A Blasfêmia Representada pelos Obeliscos

Autor: Jeremy James, 2/2/2018.

A blasfêmia é uma parte importante do ocultismo. Todos que praticam as obras das trevas precisam blasfemar de Deus de alguma maneira. Baal, ou Satanás, não espera nada menos do que isto. Quanto mais seus servos zombam e ofendem o Deus Vivo, mais esperam receber de seu mestre infernal.

Parte dessa ofensa é causada por meio do programa transgênero secreto que os Illuminati estão implementando em todo o mundo. Parte é causada por meio da orgulhosa e licenciosa comemoração dos atos homossexuais, nas marchas que atraem centenas de milhares de manifestantes. Outra parte é causada por meio da legalização do aborto quando desejado em todo o mundo, a sistemática matança de crianças nascituras.

Por meio desses vários meios, eles procuram desafiar o Deus Vivo e zombar de Sua justiça e de Sua soberana vontade. Como atos carnais, eles são ímpios e, ao mesmo tempo, expressões blasfemas de insolência.

É esta dimensão adicional que o mundo parece negligenciar. Os cristãos, em grande parte, estão alheios a isto. Eles podem estar cientes dos atos propriamente ditos, porém deixam de observar a blasfêmia intencional que está por trás deles. Aqueles que seguem Baal consentem, não somente com os atos, mas também com as ofensas que eles provocam. Eles até mesmo consentem com a ofensa produzida pelos atos de terceiros. Como disse o apóstolo Paulo: "Os quais, conhecendo o juízo de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem." [Romanos 1:32].

A Palavra de Deus também nos diz que, à medida que o fim dos tempos se aproxima, "os homens maus e enganadores irão de mal para pior, enganando e sendo enganados." [2 Timóteo 3:13]. Esta é uma consequência direta da condição caída do homem. Ele caiu e continua a cair, afundando-se cada vez mais na depravação. Como disse o salmista: "O tumulto daqueles que se levantam contra ti aumenta continuamente." [Salmos 74:23b].

O Senhor Detesta os Ídolos

Tratamos da questão da blasfêmia em alguns ensaios anteriores, notavelmente os de números 32 e 42 ("Recent British Blasphemies Reveal the Extent to Which the UK is Ruled by a Luciferian Elite" e "Gog, Google, Gold and the Goddess: How Illuminati Trademarks Blaspheme the LORD God of the Bible"). Neste atual ensaio, desejamos chamar a atenção para uma obra surpreendementemente descarada de blasfêmia que, por alguma razão, tem passado em grande parte sem ser observada, embora esteja situada em um dos locais mais bem conhecidos no mundo — o Centro Governamental na cidade de Washington, EUA.

Praticamente toda emissora de televisão nos EUA, bem como muitas outras em todo o mundo, apresenta pelo menos um programa de notícias que mostra o Monumento a Washington. De fato, é difícil assistir a um programa de notícias na televisão e não ver o monumento pelo menos uma vez. O monumento é, sem dúvida, uma das estruturas criadas pelo homem que mais frequentemente aparece na televisão. Ele até aparece de tempos em tempos como pano de fundo em outros programas, como programas de entrevistas e incontáveis filmes, novelas e séries para televisão.

Mesmo quando os EUA tinham uma proporção muito maior de cristãos bíblicos do que tem hoje, havia uma inacreditável falta de compreensão do que o Monumento a Washinton realmente é. Construído ao longo de um período de várias décadas e inaugurado em 1888, o monumento é, muito obviamente, um santuário dedicado a Baal. Mas, os cristãos parecem tê-lo colocado em um território teológico neutro, um local em suas mentes em que um ídolo pagão gigantesco como este pode ser seguramente ignorado.

É uma prova do controle que a Maçonaria tem sobre as mentes e corações do povo americano que esse tipo de objeto revoltante — erguendo-se a uma altura de 167 metros (555 pés) — possa ser visto como um símbolo honroso ou íntegro de alguma coisa que a nação valoriza e ama.

