O Reino de Cristo Não É um Minúsculo Grão de Areia na Vastidão do Espaço

Autor: Jeremy James, 12 de novembro de 2017.

O Maligno perverte e distorce tudo. Zombaria e blasfêmia são suas marcas registradas. Ele foi um mentiroso e homicida desde o princípio.

Existem muitos filmes de ficção científica em que o herói viaja na velocidade da luz pela galáxia em busca de novos planetas habitáveis. Ele tem muitas aventuras incríveis ao longo do caminho, mas eventualmente sente saudades de casa e parte em uma viagem de retorno à Terra. Os olhos dele brilham à medida que ele passa pelos vários planetas no nosso sistema solar e, finalmente, alonga os braços e endireita os ombros ao passar por Marte, antes de fazer sua descida final na linda esfera azul do planeta Terra.

Mais de um Século de Lavagem Cerebral Contínua

Cerca de 150 anos atrás quase todos na Terra considerariam isto simplesmente como uma historieta. Eles não compreendiam a estrutura do cosmos ou as impressionantes descobertas que a ciência faria ao longo do próximo século. Depois de três gerações, aproximadamente, a historieta tornou-se realidade. A maior parte da humanidade agora acredita que a viagem espacial até outras galáxias seja possível e que existem centenas de galáxias, não diferentes da nossa, espalhadas na vastidão do cosmos, apenas esperando para serem exploradas.

Sem as maravilhas da ciência moderna ainda pensaríamos que a Terra era plana, que o sol se move em um circuito diário acima da Terra e que as estrelas eram "luzeiros" no céu noturno, como diz a Bíblia. A ciência, eles dizem, nos libertou dessas antigas metáforas poéticas. O homem precisou disso no passado, mas sua compreensão cresceu e ele finalmente amadureceu. A religião tornou-se mais racional, dando lugar à ciência nas questões de Cosmologia.

A Sociedade Real, Fundada em 1660

Temos de agradecer isto aos ingleses. Sem eles, ainda estaríamos vivendo na ignorância medieval. A Sociedade Real, fundada por nobres indivíduos de caráter impecável (assim é dito), lançou os fundamentos da ciência moderna. Eles identificaram as leis da Física por meio das quais tudo opera e, usando suas novas compreensões, fizeram uma série de impressionantes descobertas, que revelaram exatamente o quão grande o universo realmente é. Eles ficaram chocados ao descobrir que tudo parecia funcionar perfeitamente sem qualquer interferência de Deus. Apesar dos melhores esforços deles de justificar o modelo do mundo descrito na Escritura, eles ficaram chocados ao descobrirem que a Bíblia estava errada em muitos aspectos cruciais. De fato, alguns daqueles homens profundamente religiosos ficaram tão abalados com aquilo que descobriram, que perderam a fé e tornaram-se ateus.

Outros persistiram em sua busca pela "verdade", porém parecia que cada avanço na ciência somente acrescentava novas evidências que a Bíblia estava errada. A Terra parecia ter realmente milhões de anos de idade e o próprio homem parecia ter evoluído a partir do macaco. Foi com grande relutância que eles compartilharam essa notícia deprimente e desencorajadora com o restante da humanidade. Como ingleses autênticos, eles fizeram aquilo que tinha de ser feito, independente do custo para si mesmos. Os fatos eram fatos e não havia sentido em tentar se esconder da verdade.

A Terra é uma Espaçonave, Eles Disseram

A própria Terra é uma espaçonave, eles disseram, um simples grão de poeira nas vastas profundezas do universo. Um astronauta que retorna à Terra a partir de outra galáxia poderia facilmente se perder. Se cometesse um minúsculo erro de cálculo, ele poderia afastar-se bilhões de quilômetros de sua rota. Naturalmente, isso nunca poderia acontecer na nossa era científica esclarecida, mas se acontecesse, o astronauta teria muitos outros planetas similares à Terra para escolher. Sua nave intergaláctica e mais rápida do que a luz o levaria a um mundo repleto de animais exóticos e, se ele usasse as coordenadas interdimensionais corretas, até encontraria outros seres inteligentes, exatamente como ele próprio.

