A Nova Bússola Moral: Quando os Governos Decidem Quem Vai Viver e Quem Deve Morrer

Autor: Jeremy James, 21 de julho de 2017.

Embora a Irlanda do Norte seja parte do Reino Unido, ela usufrui do direito de aprovar e impor certos estatutos dentro de sua própria jurisdição. Assim, embora seja juridicamente legal no restante da Grã-Bretanha matar uma criança nascitura por solicitação da gestante, mesmo em um estágio avançado da gravidez, isto ainda é ilegal na Irlanda do Norte.

Existem somente alguns poucos países no mundo que ainda proíbem o aborto a pedido. A Organização das Nações Unidas, cuja carta de constituição foi modelada com base na da ex-União Soviética, está pressionando muito para obrigar a Irlanda do Norte a liberalizar suas leis "restritivas". Outras organizações internacionais, dirigidas pela mesma agenda humanista, estão acrescentando suas vozes a esse coro de desaprovação. Por exemplo, a Anistia Internacional, que afirma ser uma ferrenha defensora dos direitos humanos, está pressionando a favor do aborto sem restrições em todos os países, sob o lema "Meu Corpo, Minhas Regras". Eles dizem que "ser capaz de tomar suas próprias decisões sobre sua saúde, seu corpo e sua vida sexual é um direito humano básico." O fato que uma criança tenha de morrer durante o exercício desse "direito" aparentemente não é algo com que eles se preocupem.

O Aborto É, na Realidade, uma Forma Disfarçada de Sacrifício de Criança

Como já afirmamos muitas vezes em ensaios anteriores, o abuso sexual de crianças é uma prática central em muitas ramificações do ocultismo. Os praticantes que desejam avançar para níveis mais altos da hierarquia luciferiana precisam praticar também outras perversões, incluindo incesto e sodomia. A expressão final da aliança de uma pessoa com o príncipe das trevas é o sacrifício infantil.

Devido à surpreendente desconexão que existe na mente da maioria das pessoas entre matar uma criança pouco depois do nascimento (o que é errado) e matá-la alguns meses antes (o que eles dizem que é aceitável), o caráter sacrificial do aborto é negligenciado. A maioria das mães que matam suas crianças nascituras faz isso unicamente por conveniência social ou econômica; elas não têm interesse nas implicações sobrenaturais daquilo que estão fazendo. Infelizmente, elas foram enganadas por aqueles para quem as implicações espirituais são da mais alta importância. Os luciferianos que avançam para posições de autoridade na sociedade, incluindo na política e no campo da medicina, gostam de promover uma cultura em que o sacrifício de crianças seja lugar-comum. Eles fazem isso transformando o aborto em um "direito", as crianças nascituras em meros "fetos" e depois retratando a mulher como uma vítima de normas sociais restritivas.

Muitos dos indivíduos "simpáticos e elegantes" que governam nossa sociedade, que debatem as leis e moldam a opinião pública, são luciferianos que estão no armário. Eles professam ser "cristãos" ou agnósticos, mas, na realidade, vêm de famílias que há muito tempo estão dedicadas a Baal. É por isto que certos políticos de liderança na Irlanda nos anos recentes declararam que seus principais objetivos eram a introdução do "casamento" para homossexuais (alcançado em 2015) e a rejeição do Oitavo Aditamento à Constituição Irlandesa, que protege as crianças nascituras. Nenhuma pessoa normal teria prioridades como estas, mas um luciferiano sim! Ele (ou ela) quer "transformar" a sociedade em preparação para a Nova Ordem Mundial, em que os valores bíblicos não mais terão qualquer aplicação.

Os Luciferianos Querem o Aborto Quando Desejado na Irlanda

Com três exceções, o aborto quando desejado está disponível em todos os países ocidentais e industrializados. A República da Irlanda e a Irlanda do Norte (que integra a Grã-Bretanha) são duas exceções. Malta é o terceiro. Alguns países, como a Polônia, Islândia e Finlândia, têm algumas pequenas restrições, mas o bem-estar não qualificado e a proteção da criança nascitura estão garantidos em lei somente na Irlanda e em Malta. Deve ser observado que nas jurisdições anteriores, a lei, como ela é atualmente interpretada, permite que profissionais apropriados da área da saúde finalizem uma gravidez se houver um risco real sério à saúde da mãe caso a gravidez continue. Na prática, o número é excepcionalmente pequeno, talvez menos de 1% de todas as gravidezes finalizadas por aborto.