Os "lugares altos" são condenados repetidamente na Bíblia. Por quê? Por que eles ofendiam a Deus. Eles eram centros de adoração pagã, onde incenso era queimado a Baal e ofertas eram feitas em seu nome. A Bíblia menciona os bosques, em que as árvores eram podadas e decoradas em nome de Baal e pedras monumentais, ou obeliscos, eram erguidas:

"O rei profanou também os altos que estavam defronte de Jerusalém, à mão direita do monte de Masite, os quais edificara Salomão, rei de Israel, a Astarote, a abominação dos sidônios, e a Quemós, a abominação dos moabitas, e a Milcom, a abominação dos filhos de Amom. Semelhantemente quebrou as estátuas, cortou os bosques e encheu o seu lugar com ossos de homens. E também o altar que estava em Betel, e o alto que fez Jeroboão, filho de Nebate, com que tinha feito Israel pecar, esse altar derrubou juntamente com o alto; queimando o alto, em pó o esmiuçou, e queimou o ídolo do bosque." [2 Reis 23:13-15.]

O Monumento a Washinton não foi construído em tributo à memória de George Washington. Ao revés, foi construído para dar honra e glória a Baal. É inconcebível que o deus deste mundo permitiria que um monumento dessa magnitude, repleto de significado pagão, glorificasse qualquer outra pessoa, senão ele mesmo. Todo o Egito antigo estava pontilhado por esses monumentos, todos erigidos em sua honra. Esta é a natureza e o propósito do obelisco, e a razão por que ele continua a ser reverenciado até hoje. A Elite Babilônia que controla este mundo ainda está erigindo novos obeliscos para agradar seu mestre. Por exemplo, o enorme obelisco Avis, na cidade de Pittsfield, no estado americano de Michigan, foi erigido em 1998.

O Monumento a Washington é uma manifestação absurdamente inflada dessa antiga arrogância. Com exceção da Torre de Babel, é duvidoso se já existiu um santuário monolítico a Baal dessa magnitude.

"Muitos serão purificados, e embranquecidos, e provados; mas os ímpios procederão impiamente, e nenhum dos ímpios entenderá, mas os sábios entenderão." [Daniel 12:10].

O Obelisco na Maçonaria

O obelisco é reverenciado pelos maçons, pois representa a ressurreição do corpo. Como tal, ele zomba da cruz e nega a obra de Cristo.

O mito de Hirão Abi, que é central na Maçonaria, é simplesmente a lenda de Osíris em um formato ligeiramente disfarçado. É importante compreender que a Maçonaria não é nada mais que a antiga religião egípcia em uma forma moderna, ou "redescoberta". Os maçons adoram os mesmos deuses — Ísis, Osíris e Hórus — que os sacerdotes da antiga Heliópolis (também conhecida como Om). Entretanto, a maioria deles — os 95% que estão nos graus inferiores — parece fazer isso sem compreender adequadamente as graves implicações espirituais.

Mackey, a famosa autoridade em doutrina e prática maçônica, descreveu a lenda de Osíris como segue:

"Nos mistérios de Osíris, que eram o ponto alto do sistema egípcio, a lição da morte e ressurreição era ensinada simbolicamente; e a lenda do assassinato de Osíris, a busca pelo seu corpo, a descoberta e a restauração dele à vida é representada cenicamente. Esta lenda de iniciação era como segue: Osíris, um rei sábio do Egito, deixou seu reino aos cuidados de sua esposa Ísis e viajou por três anos para transmitir às outras nações as artes da civilização. Durante sua ausência, seu irmão Tífon formou uma conspiração secreta para destrui-lo e usurpar o trono. Ao retornar, Osíris foi convidado por Tífon para uma diversão no mês de novembro, em que os conspiradores estavam presentes. Tífon mostrou um baú revestido de outro e prometeu dá-lo a qualquer um dos presentes cujo corpo coubesse exatamente dentro de seu interior. Osíris foi levado a experimentar e provar. Mas, assim que ele entrou e deitou-se, a tampa foi fechada, travada e o baú foi lançado no rio Nilo. O baú que continha o corpo de Osíris, depois de ser por muito tempo levado pelas ondas, finalmente chegou a Biblos, na Fenícia, caindo sob uma tamargueira. Ísis, dominada pela dor pela perda de seu marido, partiu em uma jornada e percorreu o país em busca do corpo. Depois de muitas aventuras, ela finalmente descobriu o ponto a partir do qual ele tinha sido lançado às ondas, e retornou com ele em triunfo ao Egito. Foi então proclamado, com as mais extravagantes demonstrações de júbilo, que Osíris tinha ressuscitado dos mortos e tinha se tornado um deus. Com ligeiras variações de detalhes por diferentes autores, estas são as linhas gerais da lenda de Osíris, que era representada no drama da iniciação. A semelhança com a lenda de Hirão, do sistema maçônico, pode ser vista imediatamente e seu simbolismo facilmente compreendido." [Albert Mackey, Encyclopedia of Freemasonry, 1916 edition, Vol. 1, pgs. 242-243].

