Tirania do Estado: A Perversa Sexualização das Crianças Inocentes

Autor: Jeremy James, Irlanda, 28/3/2019.

Um movimento sinistro está ocorrendo há vários anos para aumentar grandemente a quantidade de material sexual aos quais nossas crianças são expostas no nível da Escola Primária. Ele tem obtido resultados mistos até aqui, por causa do poder de decisão que os professores e autoridades na área educacional ainda têm para escolher o que finalmente entrará no currículo. É por isto que há agora uma grande pressão para impor a implementação universal de um programa de "educação e relacionamentos sexuais", centralmente planejado, que requererá que as crianças a partir de cinco anos aprendam sobre sexualidade e relacionamentos sexuais, de acordo com um calendário e formato definidos pelo Estado.

Isto deveria ser de grande preocupação para todos os pais, pois permitirá que o Estado influencie de um modo muito fundamental o desenvolvimento emocional de suas crianças. O programa tem um propósito político de longo prazo — nossas crianças adquirirão atitudes e comportamentos que são inteiramente inapropriados para suas idades e esses comportamentos e atitudes, por sua vez, em muitos casos, se manifestarão como distúrbios emocionais em seus anos de adolescência.

Tudo que tem a ver com sexo tem um componente emocional. Essas emoções podem diferir em intensidade de pessoa para pessoa e variar grandemente em suas colorações dentro de um amplo espectro, desde negativo até positivo. Elas podem afetar significativamente nossos envolvimentos românticos com o sexo oposto. Lembre-se, estamos somente falando aqui de emoções, não de contato físico. Quando o último entrar em cena, porém, o impacto emocional é grandemente amplificado.

A Violação da Autoridade dos Pais pelo Estado

Como informações e instruções relacionadas com algo tão central para nosso ser podem ser delegadas para o Estado? E como pode essa responsabilidade delegada ser cumprida por um curso de instrução que ignora totalmente a individualidade, a personalidade e o nível de desenvolvimento da criança?

Obviamente, não pode, e é uma tolice total fingir que pode.

Por que, então, um país permite que um projeto de lei, como a Lei de Educação Sexual Objetiva seja levada diante do Parlamento? O que estavam os líderes políticos da Irlanda pensando, que permitiram que o Solidariedade, um partido claramente marxista, fizesse isso em 29 de março de 2018?

Bem, todos sabemos a resposta. Cada um dos partidos no Parlamento Irlandês está marchando em sintonia com a agenda da Nova Ordem Mundial. Eles são todos marxistas (comunistas) e subscrevem ao sistema de moralidade criado pelo homem, conhecido como Humanismo, ou relativismo moral. Tendo uma mentalidade marxista, elas acreditam que o Estado tem o direito e o poder de legislar em todas as questões que afetam o indivíduo, se decidir fazer isso.

O Plano Marxista de Derrubar a Moralidade Sexual

O primeiro país na história a legalizar o aborto livre foi a Rússia soviética, durante o governo Lenin. Isto foi feito em 1920 com o "Decreto Sobre a Saúde da Mulher". O primeiro país na história recente a legalizar o divórcio sem culpa foi, novamente, a Rússia, durante o governo Lenin, por meio de um decreto publicado em 1917. Por volta de 1926, as leis sobre casamento tinham sido diluídas até o ponto em que não era mais necessário sequer obter uma decisão do Tribunal para obter um divórcio. Entretanto, isto tudo provou ser tão destrutivo à vida familiar e à estabilidade social que Stalin reverteu muitas dessas mudanças e tornou o aborto ilegal em 1936. E o primeiro país na história recente a legalizar a homossexualidade foi a Rússia Soviética, também durante o governo Lenin, em 1917, embora isto tenha sido posteriormente recriminalizado por Stalin, em 1933.

Como você pode ver, o relativismo moral e o Marxismo caminham de mãos dadas.

A educação sexual é invariavelmente formulada com uma base relativista, em que o indivíduo é aconselhado a ver a atividade sexual totalmente a partir de uma perspectiva pessoal, sem preocupação com seu impacto sobre a sociedade como um todo, e mensurar seus efeitos principalmente em termos de prazer sensorial. O papel na ordem moral é ignorado. De fato, a noção de uma ordem moral é colocada de lado e, em seu lugar, encontramos um grande campo minado de identidade de gênero, escolha pessoal e liberdade de expressão.

