Dezoito Escritoras Que Eram Falsas Mulheres e suas Fábulas Pseudofemininas

Autor: Jeremy James, 19/4/2018.

O perverso programa dos transgêneros está em operação há muito tempo. A Bíblia fala em três lugares de pharmakeia — traduzida como "feitiçarias" na nossa Bíblia. Quase no fim da Bíblia, no livro do Apocalipse, há uma afirmação que, à luz de tudo o que está acontecendo hoje, deve nos fazer parar e pensar:

"E luz de candeia não mais luzirá em ti, e voz de esposo e de esposa não mais em ti se ouvirá; porque os teus mercadores eram os grandes da terra; porque todas as nações foram enganadas pelas tuas feitiçarias." [Apocalipse 18:23].

A passagem se refere à destruição de Babilônia no fim dos tempos, o colapso do sistema mundial satânico. Os governantes e líderes desse sistema são chamados de "mercadores" e são descritos como "os grandes da terra". Estas são as famílias que controlam o sistema financeiro internacional e as grandes empresas transnacionais. A riqueza do mundo está à disposição delas. Essas são as famílias extremamente ricas que puxam as cordinhas por trás dos bastidores há vários séculos.

A Palavra de Deus nos diz que "todas as nações foram enganadas pelas tuas feitiçarias". Tradicionalmente, considera-se que os príncipes deste mundo conspiram juntos para enganar as nações, utilizando todos os truques sagazes e estratagemas tortuosos para alcançar isto. Por exemplo, Barnes diz:

"Todas as nações foram enganadas pelas tuas feitiçarias. Isto é declarado como uma razão para a ruína que tinha vindo sobre ela. É uma representação comum da Roma papal, que enganou ou iludiu as nações da Terra e nenhuma representação já feita combina mais com os fatos à medida que eles ocorreram. A palavra feitiçarias aqui refere-se às várias artes — os truques, imposturas e falsificações, por meio de que isto tem sido feito."

Gill adota uma linha de raciocínio similar:

"Todas as nações foram enganadas pelas tuas feitiçarias; Significando que suas falsas doutrinas, tradições, idolatria, supertição e adoração, com as quais, como outra Jezabel, ela enfeitiçou, atraiu e enganou as nações do império e os reis da terra..."

Estas interpretações são satisfatórias. Entretanto, nem Barnes nem Gill poderiam prever a vasta quantidade de substâncias e técnicas bioquímicas, narcóticas, hormonais, neurológicas e farmacológicas que agora estão disponíveis para a Elite babilônia usar. Isto tudo é pharmakeia em seu sentido mais forte e literal.

O Dicionário Expositivo de Vine apresenta a seguinte definição da palavra pharmakeia, item G5331 na Concordância de Strong:

Feitiçaria:

(Farmácia, etc.) significava principalmente 'o uso de medicamentos, drogas, encantamentos', depois, envenenamento"; depois "feitiçarias, Gálatas 5:20, RV, feitiçaria (AV, 'feitiçaria') mencionada como uma das obras da carne. Veja também Apocalipse 9:21, 18:23. Na Septuaginta, Êxodo 7:11,22; 8:7,18; Isaías 47:9,12. Em 'feitiçaria', o uso de drogas, simples ou potentes, era geralmente acompanhado por encantamentos e apelo às forças ocultas, com o fornecimento de vários encantamentos, amuletos, etc., professadamente destinados a proteger o paciente da atenção e poder dos demônios, mas na realidade para impressionar o paciente com os misteriosos recursos e poderes do feiticeiro."

Thayer salienta que a palavra pharmakeia em Xenofonte referia-se à administração de drogas, enquanto que em Platão e Políbio, entre outros, significava envenenamento por meio do uso de drogas. Dado que a Septuaginta, a antiga tradução do Antigo Testamento para a língua grega a partir do original hebraico, também usou a palavra pharmakeia para indicar feitiçaria, encontramos uma conexão consistente em toda a Bíblia entre as artes mágicas e o uso de drogas ou substâncias que afetam o corpo e a mente.