Detalhes Ausentes

Em seu relato, Mackey omite alguns detalhes que valem a pena observar. Tífon é melhor conhecido hoje como deus egípcio Set; Ísis não era apenas esposa de Osíris, mas também sua irmã; e ela descobriu o baú que continha o corpo de seu irmão no tronco de um árvore tamargueira. Entretanto, existem elementos adicionais, também omitidos por Mackey, que são cruciais na lenda. Mackey dá a impressão que Osíris retornou à vida imediatamente depois que Ísis o encontrou, mas não foi assim. Após ter retornado ao Egito com o corpo de seu marido/irmão, Ísis ficou horrorizada ao saber que Set tinha sumido com o cadáver e o decepado em 14 pedaços. Esses pedaços foram espalhados por todo o Egito, desse modo garantindo o máximo possível, que Ísis nunca iria encontrar todos os pedaços. Ela partiu para encontrar as partes desmembradas de Osíris e recuperou todas elas, exceto uma — o pênis. Para compensar isto, ela criou um pênis artificial e engravidou-se por meios sobrenaturais. Isto resultou no nascimento de seu filho, o deus Hórus. Hórus vingou a morte de seu pai, Osíris, matando Set. Deve ser observado que a lenda descreve Osíris como pai de Hórus, concebido enquanto Osíris ainda estava morto. Isto foi possibilitado pelo uso do pênis artificial. Ísis concebeu novamente (por meio do pênis artificial) e deu à luz o deus Anúbis. Quando Anúbis atingiu a maioridade, ele foi ao Mundo dos Mortos, segurou seu pai, Osíris, com o aperto de mão 'Pata do Leão', e o puxou para a terra dos viventes. Somente neste ponto é que Osíris ressuscitou.

Mackey confirma que o mito de Hirão é realmente uma repetição da lenda de Osíris de uma forma simplificada. É deixado para o maçom noviço entender como exatamente a ressurreição ocorreu. Os escritos da Maçonaria contêm muitas referências a esse modus operandi, a maior parte das quais é oblíqua. Entretanto, tomadas em conjunto, elas mostram claramente que o pênis artificial criado por Ísis é representado pelo obelisco e que esse objeto é adorado e venerado como um símbolo da ressurreição, uma representação do poder regenerativo de Osíris. Por meio dele, diz-se que a força sobrenatural de Osíris (ou Baal) entra no mundo e perpetra sua obra "divina".

Aqui está como Mackey define "Adoração ao Falo" em sua Enciclopédia:

Adoração Fálica. O Falo era uma representação na forma de escultura do membrum virile, o órgão masculino de geração. A adoração dele teria sua origem no Egito, onde, após a morte de Osíris por Tífon, que deve ser simbolicamente explicado como a destruição ou privação da luz do sol pela noite, Ísis, sua esposa, ou o símbolo da natureza, na busca pelo corpo mutilado dele, teria encontrado todas as partes, exceto os órgãos genitais, cujo mito é simplesmente simbólico do fato que o sol tendo se posto, seu poder de fecundar e de revigorar tinha cessado. Portanto, o Falo, sendo o símbolo do princípio masculino de geração, era muito universalmente venerado entre os antigos e isto também como um rito religioso, sem a mínima referência a qualquer aplicação impura ou lascíva." [Albert Mackey, Encyclopedia of Freemasonry, 1916 edition, Vol. 2, pág. 560.]

Observe que Mackey certifica ao leitor que é possível venerar o poder genésico do falo "sem a mínima referência a qualquer aplicação impura ou lascíva". À medida que os maçons avançam para graus mais altos, essa forma de adoração recebe uma ênfase ainda maior.

Em sua discussão do Falo na Maçonaria, Mackey passa a identificá-lo, primeiro, com o poder de geração do sol e, depois, com um princípio que é de imensa importância na Maçonaria, conhecido como "ponto dentro de um círculo".