Em um tempo em que as crianças estão mais vulneráveis e mais necessitadas de orientação moral, elas estão sendo alimentadas com um conjunto de valores que não têm fundamento moral, valores que giram principalmente em torno da satisfação pessoal e objetificação das outras pessoas. Dado que esse processo de doutrinação está configurado para iniciar aos cinco anos (se não antes), ele certamente deixará ideias e conceitos errôneos que distorcerão a percepção da criança do mundo, até muitos anos após o início de sua idade adulta.

Um Ataque Direcionado à Inocência e Segurança da Criança

Acima de tudo isto, temos a ativação prematura de sentimentos e expectativas que não podem ter um canal adequado de expressão. Além de forçarem sua compreensão, elas farão uma carroça puxada por um cavalo passar pelas águas calmas de inocência e simplicidade que uma criança usufrui — e precisa usufruir — naquela idade tenra.

Precisa ser lembrado que uma criança aceita tudo o que aprende com o valor de face e tenta aplicar aquilo de algum modo em sua vida cotidiana. Ela interpreta o mundo por meio das lentes de tudo o lhe é mostrado no lar e na escola. Assim, se seus tutores — pais e professores — estão expondo a criança a ideias de natureza sexual, ela quererá explorá-las ainda mais. Isso levará a estados emocionais em conflito e um sentimento de inadequação, um sentido que há algo que ela deve experimentar, mas não consegue compreender. A frustração causada por tudo isso prejudicará seu desenvolvimento.

Os Pais Conhecem Seus Filhos — O Estado Não!

As únicas pessoas qualificadas para ensinar uma criança sobre a sexualidade e relacionamentos são seus pais. Somente eles sabem exatamente em que ponto a criança está em seu nível de desenvolvimento, quais ideias (se existentes) sobre a sexualidade ela está preparada para ouvir, quais são apropriadas para sua idade, e como melhor apresentar de uma forma adequada, dada sua aptidão e personalidade. Somente os pais têm a capacidade e oportunidade de monitorar os impactos, de tratar as questões e preocupações de seguimento, e ajudar a criança a integrar aquilo que está aprendendo com os eventos que estão ocorrendo à sua volta diariamente. Somente os pais usufruem da profundidade da confiança e conexão emocional com a criança para apresentar-lhe ideias desafiadoras de um modo natural, em harmonia com suas necessidades.

O máximo que qualquer escola pode ensinar é a biologia da reprodução e os rudimentos dos relacionamentos humanos. Qualquer intervenção além disso deixará de tratar as necessidades individuais da criança e arrisca expô-la a ideias e comportamentos que ela ainda não está preprarada para tratar.

A Educação Sexual "Objetiva"

Portanto, o que exatamente a 'educação sexual objetiva' envolverá?

Vamos iniciar declarando o óbvio — não existe esse negócio de educação sexual 'objetiva'. A orientação educacional que a criança recebe é apropriada para suas necessidades, ou não é. Mas, eles nunca a chamarão de "educação sexual apropriada", pois o que têm em mente é qualquer coisa, menos apropriado. Eles usam a palavra "objetiva" para dar uma aura de credibilidade científica à programação proposta de instrução, como se ela já tivesse sido testada e aprovada e sua adequação demonstrada. Mas, isto é apenas uma cortina de fumaça. Muito do que passa por educação sexual em países como Holanda e Suécia — que têm uma reputação de serem inovadores nesse campo — não tem base objetiva. Aquilo tem sido em grande parte experimental e seu resultado nunca foi avaliado apropriadamente. É claro que a UNESCO e outros consórcios globalistas estão bastante satisfeitos como o resultado — pois promove altos níveis de aborto, promiscuidade e divórcios — e nunca permitirão que seus incontáveis defeitos sejam expostos via estudos independentes realizados de maneira apropriada.

Não é surpresa alguma que as tendências recentes na educação sexual tenham sido grandemente influenciadas por materiais já disponíveis na televisão e na mídia. Na verdade, uma famosa série exibida na televisão, "Sexo e a Cidade", foi organizada tematicamente, tratando de um diferente aspecto da sexualidade humana a cada episódio. Desse modo, o comportamento abertamente lascivo de quatro mulheres vadias foi mostrado como "objetivo" e a absurda desconsideração delas pelos preceitos morais era simplesmente ignorado.

