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Guerra Nuclear Cada Vez Mais Próxima no Subcontinente Indiano

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O efeito resultante da guerra entre a Índia e o Paquistão pode simplesmente cumprir a profecia bíblica em Joel 2:30-31: "E mostrarei prodígios no céu, e na terra, sangue e fogo, e colunas de fumaça. O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do SENHOR."

A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado?

Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia-a-dia!!

Aprenda a proteger a si mesmo e aos seus amados!

Após ler nossos artigos, você nunca mais verá as notícias da mesma forma

Agora você está com a
"THE CUTTING EDGE"

Resumo da Notícia: "Situação na Caxemira leva os EUA a elaborarem plano de resgate aéreo", Jonathan Weisman, USA Today, 30/5/2002.

"Com o aumento das tensões na fronteira entre as potências nucleares Paquistão e Índia, uma equipe do governo norte-americano está na Índia para planejar a possível evacuação de 1.100 soldados dos EUA e cerca de 63.000 cidadãos americanos em ambos os países... Oficiais do Departamento de Estado e o Comando do Pacífico do Exército começaram a traçar planos de evacuação para 50.000 a 60.000 civis americanos, virtualmente todos na Índia, disse na quarta-feira um oficial do Pentágono com acesso aos planos."

"Um resgate aéreo dessa magnitude seria muito maior que a evacuação de americanos no Vietnã, quando as forças norte-americanas se retiraram no início de 1975, disse um oficial do Exército familiarizado com as capacidades aéreas dos EUA."

Esse é um grande sinal de guerra! Se o governo está seriamente pensando em evacuar até 63.000 cidadãos americanos da Índia e do Paquistão, e ainda remover 1.100 soldados no Paquistão, a guerra deve ser iminente e inevitável. Além disso, o próprio fato de os EUA removerem todos seus cidadãos de ambos os países significa que a inteligência militar está prevendo um nível de destruição nacional; essa expectativa faz aparecer o horrível espectro da guerra nuclear.

Ademais, a guerra deve ser vista como próxima, mas não como imediata. Dizemos isso porque uma evacuação como essa exigirá primeiro a mobilização de cidadãos americanos tanto na Índia como no Paquistão. Essa mobilização requererá uma notificação a todos esses cidadãos avisando-os que precisam partir e viajar até um determinado ponto onde algum avião os recolherá. É preciso dar tempo aos cidadãos para que respondam e viajem até os pontos designados.

Permita-nos retornar brevemente ao artigo para mais uma observação:

"Poucos turistas ou viajantes a negócios se dão ao trabalho de contatar as embaixadas e os funcionários do governo não estão incluídos na conta. Na sexta-feira, o Departamento de Estado alertou os cidadãos americanos para evitaram viajar ao Paquistão e à Índia e disse que os americanos nesses países devem considerar a idéia de abandoná-los. Um oficial veterano do Pentágono, próximo aos planejadores da guerra, disse que a presença de tropas americanas no Paquistão e na Índia pode estar retardando a guerra. No entanto, o ministro indiano das Relações Exteriores, Jaswant Singh, alertou na terça-feira que a presença de tropas dos EUA 'não é um fator inibidor' quando seu governo considera a possibilidade de ir à guerra."

Se a Índia pretende iniciar uma guerra contra o Paquistão que possa evoluir para uma guerra nuclear, e possa matar tropas americanas, esse é um assunto muito sério, de fato. A Índia é supostamente aliada dos EUA, e é quase inconcebível que intencionalmente derrame sangue americano por sua causa. Dessa forma, o ministro indiano das Relações Exteriores está indubitavelmente enviando um forte recado público para a administração Bush — "Iremos à guerra contra o Paquistão em breve; portanto, tire seus soldados e seus cidadãos do nosso caminho".

Tirando toda a retórica de paz, essa ação é um grito de guerra — possivelmente nuclear.

Resumo da Notícia: "O desafiador Paquistão ameaça usar armas nucleares", Yahoo News, 30/5/2002.