A enganação mundial e Apocalipse 18:23 ("todas as nações foram enganadas pelas tuas feitiçarias") é atribuída diretamente na Palavra de Deus à pharmakeia, ou feitiçaria relacionada com o uso de drogas. Isto lança luz considerável sobre aquilo que está acontecendo hoje. A variedade de drogas e substâncias que estão sendo produzidas que afetam nossa mente e nosso corpo — nossa identidade de gênero, disposição emocional e função cognitiva — é simplesmente chocante. Algumas, quando usadas corretamente, são benéficas, mas muitas não são.

Transgenerismo

Em vários ensaios anteriores mostramos como a Elite faz uso intensivo dos hormônios e outros ingredientes bioativos para alterar e emular características relacionadas com gênero e produzir invertidos sexuais virtualmente indetectáveis. Esses indivíduos, que secretamente passaram por uma transformação de um gênero para outro, estão infiltrando a sociedade em grandes números e assumindo carreiras e profissões que lhes permitem propagar suas filosofias babilônias. Como adoradores de Baal há várias gerações, eles esperam ansiosamente pelo Anticristo e estão fazendo tudo o que podem para facilitar a chegada dele. Como eles veem o Cristianismo como a principal barreira para a aceitação do Anticristo na cena internacional, estão trabalhando com afinco para solapar os valores bíblicos tradicionais em toda a sociedade. O plano deles de longo prazo inclui a abolição da procriação natural, as relações sexuais naturais, a autonomia da família e as muitas outras instituições sociais que estão enraizadas em valores bíblicos.

De modo a fazer isto, eles estão secularizando continuamente a sociedade, desde o século 17, afastando gradualmente as pessoas da Bíblia e apresentando uma cosmovisão baseada na ciência, no raciocínio abstrato e na engenhosidade humana. Esse processo de secularização foi altamente bem-sucedido e está agora sendo substituído pela agressiva paganização da sociedade, por meio da qual a Bíblia, a Palavra de Deus, não é apenas colocada de lado, mas ativamente rejeitada.

Como mestres da pharmakeia, eles parecem ter descoberto, isolado e reproduzido — muito antes do século 20 — os hormônios e outras substâncias que afetam o gênero e o desenvolvimento sexual. Podemos inferir isto a partir do fato que muitas figuras influentes no século 19 eram transgêneros homem-para-mulher. Embora a emasculação somente possa ter permitido que muitas falsificações desse tipo tenham sido produzidas, existem evidências, a partir dos quadros e retratos artísticos, bem como informações de outras fontes, que técnicas de feminização com o uso de substâncias químicas estavam disponíveis naquele tempo para a aristocracia.

O Maligno sabe que, se os homens não se comportarem como homens e as mulheres não se comportarem como mulheres, então a sociedade vai desmoronar. Assim, todo o programa dele está centrado na subversão do gênero e seu papel em suportar a ordem natural estabelecida por Deus.

Feminismo Radical

A principal arma do Maligno nesta estratégia tomou a forma do Feminismo radical, mas isto, por sua vez, necessitaria de uma "perspectiva feminina" pré-existente, uma literatura sobre mulheres, produzida por mulheres. Entretanto, enganador e ardiloso como ele é, muitas das "mulheres" que ele usou para este propósito não eram mulheres de forma alguma, mas homens transgêneros.

Na falta da retratos fotográficos de boa qualidade, é quase impossível provar, pelo menos em um ensaio deste tipo, que uma determinada autora era um transgênero homem-para-mulher. A maioria das imagens em retrato que temos das escritoras da língua inglesa do século 19 é de qualidade deficiente e em pequena quantidade. Entretanto, à medida que avançamos para o século 20, a situação melhora e somos apresentados com evidência visual muito melhor.

Os exemplos dados neste ensaio são da variedade "Como será que eles conseguiram esconder?" Como já lidamos com a mecânica da análise dos transgêneros em ensaios anteriores, simplesmente deixaremos a evidência falar por si mesma. Se você não conseguir ver que as escritoras selecionadas não são mulheres naturais, então é improvável que veja por meio desta incrível enganação, independente de quanta evidência apresentemos.

