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Provas de uma Conspiração: O Acordo de Paz de Oslo Foi Originalmente Elaborado em 1993 Para Entregar Grandes Áreas do Território de Israel aos Palestinos — Exatamente a Direção Seguida Agora Pelo "Linha-Dura" Ariel Sharon

Recursos úteis para sua maior compreensão

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O eleitorado israelense rejeitou nas urnas o governo do primeiro-ministro Ehud Barak por considerá-lo suave demais contra o terrorismo palestino. O velho general Sharon prometeu na campanha eleitoral ser duro e derrotar o terror. Em vez disso, porém, seu governo está dando continuidade às políticas de Rabin e de Barak, e está entregando aos palestinos exatamente o que foi planejado no Acordo de Oslo: Terra em Troca da Paz. Essa realidade é prova de uma conspiração!

A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado?

Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia-a-dia!!

Aprenda a proteger a si mesmo e aos seus amados!

Após ler nossos artigos, você nunca mais verá as notícias da mesma forma.

Agora você está na
"THE CUTTING EDGE"


Neste artigo, demonstraremos que o aparentemente suicida Acordo de Oslo encaixa-se perfeitamente com a definição do presidente Thomas Jefferson de uma conspiração. "... uma série de opressões, iniciadas em um período distinto de tempo e seguidas sem alteração em cada mudança ministerial, prova a existência de um plano deliberado e sistemático de nos reduzir à escravidão." Você observará que o processo teve início durante o governo Rabin, em 1993, e hoje está sendo concluído por Sharon, com três primeiros-ministros no meio. Assim, Oslo foi executado por cinco diferentes primeiros-ministros, de dois partidos políticos diferentes. Oslo é uma conspiração do governo de Israel, decidida nos níveis mais altos e executados a despeito das "mudanças ministeriais".

Antes de avançarmos, incentivamos que você leia o artigo N1558, "Aprendendo a Pensar na Direção Oposta à Indicada Pela Mídia de Massa". Uma vez que você esteja armado com essa compreensão, as informações que temos para compartilhar sobre esses Acordos de Oslo farão muito mais sentido. Verdadeiramente, esta história demonstra com perfeição a necessidade de aprender a pensar exatamente na direção oposta à indicada pela mídia de massa e pelo governo!

À medida que Israel chega perto de seu enganoso objetivo, precisamos fazer uma pausa e olhar com muita atenção e com todos os detalhes o Acordo de Paz de Oslo.

O Pano de Fundo Histórico

Tenho uma perspectiva ligeiramente diferente da maioria das pessoas por causa de um editorial que li no periódico The Jewish Press em junho de 1990. Esse editorial dizia que uma decisão tinha sido tomada nos níveis mais altos da liderança civil e militar do governo de Israel que a próxima guerra árabe-israelense seria a guerra em que as Forças Israelenses de Defesa (FID) aniquilariam todas as populações dos árabes que odiavam tanto Israel. Os líderes judeus estavam fartos de serem atacados constantemente, vencerem as guerras, mas não alcançarem a paz.

Além disso, os líderes israelenses de alto escalão estavam preocupados com a possibilidade de os árabes virem a possuir armas de destruição maciça, que poderiam ser entregues aos homens-bomba suicidas, o que certamente condenaria Israel. Portanto, os líderes de alto escalão, já em 1990 tinham decidido aniquilar populações inteiras na próxima guerra árabe-israelense.

O que me deixou imediatamente intrigado foi que eu tinha conhecimento da profecia bíblica de Obadias 15-18 que, no fim dos tempos, Israel aniquilará toda a população da "Casa de Esaú", os palestinos atuais. Portanto, o plano enunciado nesse editorial de 1990, cumprirá a profecia quando for colocado em prática.

