Conectando os Eventos Adversos na Saúde com as Vacinas Infantis

Autor: Jeremy James, Irlanda, 7/11/2018.

Este ensaio discute a segurança das vacinas infantis e os problemas que os pais preocupados e todos os cristãos verdadeiros deveriam considerar à luz da clara determinação mostrada pela indústria farmacêutica em intensificar o uso delas e, muito possivelmente, torná-las compulsórias.

Isenção de Responsabilidade e Propósito

O autor não é um profissional da área médica, nem possui qualificação no campo da medicina. Não estamos fornecendo aconselhamento médico. Ao contrário, estamos identificando as questões que os pais e responsáveis precisam considerar ao decidir se irão ou não vacinar seus filhos.

Ao fazermos isso, discutiremos o papel que os programas de vacinação indubitavelmente exercerão na formação da Nova Ordem Mundial. Como uma ferramenta de engenharia social, as vacinas são uma fonte potencial de incrível poder, se usadas para propósitos políticos.

"Escrever sobre vacinas é como viajar para o mundo mitológico dos mortos, governado por Hades. É um reino tenebroso e triste, onde bebês inocentes e suas famílias são profundamente traumatizados." — Neil Z. Miller, jornalista de Pesquisa Médica.

A vasta maioria das vacinas em uso pela população humana é criada, fabricada e distribuída por grandes empresas. Essas grandes empresas exercem enorme influência no mundo da medicina, porém operam de acordo com as mesmas considerações comerciais que definem o modo como todas as grandes empresas operam. Essas considerações incluem o ímpeto de gerar lucros, de expandir seus mercados, de incrementar seu leque de produtos, garantir a lealdade e dependência dos consumidores, esmagar a concorrência, fixar preços, limitar as alternativas aos seus produtos, influenciar e controlar o máximo possível as regras e regulamentações que afetam a fabricação e venda de seus produtos, satisfazer seus acionistas e, predominantemente, influenciar a opinião e percepção do público em todas as questões relativas ao uso, eficácia e segurança de seus produtos.

Parte 1: O Sistema Está Falido

Se as companhias farmacêuticas, em termos genéricos, não diferem em lei das outras empresas, então não podemos esperar que elas sigam um padrão mais elevado de ética ou serviam para o bem público. Não há nada altruísta a respeito da filosofia operacional delas. Tenha em mente que os mesmos graduados pela Escola de Negócios de Harvard, ou instituições similares de grande prestígio, administram as companhias farmacêuticas, como também os fabricantes de cigarro, as companhias petrolíferas e os grandes cassinos em Las Vegas.

Somente por esta razão, qualquer pessoa sensata deveria estar muito atenta para o poder e influência exercida por esses monólitos orientados por lucros. As grandes empresas fabricantes de cigarros nos anos 1960s mentiram repetidamente para ocultar o mal causado por seus produtos. Elas sabiam que suas mentiras eram diretamente responsáveis por milhares de mortes anualmente. É irracional esperar que qualquer outra empresa, incluindo uma empresa farmacêutica, seja incapaz de praticar o mesmo tipo de fraqueza moral.

O Escândalo do Vioxx

Em anos recentes, já testemunhamos pelo menos um exemplo chocante da capacidade deles de mentir e enganar. Vioxx era uma droga anti-inflamatória não-esteróide fabricada pelo laboratório Merck para o tratamento da osteoartrite. Lançada em 1999, a droga foi prescrita cerca de 80 milhões de vezes em todo o mundo, antes de ser retirada do mercado em 2004. Durante sua curta vida, Vioxx encurtou muitas vidas, porém gerou cerca de US$ 2,5 bilhões para o laboratório Merck.

O problema com Vioxx, que a Merck descobriu cerca de um ano após seu lançamento, era que a droga aumentava grandemente o risco de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral. Mas, o fabricante manteve a droga no mercado e ocultou a evidência que ela estava matando grandes números de pessoas saudáveis. Mais tarde foi revelado que dados de 21 estudos tinham sido fabricados para que a Merck pudesse afirmar (falsamente) que a droga tinha propriedades analgésicas superiores. Além disso, testes realizados antes do lançamento tinham sugerido que a droga poderia ter efeitos cardiovasculares adversos, porém o laboratório Merck deixou de realizar estudos mais exaustivos. A FDA (Food and Drug Administration) estima que Vioxx tenha matado mais de 60.000 pessoas. Isto é mais do que o número de soldados americanos que morreram na Guerra do Vietnã. O número real pode ser muito maior.

Pfizer

Este tipo de comportamento é endêmico em toda a indústria. Por exemplo, o laboratório Pfizer foi multado em extraordinários US$ 2,3 bilhões em 2009, quando foi considerado culpado pelo crime de rotular incorretamente um produto, neste caso um anti-inflamatório chamado Bextra, com a intenção de deliberadamente enganar o consumidor. Sabe-se que o Bextra causou um grande número de mortes por ataque cardíaco e derrame cerebral, porém a companhia Pfizer fez um trabalho melhor do que a Merck em suprimir os detalhes do mal causado pelo seu produto. Como a Merck, a companhia Pfizer também sabia antes de lançar o produto no mercado que a droga poderia causar efeitos cardiovasculares colaterais.

Em um artigo publicado em 2 de setembro de 2009, o jornal The New York Times comentou da seguinte forma a cultura empresarial dentro da companhia Pfizer:

"O governo acusou executivos e representantes de vendas em todos os níveis hierárquicos da Pfizer de planejaram e executaram esquemas para ilegalmente vender não somente o Bextra, mas também Geodon, um antipsicótico; Zyvox, um antibiótico; e Lyrica, que trata de dor nos nervos."

O jornal também se referiu a uma ocorrência anterior da comprovada atividade ilegal praticada pela Pfizer:

"Muitas das atividades citadas [no processo do governo contra a Pfizer e a campanha de marketing do medicamento Bextra] ocorreram enquanto a Pfizer estava no meio da solução das acusações que ela tinha ilegalmente vendido o Neurontin, uma droga para epilepsia, em que a companhia pagou em 2004 uma multa de 430 milhões de dólares e assinou um acordo de integridade empresarial — um comprometimento de boas práticas a ser implementado em toda a companhia." [ênfase adicionada].

É desconcertante saber que a Pfizer precisou assinar um acordo com as autoridades do governo em 2004 para confirmar que no futuro, suas atividades empresariais seriam realizadas em conformidade com a lei! Temos aqui uma medida do quão irresponsável a indústria farmacêutica se tornou quando esses tipos de "acordos" são necessários. De fato, o artigo do NYT observou que "os promotores [do governo] disseram que tinham se tornado tão alarmados pela crescente criminalidade na indústria que tinham começado a aumentar as multas para bilhões de dólares e iriam também processar mais vigorosamente os médicos." (Observe a palavra "criminalidade".).

Por que eles também iriam processar os médicos? Por que os médicos ajudam com a compilação dos dados de pesquisa com base nos quais a segurança e eficácia das drogas são avaliadas. As companhias farmacêuticas oferecem incentivos substanciais, tanto financeiros e outros benefícios, para conseguir endossos dos médicos, especialmente aqueles que sabidamente têm influência sobre seus pares, ou que escrevem artigos que são publicados pelas revistas médicas.

O Dilema Moral

Ao discutir o mundo perturbador das vacinas, nunca devemos perder de vista o fato que essas substâncias potencialmente debilitantes — que somos obrigados a injetar múltiplas vezes em nossas crianças — são fabricadas por grandes empresas com os mesmos níveis lamentáveis de honestidade e integridade mostradas pela Pfizer em anos recentes, o mesmo desrespeito e descuido pelas leis e a mesma obsessão com o lucro e participação no mercado. Os herdeiros dessa indústria ilustre então riem com desprezo e insolência quando nos atrevemos a fazer perguntas a respeito da segurança de seus produtos!

A Merck matou mais de 60.000 pessoas com seu medicamento Vioxx. Todas essas mortes eram evitáveis. Essa poderosa empresa tinha somente de agir dentro da lei para poupar as vidas desses infelizes indivíduos, mas não fez isto. Não havia fatores complicados a considerar. A evidência era muito direta. O produto deles estava matando outras pessoas, mas eles o mantiveram no mercado durante vários anos após saberem, além de qualquer dúvida, que ele era tóxico. Nem um dos gerentes responsáveis foi processado ou condenado à prisão. O governo somente requer que, quando os gigantes do mundo empresarial se comportam mal — ou cometem um crime grotesco, como neste caso, eles simplesmente paguem uma multa. Só isto. Uma multa.

Dois Grandes Problemas (Não Apenas Um)

Portanto, temos dois grandes problemas aqui, não apenas um. Além da potencial má-conduta criminal das companhias farmacêuticas, temos diante de nós a falha abjeta, tanto no nível estadual e federal, de responsabilizar os responsáveis pela matança sistemática e ilícita de pessoas inocentes. Esse segundo problema é tão sério quanto o primeiro.

O público tem duas formas principais de proteção institucional com relação à segurança das vacinas. A primeira é a FDA (Food and Drug Administration), que é responsável pela aprovação das vacinas para uso público e definir as condições sobre como elas são usadas, e o Centro para Controle de Doenças (CDC), que compila estatísticas detalhadas sobre a saúde pública, incluindo o papel exercido pelas vacinas em manter a saúde pública e prevenir a propagação das doenças. Assim, a FDA está preocupada principalmente com os eventos que levam ao lançamento de uma nova droga, enquanto que o CDC está preocupado com o impacto que os produtos farmacêuticos têm sobre a saúde da população em geral.

Entretanto, tanto a FDA e o CDC estão sob o controle do governo. Isto significa que eles são parte do mesmo aparato administrativo que não encontra culpados quando milhares de pessoas inocentes morrem por causa de defeitos nos produtos. Se os fabricantes conseguem obter imunidade contra processos simplesmente pagando uma multa empresarial, então há pouco incentivo para a FDA ou o CDC focarem naquelas partes dos processos judiciais que lidam com responsabilidade corporativa e possível conduta criminal.

Além disto, sabemos que muitos dos executivos de mais alto nível nessas duas organizações são recrutados a partir de órgãos e empresas com vínculos com a indústria farmacêutica. Alguns deles até retornam para a indústria após um período de serviço na FDA ou no CDC. Assim, além da ausência de qualquer claro incentivo para detectar e expor comportamento criminoso, essas organizações estão paralisadas — se não emasculadas — por sérios conflitos de interesses.

Quem Está Protegendo o Público Geral?

Portanto, quem está protegendo o público geral? Se uma vacina defeituosa estivesse em uso, em que estágio ela seria retirada do mercado? Quantas crianças teriam de morrer ou sofrer dano em sua saúde antes de a companhia farmacêutica, o CDC ou a FDA decidissem agir? Cem mil? Mais? Quem sabe? Este é o problema. Não temos confiança alguma que eles agiriam a tempo para evitar mortes e lesões desnecessárias. De fato, não temos confiança alguma que eles agiriam, a não ser que forçados a isso por uma agência de fora, mais provavelmente os tribunais, após uma ação judicial conjunta. Mesmo então a penalidade imposta provavelmente não seria mais do que uma multa e uma ordem judicial de pagar uma indenização. Ou então, eles poderiam ser forçados a assinar um acordo de integridade corporativa.