Reconhecemos que este não é um assunto fácil de tratar. Ele aponta para uma impiedade no coração da humanidade que a maioria de nós não está preparado para lidar. É altamente desorientador perceber que o mundo é controlado por pessoas que estão decididas a trazer o Anticristo e que estão fazendo tudo o que podem para tornar isto possível. Mas, a Bíblia diz que este é o caso e, se é o caso, então precisamos aceitar isto e considerar a evidência com muita atenção. Estamos procurando clareza e entendimento, uma segura compreensão do que nosso maravilhoso Criador quer que saibamos. Se nada mais, isto nos mostrará o quanto nosso Salvador, Cristo Jesus, alcançou no Calvário quando derrotou os poderes das trevas e libertou cada um de nós, pela fé, da cela de prisão da nossa natureza caída.

George Eliot

Nossa primeira apresentação é a escritora conhecida como George Eliot. As fotos seguintes mostram que "Jorge" era, de fato, um homem que usava peruca. O que se diz é que ela escreveu seus contos e romances usando um pseudônimo masculino de modo a ser aceita como uma escritora séria e não apenas outra autora "feminina". Este indivíduo era certamente talentoso e produziu obras literárias de alta qualidade. Além disso, há pouca coisa em seus livros que poderia seria interpretado como amoral ou rebelde. [Para evitar confusão, continuaremos a usar os pronomes normalmente associados com estas pessoas.]

Eliot foi parte da onda de secularização no século 19. Os romances dela tinham a intenção de ser retratos da vida diária, repletos de personagens com quem o leitor poderia prontamente se identificar. Isto pode parecer bastante inofensivo até que você descobre que não há nada sinceramente religioso ou bíblico nas obras dela. Com o tempo, ela se tornou, junto com Jane Austen (outra candidata para análise do gênero) o padrão que as outras escritoras "mulheres" aspiravam alcançar. Isto garantiu que os valores bíblicos tradicionais se desvanecessem dramaticamente da literatura do século 19 e os personagens que esposavam explicitamente sentimentos cristãos tornaram-se cada vez mais difíceis de encontrar.

Os princípios orientadores a serem observados por todas essas autoras poderiam ser resumidos como segue: Nunca mencione Jesus; nunca mencione a Bíblia; nunca mencione o Calvário; nunca mencione o Senhor Deus da Bíblia; nunca mencione a pecaminosidade do homem ou sua natureza caída; nunca use enredo ou personagens que possam fazer o leitor lembrar de cenas ou passagens bíblicas; enfatize o controle que o homem é capaz de exercer sobre seu próprio destino; enfatize a ciência, a razão e o progresso social; direcione o leitor o máximo possível para cenários imaginários que enfoquem a felicidade pessoal.

Até onde expressões válidas da virtude cristã pudessem ser esperadas, elas eram quase sempre substituídas pelo agnosticismo. Charles Dickens tratou o o tema da caridade e da empatia social em diversas ocasiões, mas nunca de um modo que fosse expressamente cristão. O leitor sempre é convidado a ver o bem em si mesmo, uma compaixão e simpatia inatas que florescem sem qualquer conexão necessária com a Palavra de Deus.

Trollope escreveu sobre a política da Igreja Anglicana em diversos de seus livros, mas nunca de um modo que sugerisse que a Bíblia era qualquer coisa mais do que uma obra literária influente. Muitos de seus clérigos, tais como aqueles em seu bem-sucedido Barchester Towers, eram profundamente falhos, ardilosos e covardes.

Três "Gigantes"

Nossas próximas três apresentações são geralmente descritas pelos acadêmicos como gigantes da literatura americana — Willa Cather, Edith Wharton e Eudora Welty.

Dê uma olhada em "Willa" nas fotos abaixo, um homem vestido com um casaco de peles. Algumas dessas pessoas, como Carther, estavam satisfeitas em serem vistas como lésbicas no armário. Isso desviava a atenção da verdadeira identidade de gênero delas e explicava em algum grau seus comportamentos excêntricos.