Obviamente, existem ainda muitos problemas técnicos a tratar, mas aqueles sempre criativos ingleses, em consulta com suas contrapartes internacionais, certamente os solucionarão. Afinal, eles descobriram como enviar satélites em volta da Terra e seus colegas americanos até mesmo fizeram uma cápsula espacial pousar na Lua. Em seguida, mãos humanas perfuraram buracos na superfície lunar e encontraram rochas valiosas. A facilidade com que esses intelectuais poderosos estão transformando a ficção científica em realidade científica realmente nos deixa atordoados. Onde estaríamos sem eles?

Por que, então, apesar de todo o aparente sucesso deles, as palavras "ratazana" e "mau-cheiro" continuam vindo à mente?

Por volta deste ponto, o leitor terá presumido que nosso relato da revolução científica não é exatamente tão respeitoso quanto os especialistas esperariam que fosse. Estamos justificados em adotar esse tipo de atitude frívola e desrespeitosa? Afinal, esses homens da ciência fizeram muitas descobertas admiráveis e deveríamos nos sentir humildes e agradecidos por suas realizações.

Algumas Questões Simples

Antes de enviarmos ao presidente da Sociedade Real um laurel folhado a ouro, ou um cetro incrustado com jóias, vamos primeiro fazer algumas perguntas simples. Estas não são as perguntas de um cético, mas as de uma mente inquiridora, o tipo de questões que todos devemos fazer se realmente quisermos testar a verdade de uma proposição científica. Em primeiro lugar, a gravidade. Um inglês inventou este conceito. Ele afirmou que a matéria atrai matéria e, se duas massas são grandes o suficiente, a atração gravitacional entre elas pode mantê-las em movimento elíptico em um vácuo. Sério mesmo? Isto já foi demonstrado em algum lugar? Na verdade, nunca foi.

A Teoria da Gravidade é exatamente isto — apenas uma teoria. As coisas caem na Terra pela mesma razão hoje que quando Adão caminhava no Jardim do Éden. Esta razão, qualquer que seja ela, não tem conexão alguma com a "gravidade". Como sabemos? Por que se a gravidade existisse, o Sol teria puxado Mercúrio de sua órbita já há muito tempo, junto com o restante do assim chamado sistema solar. A força unidirecional exercida por uma massa daquela magnitude seria irresistível.

A Teoria da Relatividade foi inventada para contornar este problema. Ela afirma que os caminhos orbitais são canais formados no contínuo espaço-tempo por poderosas ondas gravitacionais projetadas pelo sol. Essa nova teoria, que virtualmente ignora causa e efeito — a própria espinha dorsal da ciência genuína — foi criada para ocultar os defeitos flagrantes na antiga teoria. Não há dúvida que outra teoria surgirá muito em breve para ocultar os defeitos flagrantes na Teoria da Relatividade.

Quais outras questões óbvias deveríamos perguntar? Vamos tentar a seguinte: Se a Terra é uma esfera que se move pelo espaço a 66.666 milhas por hora (106.666 km/h) (não estou brincando), ao mesmo tempo que gira em seu próprio eixo a 1.600 km/h, por que as forças centrífugas, que são críticas para manter os planetas em suas órbitas (reagindo à atração gravitacional do Sol), não causam resistência discernível no movimento na Terra? Afinal, se estamos nos movendo em uma direção a mais de 100.000 km/h, então um movimento sobre a superfície terrestre em outra direção enfrentaria maior resistência do que o movimento na superfície terrestre na mesma direção.

Como não experimentamos essas forças ou efeitos de distorção, até mesmo no nível microscópico, a Terra precisa ser estacionária — exatamente com a Bíblia diz. E, se a Terra é estacionária, ela não pode ser uma esfera, pois, em caso contrário, o sol brilharia permanentemente em somente metade de sua superfície.

A Assim Chamada Terra Antiga

Vamos tentar mais uma: Que prova temos que a Terra tem centenas de milhões de anos de idade? A Sociedade Real tem várias respostas para isto. Primeiro, a Terra precisa ter milhões de anos de idade, pois a vida necessitou de longos períodos para evoluir. Em segundo lugar, a Terra não pode ser mais jovem do que os outros planejas no nosso sistema solar, pois todos eles surgiram a partir da Grande Explosão, que ocorreu bilhões de anos atrás. Em terceiro lugar, a datação radiométrica, que está baseada nas taxas conhecidas de deterioração dos elementos radioativos, é consistente com uma idade de várias centenas de milhões de anos para a Terra.

