A Cabala Secreta — Parte 3

Autor: Stanley Monteith, junho de 2010.

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Caro amigo da Radio Liberty:

"Uma elite global emergiu das últimas décadas e tem um poder muito mais vasto do que qualquer outro grupo no planeta... Que esse grupo existe é indisputável. Chefes de estado, presidentes-executivos das maiores empresas do mundo, barões da mídia, bilionários ativamente envolvidos em seus investimentos, empreendedores da tecnologia, potentados do petróleo, administradores de fundos de hedge, investidores em empresas de participações, comandantes militares dos mais altos escalões, alguns líderes religiosos selecionados, um punhado de escritores, cientistas e artistas renomados, e até líderes terroristas e mestres no crime, atendem aos critérios acima para participação como membros... Identifiquei mais de 6.000 pessoas que se qualificam." [1; David Rothkopf, Superclass: The Global Power Elite and the World They Are Making, 2008, prefácio.].

"Fazemos a guerra para que possamos viver em paz." [2; Aristóteles, 384-322 AC.].

"Em seu primeiro testamento Rhodes declara seu objetivo de forma ainda mais específica: 'A extensão do domínio britânico por todo o mundo, o aperfeiçoamento de um sistema de emigração a partir do Reino Unido e de colonização por súditos britânicos de todas as terras em que os meios de vida são alcançáveis... e, finalmente, a fundação de um poder tão grande que daqui para a frente torne as guerras impossíveis e promova os melhores interesses da humanidade." [3; Frank Aydelotte, The Vision of Cecil Rhodes, pág. 5].

"Somos agradecidos ao Washington Post, ao The New York Times, à revista Time e a outras excelentes publicações cujos diretores participaram de nossos encontros e respeitaram suas promessas de discrição por quase quarenta anos... Teria sido impossível para nós desenvolver nosso plano para o mundo se tivéssemos ficado expostos sob a luz brilhante da publicidade durante todos esses anos... o mundo está agora mais sofisticado e preparado para marchar rumo ao governo mundial que nunca mais conhecerá a guerra, mas somente a paz e a prosperidade para toda a humanidade." — Declaração atribuída a David Rockefeller, em um discurso proferido em um encontro do grupo Bilderberg em 1991.

"A guerra é, no melhor das hipóteses, barbarismo... Sua glória é uma grande bobagem. Somente aqueles que nunca dispararam um tiro nem ouviram os gritos e gemidos dos feridos é que pedem mais sangue, mais vingança e mais desolação. A guerra é um inferno." [5; Declaração atribuída ao general William Sherman, 1879.].

Existem quatro questões importantes que você deve estar preparado para responder:

  1. Por que o mundo está mudando?
  2. Por que os EUA participaram da Primeira Guerra Mundial, da Segunda Guerra Mundial, da Guerra da Coreia, da Guerra do Vietnã e da Primeira Guerra do Golfo?
  3. Por que os EUA estão lutando no Oriente Médio hoje?
  4. Quem financia o movimento terrorista islâmico?

(1) Por que o mundo está mudando? Porque um grupo pequeno de homens e mulheres dirige o curso dos eventos mundiais. David Rothkopf é membro do CFR. Ele foi diretor-gerente da consultoria Kissinger and Associates, e conhece os homens e mulheres que governam o mundo. Ele escreveu:

"Uma elite global emergiu das últimas décadas e tem um poder muito mais vasto do que qualquer outro grupo no planeta... Que esse grupo existe é indisputável. Chefes de estado, presidentes-executivos das maiores empresas do mundos, barões da mídia, bilionários ativamente envolvidos em seus investimentos, empreendedores da tecnologia, potentados do petróleo, administradores de fundos de hedge, investidores em empresas de participações, comandantes militares dos mais altos escalões, alguns líderes religiosos selecionados, um punhado de escritores, cientistas e artistas renomados, e até líderes terroristas e mestres no crime, atendem aos critérios acima para participação como membros... Identifiquei mais de 6.000 pessoas que se qualificam." [6].