Edith Wharton, registrada ao nascer como Edith Newbold Jones, foi a primeira "mulher" a ganhar o Prêmio Pulitzer para a literatura (em 1921). Cather ganhou no ano seguinte. Embora não tão masculina em aparência quanto Cather, as fotos abaixo mostram um homem jovem em roupas de mulher e sua pose ridícula na foto com os dois cachorros, é típica do desprezo de um transgênero pela verdadeira feminilidade.

Nossa terceira "gigante" é Eudora Welty, outra criatura de aparência estranha que conseguiu se fazer passar como uma mulher.

Vencedora do Prêmio Pulitzer em 1972, Welty recebeu também a Medalha Presidencial da Liberdade e foi a primeira autora viva a ter suas obras publicadas pela prestigiosa Library of America — uma editora não-lucrativa de literatura americana clássica.

A Elite não outorga prêmios e honrarias com estes para mulheres naturais.

Gertrude Stein

Uma das mas perturbadoras apresentações nesta galeria de gárgulas é o homem que chamava a si mesmo de "Gertrude Stein". Esta mulher patentemente falsa iniciou um sarau literário semanal em Paris, no início dos anos 1900, depois de ter emigrado dos EUA. Os participantes regulares incluiam os escritores Ernest Hemingway, F. Scott Fitzgerald, Sinclair Lewis, Ezra Pound, Thornton Wilder, Sherwood Anderson e também contava com a presença dos pintores Pablo Picasso, Henri Matisse, Georges Braque e Henri Rousseau.

Um tipo de sarau similiar foi criado em Londres, por volta do mesmo tempo, conhecido como Grupo de Bloombury. Entre seus frequentadores regulares estavam E. M. Forster, Lytton Strachey, Vita Sackville-West e Virginia Woolf, bem como o altamente influente economista J. M. Keynes e o orientalista Arthur Waley. Os modermos movimentos feminista e LGBTQ foram fortemente influenciados pelo Grupo de Bloomsbury.

Virginia Woolf

As fotos abaixo revelam que Virginia Woolfe, um de seus membros de liderança, era um homem disfarçado de mulher natural.

A força desse programa encoberto dos transgêneros na literatura está principalmente em sua suposta capacidade de falar pelas mulheres, para afirmar que, como mulheres naturais com grande intelecto, seus principais proponentes estavam qualificados para articular as necessidades e aspirações das mulheres no mundo moderno. Grande parte do mesmo truque foi usado pelas autoras feministas radicais nos anos 1960s para fingir que representavam a mulher moderna e falavam em nome dela. Mas, essas autoras feministas também eram transgêneros!

As mulheres leitoras absorveram as atitudes e valores expressos nesses livros. Como elas acreditavam que as autoras eram mulheres naturais, como elas próprias, confiavam nelas de um modo como nunca teriam confiado em um grupo correspondente de autores homens. Aquilo que pode ter parecido como uma expressão espontântea de sentimentos represados e ansiedades secretas era, na verdade, uma campanha cuidadosamente gerenciada para doutrinar as mulheres, especialmente as mulheres jovens, com crenças e ideias que tinham pouca base na realidade. O Maligno usou homens que fingiam ser mulheres para convencer as mulheres naturais que elas realmente devem ser mais como os homens. Essa enganação monstruosa fez um mal imenso à sociedade ocidental, não somente destruindo casamentos e separando famílias, mas promovendo atitudes para a sexualidade e gênero que resultaram apenas em insatisfação, confusão e grandes dores emocionais.

Margaret Atwood

A autora canadense Margaret Atwood é, provavemente, melhor conhecida por seu romance distópico The Handmaid's Tale, em que as mulheres são tratadas como nada mais do que máquinas para a reprodução. Como ganhadora de muitos prêmios literários e festejada na Europa e na América do Norte como uma comentarista inteligente a respeito da condição humana, Atwood é uma das autoras "feministas" vivas mais influentes hoje. Entretanto, exatamente como centenas de suas predecessoras e contemporâneas, ela é um transgênero homem-para-mulher que finge ser uma mulher natural.