Estudamos essa matéria com muito cuidado, e concluímos que os Acordos de Paz de Oslo são provavelmente uma cilada muito sofisticada e muito bem elaborada para os árabes em geral, e para os palestinos, especificamente, para que quando atacarem Israel, dêem-lhe o "direito" de aniquilá-los. Apresentamos esse argumento nos seguintes artigos:

N1429 — "Revelações Sobre Yasser Arafat: Não é Palestino; É Homossexual; É Controlado Pelo Serviço Secreto Russo"

N1422 — "A Vindoura Aniquilação do Povo Palestino, a Casa de Esaú" — Publicado originalmente em 25/10/2000. Estipulamos que, se nossa teoria estava correta que o Acordo de Paz de Oslo resultaria na profetizada obliteração da "Casa de Esaú" (os palestinos atuais), o que devemos procurar é uma tentativa de separar as populações, já que nenhum líder judeu gostaria de matar seu próprio povo. Menos de um mês depois da publicação desse artigo, as FID iniciaram a construção de um enorme Muro de Proteção, um projeto que está atualmente chegando perto de sua conclusão. Agora que o Muro de Proteção está quase concluído, Sharon anuncia sua política de "Desengajamento Unilateral", que força a população judaica restantes a ir para trás do muro.

N1620 — "Primeiro-Ministro de Israel Anuncia a Criação de 'Zonas-Tampão' Para Separar Fisicamente a População Judaica dos Palestinos" (não traduzido) — Publicamos esse artigo no fim de fevereiro de 2002. A afirmação de Sharon acrescentou clareza a esse Plano de Oslo. Embora a maioria das pessoas não vincule Oslo a esse plano, acredito firmemente que ambos estão vinculados, e isso desde o início.

O editorial em The Jewish Press de junho de 1990 me impressionou tanto que o guardei e o reli de tempos em tempos para ver se conseguia ver qualquer implementação desse plano de aniquilação. Quando o Acordo de Paz de Oslo foi anunciado em 1993, não fazia qualquer sentido; portanto, seguindo o treinamento que recebi na Inteligência do Exército, comecei a tentar buscar outro sentido. Não precisei estudar por muito tempo esse plano aparentemente insano para acreditar que Oslo era uma cilada sofisticada para os palestinos.

Embora essa cilada tenha sido armada pelos Illuminati, provavelmente em um nível mais alto que o governo de Israel, Arafat era a pessoa não-palestina controlada que manteria os palestinos em linha [leia o artigo N1422], para que eles ataquem Israel após a retirada estratégica prevista pelo Acordo de Paz de Oslo ter sido concluída. Como dissemos anteriormente, uma vez que os palestinos ataquem, buscando o "golpe de nocaute", Israel então exercerá seu direito de autodefesa e aniquilará a todos eles, em perfeito cumprimento a Obadias 15-18, conforme especificamos no artigo N1422.

Logicamente, essa ação fará a ignição da guerra total no Oriente Médio. Quando você leva em conta que o plano árabe geral é usar os palestinos para atacarem Israel a partir de dentro, para que a Síria e o Egito possam lançar uma ofensiva total contra Israel [leia o artigo N1057], percebe que a região ficará instantaneamente em chamas. A fúria muçulmana irromperá do Iraque até o Paquistão, envolvendo toda a região.

Relatório do Plano

Resumo da Notícia: "Houve um plano: Um conto de capa e punhal da vida real que pode finalmente ser contado", Hillel Halkin, Jewish World Review, 15 de abril de 2004 / 25 de Nissan de 5764.

"Aconteceu, tanto quanto posso lembrar, em janeiro de 1994. Naquele tempo, eu era o correspondente em Israel do semanário nova-iorquino Forward e tinha uma assistente, Abby Wise. Um dia, Abby telefonou para mim com uma história estranha. Ela tinha recebido uma ligação de um judeu americano que se recusava a informar seu nome. Ele dizia somente que vivera em uma colônia nos territórios e tinha um documento surpreendente para mostrar. Esse documento tinha sido entregue a ele por um amigo que trabalhava no Ministério das Relações Exteriores e continha o plano secreto para a implementação do Acordo de Paz de Oslo, que tinha sido assinado vários meses antes — um plano que revelava as verdadeiras intenções do governo Rabin. Essas intenções eram contrárias a tudo que estava sendo dito publicamente, para estabelecer um estado Palestino, retirar-se para as fronteiras de 1967, evacuar todas as colônias, e devolver toda a parte oriental de Jerusalém para o controle árabe. Tudo estava lá no documento, que a pessoa anônima que telefonou queria que publicássemos, de modo a desnudar a chocante verdade."