Mas, o Falo, ou, como era chamado entre os orientalistas, o Lingam, era uma representação do princípio masculino somente. Para aperfeiçoar o círculo da geração, é necessário avançar um passo adiante. Apropriadamente, encontramos no Cteis dos gregos, e no Yoni dos indianos, um símbolo do princípio feminino generativo de coextensiva prevalência com o Falo. O Cteis era um pedestal circular e côncavo, ou receptáculo, em que o Falo, ou coluna era colocado, e a partir do centro do qual era levantado. A união destes dois, como os princípios de geração e de produção da natureza, em uma figura composta, era o modo mais usual de representação. E aqui, penso eu, encontramos indubitavelmente a origem remota do ponto dentro do círculo, um símbolo antigo que foi adotado primeiro pelos antigos adoradores do sol e, depois, pelos antigos astrônomos, como um símbolo do sol cercado pela Terra ou o universo — o sol como um gerador e a Terra como produtora — e dali para frente modificado em seu significado e incorporado no simbolismo da Maçonaria." [Albert Mackey, Encyclopedia of Freemasonry, 1916 edition, Vol. 2, pág. 560.]

Em alguns ensaios anteriores (notavelmente os de números 56, 124, 133, 148, 149 e 150) descrevemos como o "ponto dentro do círculo" é aplicado pelos maçons ao decidirem onde seus obeliscos devem ser erigidos. Isto nunca é decidido de forma arbitrária, mas determinado rigidamente de acordo com este princípio.

Osíris Usurpando o Lugar de Deus

Portanto, a Maçonaria é uma forma moderna de adoração ao sol, revestida em simbolismo e alegoria, que atrai o neófito cada vez mais para o paganismo e idolatria do antigo Egito. Em uma afirmação surpreendentemente direta, Mackey declarou que "O número 12 era celebrado como um número místico nos antigos sistemas da adoração ao sol, do qual já se disse que a Maçonaria é um desenvolvimento filosófico." (A. G. Mackey, A Manual of the Lodge, pág. 101). Observe o que Mackey está admitindo aqui! Ele está confirmando que a Maçonaria é um "desenvolvimento filosófico", ou uma forma moderna dos antigos sistemas de adoração ao sol.

Outra autoridade maçônica, Albert Pike, também foi cuidadoso em disfarçar a verdadeira natureza da Maçonaria. Entretanto, em pelo menos uma ocasião ele revelou que o Falo e o Obelisco usados na adoração ao sol são uma mesma coisa: "A morte é o antecedente inseparável da vida; a semente morre para produzir a planta e a própria Terra é dividida em partes e morre no nascimento de Dionísio (Osíris). Daí o significado do falo, ou de seu substituto inofensivo, o obelisco, erguido como um emblema da ressurreição..." (Morals and Dogma) [Ele confirma diversas vezes na mesma obra que Dionísio e Osíris são a mesma divindade. Osíris também está identificado com o deus-sol Rá, ou Ré.].

Mackey não deixa dúvidas sobre o significado da "divindade" nesta descrição de Osíris. Em sua descrição do Olho Que Tudo Vê (veja a gravura na página anterior), ele diz: "Com base no mesmo princípio, os egípcios representavam Osíris, a deidade principal deles, pelo símbolo de um olho aberto, e colocavam esse hieróglifo dele em todos seus templos... O Olho Que Tudo Vê pode, então, ser considerado como um símbolo de Deus manifestado em sua onipresença — seu caráter de guardião e preservador — ao qual Salomão faz alusão no livro de Provérbios... É um símbolo da Deidade Onipresente." (Encyclopedia of Freemasonry). Incrivelmente, ele identifica o deus egípcio Osíris com o Senhor Deus da Bíblia!

Assim, nas palavras incontestadas de duas autoridades maçônicas, Osíris é Deus e o obelisco representa o falo da regeneração divina. Isto é paganismo em sua forma mais virulenta e venenosa.

Falhas Pastorais

É surpreendente que tantos eruditos cristãos, homens de posição considerável na igreja desconsiderem a verdadeira natureza da Maçonaria, seu caráter descaradamente pagão e subversivo e finjam que ela seja de algum modo compatível com a verdade bíblica. Em vez de exporem as trevas e a depravação da Maçonaria, eles permanecem silenciosos ou fazem declarações que minimizam ou obscurecem o mal que ela provoca, tanto ao próprio indivíduo quanto à sociedade em geral.

