A Cabala Secreta — Parte 2

Autor: Stanley Monteith, maio de 2010.

Leia aqui a Parte 1

Em seu livro fascinante, Brotherhood of Darkness (A Irmandade das Trevas), o Dr. Monteith destaca as raízes ocultistas (Teosofia, Maçonaria, Rosa-Cruz, Caveira e Ossos, etc.) da "cabala secreta". Os dois vídeos indicados a seguir apresentam evidência recente do progresso estratégico obtido pela cabala. A planejada "consciência" de Kissinger envolve a remoção da verdade bíblica — que é considerada um obstáculo e vista com desdém, para que a nova unidade espiritual seja alcançada:

1) Henry Kissinger e a Nova Ordem Internacional — 2007: "... temos de produzir, junto com os outros países, uma consciência diferente daquilo que é uma Ordem Mundial... Acho que ao fim deste governo (Bush) com todas as turbulências — e no início do próximo — poderemos realmente testemunhar a criação de uma nova ordem."

(2) Kissinger fala mais sobre Obama e a Nova Ordem Internacional — 2009: "Paradoxalmente, este momento de crise é também um momento de grande oportunidade... Você começa convertendo o mundo inteiro para uma filosofia política... Cada país terá de mitigar seu puro interesse nacional a favor das necessidades globais... Um país não pode apenas procurar seus próprios interesses mesquinhos..."

"A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira; para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniquidade." [2 Tessalonicenses 2:9-12].



Caro amigo da Radio Liberty:

"Se uma nação espera ser ignorante e livre, em um estado de civilização, ela espera aquilo que nunca existiu e nunca existirá." [1; Thomas Jefferson, em uma carta ao coronel Charles Yancey, em 6 de janeiro de 1816.].

"O comprometimento de Cecil Rhodes com uma conspiração para estabelecer o Governo Mundial foi registrado em uma série de testamentos descritos por Frank Aydelotte em seu livro American Rhodes Scholarships." [2; Gary Allen, em None Dare Call It Conspiracy, pág. 79.].

"As implicações na apresentação do governador Rockefeller se tornaram propostas concretas levadas adiante pela mais recente cabala internacional de David Rockefeller, a Comissão Trilateral. Enquanto o Conselho das Relações Internacionais é distintamente nacional em sua composição, a Comissão Trilateral é internacional... Ela tem o objetivo de ser o veículo para a consolidação multinacional dos interesses bancários e comerciais por meio da tomada do controle do governo político dos EUA." — Senador Barry Goldwater, em seu livro With No Apologies, pág. 280 [3].

"Alguns até acreditam que somos parte de uma cabala secreta, que trabalha contra os melhores interesses dos Estados Unidos, caracterizando minha família e eu como 'internacionalistas' e de conspirar com outros no exterior para criar uma estrutura política e econômica global mais integrada — um mundo unificado, por assim dizer. Se esta é a acusação, então sou culpado, e tenho orgulho disso." [Ênfase adicionada; David Rockefeller, fundador e presidente honorário da Comissão Trilateral, em Memoirs, pág. 405. [4].

Iniciei minha carta do mês de abril de 2010 fazendo quatro perguntas:

  1. Por que existem de 20 a 25 milhões de pessoas desempregadas nos EUA?
  2. Por que o governo federal não impõe as leis de imigração?
  3. Por que o governo concede incentivos fiscais a empresas que transferem suas fábricas para o exterior e terceirizam os empregos?

  4. Quem é responsável pela recessão econômica que está paralisando o país?

A vasta maioria das pessoas não pode responder a essas questões porque há um esforço consciente de esconder a verdade. Se você quiser saber a causa do elevado nível de desemprego, ou por que o governo federal não impõe as leis de imigração, precisa reconhecer o fato que existem somente duas explicações possíveis para toda a situação. O problema ocorreu por acidente (a visão acidental da história), ou foi planejado (a visão conspiracional da história). Gary Allen e Larry Abraham propuseram esse conceito em seu livro None Dare Call It Conspiracy. [NT: Leia a resenha aqui.] Os autores afirmaram que os principais eventos são planejados e o Conselho das Relações Internacionais (CFR) era (e é) uma "fachada" para uma sociedade secreta que controla o mundo. [5].

Gary Allen concluiu seu manuscrito em 1971, mas não conseguiu encontrar um editor porque os membros do Conselho das Relações Internacionais controlavam a maior parte das editoras nos EUA naquele tempo e não queriam que o público tomasse conhecimento de sua organização. [6]. Como resultado, ele imprimiu dez milhões de exemplares de seu livro e fez a distribuição por remessa direta e por meio de outros canais.