Beryl Bainbridge

A estranha aparência de Beryl Bainbridge já provocou muitos comentários desabonadores ao longo dos anos, mas poucos deram o salto de atribuir sua clara falta de feminilidade ao fato simples de ela ser um homem. Ela recebeu muitos prêmios e honrarias durante sua vida e é reconhecida por muitos críticos como uma das melhores escritoras britânicas no pós-guerra, de ambos os sexos. Em seu livro The Birthday Boys, um relato ficcional dos últimos dias da malfadada expedição de Scott à Antártica, ela faz uma análise psicológica aguda de seus protagonistas masculinos a partir de uma perspectiva convincentemente masculina. Isto impressionou grandemente muitos críticos. Eles teriam ficado menos impressionados se soubessem que ela era uma transgênero homem-para-mulher.

Maeve Binchy

A popular autora irlandesa Maeve Binchy, seguiu uma abordagem mais tradicional em seu tratamento das mulheres. Embora não possa ser descrita como uma escritora feminista, preferindo, em vez disso, enfocar nas satisfação dos desejos femininos, ela era uma humanista cujos enredos românticos não tinham qualquer fundamento espiritual discernível. Ela tinha mais em comum com Barbara Cartland — outra autora transgênero de contos de fadas para mulheres — do que seus fãs gostariam de admitir. Binchy exemplifica o grupo de escritoras "mulheres" que falam incessantemente sobre as mulheres e seus interesses, mas que nunca se atreve a desafiar as mentiras do Feminismo radical, ou expor a agenda real que está por trás dele. Em vez disso, elas levam suas leitoras ao mundo do faz de conta em que todo sentimento vazio é selecionado e apresentado por um homem que finge ser uma mulher.

Elizabeth Bowen

Nossa próxima apresentação é Elizabeth Bowen. Esta autora se relacionou com os membros do Grupo de Bloomsbury durante seus anos de juventude e, mais tarde, mudou-se para uma propriedade de sua família, no condado de Cork, na Irlanda. Ela recebia visitas de muitas escritoras bem conhecidas daquele tempo, incluindo Virginia Woolf, Eudora Welty, Carson McCullers, Iris Murdoch, a famosa historiadora C. V. Wedgwood. Como já vimos, tanto Woolf quanto Welty eram transgêneros, mas assim também eram McCullers, Murdoch e Wedgwood.

Os transgêneros geralmente tendem a se socializar somente com outros transgêneros. Como muitos deles têm uma intensa aversão às mulheres naturais, normalmente se misturam com elas somente quando as circunstâncias exigem ou quando, em um modo lésbico masculinizado, partem para explorá-las sexualmente. Quase todos os transgêneros são bissexuais e muitos são predadores sexuais.

Agatha Christie

É muito difícil para uma mulher natural encontrar sucesso como escritora na Grã-Bretanha. O programa de subversão moral gradual é controlado rigidamente e a Elite nunca se arrisca a permitir que uma mulher natural ascenda à proeminência. Talvez algumas tenham conseguido escapar da rede, mas a influência delas é facilmente freada por meio da mídia e outras formas.

Certos gêneros literários são projetados para avançar a causa do Maligno. A ficção científica promove a ideia sem sentido que a "ciência" solucionará todos os problemas humanos, que os robôs são pessoas cibernéticas e que a Terra é uma bola que gira em um vácuo imenso conhecido como "espaço sideral". A literatura da corrente dominante não está equipada para explorar estas ideias de um modo convincente, mas o gênero conhecido como ficção científica abre uma porta para infinitas possibilidades, em que a única barreira é a imaginação dos homens caídos.

Outro gênero que começou no século 19 foi o da ficção sobrenatural, ou "histórias de fantasmas". Isto inclui alguns dos produtos mais diabolicamente cruéis e repulsivos da imaginação, como os vampiros e zumbis que se alimentam de carne humana. Essas criações fictícias são planejadas para despertar o fascínio com o ocultismo e ofuscar a distinção entre a ordem sobrenatural estabelecida por Deus e o reino sinistro onde Satanás opera.