Logicamente, o objetivo desse "plano", conforme descoberto em um documento altamente secreto em janeiro de 1994, é exatamente o ponto para o qual o primeiro-ministro mais "conservador" na história recente, Ariel Sharon, está levando o país neste exato momento! Nestes dias, o noticiário está repleto com este tipo de manchete:

* Estabelecer um Estado Palestino — O Mapa da Estrada do Presidente Bush tem este objetivo bem claro.

* Retirada para as fronteiras de 1967 — O Presidente Bush teve a audácia durante seu encontro recente com Sharon de até mesmo mencionar as fronteiras de 1948.

* Evacuar todas as colônias — Tivesse alguém mencionado em 1994 que esse era o objetivo de Oslo, teria sido alvo de risadas e gozação! Porém, aqui estamos nós, vendo Ariel Sharon dar esses passos finais sob o estandarte do "Desengajamento Unilateral".

* Devolver toda a área oriental de Jerusalém para o controle árabe.

Mas, de onde se originaram esses documentos secretos de planejamento? Vamos retornar a esse artigo referido:

"Capa e punhal reais. Chegamos a reservar um quarto para evitar ter de aguardar na sala de espera do hotel. Na hora combinada, a pessoa que tinha ligado apareceu. Era um homem na faixa de trinta anos, usava uma boina e aparentava ser uma pessoa séria. Sem muitas palavras, ele nos entregou o documento. Era extenso, tinha a identificação "Altamente Secreto" e era exatamente aquilo que o homem tinha dito: um plano detalhado para entregar tudo o que tinha sido conquistado na guerra de 1967 em troca da paz com um Estado Palestino. Perguntei de onde no Ministério das Relações Exteriores o documento tinha vindo. Ele me respondeu que tinha vindo da mesa de um funcionário de alto escalão... 'Mas isto é totalmente inacreditável', eu disse. 'Nenhum governo de Israel poderia fazer as coisas que esse documento fala em fazer. Nenhum governo poderia apresentar esse tipo de idéia. O público nunca permitiria'... O homem concordou. Inacreditável ou não, o documento era autêntico." [Ibidem].

As ações de todo primeiro-ministro de Israel, de Rabin, em 1993, até Ariel Sharon agora, têm avançado consistentemente esse plano terrível. Na superfície, parece que esses líderes nos últimos doze anos sofreram consistentemente de um caso singular de Desejo Suicida Nacional. A maioria desses homens foi oficial militar — generais — que tinham lutado valentemente pela sobrevivência de Israel no passado. Cada um deles era considerado um patriota acima de qualquer dúvida. No entanto, cada um deles continuava o plano aparentemente pacifista previsto no Acordo de Oslo.

Com um olho na natureza humana e outro no plano dos Illuminati que cumpre a profecia bíblica, você só pode concluir, como dissemos nestes últimos anos, que o Acordo de Oslo é uma das mais sofisticadas ciladas na história mundial. Após aparentemente recompensar os palestinos por suas décadas de terrorismo, e depois de aparentemente condenar o Estado de Israel à extinção, Oslo na verdade resultará na completa destruição da "Casa de Esaú" — os palestinos — e o início da Terceira Guerra Mundial que produzirá o Anticristo.

O jornalista investigativo israelense Barry Chamish acredita, corretamente, que esse Desengajamento Unilateral resultará em uma guerra total.

Oslo Teve Continuidade Mesmo com Cada "Troca de Ministério"

Para aqueles de vocês que não prestaram muita atenção à política interna de Israel durante os anos 1990, acredito que uma clarificação seja apropriada. O primeiro-ministro israelense Rabin foi o instrumento para a criação do Processo de Paz de Oslo, que previa que o único modo de alcançar a paz dentro das fronteiras com os árabes palestinos era atender a muitas de suas exigências, especialmente terra. O pensamento entre os israelenses liberais era que, se os palestinos apenas recebessem um estado que pudessem chamar de seu dentro de Israel, ficariam felizes em coexistir com os judeus para sempre.

