O Pacto Global para a Migração e a Planejada Desestabilização dos Países Ocidentais

Autor: Jeremy James, Irlanda, 9/1/2019.

Alguns dos esquemas seguidos pela Elite governante são tão descarados e tão absurdos que é difícil acreditar que eles consigam levá-los adiante. Eles estão soltando rastros químicos na atmosfera sobre nossas cidades há décadas, porém de algum modo, essas longas linhas brancas no céu azul não chamam a atenção. Eles estão injetando retrovírus e outros contaminantes em nossas crianças há décadas, porém poucos pais sequer se preocupam em perguntar se essas vacinas causam mal ou não. Eles estão modificando geneticamente nossos alimentos, porém poucos consumidores param para considerar as implicações de longo prazo na saúde dessa prática insana. Eles estão suprimindo muitos tratamentos eficazes para o câncer, depreciando-os como "alternativos" ou "sem comprovação" e condenando publicamente qualquer profissional da área médica que peça que eles sejam testados de forma justa. Eles mantêm a indústria da pornografia em operação, deixando de bloquear o acesso a ela na rede mundial de computadores. E eles vendem opióides perigosos como "medicação", embora estejam matando mais pessoas a cada ano, somente nos EUA, do que morreram em toda a Guerra do Vietnã.

Eles continuam a aumentar a quantidade de radiação eletromagnética à qual a população, especialmente nossas crianças, está sendo exposta, até o ponto em que a implementação em âmbito nacional de 5G causará um drástico aumento na ocorrência do câncer e outros problemas de saúde sérios. Eles também estão aumentando a dívida nacional em uma velocidade que certamente destruirá o dólar dentro de mais ou menos dez anos. Eles permitiram que obrigações sem financiamento colossais se acumulassem na forma de assistência médica Medicare, previdência social, aposentadorias e pensões dos governos federal e estaduais, que excedem a dívida nacional. Eles criaram um gigantesco Estado de bem-estar social em que dezenas de milhões de cidadãos irados poderão causar distúrbios e agitações devastadores se seus pagamentos sofrerem atrasos por alguma razão. E assim por diante.

Não tentamos sequer listar os vários métodos de controle mental e de subversão psicológica que a Elite está usando para paralisar a vitalidade intelectual e espiritual dos países ocidentais.

O Rebanho

A Elite considera a humanidade como um rebanho que precisa ser selecionado e controlado. Eles acreditam que somente aquele que são "iluminados" podem transcender o nível dos animais, um processo conhecido somente pelas antigas dinastias, ou linhagens sanguíneas, que governam o rebanho por trás dos bastidores. Aos olhos deles, o homem comum é um bruto descartável, um cavalo de carga a ser explorado. Como eles agora têm muitos cavalos de carga, mais do que é necessário, o excedente precisa ser exterminado.

É disto que trata a "ciência" da Eugenia. Se algo assustar o rebanho e causar um estouro da boiada, a Elite poderá perder o controle. Eles precisam absolutamente garantir que isto nunca aconteça.

Por esta razão, eles querem avançar o mais rapidamente que for possível com o plano.

Os Campeões no Gerenciamento do Rebanho

Alguns dos intelectuais mais respeitados na sociedade britânica no século passado eram eloquentes proponentes desta visão. Considere, por exemplo, os seguintes comentários feitos pelo escritor H. G. Wells:

"E para o restante, aquelas multidões de negros, mulatos, brancos-sujos e amarelos, que não se encaixam nas novas necessidades da eficiência? Bem, o mundo é um mundo, não uma instituição de caridade, de modo que aceito que eles terão de partir. Todo o propósito e significado do mundo, da forma como vejo, é que eles terão de partir. Até aqui, eles não conseguiram desenvolver personalidades sadias, vigorosas e distintivas para o grande mundo do futuro, de modo que o destino deles será morrer e desaparecer." [pág. 317; H. G. Wells, Anticipations of the Reaction of Mechanical and Scientific Progress Upon Human Life and Thought, 1902].

Observe que esta opinião foi expressa em uma das obras de Wells que não é de ficção. O racismo inerente é verdadeiramente surpreendente — nenhuma figura pública de alta visibilidade hoje se atreveria a expressar esse tipo de opinião. Mas, cem anos atrás, a Elite era menos sigilosa a respeito de suas intenções.

O Plano de Ação para a Nova Ordem Mundial

O plano de ação para a Nova Ordem Mundial foi redigido muito tempo atrás, com opiniões e assistência de "luminares" como H. G. Wells, Bertrand Russell, J. B. S. Haldane, George Bernand Shaw, Aldous Huxley e outros intelectuais pagãos do Estamento Britânico, em consulta com seus correspondentes nos EUA, Alemanha e alguns outros países. Alguns deles foram muito abertos sobre o plano dos Illuminati para o governo mundial, presumivelmente para agitar as massas a aceitá-lo como a culminação natural do "progresso" humano. Eles gostam de vincular a possibilidade do governo mundial com a necessidade de controlar a sempre crescente população humana. Como era improvável que os países individuais restringinssem a fecundidade de seus próprios cidadãos, alguma forma de mandato totalitário teria de ser imposta. Aqui está como Bertrand Russell se expressou em 1924:

"Se, porém, um governo mundial for estabelecido, ele poderá achar adequado tornar as raças súditas também menos fecundas, e pode permitir que a humanidade solucione a questão populacional. Esta é outra razão para desejar um governo mundial." — [Icarus, or The Future of Science]

Ele então começa a explorar o tipo de resistência que provavelmente seria encontrada, chegando a admitir que o programa era fundamentalmente uma questão de Eugenia aplicada:

"Passando de quantidade para qualidade da população, chegamos à questão da Eugenia. Podemos talvez assumir que, se as pessoas crescerem menos supersticiosas, o governo adquirirá o direito de esterilizar aqueles que não são considerados desejáveis como pais. Esse poder será usado, a princípio, para diminuir a imbecilidade, uma questão muito desejável. Mas, provavelmente, com o tempo, a oposição ao governo será usada como prova de imbecilidade para que os rebeldes de todos os tipos sejam esterilizados. Epiléticos, tuberculosos, alcoólatras, etc. serão incluídos gradualmente; no fim, haverá uma tendência para incluir todos que não conseguirem passar nos exames escolares normais. O resultado será aumentar a inteligência média; no longo prazo, ela poderá ser grandemente aumentada."