Não é necessário possuir um diploma de doutorado pela Universidade de Oxford para ver que tudo isto é uma tolice. A própria Teoria da Evolução é uma fraude, de modo que não há necessidade de vastas extensões de tempo para as espécies "evoluírem". A Grande Explosão assume que os elementos básicos da Cosmologia, inventados pela Sociedade Real, são corretos, o que eles não são. E, finalmente, a datação radiométrica requer dados adicionais, além da deterioração radioativa, o que já pressupõe que a Terra tem milhões de anos de idade.

Mas, e os dinossauros? Ah, sim, os dinossauros. Mais uma invenção inglesa, uma fraude descarada — uma chicana luciferiana das mais arrogantes. Essa mentira descarada provou ser tão bem sucedida que os ingleses tornaram-se grandemente encorajados e avançaram para inventar mais em uma veia similar, como os satélites e a bomba atômica.

Por volta do tempo que inventaram os dinossauros, eles publicaram uma matéria absurda de jornalismo racista chamada A Origem das Espécies (1859). Isto se propunha a provar que a humanidade descendia dos macacos e que toda a vida na Terra tinha "evoluído" — surgido aleatoriamente — a partir de um banco sedimentar. Como um exercício em pensamento mágico, essa obra absurda não tem igual. Os ingleses riam diante da superstição ignorante das tribos estrangeiras que eles estavam escravizando, ao mesmo tempo que propagavam uma mitologia pagã e subversiva de sua própria criação.

Bem, o leitor pode perguntar, se a Terra não é antiga e se a vida não "evoluiu", então pelo menos a Sociedade Real está certa a respeito do sistema solar, isto é, a rotação orbital das nove esferas planetárias em torno de uma imensa estrela chamada Sol? Infelizmente, não. Isto, também é parte do grande conto de fadas luciferiano fabricado pela elite inglesa. Os planetas são simplesmente luzeiros no céu, exatamente como a Bíblia diz. Aparentemente, a única diferença entre os planetas e as estrelas é que os planetas se movem nos céus, enquanto que as estrelas não.

O Modelo Luciferiano do Universo

Isto nos trás de volta até nosso cenário original, o intrépido viajante espacial que retorna à Terra após passar muitos anos explorando outras galáxias. Praticamente todos que estão vivos hoje foram doutrinados com esse modelo cósmico. Mesmo que as opiniões variem grandemente sobre quanto tempo será necessário para desenvolver a tecnologia para explorar as profundezas do espaço e visitar outros sistemas estelares, a cosmologia em si está firmemente arraigada na mente da maioria das pessoas. Para elas, a Terra é apenas um minúsculo grão de areia em uma expansão extraordinariamente vasta de um vazio caótico e sem sentido, exatamente como os luciferianos a imaginaram.

Qualquer um que acredite seriamente nesta falsa cosmologia, terá imensa dificuldade em acreditar no relato apresentado nos onze primeiros capítulos do Gênesis. De fato, o impacto dessa vil mentira cosmológica tem sido tão grande, e seus efeitos tão cáusticos, que a vasta maioria das pessoas hoje não acredita na Bíblia.

A Bíblia Ensina Que a Viagem Espacial É Impossível

Como mostramos em ensaios anteriores, uma leitura adequada da Bíblia revelará que o espaço sideral não existe. A Palavra de Deus nos diz de forma bem clara que a Terra não se move, mas que o Sol percorre um circuito. Ela nunca se refere às estrelas como qualquer outra coisa diferente de luzeiros no céu. A possibilidade que o homem possa algum dia deixar a Terra e viajar para algum outro lugar, em parte alguma é sugerido ou implicado. Na verdade, a Palavra de Deus enfatiza continuamente o contrário, a total futilidade de tudo o que o homem faça por seu próprio poder. Ele é incapaz de salvar a si mesmo. Ele não tem lugar algum para aonde ir, exceto o túmulo.