Muitos dos livretos sobre educação sexual destinados às crianças pequenas de várias faixas etárias nos últimos 10-15 anos foram aparentemente criados para servirem como um gabarito para um curso de "educação sexual". A maior parte do material que agora está aparecendo nos cursos aprovados pelo governo faz uso generoso desse tipo de material. Em resumo, as autoridades estão seguindo uma abordagem puramente pragmática, selecionando conteúdo potencial de várias fontes, fundindo tudo junto e depois propagando por todo o ciclo da escola primária. Ao longo do caminho, eles estão incorporando conteúdo sexual que foi considerado como perserso ou não-natural e apresentando-o como o "novo normal".

A Normalização da Perversão

Essa normalização da perversão e do comportamento sexual contrário à natureza é uma questão de grande preocupação. As salvaguardas que poderíamos esperar encontrar em um programa de educação sexual construído da forma correta estão totalmente ausentes. Qualquer senso de proporção, prudência ou propriedade moral é superado de longe por uma ênfase contínua em descobertas, novidades, exploração e despertamento emocional. A homossexualidade e a diversidade de gênero (ou fluidez de gênero) são tratadas como perfeitamente normais. A promiscuidade é vista como segura e dentro de limites aceitáveis. O aborto é tratado como um direito da mulher. O divórcio é visto como uma oportunidade para encontrar maior realização. A atividade sexual em uma idade precoce é considerada aceitável. A masturbação regular é vista como um sinal de crescente maturidade sexual. A pornografia oferece um modo natural de explorar novas atividades sexuais e aumentar o prazer sexual do indivíduo. A contracepção deve iniciar em uma idade precoce. E as doenças sexualmente transmitidas são um obstáculo infeliz para a realização pessoal sem limites.

A maior parte dessas ideias (se não todas) podem ser encontradas em uma variedade de livretos de educação sexual voltados para as crianças da escola primária. Esses livretos são amplamente disponíveis nas livrarias on-line. Além disso, a maior parte deles está sendo incorporada nos cursos formais de educação sexual para as crianças do Ensino Primário na Grã-Bretanha e em outros países.

Algumas dessas ideias eram ensinadas formalmente somente no Nível do Segundo Grau, mas agora são ensinadas na Escola Primária. Essa transferência para o nível mais básico parece ser uma tendência em toda a Europa e Américas. Embora o sado-masoquismo, sexo grupal, estupro, pedofilia e prostituição sejam atualmente discutidos apenas no Nível Secundário (tanto quanto é do nosso conhecimento), não devemos ficar surpresos se esses temas gradualmente passarem para o Nível Primário nos anos vindouros.

O Poder e Influência da Indústria do Sexo

Como as gerações anteriores conseguiram viver sem tudo isto? Como elas conseguiram negociar os "terríveis" desafios representados pela sexualidade humana? Bem, se as incontáveis cartas, diários e outros registros escritos deixados pelas gerações anteriores servem como alguma medida, elas conseguiram viver muito bem.

A indústria do sexo hoje é um engodo grotesco. Ela é um negócio internacional imensamente lucrativo, que está dedicado à subversão moral e à escravização emocional de milhões de pessoas. Além disso, como qualquer empresa comercial, ela opera de acordo com um plano de negócios, uma estratégia que procura expandir a variedade de serviços que oferece, aumentar sua participação no mercado e o número de clientes.

Mummy Laid an Egg! (Mamãe Pôs um Ovo) é um livreto de 40 páginas de educação sexual para crianças, publicado em 1995 e voltado para crianças de 5-7 anos, escrito pela autora infantil de grande sucesso de vendas Babette Cole. Os excertos seguintes falam por si mesmos:

Estas gravuras mostram um denso compêndio de material sexual que poderia facilmente ser massacrante para uma criança de 5 (ou 7, ou 9...) anos. Ele quase se rejubila em sua própria vulgaridade. Ele está completamente divorciado de qualquer senso de responsabilidade parental ou propósito moral. A ideia que contato sexual é parte de uma experiência interpessoal muito maior está totalmente ausente.

Entre seus muitos temas, encontramos intercurso sexual entre os pais da criança, pais nus tratando o sexo como um tempo de diversão para os adultos, diversas posições de acasalamento, gravidez e parto (com o bebê aparecendo pelo canal vaginal), genitália feminina, genitália masculina, penetração vaginal, mobilidade dos espermatozóides e óvulos crescendo no ventre da mulher.

