tem aproximadamente 24 metros de altura.

O terceiro é o obelisco em Brasschaat, próximo a Antuérpia, na Bélgica. Com aproximadamente 14,4 metros de altura, ele data de 1884 e foi erigido em honra a um prefeito local, que descendia da família real.

As medidas no Apêndice C provam que os três obeliscos estão perfeitamente alinhados.

A Quinta Linha

A quinta linha vai desde o obelisco de pedra e aço no Castelo de Caerphilly, em Gales, até o enorme obelisco a Wellington, no terreno da Wynyard Estate, em Durham.

A primeira está em duas partes. A metade inferior é feita de uma variedade de arenito, enquanto a metade superior é de aço. Um conjunto de linhas internas o transforma em um farol iluminado à noite — um clássico motivo babilônio. Ele alcança 12,6 metros de altura.

O obelisco a Wellington, em Durham, foi construído em 1827 e, com 38 metros de altura, qualifica-se como um dos mais altos obeliscos na Grã-Bretanha. Na verdade, existem poucos obeliscos de estatura similar em qualquer lugar do mundo.

O mapa na pág. 14 mostra a localização dos obeliscos nas linhas 4 e 5, enquanto o mapa abaixo mostra a extensão total da linha 4, quando ela vai da Bélgica até Gales.

Ao todo, cinco países — Inglaterra, Irlanda, Escócia, Gales e Bélgica, fornecem as localidades necessárias. (As coordenadas geográficas para cada uma podem ser encontradas no Apêndice D.].

Estes 16 aserins têm uma altura média de 24 metros! Cinco deles têm mais de 30 metros de altura.

Simetria

Examinaremos agora o pentáculo, ou estrela de cinco pontas, à procura da simetria. Embora já tenhamos apresentado mais do que evidência suficiente para provar que a Estrela de Ísis foi deliberadamente construída pela elite babilônia que controla a Grã-Bretanha, vale a pena examinar os detalhes para apreciar o enorme cuidado com que essa entidade foi construída.

Ângulos

Os ângulos em dois pontos da "asa", B e C, são iguais — 45,7 graus. Os ângulos nos dois pontos dos "pés", D e E, também são iguais — 33,5 graus. Para deixar registrado, o ponto mais alto, A, tem 26,7 graus.

Distâncias

Esperaríamos que duas linhas, A-F e A-G, fossem iguais, e são — 232.601 metros.

Também esperaríamos que as duas linhas"longas", A-D e A-E, sejam iguais, e são, aproximadamente 639.900 metros. (Os vértices exatos, ou pontos de interseção em D e E são difíceis de identificar.) Aqui estão mais algumas medições, que mostram o quão admiravelmente simétrica a Estrela realmente é. (Permitimos um erro de medição de 210 metros):

A Grã-Bretanha e a Nova Ordem Mundial

É interessante observar que o número de obeliscos na Grã-Bretanha, em relação ao seu tamanho geográfico, é muito maior do que o restante da Europa. Nossa pesquisa também sugere que alguns dos obeliscos na Europa continental (e não apenas na Irlanda) foram instalados principalmente como contribuintes à malha da Grã-Bretanha. Além disso, em relação ao tamanho, existem relativamente poucos aserins na Europa continental para se comparar com os gigantescos obeliscos e pilares erigidos por toda a Grã-Bretanha. Assim, tanto o número de obeliscos por unidade de área, bem como a magnitude de muitos deles, é evidência muito forte que a Grã-Bretanha foi selecionada séculos atrás — talvez pelo próprio Satanás — como o centro espiritual para planejar e coordenar a implementação da Nova Ordem Mundial.

Conclusão

Quando descobrimos que 16 aserins, com uma altura mediana de 24 metros, estão organizados de tal modo a retratar perfeitamente a Estrela de Ísis por todo o interior da Grã-Bretanha, sabemos com certeza que algo de grande importância foi escondido durante séculos da população em geral.

Somente um consórcio de famílias extremamente ricas e influentes poderia conspirar para produzir este tipo de coisa. (Vários dos principais aserins na Grã-Bretanha estão localizados em propriedades de famílias aristocráticas. Estas são as pessoas que governam a Grã-Bretanha por trás dos bastidores e que estão trabalhando em conjunto com seus correspondentes no exterior para produzir a Nova Ordem Mundial.