Selecionando o Rebanho

Russell frequentemente recorria a um estilo frívolo de expressão para fazer suas ideias mais absurdas parecerem menos ameaçadoras. Isto é evidente na passagem citada anteriormente, onde ele defende a eliminação contínua dos membros geneticamente indesejáveis da população, como se estivesse discutindo a criação de gado. O uso que ele faz da palavra "esterilização" carrega o mesmo tom eugenista tenebroso que encontramos na citação de H. G. Wells, em que a frase "eles terão de partir" significa, na prática, a eliminação da população humana excedente e indesejável, por quaisquer meios que a Elite considerar necessários.

J. B. S. Haldane, um cientista britânico bem-conhecido daquela época, foi outro defensor da Eugenia e do governo mundial. A atitude sociopata e insensível que esses homens tinham em relação às "massas comuns" da humanidade pode ser vista na seguinte citação de um trabalho apresentado para a Sociedade dos Heréticos, na Universidade de Cambridge, na Inglaterra, em 1923. A Sociedade dos Heréticos foi fundada em 1909 como um foro para intelectuais dedicados à criação de uma Nova Ordem Mundial. Muitos importantes agentes dos Illuminati no Reino Unido, proferiram discursos diante dessa sociedade, incluindo Bertrand Russell, George Bernard Shaw, Aldows Huxley e John Maynard Keynes. A sociedade fechou as portas em 1932, presumivelmente para evitar revelar muito sobre seus verdadeiros objetivos:

"Não sugiro que um Estado-mundial [isto é, um governo mundial] surgirá a partir da Liga atual [a Liga das Nações, uma precursora da ONU] ... Observo simplesmente que há um desejo generalizado e organizado para essa instituição, e vários possíveis núcleos para ela. Outra guerra mundial poderá ser necessária, ou até duas, para converter a maioria. A perspectiva da próxima guerra mundial tem pelo menos esse elemento satisfatório." — [Daedalus, or, Science and the Future (Dédalo, ou Ciência e o Futuro)].

A Guerra Mundial Como uma Ferramenta de Coerção

A Elite organizou e financiou a Primeira Guerra Mundial para dissolver a velha ordem mundial e criar um protótipo para o governo mundial, conhecido como Liga das Nações. Quando os EUA decidiram não aderir (por que muitos senadores sabiam o que a Elite queria fazer), eles prepararam outra Guerra Mundial — à qual Haldane, que possuía informações privilegiadas, estava aludindo 15 anos antes de a guerra ter realmente iniciado! Isto levou à criação bem-sucedida de um segundo protótipo de governo mundial, a ONU (à qual os EUA se filiaram desde o início). Ele até se refere à possível necessidade de uma Terceira Guerra Mundial "para converter a maioria", como ele disse. A Elite sabe que as nações do mundo somente abrirão mão de sua soberania e aceitarão um governo mundial se forem forçadas a passar pelo trauma de mais um banho de sangue calamitoso e intercontinental. Os insensíveis comentários de Haldane revelam que a Elite estava fazendo planos para uma Terceira Guerra muito antes de terem iniciado a Segunda Guerra Mundial.

A ONU É uma Organização Sociopata

Isto pode parecer como uma longa introdução para um ensaio que trata da migração, mas é impossível (em nossa visão) apreciar a enormidade do que a ONU quer fazer, a não ser que vejamos que ela foi estabelecida como um veículo para impor ou facilitar a formação de um Governo Mundial. O que ela não conseguir alcançar via negociação e persuasão, alcançará de forma furtiva e sagaz. A ONU é administrada por indivíduos tirados das fileiras da Elite, homens e mulheres que operam dentro da mesma estrutura moral tenebrosa que as eminentes autoridades que citamos anteriormente.

Em resumo, a ONU é uma organização sociopata, que usará a guerra e o genocídio quando os outros métodos falharem. Considere, por exemplo, o assim chamado Conselho de Segurança, que é formado por quinze Estados-membros, cinco dos quais são permanentes. Esse conselho está supostamente dedicado a manter a paz mundial e preservar a soberania dos Estados-membros, porém em 17 de março de 2011, aprovou a invasão militar à Líbia e a derrubada do regime governante. A Líbia não estava ameaçando nenhum de seus vizinhos e era governada por um regime que respeitava mais os direitos e as liberdades de seus cidadãos do que muitos outros regimes na África e no Oriente Médio. A invasão da ONU levou à matança ilegal de milhares de líbios e à destruição em ampla escala de sua infraestrutura vital. O padrão de vida de milhões de cidadãos líbios caiu vertiginosamente e o país está passando por grande instabilidade política desde então. No curso dessa campanha bárbara, as forças invasoras saquearam as reservas de ouro da Líbia, estimadas em torno de 140 toneladas.

Que direito tinha a ONU de autorizar esta inacreditável violação da soberania de um país? Nenhum, é claro. A Carta da ONU proíbe qualquer ação desse tipo. Entretanto, no quartel-general de facto do comunismo mundial, os artigos formulados de forma ampla da Carta das Nações Unidas são rotineiramente interpretados para autorizar qualquer ação que seus principais membros queiram. Sempre que a Elite assim desejar, a Carta é usada como uma licença para matar.

Ruanda, Srebrenica e Abuso Sexual

Poderíamos examinar outras atrocidades em que a ONU esteve diretamente implicada, como o assassinato de mais de 800.000 pessoas inocentes em Ruanda, em 1994, um reinado de terror que as "tropas de paz" da ONU preferiram ignorar, ou o massacre em Srebrenica, em 1995, em que, mais uma vez, as "tropas de paz" da ONU ficaram de lado para facilitar a matança a sangue frio de mais de 8.000 homens e meninos. Poderíamos também examinar a ampla incidência de abuso sexual de crianças por funcionários da ONU, ou de equipes contratadas sob os auspícios da ONU, em praticamente todos os países em que a ONU tem operações em campo. Esses abusos são realizados com impunidade pelos perpetradores, seguros no conhecimento que o quartel-general marxista em Nova York nada fará a respeito. Ou, poderíamos explorar a extensa corrupção dentro da própria ONU, o mal uso dos fundos, os subornos, a contabilidade fajuta e as ocultações que ocorrem. Mas, não iremos fazer isto. Estaremos satisfeitos simplesmente em observar que tudo isto está acontecendo diante dos olhos do mundo, porém a grande mídia continua a retratar essa organização subversiva e sociopata como uma coisa boa.

Reproduzimos abaixo o enorme mural na câmara do Conselho de Segurança da ONU, em Nova York. Ele está repleto de simbolismo ocultista e gnóstico, sendo o mais óbvio a fênix da Nova Ordem Mundial no centro, levantando-se das cinzas de velha ordem mundial. A sala provavelmente é singular, tendo sido visitada por mais chefes de Estados e líderes de governos do que virtualmente qualquer outra sala no mundo. É aqui que a Elite (ou seus marionetes) se reúnem para "legalizar" vários aspectos de seu esquema de destruir nações soberanas, sobrecarregar a humanidade com regras e regulamentações insuportáveis, impor sistemas totalitários de controle, autorizar a esterilização em massa e o genocídio, criar os pontos críticos que definirão o teatro (ou teatros) da próxima guerra mundial e preparar o cenário para o vindouro Governo do Mundo Unificado.

