Uma Conversa Franca Sobre as Vacinas

Uma Conversa Franca Sobre as Vacinas

Autor: William J. Schnoebelen, 2011.

Nestes tempos de preocupação cada vez maior com os ataques biológicos e com as "superbactérias", que parecem estar surgindo do nada, é importante compreender as armas que existem em nosso arsenal.

Preciso declarar inicialmente a posição filosófica a partir da qual este livreto está sendo escrito. Minha perspectiva é a um cristão bíblico e que também é um naturopata. Isto me dá certa perspectiva singular com a qual ver tanto a questão do sistema imunológico e seu aprimoramento, quanto o assunto das vacinas.

Como alguém que crê na Bíblia, acredito que o Criador estava absolutamente correto quando declarou em Gênesis 1:31 que tudo o que tinha sido criado era "muito bom". Isto inclui o corpo humano e seus sistemas de resposta imunológica.

Qualquer estudante da anatomia humana, concordaria com o salmista que declarou que somos criados de uma forma maravilhosa (Salmos 139:14). Em parte alguma isto é mais exato do que no sistema imunológico. Nenhum país do mundo poderia estar melhor protegido pelo seu exército do que nosso corpo humano está.

É por esta razão que o assunto das vacinas é tão crítico. Acreditamos que todo indivíduo precisa se informar e tomar sua decisão por si mesmo e pelos filhos que o Senhor Deus lhe deu.

Também preciso deixar claro que não sou médico e que as afirmações feitas neste panfleto são minhas próprias opiniões e não foram avaliadas pela FDA (Food and Drug Administration). Tampouco as afirmações feitas aqui têm a intenção de tratar, diagnosticar ou curar doenças.

Depois de incluir esta nota acima obrigatória de isenção de responsabilidade, precisamos examinar a questão das vacinas e como elas funcionam.

Referindo-se à perspectiva acima mencionada, precisamos compreender que a primeira e mais admirável linha de defesa do corpo humano é a pele. Muitos não sabem que a pele é o maior órgão do corpo. Ela contém camadas que servem para proteger o corpo das bactérias e vírus. Até algo simples como o suor contém propriedades antibacterianas.

Como a pele dá ao nosso corpo um "selo hermético" literal, o quão inteligente você acha que seria perfurar deliberadamente esse selo e depois injetar organismos estranhos, ou materiais tóxicos, para dentro do corpo?

Permita-me explicar aqui que quando você bebe ou come, não está colocando algo dentro do seu corpo. Pode ser uma surpresa para você saber que seu trato gastrointestinal (garganta, estômago, intestinos, etc.) na verdade é um tubo de (sim) sua pele. Quando você come uma maçã, ela ainda está do lado de fora de sua pele, mesmo que esteja destinada a ir para dentro do seu estômago.

Se você estiver em boa saúde, essa maçã seguirá seu caminho, passando pela garganta, estômago, intestino delgado, intestino grosso e o reto sem nunca "entrar no seu corpo". Os nutrientes da maçã serão transformados em líquidos e transportados para seu corpo dentro do seu trato gastrointestinal inferior, mas este é o alcance dela (a não ser que você tenha alguma doença como a Síndrome do Intestino Permeável). Portanto, seu corpo é muito cuidadoso em preservar esse selo hermético.

Se isto é assim, pode-se ver imediatamente por que perfurar a pele de alguém com uma agulha não é a melhor ideia, a não ser que seja uma questão séria de vida ou morte. Apenas para explicar resumidamente, aqui está o que essa agulha cheia de organismos e produtos químicos está contornando:

  1. A saliva em sua boca contém enzimas poderosas que podem matar muitos organismos invasores em questão de minutos.

  2. Mais enzimas entram em ação no estômago superior e mediano; junto com o ácido hidroclorídrico. Poucos organismos podem sobreviver nesse ambiente. O alimento é revirado no estômago, recebe ácidos e enzimas por algum tempo e então...

  3. Chega ao duodeno e ao intestino delgado, onde é exposto a outras enzimas, que o dissolvem ainda mais.

Uma vacina contra a coqueluche (também chamada de tosse convulsa, ou pertússis) ou uma vacina tríplice (DPT) (Veja a Nota 1), por exemplo, evita toda essa enorme linha de defesa e é injetada diretamente na corrente sanguínea de uma criança. Isto seria o equivalente médico de lançar de paraquedas tropas inimigas de uma Força Especial diante da porta de entrada de uma fortificação no interior de uma cidade! Isto não é algo prudente de se fazer, para dizer o mínimo. Como um autor médico já observou:

"Outro problema com o processo da injeção com relação aos vírus e bactérias que estão sendo administrados é que níveis de defesa externa muito importantes foram contornados, dando a esses microorganismos acesso profundo dentro do corpo para causarem danos. Daí, por exemplo, a agora bem-conhecida descoberta da cepa do vírus da vacina do sarampo nos intestinos de um número significativo de crianças autistas. Descobriu-se também que os DNAs de animais, bactérias e vírus, quando injetados, podem ser incorporados ao DNA de quem recebe a vacina. Não é maravilha que a vacinação esteja vinculada com o câncer, particularmente considerando-se que os componentes da vacina incluem até mesmo células cancerosas de animais (usadas para o cultivo dos vírus, pois elas continuam a se multiplicar)." (Veja a Nota 2).

Assim, a partir da perspectiva de alguém que crê na Bíblia e que confia que o Criador sabe o que faz, pode parecer desaconselhável aplicar vacinas em adultos ou em crianças.

Todavia, o problema que enfrentamos é que na maioria dos estados deste país — os pais são pressionados e intimidados a vacinar seus filhos pelos médicos e outras autoridades na área de saúde. A maioria dos sistemas de escola pública não permite que uma criança seja matriculada em seus programas (talvez uma coisa boa!) se não estiverem com sua carteira de vacinação em dia. Atualmente, até mesmo os bebês já recebem a vacina contra hepatite antes de deixarem a maternidade.

O que os pais devem fazer? Queremos obedecer às leis do país, mas também precisamos proteger nossos filhos. As duas coisas são mandados de Deus para nós. Se após ler este livreto você achar que a vacinação não é para seus filhos, então precisa saber que tem o direito, em todos os estados americanos (no tempo em que isto está sendo escrito), de rejeitar a vacinação com base em consciência religiosa. (Veja a Nota 3.).

Esta é uma decisão difícil de tomar. É por isto parcialmente que este artigo foi escrito, para dar aos cristãos uma compreensão do "outro lado da história", que os pais normalmente não ouvem dos profissionais da área da saúde.