Milhões de pessoas leram None Dare Call It Conspiracy nos anos 1970s e tomaram conhecimento da sociedade secreta que criou o Conselho das Relações Internacionais. Milhares de exemplares ficaram inicialmente disponíveis nos sebos, mas gradualmente desapareceram porque (suspeito) a Irmandade das Trevas comprou os exemplares e os destruiu sistematicamente. É muito difícil encontrar um exemplar desse livro nos sebos hoje. Quando escrevi esta carta, a livraria virtual Amazon tinha 14 exemplares novos ou usados da edição em brochura. O que aconteceu com os outros dez milhões de exemplares?

A Irmandade das Trevas suprime livros hoje? Certamente que sim. Se uma de suas editoras lançar um livro que revela a verdade, o livro é recolhido e os exemplares são destruídos.

Durante a maior parte do século 20, se um editor independente lançasse um livro que expusesse o CFR, a editora dele era comprada e o livro era suprimido. Isso aconteceu com o livro do professor Quigley, Tragedy and Hope: A History of the World in Our Time. A Irmandade das Trevas comprou a editora Macmillan e "acidentalmente destruiu" as chapas da primeira metade do livro. [7]. Algo similar aconteceu com Kiss The Boys Goodbye, de Monica Jensen Stevenson. Monica me contou que alguém comprou a editora que republicou seu livro e "acidentalmente" picotou 5.000 exemplares. [8].

Em várias ocasiões, a Irmandade das Trevas incentivou pessoas a entrarem com ações judiciais por difamação contra as editoras que publicavam livros que expunham "a conspiração". Isso aconteceu com a editora que publicou o segundo livro de Monica Jensen Stevenson e com a editora que publicou o livro The Expendable Elite, do Ten-Cel. Daniel Marvin. [9].

Nos anos recentes, a situação mudou. Milhões de pessoas ouvem diariamente programas de rádio alternativos e estão cientes dos esforços subversivos da Irmandade das Trevas de estabelecer um governo mundial, o que é importante, pois:

"Se uma nação espera ser ignorante e livre, em um estado de civilização, ela espera aquilo que nunca existiu e nunca existirá." [10].

Thomas Jefferson redigiu estas palavras em 1816 e elas continuam sendo verdadeiras hoje. Para permanecermos livres, precisamos expor a força espiritual tenebrosa (a Irmandade das Trevas) que controla nosso país.

O livro de Gary Allen, None Dare Call It Conspiracy, ainda é uma das melhores fontes de informações sobre a origem do movimento subversivo que controla os Estados Unidos, porém não discute a Comissão Trilateral ou a força espiritual que energiza os esforços de unir o mundo.

Gary Allen e Larry Abraham escreveram:

"O compromisso de Cecil Rhodes com uma conspiração para estabelecer o Governo Mundial foi registrado em uma série de testamentos descritos por Frank Aydelotte em seu livro American Rhodes Scholarships. Aydelotte escreveu:"

"Os sete testamentos feitos por Cecil Rhodes entre seus 24 e 46 anos (Rhodes morreu aos 48 anos) constituem um tipo de autobiografia espiritual... Melhores conhecidos são o primeiro (o Testamento da Sociedade Secreta...) e o último, que estabeleceu as Bolsas Acadêmicas Rhodes..."

"Em seu primeiro testamento, Rhodes declara seu objetivo ainda mais especificamente: 'A extensão do domínio britânico sobre o mundo... a fundação de um poder tão grande que dali para a frente torne as guerras impossíveis e promova os interesses da humanidade.'"

A 'Confissão de Fé' amplia esses ideais. O modelo para essa sociedade secreta proposta foi a Ordem dos Jesuítas, embora ele também mencione os maçons." [11].

Quem foi Frank Aydelotte, e por que ele é muito importante hoje? Frank Aydelotte foi um Acadêmico Rhodes, foi presidente da Associação dos Curadores Rhodes, e escreveu um livro intitulado The Vision of Cecil Rhodes (A Visão de Cecil Rhodes). As seguintes informações foram extraídas desse livro:

"Os sete testamentos feitos por Cecil Rhodes entre seus 24 e 46 anos constituem um tipo de autobiografia espiritual. Embora não contenham referências aos eventos de sua vida, refletem a parte mais importante dela, seus ideais e aspirações e o desenvolvimento de suas ideias sobre como essas aspirações poderiam ser melhor concretizadas... Os mais conhecidos são o primeiro (o Testamento da Sociedade Secreta, escrito enquanto ele ainda era um estudante da graduação), e o último, que estabeleceu as Bolsas Acadêmicas Rhodes. A mudança gradual no pensamento de Rhodes, que o levou a desistir de seu plano de uma sociedade secreta e se voltar para um plano novo e maior de educação internacional, pode ser rastreada nesses interessantes documentos." [12].