Isto significa que o sistema está falido? Sim, significa. Na verdade, um membro de alto escalão do quadro de funcionários da FDA admitiu que este é o caso. Aqui está um excerto de um trabalho escrito pela Union of Concerned Scientists, FDA’s Drug Safety System Fails to Protect Public (2004, União dos Cientistas Preocupados, O Sistema de Segurança da FDA Deixa de Proteger o Público):

"Em setembro de 2004, a companhia farmacêutica Merck retirou voluntariamente seu medicamento analgésico Vioxx do mercado após ter surgido evidências que os pacientes ficavam sob um risco maior de ataque cardíaco durante o tempo em que faziam uso do medicamento. Os críticos acusaram que a falha da FDA em proteger o público americano nesse caso é sintomático de um problema maior na agência. Em testemunho diante do Comitê de Finanças do Senado, um analista no Escritório de Pesquisa da Segurança na FDA, acusou que o sistema da agência para avaliar a segurança das drogas está falido e deixa de proteger a segurança do público. Em seu testemunho em novembro de 2004,o analista, Dr. David Graham, acusou que os procedimentos e a cultura da FDA tornam impossível investigar adequadamente as drogas e que a crucial monitoração da segurança pós-aprovação está especialmente contemporizada."

Observe o ominoso comentário final, "a crucial monitoração da segurança pós-aprovação está especialmente contemporizada." Em seguida, ele diz:

"Uma série de estudos publicados no Journal of the American Medical Association (JAMA) forneceu evidências adicionais que o sistema da FDA para regulamentar a segurança das drogas é imperfeito e contém falhas. Os editores do JAMA indicaram que o sistema deixa os fabricantes de drogas grandemente responsáveis por avaliar os perigos de suas próprias drogas e depende da comunicação voluntária dos médicos a respeito dos problemas, em vez de alguma avaliação após uma droga estar no mercado. Os editores concordaram que não faz sentido que a mesma agência aprove as drogas e 'também esteja comprometida em ativamente buscar evidência para provar que cometeu um erro.'"

Repetimos: O Sistema Está Quebrado

Isto nos traz ao fim da Parte 1 do nosso ensaio: O sistema está quebrado. Ao chegar a essa conclusão, não era necessário considerar se as vacinas eram ou não eficazes ou se há evidência para sugerir que algumas delas possam ser prejudiciais. A verdade é que não existem indicadores de advertência precoce confiáveis para sinalizar um potencial desastre.

Quando se considera o número de crianças que recebem esses produtos e o impacto de longo prazo que eles podem ter sobre a saúde e bem-estar geral dos nossos familiares queridos, esta situação não é nada menos que alarmante.

Esses jornalistas e representantes da indústria que defendem a segurança das vacinas, mas que ignoram essa realidade abrangente, deveriam se sentir envergonhados de si mesmos. Ninguém pode afirmar que qualquer uma das vacinas existentes é segura, enquanto elas continuam a serem administradas por meio de um regime que é patentemente incapaz de responder eficazmente — ou até responsavelmente — para sinalizar que uma droga está prejudicando a população.


Parte 2: O Mundo do Faz-de-Conta da Segurança das Vacinas

Os defensores da segurança das vacinas estão geralmente impacientes com qualquer um que se atreva a fazer perguntas sobre o conteúdo desses produtos altamente artificiais. Aparentemente, uma pessoa sem uma qualificação médica é inelegível para participar em qualquer um desses debates. Ele até mesmo atacam o pessoal com qualificações na área da medicina mas que não trabalham diretamente no campo da epidemiologia ou da farmacologia. Muitos deles usam o epíteto depreciativo "antivacina" para descrever qualquer um questione a segurança das vacinas, frequentemente implicando que, ao fazerem isso, eles estão solapando um sistema que pode trabalhar eficazmente somente se esse tipo de pergunta não for feita!

As Vacinas na Infância São Realmente Necessárias?

As vacinas são necessárias? Esta não é uma pergunta fácil de responder. Há um grande conjunto de evidências, produzidas principalmente pela indústria farmacêutica, para sugerir que elas podem ter alguma eficácia. Igualmente, há uma grande quantidade de evidências que indicam que as melhorias na saúde geral da população nos últimos cem anos, ou pouco mais, possam ser atribuídas quase exclusivamente aos mesmos fatores que afetaram a saúde humana em toda a história, isto é, os padrões de saneamento basico e de higiene, nutrição pessoal e a disponibilidade da água potável.

Por exemplo, quando os padrões de vida entram em colapso e grandes números de pessoas são forçadas a viver em condições muito ruins, sem saneamento, com má alimentação e uma fonte de água potável grandemente reduzida, os surtos de doenças podem ocorrer depois de apenas algumas semanas. Essas doenças surgem principalmente devido à acumulação de dejetos humanos e de animais e patógenos transmitidos por roedores e insetos.

Nossos corpos já são o lar de muitos microorganismos que causam doenças. Entretanto, eles existem em quantidades tão pequenas que não conseguem vencer nosso sistema imunológico. Essa situação muda drasticamente quando nosso sistema imunológico está enfraquecido devido à má nutrição e água de má qualidade, ou quando as quantidades de microrganismos infecciosos no nosso meio ambiente imediato aumenta enormemente, por exemplo quando o saneamento básico entra em colapso e os dejetos humanos se acumulam e apodrecem.

Afirmações Suspeitas Feitas Pela Indústria

Portanto, quando a indústria farmacêutica publica gráficos que se propõem a mostrar uma conexão causal entre a adoção das vacinas e uma queda acentuada na incidência de certas doenças, eles estão fazendo uma afirmação que é muito difícil de substanciar. Para esse tipo de afirmação ter alguma validade científica, a indústria teria de produzir um gráfico para cada doença que mostrasse como a incidência daquela doença teria diminuido (sem o uso das vacinas) à medida que os padrões de vida melhoraram com o passar do tempo. Somente então poderiam eles argumentar que a queda adicional (se existente) na incidência de uma determinada doença era devido à vacina.

Qualquer investigação a respeito da eficácia das vacinas é totalmente dependente da disponibilidade de estatísticas epidemiológicas corretas. Infelizmente, a metodologia usada para compilar e analisar essas estatísticas está, em grande parte, sob o controle da indústria farmacêutica. Em circunstâncias normais, onde o lucro não é uma consideração importante, poder-se-ia esperar que essas estatísticas fossem confiáveis, pois ninguém iria se beneficiar distorcendo-as em uma direção ou outra. Entretanto, quando outros interesses estabelecidos podem influenciar o resultado, podemos esperar um viés de algum tipo. Isto é especialmente verdadeiro no que se refere às vacinas, pois elas são o produto mais lucrativo — de longe — de todos os da indústria farmacêutica.

Como já observamos, neste ensaio estamos preocupados principalmente com a segurança e não com a eficácia das vacinas. Apesar disto, precisamos ver que a ciência que se propõe a provar a eficácia das vacinas é muito mais complicada e muito menos convincente do que a indústria quer que acreditemos. Na prática, há também um grau significativo de sobreposição na mente do público entre segurança e eficácia. A indústria gosta de explorar a tendência humana comum de acreditar que, se algo é benéfico, então não deve causar mal algum.

Conteúdo das Vacinas

As vacinas não consistem simplesmente de ingredientes "ativos" em uma solução de água esterilizada. Várias outras substâncias também são acrescentadas para preservar e estabilizar a vacina, junto com um "adjuvante" para aumentar a resposta imunológica do corpo ao ingrediente ativo. Essas substâncias adicionais, que algumas vezes são chamadas de excipientes, podem incluir um sal de alumínio, formol, gelatina, albumina do soro humano e um adjuvante conhecido como esqualeno, que é derivado de óleo de peixe purificado. Aparentemente, essas substâncias estão presentes somente em quantidades extremamente pequenas. Por exemplo, cada dose de vacina contém somente um milionésimo de um grama de alumínio.

Conteúdo das Vacinas

Substâncias comuns incluem antígenos (vírus, bactérias e toxoides atenuados), conservantes (timerosal, benzetônio, cloro, fenoxietanol, fenol), adjuvantes (sais de alumínio), aditivos (sulfato de amônia, glicerina, borato de sódio, polissorbato 80, ácido hidroclórico, hidróxido de sódio, cloreto de potássio), estabilizadores (soro de feto bovino, glutamato monosssódico, albumina do soro humano, gelatina suína), antibióticos (neomicina, estreptomicina, polimixina B) e componentes químicos de inativação (formalina, glutaraldeído, polioxietileno).

Se essas substâncias são ou não necessárias é uma questão de conjetura. As companhias farmacêuticas recebem a permissão de incluí-las por que as quantidades são muito pequenas e não são consideradas tóxicas se ingeridas oralmente. Entretanto, as vacinas são injetadas no tecido de uma criança e rapidamente entram na corrente sanguínea. Se algum desses ingredientes passar pela barreira sangue-cérebro, eles podem afetar o cérebro, causando uma resposta inflamatória imunológica.

A encefalite, ou inflamação do tecido que envolve o cérebro tem sido observada incontáveis vezes em crianças poucas horas após receberem a vacina. Muitas delas passam a desenvolver autismo de nível médio para severo. As companhias farmacêuticas afirmam que em todos esses casos os sintomas foram "coincidências" — inexplicáveis — e que uma conexão causal entre a vacina e os sintomas não pode ser inferida.

Para a pessoa mediana essa atitude pode parecer perversa. Entretanto, a ideia que esses eventos podem simplesmente ser desprezados como "coincidência" é uma axioma da indústria das vacinas. Isto pode ser visto mais claramente nas orientações para 2014 (revisadas em 2016) produzidas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), intitulada Global Manual on Surveillance of Adverse Effects Following Immunization (Manual Global Sobre a Vigilância dos Efeitos Adversos Após a Imunização) A edição de 2013 trazia a seguinte explicação de propósito:

PROPÓSITO: Este manual do usuário serve como um guia para um processo sistemático e padronizado de avaliação de causalidades globais para eventos adversos sérios após a imunização (AEFI, de adverse effects following immunization). Ele tem o objetivo de ser usado pelas equipes no nível nacional (como membros dos comitês AEFI nacionais) e no nível subnacional, bem como gerentes do programa de imunização e outros. Ele também serve como uma ferramenta educacional para instrutores e pesquisadores e como um guia de referência rápida sobre a avaliação de causalidade de AEFI.

Em resumo, o manual se propõe a ser o modelo aprovado para uso pelas autoridades nacionais de saúde em todos os países (não apenas nos EUA e na Europa) ao avaliar as reações adversas às vacinas, especialmente onde um vínculo causal é postulado. (Alguns extratos relevantes do manual são apresentados no Apêndice A.)

Pediatras Desafiam as Diretrizes da OMS

Anteriormente neste ano, dois importantes pediatras na Índia publicaram um trabalho de pesquisa na plataforma de publicação de acesso aberto F1000Research, que foi severamente crítico das diretrizes revisadas da OMS. (É duvidoso se revistas médicas mais tradicionais teriam publicado o trabalho.) De acordo com os autores, Dr. Jacob Puliyel, de Delhi, e o Dr. Pathik Naik, de Surat — as novas diretrizes colocam as vidas das crianças em risco e uma ação precisa ser tomada "urgentemente no interesse da segurança das crianças".

Incrivelmente, segundo as diretrizes revisadas da OMS, somente reações adversas que tinham sido observadas durante testes clínicos de uma vacina poderiam ser classificadas como relacionadas com a vacina. Todas as novas reações adversas sérias, até mesmo aquelas que resultem na morte da criança, devem ser consideradas "coincidência" ou "não classificável". A vacina propriamente não deve ser responsabilizada!