Um Pouco de História

O termo "vacina" deriva de vacca, a palavra em latim para "vaca". (Veja a Nota 4.) A razão é por que inicialmente as vacinas eram derivadas do pus nas pústulas da varíola bovina, que eram depois injetadas nos humanos para oferecer proteção contra a varíola. O Dr. Edward Jenner, um médico britânico, iniciou esse estranho procedimento em 1796. Ele observou que as funcionárias das fazendas de produção de leite que contraíam a varíola bovina — uma doença relativamente de menor gravidade — nunca contraíam a varíola — uma doença perigosa e frequentemente fatal. Ele retirou o material purulento das mãos de uma moça que trabalhava na ordenha do leite e o injetou em um corte feito no braço de um menino saudável de oito anos de idade. Seis semanas depois, o Dr. Jenner injetou material de varíola no braço do menino e isto não teve impacto. Este foi o início das vacinações. (Veja a Nota 5.).

O que não é frequentemente mencionado é que o Dr. Jenner posteriormente inoculou seu próprio filho pequeno. A criança morreu antes de completar 21 anos de idade!

Desde aquele tempo, inúmeras vacinas já foram desenvolvidas. As mais comumente administradas são as vacinas contra: poliomielite, caxumba, difteria, sarampo, rubéola, tétano e coqueluche (também chamada de tosse convulsa, ou pertússis).

Mais recentemente, a indústria farmacêutica apresentou vacinas contra gripe e varicela (também conhecida como catapora). Mais estão sendo oferecidas, especialmente, depois dos ataques contra as Torres Gêmeas, em Nova York, em 11/9/2001 e os temores com o bioterrorismo que vieram sem seguida.

Patacoadas Usando Estatísticas

Frequentemente, os proponentes das vacinas dizem que o desenvolvimento da vacina contra a poliomielite por Salk e (depois) por Sabin e algumas outras vacinas virtualmente erradicaram essas doenças do mundo. Vamos examinar a poliomielite, pois é a "história de sucesso" melhor conhecida dos proponentes das vacinas.

A poliomielite é, realmente, uma doença que causa medo. Sou velho o suficiente para me lembrar de ver pessoas na televisão que estavam presas a "pulmões de ferro" por que a pólio as tinha privado do controle muscular para respirar por sua própria conta. A pólio é uma doença contagiosa causada por um vírus que pode atacar as células nervosas do cérebro e da medula espinhal. Em alguns casos, pode causar muitos danos, provocando paralisia dos membros e até a morte, devido à paralisia respiratória.

Em 1955, o Dr. Jonas Salk desenvolveu uma vacina contra a pólio usando vírus inativados. Quatro anos depois, o Dr. Albert Sabin criou uma vacina oral com vírus vivos. Ambas as vacinas eram supostamente seguras e eficazes. A pólio é agora virtualmente desconhecida nos EUA e o desaparecimento da doença é atribuído à vacinação.

Na realidade, duas coisas precisam ser ditas. A evidência epidemiológica indica que até mesmo quando aparecia com maior força, a pólio somente afetava visivelmente 10% das pessoas que a contraíam. O vírus natural da pólio não produzia sintomas em 90% da população exposta. Alguns especialistas médicos acreditam que a grande maioria da população tem imunidade natural à poliomielite. (Veja a Nota 6.).

Não há evidência alguma que as vacinas contra a pólio tiveram alguma coisa que ver com o virtual desaparecimento da doença neste país. De 1923-1953, antes da introdução da vacina criada por Salk, a taxa de óbitos por pólio nos EUA e na Inglaterra já tinha declinado em 47% e 57%, respectivamente. É muito mais provável que isto se deva às melhorias nas condições de higiene e nutrição. As estatísticas mostram um declínio similar também em outros países europeus. (Veja a Nota 7).

Ironicamente, mesmo quando as vacinas chegaram à Europa, muitos países se recusaram a usá-la, porém mesmo assim os índices de ocorrência da pólio também caíram. (Veja a Nota 8). Por outro lado, o número de casos reportados após as inoculações em massa com a vacina com o vírus inativo (Salk) foi significativamente maior do que antes. O número pode ter dobrado nos EUA como um todo. Apenas como um exemplo atemorizador, o número de casos reportados de pólio em Massachusetts subiu de 273 (antes da vacina) para 2027 (após a vacina)! (Veja a Nota 9).

Os cientistas no Instituto Nacional de Saúde (NIH) parecem ter tomado conhecimento que a vacina de Salk era ineficaz e, possivelmente, mortal. Eles disseram que ela era "inútil e perigosa de tomar" (Veja a Nota 10.) Eles se recusaram a vacinar seus próprios filhos! Há até mesmo uma citação do Dr. Salk em que ele diz: "Quando você vacina seus filhos, não dorme bem nas primeiras duas ou três semanas." (Veja a Nota 11).

Tipicamente, o Instituto Nacional para a Paralisia Infantil e a indústria farmacêutica Parke-Davis (que tinha investido grandes somas no desenvolvimento da vacina) pressionaram o serviço de Saúde Pública dos EUA a assinar uma declaração afirmando que a vacina era segura e 100% eficaz. (Veja a Nota 12).

Não somente isto, mas os padrões para definir a pólio foram modificados quando a vacina com o vírus vivo foi lançada. Por exemplo, a nova definição de uma epidemia requeria 35 casos reportados para cada grupo de 100.000 habitantes. Anteriormente, o número era de 20 casos para 100.000 habitantes. Isto significava "menos" epidêmico. A pólio de paralisia também foi redefinida, tornando-a mais difícil de diagnosticar e, portanto, contar os casos. (Veja a Nota 13).

Acredite se quiser, mas em 1976, o Dr. Jonas Salk testificou que a vacina com o vírus vivo (de Sabin) era "a principal, se não a única causa" de todos os casos reportados de pólio desde 1961. (Veja a Nota 14.) A meningite também está sendo vinculada com o vírus enfraquecido presente na vacina de Sabin. (Veja a Nota 15). O CDC (Centro de Controle de Doenças) também reconheceu que a vacina com o vírus vivo tornou-se a causa dominante dos surtos de pólio nos EUA hoje. (Veja a Nota 15.) Todavia, apesar de tudo isto, as vacinas continuam a ser administradas à população.

Impacto na Saúde

Além de na verdade causar alguns casos de pólio, existem também efeitos significativos de longo prazo provocados por essas vacinas. Isto não é surpresa. Há uma gravação em que o Dr. Maurice Hillaman diz que as vacinas de pólio, tanto a de Salk quanto a de Sabin, estavam "horrivelmente contaminadas com vírus de macacos, e continuam até hoje". Eles inocularam mais de 100 milhões de pessoas com essas vacinas, que evidentemente continham vírus de células cancerosas. (Veja a Nota 17.) O Dr. Hillaman é ouvido na fita dizendo jocosamente:

"Trouxemos os macacos verdes africanos. Eu não sabia naquele tempo que estávamos importando o vírus da AIDS. Aqueles macacos não tinham os vírus selvagens... O vírus SB estava na vacina de Sabin, armazenado nas prateleiras da Merck's [durante os testes de campo na Rússia]. Existiam 40 vírus diferentes nos velhos tempos. Nós iríamos vencer as Olimpíadas, por que os russos estariam cheios de tumores." (Veja a Nota 18).