Esta passagem é muito importante. Frank Aydelotte afirma que Cecil Rhodes 'desistiu de seu plano de uma sociedade secreta', porém Frank Aydelotte sabia que isso não era verdade, pois chefiou o braço americano do movimento globalista por muitos anos. Ele também foi um membro do Conselho das Relações Internacionais (CFR) que foi (e é) uma "fachada" para o Grupo da Mesa Redonda (de Lord Milner), e a Mesa Redonda era (e é) uma "fachada" para a Associação dos Auxiliadores, o círculo mais interno da sociedade secreta de Cecil Rhodes. [13].

Como sabemos que Cecil Rhodes criou uma sociedade secreta e que a influência desse movimento existe até hoje?

  1. Cecil Rhodes discutiu a sociedade secreta em sua "Confissão de Fé". [14].
  2. Cinco dos sete testamentos deixados por Cecil Rhodes mencionam o fato que ele queria estabelecer uma sociedade secreta. O sexto testamento de Rhodes não menciona a sociedade secreta porque ela foi organizada em 1891. [15].

  3. William Stead escreveu sobre a sociedade secreta após ser excluído da organização. [16].
  4. Cecil Rhodes escreveu uma carta para William Stead que menciona "a nossa sociedade".
  5. O escritor H. G. Wells descreveu a organização em um livro de ficção intitulado The New Machiavelli (O Novo Maquiavel). [17].

  6. Frederic Howe se encontrou com vários membros do Jardim da Infância de Milner em 1919. [18].
  7. O Grupo de Milner (a sociedade secreta) e seus correspondentes americanos organizaram o Instituto Real das Relações Internacionais (RIIA) e o Conselho das Relações Internacionais (CFR). [19].

  8. Alfred Zimmern foi membro da sociedade secreta de 1910 a 1922. [20].
  9. O professor Quigley "a estudou por vinte anos e obteve permissão, durante dois anos, no início dos anos 1960, de examinar os documentos e registros secretos." [21].

  10. Em 1980, examinei os escritos do professor Quigley e encontrei os registros das reuniões secretas.
  11. A grande mídia escondeu a existência do CFR até aproximadamente o ano 2000.
  12. David Rockefeller organizou a Comissão Trilateral em 1973, após Gary Allen ter exposto o CFR em 1972.

  13. O movimento suprimiu a publicação dos livros do professor Quigley.
Segundo o professor Quigley:

"Esta sociedade já foi chamada de vários nomes. Durante a primeira década ela era chamada de 'sociedade secreta de Cecil Rhodes', ou 'o sonho de Cecil Rhodes'. Na segunda e na terceira década de sua existência, ela foi conhecida como 'Jardim de Infância de Milner' (1901-1910) e como 'Grupo da Mesa Redonda' (1910-1920). Desde 1920, ela tem sido chamada de vários nomes, dependendo da fase de suas atividades que estava sendo examinada. Ela foi chamada de 'turma do Times', 'turma de Rhodes', 'turma da Chatham House', 'grupo do Colégio de Todas as Almas', e 'o conjunto de Cliveden'." [22].

O professor Quigley discutiu o homem que liderou o contingente americano do movimento globalista:

"Naquele tempo, o presidente do Swarthmore College era Frank Aydelotte, o membro mais importante do Grupo de Milner nos Estados Unidos desde a morte de George Louis Beer. O Dr. Aydelotte era um dos Acadêmicos Rhodes originais, e frequentou o Brasenose College (na Universidade de Oxford) de 1905-1907. Ele foi presidente do Swarthmore College de 1921 a 1940; é o secretário americano dos Curadores de Rhodes desde 1918; é presidente da Associação Americana dos Acadêmicos Rhodes desde 1930; é curador da Fundação Carnegie desde 1922; e é membro do Conselho das Relações Internacionais há muitos anos. Em 1937, junto com três outros membros do Grupo de Milner, ele recebeu da Universidade de Oxford o título honorário de Doutor em Direito Civil." [23].

Frank Aydelotte descreveu o incidente que mudou a vida de Cecil Rhodes e que modelou o mundo em que vivemos hoje:

"Dois dos biógrafos de Rhodes, que o conheciam mais intimamente, Sir Herbert Baker e Sir James McDonald, acreditam que Rhodes encontrou a inspiração para aquele seu grande sonho nos ensinos de John Ruskin..." [24].