Muitas traduções da Bíblia foram feitas cuidadosamente para esconder o fato que os ídolos adorados pelos pagãos e condenados pelo Senhor Deus de Israel são, principalmente, postes-ídolos de Asera ou obeliscos reais. O Holman Bible Dictionary (Dicionário Bíblico de Holman, de 1991), é provavelmente singular em sua disposição de definir em termos claros o que todo cristão precisa saber sobre essa forma de idolatria. Ao contrário de muitos dicionários bíblicos, ele inclui uma definição sobre o termo "Obelisco" e mostra como ele aparece de forma proeminente na história do desobediente e rebelde Israel.

"Pilar de pedra usado na adoração, especialmente do deus-sol egípcio Amon-Rá (ou Ré). Com quatro lados e feitos de uma pedra, os obeliscos ficavam mais finos na parte superior, onde havia uma pequena pirâmide. Aparentemente, eles simbolizavam os raios do sol nascente e a esperança do Faraó por rejuvenescimento e nova vitalidade. Algumas vezes eles eram usados nos túmulos para representar a esperança da ressurreição. Um obelisco de quatro mil anos ainda está em pé na moderna Matariyed, a antiga Om. Outro obelisco foi transplantado para o Central Park, na cidade de Nova York. Muitos obeliscos foram construídos entre 1.500 e 1.100 AC. Alguns tinham mais de 30 metros de altura. O termo hebraico traduzido como estátuas em Jeremias 43:13 (ACF) significa pilar ou pedra monumental ("colunas do templo do sol", na NIV). O contexto egípcio sugere que os pilares eram na verdade obeliscos, possivelmente dedicados ao deus-sol Rá (ou Ré)."

A definição do Dicionário Holman da antiga cidade egípcia de Om, diz, em parte, o seguinte:

"Nome de um local egípcio que significa 'cidade do pilar', chamada em grego de Heliópolis, ou 'cidade do sol' e, em hebraico de Bete-Semes, 'cidade do sol' (Jeremias 43:13) e Áven. Era o centro de culto e adoração ao deus-sol Rá (Atum). Embora não fosse importante politicamente, a cidade tornou-se um centro religioso vital bem cedo na história do Egito. Localizada em Matariyeh, cerca de 8 km a nordeste da moderna Cairo, a cidade permaneceu como um centro de culto por muito tempo."

A Maçonaria é um reavivamento moderno do culto de Om, Áven, Bete-Semes ou Heliópolis. Ela transformou cidades como Roma, Londres, Nova York e Washington em "cidades do pilar" e "cidades do sol". As três primeiras têm obeliscos egípcios originais, que vieram da cidade de Om, ou Heliópolis, enquanto que Washington tem de longe o maior obelisco, ou Falo de Osíris, já construído.

Não é necessário possuir um diploma em Teologia ou em Estudos Bíblicos para ver que o Monumento a Washington é, aos olhos de Deus, uma ímpia abominação. Há tempo demais que os cristãos professos fizeram-se de cegos para a existência em seu meio de um gigantesco monumento a Osíris, uma obscenidade fálica que tem a intenção de blasfemar do Senhor Deus e colocar a população sob o encantamento de Baal.

Entretanto, a blasfêmia não termina aqui.

O Pilar de Jefferson

Aqueles que visitam a esplanada em Washington geralmente ficam perplexos a respeito de um pequeno monumento em pedra, situado a uma pequena distância da base do Monumento a Washington. Em uma foto aérea, ele aparece apenas como um pequeno ponto:

A Wikipedia, em seu artigo a respeito desse obscuro ornamento, inclui as seguintes informações:

"Pilar de Jefferson, Pedra de Jefferson, ou Pedra do Pilar de Jefferson, em Washington DC, marca o segundo meridiano preferencial dos Estados Unidos, embora nunca tenha sido oficialmente reconhecido, seja por proclamação presidencial, por resolução ou por ato do Congresso..."

"A pedra está na Esplanada Nacional, quase ao sul do centro da Casa Branca e da linha mediana da Rua 16, NW (noroeste), ao oeste do centro do edifício do Capitólio dos Estados Unidos, quase ao norte do centro do Memorial a Jefferson e 119 metros a noroeste do centro do Monumento a Washington."