O Pacto de Migração da ONU

Uma vez que compreendemos os reais objetivos da ONU, a desonestidade de seus métodos e sua insensível desconsideração pelo bem-estar das nações, podemos melhor compreender por que ela está agora endossando um conjunto de políticas — dentro de seu assim-chamado Pacto para a Migração — que infligirá sérios danos de longo prazo sobre as economias do mundo ocidental, diluirá suas populações étnicas autóctones, solapará suas culturas tradicionais, privará muitos de seus cidadãos de seus direitos e fomentará uma aguda instabilidade civil.

Como um instrumento de transformação social, o Pacto não tem igual. Ele fraturará o fulcro social de toda nação soberana que for tola o suficiente para adotá-o. Suas muitas propostas de longo alcance são apresentadas com extraordinária arrogância, não como proposições convincentemente discutidas, mas como decretos emitidos por um corpo governante que espera plena e imediata conformidade.

Apesar disto, virtualmente nada foi dito às nações do mundo a respeito do Pacto. A grande mídia não analisou seu conteúdo nem suas implicações. Portas-vozes do governos e representantes parlamentares nos principais países afetados — EUA, Canadá, Austrália e os 27 países membros da União Europeia — não fizeram esforços para alertar seus cidadãos para a gravidade do que está prestes a acontecer. Com exceção de apenas alguns poucos países e sem consultas de qualquer tipo, os líderes políticos dos Estados-membros da ONU — cerca de 180 no total — prenderam seus cidadãos em um acordo internacional que, ao longo das próximas 2-3 décadas, transformará o cenário político e social na Europa e nas Américas.

O Que o Pacto Envolve

O Pacto detalha um novo conjunto de requisitos referentes à migração que os Estados-membros devem implementar rapidamente por meio de legislação interna. Embora o Pacto não possa ser imposto sob a Lei Internacional, ele será, apesar disso, interpretado pelos tribunais locais como um acordo vinculante em qualquer país que tenha endossado o Pacto [Pacto Global para a Migração Segura, Ordeira e Regular]. (Todos os países, exceto seis, o ratificaram em Marraquexe, Marrocos, em 19 de dezembro de 2018.).

Antes de examinar o Pacto em detalhes (veja a seção "Detalhes Específicos"), precisamos ver os procedimentos que existiam antes de 19 de dezembro de 2018. Dentro da Lei Internacional, bem como dentro dos princípios constitucionais que operam na maior parte do mundo desenvolvido há mais de um século, um país era um território definido geograficamente, cujas leis eram definidas exclusivamente pela população que reside dentro das fronteiras daquele território. Os filhos de seus cidadãos recebem cidadania (são "nacionalizados") no nascimento. Um cidadão que se casar com o cidadão de outro país ("um estrangeiro") pode solicitar que seu cônjuge seja naturalizado. Isto normalmente é concedido, sujeito apenas ao cumprimento de condições normais, conforme definidas pela lei interna. Da mesma forma, os cidadãos que adotam uma criança de um país estrangeiro podem naturalizar a criança, de acordo com os procedimentos estabelecidos na lei interna. Em geral, todas as outras pessoas que quiserem entrar no país têm de atender às rígidas exigências de entrada, conforme especificadas na lei interna, antes que possam fixar residência permanente ou procurar emprego. A posse de um passaporte é considerado como o símbolo reconhecido internacionalmente que o portador é cidadão de um determinado país, que ele está protegido e que está sujeito às leis daquele país, e que a embaixada (ou consulado) relevante será contactado em todas as questões que se referem ao status oficial do indivíduo, enquanto ele estiver em solo estrangeiro.


Se você tem pais ou avós irlandeses, pode se qualificar para a cidadania e um passaporte irlandês. Seus pais ou avós conquistaram esse direito para você. Somos agradecidos a eles por construírem nosso país e por tornarem isto possível.

Entretanto, se você for um estrangeiro que estiver procurando um emprego melhor remunerado ou os benefícios gratuitos do Estado, não precisa disso. Basta entrar em nosso país e solicitar moradia, alimentação, um auxílio financeiro, educação, treinamento e benefícios de assistência médica.

Como isto é possível? Pergunte aos nossos políticos enganosos, mentirosos e venais.

Não há nada complicado aqui. Isto funciona com sucesso em todo o mundo há mais de um século. Isto protege consistemente os cidadãos em trânsito de um país para outro e facilita a realização ordeira de negócios entre os países. A explosão no crescimento das viagens internacionais, que ocorreu desde 1970, não teria sido possível sem o "sistema de passaporte" (como podemos chamá-lo).

Os pontos fundamentais a observar sobre o sistema de passaporte são:

  1. Ninguém pode viajar sem possuir um passaporte.

  2. Cada país, por sua vontade, reconhece o passaporte de outro país.

  3. Uma solicitação de residência, ou de emprego, precisa ser apresentada ao país relevante e ser formalmente aprovada para que o solicitante possa viajar para aquele país.

  4. Visitas de curto prazo a outro país são permitidas quando ambos os países têm acordos formais bilaterais para permitir essas visitas. Algumas vezes, esses países podem exigir a posse de um visto de entrada.

  5. Os procedimentos de 1-4 acima são, algumas vezes, dispensados pelo segundo país (o receptor) quando o indivíduo pode apresentar evidência que é um refugiado, isto é, alguém que está fugindo de perigo individual imediato no primeiro país. A maioria dos países têm uma base legal para oferecer "status de refugiado" nesses casos. Isso permite que o indivíduo resida temporariamente no segundo país até que a crise em seu país natal tenha atenuado, quando então ele é enviado de volta ("repatriação").


O Grand Hotel em Wicklow Town, um importante centro do turismo na Irlanda, está sendo tomado pelo Estado para abrigar os migrantes. Existem atualmente 35 centros de "Provisão Direta" em toda a Irlanda, em que os migrantes econômicos são atendidos pelo Estado até que ingressem na comunidade, quando então continuarão a ser atendidos pelo Estado com o fornecimento de moradia social e benefícos de bem-estar social, escola e assistência à saúde gratuitos.

Atualmente, cerca de 19% da população da Irlanda nasceu no exterior. Essa proporção deverá crescer drasticamente. Os leitores irlandeses são incentivados a conferir os excelentes vídeos no canal de Gemma O'Doherty no YouTube. A entrevista dela com John Waters é muito instrutiva.

