Os Acompanhantes-Mirins dos Jogadores de Futebol: Uma Forma Sorrateira de Promoção da Pedofilia

Autor: Jeremy James, Irlanda, 21/6/2019.

Estamos vivendo em um mundo de contradições. As instituições e organizações que se propõem a fazer uma coisa estão, na verdade, fazendo outra. Elas podem até fazer o oposto. Por exemplo, a Organização Mundial de Saúde (OMS) faz muito pouco para promover a saúde. Controlada em grande parte pela indústria farmacêutica, ela promove ativamente o uso de vacinas cuja eficácia e segurança nunca foram confirmadas. A OMS também promove a fluoretação da água, a esterilização de forma furtiva e o sempre crescente uso de produtos agrícolas geneticamente modificados e prejudiciais à saúde.

A organização-mãe da OMS, a Organização das Nações Unidas (ONU) foi supostamente fundada para manter a paz e harmonia entre as nações, ao mesmo tempo que tem consistentemente trabalhado com potências hegemônicas, como EUA e a Grã-Bretanha, para interferir nas questões internas de nações soberanas. Além disso, por meio de seu contínuo avanço sobre a integridade legislativa e independência das nações, ela planeja enfraquecer e remover as fronteiras internacionais e criar um sistema centralizado de governo mundial.

Outra filha da ONU, conhecida como UNICEF, tomou sobre si mesma o papel de proteger as crianças do mundo. O nome UNICEF foi derivado de seu nome original, United Nations International Children’s Emergency Fund (Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas para as Crianças). Hoje, ele é conhecido simplesmente como Fundo das Crianças, da ONU.

O Que Faz Exatamente o UNICEF?

O papel do UNICEF é mal definido e difícil de justificar. Aparentemente, ele permite que delegados da ONU entrem no território de uma nação e tomem decisões referentes ao bem-estar das crianças menores de 18 anos de idade, decisões essas que normalmente seriam de prerrogativa unicamente do Estado soberano envolvido. Embora parte dessa intervenção ocorra em situações de guerra, uma grande parte não. Parece também haver pouca supervisão de suas atividades e nenhum modo de determinar se o UNICEF alguma vez excede seu mandato (qualquer que seja ele de verdade). Em anos recentes, foram publicadas inúmeras reportagens sérias a respeito de abusos perpetrados pela ONU e suas subsidiárias, o que inclui o UNICEF, em território sob seu "controle". As crianças têm sido submetidas a abuso sexual sistemático, frequentemente durante um longo período de tempo e em circunstâncias que revelaram uma acentuada indisposição de autoridades de alto escalão, tanto localmente, quanto em Nova York, de tratar a questão. Fortes acusações também já foram feitas que funcionários da ONU/UNICEF estão envolvidos em tráfico de crianças, cooperando com os cartéis internacionais para esse propósito.

Papel Envolvente

O papel do UNICEF parece estar evoluindo ao longo do tempo. Ele foi criado inicialmente para garantir que, em uma emergência, fundos adequados, especificamente reservados para as crianças, estariam disponíveis sem demora. O objetivo — o alívio do sofrimento — era claro. Entretanto, o UNICEF expandiu seu papel ao longo dos anos, de forma que hoje presume ter o direito de intervir em qualquer questão de uma natureza internacional que envolva crianças. Essa capacidade de agir in loco parentis, que parece ter a bênção da própria ONU, permite ao UNICEF iniciar programas que não têm absolutamente nada que ver com o alívio do sofrimento.

Isto nos traz para o assunto principal deste ensaio, o esquema iniciado pelo UNICEF em cooperação com a FIFA — a Federação Internacional do Futebol — em que crianças, a partir de apenas quatro anos de idade, entram em campo de mãos dadas com jogadores de futebol adultos no início de cada partida. Essas crianças são conhecidas como "acompanhantes-mirins dos jogadores".