Fatalidades Relacionadas com as Vacinas

Um estudo realizado por Neil Z. Miller e Gary S. Goldman, publicado em 2011, mostrou que os países que requerem mais doses de vacina no primeiro ano tendem a ter taxas de mortalidade infantil mais altas. Dentro da Classificação Internacional de Doenças (CID), as mortes de crianças podem ser distribuídas em uma de 132 categorias. Uma dessas — a Síndrome da Morte Súbita de Criança — mostra uma forte correlação estatística com a vacina tríplice bacteriana (também chamada de vacina DTP). Um estudo mostrou que 70% das mortes súbitas infantis ocorreram no espaço de até 3 semanas após receber a vacina, enquanto que os autores Fine & Chen (1992) reportaram que os bebês morreram a uma taxa praticamente oito vezes maior do que o normal no espaço de três dias após tomarem a vacina DTP.

Com base em sua pesquisa, Miller e Goldman concluíram que várias outras categorias de mortes de crianças pequenas podem também estar vinculadas com as vacinas. Eles declararam:

"Várias categorias adicionais da Classificação Internacional de Doenças são possíveis candidatas para classificações incorretas de crianças pequenas: doenças virais não especificadas, doenças do sangue, septicemia, doenças do sistema nervoso, dano anóxico no cérebro, outras doenças do sistema nervoso, doenças do sistema respiratório, gripe e doenças não especificadas do sistema respiratório. Todas essas causas selecionadas podem ser repositórios de mortes de crianças pequenas relacionadas com vacinas reclassificadas como fatalidades comuns."

Alguém poderia pensar que o trabalho de pesquisa deles e de outros similares teria levado a uma análise mais eficaz do vínculo entre as vacinas e resultados adversos na saúde, não somente em relação às fatalidades reais, mas também em relação à saúde e desenvolvimento de uma criança no longo prazo. Entretanto, a Organização Mundial de Saúde — que é controlada pelas mesmas pessoas que controlam a indústria farmacêutica — parece decidida a garantir que esses tipos de relacionamentos causais nunca sejam identificados.

Como os pediatras indianos salientaram em seu trabalho de pesquisa, o Manual da OMS modificou também a definição de "associação causal" por meio do qual, se uma possível explicação alternativa de um evento adverso puder ser postulado, nenhuma associação causal com a vacina deve ser feita. O impacto dessa restrição na exatidão das informações médicas reportadas na Índia tornou-se evidente quando, entre os casos de AEFI (eventos adversos após a imunização) reportados para o banco de dados nacional após as diretrizes serem revisadas — em que 54 bebês morreram — nem uma morte foi classificada como relacionada com vacinas. A maioria delas foi descrita como "não-classificável" ou "coincidência".

Teste das Vacinas

É responsabilidade das companhias farmacêuticas testar suas vacinas completamente antes de elas serem apresentadas à FDA para aprovação e é responsabilidade da FDA estabelecer que as empresas fizeram isso. No entanto, isto não está acontecendo. Na verdade, as diretrizes revisadas da OMS oferecem um incentivo adicional para a indústria reduzir o rigor e qualidade dos testes, pois somente aqueles sintomas que aparecem durante o teste podem depois ser citados como tendo uma associação causal com a vacina.

Os testes precisam levar em consideração todos os "excipientes" (ingredientes conhecidos) usados na vacina e determinar a quantidade de cada substância que pode ser seguramente injetada — em uma dose ou múltiplas dores ao longo do tempo — em uma criança muito pequena. Há também um ônus sobre o fabricante de provar que a vacina é segura para uso por toda a população que provavelmente a receberá, não apenas um grupo pequeno de jovens em boa forma física e saudáveis. Esses testes devem também levar em conta os efeitos de longo prazo da droga e sua interação com outras drogas, bem como seu impacto sobre aqueles que estiverem com seu sistema imunológio comprometido.

Alguém poderia gostar de pensar que esta é uma prática padrão em toda a indústria, mas sabemos pela experiência que este não é o caso. As falhas na companhia Merck, que levaram a mais de 60.000 mortes entre os usuários do medicamento Vioxx, é prova perturbadora disso. Uma série similar de falhas em relação a uma vacina aplicada em dezenas de milhões de crianças teria consequências catastróficas.

A Promessa do CDC

O CDC promete "Basear todas as decisões de saúde pública nos dados científicos da mais alta qualidade que sejam derivados aberta e objetivamente." Na prática, essa promessa não tem significado se a indústria for capaz de conseguir aprovação para seus produtos ao mesmo tempo que faz uso selectivo de dados científicos, usando critérios que ignoram as preocupações expressas do público, ignorando os padrões comumente aceitos de objetividade e rejeitando totalmente o que é conhecido como "Princípio da Precaução". De acordo com a Wikipedia, esse princípio implica "que há uma responsabilidade social para proteger o público da exposição a um dano físico quando a investigação científica encontrou um risco plausível."

Mercúrio nas Vacinas

Até mesmo em uma área que deveria ser bem direta — a escolha dos ingredientes destinados a maximizar a estabilidade e eficácia das vacinas, o histórico está longe de ser encorajador. Considere o mercúrio. Na forma do timerosal, ele foi o elemento constituinte rotineiro de várias vacinas durante décadas. Atuando como um conservante, ele suprime o crescimento da bactéria e fungos contaminantes do meio ambiente após uma ampola de vacina de múltiplas doses ser aberta. (Aparentemente, ele não era necessário em vacinas de dose única, onde o risco de contaminação é extremamente baixo.)

Conteúdo das Vacinas

Os elementos constituintes adicionais em uma dose de 0,5 ml de vacina podem ser extremamente pequenos em termos de volume, porém afetam o conteúdo da vacina. É por isto que eles são adicionados. Os mesmo elementos constituintes continuarão a afetar um volume similar de fluido no corpo da criança, incluido o cérebro dela. Isto se parece como uma roleta química?

A indústria farmacêutica deixou de usar o mercúrio em certas vacinas entre 2003 e 2011. Esse passo foi dado, não em resposta à preocupação generalizada do público com a segurança do mercúrio nas vacinas — pois a indústria sempre negou que o mercúrio representasse qualquer nível de risco — mas supostamente para se conformar, voluntariamente, com o objetivo internacional de reduzir a exposição ambiental ao mercúrio a partir de todas as fontes. (Isto significa que eles podeam reintroduzi-lo amanhã de manhã, se quiserem.)

Isto nos leva a fazer a seguinte pergunta: Se o mercúrio não é mais incluído na maioria das vacinas, então por que foi originalmente acrescentado? É muito difícil compreender por que ele foi considerado um ingrediente indispensável por tanto tempo, especialmente por que se sabe que ele tem um efeito tóxico no corpo, mesmo em quantidade extremamente reduzida. Os críticos há muito tempo argumentam que a indústria simplesmente assumiria que uma quantidade minúscula dessa substância altamente tóxica não teria efeitos adversos no corpo humano, incluindo os bebês muito pequenos, que pesam somente alguns poucos quilos.

A indústria deixou de realizar testes rigorosos para determinar se essa suposição era ou não bem fundamentada. Na prática, o mercúrio foi considerado como um ingrediente inativo, embora tenha sido adicionado com o propósito expresso de suprimir certas atividades biológicas, ou seja, o crescimento das bactérias e fungos. Qual atividade poderia ele continuar a suprimir após entrar no corpo humano? A indústria não fez um esforço significativo para descobrir.

Os pais de filhos autistas há muito tempo suspeitaram que o mercúrio adicionado às vacinas possa ter um efeito prejudicial sobre o cérebro das crianças que estão em desenvolvimento. Os incontáveis casos reportados de reações adversas severas, horas ou dias depois da aplicação de uma vacina, dá apoio considerável a essa visão. Dado que muitas dessas crianças exibem mais tarde uma deficiência cognitiva de branda a severa, a disposição da indústria de consistentemente minimizar a possibilidade de uma conexão causal é incompreensível. Esse cinismo empresarial é facilitado pelos governos, que estão ansiosos em evitar a ira de uma das indústrias mais lucrativas no nosso mundo moderno.

Uma Chocante Admissão por Parte da FDA

Como é de se esperar, encontramos referências repetidas na literatura ao papel exercido pela Food & Drug Administration (FDA). Nenhuma droga ou vacina de qualquer tipo pode ser colocada no mercado sem a aprovação escrita dessa agência do governo. Isto significa que em qualquer ocorrência em que um produto causa malefício ao público, a FDA está implicada. É responsabilidad da agência garantir que a segurança do produto foi conclusivamente estabelecida antes de ele ser lançado para uso pelo público. Ela também precisa, onde necessário, especificar a categoria de pessoas para quem o produto pode ser dado e todos os problemas de saúde para os quais ele foi criado para tratar.

O problema, na prática, é que a FDA não aceita responsabilidade pelo dano causado por produtos farmacêuticos defeituosos ou inseguros. É extremamente difícil processar a FDA por negligência e, tanto quanto sabemos, nenhum executivo ou funcionário da FDA já foi responsabilizado criminalmente por negligência profissional.

A atitude da FDA — sua descarada crença em sua própria imunidade contra processos — é até exibida em sua página na Internet, que traz a transparência mostrada aqui ao lado em uma de suas seções:

A transparência é acompanhada pelo seguinte comentário sobre reações adversas às drogas (ADRs):

"A primeira questão que os provedores de assistência médica devem perguntar a si mesmos é: 'Por que é importante aprender a respeito das reações adversas às drogas? A resposta é por que elas são uma das principais causas de morbidez e mortalidade na assistência à saúde. O Instituto de Medicina reportou em janeiro de 2000 que, de 44.000 a 98.000 mortes ocorrem anualmente a partir de erros médicos. Desse total, um número estimado de 7.000 mortes ocorrem devido às reações adversas às drogas. Para colocar isto em perspectiva, considere que 6.000 americanos morrem a cada ano em acidentes de trabalho."

"Entretanto, outros estudos realizados em populações de pacientes hospitalizados colocaram estimativas muito mais altas sobre a incidência geral de reações adversas às drogas sérias. Esses estudos estimam que 6,7% dos pacientes hospitalizados têm uma séria reação adversa à droga com uma taxa de fatalidade de 0,32%. Se essas estimativas estiverem corretas, então existem mais de 2.216.000 reações adversas às drogas sérias em pacientes hospitalizados, causando mais de 106.000 mortes anualmente. Se verdadeiro, então as reações adversas às drogas são a quarta causa principal de mortes — na frente de doença pulmonar, diabetes, AIDS, pneumonia, acidentes e mortes envolvendo automóveis."

"Estas estatísticas não incluem o número de reações adversas às drogas que ocorrem nos ambulatórios. Além disso, estima-se que mais de 350.000 reações adversas às drogas ocorrem em lares de idosos a cada ano nos EUA. O número exato de reações adversas às drogas não é certo e é limitado pelas considerações metodológicas. Entretanto, qualquer que seja o número verdadeiro, as reações adversas às drogas representam um problema de saúde pública significativo que é, em grande parte, evitável."

Incrivelmente, a FDA está admitindo que esse "problema significativo de saúde pública", que mata centenas de milhares de americanos todo ano, é "em grande parte evitável", mas deixa de declarar que a responsabilidade por sua prevenção está em grande medida com a própria FDA!

Uma Questão de Confiança

Apesar de toda a evidência reportada na mídia nas últimas décadas, evidência que mostra claramente que a indústria farmacêutica está fora de controle e que a FDA é um peão ineficaz em uma máquina selvagem de ganhar dinheiro, a vasta maioria dos americanos está indisposta e relutante em admitir que essas organizações simplesmente não são confiáveis. O problema deve-se, em parte, à falha por parte dos médicos de família em todos os EUA de desafiar o poder que a indústria exerce sobre a assistência à saúde nos EUA. Isto, por sua vez, deve-se à disposição de um grande número de profissionais em todos os níveis em aceitar os lucrativos incentivos que a indústria oferece para mantê-los sob disciplina.