O professor Ruskin proclamava: [Observe aqui a referência que ele faz ao "melhor sangue setentrional", o que lembra as raízes ocultistas do racismo nazista.]

"Há um destino que agora é possível para nós — o mais elevado já colocado diante de uma nação para ser aceito ou rejeitado. Ainda não somos degenerados racialmente; somos uma raça misturada com o melhor sangue setentrional. Não somos dissolutos em temperamento, mas ainda temos a firmeza para governar e a graça para obedecer. Uma religião da pura misericórdia nos foi ensinada, que agora precisamos trair, ou aprender a defender cumprindo..."

"E isto é aquilo que ela precisa fazer ou perecer; ela precisa encontrar colônias o mais rápido que puder, formada por seus homens mais valorosos e dignos; tomando todo terreno frutífero desperdiçado em que possa colocar seus pés e ali ensinar esses seus colonos que a virtude principal deles deverá ser a fidelidade ao seu país." [25].

O conceito serviu de inspiração para Cecil Rhodes. Ele anotou as palavras de John Ruskin à mão e por extenso e as carregou consigo durante o restante de sua vida. Frank Aydelotte continou:

"Em um documento curiosamente franco e sem reservas, 'A Confissão de Fé', que ele redigiu no tempo aproximado em que fez seu primeiro testamento, em 1877, Rhodes delineia o grande propósito de sua vida: [26] Ele escreveu: '... tornar-me útil ao meu país... Se tivéssemos retido a América, haveria no presente momento muitos outros milhões de ingleses vivos.'" [27].

Frank Aydelotte omitiu a seção da "Confissão de Fé" de Rhodes que dizia:

"A ideia que vinha e dançava diante dos olhos como fagulhas finalmente se estruturou como um plano. Por que não formar uma sociedade secreta com o único propósito de estender o Império Britânico e colocar todo o mundo não-civilizado sobre o domínio britânico para a recuperação dos Estados Unidos e para fazer do povo anglo-saxão um único Império? Que sonho! Porém, ele ainda é provável e possível." [28].

Frank Aydelotte continuou:

"Em seu primeiro testamento Rhodes declara seu objetivo de forma ainda mais específica: 'A extensão do domínio britânico por todo o mundo, o aperfeiçoamento de um sistema de emigração a partir do Reino Unido e de colonização por súditos britânicos de todas as terras em que os meios de vida são alcançáveis por energia, trabalho e iniciativa e, especialmente a ocupação por colonos britânicos de todo o continente africano, da Terra Santa, do Vale do Eufrates, das ilhas de Chipre e Cândia, de toda a América do Sul, das ilhas do Pacífico que ainda não pertencem à Grã-Bretanha, e de todo o Arquipélago Malaio, do litoral da China e do Japão, a recuperação final dos Estados Unidos da América como uma parte integral do Império Britânico... e, finalmente, a fundação de um poder tão grande que daqui para a frente torne as guerras impossíveis e promova os melhores interesses da humanidade." [29].

Cecil Rhodes afirmava querer "a fundação de um poder tão grande que daqui para a frente torne as guerras impossíveis", mas isto não era verdade. Cecil Rhodes e Alfred Milner (o Alto Comissário Britânico na África do Sul) precipitaram a Guerra dos Bôeres porque queriam expandir o Império Britânico. O Exército britânico amargou 100 mil baixas na guerra e mais de vinte e oito mil mulheres e crianças afrikaners passaram fome e/ou morreram de febre tifóide nos campos de concentração de Milner. Rhodes e Milner queriam que a carnificina continuasse, porém o Parlamento Britânico interveio e interrompeu a guerra brutal.

Como você pode confirmar essas informações?

"Esta é a maldição que será fatal para nossas ideias — a insubordinação. Você não acha que isto é muita desobediência de sua parte? Como pode nossa Sociedade funcionar se cada um se colocar como o único juiz daquilo que deve ser feito? Olhe para a situação. Somos três aqui na África do Sul... Eu, Milner e Garrett, todos os quais aprenderam política com você. Nós é que estamos no local, e somos unânimes em declarar que esta guerra é necessária. Você nunca esteve na África do Sul, porém... se lança em uma violenta oposição à guerra." [30].

Cecil Rhodes morreu antes do fim da guerra, mas a carnificina sem sentido não deteve os membros da sua sociedade secreta porque a maioria deles estava profundamente envolvida no ocultismo. Alfred Milner (Lord Milner) herdou a riqueza de Cecil Rhodes. Ele assumiu a liderança da sociedade secreta, passou a controlar o fundo que financiava a Bolsa Acadêmica Rhodes, e levou milhares de rapazes à Universidade de Oxford para aprenderem a importância do governo mundial.