A Nota para a Imprensa do UNICEF a Respeito dos "Acompanhantes dos Jogadores"

Apresentamos abaixo alguns excertos da Nota para a Imprensa do UNICEF, de 2004, que anunciou formalmente sua colaboração com a FIFA (que já estava em vigor de forma experimental desde 1999):

"No centésimo aniversário da FIFA, o órgão internacional governante do futebol, o UNICEF se congratulou com a organização por utilizar o poder do futubol para melhorar as vidas das crianças mais necessitadas do mundo..."

"A Convenção Sobre os Direitos da Criança declara que todas as crianças devem usufruir do direito básico de brincar..."

"Em 2004, o UNICEF e a FIFA enfocarão em trazer atenção para a segurança das crianças afetadas pelos conflitos. O futebol será usado para ajudar a construir um ambiente protetor para as crianças — unindo as comunidades, reabilitando ex-soldados, fornecendo locais seguros para as crianças extravasarem suas frustrações e o estresse por meio do jogo..."

"A aliança entre o UNICEF e a FIFA teve início em 1999 e foi formalizada em 2001. No ano seguinte, a FIFA dedicou a Copa do Mundo para a campanha 'Diga Sim para as Crianças', do UNICEF. Cerca de 95 milhões de crianças e adultos de todo o mundo prometeram seu suporte durante a campanha para as coisas que todas as crianças precisam e devem ter..."

"O UNICEF e a FIFA estão expandindo sua aliança além dos eventos esportivos, para parcerias e programas no nível nacional que tratam de saúde, educação e proteção das crianças e adolescentes. Parcerias foram desenvolvidas entre escritórios nacionais do UNICEF e as confederações nacionais associadas à FIFA em mais de 75 países."

Infelizmente, isto tudo é muito vago. Não podemos encontrar declarações claras do UNICEF ou da FIFA que expliquem por que os "acompanhantes dos jogodores" começaram a ser usados, qual era o objetivo a ser alcançado, ou como se encaixam no programa amplo delineado na nota à imprensa que foi divulgada.

Reação

Então, como o público reagiu quando criancinhas começaram a entrar em campo de mãos dadas com jogadores adultos?

Em 2017, uma autora de temas esportivos para o jornal Star Tribune (Minnesota) escreveu uma matéria que explicava o jogo de futebol para seus leitores, com suas regras e peculiaridades. A matéria tinha a forma de uma sessão de perguntas e respostas. Aqui está o que ela escreveu sobre os acompanhantes dos jogadores, aqui chamados de "meninos mascotes":

"Quem são as criancinhas que entram no campo com os jogadores? — Os rituais que antecedem a partida de futebol são muito interessantes, em comparação com outros esportes praticados pelos americanos. Ambas as equipes entram em campo, geralmente de mãos dadas com crianças pequenas, também vestidas com o uniforme de jogadores de futebol, e ficam alinhados com os árbitros no meio do campo, durante a execução dos hinos nacionais. Os capitães das equipes ficam mais perto dos árbitros, no meio de campo. As crianças mascotes são geralmente jovens alunos de escolas ou academias de futebol. Acho que é mais uma forma de relações públicas, ou apenas uma ação comunitária. Além disso, acho que a FIFA pode ter iniciado isso, talvez uns 20 anos atrás, como uma forma de despertar a conscientização para o UNICEF e outras obras de caridade. A origem da história é um pouco misteriosa."

Se uma jornalista especializada em assuntos de esporte não compreende o que as "crianças mascotes / acompanhantes dos jogadores" devem representar, cerca de 20 anos depois que elas começaram a aparecer, então podemos seguramente concluir que o UNICEF/FIFA têm sido deliberadamente vagos a respeito do assunto.