O público precisa abandonar a crença falsa que as companhias farmacêuticas "se preocupam" com seus clientes. Elas não se preocupam, nunca se preocuparam e nunca se preocuparão. Elas não são mais confiáveis do que qualquer outra empresa comercial e não menos inclinadas a agir de forma rápida e sem restrições morais com os fatos, de modo a proteger seus lucros ou suas participações no mercado.

Uma Profissional Experiente Fala

Em sua extensa análise de três livros que expõem a venalidade e corrupção da indústria farmacêutica, a Dra. Marcia Angell declarou em The New York Review of Books (15 de janeiro de 2009):

"Ninguém sabe a quantidade total fornecida pelas companhias farmacêuticas para os médicos, mas estimo, a partir de relatórios anuais das nove maiores companhias farmacêuticas dos EUA, que isto chega até a casa de dezenas de bilhões de dólares por ano. Por esses meios, a indústria farmacêutica ganhou um controle enorme sobre como os médicos avaliam e usam seus próprios produtos. Os extensos vínculos da indústria com os médicos, particularmente professores titulares nas Escolas de Medicina, afetam os resultados da pesquisaa, o modo como a medicina é praticada e até a definição do que constitui uma doença."

Se os profissionais da área médica soubessem o quão falso o sistema de teste das drogas realmente é e como serve a si mesmo, estariam menos inclinados a cooperar com a indústria. A Dra. Angell descreve isto em termos chocantes:

"Considere os teste clínicos por meio dos quais as drogas são testadas em cobaias humanas. Antes que uma nova droga possa entrar no mercado, seu fabricante precisa patrocinar os testes clínicos para mostrar para a FDA que a droga é segura e eficaz, geralmente em comparação com um placebo ou uma drágea vazia. Os resultados de todos os testes (podem existir muitos) são apresentados à FDA e, se um ou dois testes forem positivos — isto é, eles mostram eficácia sem risco sério — a droga é normalmente aprovada, mesmo se todos os outros testes forem negativos."

"Em vista deste controle e os conflitos de interesses que permeiam a empresa, não é surpreendente que testes patrocinados pela indústria publicados em revustas médicas consistentemente favoreçam as drogas fabricadas pelos patrocinadores — em grande parte por que os resultados negativos não são publicados, resultados positivos são repetidamente publicados em formas ligeiramente diferentes e uma opinião positiva é colocada sobre os resultados negativos. Uma análise de 74 testes clínicos de antidepressivos, por exemplo, descobriu que 37 de 38 estudos positivos foram publicados. Mas dos 36 estudos negativos, 33 não foram publicados, ou foram publicados de uma forma que transmitia um resultado positivo. Não é incomum para um trabalho publicado desviar o foco do efeito objetivado da droga para um efeito secundário que parece mais favorável."

"... De muito maior significado foi a atenção chamada para a prática sistemática e deliberada de suprimir resultados de pesquisas desfavoráveis, que nunca teriam sido revelados sem o processo legal de descoberta..."

"Muitas drogas que são consideradas eficazes são, provavelmente, pouco melhores do que placebos, mas não há modo de saber, porque os resultados negativos são escondidos. Uma pista foi fornecida seis anos atrás por quatro pesquisadores que, usando a Lei de Acesso à Informação, obtiveram análises da FDA de todos os testes clínicos controlados por placedos apresentados para aprovação inicial das seis drogas antidepressivas mais amplamente usadas que foram aprovadas entre 1987 e 1999 – Prozac, Paxil, Zoloft, Celexa, Serzone, e Effexor. Eles descobriram que, na média, os placebos eram 80% tão eficazes quanto as drogas. A diferença entre drogas e placebos era tão pequena que era improvável que fosse de qualquer significado clínico. Os resultados eram em grande parte os mesmos para todas as seis drogas: todas eram igualmente ineficazes. Mas, como resultados favoráveis foram publicados e resultados desfavoráries enterrados (neste caso, dentro da FDA), o público e a profissão médica acreditavam que essas drogas eram antidepressivos potentes."

Nestes curtos parágrafos, a Dra. Angell, que estava profundamente familiarizada com as operações internas do estamento médico americano, colocou a nu as mentiras e hipocrisia que servem de suporte para a indústria farmacêutica. Com uma nota de melancolia ela concluiu:

"Simplesmente não é mais possível acreditar em grande parte da pesquisa clínica que é publicada, ou confiar no julgamento de médicos ou em diretrizes médicas dos órgãos oficiais. Não tenho prazer nesta conclusão, à qual cheguei lenta e relutantemente durante minhas duas décadas como editora do The New England Journal of Medicine."

Esta é uma denúncia incriminadora a um sistema em que todos são levados a confiar. Uma pessoa com informações privilegiadas, bem-posicionada, com anos de experiência, incluindo duas décadas como editora do The New England Journal of Medicine, diz em uma publicação de primeira linha que simplesmente não é mais possível acreditar em grande parte da pesquisa clínica. Na prática, ela está dizendo que a indústria mente e trapaceia algumas vezes, As companhias que desenvolvem substâncias potentes para serem injetadas em um bebê recém-nascido não são mais confiáveis do que as empresas fabricantes de cigarros dos anos 1950s e 1960s.

Os Médicos de Família

A Dra. Angell também diz que não é mais possível confiar no julgamento de médicos de confiança ou em diretrizes médicas oficiais. A profissão médica está tão irremediavelmente dominada pela propaganda produzida pela indústria farmacêutica, para não mencionar os muitos atrativos financeiros que ela oferece, que os pais não podem confiar que seu médico de família dará uma opinião não-enviesada em questões que terão implicações permanentes para a saúde e bem-estar de suas crianças.

Em sua dura apresentação no YouTube — Vaccines and Brain Development (Vacinas e Desenvolvimento Cerebral, Radio Liberty Conference, 2008) — o Dr. Russell Blaylock deplora a arrogância instilada nos estudantes de medicina durante sua formação. Eles são condicionados a tratar as descobertas das companhias farmacêuticas como isentas de erros, ciência legítima e minimizar ou rejeitar os relatos de primeira mão pelos pais procupados de uma reação adversa à vacina dada a uma de suas crianças.

O Dr. Blaylock publicou trabalhos de pesquisa sobre a hipótese que a imuno-excito-toxicidade é um mecanismo central na encefalopatia traumática crônica. Não se deixe dissuadir pelo nome difícil — a ideia subjacente é muito simples. De acordo com a hipótese do Dr. Blaylock, existe ampla evidência médica para mostrar que o cérebro responde às toxinas invasoras — como os componentes constituintes das vacinas — liberando citosinas que produzem a resposta imunológica necessária na área afetada. Isto pode super-estimular o cérebro e causar uma inflamação que pode durar vários dias, ou até semanas. Em casos extremos, ela se manifestará como uma convulsão. É por isto que algumas crianças choram e gritam durante dias após tomarem uma vacina.

Amamentação no Peito

É bem conhecido que a amamentação fornece não apenas nutrientes importantes para a criança em desenvolvimento, mas imunidade contra diversas doenças. Isto vem a partir de antígenos que estão presentes naturalmente no leite materno. A Bíblia até indica que a amamentação no antigo Israel continuava até a criança ter aproximadamente três anos de idade:

"Exceto os que estavam contados pelas genealogias dos homens, da idade de três anos para cima, a todos os que entravam na casa do SENHOR, para a obra de cada dia no seu dia, pelo seu ministério nas suas guardas, segundo as suas turmas." [2 Crônicas 31:16].

A Hipótese da Inflamação

De acordo com a hipótese do Dr. Blaylock, que é suportada por uma riqueza de dados de pesquisa, a próxima vez que a criança receber uma vacina, o cérebro responderá ainda mais forçadamente ao estímulo invasor. É essa inflamação que retarda o desenvolvimento natural do cérebro e leva, em muitos casos, a problemas como autismo, ADHD (Distúrbio de Hiperatividade e do Déficit de Atenção), dificuldades na fala e outros distúrbios neurológicos. Alguns desses efeitos adversos podem não se tornar aparentes por 2-3 anos, ou até mais.

Por volta dos 2 anos, uma criança americana terá recebido 36 vacinas, ou doses de vacinas. Este é simplemente um número exagerado demais. Toda vacina é, por definição, um choque no sistema da criança. Muitos estudos de pesquisa provaram que um regime similar de vacinação em animais — como ratos ou porcos — pode facilmente causar lesões no cérebro. Análises das amostras de tecido confirmam isto. O comportamento do animal é afetado, algumas vezes de forma severa, e muitos se tornam inférteis.

Doze Afirmações Feitas Pela Indústria

Os pais estão avessos a questionar a necessidade das vacinas. Eles têm dificuldade em pesar o risco das vacinas em relação ao risco representado pela doença. Vejamos alguns fatos que mostram como a indústria teceu uma teia de temor e enganação a partir de ciência dúbia, falsas afirmações, ameaças rasas e propaganda incessante. Veremos cada uma das "afirmações", uma de cada vez, e veremos o quão substantivas elas realmente são:

Afirmação 1: As vacinas conferem imunidade permanente.

Não, elas não fazem isto. A experiência mostra que a maioria das vacinas oferece proteção por pouco mais do que cinco anos. Compare isto com a imunidade natural, que dura a vida inteira.

Afirmação 2: Enquanto dura, a proteção da vacina é total.

Não, não é. A experiência mostra repetidamente que muitas crianças sucumbem às doenças contra as quais foram vacinadas. Além disso, a indústria nunca provou que a resistência a uma determinada doença por crianças que tinham sido vacinas foi realmente devido à vacina e não totalmente ou em parte a outros fatores relevantes — notavelmente nutrição, saneamento básico e higiene.

Afirmação 3: A inoculação em massa com vacinas confere "imunidade de manada".

O termo "manada" é típico da linguagem usada pelos eugenistas, que consideram a humanidade um coletivo, como animais que consomem recursos valiosos e contaminam a Terra. Eles acreditam que a "manada" precisa ser reduzida em tamanho, de tempos em tempos, seja por meio de guerras, doenças, fome, ou outros meios.

Este tipo de imunidade é um mito! Como as vacinas fornecem proteção por não mais do que quatro anos, a maior parte da população dos EUA não tem imunidade conferida por vacinas contra qualquer doença. Visto sob esta luz, o conceito é sem qualquer sentido.

A indústria costumava argumentar que se 60% da população foi inoculada contra uma doença específica, os restantes 40% desfrutariam de um alto nível de proteção. Essa porcentagem cresceu para 70%, depois para 80%. Hoje, eles afirmam que 90% da população precisa ser inoculada de modo a proteger a população como um todo. Não vai demorar e eles provavelmente insistirão que a proteção total somente pode ser garantida se todos forem vacinados. Isto levará a exigências da indústria pela vacinação compulsória e a imposição de penas, incluindo a ameaça de prisão, para aqueles que se recusarem a cooperar.

Afirmação 4: A segurança das vacinas foi comprovada conclusivamente.

Como já vimos, isto não é verdade. A indústria farmacêutica testa rotineiramente uma vacina sob padrões e condições que são menos prováveis de mostrar seus defeitos. Muitas suposições favoráveis são feitas para mitigar o risco de encontrar uma imperfeição em seus produtos. Eles podem apresentar os melhores resultados a partir de uma série de testes como prova que uma vacina é tanto segura e eficaz, ao mesmo tempo que retêm evidências dos testes que não mostram benefício algum. Eles não permitem a corroboração independente de suas afirmações antes de um produto ser aprovado, e desafiarão a integridade e qualificações de qualquer um que tentar mostrar que o produto é inseguro ou ineficaz.