As advertências estridentes de israelenses conservadores que os palestinos — liderados por Yasser Arafat — nunca quereriam coexistência, mas queriam somente a destruição do estado judaico e a morte de todos os judeus, pareciam cair em ouvidos surdos. Quase 45% do eleitorado israelense era liberal e ingênuo o bastante para acreditar nessa mentira, embora Arafat e outros líderes palestinos estivessem sendo bem claros em continuar proclamando para seus seguidores que tencionavam obter o máximo de terra e de controle político possível por meio de negociação, e então ir à guerra para derrotar completamente Israel, e expulsar todos os habitantes judeus para o mar.

Yitzhak Rabin e Shimon Peres foram os dois arquitetos dos Acordos de Paz de Oslo. Eles receberam do presidente Bill Clinton o total apoio americano para esse esforço. Vamos permitir que o jornal The Seattle Times defina a essência da esperança de Oslo:

"Os Acordos de Oslo, selados em 13 de setembro de 1993, com um aperto de mão entre Yasser Arafat e Yitzhak Rabin nos jardins da Casa Branca, visavam colocar os palestinos na estrada para uma eventual autonomia e ajudar Israel a se libertar de um ciclo infindável de ódio e violência nos territórios palestinos que controlava." [The Seattle Times, "Much Work Remains Five Years After Oslo Peace Accords", Laura King, Associated Press, 14 de setembro de 1998.].

Quando o presidente Clinton se reuniu com o chefe da OLP, Arafat, e o primeiro-ministro Rabin, nos jardins da Casa Branca para assinar a primeira declaração de princípios que formava a base do Acordo de Paz de Oslo, o otimismo reinou supremo. Certas promessas foram feitas de ambos os lados, e a possibilidade de os palestinos e os judeus coexistirem parecia mais alta do que nunca. Ficou assentado que as negociações continuariam, e que certas áreas de terras seriam consistentemente entregues para o controle palestino, de acordo com as datas previstas dentro desse acordo de 13/9/1993. Os palestinos concordaram em abrir mão da violência contra os judeus, para "considerarem" a possibilidade de concordar com a proclamação que revertia a antiga animosidade dos árabes com relação a Israel, e na verdade declarar que essa nação tinha um direito inerente de existir.

Tristemente, porém, os eventos vieram a provar que esse acordo não valia o papel em que foi impresso. Os terroristas árabes repetidamente plantaram bombas e mataram judeus, tudo isso enquanto seus órgãos de propaganda vociferavam um ódio cada vez maior em relação aos judeus. Até mesmo os livros-texto usados pelas crianças nas escolas expressavam ódio aos judeus e a glória de qualquer pessoa que se martirizasse na causa de aniquilá-los.

Enquanto isso, o governo Rabin/Peres continuou obstinadamente com as negociações de paz com Arafat, preferindo ignorar as violações inacreditáveis dos palestinos ao acordo assinado em 1993. A linha padrão do governo Rabin era que eles não permitiriam que os extremistas tirassem dos trilhos um acordo tão importante quanto o Acordo de Paz de Oslo.

A pressão estava crescendo dentro de Israel contra a continuação no caminho previsto no Acordo de Paz de Oslo. Os líderes e cidadãos judeus que ainda possuíam algum vestígio de bom senso e que acreditavam que as palavras de ódio que vinham dos palestinos constituíam uma ameaça contra Israel, começaram a se agitar contra Rabin e Peres, por causa da cegueira deles para a realidade enquanto procuraram seguir o Acordo de Oslo. Para enfrentar essa pressão, as forças de Rabin organizaram uma grande concentração para expressar o apoio ao Acordo de Oslo.