"Nações Unidas, 30 de maio (PTI) — O Paquistão ameaçou usar armas nucleares ainda que a Índia limite-se às armas convencionais em algum conflito, afirmando que jamais aderiu a um compromisso de 'não utilizar primeiro' as armas nucleares e que abrir mão do uso delas concederia à Nova Délhi uma 'licença para matar'.

'A Índia não terá a licença para matar com armas convencionais enquanto as mãos do Paquistão ficam atadas buscando outros meios de se defender', disse seu novo embaixador na ONU, Munir Akram.

As declarações altamente beligerantes e provocativas de Akram em seu segundo dia de trabalho, ontem, surpreenderam os diplomatas e funcionários das Nações Unidas..."

Essa declaração é surpreendente porque os líderes paquistaneses declararam repetidamente nas últimas semanas que jamais utilizariam as armas nucleares primeiro. O presidente Musharraf afirmou que limitaria as ações de seu exército apenas aos meios convencionais, e usaria armas nucleares somente se a Índia as utilizasse primeiro.

Pela minha experiência na Inteligência do Exército americano, a estratégia declarada de Musharraf simplesmente não faz sentido algum. Veja, a Índia é de longe a potência mais forte, tanto em termos de poderio humano quanto em sofisticação e orientação de mísseis e em capacidade técnica geral. A Índia há muito tempo firmou uma cooperação militar com Israel, o que lhe deu uma vantagem militar significativa em relação ao Paquistão.

Assim sendo, a única esperança do Paquistão para assegurar a vitória, ou pelo menos evitar a derrota, é iniciar um bem-sucedido primeiro ataque aos alvos militares indianos. Se o Paquistão puder ser preciso e com um pouco de sorte, poderá eliminar essa superioridade militar nas primeiras horas do conflito, caso use armas nucleares primeiro.

Portanto, essa declaração de ontem nas Nações Unidas feita pelo embaixador do Paquistão faz sentido em termos militares. Essa ousada declaração também pode ser entendida como um sinal de advertência.

Resumo da Notícia: "Índia e Paquistão em Ponto de Fervura", WorldNetDaily, 28/5/2002, Strafor Intelligence Report.

"A desconfiança e as tensões históricas entre Índia e Paquistão alcançaram níveis praticamente insustentáveis, informa a Stratfor, a firma de Inteligência global... Nova Délhi não pode tolerar ataques paramilitares como aquele perpetrado contra seu Parlamento em dezembro, mas o regime do presidente paquistanês Pervez Musharraf simplesmente pode não ser capaz de controlar os militantes. Qualquer concessão da parte de Islamabad pode gerar um retrocesso político desestabilizador, mas essa realidade também aproxima os países de uma condição de guerra."

Observei uma estranha semelhança entre os ataques terroristas islâmicos na Índia e aqueles em Israel. Na Índia, o Paquistão intencionalmente apóia o terrorismo muçulmano, buscando tomar à força o controle da Caxemira das mãos da Índia; em Israel, Arafat intencionalmente apóia e dirige os grupos terroristas muçulmanos, buscando tomar à força o controle de Israel dos judeus.

Os grupos terroristas muçulmanos no Paquistão e na Autoridade Palestina são muito inferiores às forças que atacam. Israel é tremendamente superior à combinação de todos os grupos terroristas muçulmanos que lutam contra ele, e a Índia é significativamente superior aos grupos terroristas muçulmanos que a atacam. Israel é superior às nações muçulmanas vizinhas que apóiam o terrorismo de Arafat, enquanto que a Índia é claramente superior ao Paquistão, que está apoiando os terroristas muçulmanos contra a Índia.