Afirmação 5: O Sistema de Notificação de Evento Adverso das Vacinas Garante que Todos os Eventos Adversos São Registrados.

O Sistema de Notificação de Evento Adverso das Vacinas serve somente para disfarçar a verdadeira extensão da ameaça representada pelas vacinas defeituosas. Sabe-se que somente um pediatra em cada cinco reporta casos para o sistema. Isto significa que muitos e muitos casos não estão sendo reportados. Além disso, o sistema foi projetado principalmente para tratar os casos em que o tempo transcorrido entre a vacina e o efeito observado é bastante curto. Muitos efeitos adversos somente podem ser identificados depois de vários anos, quando nem o médico nem os pais provavelmente reconhecerão uma possível conexão causal entre um problema de saúde que está se manifestando e a vacina.

Afirmação 6: As vacinas na infância reduziram grandemente a incidência de muitas doenças.

Isto também não é verdadeiro. As estatísticas para todas as principais doenças contagiosas mostram conclusivamente que melhorias admiráveis ocorreram antes de a vacina relevante ter sido lançada. Considere o seguinte diagrama para os EUA, que mostra a incidência do sarampo na população geral de 1900 até 1984. Por que houve uma queda tão acentuada nos números de mortes por sarampo antes de a vacina ser lançada em 1963? A resposta é simples — melhor nutrição e padrões de saneamento básico mais altos em todo o país. Crianças saudáveis, sem problemas congênitos subjacentes, não morrem de sarampo. Por outro lado, em países em desenvolvimento, onde a nutrição e os padrões de saneamento básico são de má qualidade, as crianças pequenas certamente morrem de sarampo — mesmo tendo sido vacinadas contra ele.

Diagramas de mortalidade similares para outras doenças de infância contagiosas, incluindo caxumba, rubéola, pertússis (coqueluche) e difteria — mostram o mesmo declínio agudo antes de a vacina relevante ter sido introduzida.

É um fato pouco conhecido que as vacinas em alguns casos aumentaram a incidência de uma doença. Em 1985, o CDC reportou que 87% dos casos de pólio nos EUA, entre 1973 e 1983, foram causados pela vacina e a maioria dos casos reportados ocorreu em indivíduos totalmente imunizados. Em 1977, Jonas Salk, o criador da vacina da poliomielite, testificou diante de um subcomitê do Senado que "todos os surtos de pólio desde 1961 foram causados pela vacina oral da pólio".

Também já foi observado que a epidemia de pólio dos anos 1950s estava ocorrendo há vários anos antes de começar a produzir efeitos adversos sérios. Esses efeitos coincidiram com a introdução da vacina DTP (tríplice) que, acreditava-se, enfraquecia a resposta imunológica em algumas crianças, fazendo o vírus da pólio afetá-las com maior severidade e de um modo até aqui desconhecido. Até então, o vírus produzia meramente sintomais similares ao de uma gripe forte.

Afirmação 7: O processo de fabrição da vacina é perfeitamente seguro.

Não, não é. Embora vários dos "excipientes" (ingredientes) na vacina tenham o objetivo de reduzir o risco de contaminação, um nível significativo de risco ainda existe. O exemplo melhor conhecido disso é SV-40, um vírus que se originou nos macacos verdes africanos. As células do rim dessa espécie de símio foram usadas para cultivar o vírus da pólio durante a produção, mas as células foram infectadas com um vírus até então desconhecido (SV-40), que podia causar tumores cancerosos no ser humano.

Entre 1955 e 1963, em torno de 90% das crianças (e 60% dos adultos) nos EUA foram inoculados com vacinas da pólio que estavam contaminadas com o vírus. Embora o vírus tenha sido removido de todas as vacinas fabricadas após 1970, ele ainda persiste hoje em uma grande porcentagem da população humana, passando de mãe para filho durante a gestação.

A companhia Merck, que fabricava a vacina, descobriu por volta de 1960 que a vacina continha o vírus SV-40, mas não sabia que ele era carcinogênico. Em vez de remover o vírus do processo de fabricação, desse modo eliminando o risco de possíveis danos a quem recebesse futuramente a vacina, a Merck simplesmente continuou a fabricar a vacina até que teve prova conclusiva que o vírus era perigoso. Até então foi adequado para a companhia assumir que o vírus era provavelmente inofensivo. Durante esse período, muitos milhões de crianças foram desnecessariamente infectadas pelo vírus SV-49 causador de câncer, simplesmente por que a companhia farmacêutica não quis tomar uma simples medida de precaução, à sua própria custa, e remover o vírus. A decisão da Merck de deixar o vírus na vacina foi claramente sociopática. Os executivos da companhia preferiram maximizar seus lucros, mesmo se isso significasse brincar com a vida de milhões de crianças.

A mesma atitude sociopata continua a permear a indústria farmacêutica hoje.

Muitos estudos já mostraram que o vírus SV-40 pode não ter sido tão carcinogênico no ser humano como originalmente se pensava. Entretanto, como muitos desses estudos parecem ter sido patrocinados pela indústria farmacêutica, dúvidas sérias ainda permanecem. De qualquer modo, este episódio chocante mostra que muitas pessoas em posições-chave na indústria estão preparadas para correr riscos absurdos com o bem estar da população em sua busca pela maximização dos lucros.

Se vírus e fragmentos de DNA desconhecidos estão entrando na composição das vacinas, então existem fundamentos sensatos para esperar que novos tipos de doenças neurológicas surgirão com o passar do tempo. Parece que isto já está acontecendo. Por exemplo, casos de mielite flácida aguda, que não parece ser contagiosa, aumentaram significativamente desde 2014. Muitos pediatras são furiosos que o CDC tenha sido tão lento em alertar o público à relativamente alta ocorrência dessa "nova" doença ou propor medidas para tratá-la. Embora ela produza sintomas similares à pólio nas crianças, ela não é causada por um vírus do mesmo tipo que a pólio. Além disso, somente as crianças são afetadas. Isto parece sugerir que ela pode se originar com algo com o que as crianças foram expostas — tal como as vacinas infantis. Além disso, o fato de não ser contagiosa indica que ela foi introduzida no corpo a partir de uma origem diferente do ar, como por exemplo uma vacina.

Afirmação 8: As Vacinas Contribuem para a Elevação dos Padrões de Saúde Pública.

Mesmo se os padrões da saúde pública estivessem aumentando, essa afirmação teria pouco para apoiá-la. Mas, eles não estão aumentando. Na verdade, em diversas medidas de bem-estar, eles estão caindo. A incidência do autismo e distúrbios assemelhados cresceram drasticamente nos últimos vinte anos. Assim também a incidência da asma e da mortalidade relacionada com a asma.

A incidência da diabetes do tipo 1 e da artrite reumatóide entre crianças está agora em níveis recordes e as alergias sérias a alimentos e os distúbrios alimentares entre crianças e jovens aumentaram significativamente.

Diversos estudos indicam que muitos desses distúrbios estão vinculados de algum modo às vacinas — que funcionam estimulando o sistema imunológico. Uma dose de vacina que produz um estímulo apropriado em uma criança pode produzir um estímulo excessivo em outra. Como o sistema imunológico é "treinado" por suas experiências anteriores, esses eventos podem ter efeitos de longa duração, fazendo o sistema imunológico compensar em excesso em resposta a certos estímulos. Tanto a asma quanto a artrite reumatóide são distúrbios autoimunes clássicos. Há também razão para acreditar que certos excipientes possam promover a intolerância aos alimentos. Considere a alergia ao amendoim, que pode causar morte por choque anafilático. Esse fenômeno estranho era virtualmente desconhecido antes da introdução das vacinas. A pesquisa sugere que o uso do óleo de amendoim como um adjuvante em certas vacinas pode tornar algumas crianças super-sensíveis para aditivos de alimentos com base no amendoim. Isto pode ser tão severo que até o cheiro da pasta de amendoim pode acionar uma reação anafilática em uma criança sensível.

Afirmação 9: Todas as Vacinas Infantis São Necessárias para a Boa Saúde.

Com base na compreensão rígida que elas são tanto seguras quanto eficazes, certas vacinas infantis podem possivelmente ser desejáveis.

Hepatite B: Esta vacina é dada no nascimento e várias vezes depois, antes de a criança ter dois anos de vida. Ela é provavelmente a mais supérflua de todas as vacinas da infância, pois protege contra um patógeno que somente pode ser contraído por meio de intercurso sexual ou contacto com fluidos corporais. A não ser que a mãe da criança seja portadora do vírus, não há razão para aplicar essa vacina. Observe também que a primeira dose da vacina é dada no nascimento, para uma criança que pesa pouco mais de 3 kg.

Tétano: A não ser que uma pessoa esteja trabalhando em contato próximo com animais, praticamente não há necessidade alguma de tomar esta vacina (especialmente por que ela fornece imunidade somente por alguns anos). Casos de tétano, até mesmo entre pessoas que não são vacinadas, são extremamente raros. Se um ferimento foi limpo adequadamente, não deve haver risco de infecção. Portanto, por que dar essa vacina para uma criança recém-nascida que pesa menos de 5 kg?

Sarampo, Caxumba, Rubéola. Estas eram doenças infantis padrões que não representavam risco à vida nos anos 1950s. As melhorias na nutrição, no saneamento básico e na higiene reduziram a taxa de mortalidade delas a quase zero. Quando mortes ocorrem, elas são geralmente atribuíveis às complicações que surgem por causa de condições de saúde subjacentes. É difícil ver por que qualquer criança precisa ser vacinada contra essas doenças comuns.

As crianças que contraem essas doenças naturalmente ficarão mal por alguns poucos dias, mas usufruirão de imunidade permanente dali para frente. Por outro lado, uma proporção muito alta — cerca de 90% — dos casos de sarampo que surgem todo ano estão entre crianças que já foram vacinadas contra elas.

Afirmação 10: Nunca Foi Mostrado Que as Vacinas Causam Autismo.

Os proponentes dos programas de vacinação em massa afirmam que nenhum tribunal alguma vez reconheceu que um único caso de autismo severo foi atribuído a uma reação adversa a uma vacina. Isto pode ou não ser verdadeiro, dependendo de como alguém interpreta as decisões tomadas pelos tribunais que envolveram o pagamento de indenização. Entretanto, o simples fato que indenização foi paga em uma quantidade muito grande de casos é prova que "algo" estava seriamente errado em alguma parte.

Nenhuma companhia farmacêutica alguma vez admitirá responsabilidade e nenhum tribunal se intrometerá em assuntos que estão inteiramente dentro da competência de outra profissão. Assim, a não ser que os próprios profissionais médicos testemunhem a respeito de um vínculo causal, nenhum vínculo desse tipo será alguma vez declarado. É também bem conhecido que cláusulas do tipo "boca tapada" estão vinculadas a muitas premiações, prevenindo que os pais de uma criança com autismo severo destaquem sua trágica experiência na mídia. Além de tudo isto, temos a relutância inegável da mídia de reportar esses casos, ou noticiar os testes de boa fé e pesquisas que contradizem — ou questionam — a linha promovida pelas companhias farmacêuticas.

Além disso, como as diretrizes da OMS confirmam (veja acima), as autoridades estão tornando muito difícil para os pediatras preocupados chegar a alguma conclusão, mesmo nos casos em que uma criança morre logo após ter recebido uma vacina, o que pode sugerir um vínculo causal entre a vacina e a reação adversa fatal.