Em um caso levado ao Tribunal de Apelações em Belfast (Irlanda do Norte), o painel de três juízes decidiu, em 29 de junho de 2017, que um aborto não poderia ser perpetrado sob a lei na Irlanda do Norte em casos de estupro, incesto ou anomalia fetal fatal. Este último termo refere-se a uma criança nascitura cujo estado físico é tão ruim que ela provavelmente morrerá de forma natural, no próprio útero ou logo após o nascimento.

Os apelantes argumentaram que uma mãe não deveria precisar, nestes casos, viajar até a Grã-Bretanha (à sua própria custa) para se submeter ao aborto. Em sua decisão, o Tribunal derrubou um importante veredito anterior que a lei da Irlanda do Norte, da forma como tratava esse tipo de gravidez, era incompatível com o Artigo 8 da Convenção Europeia Sobre os Direitos Humanos.

Os Governos Não Podem Decidir Quem Deve Viver e Quem Deve Morrer

Os casos que envolvem anomalias fetais fatais — na extensão que este termo tem uma definição médica consistente e válida — estão sendo explorados pelo lóbi do aborto como um pretexto para desmantelar os principais preceitos legais que protegem a criança nascitura. Os oponentes do aborto apontam para muitos exemplos de países que tentaram legislar unicamente para os casos raros e excepcionais, como aqueles que envolvem "anomalia fetal fatal", somente para descobrir, na prática, que a lei resultante permitia o aborto em qualquer circunstância. Em resumo, quando uma legislatura determina de antemão e em termos gerais uma questão que somente poderia ser decidida caso a caso por profissionais da área da saúde adequadamente qualificados, está arbitrariamente decidindo quem deve viver e quem deve morrer. E nenhuma legislatura tem essa autoridade.

A questão se as mulheres grávidas da Irlanda do Norte podem ter suas crianças nascituras abortadas na Grã-Bretanha pelo Serviço Nacional de Saúde sem incorrer no custo médico do procedimento (cerca de 900 libras esterlinas) foi considerado por três tribunais, um de cada vez, em Londres. O Tribunal Superior e o Tribunal de Apelação determinaram que não havia requisito legal para o Serviço Nacional de Saúde fornecer esse serviço sem custo para as mulheres que vivem na Irlanda do Norte (que também incorrem no custo da viagem até a Grã-Bretanha). O caso foi então levado à Suprema Corte em Londres, onde, em 14 de junho de 2017, o painel de cinco juízes manteve a decisão anterior, porém fez isso de uma maneira muito insatisfatória, com os votos contrários de dois juízes.

Por exemplo, a decisão declarou que a população da Irlanda do Norte tinha democraticamente decidido não financiar os serviços de aborto, quando, na verdade, tinha democraticamente decidido não permitir o aborto. Esta, por qualquer avaliação, foi uma séria representação errônea da verdadeira posição jurídica legal. Duas semanas mais tarde — como vimos — o Tribunal de Apelação em Belfast decidiu que, dentro da lei existente na jurisdição da Irlanda do Norte, as mulheres que não quisessem incorrer nas despesas de viagem até a Grã-Bretanha para realizar um aborto não poderiam ter o procedimento realizado na Irlanda do Norte.

O estamento de poder britânico aproveitou a oportunidade. No mesmo dia, em 29 de junho, a primeira-ministra britânica, Teresa May, anunciou que seu governo implantaria um esquema para facilitar que as mulheres que vivem na Irlanda do Norte e que desejam viajar até a Grã-Bretanha possam realizar um aborto no Serviço Nacional de Saúde. Alguns dias mais tarde, o Serviço Britânico de Orientação à Gravidez anunciou que, até o tempo em que o esquema do governo entre em vigor, as mulheres que vierem da Irlanda do Norte não precisarão mais pagar os honorários pelas consultas ou de tratamentos para abortos realizados na Inglaterra, Escócia e País de Gales.