É motivo de risada que algumas dessas vacinas possam ter provocado a atual epidemia da AIDS, sem falar no aumento metórico nos casos de câncer?

Histórias de horror similares podem ser encontradas com as outras vacinas. Por exemplo, 46% de todos os casos de coqueluche (tosse convulsa) foram contraídos por pessoas que foram vacinadas contra a doença! (Veja a Nota 19.) Em termos de impacto de longo prazo na saúde, poucas vacinas podem se comparar com o estrago produzido pela vacina tríplice (também chamada de DTP — de difteria, tétano e pertússis). Para aqueles que estiverem interessados nas informações detalhadas sobre as outras vacinas que estão fora da abrangência deste livreto, veja o excelente livro de Neil Miller, intitulado Vacines: Are They Really Safe and Effective? — veja a seção com as notas bibliográficas no fim.

Alguns dos ingredientes nas vacinas são, de fato, bastante venenosos! Entre eles estão: formaldeído, mercúrio, compostos de alumínio (agora implicados na doença de Alzheimer), fenol, acetona (similar ao removedor de esmalte das unhas), e até anticongelante. (Veja a Nota 20). Esses venenos são conhecidas excitotoxinas" (Veja a Nota 21) e sensibilizadores do sistema imunológico. Isto significa que eles tornam o sistema imunológico mais sensível e, assim, menos capaz de lidar com substâncias estranhas encontradas no corpo. Imagine injetar um pouco dessas coisas em um adulto, e o que dizer então de injetá-las um bebê! O que estas pessoas pensam que estão fazendo? Esta bem pode ser a razão para o aumento nos distúrbios auto-imunes, como artrite reumatóide, fibromialgia e fadiga crônica na última geração. Lembre-se, nunca ninguém ouviu falar sobre essas doenças antes da geração que nasceu a partir do fim da Segunda Guerra Mundial — a geração que começou a receber vacinas. Um autor comenta a respeito dos ingredientes:

"Existem também outros ingredientes, como tecidos de órgãos e sangue de animais com os quais nossos corpos não teriam dificuldades, SE eles entrassem no corpo por via oral, pois nosso sistema digestivo divide as proteínas estranhas e inusáveis naquela forma, para seus constituintes aminoácidos, que são então absorvidos e utilizados pelo nosso corpo."

Todavia, nosso sistema imunológico não foi projetado para lidar com proteínas estranhas que são injetadas diretamente em nossa corrente sanguínea. Na verdade, sabe-se que a injeção de qualquer substância estranha suprime o sistema imunológico e as vacinas não são exceção. (Veja a Nota 22).

Mas Elas Funcionam?

Infelizmente, a resposta curta a esta pergunta é NÃO. Mas, vamos olhar mais de perto. Observe que as vacinas não são mais chamadas de "imunizações' pelos pediatras mais bem-informados. A razão é que eles sabem (ou deveriam saber) que as vacinas realmente não imunizam ninguém.

As vacinas realmente fazem o corpo produzir anticorpos, porém não criam imunização. Elas normalmente têm o efeito oposto.

Estranhamente, os mesmos compostos de alumínio que são tão tóxicos para o organismo humano são incluídos de forma deliberada na fórmula da vacina como "adjuvantes" para artificialmente forçar a produção de diversos anticorpos IgG específicos para aquele vírus, pois o sistema imunológico não os produz naturalmente (em níveis significativos) conforme solicitado pelas injeções? (Veja a Nota 23).

O problema é que os anticorpos IgG assim produzidos mostram somente que houve exposição ao vírus. A presença deles não significa imunidade. O anticorpo IgA secretado não é produzido pelas injeções porque as injeções contornam os processos de nível externo do sistema imunológico que, como já se sabe, são uma medida muito melhor de imunidade. (Veja a Nota 24).

É por isto que contrair tétano por uma perfuração profunda (como uma injeção) não traz imunidade, somente sensibilização. Basicamente, as vacinas são apenas uma pálida imitação da genuína resposta imunológica do ser humano. Elas têm eficácia limitada e perdem o efeito, ao contrário da imunidade natural. Além disso, as vacinas contêm alguns riscos sérios à saúde.

Vacina Tríplice: "Uma Agulhada no Escuro"?

O número de histórias de horror relacionadas com a vacina tríplice arrepiaria os cabelos de qualquer pai ou mãe, porém a maioria mansamente permite que seus filhos recebam essa vacina em tenra idade, pois não estão informados. As três vacinas são combinadas em uma só injeção. Tanto as vacinas contra tétano e difteria contidas ali estão "estabilizadas" com produtos químicos como formaldeído, timerosal (um derivado do mercúrio) e fosfato de alumínio. Todos esses produtos químicos são cancerígenos ou altamente tóxicos para o organismo humano. (Veja a Nota 25). Todos já ouvimos falar a respeito da contaminação pelo mercúrio e, é claro, o formaldeídeo (ou formol) é um fluído usado para embalsamar. Todavia, esses componentes são injetados nas crianças.

A vacina contra a coqueluche é na verdade usada em experiências de laboratório para induzir o choque anafilático em animais (uma reação alérgica muito forte) e provocar encefalomielite autoimune aguda (encefalite alérgica). (Veja a Nota 26). O resultado final disso deixaria qualquer um pasmado! Harry L. Coulter fez um excelente trabalho de documentar o incrível impacto que a vacina tríplice teve sobre a sociedade americana em seus dois livros, DPT: A Shot in the Dark e Vaccination: Social Violence and Criminality, The Medical Assault on the American Brain.

Não há virtualmente aspecto algum da vida nos EUA (e em grande parte da Europa) que não tenha sido impactado negativamente por essas vacinas. O segredinho sujo da conexão entre as vacinas e o autismo está finalmente se tornando conhecido. Aqui está uma citação do livro de Coulter:

Harvey Jackson Jr. é um caso clássico. De acordo com o diário de seu pai, aos três meses de idade, a respiração dele parou por completo — 36 horas após sua segunda vacina tríplice. O pai descreve a ocorrência:

"Estou olhando para a carteira de vacinação agora e está anotado ali que em 3 de janeiro de 1972, Harvey recebeu a vacina tríplice. Consultei então meu diário, pois este é um evento que você nunca esquece. Em 15 de janeiro, escrevi: 'Um dia difícil e amedrontador. Harvey respirava com dificuldade e ruidosamente desde a manhã. Por volta de 13 ou 14 horas da tarde, ele estava com uma dificuldade respiratória tão grande que fiquei terrivelmente alarmado. Ele precisa ficar na posição vertical para conseguir respirar. Uma ou duas vezes, enquanto eu o segurava, ele parou de respirar e somente retornou após eu o colocar sobre o meu ombro e dar palmadas em suas costas. Fomos então ao médico — o médico substituto do pediatra dele — que nos disse para levá-lo ao Hospital Infantil."