Como as diretrizes da OMS dizem: "O potencial para eventos coincidentes para prejudicar o programa de imunização por meio da falsa atribuição é imensa." A imposição dessa atitude quase certamente suprimirá qualquer discussão significativa dessa questão altamente sensível no nível internacional. Enquanto isso, as mortes de dezenas de milhares de crianças continuarão a ser registradas como "coincidências". (Nos anos futuros, a maior causa de mortalidade infantil em todo o mundo poderá ser um patógeno até aqui desconhecido chamado "Coincidência".)

Afirmação 11: As Companhias Farmacêuticas São Totalmente Responsáveis Diante da Lei.

Poucos membros do público estão cientes que as companhias farmacêuticas nos EUA podem fabricar e vender vacinas infantis sem incorrer em responsabilidades. Isto deve chocar qualquer pessoa racional e seguidora das leis. Essa imunidade legal foi conferida à indústria por duas leis, a National Childhood Vaccine Injury Act, de 1986, e a Public Readiness and Emergency Preparedness Act, de 2006. Essas leis isentam os membros da indústria de ter de pagar indenizações, mesmo nos casos em que a responsabilidade da indústria farmacêutica seja inquestionável. Todos os casos para indenização precisam ser ouvidos por um tribunal especial, que foi criado pela Lei de 1986, conhecido como "Tribunal das Vacinas" ou, oficialmente, The Office of Special Master of the US Court of Federal Claims. Esse tribunal lida com todas as disputas que chegam até ele com base em isenção de culpas. Somas imensas podem ser pagas em indenização, porém a culpa não é de ninguém.

É extremamente difícil levar qualquer uma das companhias farmacêuticas aos tribunais estaduais ou federais e lidar com um caso dentro da legislação que envolve o governo como parte culpada. A indústria está acima da lei, ou sujeita somente às suas próprias leis, dependendo do seu ponto de vista.

Uma família rejeitou a decisão do tribunal da vacina e conseguiu levar seu caso até a Suprema Corte em 2011 — um feito admirável em si mesmo. Infelizmente para a corajosa família envolvida, a Suprema Corte decidiu que a lei National Childhood Vaccine Injury Act, de 1986, previne que acusações de defeitos nas vacinas possam ser feitas contra os fabricantes de vacinas. Em uma decisão de 6x2, a Suprema Corte afirmou que os fabricantes de vacinas não eram responsáveis por lesões ou mortes induzidas pelas vacinas, se elas estavam "acompanhadas por instruções e advertências apropriadas."

Se as vacinas fossem seguras, alguma dessas isenções de responsabilidade seria necessária? Qual outra indústria fabrica um produto ou fornece um serviço para o qual ela não pode ser responsabilizada se o produto ou serviço provar ser perigoso ou defeituoso? Nem uma. Todavia, a indústria das vacinas afirma que segue padrões de excelência, que são iguais ou superiores aos de qualquer outra indústria. É difícil de acreditar.

Afirmação 12: Os Testes de Vacina São Realizados nos Mais Mais Elevados Padrões Científicos.

Esta afirmação está relacionada de perto com a de número 11 acima.

Os padrões científicos podem variar consideravelmente, dependendo do campo de estudo e do intervalo de parâmetros selecionados no início. Dois estudos médicos relacionados poderiam satisfazer plenamente todos os critérios científicos necessários, mas uma pessoa poderia provar uma descoberta de grande importância e outra pessoa poderia provar algo de pouca ou nenhuma consequência. Normalmente, se um cientista pesquisador quer provar uma determinada hipótese, ele planejará seu estudo ou teste apropriadamente. Por outro lado, se quiser refutar a mesma hipótese, ele geralmente fará quaisquer mudanças legítimas que puder de modo a maximizar as chances de obter o resultado desejado.

O problema com a indústria farmacêutica é que ela não tem absolutamente incentivo algum para criar testes e estudos que revelem fraquezas ou defeitos em seus produtos. Na verdade, isto tem exatamente o incentivo oposto, isto é, criar testes e estudos que otimizem a probabilidade que os dados de pesquisa confirmarão sua segurança e eficácia. E existem muitos modos de fazer isto.

Por exemplo, a população em que a vacina foi testada pode estar, na média, em melhor forma física ou mais saudável do que aqueles que futuramente receberão a vacina. Ou, eles omitem quaisquer testes da interação que a vacina possa ter com outras drogas que aqueles que receberão a vacina no futuro possam estar tomando. Ou, o grupo de controle, cujos membros recebem um placebo, recebem uma substância que contém alguns dos excipientes encontrados na vacina. Ou, não é levado em conta a proximidade das doses da vacina, ou o número de doses de vacinas já recebidas, ou o peso da criança que recebe a dose. A companhia pode também confinar seus testes a um período de tempo limitado, desse modo eliminando qualquer possibilidade de encontrar efeitos adversos, que somente aparecerão depois de um longo período de tempo — isto é especialmente significativo no que se refere às vacinas infantis. A companhia também pode realizar diversos testes e apresentar à FDA somente aqueles que favoreçam o produto.

Como disse o Journal of the American Medical Association, não é lógico esperar que a mesma companhia teste e aprove seus próprios produtos e, ao mesmo tempo, "procure ativamente evidências para provar que ela mesma cometeu um erro".

A indústria farmacêutica nunca concordará em realizar estudos de longo prazo que comparem os resultados totais na saúde, nem algum dia permitirá que equipes de pesquisa independentes façam isso. Um importante estudo desse tipo requereria financiamento substancial e acesso a dados médicos sensíveis. Se um grupo independente tentasse fazer isso, a indústria não teria dificuldade em bloquear o acesso a esses dados ou a dissuadir as instituições financiadoras de fornecer os fundos necessários. Estudos de longo prazo desse tipo permitiriam que o relacionamento causa-efeito entre vacinas, doenças e efeitos adversos na saúde, incluindo mortalidade infantil, fossem estudados em grande detalhe. Apesar dos lucros extraordinários obtidos com as vacinas e os muitos bilhões de pessoas que são obrigadas a receber doses delas — e cuja saúde poderá ser afetada como resultado — isto nunca foi feito! Somente podemos concluir que a indústria está decidida a bloquear todas as tentativas de mostrar, de um modo ou de outro, se existe uma conexão causal entre o uso cada vez maior das vacinas e a incidência sempre crescente de problemas sérios na infância, como autismo, distúrbios relacionados com o autismo, asma, alergias severas, diabetes do tipo 1, artrite reumatóide, morte súbita infantil, esclerose múltipla e diversos outros problemas sérios, porém menos conhecidos, como a mielite flácida aguda.

Até mesmo estudos de curto prazo seriam altamente reveladores se fossem realizados em testes aleatórios e testes clínicos de dupla ocultação. Mas, a indústria nunca usa este nível de rigor ao "testar" as vacinas para as crianças.

Conclusão

Qualquer exame da segurança e eficácia das vacinas é um verdadeiro desafio para os pais preocupados. A indústria farmacêutica tem sido altamente bem-sucedida em convencer os público que seus produtos são essenciais para a boa saúde e não representam riscos quando usados conforme as instruções. Essas poderosas grandes empresas exercem influência extraordinária sobre os governos, as agências de saúde, a mídia, os profissionais da área da medicina e, virtualmente, todos os aspectos da assistência à saúde. É extremamente difícil para o indivíduo contestar as afirmações dessas empresas em um foro público, responsabilizá-las e fazer com que prestem contas, ou compeli-las a provar além de qualquer dúvida que seus produtos são seguros.

Embora uma proporção crescente do público geral tenha preocupações bem-fundamentadas sobre a segurança e eficácia das vacinas na infância, a pressão para aceitá-las é imensa e elas continuam a serem endossadas pelo governo, com uma desconsideração galante pelos suas potenciais desvantagens.

O fator de maior influência é, de longe, o medo. A indústria continua a usar argumentos emocionais onde os racionais e científicos falharam. Imagens perturbadoras de crianças sofrendo com uma doença comum na infância têm um efeito muito forte. Relatórios de grandes números de crianças morrendo de sarampo abalarão qualquer pai — mesmo que as crianças estejam morrendo em países subdesenvolvidos em que a desnutrição é comum e os padrões de higiene e de saneamento básico são frequentemente muito baixos.

"Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação." [2 Timóteo 1:7].

A Organização Mundial de Saúde (OMS) está trabalhando de mãos dadas com a indústria farmacêutica para aumentar o número de vacinas que as crianças recebem. Como seus patrocinadores, a OMS está preparada para usar as táticas do medo para expandir sua influência, até ao ponto de deliberamente enganar o público. Por exemplo, ela declarou um alerta de pandemina de nível 6 para cepa H1N1 da gripe em 2009. O nível 6 era, naquele tempo, o nível de alerta mais alto e poderia somente ser declarado onde um risco real e substancial tivesse sido identificado, onde um nível de severidade significativo já estivesse evidente em uma ampla área geográfica, e onde o patógeno fosse altamente contagioso. A OMS nunca tinha anteriormente emitido um alerta de pandemia de nível 6, mas fez isso em 2009 com fundamentos que muitos especialistas consideraram totalmente injustificados. A cepa causava somente doença "de branda a moderada" e em nenhum estágio atendia algum dos critérios que poderia justificar uma advertência de pandemia.

Acredita-se amplamente que as companhias farmacêuticas tinham esperado que o público entrasse em pânico e consumisse centenas de milhões de doses da vacina H1N1, que eles tinham acabado de fabricar — embora o H1N1 fosse até então uma cepa desconhecida do vírus da gripe.

Uma forma até mais cínica de promover o medo foi utilizada pela OMS em 2017 quando fez circular fotos de bebês com microcefalia, uma séria deformidade craniana, alegadamente filhos de mulheres brasileiras que tinham sido expostas ao "pavoroso" vírus da Zika durante a gravidez. Novamente, eles esperavam que o público entrasse em pânico e consumisse quantidades enormes da vacina milagrosa protetora que as companhias farmacêuticas tinham cuidadosamente preparado.

De acordo com a OMS e o CDC, o vírus da Zika, transmitido por um mosquito causou uma enorme elevação nos casos de microcefalia no nordeste do Brasil em 2015-2016. A tese científica para uma conexão causal foi apresentada em um trabalho escrito por S. A. Rasmussen et al, no New England Journal of Medicine, em 2016 — Zika Virus and Birth Defects: Reviewing the Evidence for Causality (O Vírus Zika e Defeitos Congênitos: Analisando a Evidência de Causalidade). Ele dizia:

"Como é tipicamente o caso em epidemiologia e medicina, nenhuma 'arma fumegante' (uma única e definitiva evidência que confirma que o vírus Zika como uma causa de defeitos congênitos) deveria ter sido prevista. Em vez disso, esperava-se que a determinação de um relacionamento causal emergiria a partir de várias linhas de evidência, cada uma das quais sugere, mas não prova, que a infeção pré-natal com o vírus da Zika pode causar resultados adversos."

É irônico observar que a OMS rejeita de imediato a mesma metodologia clínica ao analisar a possível conexão entre vacinas na infância e eventos adversos!

Alguém poderia esperar que os autores do trabalho tenham considerado os poluentes no meio ambiente como uma explicação possível — mas eles não fizeram isto! Em vez disso, eles optaram por uma prova baseada em "critério para evidência de causa". Essa abordagem era admiravelmente adequada para eles. Em simplesmente quase todas as ocorrências onde era possível fazer uma suposição que suportasse uma conexão causal, a suposição foi feita. Aparentemente, nenhuma pesquisa foi realizada pelos autores, dados experimentais não foram coletados e analisados e explicações alternativas não foram consideradas. A imparcialidade e saudável ceticismo que se poderiam normalmente esperar em um trabalho de pesquisa desse tipo não estavam evidentes em parte alguma.