Uma Possível Pista

Se quisermos responder a esta pergunta, precisamos procurar um possível precedente. A resposta pode ser encontrada enfocando claramente aquilo que não está sendo dito para nós, como Graham Greene descobriu em 1937. Este cronista muito inteligente frequentemente escrevia matérias curtas para revistas britânicas. Uma delas foi uma análise de um filme com Shirley Temple, chamado Wee Willie Winkie, que foi publicado na revista Night and Day. A atriz Shirley Temple tinha nove anos naquele tempo. Com surpreendente franqueza, ele disse ao público britânico o que as pessoas não se atreviam a reconhecer:

"O caso de Shirley Temple, porém, tem interesse peculiar: com ela, a infância é um disfarce, o apelo dela é mais secreto e mais adulto. Dois anos atrás, ela já era um piteuzinho e com talento de atriz — a infância real, eu acho, ficou para trás após The Littlest Rebel. Em Captain January ela usava calças compridas com a madura sugestividade de uma Marlene Dietrich: suas belas e bem-desenvolvidas nádegas gingando no sapateado: os olhos dela faziam o coquete para os lados... Agora, em Wee Willie Winkie, vestindo uma saia escocesa curta, ela está completinha. Veja-a caminhando altivamente pelo interior do quartel na Índia: ouça os suspiros de excitada expectativa de seu público mais velho quando a palma do sargento é levantada: observe o modo como ela avalia um homem com ágeis olhos de estúdio e aquelas covinhas depravadas quando ela sorri. Emoções adultas de amor e aflição passam pela máscara da infância, uma infância muito superficial."

"Isto é engenhoso, mas não poderá durar por muito tempo. Os admiradores dela — homens de meia idade e clérigos — respondem aos flertes dúbios dela, à vista de seu corpinho bem modelado e desejável, repleto de enorme vitalidade, somente por causa da cortina de segurança do enredo e dos diálogos, que cai entre a inteligência e o desejo deles."

Em um tempo quando ninguém se atrevia a mencionar que o fenômeno Shirley Temple tinha um lado tenebroso, Greene fez um relato franco do imenso apelo que os filmes dela tinham para os pedófilos. Ele provavelmente assumiu que o público britânico iria abrir os olhos, porém isso não aconteceu. Ele foi processado na Grã-Bretanha pelo estúdio 20th Century Fox, que produziu o filme, e que exigiu uma substancial indenização.

É duvidoso que, mesmo hoje em dia, a análise de um filme importante tocaria no assunto de forma tão firme quanto Greene fez.

Alguns anos atrás meus olhos foram abertos para o óbvio conteúdo pedófilo nos filmes com Shirley Temple. Eu costumava visitar uma senhora idosa em um asilo em minha cidade que passava grande parte de seu tempo assistindo a filmes antigos. Ela gostava particularmente de Shirley Temple e frequentemente colocava os filmes dela para a reprodução durante minhas visitas. Quando vi os gestos teatrais da pequena Shirley, não pude acreditar nos meus olhos. Agora, como um adulto, seguindo as revelações de abuso sexual de crianças na Igreja Católica, consigo ver que muitas das cenas "engraçadinhas" naqueles filmes eram, na verdade, voltadas para os pedófilos. Graham Greene tinha acertado na mosca.

Pornografia Infantil, Estrelando Shirley Temple

O apresentador da televisão irlandesa, Terry Wogan, entrevistou certa vez Shirley Temple para a BBC. Ele ficou pasmado quando a Sra. Black — o sobrenome de casada dela — descreveu o modo como Hollywood treinava os atores mirins no tempo dela. Ela disse que qualquer criança que deixava de atender ao padrão exigido, ou que "tinha mau comportamento", era trancada em uma caixa escura, parecida com um armário, com somente um bloco de gelo para se sentar. A pressão para atuar bem era intensa e a agenda de trabalho era exaustiva.