No entanto, quando os muçulmanos iniciam um ataque particularmente sanguinário a alvos militares e/ou civis tanto na Índia como em Israel, o resto do mundo imediatamente salta para as vias diplomáticas, exigindo que a Índia e Israel "demonstrem moderação". Nos últimos meses, tenho ficado cada vez mais cansado dessa mesma ladainha vinda de Washington e da União Européia. Ao invés de aprovar uma poderosa resposta militar que desarraigue esse crescente terrorismo, tanto Bush quanto as autoridades de alto escalão da União Européia colocam a responsabilidade sobre a nação vítima, recomendando que ela não responda de forma enérgica militarmente.

Tal resposta apenas encoraja os terroristas muçulmanos, ao passo que desencoraja os corações das vítimas indianas e israelenses. Além disso, o presidente Bush lançou agressivamente a mais poderosa resposta militar possível contra o Afeganistão depois de 11/9, muito embora a maioria dos terroristas supostamente responsáveis pelo ataque fossem cidadãos sauditas! Milhares de soldados e civis afegãos morreram na resposta de Bush, que certamente não foi "moderada". Como Bush pode exigir moderação por parte de Israel e da Índia, ao invés de permitir que imitem sua firme resposta militar ao terrorismo muçulmano, é algo que está além da minha compreensão.

Entretanto, esse é assunto para outro artigo. Agora, permita-nos continuar com a análise da Stratfor, pois a parte realmente pertinente ainda está por vir:

"Do ponto de vista da Índia, o Paquistão representa o único desafio sério à segurança nacional. Por piores que as relações sino-indianas possam ficar, a habilidade da China de sustentar uma invasão profunda à Índia, com uma linha de suprimento atravessando o Himalaia, é desprezível. Pelo leste, a Índia é cercada por densas florestas e países fracos. Ao sul está o Oceano Índico, que é dominado militarmente pelos EUA, um país cujos interesses freqüentemente divergiram dos interesses da Índia, mas que nunca ameaçou a existência indiana. Em outras palavras, a Índia é efetivamente uma ilha, exceto em sua fronteira ocidental. Lá está o Paquistão: inseguro, fragmentado e, portanto, imprevisível."

"Se o Paquistão deixasse de existir, a situação estratégica da Índia passaria para a invulnerabilidade por terra, criando, assim, oportunidades estratégicas no mar."

Se a Índia realmente acredita nisso, então a hora de dispensar o Paquistão é agora, enquanto ela ainda detém uma superioridade tão evidente. Se seus generais não acreditam que a China seja capaz de entrar no conflito ao lado do Paquistão, então a Índia será realmente tentada a atacar em breve. Poderemos realmente ver o início de uma guerra iniciada pela Índia para aniquilar o Paquistão.

Quanto a isso, o próximo parágrafo da Stratfor Intelligence faz muito sentido.

"Num nível mais profundo, a fronteira indo-paquistanesa representa o limite entre os mundos islâmico e hinduísta. Qualquer que seja a atual condição da Índia, a grande ameaça histórica é que o mundo islâmico possa um dia se unir. Nesse caso, a ameaça gerenciável representada pelo Paquistão transformar-se-ia numa situação potencialmente não-gerenciável, em que o peso do poder islâmico emergente o impulsionaria contra uma Índia que pode não ser capaz de resistir."

A Índia não é o único país que receia que todos os 1,4 bilhão de muçulmanos possam finalmente se unir. Israel convive com esse temor desde 1948, e tem consistentemente desenvolvido esforços tanto diplomáticos quanto militares para impedir essa união. Por outro lado, os terroristas muçulmanos, como Arafat, acreditam que a única razão pela qual os muçulmanos não foram capazes de derrotar Israel é porque nunca estiveram unidos.

A única questão é: o que seria mais eficiente para unir todos os grupos muçulmanos? Qual ato sozinho conseguiria fazer com que eles agressiva e energicamente se unissem contra Israel primeiro, e contra o grande Satã ocidental depois? A resposta provavelmente está no aparente plano de Arafat de destruir o Domo da Rocha e lançar a culpa sobre Israel! [Leia os detalhes no artigo N1409, "O Governo Pró-Ocidente da Turquia Deverá Cair — O Cumprimento das Profecias Bíblicas Parece Requerer Isso".].