"No Hospital Southmead (em Bristol, Inglaterra), as tentativas de fazer parar o trabalho de parto de Emily falharam, de modo que os médicos optaram por realizar o parto por cesariana, esperando que poupar o bebê do trauma do nascimento aumentaria suas possibilidades de sobreviver. Quando Adelaide saiu, um choro de bebê minúsculo ecoou e pelos lencóis do hospital, Emily pôde ver a mão de sua filha erguendo-se para cima da cabeça. Um dos médicos presentes rapidamente bateu uma foto do nascimento — uma foto que mudaria tudo para o casal e se tornaria um tesouro inestimável quando, uma hora mais tarde, os médicos informaram os pais que todos os esforços de inserir tubos de respiração em Adelaide tinham falhado. Ela era pequena demais até mesmo para os menores equipamentos. Adelaide morreu pouco tempo depois, mas sua vida deixou uma marca indelével em seus pais." — LifeNews.com (19 de setembro de 2014).

Os Políticos Britânicos Tiveram Aquilo Que Queriam

Isto marcou uma virada surpreendente para o governo britânico. Durante décadas, a legislação referente à Irlanda do Norte foi respeitada. Agora, aproveitando-se do julgamento com argumentação deficiente da Suprema Corte, em 14 de junho, o governo pôde afirmar que não havia impedimento legal para o tratamento de mulheres vindas da Irlanda do Norte na mesma base que mulheres de outras partes da Grã-Bretanha. Houve também pressão considerável de certos membros do Partido Conservador no Parlamento para legalizar o aborto na Irlanda do Norte. Uma ameaça de revolta por parte de parlamentares do chamado "baixo clero" e que ocorreu, suspeitíssimamente, em um momento favorável, forneceu à primeira-ministra aquilo que a imprensa interpretou como a justificativa política para sua decisão.

Todas as peças se encaixaram lindamente. Os políticos britânicos obtiveram aquilo que queriam, ou seja, uma base quase legal para estender a disponibilidade do aborto na ilha da Irlanda. Na prática, a Coroa está agora financiando a matança indiscriminada de crianças irlandesas nascituras. O espírito de Oliver Cromwell retornou à plaga irlandesa.

Os Senhores das Trevas

As trevas que estão por trás de tudo isto foram tornadas muito evidentes na Casa dos Lords (a Câmara Alta do Parlamento Britânico), somente alguns meses antes. O Lord (senador) Shinkwin apresentou um projeto diante da Casa, que procurava emendar a lei referente à crianças nascituras com deficiência física. Um bem-conhecido defensor dos direitos das pessoas com deficiência, o próprio Shinkwin sofre de uma doença crônica e que pode ser mortal, conhecida como osteogenia, ou doença dos ossos frágeis, um distúrbio genético raro.

Sob a atual lei da Grã-Bretanha, é ilegal abortar uma criança nascitura após 24 semanas de gravidez, exceto quando a criança tem uma deficiência conhecida, em cujo caso é legal abortá-la até o tempo do nascimento (sei que isto pode parecer incrível para ser verdade, mas é realmente assim). É a marca da mentalidade luciferiana que domina a elite britânica que esse tipo de lei possa existir. Shinkwin tentou emendar a lei para garantir tratamento igual para as crianças nascituras com uma deficiência conhecida, desse modo garantindo que elas não pudessem ser abortadas depois das 24 semanas. Observe que ele não estava tentando criminalizar o aborto, mas meramente garantir os direitos das pessoas com alguma deficiência física. As crianças ainda poderiam ser abortadas dentro da nova lei proposta, mas não depois das 24 semanas.

Após um aditamento proposto por Lord Wilson — um especialista em fertilidade — apoiado por vários outros pares influentes, o projeto de lei foi rejeitado. Claramente pasmado, Lord Shinkwin declarou o seguinte:

"Devo dizer logo de início que rejeito totalmente a própria premissa deste aditamento. Outros nobres Lords já explicaram por que o aditamento é totalmente inapropriado e, de fato, grosseiramente insensível... O aditamento reforça a discriminação, porque seleciona ainda mais um determinado grupo para destruição com base na deficiência... Os 659 bebês abortados pelo crime de terem a Síndrome de Down, por exemplo, dois foram abortados com 25 semanas, um com 26 semanas, um com 28 semanas, um com 30, outro com 31, três com 32, dois com 33, dois com 34 — e um com 39 semanas."