"O monumento é um monólito de granito de 90 centímetros de altura, 70 de largura e 70 de comprimento, com linhas longitudinais e latitudinais insculpidas em sua superfície superior e com uma inscrição depredada insculpida em sua face ocidental, que diz:"

Posição do Pilar de
Jefferson erigido em 18 dez. 1804.
Recuperado e re-erigido em
2 dez. 1889.
(Quinta linha removida por uma talhadeira)
Distrito de Colúmbia

A quinta linha, que foi retirada da pedra por uma talhadeira, segundo se diz, incorretamente declarava: 'Sendo o ponto central do'"

"... Jefferson esperava que os Estados Unidos se tornasse cientificamente, bem como politicamente, independente da Europa. Portanto, ele desejava que a capital da nova nação contivesse um novo 'primeiro meridiano'..."

"Devido a erros quando o Pilar de Jefferson foi inicialmente construído ou quando foi substituído, seu centro está agora 67 centímetros ao sul da linha central do Capitólio."

"O marcador servia como um referencial quando a construção do Monumento começou, porém mais tarde desapareceu de vista."

"Em 1943, o Memorial a Jefferson foi completado ao sul da Casa Branca no Meridiano de Washington. Como resultado, o Pilar de Jefferson agora está em uma linha norte-sul que passa perto do centro da 'Casa do Presidente' e o memorial dedicado ao presidente de quem o pilar recebe o nome."

"Um artefato que algumas vezes causa confusão e que é frequentemente negligenciado pelos turistas, o Pilar de Jefferson é conservado hoje pelo Serviço Nacional dos Parques, sob sua unidade administrativa National Mall and Memorial Parks."

Dado que o Monumento a Washington é realmente um gigantesco santuário a Baal, proclamando sua soberania sobre tudo o que ele contempla, a localização de um bloco de pedra relativamente pequeno em sua base deve parecer um pouco intrigante, para dizer o mínimo. A partir da fotografia acima e as medidas informadas na Wikipedia, podemos ver que suas dimensões são muito similares às da Arca da Aliança. Se ele for visto como uma imitação grosseira da Arca, então seu significado é fácil de compreender. O grande Baal eleva-se acima da Arca, o local de habitação do Deus de Israel. Essa pequena pedra — "a rocha" — quase não é visível abaixo do grande colosso, o todo-poderoso Falo de Osíris.

Onde anterioriormente a pedra trazia a inscrição "Sendo o ponto central do" [Distrito de Colúmbia], ela agora tem um sulco horrível em toda a extensão horizontal, com suas palavras removidas da pedra de forma violenta. Onde mais podemos encontrar um monumento em um local público proeminente que tenha sido depredado desta forma? Não temos conhecimento de nem um outro.

Os babilônios estão dizendo que Baal-Osíris Reina! Eles estão dizendo que Cristo foi derrotado e o Deus de Israel humilhado diante da grandeza de Baal.

Esta é blasfêmia de uma ordem muito alta, em conjunção com um sítio dedicado à veneração nacional de Baal. Poderíamos também salientar que a inscrição, que teria sido insculpida por um mestre em trabalhos em pedra, contém dois erros de espaçamento muito óbvios que simplesmente destacam as palavras egípcias "ON" e "RE".

Conclusão

Os cristãos precisam acordar e compreender a malignidade que está em seu meio. Eles precisam ver que o Maligno não está do lado de fora das portas, tentando entrar, mas está bem estabelecido dentro dos muros e decidindo os assuntos da nação, de acordo com seu plano perverso para a humanidade.

Os pastores e ministros da Palavra de Deus, que deveriam bradar as advertências do alto dos telhados, estão sentados diante da televisão em suas salas de estar, assistindo aos filmes produzidos por Hollywood e às reapresentações das antigas comédias de situação. Eles deveriam expor as trevas de Osíris, que foram estendidas como um manto por todo o país. Eles deveriam exortar suas congregações a discernir os lobos que estão ao redor, os quais, como sempre, usam palavras aprazíveis e se disfarçam de ministros de luz. Em vez de esfregar suas mãos em calma satisfação, os pastores deveriam condenar com todas suas forças as obras perniciosas da Maçonaria e a Elite globalista ímpia que a está usando para preparar o caminho para o Anticristo:

"Todos os seus atalaias são cegos, nada sabem; todos são cães mudos, não podem ladrar; andam adormecidos, estão deitados, e gostam do sono." [Isaías 56:10].



Autor: Jeremy James, artigo em http://www.zephaniah.eu
Data da publicação: 5/2/2018
Transferido para a área pública em 22/4/2020
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/obeliscos.asp