Outros médicos pensaram assim também. Uma reportagem em http://www.sciencedaily.com, de 24 de junho de 2016, disse o seguinte:

A epidemia de microcefalia no Brasil continua a representar um mistério — se Zika é o culpado, por que não existem epidemias similares em outros países também afetados seriamente pelo vírus? No Brasil, a taxa da microcefalia aumentou com mais de 1.500 casos confirmados. Mas, na Colômbia, um estudo recente de aproximadamente 12.000 mulheres grávidas infectadas com Zika não encontrou um único caso da microcefalia. Se o vírus Zika é o responsável pela microcefalia, onde estão os casos ausentes? Talvez exista outra razão para a epidemia no Brasil. De acordo com uma nova reportagem pelo New England Complex Systems Institute (NECSI), o número de casos inexistentes na Colômbia e em outros lugares levanta sérias questões sobre a suposta conexão entre o vírus Zika e a microcefalia."

O relatório do NECSI, escrito por Y. Bar-Yam, R. Parens e A. Morales, mostrou, sem qualquer sombra de dúvida, que a verdadeira causa da microcefalia nessas crianças foi quase com toda certeza um pesticida (eles sugerem que tenha sido o Piroproxifeno):

"Resumimos a evidência atual sobre a prevalência do vírus Zika e da microcefalia no Brasil e Colômbia e concluimos que a expectativa de um grande número de casos de microcefalia fora do Brasil não se concretizou. A taxa/relação da microcefalia com casos de Zika é inconsistente entre Colômbia e Brasil e entre os estados brasileiros, onde a maioria dos casos está confinada à região nordeste. Com a taxa de microcefalia na Colômbia, se todas as gravidezes no estado brasileiro de Pernambuco estivessem infectadas pelo Zika, estimamos que haveria somente 100 casos de microcefalia em um ano, enquanto que o número de casos confirmados é 386. Outras causas e co-fatores da microcefalia precisam ser considerados, incluindo o pesticida piriprofixeno, que tem sido adicionado à água em algumas regiões do Brasil desde meados de 2014 e é um reativo cruzado com o ácido retinóico, que sabidamente causa a microcefalia."

A Organização Mundial de Saúde estava satisfeita em se antecipar e fazer um firme pronunciamento sem levar em conta apropriadamente todos os fatos. Isto foi adequado para seus patrocinadores, a indústria farmacêutica, que lucraria grandemente com a linha promovida pela OMS. Além disso, a OMS traiu o povo brasileiro, que confiou nela para identificar a verdadeira causa e removê-la. Em vez disso, os brasileiros são recebendo vacinas inúteis, enquanto que, ao mesmo tempo, o veneno que está causando essa imensa tragédia humana continua no meio ambiente.

Qualquer um que ainda acredita que a Organização Mundial de Saúde existe para qualquer propósito diferente de promover os objetivos da indústria farmacêutica deve ver mais de perto o modo como eles trataram esta tragédia e o papel que exerceram para que ela continuasse.

"... portanto Tobias escrevia cartas para me atemorizar." [Neemias 6:19b].

Esterilização em Massa

Há uma dimensão maior em tudo isto, uma dimensão que tem implicações para a saúde futura (e sobrevivência) de grandes populações em todo o mundo em desenvolvimento. Alguns dos principais porta-vozes da Nova Ordem Mundial já se referiram diversas vezes em anos recentes à necessidade de limitar o crescimento da população humana. Os eugenistas de várias tonalidades têm frequentemente advogado uma "solução" baseada na esterilização em massa, preferivelmente implementada por meios escusos, possivelmente sob o disfarce de um "programa de saúde" destinado a tratar uma doença comum.

Já tivemos um aperitivo sinistro de como isto funcionará. Em 2014, um profissional da área médica no Quênia suspeitou que uma vacina antitetânica aplicada às meninas dentro de um programa patrocinado pela ONU poderia estar causando esterilidade. Ele enviou seis amostras para um laboratório na África do Sul para serem analisadas. Todas as seis continuam HCG (Human Chorionic Gonadotropin, ou Gonadotrofina Coriônica Humana), que sabidamente causa abortos espontâneos.

Em março de 2018, o ex-presidente do Quênia, Raila Odinga, fez um pronunciamento público pela televisão em que confirmou que a vacina antitetânica aplicada em cerca de 500.000 mulheres nos anos de 2014-2015 continha realmente o hormônio da esterilização, o HCG.

O Apêndice B apresenta dois novos relatórios, ambos disponíveis on-line, relacionados com este evento. Ele também inclui um excerto de um artigo na Wikipedia que categoricamente rejeitou as alegações sem discutir a evidência.

Um relatório em www.ageofautism.com, de outubro de 2017, incluiu os seguintes comentários com relação ao uso do HCG pela Organização Mundial de "Saúde":

"Em 1993, a OMS anunciou uma 'vacina de controle da natalidade' para 'planejamento familiar'. A pesquisa publicada mostra que por volta de 1976 os pesquisadores da OMS tinham conjugado a vacina antitetânica (TT) com HCG (Human Chorionic Gonadotropin), produzindo uma vacina de 'controle da natalidade'. Conjugar a antitetânica com HCG faz os hormônios da gravidez serem atacados pelo sistema imunológico. Os resultados esperados são abortos nas mulheres já grávidas e/ou infertilidade naquelas ainda não fecundadas. As inoculações repetidas prolongam a infertilidade. Atualmente os pesquisadores da OMS estão trabalhando em vacinas antifertilidade mais potentes usando DNA recombinante. As publicações da OMS mostram um propósito de longo prazo para reduzir o crescimento da população em "países menos desenvolvidos" instáveis.

Resumo

As informações apresentadas neste ensaio, todas as quais podem ser conferidas on-line ou em outras fontes publicadas, permite-nos chegar às seguintes conclusões:

  1. A indústria farmacêutica é dirigida inteiramente pelo lucro. Ela não está mais comprometida com a promoção da saúde pública do que qualquer outra indústria.

  2. Os produtos dessa indústria são vendidos com base em que eles promovem a boa saúde, mas a maior parte da evidência que se propõe a provar isto é produzida pela própria indústria, ou por órgãos com fortes vínculos com a indústria.

  3. Se seus produtos realmente promovem a saúde pública — e eles podem promover — não temos um modo independente e objetivo de confirmar que este é realmente o caso.

  4. Se qualquer um de seus produtos causam danos à saúde pública, o sistema atualmente em vigor (que inclui a FDA e o CDC) para detectar a incidência de dano e alertar o público está seriamente defeituoso.

  5. A indústria rotineiramente depende para aprovação de seus produtos de uma metodologia científica que sabidamente é enviesada a favor de resultados que favoreçam a indústria.

  6. Ao mesmo tempo que paga indenizações, a indústria rotineiramente usa meios legais para silenciar aqueles que foram prejudicados por seus produtos defeituosos.

  7. A indústria não é legalmente responsável por pagar indenização para qualquer um prejudicado por seus produtos. Nenhuma outra indústria desfruta dessa imunidade extrordinária.

  8. A indústria rotineiramente dedica uma grande proporção de seus gastos para fazer propaganda e conseguir a aceitação de seus produtos pelos profissionais da área médica.

  9. A indústria, ao que parece, nunca realizou um teste aleatório de dupla ocultação em qualquer vacina infantil.

  10. A indústria, ao que parece, nunca realizou um estudo em profundidade das implicações no longo prazo na saúde de qualquer vacina infantil.

  11. Os executivos da indústria parecem estar imunes aos processos criminais ou a qualquer veredito judicial que possa resultar em uma pena de prisão.

  12. A indústria é capaz de bloquear as reportagens na mídia, incluindo aquelas baseados em dados científicos ou pesquisa sólida, que possam reduzir a confiança do público em seus produtos.

  13. A indústria explora seus vínculos profundos com as autoridades nacionais da área da saúde para impor políticas e regulamentações que limitem ou tornem impossíveis as abordagens alternativas à prevenção e tratamento das doenças infantis.

  14. A indústria usa as Nações Unidas e órgãos aliados, como a Organização Mundial de Saúde e UNICEF, para promover políticas que maximizam o número de vacinas dadas às crianças e desacreditam as descobertas das pesquisas que possam desafiar seu papel dominante na formação da política de saúde, tanto nacional quanto internacionalmente.

  15. Há um corpo substancial de evidências que as vacinas dadas às crianças possam estar prejudicando e até matando muitas delas e que os supostos benefícios dessas vacinas são grandemente exagerados.

  16. Existe ampla evidência que a indústria usa táticas de medo e níveis exagerados de risco de modo a intimidar o público e coagir os pais preocupados a vacinarem suas crianças.

Também sabemos, com base no modo como a indústria tem se comportado nos últimos 50 anos, que ela está pressionando muito por trás dos bastidores pela introdução de programas de vacinação compulsória. Esse tipo de medida seria inescrupulosa, permitindo aos interesses estabelecidos um alcance ilimitado para explorar a saúde pública de modo a obter lucros e, se assim desejarem, utilizar os produtos farmacêuticos como um instrumento de engenharia social.

Nas mãos de líderes inescrupulosos, esses poderes poderiam ser usados para suportar um regime totalitário, controlando acobertadamente e prejudicando o bem-estar físico e mental da população em geral. As vacinas são um modo ideal de transmitir substâncias psicotrópicas ou implantar microdispositivos. Além disso, como já vimos, o poder delas de erradicar de forma genocida toda uma nação, por meio da esterilização furtiva, é sem igual.

O Que Estamos Recomendando?

O que estamos "recomendando"?

Estude a Palavra de Deus, estude o que estas pessoas estão fazendo e use seu bom senso. O livro do Apocalipse contém esclarecimento surpreendente sobre as mentes daqueles que estão planejando a criação de uma Nova Ordem Mundial e o aparecimento do Anticristo. As feitiçarias, ou pharmakeia daqueles que querem controlar este mundo se tornaram mais disseminadas e mais destrutivas à medida que nos aproximamos do fim dos tempos. A conspiração pode ser formidável algumas vezes, mas não devemos nos sentir dissuadidos. O medo não deve habitar nas vidas e corações daqueles que são verdadeiramente nascidos de novo e que confiam em Cristo. O herdeiro legítimo ao trono de Davi retornará no tempo devido e destruirá completamente os conspiradores e o sistema ímpio deles:

"Não chameis conjuração, a tudo quanto este povo chama conjuração; e não temais o que ele teme, nem tampouco vos assombreis." [Isaías 8:12].

Solicitação Especial

Incentivamos os leitores frequentes a baixarem os ensaios disponíveis neste website para cópia de segurança e consulta futura. Eles poderão não estar disponíveis para sempre. Estamos entrando rapidamente em um tempo em que materiais deste tipo somente poderão ser obtidos via correio eletrônico. Os leitores que desejarem ser incluídos em uma lista para correspondência futura são bem-vindos a me contactar em jeremypauljames@gmail.com. Não é necessário fornecer o nome, apenas um endereço eletrônico.

Bibliografia

Roman Bystianyk e Suzanne Humphries: Dissolving Illusions: Disease, Vaccines, and the Forgotten History, 2013.

Edwin Black: War Against the Weak: Eugenics and America’s Campaign to Create a Master Race, Four Walls Eight Windows, 2003.

Donald Light (ed.): The Risks of Prescription Drugs.

Neil Miller e Gary Goldman: Infant mortality rates regressed against number of vaccine doses routinely given: Is there a biochemical or synergistic toxicity?, Human and Experimental Toxicology, 2011.