O Pacto de Migração da ONU Muda Tudo

O Pacto de Migração da ONU faz mudanças radicais no sistema de passaportes. Termos e conceitos-chaves são completamente redefinidos e muitos procedimentos que existem há muito tempo dentro da Lei Internacional são simplesmente descartados.

As principais modificações são as seguintes:

  1. Toda pessoa na Terra tem o direito de migrar para qualquer país de sua escolha. Este é um conceito revolucionário com sérias implicações para a estabilidade nacional.

  2. O conceito de "refugiado" é misturado com o de "migrante". Qualquer um que viajar, ou quiser viajar, de um país para outro, por qualquer razão, e viver indefinidamente naquele país, é agora considerado um "migrante".

  3. O conceito de "fronteira" nacional, como uma linha que define o território soberano e inalienável de um país, é grandemente irrelevante dentro do Pacto. Uma fronteira nacional é agora similar a uma linha estadual nos EUA, que define o território dentro do qual suas leis são aplicadas, mas que não restringe a movimentação de pessoas para dentro ou para fora do estado.

  4. Dentro do sistema de passaporte, um Estado soberano pode recusar a entrada de qualquer pessoa, sem apresentar uma razão. Este era um direito absoluto que cada Estado soberano podia exercer de acordo com sua própria vontade. Esse direito agora está abolido. (Presumivelmente, os migrantes com um conhecido registro criminal poderiam ter sua entrada recusada, mas nem mesmo essa prerrogativa básica é garantida pelo Pacto.)

  5. Todo país precisa anunciar os serviços e facilidades que oferece para os novos migrantes, não somente por meio de uma página dedicada na Internet, mas também publicando anúncios em jornais de outros países.

  6. Cada país precisa fazer todos os esforços para facilitar a passagem segura de todo migrante, desde o tempo em que ele deixar seu "próprio" país até o tempo que chegar ao seu destino. Ao chegar, ele tem direito a quaisquer serviços e facilidades que o país tenha anunciado em sua página na Internet. Isso deve incluir acomodação segura, alimentação, roupas e outros benefícios, bem como um auxílio monetário regular e a oportunidade de frequentar cursos e classes destinadas a integrá-lo em seu novo país. Esses benefícios devem incluir um curso do idioma, se necessário, e cursos destinados a desenvolver habilidades vocacionais. Esses mesmos benefícios devem ser oferecidos a cada um de seus filhos, se ele estiver viajando com eles. Benefícios de assistência médica também devem ser fornecidos e escola em tempo integral para cada criança. O país também deve fornecer um meio eficiente e de baixo custo pelo qual os migrantes possam remeter dinheiro para seus países de origem.

É alguma maravilha que a grande mídia não esteja falando nada sobre isto? Isto é uma fantasia marxista, um sistema orquestrado de roubo ("redistribuição da riqueza" na terminologia marxista) em uma escala nunca antes tentada fora das condições de guerra. Na verdade, isto poderia ser qualificado como guerra por outros meios, a invasão de um país por outro (sem disparar um tiro) e a apropriação compulsória de seus bens.

Para o caso de o leitor duvidar se o Pacto é realmente extremista assim, veremos agora alguns de seus artigos.

Detalhes Específicos

Logo de início, vamos observar que a palavra "ilegal" não aparece em parte alguma do documento, enquanto que a palavra "criminoso" ocorre somente duas vezes. Não existem termos ou expressões em parte alguma de suas 34 páginas para sugerir que um migrante possa ser qualquer outra coisa que um ativo cultural, social, econômico e ordeiro, cuja chegada deve ser bem recebida com braços abertos. É assumido em todo o documento que o país recebedor — que abrigará, alimentará, educará, protegerá e dará assistência médica a todo migrante e sua família de forma indefinida — não terá dificuldades em encontrar os recursos para fazer isso, que seus próprios cidadãos não sofrerão perda nos padrões de vida como resultado dessa transferência de renda, que todo migrante eventualmente encontrará emprego bem-remunedado e que os recém-chegados se integração harmoniosamente no tecido social do país. As chocantes realidade de tensão racial e instabilidades sociais — que quase invariavelmente acontecem após deslocamentos populacionais e a forçada coexistência — são completamente ignorados.

O documento se parece, por um lado, como um ensaio utópico escrito por uma criança e, por outro lado, como um manual para anarquia redigido por um marxista. É difícil dizer qual de suas 34 páginas é a mais arrogante, a mais cínica, a mais irrealista, ou a que mais absurdamente insulta a inteligência dos leitores. Várias páginas receberiam uma nota muito alta em todos esses quesitos.

Aqui estão apenas alguns excertos literais (em negrito) com nossos comentários para cada um:

"Os refugiados e migrantes têm direito aos mesmos direitos humanos universais e liberdades fundamentais, que precisam ser respeitados, protegidos e cumpridos o tempo todo." (pág. 2).

Os "mesmos" direitos de quem? Certamente não dos cidadãos dos países cujos direitos estão sendo despedaçados pelo Pacto. A forçada redistribuição de riqueza é Marxismo e não tem absolutamente nada que ver com direitos humanos ou liberdades fundamentais.

"A migração tem sido parte da experiência humana em toda a história e reconhecemos que ela é uma fonte de prosperidade, inovação e desenvolvimento sustentável em nosso mundo globalizado e que esses impactos positivos podem ser otimizados melhorando a governança da migração... a migração é um aspecto definido do nosso mundo globalizado, conectando sociedades dentro e entre todas as regiões, fazendo de nós todos países de origem, de trânsito e de destino." (pág. 2).

Esta proposição é uma total bobagem. Historicamente, a migração sempre esteve cercada por incertezas, frequentemente envolvendo o deslocamento de uma população por outra, a criação de guetos e exploração econômica. Além da migração de europeus para os EUA e Canadá no século 19, quando vastos territórios estavam disponíveis para assentamento e cultivo, a história oferece poucos exemplos em que a migração em larga escala poderia ser descrita como "fonte de prosperidade". O Pacto não fornece evidência alguma para apoiar sua afirmação que seus artigos "otimizarão" aquilo que ele chama de "impactos positivos". Ao contrário do que diz o documento, a escala de migração em seus artigos terão o efeito oposto, extraindo riqueza e recursos daqueles que os ganharam.