Por que Rothkopf escreveu um livro sobre a "elite global" e por que o Sistema publicou, promoveu e distribuiu um livro que expõe a classe governante? Acredito que eles quiseram desviar a atenção do público do Conselho das Relações Internacionais, dos Bilderbergs, da Comissão Trilateral e de outras organizações ocultistas que dirigem o curso dos assuntos internacionais. Após David Rothkopf ganhar a confiança dos leitores, ele ridiculariza as pessoas que acreditam que a Comissão Trilateral seja uma organização subversiva; ele escreveu:

"A Comissão Trilateral é uma piada — disse um ex-membro bastante zombador, que foi uma autoridade do governo em várias administrações republicanas. A Comissão é formada por um grupo de pessoas que foram influentes no passado, mas que não têm mais poder algum, exceto o de se reunir para se sentirem um pouquinho mais importantes pelo fato de terem se reunido.'" [7].

Ele deixa de mencionar o fato que entre 1977 e 2008:

Será que todas essas pessoas somente "foram influentes no passado"?

(2) Por que os EUA participaram da Primeira Guerra Mundial, da Segunda Guerra Mundial, da Guerra da Coreia, da Guerra do Vietnã e da Primeira Guerra do Golfo?

O propósito da Primeira Guerra Mundial foi estabelecer a Liga das Nações e dar fim às guerras. O propósito da Segunda Guerra Mundial foi estabelecer a Organização das Nações Unidas e dar fim às guerras. A Guerra da Coreia, a Guerra do Vietnã e a Primeira Guerra do Golfo tiveram o propósito de estabelecer o domínio dos EUA e dar fim às guerras.

(3) Por que os EUA estão lutando no Oriente Médio hoje?

Acredito que o conflito atual no Oriente Médio seja um prelúdio para uma guerra muito maior (a Terceira Guerra Mundial), que terá o propósito de dar fim às guerras. O conceito não é novo; Aristóteles disse:

"Fazemos a guerra para que possamos viver em paz." [9].

(4) Quem financia o movimento terrorista islâmico?

Antes dos ataques de 11/9/2001, o movimento terrorista islâmico era financiado principalmente pela Arábia Saudita, pelo Paquistão e pela CIA. [10]. No tempo presente, os EUA financiam o Paquistão. O governo paquistanês financia seu Exército, que por sua vez financia a Agência Militar de Inteligência (a ISI), e a ISI financia o movimento terrorista islâmico. A ISI também é financiada pela CIA. [11]. Por que os EUA financiam um movimento terrorista que está matando soldados americanos no Afeganistão atualmente?

Esta série de cartas da Radio Liberty trata da cabala secreta que controla os EUA e do esforço dela para unir o mundo. Este era o objetivo das antigas sociedades secretas, das religiões de mistério, da Cabala, dos gnósticos, dos Cavaleiros Templários, da Maçonaria e dos Illuminati, mas eles invariavelmente fracassaram. Então, em 1877, um rapaz chamado Cecil Rhodes criou um plano que está sendo bem-sucedido e, se Deus não intervir, o movimento ocultista estabelecerá um governo mundial.

A inspiração de Cecil Rhodes veio de John Ruskin, que lecionava na Universidade de Oxford. Ruskin estava profundamente envolvido com o ocultismo. [12]. O financiamento para Cecil Rhodes veio (principalmente) de Lord Rothschild, que também estava envolvido no ocultismo. Cecil Rhodes comprou a maior parte das minas de ouro e diamantes na África do Sul, acumulou uma fortuna e usou seu dinheiro para financiar uma sociedade secreta e o Fundo de Bolsas Acadêmicas Rhodes. [13]. Cecil Rhodes ingressou na Maçonaria e fez os juramentos necessários. [14]. O plano de Rhodes foi modificado após sua morte, mas o objetivo não mudou. Cecil Rhodes queria unir o mundo. [15]. Frank Aydelotte liderou o Grupo de Milner (o contingente norte-americano da sociedade secreta) durante a primeira metade do século 20. Em seu livro, The Vision of Cecil Rhodes, ele reproduziu parte do primeiro testamento de Rhodes. Frank Aydelotte escreveu:

"Em seu primeiro testamento Rhodes declara seu objetivo de forma ainda mais específica: 'A extensão do domínio britânico por todo o mundo, o aperfeiçoamento de um sistema de emigração a partir do Reino Unido e de colonização por súditos britânicos de todas as terras em que os meios de vida são alcançáveis... e, finalmente, a fundação de um poder tão grande que daqui para a frente torne as guerras impossíveis e promova os melhores interesses da humanidade." [16].

Como Cecil Rhodes buscou seu objetivo? Ele precipitou a Guerra dos Bôeres porque queria criar um mundo pacífico. O que aconteceu? O Exército britânico amargou 100 mil baixas e entre 18-28 mil mulheres e crianças morreram nos campos de concentração, e vastas regiões da África do Sul foram destruídas. [17].

O livro Tragedy and Hope, do professor Caroll Quigley, descreve os eventos que ocorreram naquele tempo e devemos observar que eventos similares estão ocorrendo hoje.

"Por volta de 1895, a República do Transvaal apresentava um sério problema. Todo o controle político estava nas mãos dos bôeres, que eram uma minoria racista e rural de jecas leitores da Bíblia, enquanto toda a riqueza econômica estava nas mãos de uma maioria violenta e agressiva de estrangeiros (os uitlanders), a maioria dos quais vivia na nova cidade de Johannesburgo. Os uitlanders, que eram duas vezes mais numerosos que os bôeres e possuíam dois terços das terras e noventa por cento da riqueza do país, estavam impedidos de participar da vida política e de se tornarem cidadãos (exceto após 14 anos de residência) e estavam irritados por uma série de pequenas alfinetadas e extorsões (como alíquotas diferenciadas na tributação, um monopólio da dinamite, e restrições no transporte) e por rumores que o presidente do Transvaal, Paul Kruger, estava fazendo intrigas para obter algum tipo de intervenção e proteção da Alemanha." [18].

O professor Quigley se referiu aos bôeres como "uma minoria racista e rural de jecas leitores da Bíblia", por que eles eram cristãos, muitos eram pobres, e o professor Quigley apoiava o esforço de Cecil Rhodes de unir o mundo. Quigley também escreveu o seguinte (na pág. 950) de Tragédia e Esperança:

"Tenho conhecimento da operação dessa rede porque a estudei durante vinte anos, e tive permissão por dois anos, no início dos anos 60, para examinar seus documentos e registros secretos. Não tenho aversão a essa rede ou à maioria de suas metas e, por um longo período da minha vida, tenho estado próximo dela e de muitos de seus instrumentos. Eu me opus, tanto no passado quanto em tempos recentes, a algumas de suas políticas, mas em geral, minha principal divergência de opinião é que ela deseja permanecer desconhecida, e eu acredito que seu papel na história é relevante o bastante para se tornar conhecido." [19].

O professor Quigley continuou:

"Neste ponto em 1895, Rhodes traçou seus planos para derrubar o governo de Kruger por meio de um levante em Johannesburgo, financiado por ele e por Beit, e chefiado por seu irmão Frank Rhodes, Abe Bailey e outros apoiadores, seguido por uma invasão do Transvaal por uma força liderada por Jameson a partir de Bechuanalândia (NT: atual Botsuana) e da Rodésia." [20].

Cecil Rhodes subornou autoridades públicas e fez vários membros de sua sociedade secreta ocuparem cargos-chave no governo inglês porque queria suporte para a vindoura revolução em Johannesburgo e a invasão do Transvaal. [21].