Marcia Angell: Drug Companies and Doctors — A Story of Corruption, New York Review of Books, 15 de janeiro de 2009.

Catherine Frompovich: Vaccination Voodoo: What You Don’t Know About Vaccines, CreateSpace Independent Publishing Platform, 2013.

Ben Goldacre: Bad Pharma: How Medicine is Broken and How We Can Fix It, HarperCollins, 2013.

Neil Miller: Vaccine Safety Manual for Concerned Families and Health Practitioners, New Atlantean Press, 2010.

Russell Blaylock: Health and Nutrition Secrets that Can Save Your Life, Health Press, Albuquerque, 2006.

Patrick Holford: Optimum Nutrition for the Mind, Piatkus, 2010.

WHO: World Manual on Surveillance on Adverse Events Following Immunization.



Apêndice A

Excertos de:

Manual Mundial Sobre a Vigilância dos Eventos Adversos Após Imunização, Organização Mundial de Saúde, 2014 (Revisado em março de 2016)

Nota: Estes excertos relacionam-se com a definição de "causalidade" usada pela OMS quando aplicada para a segurança das vacinas e a identificação dos eventos adversos.

Do parágrafo 3.4:

Por exemplo, a incidência da Síndrome da Morte Súbita Infantil (SIDS, de Sudden Infant Death Syndrome) atinge o pico por volta do início da idade da imunização infantil. Consequentemente, muitos casos de SIDS ocorrerão em crianças que foram imunizadas recentemente. Entretanto, vários estudos bem elaborados, mostraram que a associação da SIDS e da imunização é coincidência e não causa.

Os eventos adversos coincidentes podem ser previsíveis. O número de eventos a serem esperados depende do tamanho da população e da incidência de doença ou morte na comunidade. O conhecimento dessas taxas de segundo plano da doença e mortes, particularmente taxas de incidência de doenças específicas para a idade, permite a estimativa dos números esperados de eventos coincidentes...

Se o mesmo evento, ou eventos similares, afetam outros no mesmo grupo etário por volta do mesmo tempo, mas aqueles outros não receberam a vacina(s) suspeita(s), então um evento coincidente é mais provável. Pode também existir evidência que mostra que o evento não está relacionado com a imunização.

Como a crescente conscientização da vigilância AEFI, até o pessoal que trabalha na área de saúde pode reportar eventos mais coincidentes. Além disso, com a introdução de uma nova vacina, há uma tendência de reportar qualquer AEFI, incluido eventos coincientes. É crucial diferenciar esses eventos coincidentes reportados dos sinais potenciais.

Da Tabela 21:

O objetivo principal é apresentar a evidência que mostra que não há indicação que a AEFI seja uma reação relacionada com vacina ou relacionada com erro na imunização e que a explicação mais provável é uma associação temporal entre o evento e a vacina/vacinação. Essa comunicação pode ser desafiadora quando há ampla crença que o evento foi causado pela imunização.

Algumas vezes, pode ser útil incluir investigação adicional de especialistas para garantir que o evento foi verdadeiramente coincidente. O potencial para eventos coincidentes prejudicarem o programa de imunização por meio da falsa atribuição é imenso.



Apêndice B

Excertos de reportagens de notícias on-line da esterilização furtiva da ONU no Quênia usando as vacinas antitetânica e a da poliomielite



LifeSiteNews

"Um exercício de esterilização em massa"

Médicos quenianos encontram agente antifertilidade na vacina antitetânica da ONU

Steve Weatherbe, 6 de novembro de 2014.

De acordo com uma declaração publicada na terça-feira pela Associação dos Médicos Católicos do Quênia, a organização encontrou um antígeno que causa abortos espontâneos em uma vacina aplicada em 2,3 milhões de meninas e mulheres pela Organização Mundial de Saúde e pelo UNICEF. Segundo algumas reportagens, em todo o Quênia os padres estão aconselhando suas congregações a recusarem a vacina.

"Enviamos seis amostras de partes diferentes do Qûenia para laboratórios na África do Sul. Elas apresentaram resultados positivos para o antígeno HCG", o Dr. Muhame Ngare, do Centro Médico da Misericórdia, em Nairobi, disse ao LifeSiteNews. "Todas as amostras estavam contaminadas com o HCG."

O Dr. Ngare, porta-voz da Associação dos Médicos Católicos do Quênia, declarou em um boletim publicado em 4 de novembro: "Isto provou que nossos piores temores estavam corretos; que essa campanha da OMS não é para erradicar o tétano neonatal, mas é um exercício bem coordenado e forçado de esterilização em massa e de controle populacional usando uma vacina que comprovadamente regula a fertilidade. Esta evidência foi apresentada ao Ministério da Saúde antes da terceira rodada da imunização, mas foi ignorada."

... Responde o Dr. Ngare [às negativas do governo]: "Ou nós estamos mentindo ou o governo está mentindo. Mas, pergunte a si mesmo: "Que razão os médicos católicos têm para mentir?" O Dr. Ngare acrescentou: "A Igreja Católica está aqui no Quênia, fornecendo assistência à saúde e vacinando há 100 anos, antes mesmo de o Quênia existir como um país."

O Dr. Ngare disse ao LifeSiteNews que várias coisas alertaram os médicos no abrangente sistema médico da Igreja, com seus 54 hospitais, 83 centros de saúde e 17 escolas médicas e de enfermagem para a possibilidade que a campanha antitetânica ser secretamente uma campanha antifertilidade.

Por que a vacina envolve um número sem precedentes de cinco doses, ao longo de mais de dois anos? Por que ela é dada somente para mulheres em idade fértil? Por que isto não está sendo realizado sem a usual campanha de publicidade do governo?

"Geralmente aplicamos uma série de três doses ao longo de um período de dois ou três anos, aplicamos a vacina em qualquer um que venha até a clínica com uma ferida aberta, homens, mulheres e crianças", disse o Dr. Ngare. "Se isto tem o objetivo de inocular as crianças no útero, por que dá-la às meninas a partir de 15 anos? Não é permitido se casar antes dos 18 anos. O modo usual de vacinar crianças é esperar até que elas tenham seis semanas de idade."

Mas é o regime de cinco vacinações que é mais alarmante. "A única vez que a vacina antitetânica é dada em cinco doses é quando ela é usada como uma portadora em vacinas reguladoras da fertilidade, misturadas com o hormônio da gravidez, o HCG (Human Chorionic Gonadotropin, ou Gonadotrofina Coriônica Humana), desenvolvida pela OMS em 1992."

É o HCG que foi encontrado em todas as seis amostras enviadas para o laboratório médico da Universidade de Nairóbi e outro no África do Sul. Os bispos e médicos advertem que injetar as mulheres com o HCG, que imita um hormônio natural produzido pela mulher grávida, as faz desenvolver anticorpos contra ele. Quando elas engravidam e produzem sua própria versão do HCG, isto aciona a produção de anticorpos que causam um aborto espontâneo.

... Ngare disse que a OMS tentou trazer o mesmo programa antifertilidade para o Quênia nos anos 1990s. "Alertamos o governo e a vacinação foi interrompida. Mas, desta vez, eles não interromperam."

Ngare também contrastou o sigilo desta campanha com a publicidade usual que acompanha os esforços nacionais de vacinação. "Eles normalmente reúnem todas as partes interessadas três meses antes da campanha, como fizeram com a poliomielite pouco tempo atrás. Além disso, eles usam as equipes de funcionários em todos os centros para aplicar a vacina." Mas, com esta campanha antitetânica, "somente alguns poucos agentes do governo estão autorizados a aplicá-la. Os agentes chegam acompanhados por policiais. Os agentes levam as vacinas embora quando terminam. Por que não deixá-las para as equipes médicas locais aplicarem?"

... LifeSiteNews obteve um relatório da ONU de um encontro de agosto de 1992 em sua sede internacional em Genebra, de dez cientistas da "Austrália, Europa, Índia e EUA" e dez "organizações de defesa da saúde da mulher" de todo o mundo, para discutir o uso de "vacinas reguladoras da fertilidade". O relatório descreve a vacina com o “Gonadotrofina Coriônica Humana” como a mais avançada.

Um milhão de mulheres e meninas quenianas já foram vacinadas até aqui, com mais 1,3 milhão a serem vacinadas. A vacinação está direcionada às mulheres, de acordo com o governo, de modo a inocular seus filhos nascituros contra o tétano também. O governo diz que 550 crianças morrem de tétano todos os anos.

Fonte: https://www.lifesitenews.com/news/a-mass-sterilization-exercise-kenyan-doctors-find-anti-fertility-agent-in-u



18 de março de 2018

As Vacinas de Esterilização Encontradas no Quênia

Recentemente, o ex-presidente queniano Raila Odinga fez uma declaração pública televisionada a respeito da vacina antitetânica dada entre 2014 e 2015 para aproximadamente 500.000 mulheres e que continha um hormônio de esterilização.

"Hoje, podemos confirmar para o país que a Igreja Católica estava certa. Centenas de milhares de nossas meninas e mulheres, com idades entre 14 e 49, das populações de mais rápido crescimento no país, não terão filhos, por causa da esterilização patrocinada pelo Estado e que foi vendida para o país como vacinação antitetânica", ele declarou.

Esta história apareceu na mídia vários anos atrás graças ao trabalho da jornalista pesquisadora Christina England, que foi contactada pelas Comissões Católicas de Saúde no Quênia, onde ouviu do Dr. Ngare que eles suspeitavam que a vacina antitetânica estava causando infertilidade. Após muita negação por parte dos fabricantes das vacinas, foi agora provado que a vacina em questão de fato continha o hormônio HCG. O Dr. Ngare e sua equipe enviou seis vacinas antitetânicas para o laboratório e foi constatado que todas continham o antígeno HCG.

O que é sinistro neste assunto é que a vacina em particular somente era dada para mulheres na faixa etária dos 14 a 49 anos. A faixa etária ideal para engravidar é ...

Também no Quênia, em outra vacina, desta vez contra a poliomielite, foram encontrados agentes de esterilização. A vacina era voltada para crianças com menos de 5 anos. Duas das seis vacinas da pólio que foram enviadas para o laboratório para teste, continham estradiol, um hormônio sexual feminino e dar o estradiol para homens pode torná-los inférteis.

Fonte: https://www.collective-evolution.com/2018/03/18/ex-prime-minister-exposes-tetanus-vaccine-in-kenya-as-a-targeted-mass-sterilization-program/



Rejeição das Acusações pela Wikipedia

[de sua definição sobre a Gonadotrofina Coriônica Humana]

De modo a induzir uma resposta imunológica mais forte, algumas versões das vacinas antifertilidade baseadas no hormônio Gonadotrofina Coriônica Humana foram criados como conjugados da sub-unidade beta do HCG covalentemente vinculado ao toxóide da antietânica. Surgiram acusações que uma vacina antitetânica não-conjugada usada em países em desenvolvimento estava contaminada com uma droga antifertilidade baseada no HCG e que é distribuída como um modo de esterilização em massa. Essa acusação foi vigorosamente rejeitada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e UNICEF. Outros argumentaram que uma vacina contaminada por HCG não poderia ser usada para esterilização por que os efeitos das vacinas antifertilidade são reversíveis (elas requerem doses de reforço para manter a imunidade) e uma vacina não-conjugada provavelmente seria ineficaz. Finalmente, testes independentes da vacina antitetânica realizados pelas autoridades da área da saúde no Quênia não revelaram vestígios dos hormônio HCG.



Autor: Jeremy James, artigo em http://www.zephaniah.eu
Data da publicação: 2/12/2018
Transferido para a área pública em 17/4/2020
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/vacinas-infantis-1.asp