"Este aditamento é completamente inapropriado e incompatível com o progresso alcançado com os direitos dos deficientes, que nossa Casa dos Lords pode corretamente se orgulhar de ter conquistado. Isto está bem distante da total insensibilidade para mim, como um deficiente e membro da Câmara dos Lordes, que tenha havido uma tomada por parte do nobre colega do meu projeto de lei de igualdade da deficiência de modo a fazer avançar uma agenda eugenista descaradamente discriminatória."

"Compreendo por que aqueles que se opõem ao meu projeto estão desesperados para distorcê-lo e dizer que todo ele é sobre aborto, um assunto que ele mal chega a mencionar, e ignorar a igualdade dos deficientes e os direitos dos deficientes antes do nascimento. A mensagem deles é dura e sombria. Essa mensagem é: 'Vamos ignorar o fato que esses bebês deficientes são seres humanos, com o mesmo direito de existir. Vamos reclassificá-los e chamá-los de anomalias fetais. Vamos além e chamá-los de sérias anomalias fetais O que importa se o Departamento de Saúde não coleta dados centralmente sobre as assim chamadas anomalias fatais, desde que possamos usar o termo para desumanizar? Bem, dessa anomalia fetal, este orgulhoso membro desta Casa dos Lordes não tem nada. Rejeito profundamente esta mentalidade médica que se agarra à ideia que um bebê deficiente é um fracasso médico a ser erradicado por meio do aborto. Não imploro a ninguém por minha igualdade. Sei que tenho tanto direito quanto qualquer um de estar vivo."

O ardor em suas palavras é palpável. A Câmara Alta do Parlamento estava "sequestrando" seu projeto de lei de modo a seguir uma "agenda eugenista descaradamente discriminatória". Uma ciência médica falsificada também estava sendo usada para "desumanizar" as crianças nascituras com alguma deficiência.

O Programa Eugenista Britânico

Houve um tempo em que era necessário fazer uma escavação nos arquivos para encontrar evidências indisputáveis do programa eugenista britânico, mas agora não mais. Os registros do Parlamento deixam claro para todos verem. A elite não mais se preocupa em ocultar seu comprometimento com a matança em larga escala. Como Lord Shinkwin indicou, ao falar a partir do plenário (não da tribuna), o extermínio de crianças com a síndrome de Down está ocorrendo na Grã-Bretanha. Um simples exame de sangue permite que uma mulher grávida descubra se seu bebê nascituro tem esse problema. Acredita-se que os provedores de aborto minimizem em seus relatórios o número de abortos perpetrados nesses casos. Mesmo assim, as estatísticas oficiais revelam que mais de 90% das crianças nascituras com a síndrome sejam abortadas na Grã-Bretanha.

Em uma entrevista publicada no jornal The Telegrahp algumas semanas mais tarde, Lord Shinkwin fez as seguintes observações devastadoras:

"Que mensagem isto envia se, após o nascimento, sou bom o suficiente para estar na Câmara dos Lordes mas, antes de nascer, sirvo apenas para o incinerador?"

"Um número grande demais de profissionais no estamento médico ainda vê a deficiência física congênita como uma tragédia a ser erradicada por meio do aborto."

"O preconceito institucional é tão profundo que todo o sistema está em um estado de negação. Qual a esperança para os pais preocupados ou para seus bebês com deficiência?"

"A ironia é que isto não é realmente sobre o aborto. No fim, é sobre poder, o poder de pessoas que não possuem deficiência de determinar o destino dos outros — de seres humanos deficientes, se devemos viver ou se devemos morrer." [10 de março de 2017].

A atitude institucional com relação às pessoas com síndrome de Down na Grã-Bretanha é patentemente hostil. A síndrome é tratada como uma doença que precisa ser erradicada, mesmo se isso significar matar as crianças envolvidas antes que elas nasçam. Vemos aqui a mesma mentalidade que motivou os nazistas a criarem o programa Aktion T4, em que milhares de crianças com deficiência foram sistematicamente mortas pelos profissionais da área da saúde.