Na seguinte passagem da Escritura, o profeta Jeremias nega explicitamente que a viagem espacial seja algum dia possível:

"Assim diz o SENHOR, que dá o sol para luz do dia, e as ordenanças da lua e das estrelas para luz da noite, que agita o mar, bramando as suas ondas; o SENHOR dos Exércitos é o seu nome. Se falharem estas ordenanças de diante de mim, diz o SENHOR, deixará também a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre. Assim disse o SENHOR: Se puderem ser medidos os céus lá em cima, e sondados os fundamentos da terra cá em baixo, também eu rejeitarei toda a descendência de Israel, por tudo quanto fizeram, diz o SENHOR." [Jeremias 31:35-37].

É impossível distorcer ou tentar interpretar esta passagem, fazendo-a significar qualquer outra coisa do que aquilo que diz de forma bem clara. O homem nunca conseguirá medir os céus, nem os fundamentos da Terra. Nunca. E, se este é o caso, então ele não tem um meio de sair da Terra para tentar fazer uma dessas duas medições. A viagem espacial é uma impossibilidade.

Isto significa que aqueles que afirmam que o homem já fez ambas as coisas estão grandemente enganados. A NASA nunca pousou na Lua, em 1969 ou depois disso, mas executou, ao contrário, uma complexa tapeação. As supostas provas de suas aventuras são inconvincentes e risíveis, para dizer o mínimo. Aquilo foi certamente um salto gigantesco para a humanidade, um salto para a fantasia e para a pantomima.

Querem que acreditemos que, em oito dias, três homens viajaram mais de 800.000 km em uma cápsula de alumínio, passando por extremos inconcebíveis de temperatura, vestindo apenas pijamas de material plástico. Além disso, eles fizeram isto quase 50 anos atrás.

Um Ônus Sobre os Pastores Cristãos

Existe um ônus sobre os pastores cristãos de examinar essas afirmações e prová-las rigorosamente em relação à Escritura. Toda vez que alguém afirma a existência do espaço estelar e a possibilidade da viagem espacial, está negando a Palavra de Deus. Toda vez que alguém descreve a Terra como um "minúsculo grão de areia", está depreciando a maravilhosa criação de Deus e dando glória, mesmo que de forma não intencional, ao Grande Enganador. Eles estão dizendo, em efeito, que, quando o Pai Celestial criou um reino para Seu Filho reinar na eternidade, esse reino não seria mais significativo do que um grão de poeira em um imenso auditório.

O que isto diz a respeito do amor do Pai por Seu Filho? O que diz sobre o maravilhoso sacrifício que Cristo fez no Calvário, trazendo grande glória ao Pai Celestial? Além disso, o que isto diz sobre os cristãos que colocam mais fé nas afirmações sem comprovação dos homens rebeldes e arrogantes do que na imutável Palavra de Deus?

Pastores, acordem. Separem um tempo para desenredar as mentiras. Desafie aquilo que a ciência diz, especificamente aquilo que o apóstolo Paulo chamou de "oposições da falsamente chamada ciência" (1 Timóteo 6:20).

O Salmo 19:

Leia mais uma vez o Salmo 19, especialmente os versos 4-6:

"Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite. Não há linguagem nem fala onde não se ouça a sua voz. A sua linha se estende por toda a terra, e as suas palavras até ao fim do mundo. Neles pôs uma tenda para o sol, o qual é como um noivo que sai do seu tálamo, e se alegra como um herói, a correr o seu caminho. A sua saída é desde uma extremidade dos céus, e o seu curso até à outra extremidade, e nada se esconde ao seu calor." [Salmos 19:1-6].

A Palavra de Deus diz aqui que o Sol se move, que percorre um circuito no céu. É muito difícil interpretar esta passagem como uma descrição de um corpo celeste estacionário.

Como cristãos, somos orientados a usar nossa mente e sermos sóbrios, a olhar a evidência de um modo racional e comedido. A maioria dos milagres de Cristo foi realizada na arena pública, frequentemente em pessoas cuja deficiência física era notória a todos que viviam na comunidade local. Jesus Cristo pediu que Seus discípulos cressem Nele com base em Sua palavra, ou, então, com base em Suas obras:

"Crede-me que estou no Pai, e o Pai em mim; crede-me, ao menos, por causa das mesmas obras." [João 14:11].

Não é irracional ter dúvidas, mas é irracional continuar a rejeitar as evidências que não combinam com nossas expectativas.