Shirley Temple estrelou oito filmes curtos, de um rolo, chamados Baby Burlesks, feitos por Charles Lamont e Jack Hays para a Educational Pictures. Esses filmes eram paródias de filmes bem-conhecidos, porém traziam crianças com poucas roupas, ou seminuas, com idades entre três e cinco anos. Um deles, War Babies, que estava repleto com insinuações sexuais e alusões pornográficas, parece ter sido feito para o lucrativo mercado pedófilo nos EUA. (Este filme curto — cerca de 9 minutos de duração — pode ser encontrado no YouTube. Alguns leitores poderão considerá-lo perturbador. Ele foi lançado em 11/9/1932.) [https://www.youtube.com/watch?v=ZsCQ0t-3t1I]

Um véu de descrença impediu que aqueles que iam ao cinema nos anos 1930s de discernirem o conteúdo pedófilo dos filmes de Shirley Temple. É bem possível que alguns adultos podiam ver o que realmente estava acontecendo, mas estavam relutantes em falar sobre o assunto. O mesmo véu de descrença ainda está em operação hoje, impedindo que pessoas sensatas façam uma pergunta igualmente pertinente sobre a FIFA e o UNICEF: a apresentação dos acompanhantes dos jogadores está de algum modo relacionada com a pedofilia?

Em nossa opinião, está sim. Para ver o porquê, precisamos olhar para a principal salvaguarda que as crianças tinham tradicionalmente, para protegê-las dos predadores sexuais.

Maldade Ritual Praticada Contra as Crianças

A maldade praticada contra as crianças é um meio poderoso de obter o favor de Satanás. Vemos ampla evidência disso na Bíblia, em que queimar criancinhas nas fogueiras de Moloque era uma prática comum entre os pagãos. Eles faziam isso para agradar e apaziguar seus "deuses", para garantir benefícios materiais e obter a proteção dos espíritos malignos. (Isto é irônico, dado o fato que espíritos imundos de quem eles esperavam receber benefícios eram os mesmos espíritos que os atormentariam, se eles não cooperassem.).

Como alguém pode matar seus próprios filhos? Bem, em nosso estado caído, o homem é capaz de racionalizar as práticas mais depravadas e desumanas. A "cegueira" que afligia as tribos pagãs nos tempos antigos é a mesma cegueira que faz as nações modernas matarem suas crianças nascituras por meio do aborto.

O Senhor Jesus condenou o orgulho do homem a chamou repetidamente os habitantes de Israel ao arrependimento. Entretanto, houve um determinado pecado que tirou Dele a condenação mais forte e mais gráfica. Esse pecado é a maldade praticada contra uma criança:

"E disse aos discípulos: É impossível que não venham escândalos, mas ai daquele por quem vierem! Melhor lhe fora que lhe pusessem ao pescoço uma mó de atafona, e fosse lançado ao mar, do que fazer tropeçar um destes pequenos." [Lucas 17:1-2].

O termo para "tropeçar" nesta passagem (skandalíz? — Strong G4624) significa atrair para o pecado. Suas implicações são claramente mais sérias se a atração refere-se ao pecado sexual ou abuso sexual, não somente por que isso inflige grande dano, mas por que a vítima do abuso sexual frequentemente irá depois abusar de outros. É difícil imaginar uma punição mais severa do que ser escolhido para ser lançado nas profundezas do oceano, com uma pedra de moinho amarrada em volta do pescoço. Se o Senhor escolheu descrever esse pecado com esses termos, isto é por que o crime, diante de Seus olhos, é indescritivelmente vil.

Abuso Infantil e o Ocultismo

Aqueles que querem avançar nos níveis mais altos do ocultismo precisam praticar algo indescritivelmente vil. Eles precisam abusar ou fazer mal a uma criança. Com isso, eles estão demonstrando sua rejeição a Cristo e sua lealdade a Satanás. A Bíblia traz muitos exemplos disso, tanto nas referências ao fogo de Moloque e em suas repetidas condenações ao derramamento de "sangue inocente". Somos até mesmo informados que Jerusalém foi destruída por causa desse crime terrível:

"E, na verdade, conforme o mandado do SENHOR, assim sucedeu a Judá, para o afastar da sua presença por causa dos pecados de Manassés, conforme tudo quanto fizera. Como também por causa do sangue inocente que derramou; pois encheu a Jerusalém de sangue inocente; e por isso o SENHOR não quis perdoar." [2 Reis 24:3-4].