Agora, voltemos ao relatório da Stratfor Intelligence para vermos a conclusão:

"Nova Délhi compreende que nunca haverá um momento melhor para lidar com o Paquistão. Os ataques paramilitares são genuinamente intoleráveis para a Índia. Eles também oferecem um pretexto para a guerra que os EUA não podem, por fim, contestar... Washington não está em posição política nem militar de impedir Nova Délhi. Portanto, se a Índia realmente pretende lidar com o Paquistão, agora é o momento de agir... Se é aceito que o Paquistão representa uma ameaça estratégica permanente para a Índia, a questão da guerra não é 'se', mas 'quando'. Dadas as atuais situação política e a correlação de forças, se este não é o momento perfeito, então qual será?"

"Agora é o momento de agir"!

A planejada Terceira Guerra Mundial pode simplesmente começar entre a Índia e o Paquistão e expandir-se para incluir Israel.

Permita-nos examinar ainda outro artigo pertinente a esse assunto:

Resumo da Notícia: "12 Milhões de Mortes na Guerra Nuclear", Ahmed Rashid, em Islamabad, news.telegraph.co.uk (Arquivado em 28/5/2002).

"Um relatório da Inteligência americana afirma que uma troca de lançamentos de mísseis nucleares entre Índia e Paquistão poderia matar até doze milhões de pessoas e ferir sete milhões... A avaliação americana diz que uma troca limitada de mísseis nucleares teria resultados cataclísmicos, sobrecarregando os hospitais na Ásia e no Oriente Médio e requerendo uma ampla assistência externa, particularmente dos EUA, que seriam forçados a limpar a sujeira radioativa... A contaminação se espalharia muito além da Índia e do Paquistão. As tropas norte-americanas e britânicas no Afeganistão e as americanas no Paquistão e na Ásia Central seriam afetadas."

Se a contaminação nuclear pode se espalhar pelo Paquistão, Afeganistão e Índia, a evacuação maciça comentada no primeiro artigo faz bastante sentido. Se a Índia nos disse em particular que a hora da verdade com o Paquistão está às mãos, então os planejadores militares norte-americanos devem imediatamente decidir qual o melhor curso de ação para iniciar um resgate aéreo para remover as forças militares de toda a região, e evacuar os cidadãos americanos. A evacuação militar das tropas americanas na região deve ser fácil e rápida de se alcançar já que os números são relativamente pequenos e nossas tropas são apoiadas por helicópteros e aviões. Entretanto, evacuar 63.000 cidadãos é uma tarefa gigantesca e atrairia a atenção de todo o mundo.

Todavia, um artigo jornalístico recentemente sugeriu que o Paquistão pode não mais ter armas nucleares! Veja:

Resumo da Notícia: "Teriam os EUA Tomado as Armas Nucleares Paquistanesas?", por K. Subrahmanyam, Times News Network [25/5/2002, 12h04min].

"Nova Délhi: Os testes de mísseis realizados pelo Paquistão podem indicar que os EUA se apossaram das ogivas nucleares do país. O presidente Pervez Musharraf, em seu discurso de 19 de setembro, declarou que caso não se unisse à aliança americana, os bens estratégicos do Paquistão — os mísseis e as ogivas nucleares — estariam ameaçados... Os americanos, por sua vez, não podem confiar no Paquistão com os mísseis e as ogivas nucleares. Dado o ódio paquistanês pelos EUA, os americanos temem que as armas se voltem contra eles, para atacar suas bases no Afeganistão e os porta-aviões na região. A política norte-americana contrária à proliferação ficaria totalmente sem sentido se as forças americanas designadas para a região permitirem que o Paquistão utilize armas nucleares."