"Precisamos garantir que os migrantes atuais e potenciais estejam plenamente informados sobre seus direitos, obrigações e opções para a migração segura, ordeira e regular, e que estejam cientes dos riscos da migração irregular. Também precisamos fornece a todos nossos cidadãos acesso à informações claras, objetivas e baseadas em evidências, a respeito dos benefícios e desafios da migração, com vistas a dissipar as narrativas enganosas que geram percepções negativas a respeito dos migrantes." (pág. 3).

A primeira sentença é tão irracional que é necessário lê-la várias vezes para conseguir entender o que quer dizer. Existem 8 bilhões de "migrantes potenciais" na Terra, todos os quais terão de ser "plenamente informados" de seu "direito" de migrar e todas as opções que estão disponíveis para eles. A segunda sentença somente faz sentido quando a pessoa discerne seu principal propósito, isto é, suprimir qualquer crítica do Pacto em nível nacional. Como tal, ela pode (e irá) ser usada para marcar como discurso de ódio qualquer análise realista de seus artigos insidiosos e o impacto que eles terão sobre as comunidades locais. Assim, qualquer discussão da natureza racista do Pacto e dos muitos modos como ele viola os direitos da população autóctone será proibida na mídia nacional.


"E sucederá naquele dia, diz o SENHOR, que ... destruirei as cidades da tua terra, e derrubarei todas as tuas fortalezas; e exterminarei as feitiçarias da tua mão; e não terás adivinhadores; e destruirei do meio de ti as tuas imagens de escultura e as tuas estátuas; e tu não te inclinarás mais diante da obra das tuas mãos. E arrancarei os teus bosques do meio de ti; e destruirei as tuas cidades. E com ira e com furor farei vingança sobre os gentios que não ouvem." [Miquéias 5:10-15].


É abundantemente claro, a partir destas estatísticas oficiais, baseadas no Censo da Irlanda de 2016, que a fertilidade do irlandês autóctone ("Irlandês" na tabela acima) está muito abaixo da taxa de crescimento (migração e fertilidade) das categorias não-irlandesas. Compare a caixa azul superior com aquela que está abaixo dela! A contribuição total do irlandês autóctone com o aumento médio anual na população como um todo é extremamente baixa. Esses números revelam que, mesmo sem o Pacto Global para a Migração, da ONU, a dominância da população irlandesa autóctone está sendo rapidamente erodida. Depois que o Pacto entrar em vigor e a migração para dentro do país se acelerar por um fator de 2 ou 3 (talvez mais), o irlandês autóctone será uma minoria em seu próprio país antes de 2050. A Irlanda que existe hoje deixará de existir.

O Marxismo prospera com censura deste tipo e nunca é lento para silenciar a dissenção. Podemos esperar que qualquer um que tente fazer séria oposição a esse decreto estalinista enfrentará terríveis ataques ao seu caráter e até perseguição criminal por discurso de ódio, ou alguma outra infração igualmente fabricada.

"Nenhum país pode tratar os desafios e oportunidades deste fenômeno global sozinho." (pág. 3).

Vemos aqui a primeira das muitas ocorrências no documento em que seus autores exploram a falsa suposição que a migração em massa é (a) maravilhosa e (b) inevitável, quando na realidade não é uma coisa nem outra. A migração em massa causa interferências sociais e econômicas, imensa privação pessoal para muitos e, geralmente, termina criando fraturas no país receptor que podem demorar gerações para sarar. Ela também prejudica os países do terceiro mundo, extraindo deles alguns de seus melhores e mais brilhantes profissionais. E ela certamente não é inevitável, exceto quando elementos militaristas entre as potências ocidentais destróem países pacíficos, como a Síria, Iraque, Líbia e Iêmem. O Marxismo prospera na discórdia. Dado o papel que a ONU exerce assistindo esses elementos, por meio do Conselho de Segurança e de outras formas, sabemos que ela continuará a fazer tudo o que puder — tanto de forma visível quanto por baixo dos panos — para promover esse "fenômeno global".

"É com este senso de propósito comum que damos este passo histório, plenamente conscientes que o Pacto Global para a Migração Segura, Ordeira e Regular é um marco, mas não o fim dos nossos esforços. Nós nos comprometemos a continuar o diálogo multilateral nas Nações Unidas por meio de análises e acompanhamentos periódicos e eficazes." (pág. 3).

A entonação aqui é similar à linguagem usada nos pronunciamentos oficiais da Coreia do Norte, em que o Grande Líder promete alegrias e prosperidade em seus discursos para a população inerte. O Pacto é certamente um "passo histórico" no Plano de demolir as nações e trazer uma Nova Ordem Mundial. A ONU King Kong fará isto acontecer.

"O Pacto Global reafirma o direito soberano dos Estados de determinar sua política nacional de migração e suas prerrogativas para criar leis de migração dentro de suas jurisdições, em conformidade com a Lei Internacional." (pág. 4).

Esta é uma mentira descarada. O Pacto faz exatamente o contrário. Os marxistas frequentemente prometem liberdade, quando planejam escravizar, e prometem democracia quando estão impondo um sistema totalitário. Aqui, eles "reafirmam" o direito dos Estados soberanos decidirem suas políticas de migração, quando, na verdade, estão descaradamente removendo esse mesmo direito. Além disto, eles têm a arrogância de implicar que a ONU tem a autoridade de decidir quanto controle um Estado soberano deve possuir sobre suas próprias fronteiras!

"O Pacto Global está baseado na Lei Internacional dos Direitos Humanos e mantém os princípios da não-regressão e não-discriminação. Implementando o Pacto Global, garantimos o respeito, proteção e cumprimento eficazes dos direitos humanos de todos os migrantes, independente de seus status de migração, em todos os estágios do ciclo de migração." (pág. 4).

O documento não menciona que "a Lei Internacional dos Direitos Humanos" é definida pela própria ONU! Assim, na verdade, o Pacto está simplesmente levando adiante o Plano já feito pela ONU. O conceito de "direitos humanos", sob a ONU é o mesmo que o da China comunista, onde os direitos do indivíduo são prescritos pelo Estado. Esses direitos prescritivos podem mudar a qualquer momento e são cercados com tantas qualificações que não são "direitos" realmente, mas um código de comportamento aprovado pelo Estado.

Na realidade, todos nossos direitos derivam do Senhor Deus, que fez cada um de nós, porém a ONU não reconhece nenhum desses direitos. O "deus" da ONU é o "anjo de luz" (Lúcifer) honrado em sua assim chamada Sala de Meditação, não o Senhor Deus da Bíblia. A religião promovida e endossada pela ONU é o sistema ocultista da Teosofia, formulada pela bruxa russa Helena Petrovna Blavatsky (1831-1891) e elaborada extensivamente por outra bruxa e canalizadora da Nova Era, uma mulher inglesa chamada Alice Bailey (1880-1949). [Veja a seção a seguir, "A ONU Está Preparando o Mundo Para Aceitar o Anticristo".].