Tentação Demoníaca

A história a seguir veio de um indivíduo em cujo testemunho eu acredito. Quando ele tinha 15 anos, a família dele se mudou para uma nova residência. Os vizinhos do lado eram recém-casados e tinham um bebê do sexo feminino de aproximadamente três meses. Como eles também eram novos no bairro e não conheciam ninguém que pudesse tomar conta da filhinha por algumas horas, eles pediram à mãe do menino se ele poderia ajudar. Ela concordou e ele obedientemente foi e ficou na sala de estar enquanto a criança dormia no quarto. Algo então aconteceu que o deixou profundamente abalado.

Uma força ou voz externa, que ele não conseguiu identificar, e que ele nunca tinha encontrado antes, começou a incentivá-lo a ir até o quarto e despir a criança. Ele ficou tão horrorizado que teria corrido para fora da casa, se isso fosse possível. Ele foi atormentado continuamente durante as próximas duas horas por pensamentos que não eram seus próprios. Parecia impossível que algo como isso pudesse estar acontecendo e ele ficou muito atemorizado.

Ele ficou aliviado quando o casal finalmente retornou para casa. Aquelas foram as duas horas mais longas de sua vida, ele disse.

Ele decidiu que nunca mais iria fazer o papel de cuidador de criança novamente, mas o casal fez outra solicitação duas semanas mais tarde. Incrivelmente, ele decidiu enfrentar o desafio mais uma vez. O segundo ataque foi exatamente tão poderoso quanto o primeiro, mas dessa vez não houve o elemento da surpresa. Como ele estava melhor preparado para o que o Maligno tinha preparado, ele ficou menos aterrorizado e passou pela provação com mais compostura.

Quando ouvimos uma história como esta, pensamos que este tipo de coisa deve ser rara, ou excepcional, mas será mesmo? Os poderes das trevas estão tão ativos no mundo hoje quanto estavam nos tempos antigos. Os anjos caídos algumas vezes enfocarão em uma determinada pessoa e usarão todos os estratagemas possíveis para abri-la para a tentação. É assim que muitos jovens hoje são levados ao vício nas drogas, promiscuidade sexual, homossexualidade, automutilações e suicídio. Os santos podem se proteger uns aos outros com a oração, mas para aqueles que não conhecem a Cristo, o mundo é um lugar deprimente e perigoso, em que Satanás anda ao derredor, como um leão que ruge, procurando a quem possa devorar.

A Epidemia do Abuso Sexual Infantil

Existe uma epidemia de abuso sexual infantil no mundo hoje. Isto está sendo dirigido pelos poderes das trevas, que estão explorando a fragilidade da natureza humana e o desejo ardente por poder, entre a Elite governante. Os Illuminati, ou famílias luciferianas há várias gerações, que governam por trás dos bastidores há vários séculos, usam o abuso sexual de crianças, não somente para corromper e programar suas próprias crianças, mas para fazer mal a um número significativo de crianças fora de seu próprio círculo e tornar a sociedade como um todo mais fácil de controlar.

Se Deus permitir, queremos em um ou mais ensaios futuros tratar em maiores detalhes a ampla questão de como o abuso sexual de crianças está sendo usado para controlar e programar a sociedade. Isto incluirá evidência da extensão em que ela fincou raízes no nosso mundo moderno e por que a Nova Ordem Mundial continuará a usá-la para destruir o fulcro moral da sociedade. O esquema dos acompanhantes mirins dos jogadores de futebol, que a FIFA/UNICEF iniciaram é apenas uma pequena parte desse plano.