Durante aquela concentração (em 5/11/1995), Yitzhak Rabin foi assassinado. Muitos acreditam que Rabin foi morto por que tinha ficado muito cauteloso com relação ao Acordo de Oslo e estava planejando fazer parar o processo; o autor judeu Barry Chamish demonstra magistralmente que a razão para os Illuminati matarem Rabin é muito mais forte que nosso argumento similar no assassinato do presidente Kennedy. Em junho de 1997, escrevemos um artigo referente ao assassinato de Rabin, escrevendo sobre a possibilidade que ele tenha sido assassinado por um agente provocador do próprio governo. Você pode ler os detalhes completos no artigo N1089 (não traduzido).

Escrevemos muitos artigos sobre a verdadeira natureza do Acordo de Paz de Oslo. Observamos que os líderes iluministas Rabin e Peres iniciaram as negociações em 1992-1993 em "negociações secretas" em Oslo, na Noruega, com representantes do iluminista Yasser Arafat, e com pleno apoio do igualmente iluminista presidente norte-americano Bill Clinton. Desde o início, o observador atento pôde ver que todo o processo de negociação em Oslo estava sendo controlado ou de Londres, ou dos EUA. Bill Clinton estava obviamente no quadro o tempo todo. Além disso, todo o plano não fazia sentido militar algum, pois dividia seriamente um país já pequeno, e concedia autonomia de Estado a um povo que vinha expressando ódio genocida contra os judeus por mais de 3.000 anos. Ter a autonomia de Estado significava que os palestinos poderiam criar sua própria polícia armada, forças armadas equipadas, e seu próprio aparato de inteligência — tudo dentro de uma pequena distância dos judeus a quem eles estavam dedicados a destruir. Como Rabin era um ex-general afamado, compreendia as coisas muito bem; então por que prosseguiu com esse plano insano?

Essa linha de raciocínio nos leva de volta ao editorial do Jewish Press, de junho de 1990. Se Israel tinha chegado à decisão no início dos anos 90 de aniquilar os palestinos, como forma de solucionar o problema do ódio mortal contra Israel, deveria armar o cenário para fazer parecer que os palestinos tinham atacado primeiro, mesmo após Israel ter atendido a todas suas principais reivindicações.

Quando Rabin foi assassinado, o extremamente liberal Shimon Peres assumiu o governo [1995-1996]. Ele deu continuidade à implementação do Acordo de Oslo. Entretanto, o eleitorado israelense estava insatisfeito com as políticas de Oslo, de modo que elegeu o "mais conservador" Benjamin Netanyahu em 1996. As expectativas eram elevadas que Netanyahu usaria agressivamente o serviço de inteligência de Israel e suas Forças de Defesa superiores para desenraizar o terrorismo palestino, e derrotá-lo de forma permanente.

Entretanto, os ataques terroristas continuaram invencíveis durante o mandato de Benjamin Netanyahu.

Ehud Barak foi eleito primeiro-ministro de Israel em 17 de maio de 1999. Ele apresentou seu governo ao Knesset em 6 de julho de 1999, assumindo o cargo de primeiro-ministro e ministro da Defesa. Embora fosse o candidato do liberal Partido Trabalhista, o eleitorado tinha elevadas esperanças que esse homem agiria para finalmente livrar Israel do terrorismo palestino. Afinal, Barak tinha um currículo brilhante:

"Ele ingressou nas Forças Israelenses de Defesa em 1959, e serviu como soldado e depois como comandante de uma unidade de elite, e em várias outras posições de comando, incluindo Comandante de Brigada de Tanques, Comandante de Divisão Blindada e membro do generalato, incluindo Chefe da Divisão de Inteligência das FID. Durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967, Barak serviu como comandante de um grupo de reconhecimento, e na Guerra do Yom Kippur, em 1973, como comandante de um batalhão de tanques na frente sul, no Sinai. Em janeiro de 1982, foi promovido a Chefe da Divisão de Planejamento das FID e promovido a general-de-divisão. Durante a operação Paz na Galiléia, em 1982, o general-de-divisão Barak serviu como subcomandante das forças israelenses no Líbano."