O Sr. Harvey acredita que Harvey Júnior escapou por pouco da "morte súbita do lactente". O menino sobreviveu, porém se tornou um autista moderado. Portanto, o autismo e a síndrome da morte súbita do lactente parecem ser geradas da mesma forma — por uma encefalite mais comumente causada pela vacinação! (Veja a Nota 27).

Quantos pais de coração partido já encontraram seu bebê morto no berço devido à Síndrome da Morte Súbita do Lactente e nunca fizeram a conexão com o fato que a criança tinha recebido a vacina tríplice alguns dias ou semanas antes? Os cientistas dizem que não sabem a causa para a SMSL, porém existem correlações realmente alarmantes entre as vacinas e a SMSL.

O Dr. Leonard Horowitz acredita que a vacina tríplice seja a causa principal para a SMSL. A vacina pode fazer a criança desenvolver febre, choro inconsolável, gritos agudos como se estivessem possessas, dor, vômitos que são projetados para fora, sonolência, falta de sono durante muitos dias, convulsões, desmaios e choque. (Veja a Nota 28.) As reações a essa vacina podem ser terríveis para os pais e agonizantes para a criança:

Dois pediatras na Califórnia reportaram em 1979 um "inchaço craniano associado com aumento da pressão infracraniana" 24 horas depois da vacinação. O bebê estava "irritável". Uma mãe entrevistada descreve a reação de seu bebê à segunda dose da vacina tríplice:

"Ela ficou molenga, suas pupilas ficaram dilatadas e ela não conseguia comer nem responder. Chamei outro médico e ele disse que a mancha de nascença de Jeannie, uma mancha na cabeça, estava mais saliente e inchada. Eu não tinha observado aquilo, mas o médico me disse para levá-la ao hospital imediatamente."

Uma inflamação que faz o cérebro inchar desta forma deve certamente causar muita dor de cabeça. Além disso, os "gritos em tom muito agudo" e o "choro persistente" que são tão comuns nas reações às vacinas, bem como o fato que os bebês frequentemente tentam pegar suas orelhas indica claramente uma dor de cabeça (bem como uma otite incipiente)..."

Diarreia, vômitos, flatulência, gastroenterite, dores estomacais, enurese, constipação, perda do controle de esfincter, etc. são todos encontrados na encefalite e são frequentemente reportados após a vacina tríplice. (Veja a Nota 29).

Autismo — Profundamente Solitárias!

Como a maioria das pessoas sabe, o autismo é uma doença ainda não totalmente compreendida, que ataca as crianças e as torna muito retraídas, voltadas para si mesmas. Existem níveis variados da doença (que não tem oficialmente uma causa reconhecida) mas nos piores casos, a criança afasta-se totalmente do mundo, sem conseguir demonstrar sentimentos ou ligações com os familiares. As crianças autistas ficam sentadas como zumbis durante horas, porém também podem ter acessos de raiva misteriosamente violentos.

É interessante que o autismo começou a ser discutido na literatura médica em 1943 pelo Dr. Leo Kanner, um famoso psiquiatra infantil. Ninguém naquele tempo, ou desde então, observou oficialmente que os primeiros casos de autismo começaram a aparecer exatamente ao mesmo tempo que a vacinação contra a coqueluche começou a se tornar popular.

Se o autismo é uma manifestação da encefalite induzida pelas vacinas, as implicações são muito perturbadoras. Os sintomas manifestados com intensidade patológica em um grupo pequeno irão, por necessidade, aparecer em uma forma mais branda em uma porcentagem muito maior da população. Para todo "autista" que é internado em uma instituição, existem milhares de indivíduos alienados que funcionam como cidadãos pagadores de impostos normais.

O paralelo com a alienação e anomia da sociedade industrial do século 20 é chocante. O quanto desta solidão estamos infligindo sobre nós mesmos? (Veja a Nota 30).

Sem desejar ser excessivamente simplista, pense em quão perturbada nossa sociedade se tornou desde o uso generalizado desta vacina (e outras). Pense no crescimento rápido das doenças mentais, dos distúrbios no humor e das misteriosas doenças autoimunes, como fibriomalgia, síndrome da fadiga crônica, lúpus, etc. Muitas dessas doenças eram desconhecidas uma geração atrás! Isto para não mencionar o incrível aumento no uso de drogas para tratar os distúrbios no comportamento infantil, como o ADHD (distúrbio da hiperatividade e déficit de atenção). Nada disto antecede o uso das vacinas. O autor Coulter faz uma observação interessante:

"O amor à música não é surpreendente [entre as crianças autistas]. Essas crianças sofrem, entre outras coisas, de incapacidade de organizar suas percepções e seus pensamentos. A música, especialmente quando há uma batida pronunciada, fornece uma estrutura para elas. Elas se balançam, fazem um zumbido, elas gostam de dançar. A única hora em que elas irão se balançar é quando ouvirem música."

A batida da música para elas é tão satisfatório como o balanço do berço. É pura coincidência que a "música Rock" estourou na cena no fim dos anos 1950, exatamente quando a primeira geração vacinada estava entrando na adolescência? (Veja a Nota 31).

Quando se pensa na dor suportada pelos pais de crianças autistas, os paralelos entre o autismo e a vacinação quase chegam a causar raiva.

O mesmo paralelo cronológico entre o autismo e os programas de vacinação infantil pode ser encontrado em outros países. No Japão, por exemplo, o primeiro autista foi um menino que nasceu em fevereiro de 1945. Uma das primeiras medidas de saúde pública introduzidas pelas tropas americanas de ocupação foi um programa compulsório de vacinação contra a coqueluche e isto parece mais do que uma coincidência.

Hoje, a prevalência de autismo no Japão — 4,5/10.000 nascidos vivos — é mais baixa do que nos EUA, porém comparável.

Na Inglaterra, a vacina contra a coqueluche foi lançada em ampla escala somente no fim dos anos 1950, após uma série de testes, de 1946-1957. Antes deste período, ela tinha sido usada somente de forma esporádica pelos médicos. Quando uma sociedade de pais de crianças autistas foi fundada em Londres, em 1962, verificou-se que a maioria das crianças tinha nascido no fim dos anos 1950s, com alguns poucos no início dos anos 1950s.

Na Inglaterra, a incidência do autismo é a mesma que no Japão: 4,5/10.000 nascidos vivos. Por que esses países têm menos autismo que os EUA nunca é explicado, mas provavelmente é por que a vacinação contra a coqueluche foi implementada mais tarde nesses dois países do que nos EUA; a cobertura na Inglaterra é opcional e, dependendo das circunstâncias, varia de 8%-30%; os médicos britânicos, finalmente, demoram mais para relatar as contraindicações e estão menos dispostos a vacinar uma criança em risco do que os médicos americanos. (Veja a Nota 32).