Além do mais, o menino e a menina no livreto são retratados como pequenos sabe-tudos precoces que gostam de mostrar seu conhecimento "adulto" e de fazer desenhos sexualmente explícitos.

Um desprezo anárquico pelo propósito espiritual da sexualidade humana é evidente em todo o material.

É parcialmente por isto que a sexualização de nossas crianças é extremamente vantajosa para essa indústria perniciosa. Toda criança vulnerável cuja mente tenha sido marcada por ideias eróticas e desejos reprimidos buscará modos adicionais de cumprir suas fantasias à medida que ela se tornar mais velha. A indústria do sexo lucrará muito com a chegada contínua de novos clientes, atraídos imperceptivelmente por ofertas que lhes parecem irresistíveis.

Outro Objetivo da Sexualização das Crianças

O outro importante objetivo da sexualização das crianças é ainda mais óbvio — a destruição da moralidade tradicional e das instituições que a apoiam. A educação sexual invasiva é um ataque tenuamente disfarçado ao Cristianismo, em que múltiplos alvos são atacados simultaneamente e dissecados com perniciosa alegria pela cabala marxista que criou esses cursos.

O casamento é retratado como uma forma de servidão, uma relíquia do domínio patriarcal que o feminismo radical — outro veneno marxista — malignamente condenou. O gênero é tratado como uma construção social, uma variedade de estados psicológicos sem qualquer fundamento biológico duradouro.

A homossexualidade é considerada como apenas outra expressão da sexualidade humana, análoga à "heterossexualidade", outra invenção marxista. A patologia da homossexualidade é ignorada, com sua profundamente perturbadora diversidade de comportamentos autodestrutivos — masturbação em grupo, fisting, beijos e carícias na região anal, penetração anal, prostituição em saunas, promiscuidade compulsiva, atos sexuais de forma anônima e em série com desconhecidos, encontros para atos homossexuais arranjados via Grindr (um aplicativo para telefones celulares), sadomasoquismo, festas com sexo sob o efeito de anfetaminas, pornografia pesada, distúrbios alimentares, depressão crônica, alcoolismo, violência doméstica, infecções intestinais sérias, erotização da urina e das fezes, diversas doenças e problemas de saúde, casamentos "abertos", adultérios em série, isolamento e solidão em nível elevado, envolvimentos românticos e desapontamentos sem fim, suicídios por decepções amorosas e uma expectativa de vida grandemente abreviada.

Pode ter certeza que nenhum desses assim chamados cursos sobre "sexo e relacionamentos" chegarão remotamente perto de explicar a tenebrosa realidade que está por trás do assim chamado estilo de vida "gay". Afinal, o objetivo do marxismo é infiltrar, solapar e destruir a "antiga" ordem mundial. Que modo melhor de fazer isso do que arruinar as vidas emocionais e nossas crianças?

O Mito da Monogamia Gay"

O mito do casal homossexual monogâmico que vive junto há 20 anos foi promulgado na forma mais cínica pela mídia. Aqui está como dois cientistas sociais treinados em Harvard, ambos os quais são homossexuais, descreveram a realidade que está por trás do mito:

"... o índice de infidelidade entre os casais homossexuais 'casados', dado tempo suficiente, aproxima-se de 100%... a comunidade homossexual nunca teve qualquer tradição de fidelidade.... Muitos amantes homossexuais, cedendo ao inevitável, concordam com um 'relacionamento aberto'... por conveniência sexual ou na coabitação... Os amantes — ou deveríamos dizer, 'colegas de quarto' — tendem a se tornarem meros colaboradores na caça, ajudando um ao outro a encontrar alguém para levar para casa para um ménage a trois." — After the Ball, Kirk & Madsen, 1989, pág. 330-331.

O aspecto transgênero da doutrinação sexual é especialmente perigoso. Ao fazer uma criança de seis anos questionar seu gênero, o perpetrador — pois isto é o que ele é — está cometendo abuso sexual. Nenhuma criança deveria ter sua mente inocente invadida desse modo, em que um dos aspectos mais fundamentais de sua identidade é colocada em questão. Seria natural sugerir para uma criança que ela pode ter sido adotada, em vez de ser filho natural de seus pais? É claro que não! Portanto, como pode ser menos prejudicial fazer a criança questionar seu gênero?