O professor Quigley escreveu:

"Flora Shaw usou o jornal The Times para preparar a opinião pública na Inglaterra, enquanto que Albert Grey [um membro da sociedade secreta de Rhodes — editor] e outros, negociaram com o Secretário Colonial, Joseph Chamberlain, o suporte oficial que seria necessário. Infelizmente, quando a revolta se enfraqueceu em Johannesburgo, Jameson atacou mesmo assim, em um esforço de reativá-la e foi facilmente capturado pelos bôeres. As autoridades públicas envolvidas negaram envolvimento com o plano, proclamaram sua surpresa com o evento e conseguiram proteger a maior parte dos participantes na investigação parlamentar que ocorreu em seguida." [22].

Coisas similares ocorreram nos EUA.

O professor Quigley continuou:

"Rhodes foi impedido apenas temporariamente... Durante quase dois anos, ele e seus amigos permaneceram quietos, aguardando a tempestade acontecer. Em seguida, eles começaram a agir novamente. Propaganda, a maior parte dela verdadeira, sobre a difícil situação dos uitlanders na República do Transvaal inundou a Inglaterra e a África do Sul, por parte de Flora Shaw, W. T. Stead, Edmund Garrett e outros..." [23].

Cecil Rhodes reconhecia a importância da mídia. Flora Shaw escrevia para o jornal The Times (em Londres), W. T. Stead publicava o The Pall Mall Gazette e Review of Reviews, que eram lidos em todo o Império Britânico, e Edmund Garrett publicava The Cape Times, o principal jornal da África do Sul.

Cecil Rhodes fez Alfred Milner (o segundo em comando na sociedade secreta) ser indicado como Alto Comissário Para a África do Sul, e precipitou a Guerra dos Bôeres. O professor Quigley escreveu:

"Milner foi feito Alto Comissário Para a África do Sul (em 1897); Brett [um dos quatro membros fundadores da sociedade secreta de Rhodes — editor] trabalhou para ganhar a confiança da monarquia para se tornar seu principal assessor político durante um período de mais de vinte e cinco anos (ele escrevia cartas quase diariamente para aconselhar o rei Eduardo durante seu reinado, de 1901-1910." [24].

Uma situação similar existiu nos Estados Unidos. O coronel Edward Mandell House conheceu Woodrow Wilson em 1911, conquistou sua confiança, controlou a administração do presidente Wilson de 1913-1918, e influenciou outros líderes mundiais durante aquele período de tempo. [25].

Quinze anos mais tarde (em 1932), o coronel House conheceu Franklin Delano Roosevelt, conquistou sua confiança e o convenceu a expandir o poder do governo federal; ele foi chamado por alguns de "o mestre oculto do programa New Deal".

Como o coronel House conseguiu controlar os presidentes Wilson e Roosevelt? Ele era um místico e estava profundamente envolvido no ocultismo. [26].

"O coronel House (e outros membros da Consulta), se reuniu com os membros do Grupo de Milner (a sociedade secreta de Cecil Rhodes) em Versalhes e estabeleceu o Conselho das Relações Internacionais, que controlou o governo dos EUA até que David Rockefeller organizou a Comissão Trilateral, em 1973." [27].

O professor Quigley continuou:

"Por meio de um processo cujos detalhes ainda são obscuros, um brilhante e jovem graduado de Cambridge, Jan Smuts, que tinha sido um vigoroso apoiador de Rhodes, que atuou como seu agente em Kimberley até 1895 e que foi um dos membros mais importantes do grupo Rhodes-Milner no período de 1908-1950, foi para o Transvaal e, por uma violenta agitação antibritânica, tornou-se Secretário de Estado daquele país (apesar de ser um súdito britânico) e principal assessor político do presidente Kruger..." [28].