O autor Coulter apresenta fortes evidências que a vacina tríplice cause um tipo de encefalite subclínica — o que significa uma infecção no cérebro que normalmente não chega a chamar a atenção dos médicos e pediatras. Ela apenas causa graus variados de comportamento bizarro que então é rotulada como um "distúrbio de conduta", ou "distúrbio de comportamento". Ele se refere a essas crianças como "pós-encefalíticas" e/ou "de cérebro minimamente afetado" (MBD). Até mesmo distúrbios alimentares frequentemente têm suas raizes nesta vacina:

"A anorexia também pode ser causada pelas anfetaminas dadas a essas crianças para controlar a hiperatividade. Ou essas crianças com MBD (Cérebro Minimamente Afetado) podem comer demais e indiscriminadamente (bulimia), uma condição que, como a anorexia, entrou em proeminência nos anos 1960s."

"Acredita-se que a anorexia ocorra em até 1% das meninas adolescentes (em idades de 12-18 anos). A bulimia é ainda mais comum, pois pesquisas realizadas entre estudantes universitários a detectou em 4,5% até 13% das moças e 0,4% — 0,5% dos rapazes."

"A regra de ouro é que 15% das meninas adolescentes nos EUA experimentam sérios problemas com a anorexia e/ou bulimia. Assim, a síndrome pós-encefálica parece se manifestar predominantemente nos meninos como hiperatividade e nas meninas como um distúrbio no apetite."

"Mesmo se o bebê não come, ele ainda pode sentir cólicas severas, arqueando suas costas devido à dor no estômago. A criança poderá sofrer com muitas dores no estômago na infância e adolescência. Má respiração também tem sido observada." (Veja a Nota 33).

Casos de Doenças Mentais?

A maioria dos pais de toda geração olha para seus filhos adolescentes e pensa algumas vezes que eles estão "doidos". Entretanto, agora mais do que nunca, os pais estão vendo alguns problemas mentais e emocionais realmente estranhos que eram desconhecidos antes de 1950. Os distúrbios do aprendizado são um exemplo óbvio:

"A dislexia é a razão por que 'o Joãozinho não sabe ler' hoje. Embora soluções para o problema do galopante analfabetismo nos EUA estejam continuamente sendo propostos, ninguém realmente acredita que elas funcionarão. Nosso sistema educacional está apenas 'tentando segurar as pontas' na esperança de que os professores acordarão um dia e descobrirão que finalmente agora o Joãozinho sabe ler."

Entretanto, isto nunca ocorrerá, enquanto todas as crianças deste país estiverem sendo vacinadas com substâncias que podem torná-las disléxicas. (Veja a Nota 34).

Há também a crescente epidemia de violência entre as crianças. Aqui está uma carta aterrorizadora que foi enviada para Ann Landers, uma escritora e jornalista que manteve durante décadas uma coluna de aconselhamento nos jornais:

Prezada Ann:

"... Em outubro passado, a professora da quarta série pediu para seus alunos escreverem uma composição sobre o que eles mais gostariam de fazer no Halloween. 80% de seus alunos, que têm todos nove anos de idade, expressaram o desejo de 'matar alguém'. De onde as crianças receberam esse tipo de ideia?... O que iremos fazer a respeito desse amor pela violência entre as crianças e adolescentes atuais? Francamente, isto me aterroriza muito." (Veja a Nota 35).

Evidentemente, na década passada, essas crianças de 9 anos de idade cresceram e se tornaram os atiradores em escolas de nível médio dos anos 1990 e do início do novo milênio. É claro que nem tudo isto pode ser atribuído à indústria das vacinas. Todavia, isto é parte de um ciclo espiral de filmes violentos, programas com violência na televisão, violência nos jogos de computador e até espiritualidade violenta — para não dizer nada do uso excessivo de drogas poderosas e que alteram a mente, como Ritalina e Prozac.

Por que as crianças querem — e até exigem — esse tipo de entretenimento violento e de alta velocidade? O que mudou nos últimos 40 anos que nos levou dos tempos em que os adolescentes cantavam músicas românticas para o Death Metal e o desejo de matar alguém antes de atingir a puberdade?

Esta "encefalite subclínica" pode ser uma razão principal para isto tudo estar acontecendo. Infelizmente, isto ainda não é o fim. Aqui está uma declaração feita por um palestrante no Congresso Mundial Sobre Psiquiatria Biológica, de 1978:

"A agressão patológica em crianças, por causa de sua alta incidência e cronicidade, a falta de terapia eficaz, e seus efeitos adversos generalizados sobre a sociedade, permanece provavelmente o problema principal na Psiquiatria infantil e deverá aumentar. Agora que a primeira geração pós-encefalite [nascida a partir dos anos 1950] atingiu a idade adulta e começou a ter seus próprios filhos, a combinação de hipersexualidade, baixa tolerância às frustrações e a tendência à violência está produzindo frutos em uma incidência radicalmente mais elevada de abuso físico e sexual de crianças, até mesmo de bebês pequenos." (Veja a Nota 36).

O espaço não nos permite examinar completamente os efeitos terríveis dessas vacinas sobre as crianças. Mas, é suficiente dizer que tudo, desde a violência criminal até a hipersexualidade precoce (interesse exagerado em sexo em uma idade precoce) pode estar estatisticamente vinculado com os programas de vacinação.

O típico intelectual hoje em dia atribui o crescimento na violência e criminalidade à pobreza e falta de educação. Estas são somente uma parte pequena do problema. Considere o ponto apresentado pelo autor Coulter:

"Em 1933, no auge da Grande Depressão, a incidência de 'crime violento' (uma categoria que inclui homicídios, estupros, roubo e assalto com agravante) era de 200 por 100.000 habitantes na população. Por volta de 1940, a incidência caiu para 100, porém em 1963, já estava de volta aos níveis do tempo da Grande Depressão. Daí para frente, ela subiu continuamente, atingindo 500 no ano de 1978 e mais de 600 no ano de 1987."

Aqueles que querem atribuir a epidemia de violência à pobreza devem explicar a razão por que isto é três vezes hoje o que era em 1933, no auge da Depressão e 6 vezes mais alto do que nos anos 1940s. Será se os EUA se tornaram um país mais pobre desde 1933?

A professora de Psiquiatria Lousie J. West, da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia em Los Angeles, declarou em 1985: "Se você tivesse taxas de morbidade e mortalidade como essas causadas por qualquer doença infecciosa, haveria milhões de dólares para serem gastos nela. Esta epidemia torma todo o restante que o CDC está fazendo fraco em comparação como um problema epidemilógico." (Veja a Nota 37).

A epidemia de violência nas nossas ruas e lares podem ser atribuída em grande parte não à pobreza, mas ao fato que a encefalite em uma forma subclínica (frequentemente não detectável) está reconstruindo o cérebro de nossas crianças de um modo que a natureza ou nosso Criador não teve em vista. Hoje em dia, as pessoas da geração nascida nos anos 1950s e além parecem ter muito menos tolerância à frustração, muito menos capacidade para lidar com o estresse e muito menos capacidade para controlar sua raiva. Nada disso pode ser benéfico para a sociedade.