Nas Partes 3 e 4 contarei como o Grupo de Milner (a sociedade secreta) precipitou a Primeira Guerra Mundial e criou a Segunda Guerra Mundial.

Lembre-se das palavras que Horatio Spafford escreveu em 1873, ao passar pela região do oceano onde tinha, pouco tempo antes, perdido suas quatro filhas em um naufrágio: [31].

Sou Feliz

(1)
Se paz a mais doce me deres gozar,
Se dor a mais forte sofrer,
Oh, seja o que for, tu me fazes saber
Que feliz com Jesus sempre sou.

Sou feliz com Jesus!
Sou feliz com Jesus, meu Senhor!

(2)
Embora me assalte o cruel Satanás,
E ataque com vis tentações,
Oh, certo eu estou, apesar de aflições,
Que feliz eu serei com Jesus!

(3)
Meu triste pecado, por meu Salvador.
Foi pago de um modo cabal;
Valeu-me o Senhor, oh, mercê sem igual!
Sou feliz! Graças dou a Jesus!

(4)
A vinda eu anseio do meu Salvador;
Em breve virá me levar
Ao céu, onde vou para sempre morar
Com remidos na luz do Senhor!

Espero que estas palavras o sustentem nos tempos difíceis que estão à frente.

Barbara e eu agradecemos seu suporte fiel e também suas orações.

Em Cristo,

Stanley Monteith.

"Pois ouvi a murmuração de muitos, temor havia ao redor; enquanto juntamente consultavam contra mim, intentaram tirar-me a vida. Mas eu confiei em ti, SENHOR; e disse: Tu és o meu Deus." [Salmo 31:14-15].

Notas Finais

  1. John Bartlett, Familiar Quotations, Little, Brown and Company, Boston, 1980, pág. 389.
  2. Gary Allen, None Dare Call it Conspiracy, Concord Press, Rossmoor, CA, 1971, pág. 79.
  3. Barry Goldwater, With No Apologies, William Morrow and Company, New York, 1979, pág. 280.
  4. David Rockefeller, Memoirs, Random House, New York, 2002, pág. 405.
  5. Gary Allen, op. cit., págs. 1-10.
  6. http://www.textfiles.com/survival/media.txt.
  7. Entrevista "Professor Quigley: Secret Government", fita de áudio ou CD disponível na Radio Liberty.
  8. Entrevista, "Monica Jensen Stevenson, Only One Returned", fita ou CD disponível na Radio Liberty.
  9. Comunicação pessoal com Monica Jensen Stevenson e com o Ten-Cel. Daniel Marvin.
  10. John Bartlett, op. cit.
  11. Gary Allen, op. cit. pág. 79.
  12. Frank Aydelotte, The Vision of Cecil Rhodes, Geoffrey Cumberlege, Oxford University Press, pág. 1.
  13. Carroll Quigley, The Anglo-American Establishment, Books in Focus, 1981, pág. 283.
  14. http://www.uoregon.edu/~kimball/Rhodes-Confession.htm
  15. Frank Aydelotte, op. cit., págs. 1-10.
  16. Carroll Quigley, The Anglo-American Establishment, op. cit., págs. 35-39.
  17. H. G. Wells, The New Machiavelli, John Lane The Bodley Head, Vigo St., London, págs. 340-341.
  18. Frederic C. Howe, The Confessions of a Reformer, Charles Scribner's Sons, New York, 1925, pág. 295.
  19. Carroll Quigley, Tragedy and Hope: A History of the World In Our Time, Macmillan, 1966, págs. 951-952.
  20. Carroll Quigley, The Anglo-American Establishment, op. cit., pág. 5.
  21. Carroll Quigley, Tragedy and Hope, op. cit., pág. 950.
  22. Anglo-American Establishment, op. cit., pág. 4.
  23. Ibidem, pág. 283.
  24. Frank Aydelotte, op. cit., págs. 2-3.
  25. Ibidem, págs. 3-4.
  26. Ibidem, págs. 4.
  27. Ibidem.
  28. http://www.uoregon.edu, op. cit.
  29. Frank Aydelotte, op. cit., págs. 5.
  30. Carroll Quigley, The Anglo-American Establishment, op. cit., págs. 35.
  31. http://www.cyberhymnal.org/htm/i/t/i/itiswell.htm.

Leia aqui a Parte 3



Autor: Stanley K. Monteith (Radio Liberty em http://www.RadioLiberty.com)
Data da publicação: 26/11/2010
Transferido para a área pública em 7/12/2011
Revisão: http://www.TextoExato.com
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/cabala-2.asp