Acredito que Cecil Rhodes enviou Jan Smuts para o Transvaal para precipitar a Guerra dos Bôeres. Como Jan Smuts incitou o conflito? Ele obteve a confiança do presidente Paul Kruger, fez discursos veementes contra o governo britânico, criticou (seu amigo) Alfred Milner, o Alto Comissário Para a África do Sul, tornou-se Secretário de Estado, e convenceu o presidente Kruger que os movimentos de tropas britânicas que estavam ocorrendo prenunciavam a invasão da República do Transvaal. Como resultado, Paul Kruger disse a Jan Smuts para enviar um ultimato a Alfred Milner, e isso precipitou a Guerra dos Bôeres.

Uma situação similar existe no Irã atualmente. O presidente iraniano Mahmoud Ahamadinejad faz declarações ridículas, ameaça Israel, critica veementemente os Estados Unidos, e faz tudo o que pode para fomentar uma guerra contra os EUA, o que destruirá seu país.

O professor Quigley continuou:

"Milner fez movimentos provocativos de tropas na fronteira com os bôeres, apesar dos vigorosos protestos de seu general comandante na África do Sul, que precisou ser removido e, finalmente, a guerra foi precipitada quando Smuts apresentou um ultimato insistindo que os movimentos de tropas britânicas cessassem e quando isso foi rejeitado por Milner." [29].

O agente de Cecil Rhodes, Jan Smuts, escreveu o ultimato que precipitou a Guerra dos Bôeres.

O professor Quigley continua:

"A Guerra dos Bôeres (1899-1902) foi um dos eventos mais importantes na história imperial britânica. A capacidade de 40.000 fazendeiros bôeres de resistirem a um exército britânico dez vezes maior durante três anos, e infligir a esse exército uma série de derrotas ao longo desse período, destruiu a fé no poderio britânico. Embora a República Bôer tenha sido derrotada e anexada em 1902, a confiança na Grã-Bretanha ficou tão abalada que naquele mesmo ano ela assinou um tratado com o Japão que estabelecia que, se qualquer um dos dois países se envolvesse em guerra contra dois inimigos no Extremo Oriente, a outra parte viria em seu auxílio." [30].

O tratado levou à Guerra Russo-Japonesa (1904-1905), em que morreram 130.000 soldados e 20.000 civis.

Por que Cecil Rhodes incitou a Guerra dos Bôeres? Ele queria estabelecer "a criação de um poder tão grande que dali para a frente tornasse impossível as guerras e promovesse os melhores interesses da humanidade".

Oitenta e seis anos após o fim da Guerra Russo-Japonesa, David Rockefeller fez um discurso em uma reunião do Grupo Bilderberg, realizada em Sand, na Alemanha, em que teria dito o seguinte:

"Somos agradecidos ao Washington Post, ao The New York Times, à revista Time e a outras excelentes publicações cujos diretores participaram de nossos encontros e respeitaram suas promessas de discrição por quase quarenta anos... Teria sido impossível para nós desenvolver nosso plano para o mundo se tivéssemos ficado expostos à luz brilhante da publicidade durante todos esses anos... o mundo está agora mais sofisticado e preparado para marchar rumo ao governo mundial que nunca mais conhecerá a guerra, mas somente a paz e a prosperidade para toda a humanidade." [31].

Observe a similaridade entre as palavras no primeiro testamento de Cecil Rhodes e a declaração de David Rockefeller.

Muitos dos homens que controlam a riqueza da nosso país estão envolvidos no ocultismo e servem a Lúcifer, que quer destruir a mais elevada criação de Deus. Precisamos nos opor a eles, pois:

"A guerra é, no melhor das hipóteses, barbarismo... Sua glória é uma grande bobagem. Somente aqueles que nunca dispararam um tiro nem ouviram os gritos e gemidos dos feridos é que pedem mais sangue, mais vingança e mais desolação. A guerra é um inferno." [32; declaração atribuída ao general William Sherman, 1879.].