"Em abril de 1983, o general Barak assumiu o posto de Chefe da Divisão de Inteligência no quartel-general das FID. Em janeiro de 1986, assumiu o posto de comandante no Comando Central das FID, e em maio de 1987 foi elevado a membro do Estado Maior."

"Em abril de 1991, assumiu o posto de Décimo Quarto Chefe do Corpo de Generais e recebeu a patente de general-de-exército, a mais alta nas forças armadas de Israel... O general Barak recebeu a Medalha Por Serviços Excepcionais e quatro outras menções por coragem e excelência operacional."

"Barak tem um diploma de bacharel em Física e Matemática pela Universidade Hebraica de Jerusalém (1976) e Mestrado em Sistemas de Engenharia-Economia pela Universidade Stanford, da Califórnia, EUA (1978)." [fonte: Jewish Virtual Library].

Entretanto, Barak foi singularmente incapaz — ou não teve a disposição — de tomar ações efetivas contra o terror de Arafat. No fim de maio de 2000, Barak subitamente ordenou a retirada das Forças de Israel do sul do Líbano, diante da pressão contrária ao Exército Libanês do Sul, a milícia pró-Israel que tinha efetivamente mantido uma zona-tampão de segurança entre Israel e os terroristas da OLP no Líbano. Hoje, os líderes do Hamas vêem a "retirada unilateral" de Barak como o exemplo do que a pressão pode fazer com um primeiro-ministro de Israel. Eles esperam que Sharon retire-se subitamente da Faixa de Gaza, mesmo antes que a matéria seja decidida pelo Gabinete e dentro do Partido Likud — exatamente como Barak fez no sul do Líbano!

Barak foi também o primeiro-ministro que ofereceu a Arafat quase 95% daquilo que os palestinos diziam que queriam no encontro em Camp David, com o presidente Clinton e Arafat, no início de agosto de 2000. Após Arafat ter rejeitado essa generosíssima oferta, iniciou a Intifada em 29 de setembro de 2000. Essa Intifada durou precisamente 33 meses!

Agora, o eleitorado israelense estava furioso. Eles estavam fartos de verem inocentes serem mortos nas ruas e em outros locais públicos! Estavam também cansados de verem ônibus despedaçados e carne humana voando pelos ares. Eles tinham se desapontado com Benjamin Netanyahu e com Ehud Barak, mas desta vez tinham o homem certo! Em uma eleição especial, realizada em 6 de fevereiro de 2001, Ariel Sharon foi eleito primeiro-ministro. Ele apresentou seu governo ao Knesset em 7 de março.

Vamos examinar o passado violento de Sharon, especialmente o modo como lidou com os palestinos, o que deu tal esperança ao eleitorado:

"Durante a Guerra de Independência, em 1948, comandou uma companhia de infantaria na Brigada Alexandroni. Em 1953, fundou e comandou uma unidade especial de comando que executava operações de retaliação. Sharon foi promovido a comandante do Corpo de Pára-quedistas em 1956, e lutou na Campanha do Sinai. Em 1957, estudou no Camberley Staff College, na Grã-Bretanha."

"Durante os anos 1958-1962, Sharon serviu como Comandante da Brigada de Infantaria e depois, como Comandante da Escola de Infantaria, e cursou a Faculdade de Direito, na Universidade de Tel Aviv. Foi promovido a Chefe da Equipe de Comando do Norte em 1964 e Chefe do Departamento de Treinamento do Exército, em 1966. Participou da Guerra dos Seis Dias, de 1967, como comandante de uma divisão blindada. Em 1969, foi promovido a Chefe da Equipe de Comando do Sul."

"Sharon deixou o Exército em junho de 1972, mas foi reconvocado para o serviço militar ativo na Guerra do Yom Kippur, em 1973, para comandar uma divisão blindada. Ele liderou a travessia do Canal de Suez, que trouxe a vitória na guerra e a eventual paz com o Egito."