"Estabelecer políticas abrangentes e desenvolver parcerias que forneçam aos migrantes em situação de vulnerabilidade, independente de seu status de migração, com o suporte necessário em todos os estágios da migração, por meio de identificação e assistência, bem como proteção de seus direitos humanos, em particular nos casos relacionados com mulheres em situação de risco, crianças, especialmente aquelas desacompanhadas ou separadas de suas famílias, membros de minorias étnicas ou religiosas, vítimas de violência, incluindo violência sexual ou com base em gênero, pessoas idosas, pessoas com deficiências físicas, pessoas que sofrem algum tipo de discriminação, povos indígenas, trabalhadores que enfrentam exploração e abuso, trabalhadores domésticos, vítimas de tráfico humano, e migrantes sujeitos à exploração e abuso no contexto do tráfico de migrantes." (pág. 14).

Temos aqui mais fantasias marxistas, onde pessoas que chegam em grande número às nossas fronteiras — sem serem convidadas e sem serem desejadas — devem receber todos os tipos de confortos, privilégios, proteções e assistências que a ONU exigir. Isto precisará ser pago pelos contribuintes, que podem eles mesmo não usufruir de serviços similares. Além disso, o país hospedeiro precisa realmente fornecer "o suporte necessário em todos os estágios da migração", ou presumivelmente os cidadãos da Irlanda, por exemplo, deverão abrir escritórios locais na África Subsaariana e em todo o Oriente Médio para oferecer esse tipo de suporte no estágio inicial de migração. É difícil de acreditar. Sem dúvida, toda essa transferência de renda empobrecerá grandemente o povo da Irlanda.

Ler o Pacto é como assistir a uma peça de teatro que está sendo encenada ao ar livre e ser solicitado a tratar aquilo como realidade. Talvez alguns transeuntes, distraídos em seus pensamentos, possam olhar de longe e achar que aquilo é um evento real. Eles precisarão de alguns instantes para perceberem o que está acontecendo. Infelizmente, muitos lerão o texto deste Pacto e não verão o que ele realmente é — um conto de fadas marxista com um final horroroso.

"Incorporar as necessidades de saúde dos migrantes nas políticas e planos de assistência à saúde locais e nacionais, fortalecendo as capacidades de fornecimento de serviços, facilitando o acesso a um preço acessível e não-discriminatório, reduzindo as barreiras de comunicação, treinando os fornecedores de assistência à saúde na prestação de serviços culturalmente sensíveis, de modo a promover a saúde física e mental dos migrantes e comunidades em geral, incluindo levar em consideração as recomendações relevantes da Estrutura de Prioridades e Princípios Orientadores para Promover a Saúde dos Refugiados e Migrantes, da Organização Mundial de Saúde (OMS)." (pág. 23).

Para qualquer um que viva na Irlanda, esse artigo parecerá como um insulto cuidadosamente estruturado. Ele seguramente será visto na mesma forma em qualquer país em que os custos da saúde estão aumentando muito e a qualidade dos serviços médicos está em queda. Por exemplo, na Irlanda, idosos octagenários e nonagenários são rotineiramente deixados em macas nos corredores dos hospitais a noite toda, por que não existem leitos disponíveis para eles. Muitos estão morrendo nessas condições. Apesar disso, os fabulistas marxistas em Nova York e os charlatães traidores no nosso próprio governo esperam que o contribuinte irlandês financie serviços para estrangeiros que nós mesmos não temos.

Temos aqui mais um exemplo da tremenda arrogância da Nova Ordem Mundial e da mentalidade patológica que está por trás dela.

"Fornecer educação de qualidade inclusiva e igualitária para as crianças e jovens migrantes, bem como facilitar o acesso às oportunidades de educação continuada, incluindo o fortalecimento das capacidades dos sistemas de educação e facilitando o acesso não-discriminatório para o desenvolvimento infantil, escolaridade formal, programas de educação não-formais para as crianças para as quais o sistema formal não está acessível, treinamento vocacional e no trabalho, educação técnica, treinamento em idiomas, bem como patrocinar parcerias com todos aqueles que possam apoiar esses esforços." (pág. 23).

Mais do mesmo. Os recursos que são necessários para educar nossas próprias crianças serão desviados (sem nosso consentimento) e usados para fornecer "acesso às oportunidades de educação continuada" para um fluxo infindável de crianças de um número não especificado de países estrangeiros.

"Também nos comprometemos a proteger a liberdade de expressão de acordo com a Lei Internacional, reconhecendo que um debate aberto e livre contribui para uma compreensão abrangente de todos os aspectos da migração." (pág. 24).

Outra mentira descarada. Nunca houve e nunca haverá um "debate livre e aberto" a respeito da migração. Os governos corruptos que apoiam este documento vil garantirão isto.

"Promover reportagens independentes, objetivas e de qualidade dos canais da mídia, incluindo informações baseadas na Internet, sensibilizando e educando os profissionais de mídia a respeito das questões e terminologias relacionadas com a migração, investindo em padrões éticos de reportagens e de propaganda, e interrompendo a alocação de verbas públicas ou materiais de suporte para os canais de mídia que sistematicamente promovem a intolerância, a xenofobia, o racismo e outras formas de discriminação em relação aos migrantes, em total respeito pela liberdade da mídia." (pág. 24).

Este artigo do Pacto tem o objetivo de enrijecer o debate público sobre o impacto da migração e penalizar qualquer um, especialmente os canais de mídia, que continuem a fazer perguntas inconvenientes. O Estado também reservará verbas públicas — nosso dinheiro, é claro — para propagar a propaganda pró-migração e instilar na mente popular a noção que opiniões adversas sobre a migração são racistas, intolerantes, ofensivas e discriminatórias. A ameaça de "discurso de ódio" pairará continuamente no segundo plano, fazendo pessoas que de outra forma são racionais a não dizerem coisa alguma, para não falarem demais. Esta tática do medo é tão eficaz hoje quanto era na Alemanha Oriental nos tempos da Stasi, ou no Chile durante o governo Pinochet.

"Estabelecer mecanismos para prevenir, detectar e responder à criação de perfis religiosos, étnicos e raciais dos migrantes pelas autoridades públicas, bem como casos sistemáticos de intolerância, xenofobia, racismo e todas as outras múltiplas e cruzadas formas de discriminação, em parceria com Instituições Nacionais dos Direitos Humanos, incluindo o rastreamento e publicação das análises de tendências e garantindo o acesso à reclamação eficaz e mecanismos de correção." (pág. 25).