O poeta inglês Rudyard Kipling escreveu:

Quando as placas do Cambriano estavam se formando,
Prometeram para nós paz perpétua.
Juraram que se entregássemos nossas armas,
As guerras entre as tribos cessariam.
Mas, quando nos desarmamos, eles nos venderam
E nos entregaram amarrados aos nossos inimigos.
E os Deuses do Livro de Caligrafia disseram:
'Fique com o demônio que você já conhece.' [33; Rudyard Kipling, The Gods of the Copybook Headings].

Precisamos alertar a todos sobre o atual esforço de incitar uma guerra contra o Irã e as graves consequências resultantes. Será que as pessoas darão ouvidos às nossas advertências? Nosso trabalho é falar e reconhecer o fato que a batalha é do Senhor, porque:

Meu triste pecado, por meu Salvador.
Foi pago de um modo cabal;
Valeu-me o Senhor, oh, mercê sem igual!
Sou feliz! Graças dou a Jesus!

A vinda eu anseio do meu Salvador;
Em breve virá me levar
Ao céu, onde vou para sempre morar
Com remidos na luz do Senhor! [34].

Esta é a maravilhosa promessa que temos!

Barbara e eu agradecemos seu suporte fiel e também suas orações.

Em Cristo,

Stanley Monteith.

Notas Finais

  1. David Rothkopf, Superclass, Farrar, Straus and Giroux, 2008, Prefácio, pág. xiii-xiv.
  2. John Bartlett, Familiar Quotations, Little, Brown and Company, 1980, pág. 87.
  3. Frank Aydelotte, The Vision of Cecil Rhodes, Geoffrey Cumberlege, Oxford University Press, 1946, pág. 5.
  4. William Grigg, The New American, 10 de fevereiro de 2003, pág. 5
  5. John Bartlett, op. cit. pág. 579.
  6. David Rothkopf, op. cit.
  7. Ibidem, pág.280.
  8. http://www.espada.eti.br/obama-trilateral.asp.
  9. John Bartlett, op. cit. pág. 87.
  10. http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=7713. Veja também http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=7718.
  11. http://www.presstv.ir/detail.aspx?id=111463§ionid=351020401.
  12. Frank Aydelotte, op. cit., Veja também https://secure.gn.apc.org/members/www.bilderberg.org/phpBB2/viewtopic.php?p=5317&s...
  13. Carroll Quigley, Tragedy and Hope: A History of the World in Our Time, Macmillan, 1966, pág.130-131.
  14. http://www.seekgod.ca/rhodes.htm.
  15. Frank Aydelotte, op. cit., pág. 3.
  16. Ibidem, pág. 5.
  17. Thomas Pakenham, The Boer War, Random House, 1979, pág. 607.
  18. Carroll Quigley, op. cit., pág. 136-137.
  19. Ibidem, pág. 950.
  20. Ibidem, pág. 137.
  21. Ibidem.
  22. Ibidem.
  23. Ibidem.
  24. Ibidem.
  25. http://www.seekgod.ca/rhodes.htm.
  26. Corinne McLaughlin et al, Spiritual Politics, Ballantine Books, pág. 248.
  27. Frederic Howe, The Confessions of a Reformer, Charles Scribner's Sons, 1925, pág. 295-298. Veja também Carroll Quigley, op. cit., pág. 953. O coronel House era membro do Grupo Americano da Mesa Redonda, que fundou o CFR.
  28. Carroll Quigley, op. cit., pág.137.
  29. Ibidem.
  30. Ibidem, pág. 138.
  31. William Grigg, op. cit.
  32. John Bartlett, op. cit., pág. 579
  33. http://www.kipling.org.uk/poems_copybook.htm
  34. http://www.cyberhymnal.org/htm/i/t/i/itiswell.htm.

Leia aqui a Parte 4



Autor: Stanley K. Monteith (Radio Liberty em http://www.RadioLiberty.com)
Data da publicação: 29/11/2010
Transferido para a área pública em 7/12/2011
Revisão: http://www.TextoExato.com
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/cabala-3.asp