Essa possibilidade é certamente intrigante, não é? Esse artigo do Times of India simplesmente faz a acusação — sem fornecer nenhuma prova — de que as forças militares norte-americanas tomaram as ogivas nucleares paquistanesas e as estão mantendo por "medida de segurança"! Se essa acusação for verdadeira, então o Paquistão está realmente desamparado contra um inimigo indiano que o considera sua única ameaça de longa data! Se Bush ordenou a tomada dessas armas nucleares, tal ação seria semelhante a um policial forçar o dono de uma residência a entregar sua arma, embora um agressor armado possa ser visto pela janela dos fundos!

Se essa acusação for verdadeira, então a Índia está certamente mais propícia a ser belicosa e a considerar ativamente que a "janela da oportunidade" para se livrar de seu único inimigo de longa data acaba de ser aberta. Portanto, a tomada americana das ogivas nucleares paquistanesas tornaria a guerra nuclear mais provável, e não menos. Além disso, a política norte-americana poderia aniquilar o Paquistão, voltando, dessa forma, a ira do resto do mundo muçulmano diretamente contra os EUA.

No entanto, com base em minha experiência na Inteligência do Exército americano e no mero senso comum, não acredito que esse artigo do Times of India esteja correto. Primeiro, o Paquistão formou um Exército que é formidável, embora não seja forte o suficiente para derrotar a Índia. O Exército paquistanês não é fraco e certamente exigiria que os EUA mobilizassem uma força de 500.000 soldados para derrotá-lo ou que o aniquilasse com armas nucleares.

Em segundo lugar, os líderes do Paquistão sabem que entregar suas ogivas aos americanos não apenas provocaria provavelmente um ataque indiano, mas também voltaria seu próprio povo contra eles de um modo vigoroso e furioso! Esses líderes seriam imediatamente derrubados pelas massas populares e linchados à luz do dia!

O artigo da Stratfor Intelligence também trata desse assunto, portanto, permita-nos retornar brevemente a ele:

"Foi a estratégia do Paquistão apresentar uma defesa substancial ao longo da fronteira enquanto usava a ameaça nuclear como dissuasão final. Se a Índia penetrasse na fronteira em qualquer profundidade, não está claro se as forças paquistanesas recuariam e se reagrupariam e permitiriam que as guerrilhas operassem por detrás das forças indianas ou se rapidamente apelariam para os armamentos nucleares. Essa é precisamente a incerteza que Islamabad quer criar... Se a Índia atacasse o Paquistão e os EUA permanecessem neutros ou participassem ativamente, as conseqüências para o Paquistão seriam catastróficas."

"Musharraf cedeu publicamente, e as forças americanas entraram no Paquistão. Obviamente, com a Índia e os EUA envolvidos, Musharraf teve de reavaliar o peso da sua capacidade nuclear. Os EUA claramente possuíam a habilidade para destruir as instalações nucleares paquistanesas mais efetivamente do que a Índia. Quando Washington anunciou uma mudança em sua política nuclear para permitir os primeiros ataques, o Paquistão foi o espectador não mencionado. Musharraf ouviu claramente e entendeu. Rumores não confirmados perduraram na região por diversos meses indicando que os arsenais nucleares paquistaneses já estavam nas mãos dos EUA ou que observadores americanos estavam posicionados em diversas instalações. O Times of India recentemente publicou um artigo sobre isso, sem fornecer nenhuma evidência."

"Musharraf, entretanto, possui um controle limitado, sejam lá quais forem suas intenções. As operações contra a Al-Qaeda no Paquistão foram claramente malsucedidas devido aos limites da cooperação paquistanesa. A capacidade de Musharraf de controlar os grupos antiindianos é igualmente limitada. Assim, o recente ataque a uma fábrica indiana feito por paramilitares alojados no Paquistão reacendeu a crise com a Índia — ao mesmo tempo em que os EUA estão reavaliando a questão do apoio paquistanês às operações americanas contra a Al-Qaeda."