A Nova Bússola Moral

O jornal Sunday Express trouxe uma matéria de primeira página em 16 de julho de 2017 sobre um caso que ilustra o quão severo se tornou o "preconceito institucional" que Lord Shinkwin identificou. Funcionários do Serviço Social afirmaram terem obtido evidências de Carina, uma adolescente muda e autista (de 19 anos), que ela tinha sido sexualmente abusada por seus pais. A garota somente podia se comunicar com sua mãe e não tinha um modo confiável de se comunicar com os funcionários do serviço social. Os pais de Carina contestaram vigorosamente as acusações. A filha deles nem teria compreendido os termos que os trabalhadores sociais usaram. A casa deles foi invadida, investigações forenses foram realizadas e os computadores foram apreendidos. Carina foi levada e mantida em confinamento solitário durante seis meses, fazendo com que se tornasse profundamente traumatizada. Os pais dela foram levadas ao desespero por essa horrível invasão por parte do Estado. Ele tinham na verdade sido presos e liberados mediante o pagamento de fiança. Quando uma especialista em psicologia infantil examinou o caso, não encontrou evidência para substanciar as afirmações feitas pelos funcionários do Serviço Social. Carina foi libertada e todas as acusações contra os pais dela foram rejeitadas. A autoridade local admitiu "falhas catastróficas" no modo como o caso foi tratado.

A bússola moral que orientava as mentes e corações das pessoas comuns não está funcionando mais. O relativismo moral tomou o lugar. Nem um dos assim chamados profissionais neste caso foi responsabilizado ou teve de prestar contas. Como Lord Shinkwin disse, "No fim, é uma questão de poder, o poder de pessoas que não são deficientes de determinarem o destino de outros seres humanos — os deficientes físicos..."

O extermínio das pessoas com Síndrome de Down também está ocorrendo em outros países. A Islândia se vangloria de estar agora "livre da Síndrome de Down" — o que significa que todas as mulheres grávidas que têm uma criança nascitura que apresenta resultado positivo para o problema rotineiramente solicitam um aborto (ou espera-se que façam isto). Uma fotógrafa islandesa, Sigga Ella, cuja tia tinha a Síndrome de Down, ficou tão enojada por essa possibilidade que tirou uma série de fotografias de pessoas na Islândia com o problema para destacar a humanidade delas. Apresentamos quatro delas aqui:

Estas são pessoas reais, caro leitor — pessoas reais.

Posso compreender por que a elite luciferiana quer matá-las, mas por que os homens e mulheres comuns da Islândia querem fazer isto? Ou os homens e mulheres comuns na Grã-Bretanha ou na Dinamarca — que também estão se vangloriando que em breve estarão "livres da Síndrome de Down"? Compare isto com a vanglória nazista que certas cidades alemãs tinham se tornado Judenfrei?

Conclusão

Exatamente como a casta governante em A República, de Platão, as elites que controlam os governos deste mundo acreditam que têm o direito de decidir quem deve viver e quem deve morrer. Lord Shinkwin experimentou o gosto amargo disso em 24 de fevereiro. As crianças cujas vozes nunca ouviremos não têm virtualmente ninguém que as representem. Os assim chamados pastores cristãos que "lideram" nossas igrejas estão indiferentes ao sofrimento dessas crianças. Eles se esquecem que aqueles que deixam de proteger o inocente, quando está em seu poder fazer isso, serão responsabilizados por Deus no dia do julgamento. Muito do mesmo pode ser dito de todos os cristãos professos que fingem ignorar essas abominações.

"Não deixes de fazer bem a quem o merece, estando em tuas mãos a capacidade de fazê-lo." [Provérbios 3:27].

"Abre a tua boca a favor do mudo, pela causa de todos que são designados à destruição." [Provérbios 31:8].



Autor: Jeremy James, artigo em http://www.zephaniah.eu.
Data da publicação: 31/7/2017
Transferido para a área pública em 2/3/2020
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/novabussola.asp