Temos aqui referência à introdução de mecanismos específicos na lei interna para silenciar a livre expressão e colocar na mira os cidadãos que são audaciosos na defesa de seus próprios filhos. Nosso país foi construído com o trabalho e dedicação altruístas dos nossos pais e avós, homens e mulheres que lutaram para legar seu patrimônio adquirido arduamente para a próxima geração. Eles ficariam horrorizados se soubessem que uma grande parte disso seria roubado pelos políticos e entregue aos filhos de pessoas que vivem em outra parte do mundo. Se isto não for roubo e apropriação indébita, então é difícil saber o que é.

Poderíamos apresentar muitos outros excertos do Pacto que são de uma natureza similar, todos exalando a mesma arrogância e desconsideração pelo absoluto direito dos países soberanos de governarem a si mesmos.


"Ouvimos da soberba de Moabe, que é soberbíssimo, como também da sua arrogância, e da sua vaidade, e da sua altivez e do seu orgulhoso coração." [Jeremias 48:29].

A ONU Está Preparando o Mundo para Aceitar o Anticristo

A Organização das Nações Unidas financia diversas organizações não governamentais (ONGs), órgãos criados sob o guarda-chuva da ONU para fazer avançar seus objetivos sem atrair muita atenção. Uma dessas é a Lucis Trust, que opera principalmente por meio de sua organização de fachada, World Goodwill (Boa Vontade Mundial).

O texto seguinte foi copiado da página oficial da Lucis Trust na Internet:

"A Lucis Trust foi fundada por Alice e Foster Bailey como um veículo para patrocinar o reconhecimento dos princípios espirituais universais no centro de todo trabalho para construir relações certas. Ela foi aberta oficialmente no Estado de Nova Jersey, EUA, em 5 de abril de 1922. Uma companhia limitada separada, a Lucis Trust Ltd. foi fundada como uma obra de caridade educacional e aberta no Reino Unido em 1935. Em 1951, a Lucis Trust foi aberta como uma entidade legal na Suíça, com escritório em Genebra."

"Uma editora, inicialmente chamada de Lucifer Publishing Company, foi criada por Alice e Foster Bailey no Estado de Nova Jersey, EUA, em maio de 1922, para publicar o livro Initiation Human and Solar (Iniciação Humana e Solar). O antigo mito de Lúcifer refere-se ao anjo que trouxe a luz ao mundo, e é assumido que o nome foi dado à editora em honra a uma publicação, que tinha sido editada por diversos anos pela fundadora da Sociedade Teosófica, H. P. Blavatsky. Em pouco tempo, tornou-se claro para os Baileys que alguns grupos cristãos tradicional e erroneamente identificam Lúcifer com Satanás e, por esta razão, o nome da editora foi alterado em 1924 para Lucis Publishing Company."

Portanto, eles não escondem o fato que Lúcifer é tido em alta honra dentro da organização. H. P. Blavatsky foi uma luciferiana, como também Alice Bailey. As obras delas foram canalizadas de entidades espirituais que ditaram suas filosofias para que fossem disseminadas por todo o mundo. O plano transmitido é aquele que Satanás parece estar usando para preparar um Governo do Mundo Unificado, com as Nações Unidas como seu principal trampolim. Aqui está como Bailey explicou em um de seus muitos livros (ela está canalizando um demônio que chamava a si mesmo de Djwhal Khul):

"Dentro das Nações Unidas está o germe e a semente de um grupo grande, internacional e meditativo — um grupo de homens e mulheres informados e que pensam, em cujas mãos está o destino da humanidade. Isto está em grande parte sob o controle de muitos discípulos do quarto raio, se você puder compreender isto, e o ponto de foco meditativo deles é o Plano Búdico — o plano no qual toda a atividade hierárquica hoje pode ser encontrada." — [Alice B. Bailey, Discipleship in the New Age (Discipulado na Nova Era), Lucis Press, 1955, Vol. II, pág. 220.].

Tantos da geração mais jovem já foram corrompidos pelos livros da série Harry Potter — que estão fortemente baseados em fontes ocultistas reais — que eles não veem perigo algum naquilo que Bailey está dizendo. Nossos avós teriam ficado chocados, pois saberiam que isto é demoníaco, porém a sociedade ocidental já foi tão profundamente doutrinada com ideias de Nova Era que poucos hoje conseguem discernir a verdadeira mente que está por trás de todo este programa.

Os relatórios e seminários da Boa Vontade Mundial estão recheados com citações de Alice Bailey. A bruxa inglesa é vista como a fonte e origem de todo conhecimento e verdade. A Lucis Trust (por meio da Boa Vontade Mundial) faz um ponto especial de alcançar as crianças e influenciar a entonação e conteúdo dos livros escolares e materiais didáticos. É por isto que muitos países ocidentais estão agora usando um currículo educacional que tem o objetivo de transformar nossas crianças em "cidadãos do mundo". A Boa Vontade Mundial cita Bailey:

"Precisamos desenvolver as novas atitudes e técnicas que farão a criança se encaixar para uma vida completa e torná-la verdadeiramente humana — um membro criativo e construtivo da família humana. O melhor de tudo que é passado precisa ser preservado, mas somente deve ser considerado como um fundamento para um sistema melhor e uma abordagem mais sábia para o objetivo da cidadania mundial." — [Alice Bailey, Education in the New Age, Lucis Trust, 1954].

Os Embaixadores da Boa Vontade da ONU são mencionados de tempos em tempos na mídia e são escolhidos a partir do mesmo estábulo. Eles são pagãos de Nova Era, dedicados à introdução de uma Nova Ordem Mundial, onde todos são "cidadãos do mundo" e onde o Cristianismo bíblico tradicional foi completamente substituído por uma falsificação paganizada. O "Cristo" dessa nova religião, cujo reaparecimento seus membros estão aguardando, NÃO É Jesus Cristo de Nazaré, mas aquele a quem a Lucis Trust e Alice Bailey chamam de "O Cristo". Os cristãos nascidos de novo o conhecem como o Anticristo descrito na Bíblia. O seguinte pode ser encontrado na página da Lucis Trust na Internet (http://www.LucisTrust.org) em uma seção intitulada "World Goodwill literature online":

Preparação para o Reaparecimento do Cristo

"Quando os homens sentem que já exauriram todos seus próprios recursos e chegaram a um fim de todas suas próprias possibilidades inatas e que os problemas e condições que os confrontam estão além da capacidade deles de solucionar ou tratar, eles estão aptos para procurarem um intermediário divino e pelo Mediador que defenda a causa deles com Deus e que traga um resgate. Eles procuram um Salvador. Esta doutrina dos Mediadores, dos Messias, dos Cristo e dos Avatares pode ser encontrada, passando como um fio dourado, por todas as fés e Escrituras do mundo inteiro e, com relação a essas escrituras mundiais para alguma fonte central de emanação, elas são encontradas em rica abundância em toda parte. Até mesmo a alma humana é considerada como uma intermediária entre o homem e Deus; incontáveis milhões creem que Cristo atua como o mediador divino entre a humanidade e a divindade."