Estas pessoas são pagãs. O deus delas é Baal e elas detestam o Cristianismo. Elas rejeitam o Senhor Deus de Abraão, Isaque e Jacó e desprezam Seu Filho, Jesus Cristo de Nazaré. Elas estão atualmente usando todos os meios à sua disposição para solapar e destruir o Cristianismo bíblico e substitui-lo por uma "religião mundial única" — uma falsificação da Nova Era destinada a acomodar todos, até mesmo os muçulmanos, e a marginalizar e vilificar todos que continuam a aderir à Palavra de Deus.

A Bíblia que eles mais detestam é a tradução Autorizada pelo Rio Tiago (KJV, ou King James Version), de 1611, pois ela dá uma interpretação verdadeira dos originais gregos e hebraicos, sem as distorções e elementos contaminantes introduzidos pelo "academicismo" moderno.

Essas famílias são luciferianas há várias gerações e fazem pelo menos um de seus filhos se transformar em transgênero. Esses indivíduos são o "joio" na parábola proferida por Jesus, os ímpios impostores que são quase indistinguíveis daqueles que genuinamente se esforçam para se manterem no caminho da retidão. Eles estão em guerra contra Deus e esperam alcançar a vitória final na grande confrontação do fim dos tempos, quando Cristo retornar.

Eles usam a Maçonaria para promover a adoração substitutiva dos deuses do antigo Egito, especialmente Osíris, Hórus e Ísis. A Maçonaria provou ser um modo extremamente eficaz de corromper e cooptar homens jovens incautos e operar um sistema de controle invisível em todos os níveis da sociedade.

A Estrela de Ísis sobre a Grã-Bretanha foi projetada por eles para venerar a deusa, para ganhar o favor de Satanás e, secretamente, blasfemar o Senhor Deus de Israel.

Os cristãos de toda a parte precisam compreender quem são essas pessoas e por que elas não pararão diante de coisa alguma até alcançarem seus objetivos. Esperamos que nossos artigos ajudem a lançar maior luz sobre a existência e do plano delas de destruírem o Cristianismo bíblico.

A Estrela de Renfã

A Estrela de Ísis corresponde à estrela de Quium, ou Renfã, mencionada na Bíblia. Não podemos dizer quantas pontas ela tinha, mas como uma estrela ela representava o exército dos anjos caídos e, em particular, o líder deles, o assim chamado Anjo de Luz. Satanás gosta de pensar em si mesmo como "a estrela da manhã" (Isaías 14:12), um título que pertence corretamente a Jesus (Apocalipse 22:16). O Maligno quer usurpar Cristo em todos os aspectos.

"Oferecestes-me vós sacrifícios e oblações no deserto por quarenta anos, ó casa de Israel? Sim, levastes Sicute, vosso rei, e Quium, vosso deus-estrela, imagens que fizestes para vos mesmos. Portanto vos levarei cativos para além de Damasco, diz o Senhor, cujo nome é o Deus dos Exércitos." [Amós 5:25-27; Almeida Revisada, Imprensa Bíblica].

"Mas Deus se afastou, e os abandonou a que servissem ao exército do céu, como está escrito no livro dos profetas: Porventura me oferecestes vítimas e sacrifícios no deserto por quarenta anos, ó casa de Israel? Antes tomastes o tabernáculo de Moloque, e a estrela do vosso deus Renfã, figuras que vós fizestes para as adorar. Transportar-vos-ei, pois, para além da Babilônia." [Atos 7:42-43; ACF].

Como o comentarista A. R. Fausset diz: "... Quium em Amós corresponde a Renfã em Atos; e esse deus, por sua vez é simplesmente outra fase de Moloque ou Saturno, o 'deus estrela'. Uma estrela era colocada na cabeça das imagens do ídolo que representava Saturno; daí [em Amós 5:26] 'imagens corresponde à 'estrela' em paralelismo." [Bible Encyclopaedia and Dicionary (cerca de 1905)].