O Grande Protetor

Para ver como este esquema tem a intenção de funcionar, precisamos examinar os mecanismos sociais que há muito tempo existiram para proteger nossas crianças do abuso. O principal é algumas vezes conhecido pelo termo "Estranho, perigo". Durante várias gerações, os pais sempre ensinaram seus filhos a nunca conversar com estranhos, a nunca aceitar presentes ou doces de estranhos, e a nunca obedecer a um pedido feito por um estranho. Eles faziam isso sem ter de explicar a natureza da ameaça que os preocupava. Muitos pais iam ainda mais longe e diziam às suas filhas para não brincarem com meninos sem pedir permissão primeiro, enquanto que os filhos tinham de pedir aprovação antes de passar tempo na companhia de meninos mais velhos. Essas precauções sensatas eram amplamente compreendidas e respeitadas. E elas funcionavam.

O modo de proteção "Estranho, perigo" era reforçado por contos infantis como Chapéuzinho Vermelho, João e Maria, e o Flautista de Hamelin, que ensinavam as crianças a se manterem distantes de pessoas e locais que poderiam abrigar algum perigo desconhecido.

O esquema dos acompanhantes-mirins dos jogadores é um ataque direto à salvaguarda do "Estranho, perigo". Ele treina os adultos e as crianças a pensarem que é perfeitamente normal, até mesmo desejável, sob certas circunstâncias, para uma criança dar as mãos para um total estranho — e fazer isso quando não existem membros da família presentes.

Pense nisto! Um método antigo e comprovado de proteção está sendo descartado. Isto funciona somente por que não existem exceções. Uma criança que pensa que a regra pode ser quebrada sob certas circunstâncias fica totalmente aberta para truques, estratagemas e enganações.

Além disso, os adultos estão sendo condicionados a pensar do mesmo modo. A vigilância que uma pessoa ordinariamente exerceria quando uma criança é vista com um adulto "inapropriado" será grandemente reduzida. O gatilho mental que instantaneamente dizia "Algo está errado aqui", ficou agora emperrado por uma nova condição.

Um Falso Senso de Segurança

Já vimos isso funcionar com figuras públicas como Jimmy Savile, o pedófilo britânico predador que explorava seu status de celebridade da televisão para obter fácil acesso às crianças. O esquema doss acompanhantes-mirins dos jogadores está levando isto um passo para frente e condicionando as pessoas — tanto crianças e adultos — a acreditarem que um "ambiente de celebridade" é um ambiente seguro. Mas, todos sabemos que um estádio de futebol não é mais seguro do que qualquer outro lugar. Depois que o "Estranho, perigo" é diluído e aguado, ele se torna muito menos eficaz e pode não funcionar de forma alguma.

Já houve muitos casos em que meninas pequenas foram atraídas para encontros sexuais com pedófilos quando eles se encontram on-line. O predador posava como alguém especial, não diferente de uma celebridade, ou alguém cujo status social implicava que ele era confiável. Nesses casos, o senso da criança de "Estranho, perigo" foi superado por outro fator. Muito do mesmo acontecerá, mas com maior frequência, à medida que mais e mais crianças forem expostas às imagens do tipo "jogadores-acompanhantes", especialmente quando elas estiverem associadas com um ambiente aparentemente seguro, como um grande evento esportivo.

A mídia e a indústria do entretenimento, para não mencionar a rede de lanchonetes McDonalds, certamente apresentarão mais imagens e ganchos visuais ao longo dessas linhas nos próximos anos. O ofuscamento da identidade de gênero, que decolou subitamente, encontrou pouca resistência até aqui e está avançando em um ritmo rápido. A promoção da pedofilia provavelmente avançará de forma similar. A não ser que o público reconheça que suas atitudes para a proteção das crianças estão sendo remodeladas, ele se submeterá passivamente à nova agenda.

A Propaganda da Cadbury

Já estamos vendo evidência disso. Cadbury, a grande indústria de chocolates, exibiu recentemente uma propaganda na televisão que deve ter atraído fortes críticas, mas não podemos encontrar nada na Internet que indique que alguém observou o quão subversiva ela era.