Como membros de famílias que são luciferianas há várias gerações, essas pessoas desprezam Jesus Cristo de Nazaré. O "Cristo" que elas têm em mente é similar a um Avatar hindu, um dos assim chamados Mestres Ascencionados, que retorna à Terra para elevar a humanidade para o estado iluminado. Aparentemente, é assim que Satanás pretende enganar a humanidade e levá-la a aceitar e adorar seu "filho encarnado" como o Cristo. (Na língua grega do texto bíblico, Anticristo significa "no lugar de Cristo", que é exatamente o que essa falsificação satânica será.).

A ONU até promove a assim chamada oração que os bruxos de Nova Era usam para apressar a chegada de seu falso cristo. A "oração" é conhecida como o "A Grande Invocação" e foi canalizada por um demônio para Alice Bailey. A ONU também designou um dia especial para esse propósito — O Dia da Invocação Mundial. Observe que este é um dia oficial no calendário da ONU! (Sendo uma data lunar, ela é móvel e talvez não apareça em todos os calendários da ONU.)

Na seção World Goodwill da página da Lucis Trust na Internet, encontramos o seguinte:

"O Dia da Invocação Mundial tem sido observado no dia da lua cheia de Gêmeos desde 1952. A Grande Invocação é usada para invocar as energias espirituais da Luz, Amor e Propósito. O propósito de Deus para a humanidade, o Plano divino, opera à medida que os seres humanos respondem, organicamente e, frequentemente, de forma inconsciente, para essas energias mais elevadas. Use a Grande Invocação no Dia da Invocação Mundial e a cada dia, com dedicação e atenção plena. Você estará contribuindo para a Obra Única de construir relações corretas."

O texto dessa vil oração luciferiana pode ser encontrado no Apêndice A.

Conclusão

Os arquitetos da vindoura Nova Ordem Mundial estão usando o Pacto para dissolver as nações soberanas, para diluir e degradar a identidade étnica autóctone de cada uma até o ponto em que elas se fragmentem em unidades menores, onde guetos e pequenas povoações se tornem lugares-comuns, e onde o fulcro social e cultural de cada nação, como um todo, não seja universal, nem consistente, nem contínuo. O patriotismo morrerá em um país sem identidade discernível. Isto tudo é planejado. A única alternativa séria será a identidade sintética oferecida pelo Estado Mundial, com sua Grande Invocação, seus valores da ONU, seu humanismo sem face, sua rede de grandes empresas multinacionais, seu verniz tecnológico suave e sua euforia induzida pela mídia.

A Elite está usando a migração destrutiva como uma ferramenta há várias décadas. É por isto que somente 81% da população da Irlanda hoje nasceu de pais irlandeses (ou de etnia gaélica). Com as taxas existentes de migração, o futuro do país como uma entidade soberana estável já estaria em perigo. Mas, uma vez que o Pacto for implementado, o ritmo da transformação se acelerará drasticamente e a população autóctone será minoria em seu próprio país dentro de mais 20 ou 30 anos.

Um país é um lar para uma grande família de pessoas inter-relacionadas. Como qualquer lar, ele recebe visitantes de tempos em tempos e, ocasionalmente, um estrangeiro se casa com alguém da família. Mas, ninguém tem o direito de entrar na casa da família e tratá-la como se fosse sua própria residência. Ela não lhe pertence. Da mesma forma, nenhum membro da família tem o direito de abrir a porta da frente quando todos os demais estiverem dormindo e dar as boas-vindas para qualquer um que estiver passando diante da porta naquele momento. Todavia, é exatamente isto que nossos políticos fizeram! Eles violaram a santidade do nosso lar, comprometeram e puseram em risco o bem-estar dos outros membros da família.

Deve ser óbvio a partir do documento que a Nova Ordem Mundial será um pesadelo totalitário, um regime malévolo e anticristão em que o indivíduo estará sujeito às regras e decretos de uma autoridade mundial central, em que as nações não mais existirão (no sentido como as conhecemos hoje), onde a família não existirá (no sentido que a conhecemos hoje), onde o gênero não existirá (no sentido em que o conhecemos hoje), onde o casamento e paternidade (se vierem a existir) estarão sujeitos às leis draconianas e restrições impostas pelo Estado, onde as raças estarão misturadas e extintas e onde o deus da vindoura Religião do Mundo Unificado será o anjo caído, Lúcifer, o assim chamado portador da luz das Nações Unidas e de suas ONGs ocultistas.

Desafiamos o leitor a encontrar alguma coisa — qualquer coisa! — no Pacto que não aponte para este resultado distorcido e distópico.

"Eis que eu estou contra ti, diz o SENHOR dos Exércitos; e levantarei a tua saia sobre a tua face, e às nações mostrarei a tua nudez, e aos reinos a tua vergonha. E lançarei sobre ti coisas abomináveis, e envergonhar-te-ei, e pôr-te-ei como espetáculo." [Naum 3:5-6].


Apêndice A

A Grande Invocação

Do ponto de Luz na mente de Deus,
que flua Luz à mente dos homens,
e que a Luz desça à Terra.

Do ponto de Amor no coração de Deus
que flua amor ao coração dos homens,
que Cristo* retorne à Terra.

Do centro onde a vontade de Deus é conhecida,
que o propósito guie as pequenas vontades dos homens,
propósito que os mestres conhecem e servem.

Do centro a que chamamos a raça dos homens
que se realize o plano de Amor e de Luz
e feche a porta onde se encontra o mal.

Que a Luz, o Amor e o Poder
restabeleçam o Plano Divino sobre a Terra hoje
e por toda a eternidade. Amém.

* Muitas religiões acreditam em um Instrutor Mundial, "Aquele Que Virá", conhecendo-o com nomes como Senhor Maitreia, Imã Mahdi, o Avatar Kalki e o Bodhisattva. Esses termos são algumas vezes usados em versões da Grande Invocação por pessoas de fés específicas. [Nota: Este texto, marcado por um asterisco, aparece no website.]

Fonte: https://www.lucistrust.org/the_great_invocation

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Autor: Jeremy James, artigo em http://www.zephaniah.eu
Data da publicação: 19/1/2019
Transferido para a área pública em 26/6/2020
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/pactoglobal.asp