O custo para nossos jovens é especialmente trágico. As crianças pequenas que sofrem do suposto distúrbio da hiperatividade e déficit da atenção (ADHD)(frequentemente causado pelas vacinas) estão recebendo a prescrição de Ritalina, um tipo de anfetamina em números chocantes. Isto também tem um efeito:

As anfetaminas que há vários anos estão sendo prescritas para sintomas de dano cerebral mínimo podem potencializar os impulsos suicidas desses indivíduos.

A taxa de suicídio entre adolescentes subiu 75% entre 1968 e 1979 — de 5 para 9 para cada grupo de 100.000 pessoas (nos anos 1950s, a taxa era de 4,5 para cada 100.000). Por volta de 1986, ela tinha subido para 13. Isto pode ser traduzido como 5.000 adolescentes cometendo suicídio por ano, e existem de 50 a 100 tentativas para cada suicídio bem-sucedido! (Veja a Nota 38).

Há vários anos que as pessoas se perguntaram por que tantos adolescentes estão se matando. Será se esta não pode ser uma das razões? A maior parte desta vacinação está sendo feita irrefletidamente porque é uma grande vaca leiteira para a indústria farmacêutica e os médicos estão temerosos de permitir que as pessoas saibam o quão perigosas essas drogas realmente são, por causa das ações judiciais que poderiam fazer em pedaços a indústria farmacêutica e todo o sistema médico.

Roleta Russa?

Uma razão por que os bebês e crianças são tão profundamente afetados por essas vacinas é que os sistemas imunológicos e nervosos deles ainda estão em desenvolvimento. O ativista contra as vacinas Bronwin Hancock observa:

"Alguns bebês perdem a batalha contra o assalto tóxico invasivo das vacinas em horas, dias ou semanas. Se os pais forem 'sortudos', o bebê é diagnosticado com Síndrome da Morte Súbita do Lactente, ou se um órgão falir ele é classicado simplesmente como falência daquele órgão (por exemplo, falência renal). Entretanto, se ferimentos comos hematomas subdurais ou hemorragias da retina forem detectadas, os pais... são falsamente acusados de homicídio na forma da síndrome do 'bebê sacudido'." (Veja a Nota 39).

Isto poderia levar as pessoas a pensar que talvez essas vacinas sejam menos problemáticas para os adultos. Em um grau pequeno, isto é verdade, mas existem ainda perigos significativos. Por exemplo, um dos segredos mais bem guardados das forças armadas dos EUA é que uma dos principais responsáveis pela Síndrome da Guerra do Golfo é a vacina que foi aplicada nos soldados das tropas invasoras.

Durante a Segunda Guerra do Golfo, vários soldados morreram logo após receberem vacinas, antes mesmo de serem enviados para a batalha. Considere que estas são as melhores tropas de combate, presumivelmente formadas por jovens em boas condições físicas! Imagine o efeito que essas vacinas teriam sobre pessoas de meia-idade, já com alguns problemas de saúde que aparecem com a idade.

De acordo com o CDC (seus dados para o período de 1995-1996): houve mais de 45.000 pessoas com lesões provocadas pelas vacinas em cinco anos. Eles acham que isto representa menos de 1% das lesões reais devido ao fato que muitos casos não chegam a ser notificados. (Veja a Nota 40). Há um verdadeiro holocausto ocorrendo neste país por causa das vacinas, porém nem uma palavra sobre o assunto aparece na imprensa!

Por que você acha que tão poucos profissionais da área médica quiseram receber a vacina contra a varíola quando ela se tornou disponível? O programa de vacina "voluntária" foi um total fracasso por que os profissionais da área da saúde SABIAM que essa vacina é, na melhor das hipóteses, uma roleta russa médica.

Nos "velhos tempos", as crianças contraíam essas doenças da infância (varicela, caxumba, etc.) e depois ficavam imunizadas por toda a vida. Hoje, os "medicocratas" estão empurrando a vacina contra a varicela, que virtualmente NUNCA é uma doença que representa uma ameaça para a vida. Se seu filho receber a vacina contra a varicela, ele precisará depois de um fortificante para seu sistema imunológico. Por que não permitir que a criança contraia a doença e torne-se então imunizada para sempre? Claro, a varicela pode causar desconforto para a criança por alguns dias, mas veja o que o Dr. Len Horowitz diz sobre esta vacina:

"A vacina contra a varicela tem ingredientes como: MSG (glutamato monossódico), alumínio, mercúrio, formaldeído, formalin, Herpes Zoster (mesmo que varicela). A vacina também contém RNA e DNA estranhos (isto significa cancerígenos!) que podem se tornar células ou lesões pré-cancerosas. Você não cria semente híbridas (a Bíblia proíbe) — vírus recombinantes — células híbridas mutantes no seu próprio corpo. Estas células se conectam às suas próprias células e criam aquilo que é chamado de complexo antigênico. Em seguida, o corpo monta uma resposta imunológica contra o complexo antigênico e você termina com uma doença autoimune. Nunca houve uma mentira maior que 'As vacinas são seguras e eficazes'." (Veja a Nota 41).

Devido aos programas de vacinação na África, tumores em tecidos maleáveis subiram até o teto nos gráficos nas últimas duas décadas: seios, próstata, pulmões, linfoma e melanoma. É trágico observar que o linfoma somente é epidêmico em uma pequena região da África, em torno do centro americano de pesquisas na região ocidental do Nilo — nas mães que receberam certas vacinas. O Dr. Horowitz acha que as vacinas são uma razão principal para o aumento da ocorrência de câncer no seio entre as mulheres. (Veja a Nota 42). Ele se pergunta:

"É uma coincidência que 35% das mulheres nativas americanas estão estéreis e que 25% das mulheres negras são estéreis? Como isto aconteceu? Provavelmente, por causa da vacina contra o tétano (dada a milhares de mulheres nos anos 1980 nos EUA e em outros países). A vacina fez os corpos das mulheres atacarem seus próprios sistemas reprodutores." (Veja a Nota 43).

Agora a vacina contra a hepatite B está sendo promovida para todos os recém-nascidos nos hospitais. Isto é uma irresponsabilidade. Os pais devem ler na literatura do laboratório Merck quais são os efeitos colaterais dessa vacina. Ela diz que entre as crianças vacinadas:

  • 15% desenvolvem vermelhidão e inchaço em volta do local da injeção.
  • 14% desenvolvem um pouquinho de febre e alguns sintomas similares ao de uma gripe.
  • 13% desenvolvem febres mais duradouras, mais sintomas de gripe.
  • 9-10% desenvolvem sintomas mais sérios da gripe.

Menos de 1% experimentam lesões sérias (danos cerebrais, artrite reumatóide paralisante, SMSL, etc.) Vinte e cinco milhões de crianças iriam receber a vacina — o que é 1% de 25 milhões? São 250.000 crianças que poderão sofrer com danos cerebrais, artrite ou SMSL. (Veja a Nota 44.) Pessoal, isto não é medicina responsável.