Outro gênero importante é o das histórias de detetives. Na superfície, isto pode parecer uma atividade normal, com pouco espaço para a subversão moral, mas a história do gênero mostra o contrário. O gênero em si foi definido em grande parte por Arthur Conan Doyle, mas ganhou ímpeto considerável no mundo inteiro por meio dos escritos de Agatha Christie — outra transgênero inglesa (veja as fotos acima).

Depois de Shakespeare e companhia, ela é a autora mais amplamente publicada na história. Como a mais bem sucedida novelista de todos os tempos, os livros dela já venderam mais de 2 bilhões de exemplares em dezenas de traduções diferentes.

O gênero criminal atrai uma variedade muito ampla de leitores de todas as classes sociais. Ao contrário dos gêneros sobrenatural e ficção científica, ele trabalha dentro de uma estrutura que é familiar para a maioria dos leitores. Ele até promete um senso de satisfação moral, pois o herói geralmente triunfa sobre o vilão e a justiça eventualmente prevalece. Ou, pelo menos, era assim que acontecia. Hoje, o gênero coloca muito mais ênfase na engenhosidade e ambiguidade moral do vilão — que frequentemente é um assassino sádico. O terror experimentado por suas vítimas é descrito em detalhes que prendem a atenção e as cenas mais fortes resultantes são reprisadas repetidamente com fascinação mórbida.

A fórmula original — solucionar um crime usando o raciocínio lógico e meticuloso e, desse modo, garantir a justiça para a vítima — há muito tempo deu lugar para algo mais sinistro. Hoje, a literatura do gênero policial é, na maioria das vezes, uma exploração do sadismo e da tenebrosidade, uma desculpa para a prática da crueldade e das perversões, entrando na mente do homicida e vendo o mundo por meio de seus olhos psicopatas. Muitas pessoas, que de outra forma são sensatas e sabem fazer bons julgamentos, gastam horas de seu tempo a cada semana, imergindo nesse tipo pervertido de entretenimento, experimentando as lúridas fantasias que enchem as mentes de pessoas realmente más.

Dorothy L. Sayers

A contribuição inglesa para este gênero pode também ser vista nas obras de Dorothy L. Sayer, outra transgênero (veja fotos). Os livros dela de histórias de detetives, com o sempre perfeito Lord Peter Wimsey fizeram muito sucesso e conquistaram para ela um público bem amplo.

Patricia Highsmith e Shirley Jackson

Os americanos tiveram seus equivalentes nos gêneros policial e terror em Patricia Highsmith e Shirley Jackson, entre outras. Ambas eram obviamente transgêneros — veja fotos nas páginas seguintes.

Ambas eram conhecidas por suas vívidas explorações do lado tenebroso da natureza humana. Como tal, elas foram figuras de transição. Highsmith pavimentou a estrada para o gênero moderno de literatura policial, com seu forte enfoque em sadismo pornográfico, enquanto que Jackson foi uma precursora para autores como Stephen King, que aprecia encontrar o macabro e perturbador em situações aparentemente comuns. Ambas as autoras fizeram uso subversivo de temas lésbicos. Os escritos de Jackson foram mais tarde incluídos na prestigiosa série Library of America, mencionada anteriormente (editada pela escritora transgênero Joyce Carol Oates).

Annie Proulx e Cynthia Ozick

Muitas dessas escritoras, notavelmente Jackson, Binchy e Atwood, foram escritoras prolixas que escreveram muitos contos. O conto é uma plataforma ideal para visões e ideias que um autor deseja disseminar amplamente a baixo custo. Milhões de leitoras sem discernimento podem ser influenciadas por uma opinião transmitida por meio de um conto encontrado em uma revista feminina, ou no suplemento de um jornal de domingo, ou em outras publicações de baixo custo.

Annie Proulx e Cynthia Ozick são duas das autoras americanas mais bem sucedidas de contos e ambas são transgênero (veja as fotos na página seguinte).