Parece-me mais provável que Musharraf não possa permitir que alguma arma nuclear seja tomada pelas forças americanas porque tal ação jamais poderia ser mantida em sigilo. O segredo sujo da Inteligência é que o Serviço de Inteligência paquistanês é composto por muçulmanos devotados que realmente odeiam os EUA por um lado, enquanto estão secretamente comprometidos com os princípios islâmicos mais radicais por outro. Eles certamente saberiam se as forças americanas tivessem tomado suas ogivas nucleares, e anunciariam o fato ao público. Um levante islâmico de magnitude assombrosa resultaria disso, derrubando Musharraf do poder, e custando-lhe a vida.

Uma opção melhor seria utilizar nossa inteligência extremamente precisa e nossa capacidade de ataque com mísseis para destruir as ogivas nucleares do Paquistão e evitar que sejam usadas contra a Índia. Entretanto, essa ação tem pelo menos dois grandes empecilhos. Primeiro, a Índia seria provavelmente incentivada por essa atitude e a guerra se propagaria e intensificaria; a Índia poderia usar ogivas nucleares contra um país indefeso caso seu Exército convencional fosse frustrado em seu avanço no Paquistão.

Segundo, um ataque preventivo norte-americano contra as ogivas nucleares do Paquistão uniria o mundo inteiro contra os interesses americanos, quase certamente provocando ataques terroristas islâmicos contra as cidades americanas na mesma medida em que Israel tem combatido por cerca de vinte anos.

O Fator Chinês Oculto

Embora nenhum serviço de inteligência tenha mencionado o papel que a China pode desempenhar nesse conflito, não podemos esquecer que um número significativo de soldados chineses foi deslocado para a fronteira com a Caxemira, colocando-os, dessa forma, muito próximos às posições indianas. A China tem constantemente se posicionado para vir em socorro ao Paquistão caso a Índia desnecessariamente o ameace. Conforme você lê os artigos a seguir, preste atenção às datas.

Resumo da Notícia: "China e Paquistão Renovam o Compromisso de Cooperação Defensiva", The News-Pakistan, 16/1/2002.

"Pequim — A China e o Paquistão renovaram na terça-feira seu compromisso de continuar com a cooperação no setor defensivo. Altos oficiais militares dos dois países discutiram, nos debates formais realizados aqui, novas formas e meios de fortalecer a cooperação... O general Fu comentou: 'A China atribui uma grande importância à sua cooperação com o Paquistão. A China o considera um aliado fiel e de todas as horas.' Ele observou que essa amizade está crescendo com o passar do tempo."

Assim como relatamos em dezembro, o tema-chave desse conflito é a Caxemira e a rodovia que a China construiu ao longo dela. Essa rodovia parte da China central, atravessa o setor da Caxemira controlado pelo Paquistão, atravessa o próprio Paquistão e depois entra no Irã. Ela tem claramente o objetivo de levar centenas de milhares de tropas chinesas ao Oriente Médio durante "o fim do período" [Peter Lemesurier, The Armageddon Script (leia a resenha)], e provavelmente cumprirá a profecia do Apocalipse. Você pode ver os detalhes no artigo N1602, "A Verdadeira Importância do Conflito Indo-Paquistanês, com a Conseqüente Ameaça de Guerra Nuclear", que apresenta um excelente mapa da região.

Conforme a retórica de guerra entre o Paquistão e a Índia esquentava após o ataque devastador de militantes islâmicos ao Parlamento indiano em 13/12/2001, a China viu cabimento para a tomada desse passo diplomático de renovar seu compromisso público com o Paquistão. Os generais indianos devem encarar a China como um possível antagonista que pode entrar no combate ao lado do Paquistão, usando suas próprias armas nucleares. Embora a Stratfor Intelligence corretamente observe os problemas geográficos que a China enfrentaria numa luta contra as forças indianas no "topo do mundo", a China não teria tantos problemas ao utilizar seus próprios armamentos nucleares.