O Que Pode Ser Feito?

É claro que a primeira coisa se você é pai ou mãe é orar a respeito de não permitir que seus filhos recebam as vacinas. É seu direito (até aqui) e vamos esperar que isto não mude. O Primeiro Aditamento da Constituição dos EUA lhe dá esse direito, se você reivindicar isenção por razões religiosas. Isto é perfeitamente justificável, pois existem certos elementos nessas vacinas que a Bíblia condena, tanto por causa da hibridização e por que eles são prejudiciais e, portanto, violam o Sexto Mandamento.

Se isto for possível, você também deve evitar receber as vacinas. Isto pode ser difícil para quem está nas forças armadas. Mas, caso contrário, ainda é possível reter nossas liberdades, até mesmo nesta época de crescente intromissão do governo em nossas vidas e nos nossos direitos por causa das medidas contra o terrorismo.

Mas, muitos pais nos perguntam: "— Não sabíamos nada a este respeito. Permitimos no passado que nossos filhos fossem vacinados. O que devemos fazer agora?" Ou talvez você mesmo tenha sido vacinado em sua infância e adolescência. A maioria de nós foi inoculada simplesmente por que esta era a coisa a fazer nos anos 1940s até 1960s e nossos país confiavam nos médicos.

Bem, infelizmente, além de orar para que o Senhor Deus cure e proteja nossas crianças e a nós mesmos, não existem respostas fáceis. Existem certas ervas que você pode usar, como a alteia e astrágalo, que fortalecem e estabilizam o sistema imunológico. Pode também ser totalmente apropriado para as pessoas que estiverem preocupadas fazerem as limpezas do cólon e do fígado. (Veja a Nota 45.) O fígado é responsável por remover as toxinas do corpo e a limpeza o ajudará a operar em níveis ótimos.

Seria também prudente usar ervas tônicas ou adaptogênicas, como o ginseng, a esquisandra chinesa e a dong quai (também de origem chinesa). Essas ervas ajudam a fortalecer a resposta geral do corpo aos estressores de qualquer tipo — biológicos e emocionais. Além disso, recomendamos evitar todas as excitotoxinas, como o MSG (glutamato monossódico) e adoçantes artificiais à base de aspartame.

Outra coisa fundamental para fortalecer seu sistema imunológico é fazer uso de cogumelos medicinais poderosos, como Chaga, Shitake, Reishi, Maitake e o cogumelo-do-sol (Agaricus blazei). A alga marinha Chlorella é excelente para ajudá-lo a se livrar dos metais pesados que se acumularam no corpo.

Além disso, é uma ideia muito boa ficar longe da cafeína, que pode interferir com os padrões naturais do sono. (Veja a Nota 46). Nosso corpo realiza a maior parte da cura e reconstrução durante as horas em que estamos dormindo, de modo que dormir bem é fundamental. Além disso, experimente comer o máximo de alimentos frescos e integrais que for possível e fique longe dos alimentos industrializados! (Veja a Nota 47). Evite se alimentar em lugares como as lanchonetes McDonald's e similares.

Como muitos dos problemas decorrentes das vacinas vêm dos materiais virais que elas contêm, é útil usar protocolos que lidam bem com vírus. O extrato da folha da oliveira é um poderoso agente antiviral. Óleos essenciais como os de tomilho, alho, orégano e laranja (Veja a Nota 48) são fortes agentes antivirais. Além disso, eles ajudam a oxigenar o corpo. Os vírus não se dão bem em fluidos que contenham quantidade suficiente de oxigênio, pois a maoria deles é do tipo anaeróbico (não gosta de oxigênio). Você pode colocar óleos essenciais de tomilho, alho e laranja em uma cápsula e ingeri-los oralmente, como forma de ter um modo poderoso de remover os vírus do seu organismo.

Alguns pesquisadores acreditam que vírus antigos das vacinas, etc. podem entrar profundamente no corpo e terminar alojados na medula espinhal. Este é um lugar MUITO ruim para eles estarem. Posteriormente na vida, eles emergem e causam todas essas novas e estranhas doenças, como a síndrome da fadiga crônica, lúpus e fibriomalgia.

O que pode realmente ajudar é esparramar algumas gotas dos óleos essenciais de tomilho e orégano ao longo da coluna vertebral e depois massagear suavemente toda a região. Se a pessoa for ruiva, ou se possuir pele muito sensível, aplique algum tipo de óleo natural de massagem (óleo de amêndoas, óleo de gergelim, etc.) nas costas dela primeiro. O óleo de orégano pode um bastante forte para essas pessoas. Não use óleo de massagem com ingredientes artificiais ou corantes em sua composição. Prefira todos os óleos naturais e orgânicos adquiridos em boas lojas de alimentação e saúde natural. Sempre leia os rótulos antes de usar.

Esta abordagem poderá ajudar a remover os vírus da medula espinhal e destrui-los. Observe que a ciência médica convencional afirma que os vírus não podem ser tirados de ação, porém suplementos como os óleos essenciais, NinXia wolfberries and goji berry (Veja a Nota 49) (NT: NinXia é um fabricante de suplementos, neste caso, um suco à base de lichia e goji berry) ou o extrato da folha da oliveira podem ser abordagens realmente poderosas que se mostraram, em estudos clínicos realizados na Europa, como altamente eficazes contra os vírus.

Estes tratamentos à base de óleos essenciais podem ser dados até mesmo às crianças, desde que o óleo de massagem natural seja aplicado primeiro para proteger a pele sensível delas. Até mesmo para os bebês, NÃO utilize as "loções para bebês", pois estão repletas de produtos químicos que não são bons para a pele ou para o sistema imunológico do seu bebê. (Veja a Nota 50).

Finalmente e mais importante de tudo, procure manter uma atitude positiva e de louvor. Temos consciência que um livreto como este pode causar desânimo e até ser depressivo. Todavia, compreenda que o louvor fortalece o sistema imunológico. Existem todos os tipos de elementos em uma atitude mental positiva (que é uma atitude mental cristã — como não ser positivo se você sabe que está caminhando em direção ao céu??) que comprovadamente fortalecem o sistema imunológico e ajudam o corpo a eliminar as doenças. O próprio livro de Provérbios declara o poder de um coração feliz para curar:

"O coração alegre é como o bom remédio, mas o espírito abatido seca até os ossos." [Provérbios 17:22].

"O coração alegre aformoseia o rosto, mas pela dor do coração o espírito se abate." [Provérbios 15:13].

Quando você estiver renovado após uma boa noite de sono e se sentir elevado por meio do estudo bíblico e um bom tempo em oração, louvor e adoração, descobrirá que seu corpo será virtualmente à prova de doenças. Até mesmo as doenças que entraram em seu organismo de formas furtivas, como por exemplo, doenças resultantes das vacinas que você recebeu, terão maior dificuldade em prosperar e sobreviver.