Julgue você mesmo:

Título: "Mum’s Birthday" (Aniversário da Mamãe), Comercial da Cadbury para a Televisão, ano 2018, 60 s.

A maioria dos leitores provavelmente verá que toda esta cena não é natural. O subtexto pedófilo é óbvio. Uma mãe se distrai um pouco, tira os olhos de sua filhinha por um momento, esta desaparece e entra em um recinto em que há um estranho. A criança está muito insegura de si mesma e começa a negociar com o homem. Ele nunca sorri ou diz qualquer coisa. Pouco a pouco, ela é "despida" de seus pertences — seu botão, sua fita, seu anel rosa. Isto ainda não é o suficiente e ele quer mais. Ela tem de oferecer o que lhe é mais precioso, o unicórnio. (Retornaremos para a simbologia disto em um momento.) Finalmente, ele está satisfeito. Ela pode ir. A mãe parece aliviada ao ter sua filhinha em seus braços.

O Unicórnio como um Símbolo Sexual e Ocultista

O unicórnio é um símbolo bem-conhecido da sexualidade andrógina sem restrições. Na ciência ocultista da Alquimia, ele representa o casamento alquímico, a fusão dos assim chamados aspectos masculino e feminino da pessoa. Ele está agora aparecendo com maior frequência nos anúncios na televisão e no mercado de brinquedos para as crianças. Frequentemente, ele é retratado com um arco-íris, ou com as cores do arco-íris, representando a agenda LGBTQ, a perversão da sexualidade natural.

O termo "unicórnio" também é usado para descrever uma pessoa bissexual, especialmente alguém que mantém vários casos ao mesmo tempo com pessoas de ambos os sexos. Ele é, provavelmente, o símbolo mais importante da sexualidade sem freios.

Quando esta garotinha foi forçada a abrir mão de seu unicórnio, ela foi efetivamente forçada a entregar sua virgindade. Após o homem ter alcançado seu objetivo, e devolveu aquele item, mas não o anel, que simboliza a união sexual. A genitália era dela novamente, mas não como antes — as únicas palavras que ele diz são: "Seu troco". O comercial reproduz, no simbolismo da Alquimia, o estupro de uma virgem inocente por um macho dominante.

Este simbolismo não será, provavelmente, observado pela maioria dos espectadores, mas os aspectos de pedofilia seriam óbvios para qualquer um com alguma compreensão de como este mundo caído realmente funciona.

Pode parecer difícil acreditar que alguma coisa tão bizarra deveria ocorrer em um ambiente tão comum quanto uma loja de esquina. Mas, os Illuminati gostam de suas piadas. Eles gostam de zombar das massas incautas — o modo como eles as veem — e "ocultar' sua filosofia ocultista da vista do homem comum. Aparentemente, isto é tudo parte da magia.

Isto também é parte da programação. O público está sendo levado por vários meios a aceitar a nova sexualidade, com sua fluidez de gênero, androginia, promiscuidade, homossexualidade e total separação da procriação natural e o comprometimento com o casamento.

A Mensagem Subversiva no Comercial da Cadbury

A propaganda funciona, até mesmo quando uma publicidade está embutida dentro de outra. Este, superficialmente, é a propaganda comercial de um chocolate, mas a mensagem real não tem nada que ver com o produto — exceto, talvez, como um doce para atrair as crianças. Os jovens espectadores estão sendo instruídos a rejeitar o conceito "Estranho, perigo", a confiar em adultos que eles nunca viram antes, e a se aventurar em lugares desconhecidos sem a aprovação ou conhecimento de seus pais.

Os criadores sabem disso? É claro que sim! Este é o ponto! Os executivos do mundo corporativo, que controlam os grandes negócios na Europa e nas Américas, têm uma agenda. Eles estão trabalhando em conjunto para implementarem uma Nova Ordem Internacional, um sistema em que suas riquezas e poder excederão vastamente qualquer coisa que eles possam obter vendendo barras de chocolate.