Ironicamente, se os EUA tomassem as armas nucleares paquistanesas, ou as destruíssem por meio de ataques cirúrgicos, a China seria mais provavelmente atraída para o conflito. A Índia está se preparando para uma guerra há muito tempo; considere algumas notícias sobre esse assunto, novamente observando as datas dos artigos:

Resumo da Notícia: "A Índia Reafirma as Ameaças e Quer a Guerra Nuclear", Makhdum Ali, atualizado em 11/1/2002.

"Lahore, Paquistão (PNS) 11/1/2002 — A Índia, com seu notório ministro do Interior em Washington, agravou ainda mais as tensões na região... Antes disso, o primeiro-ministro indiano havia ordenado que um exército indiano de um milhão de homens se posicionasse na fronteira com o Paquistão, ao mesmo tempo em que afirmava que 'a Índia quer a paz'."

Quando a Índia deslocou um milhão de soldados para a fronteira com o Paquistão, a China tomou conhecimento.

Resumo da Notícia: "A Estratégia Indiana: Atacar a partir de uma frente ampla", Hindustan-Times, Kanwar Sandhu (Chandigarh, 11 de janeiro).

"O exército indiano lançará múltiplos ataques a partir de uma ampla frente para forçar o Paquistão a afinar sua distribuição defensiva e desequilibrar as capacidades de ataque paquistanesas... Uma divisão blindada do Exército indiano fará uma ofensiva aberta em Jammu e na Caxemira. A Índia acredita que a captura de cerca de 8.000 quilômetros quadrados de território desértico paquistanês durante a guerra de 1971 foi de pouco valor... "A Índia deve explorar sua superioridade na guerra convencional lançando múltiplos ataques nas colinas, planícies e desertos", diz o general reformado Vijay Oberoi, ex-Vice-Chefe do Estado Maior do Exército."

"Uma divisão blindada do Exército indiano fará uma ofensiva aberta" nos territórios disputados da Caxemira. Esse tipo de mentalidade é, sem dúvida alguma, compartilhada pelos políticos que ocupam o governo indiano.

Em 28 de dezembro de 2001, o Drudge Report publicou uma matéria dizendo que a China estava deslocando dezenas de milhares de soldados para o seu lado da fronteira com a Caxemira. A China controla aproximadamente um décimo da Caxemira, a Índia controla dois terços, e o Paquistão controla os 24% restantes. No entanto, lembre-se que o Paquistão controla a área em que passa a estrada chinesa, e esse é o assunto-chave do conflito. Uma vez que a Índia não quer 200 milhões de soldados chineses viajando por uma rodovia que não fica bloqueada no inverno nem na época das chuvas, bem ao norte de sua fronteira, pode ter decidido atacar preventivamente para dominar esse território de modo que a China seja impedida de usar a estrada. Se for bem-sucedida, essa ação militar manteria a China longe dessa rodovia ameaçadora à Índia.

A ação imediata da Índia para tomar essa rodovia seria muito mais desejável do que tentar lidar com a China quando ela começar a deslocar suas forças para o Oriente Médio em cumprimento tanto da profecia bíblica como do plano da Nova Ordem Mundial. Pelo afinco com que as forças chinesas estão voltadas para Taiwan, a China pode estar suficientemente distraída no momento para dar aos estrategistas indianos uma razão para crer que a China ficará de fora no caso de uma guerra com o Paquistão; alguns generais indianos podem até mesmo pensar que a China possa ser derrotada nessa guerra nos termos e no tempo indiano.

Essa rodovia continua sendo a chave, e ninguém está falando a respeito dela.

Verdadeiramente, os eventos parecem indicar o fim dos tempos. Temos constantemente ouvido de guerras e rumores de guerras, de reino lutando contra reino, e nação contra nação [Mateus 24]. Com os eventos globais assumindo posições que também cumprem a profecia bíblica dos tempos finais, devemos manter nossos olhos nesse conflito. A Terceira Guerra Mundial pode realmente começar aqui e expandir-se até Israel.



Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.

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Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia-a-dia.

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Que Deus o abençoe.

Tradução: Eduardo Perez Neto
Data da publicação: 1/7/2002
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