"Ariel Sharon foi eleito para o parlamento em dezembro de 1973, mas renunciou um ano depois, para servir como Assessor de Segurança do primeiro-ministro Yitzhak Rabin (1975). Ele foi eleito ao Knesset em 1977, na chapa Shlomzion. Depois das eleições, ingressou no partido Herut e foi indicado Ministro da Agricultura no primeiro governo de Menachem Begin (1977-81)"

"Em 1981, Ariel Sharon foi escolhido como Ministro da Defesa, servindo nesse cargo durante a Guerra no Líbano, que levou à destruição da infra-estrutura terrorista da OLP no Líbano... Em novembro de 1981, propôs o primeiro acordo de cooperação estratégica com os EUA e alargou os laços entre Israel e muitos países. Ele também ajudou a trazer milhares de judeus da Etiópia por meio do Sudão."

"Em 1983, Sharon renunciou como Ministro da Defesa após uma comissão do governo considerá-lo indiretamente responsável pelo massacre de palestinos nos campos de refugiados de Sabra e Shatila, por cristãos libaneses, em setembro de 1982. (Nota: Sharon também é acusado de ter massacrado muitos palestinos em 1953.)"

"Após a eleição de Ehud Barak como primeiro-ministro, em maio de 1999, Ariel Sharon foi convocado para se tornar líder interino do partido Likud após a renúncia de Benjamin Netanyahu. Em setembro de 1999, foi eleito presidente do Likud. Ele também serviu como membro do Comitê de Relações Exteriores e Defesa, no Knesset." [fonte: Jewish Virtual Library].

Como o partido Likud de Sharon sempre foi considerado radical de direita, e como Sharon tinha sido tão duro com os palestinos no passado, os eleitores judeus estavam convencidos que tinham o líder certo para finalmente derrotar os palestinos militarmente e expulsar Yasser Arafat. Durante a campanha das eleições, Sharon literalmente soltou fogo e enxofre pela boca ao criticar o governo Barak por suas muitas "falhas". Sharon levou o povo a acreditar que, como ele era um ex-general do Exército, ele e somente ele poderia derrotar o terror palestino e finalmente trazer paz a Israel.

Entretanto, uma vez que assumiu o cargo de primeiro-ministro, Sharon deu continuidade às terríveis políticas de seus predecessores! Em um ponto em 2002, após um ataque terrorista particularmente sangrento, Sharon disse secamente ao povo que eles precisariam se manter calados, confiando que ele sabia que políticas precisariam ser seguidas para derrotar Arafat, e se esse plano não era totalmente evidente no momento, logo seria. Entretanto, Sharon nunca mostrou os frutos de qualquer plano.

Sharon atuou de forma dura em muitas ocasiões. De tempos em tempos, ordenou que as FID invadissem uma determinada aldeia ou cidade para "desenraizar" os terroristas e destruir a infra-estrutura. Embora algum bem tenha sido obtido por esses ataques militares, Sharon nunca manteve a ação militar por tempo ou força suficiente para destruir de forma permanente o terrorismo palestino.

Além disso, Sharon aperfeiçoou a política de alvejar barracas ou depósitos vazios em sua "retaliação" pelos ataques terroristas palestinos. Em alguns ataques, as autoridades israelenses faziam advertências aos palestinos que viviam nas áreas-alvo que um ataque era iminente, dando assim a oportunidade para evacuarem antes que os mísseis realmente fossem disparados.

Sharon realmente tomou a ação para isolar Arafat permanentemente em seu quartel-general em Ramallah, um lugar em que ele está há aproximadamente dois anos. Entretanto, Sharon nunca realmente tomou a única ação que faria grande sentido: matar Arafat. Ao mesmo tempo em que ordenou que as FID matassem líderes específicos, mais notavelmente caciques do Hamas, Sharon nunca matou o único terrorista cujas mãos estão manchadas com a maior quantidade de sangue judeu — Yassir Arafat.

Mas, como poderia Sharon matar Arafat, se ele é o líder escolhido para controlar os palestinos para que eles ataquem Israel no momento previsto nos Acordos de Oslo?