Alguns leitores podem ter dificuldade em acreditar que a sexualidade natural está sendo solapada desse modo, em que grande empresas e conglomerados industriais estão conspirando para impor a ideologia LBGTQ sobre a sociedade como um todo. Mas, isto está acontecendo bem diante dos nossos olhos! O projeto da Lei da Igualdade, que atualmente está tramitando no Congresso dos EUA, criminalizará qualquer um que se atreva a defender a posição cristã a respeito de relações sexuais, ou dizer qualquer coisa que possa "ofender" homossexuais militantes. O projeto foi apresentado em 13 de março de 2019, e foi aprovado pela Casa dos Representantes em 17 de maio.

As lojas das grandes redes estão promovendo a agenda LGBTQ há vários anos, como também os Estúdios Disney, a indústria do cinema e as principais redes de televisão. Primeiro, doutrinação; depois legislação; finalmente, conformidade compulsória.

Sentindo-se traido? Se você é um cristão, então você e seus filhos estão na linha de fogo. Você não está mais sendo "influenciado", mas atacado. A roldana de todo o programa girou em mais algumas ranhuras e, dentro de pouco tempo, qualquer pastor ou pregador que se atrever a falar enfaticamente em defesa dos valores bíblicos — dentro de sua própria igreja — será calcado aos pés. Ele será multado, levado a julgamento em um tribunal e condenado à prisão.

Não espere que o sistema judicial lidará de forma justa nestas questões. O sistema penal em muitos países está agora projetado para punir qualquer mulher que reportar um estupro. Depois que ela aparecer no banco de testemunha — assumindo que o caso dela chegue até lá — ela ficará sujeita a uma linha de questionamento intimidante e, algumas vezes, perversa, que não serve a propósito algum, senão o de humilhá-la e degradá-la. Muitas delas serão traumatizadas pela experiência. Além disso, se o acusado for condenado, a sentença será, na maioria das vezes, risivelmente desproporcional à dor e sofrimento causado à vítima.

Considere também o que está acontecendo na Grã-Bretanha. Dos 6.861 acusados de pedofilia que foram condenados em 2017 — uma fração minúscula do número total de pedófilos ativos na GB — somente 26 tiveram de pagar indenização às suas vítimas. Vinte e seis! Além disso, a quantia média paga em indenização nesses casos foi ridícula. Algumas retribuições tiveram claramente o objetivo de trivializar o crime e depreciar a vítima. Um menino que tinha menos de 13 anos no tempo em que foi molestado recebeu uma indenização de 20 libras (cerca de US$ 25, ou R$ 100). Várias outras vítimas de estupro receberam apenas 100 libras (cerca de US$ 125, ou R$ 500) de seus agressores.

"Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus... Mas os homens maus e enganadores irão de mal para pior, enganando e sendo enganados." [2 Timóteo 3:1-4,13].

Conclusão

As grandes empresas e organizações internacionais estão trabalhando em conjunto para solapar a moralidade sexual tradicional. Eles estão implementando o programa que foi esquematizado para eles pela Elite governante, um programa que leva em conta as informações esperadas de vários outros grupos, como a mídia, o judiciário, os governos nacionais e a indústria de entretenimento.

O esquema jogadores-acompanhantes da FIFA/UNICEF é parte dessa iniciativa, em que as crianças estão sendo condicionadas a ignorar a regra "Estranho, perigo" definida por seus pais. Os adultos, também, estão sendo condicionados a considerar como normal a visão de um homem de mãos dadas com uma criança que claramente não é seu filho/filha.

Há muito tempo que a pedofilia é usada como uma arma para fazer o mal para indivíduos ou grupos. Ela está sendo usada agora como uma arma para prejudicar a sociedade como um todo.

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Autor: Jeremy James, artigo em http://www.zephaniah.eu
Data da publicação: 13/8/2019
Transferido para a área pública em 23/10/2020
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/pedofilia-1.asp