O truque é tornar seu corpo repleto de uma química positiva (endorfinas, etc.) obtida com o louvor e a adoração a Deus e tão bem nutrido com alimentos integrais e suplementos oxigenados que nenhum micróbio ou vírus que se dê ao respeito queira viver ali.

É claro que, em termos de seus filhos pequenos, ore por eles diariamente. Imponha as mãos sobre eles e unja-os com azeite para a cura. Tanto quanto puder, faça-os comer bem e ficar longe do açúcar (que também pode prejudicar os padrões do sono). Massageie-os também com os óleos medicinais e você será abençoado pelos resultados, tanto espiritual quanto físicamente.

Alguns Recursos Adicionais Sobre o Assunto das Vacinas:

O livro Vaccines: Are They Really Safe and Effective?, Neil Z. Miller (New Atlantean Press, Santa Fe, New Mexico, 1996).

Livros e fitas (de áudio e vídeo) do Dr. Leonard Horowitz, disponíveis em http://www.tetrahedron.org. O Dr. Horowitz tem excelentes materiais sobre vacinas e também sobre a AIDS, Ebola e outras temíveis ameaças biológicas modernas. Ele também tem alguns bons livros sobre bem-estar.

http://www.nvic.org/ é a página na Internet da National Vaccine Information Center, uma excelente organização que tem muitos recursos e materiais educacionais sobre as vacinas.

Notas Finais:

1. O termo DPT é comumente usado na medicina pediátrica e significa Difteria-Pertússis-Tétano.

2. Bronwyn Hancock, Major Problems with the Vaccine Procedure, em http://www.mercola.com/2003/jul/12/vaccine-procedure.htm, citando Stroun, M; Anker, P (Dept. of Plant Physiology, University of Geneva), World Medicine, 9/22/71 e (mesmos autores) International Review of Cytology, 1977, volume 51.

3. Dr. Leonard Horowitz, Horowitz on Vaccines (fita de átuido) disponível em Tetrahedron Publications.

4. William A. R. Thompson, Black's Medical Dictionary, Barnes and Noble Books, 1987, pág. 716.

5. World Book Encyclopedia, vol. 11 (1989), pág. 89.

6. Richard Moskowitz, MD, Immunizations: the Other Side, Mothering, Spring 1984, pág. 36.

7. Michael Anderson, International Mortality Statistics, Washington DC: Facts on File, 1981, pág. 177-178.

8. Robert Mendelsohn, MD, How to Raise a Healthy Child... In Spite of Your Doctor, Contemporary Books, 1984, pág. 210 e 228.

9. Allen Hannah, Dont's Get Stuck — The Case Against Vaccinations, Natural Hygiene Press, 1985, pág. 140.

10. Eleanor McBean, The Poisoned Needle, Health Research Press, 1974, pág. 142.

11. Idem pág. 144.

12. Idem, pág. 142-145.

13. Neil Z. Miller, Vaccines: Are They Really Safe and Effective?, New Atlantean Press, 1996, pág. 21.

14. Washington Post, 24/9/1976.

15. Horowitz, op. cit.

16. Peter M. Stebel, et. al., "Epidemiology of Poliomyelitis in the US...", Clinical Infectious Diseases (CDC, February, 1992) págs. 568-579.

17. Citado pelo Horowitz, op.cit.

18. Idem.

19. Miller, op. cit, p. 35.

20. Hancock, op. cit.

21. Excitotoxinas são substâncias químicas que atacam os sistemas nervoso e imunológico de formas imprevisíveis. Além desses mencionados acima, as mais comuns a evitar são MSG (glutamato monossódico) e aspartame (NutraSweet).

22. Hancock, op. cit.

23. "Dirty Secrets", New Scientist, 11/2/1996 págs. 26-29 citado em Hancock.

24. J. Bellanti, "Biological significance of the secretory IgA immunoglobulins" (E. Mead Johnson Aware Address) Pediatrics, Nov. 1971, vol. 48, no. 5, págs.715-729, citado em Hancock.

25. World Book, op. cit, volume 3, pág. 39.

26. Drs. Cherry, Brunell, et. al., "Report on the Task Force on Pertussis and Pertussis Immunization", Pediatrics, 81:6, pt. 2, June 1988, pág. 943.

27. Harris L. Coulter, Vaccination, Social Violence and Criminality: The Medical Assault on the American Brain, North Atlantic Books (Center for Empirical Medicine), Berkeley, CA, 1990, pág. 23­24.

28. Horowitz, op. cit.

29. Coulter, pág. 105.

30. Idem, pág. 37.

31. Idem, pág. 49.

32. Idem, pág. 50.

33. Idem, págs. 64-65.

34. Idem, pág. 66.

35. Washington Post, 1/6/1988.

36. Citado em Coulter, op. cit, pág. 91.

37. pág. 173.

38. pág. 212.

39. Hancock, op. cit.

40. Horowitz, op. cit.

41. Idem.

42. Idem.

43. Idem.

44. Idem.

45. Contacte-nos e solicite os pacotes gratuitos de informações sobre como fazer essas coisas, se não estiver familiarizado com elas. Recomendamos que a maioria dos adultos façam essas coisas um ou duas vezes por ano, algo como trocar o óleo de seu carro. Infelizmente, a maioria das pessoas cuida melhor de seus carros do que de seus próprios corpos.

46. Para mais sobre os perigos da cafeína, veja Stephen Cherniske, M. S., Caffein Blues, Warner Books, 1998. Este é um excelente livro que deixará atordoados aqueles que são viciados em tomar café várias vezes ao dia (bem como aqueles que tomam soda limonada)!

47. Leia nosso artigo intitulado "Saúde e Bem-Estar: Recomendações Sob a Perspectiva Bíblia Para uma Vida Melhor". Este é um excelente guia sobre como se alimentar e viver de forma mais saudável.

48. Somente recomendamos óleos esseciais terapêuticos com teor de graduação especificado. Não se deve experimentar e ingerir óleos não-terapêuticos (mesmo que sejam adquiridos em lojas de alimentos saudáveis).

49. Esta frutinha (Lycium barbarian — chamada de goji berry) é originária de uma determinada província chinesa, é milhares de vezes mais potente do que a laranja, amora, etc. como antioxidante.

50. Para maiores informações sobre o problema das toxinas químicas nas louças sanitárias, contacte-nos e solicite o livreto gratuito "Rub-a-Dub, There's Cancer in Your Tub").

Se você tiver perguntas, sinta-se livre para contactar o autor pelo seguinte endereço:

"With One Accord"
3500 Dodge Street
Suite 7 — 290 Dubuque, IA 52003
EUA



Autor: William J. Schnoebelen, artigo em http://www.withoneaccord.org
Data da publicação: 17/10/2016
Transferido para a área pública em 3/9/2018
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/vacinas.asp