Com relação a Quium, o comentarista Gesenius diz: "... o nome de um ídolo adorado pelos israelitas no deserto... isto é, o planeta Saturno, considerado pelos povos fenícios-semitas como um demônio maligno, a ser apaziguado por meio de sacrifícios expiatórios..."

Exatamente como diz o comentarista Fausset, os pagãos colocavam a estrela na cabeça de seus ídolos, do mesmo modo que os egípcios colocavam a estrela de cinco pontas sobre a cabeça da deusa Ísis. Ele também observou que Quium estava diretamente relacionado com a deusa síria, Vênus — que é apenas outro nome para Ísis. Portanto, a elite babilônia que controla a Grã-Bretanha hoje está fazendo exatamente o que os seguidores de Baal faziam nos tempos antigos. Satanás quer que sua religião seja praticada em secreto nos assim chamados países "cristãos", até que ele consiga, no curso devido, colocá-la em aberto, quando o mundo inteiro adorará ao "deus-estrela".

Hoje mesmo, ele conseguiu elevar sua "estrela" até um lugar de significado especial. Todos querem ser um astro ou uma estrela, para serem reconhecidos e admirados por toda a parte para aonde forem. Eles querem emular os astros e estrelas e se tornarem exatamente como eles, sejam astros e estrelas do palco e das telas do cinema, no campo dos esportes, no mundo da música, ou alguma outra esfera de ação humana. Os astros e estrelas do cinema erguem seu ídolo, ou estatueta, nas Premiações Anuais da Academia para todos admirarem, o "Oscar" dourado — que tem esse nome em homenagem ao deus egípcio Sokar, outra face de Osíris. Além disso, quando eles fazem isso, uma enorme quantidade de transgêneros na plateia os saúdam e aplaudem, proclamando sua afiliação pagã e exaltando seu falso deus diante de dezenas de milhões de espectadores, que acompanham a transmissão do evento pela televisão em todo o mundo.

Como Gesenius escreveu, o "deus estrela" precisa ser apaziguado por meio de sacrifícios expiatórios, e nenhum desses sacrifícios é mais satisfatório a Satanás, ou Saturno, do que o sacrifício de crianças. Moloque / Quium exigia regularmente o sacrifício de crianças. O aborto é central na filosofia tenebrosa deles e eles dirão todas as mentiras imagináveis para legalizá-lo e mantê-lo em operação caladamente por trás dos bastidores. Os britânicos foram os primeiros a fazer isso e, desde aquele tempo (1967), a máquina industrial deles de matar se alastrou como uma praga demoníaca para praticamente todos os países do mundo.

A Estrela de Ísis é um simbolo potente de Satanás. Ela paira sobre a Grã-Bretanha e irá, em breve, buscar residência oficial na Irlanda, quando o eleitorado votar, no próximo mês de maio, se quer ou não legalizar o aborto. Todas as evidências indicam que as muitas mentiras do governo estão obtendo o resultado desejado.

"E a vós, que sois atribulados, descanso conosco, quando se manifestar o Senhor Jesus desde o céu com os anjos do seu poder, com labareda de fogo, tomando vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo; os quais, por castigo, padecerão eterna perdição, longe da face do Senhor e da glória do seu poder, quando vier para ser glorificado nos seus santos, e para se fazer admirável naquele dia em todos os que crêem (porquanto o nosso testemunho foi crido entre vós)." [1 Tessalonicenses 1:7-10].



Apêndice A

Prova do Alinhamento de Cinco Obeliscos Nomeados

Todas estas medidas podem ser conferidas em Google Earth.

[O princípio empregado nestes cálculos é muito simples. Três pontos estão em uma linha reta (perfeitamente alinhada) se a distância entre a primeira e a segunda, quando adicionada à distância entre a segunda e a terceira, for igual à distância entre a primeira e a terceira.]



Apêndice B

Prova do Alinhamento de Quatro Obeliscos Nomeados



Apêndice C

Prova do Alinhamento de Três Obeliscos Nomeados



Apêndice D

Aserins na "Estrela de Ísis"



Autor: Jeremy James, artigo em http://www.zephaniah.eu
Data da publicação: 25/3/2018
Transferido para a área pública em 25/4/2020
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/estrelas.asp