Não temos comentários particulares sobre a obra dessas duas autoras, além de observar que o filme O Segredo de Brokeback Mountain, que fez a sodomia parecer moralmente aceitável, foi baseado em um conto de Proulx. Simplesmente citamos as duas aqui como evidência adicional que todo aspecto da literatura contemporânea voltada para as mulheres é dominada por um grupelho sigiloso e que se auto-promove de transgêneros.

Georgette Heyer e Erica Jong

Outro gênero importante é a ficção romântica, em que a família é esquecida e a "heroína" frequentemente arrisca tudo para satisfazer suas fantasias egoístas. O objeto masculino do desejo geralmente é inalcançável, mas a heroína persiste, confiante que o amor (ou a lascívia) conquistará tudo. A ficção romântica treina as mulheres a acreditarem que a felicidade delas não tem nada que ver com família, criação de filhos e um casamento estável. Depois que ela escolhe seu alvo — onde o homem é um troféu ou, paradoxicalmente, uma vítima — espera-se que a mulher exerça sua vontade até ser bem sucedida.

Uma das primeiras expoentes desse gênero foi Georgette Heyer, mais uma transgênero inglesa (veja fotos abaixo).

O gênero evoluiu com o passar do tempo até o ponto em que a "fantasia" tornou-se uma realidade, uma história aparentemente da vida real da realização dos desejos femininos e a mulher como uma predadora sexual. Um dos melhores exemplos é Fear of Flying (Medo de Voar), de Erica Jong (1973), um romance com fortes elementos autobiográficos, que veio a se tornar um sucesso de vendas internacional. Jong também é uma transgênero.

O Reino dos Transgêneros

A lista de transgêneros na literatura produzida por mulheres é extensa. Os leitores são convidados a explorar o assunto por si mesmos, conferindo as fotos na Internet e avaliando os candidados por referência às muitas características que são típicas dos transgêneros. Entre elas estão as cabeças grandes e quadradas, ossos da face proeminentes, olhos em posição mais profunda, têmporas fortes, queixo masculino retilíneo, boca mais ampla, dentes grandes, pescoços excessivamente longos ou então vigorosos, orelhas grandes e mais abaixadas e uma ponte nasal masculina. Quando fotos adequadas estiverem disponíveis, verifique a relação cintura-ombros, a estatura e o comprimento dos braços (osso úmero). Em alguns de nossos ensaios anteriores fornecemos uma lista dessas características para verificação.

É duvidoso se qualquer uma das seguintes — para citar apenas algumas! — sobreviveriam a uma análise completa de perfil de transgêneros:

Alice Munro Alice Sebold Angela Carter
Anais Nin Anne McCaffrey Antonia Fraser
Ayn Rand Carol Shields Catherine Cookson
Doris Lessing Edna O'Brien Elfriede Jelinek
Iris Murdoch Ivy Compton-Burnett Jackie Collins
J. K. Rowling Joanna Trollope Harper Lee
Hilary Mantel Helen Dunmore Louise Erdrich
Jacqueline Susann Judith Krantz Muriel Spark
Nadine Gordimer Patricia Cornwell Penelope Lively
P. D. James P. L. Travers Rose Tremain
Ruth Rendell Sarah Waters Sue Townsend
Sylvia Plath Taylor Caldwell Ursula LeGuin

Um ano atrás eu teria classificado isto como uma afirmação audaciosa, mas não mais. A extensão em que a Elite conseguiu tirar as mulheres naturais das posições de poder e influência é simplesmente impressionante. As versões criadas por eles de feminilidade estão por toda a parte. Basta ligar a televisão e olhar para as "mulheres" que apresentam as notícias nos principais programas e canais de notícias. Ou então, veja as personagens "mulheres" em muitas das novelas e minisséries no horário nobre da televisão. Uma grande proporção de personalidades "femininas" dos esportes e atletas são transgêneros. A maioria das modelos que aparecem nas capas de revista é transgênero, como também as estrelas do cinema que anunciam as mais conhecidas linhas de cosméticos. A maioria das estrelas da música "pop" e das cantoras ganhadoras de prêmios é transgênero. Na verdade, "ganhadora de prêmio" é algumas vezes uma pista importante ao identificar membros desse grupelho subversivo. Eles amam seus prêmios, junto com a fama e a adulação que os acompanham.