Uma Nova Câmera Poderosa

Em Sua misericórdia, o Senhor Deus nos permitiu ter, neste tempo presente, acesso a uma tecnologia que nos permite testar certas afirmações feitas pela ciência da Cosmologia. Não precisamos confiar cegamente na autoridade da NASA, ou em qualquer outra instituição grandemente admirada. A câmera com zoom avançado é uma dessas novas ferramentas tecnológicas que estão disponíveis para o público a um preço acessível (pelo menos para alguns). Um dos melhores exemplos atuais é a câmera Nikon P900, que tira imagens incrivelmente claras, tanto em fotografias quanto em gravações em vídeo, com alta ampliação.

Os cristãos que usam essa câmera, ou a câmera acoplada a alguns telescópios astronômicos, estão tirando fotos dos planetas e das estrelas. Algumas dessas fotos estão publicadas na Internet, notavelmente no YouTube. O que eles estão descobrindo é muitíssimo diferente das imagens publicadas pela NASA. Elas mostram, por exemplo, que as estrelas "piscam", não por causa da refração da luz na atmosfera superior, mas por que estão constantemente mudando de aparência, como se a energia de diferentes frequências estivesse sendo descarregada sobre sua superfície. As estrelas não são esféricas e nem sólidas, mas possuem uma morfologia dinâmica, que emite luz em cores e padrões que se modificam constantemente.

Isto é consistente com a descrição bíblica das estrelas como "luzeiros no firmamento", fontes discretas de iluminação, não muito diferentes em tamanho, localizadas aproximadamente à mesma distância acima da Terra.

Quando estive no Deserto de Mojave, em 1982 (e em várias ocasiões depois disso), observei o modo como algumas estrelas realmente mudam de cor, de azul para laranja, ou de branco para amarelo, no intervalo de apenas alguns minutos. Elas também "piscavam" ou mudavam de forma de modos surpreendentes. Isto não podia ser explicado pelo modelo da NASA, mas eu não tinha uma alternativa. Felizmente, armados com esta nova tecnologia, alguns indivíduos perscrutadores estão examinando o céu para ver por si mesmos.

Aquilo que eles descobriram poderá surpreendê-lo.

"Pela palavra do SENHOR foram feitos os céus, e todo o exército deles pelo espírito da sua boca." [Salmos 33:6].


Parte 2

Diversas considerações técnicas precisam ser mantidas em mente ao estudar as fotos na Parte 2, em particular se a imagem do corpo celeste está em foco e com exposição adequada. A possibilidade de distorção térmica na atmosfera também precisa ser considerada. Esses detalhes a serem levados em conta podem parecer limitar a utilidade dessas imagens, mas, ainda assim, podemos aprender muito com elas.

O Que as Novas Imagens nos Dizem

Na maioria dos casos, as imagens foram obtidas com uma câmera Nikon P900, com ampliação de x83. Esta é uma ampliação trivial para objetos que supostamente estão a milhões de anos-luz de distância. Um minúsculo ponto de luz nessa distância ainda apareceria como um minúsculo ponto de luz, mesmo que fosse ampliado mil vezes. Nenhum detalhe seria discernível. Como todas as estrelas e planetas em nossa galáxia foram fotografados com aproximadamente a mesma ampliação, precisam estar aproximadamente à mesma distância da Terra.

Até mesmo uma distância de um milhão de milhas (1.600.000 km) precisa ser descartada nessa relativamente baixa ampliação. Sabemos isto por que os detalhes na superfície da Lua podem ser observados usando o mesmo foco. Como disse um usuário da câmera: "A P900 é capaz de focar as estrelas/planetas com foco manual com relativa facilidade. Na verdade, é interessante observar que a mesma configuração de foco manual em zoom ótico x83, com o Sol e a Lua como assuntos, também mantém o foco em todos os outros corpos celestes..."

Isto é uma indicação que as estrelas e planetas não estão muito mais distantes do que o Sol e a Lua e que são, como diz a Bíblia, "luzeiros" no céu.