Hoje, Sharon está se preparando para se retirar unilateralmente da Faixa de Gaza e de partes da Margem Ocidental do Jordão. Seriam essas retiradas a obra de um gênio militar que está preparando toda uma população para a aniquilação, ao mesmo tempo em que protege seus próprios concidadãos? Veja esta conclusão de uma análise bem recente do DEBKAfile.

Resumo da Notícia: "O Plano de Sharon Pressagia 'Pequeno Iraque' na Faixa de Gaza e na Margem Ocidental, DEBKAfile, 17 de abril de 2004.

"O tom e o sentido gerais do plano de desengajamento de Sharon mostra a mão de um comandante de luta de campo em vez de um político ou de um estadista. Ele parece considerar a remoção das vinte e uma colônias da Faixa de Gaza e mais quatro no norte da Margem Ocidental, como um adjunto necessário de sua tática. Ele deseja ver um campo de batalha plano, livre de obstruções."

Você entendeu a última frase? "Ele (Sharon) deseja ver um campo de batalha plano, livre de obstruções."

Exatamente! Há vários anos que dizemos isso. Hoje, essa profetizada aniquilação parece estar próxima."

Conclusão

Assim, você pode ver que essa bobagem do Acordo de Paz de Oslo passou consistentemente por toda "troca de ministros" desde que foi anunciado em 1993. Essa sofisticada conspiração para destruir os palestinos é superada somente pela conspiração americana de 227 anos para mover os EUA, e todo o mundo, gradualmente para a Nova Ordem Mundial!

Assim que as FID se retirarem da Faixa de Gaza e de porções da Margem Ocidental, os palestinos iniciarão sua "fase final" de atacar e destruir as porções finais do odiado estado israelense. No momento em que os palestinos atacarem a partir de dentro do país, a Síria e o Egito planejam atacar as fronteiras de Israel (leia o artigo N1057), dando a Israel a oportunidade de aniquilar os três, exatamente como a profecia declara:

Quais são essas profecias?

* Palestinos — a Casa de Esaú — "E a casa de Jacó será fogo, e a casa de José uma chama, e a casa de Esaú palha; e se acenderão contra eles, e os consumirão; e ninguém mais restará da casa de Esaú, porque o SENHOR o falou." [Obadias, verso 18].

* Damasco, Síria — "Peso de Damasco. Eis que Damasco será tirada, e já não será cidade, antes será um montão de ruínas." [Isaías 17:1].

* Egito — "Peso do Egito. Eis que o SENHOR vem cavalgando numa nuvem ligeira, e entrará no Egito; e os ídolos do Egito estremecerão diante dele, e o coração dos egípcios se derreterá no meio deles... O SENHOR derramou no meio dele um perverso espírito; e eles fizeram errar o Egito em toda a sua obra, como o bêbado quando se revolve no seu vômito... Naquele tempo os egípcios serão como mulheres, e tremerão e temerão por causa do movimento da mão do SENHOR dos Exércitos, que há de levantar-se contra eles." [Isaías 19:1,14,16].

Fique atento às notícias diárias, por que eventos proféticos tremendos estão prestes a ocorrer! "Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima." [Lucas 21:28].

"Amém. Ora vem, Senhor Jesus." [Apocalipse 22:20].



Você está preparado espiritualmente? Sua família está preparada? Você está protegendo seus amados da forma adequada? Esta é a razão deste ministério, fazê-lo compreender os perigos iminentes e depois ajudá-lo a criar estratégias para advertir e proteger seus amados. Após estar bem treinado, você também pode usar seu conhecimento como um modo de abrir a porta de discussão com uma pessoa que ainda não conheça o plano da salvação. Já pude fazer isso muitas vezes e vi pessoas receberem Jesus Cristo em seus corações. Estes tempos difíceis em que vivemos também são tempos em que podemos anunciar Jesus Cristo a muitas pessoas.

Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.

Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.

Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia-a-dia.

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Que Deus o abençoe.

Data de publicação: 26/10/2004
Revisão: http://www.TextoExato.com
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