Considere o seguinte exemplo. A foto mostra Gloria Steinem, a famosa ativista feminista e Cecile Richards, que foi presidente do açougue industrial conhecido como "Planned Parenthood" durante cerca de doze anos. Richards foi listada pela revista Time em 2012 com uma das 100 "Pessoas Mais Influentes do Mundo". Elas estão claramente contentes em receber seus prêmios no estilo Oscar, na cerimônia CFDA em 2017.

CFDA significa Council of Fashion Designers of America (Conselho dos Estilistas de Moda da América). É difícil ver como um desses indivíduos poderia se qualificar para um prêmio desses. Mas, no mundo estranho dos transgêneros, a relevância não é importante. Os prêmios públicos de alta visibilidade — de qualquer tipo — são um dos modos como a Elite recompensa os principais auxiliares por seus serviços. Steinem e Richards estavam realmente sendo honradas por sua contribuição ao Feminismo radical, especificamente o papel delas em promover o aborto e a matança em larga escala de crianças nascituras.

Steinem aparece em uma foto bem-conhecida em que está usando uma camiseta com a legenda "I had an abortion" (Fiz um aborto). Mas, isto é mentira. Ela nunca fez um aborto, porque, como um transgênero — exatamente como Richards — não tem e nunca teve um útero.

O Movimento Feminista radical foi estabelecido para destruir os valores da família e das instituições tradicionais, distorcer aquilo que compreendemos como gênero, abolir o casamento, ridicularizar e tripudiar sobre a verdade bíblica e induzir as mulheres a matarem seus próprios filhos. Existem poucas perversões na nossa época moderna que não possam ser rastreadas de alguma maneira ao programa feminista de corrupção social e moral — organizado e financiado desde o início pela Elite governante.

Conclusão

A impiedade desses indivíduos é difícil para a pessoa mediana compreender. Até os cristãos bíblicos são enganados. Eles simplesmente ignoram as incontáveis passagens na Palavra de Deus que descrevem a existência, determinação e venalidade dos ímpios. É muito simples compreender a partir da Palavra de Deus que essas pessoas estão seguindo uma agenda.

A impiedade está, não no transgenerismo em si, mas no programa que está por trás dele. Não há dúvida que é possível ser transgênero e, mesmo assim, rejeitar o que a Elite está tentando fazer. Mas, quando números significativos de pessoas trabalham juntas em segredo para subverter a ordem natural estabelecida por Deus, então temos o direito de descrever a conspiração como maligna. De fato, há uma obrigação para os pregadores e pastores exporem a conspiração.

A Bíblia tem muitas advertências sobre isto. Os cristãos precisam compreender que é por meio do uso sagaz de pharmakeia que a Elite babilônia está conseguindo enganar as nações.

O governo irlandês autorizou um referendo sobre o aborto, a ser realizado em 25 de maio de 2018, com vistas a remover a cláusula existente na Constituição que protege as crianças nascituras. É realmente uma obscenidade que esse referendo seja realizado, mas é igualmente horrível que uma quantidade substancial de pessoas influentes de todos os segmentos sociais estejam apoiando. O mesmo governo legalizou a enganação dos transgêneros em 2015 e tornou absurdamente fácil para qualquer um alterar seu gênero legal. Dado que uma grande proporção dos cerca de 50 membros "do sexo feminino" do Parlamento Irlandês (nas Câmaras Baixa e Alta) são secretamente transgêneros, não devemos estar surpresos que isto esteja acontecendo.

Pharmakeia, a feitiçaria, leva ao aborto, ao homicídio, e ao colapso espiritual e moral de uma nação. A Irlanda está orgulhosamente entre as nações que já foram enganadas.



Autor: Jeremy James, artigo em http://www.zephaniah.eu
Data da publicação: 24/4/2018
Transferido para a área pública em 11/9/2019
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/transgenero-16.asp