Detalhe e Nitidez das Imagens

A partir da nossa galeria de fotos, podemos também dizer que em muitos casos, nem a forma nem a cor do corpo celeste é constante. Tendo em vista o detalhe e a nitidez das imagens, essas variações em formato e cor não podem ser explicadas unicamente por referência à exposição, foco ou distorção térmica. Quando uma imagem está fora de foco, sobre-exposta, ou afetada pela distorção térmica, o resultado normalmente é uma imagem borrada, ou uma perda de informações visuais, mas essas imagens continuam a fornecer um alto nível de detalhes, mesmo quando o formato e a cor do assunto mudam.

Portanto, embora seja difícil dizer com certeza qual é a aparência real de um determinado corpo celeste, é claro, a partir dessas fotos, que eles possuem propriedades impressionantes. As estrelas não podem certamente ser esferas gigantescas de gás radioativo, ou plasma compactado por gravidade, como a NASA querer que acreditemos.



A estrela Rígel, supostamente a uma distância de 773 anos-luz da Terra. A sétima estrela mais brilhante no céu noturno.



A estrela Arcturo, supostamente a uma distância aproximada de 33 anos-luz da Terra. A quarta estrela mais brilhante no céu noturno.



A estrela Sírius, supostamente a uma distância de 8,57 anos-luz da Terra. A estrela mais brilhante no céu noturno.



A estrela Prócion, supostamente a uma distância de 11,44 anos-luz da Terra. A oitava estrela mais brilhante no céu noturno.

Prócion — imagens da Fonte A:

Prócion — imagens da Fonte B:

Crédito das fotos: Todas as fotografias foram extraídas de vídeos no YouTube, que começaram a aparecer por volta de 2015 e que têm crescido rapidamente em número desde então. Nas seções de comentários, as pessoas estão perguntando por que a NASA nunca liberou essas imagens, ou por que as imagens que ela libera são de qualidade deficiente. Os criadores dos vídeos de onde essas imagens foram extraídas incluem Emily Suzanne, "Flat Earth", "Jewerly", "QNFee" e "Serbian". Reconhecemos, agradecidos, o trabalho empreendedor deles.

Exortamos os leitores a irem ao YouTube e procurarem esses vídeos por si mesmos. As imagens estáticas de tela mostradas acima não fazem justiça à surpreendente atividade mostrada em muitos desses vídeos.

Conclusão

Os pastores e fiéis cristãos têm diante de si uma dura escolha hoje: acreditar na Palavra de Deus em sua totalidade e verdade, ou se deixar levar cada vez mais para uma formulação mundana da Escritura, que rouba dela todo seu poder. Satanás não precisa se livrar da Bíblia; ele somente precisa torná-la obscura para nossa compreensão. A ciência, em seu disfarce dúplice, está exercendo um papel importante em promover essa obscuridade. Bilhões de dólares do dinheiro do contribuinte estão sendo usados para financiar um programa complexo para enganar a humanidade, para criar uma falsa Cosmologia que está em conflito com a verdade do Gênesis.

Os filhos da perversidade parecem sentir grande prazer em blasfemar da Palavra de Deus e fazê-la parecer primitiva e "sem base científica". Os pastores e fiéis cristãos que cegamente aceitam isto — apesar da clara evidência da vigarice que está por trás disso — estão falhando em seu dever de "examinar tudo e reter o bem" (1 Tessalonicenses 5:21).

A Terra Não É um Minúsculo Grão de Areia

Como é possível para um cristão bíblico pensar que o reino que Deus criou para o primeiro Adão, o reino que o segundo Adão adquiriu, por meio de seu próprio sangue, deva consistir, em grande parte, de um espaço escuro e vazio? Como eles reconciliam a ênfase recorrente de Deus em Sua Palavra sobre a beleza e esplendor da criação — o reino que Seu Filho herdará e governará na eternidade — com o abismo de trevas sempre em expansão conhecido como espaço sideral?

A Palavra de Deus também fala das estrelas como objetos que possuem individualidade — "Conta o número das estrelas, chama-as a todas pelos seus nomes." [Salmos 147:4]. O Novo Testamento acrescenta peso a esta ideia quando diz que Jesus "chama pelo nome às suas ovelhas" [João 10:3]. As estrelas são tão individuais quanto nós somos. Portantos, elas não podem ser imensas esferas homogêneas de gases como hidrogênio e hélio!



Autor: Jeremy James, artigo em http://www.zephaniah.eu
Data da publicação: 23/11/2017
Transferido para a área pública em 4/4/2020
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/terra.asp