Ninguém já nasceu com o corpo errado. Ninguém. É simplesmente uma noção absurda inventada por enganadores cujo único objetivo é solapar a ordem natural estabelecida por Deus. Eles gostam de fazer perguntas que confundem os incautos e nos fazem duvidar de nossa própria sanidade. Tendo mentes ágeis e uma facilidade para distorcer as ideias naturais em novas formas estranhas, eles podem fazer o bom parecer mau e o mau parecer bom. A Escola de Frankfurt dos anos 1940s, que criou muitas das ferramentas que estão sendo usadas hoje pelo Marxismo Cultural, era administrada por homens desse tipo, homens que usavam sua capacidade intelectual para um propósito patológico e tenebroso.

Os Predadores Sexuais Querem Que as Crianças Sejam Sexualizadas

Há ainda outro aspecto do programa da sexualização das crianças que a grande mídia nunca — NUNCA — trará para discussão. Esse aspecto é a extensão em que uma criança sexualizada fica vulnerável às sutis e lentas investidas de um predador sexual. O material inapropriado — gravuras, termos e comportamentos — que uma criança pequena adquire por meio da educação sexual "objetiva" a tornará mais responsiva aos ardis e seduções de um pedófilo. Agora que sua curiosidade com relação a essas questões foi ativada e seu desejo de explorar esse aspecto de si mesma foi despertado prematuramente, há uma probabilidade muito maior que a criança siga para o caminho do perigo.

Os pedófilos preparam suas vítimas visadas por um longo período. Frequentemente, eles são muito pacientes e seguem uma estratégia passo-a-passo, desenvolvida por eles mesmos, para ganhar a confiança de uma criança e atraí-la para uma armadilha. Não há dúvida que as técnicas de aproximação usadas pelos pedófilos predadores levam em conta os materiais sexuais aos quais a criança já foi exposta. Quantos mais materiais a criança tenha absorvido, mais anzóis o pedófilo terá para balançar diante de sua vítima.

Os marxistas estão tentando categorizar a pedofilia como um distúrbio psiquiátrico. Eles dizem que o pedófilo é uma "pessoa que se sente atraída por menores". Aparentemente ela "nasceu deste modo" — exatamente como o homossexual — e merece nossa simpatia. Adotando essa tática vil, os marxistas esperam tornar os pais menos vigilantes ao protegerem seus filhos dos pedófilos. Afinal, os especialistas estão dizendo agora que a pessoa que se sente atraída por menores não é um monstro.

A sexualização de nossas crianças será muito vantajosa para os pedófilos. Eles poderão caçar suas vítimas com uma variedade muito maior de modos do que nunca antes. Até mesmo as crianças prudentes e com discernimento perderão algumas de suas reservas quando estiverem ao redor de estranhos e serão mais facilmente atraídas para conversações que nunca deveriam ocorrer.

Os arquitetos da Nova Ordem Mundial estão cientes disso? É claro que sim! Eles querem produzir uma geração inteira de pessoas emocionalmente danificadas, uma sociedade que seja fácil de manipular e intimidar, um exército de escravos obedientes que não têm a coragem e o respeito próprio necessários para desafiar seus senhores.

O abuso sexual de crianças é uma forma de domínio emocional e de escravização. Profundamente ferida, a criança interior continua a chorar e sofrer até muito tempo na idade adulta, produzindo uma pessoa com uma personalidade fraturada, alguém que — apesar de todas as aparências contrárias — sempre contemporizará com a autoridade e fará tudo aquilo que lhe disserem para fazer.

Uma Questão Para o Povo da Irlanda

Os marxistas, homossexuais, lésbicas, feministas, transgêneros, wiccanos e maçons — para não mencionar a variedade mista de ateístas escarnecedores — que juntos ocupam a maior parte das cadeiras nas duas câmaras do Parlamento, não teriam sido capazes de apresentar um plano como este, mas eles não precisavam. Eles se venderam anos atrás para a Nova Ordem Mundial e estão agora cegamente implementando sua agenda demoníaca e enlouquecida.

Você vai permitir que eles continuem com este plano?

"Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!" [Isaías 5:20].

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Autor: Jeremy James, artigo em http://www.zephaniah.eu
Data da publicação: 18/4/2019
Transferido para a área pública em 4/8/2020
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/sexualizacao.asp