Escolha uma cor para o fundo:  

"Sangue nas Ruas" — Um Modelo Perfeito da Vindoura Aniquilação do Iraque e de Todos os Muçulmanos em Seguida

Recursos úteis para sua maior compreensão

Título do Livro 1


Título do Livro 2


Título do Livro 3

Livro de autores de Nova Era delineia o plano perfeito por meio do qual o Iraque e depois todos os muçulmanos serão destruídos pelas superarmas das potências ocidentais e de Israel. Jerusalém poderá se tornar o "cálice de tontear" e as profecias bíblicas referentes ao fim dos tempos poderão finalmente ser cumpridas.

A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado?

Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia-a-dia!!

Aprenda a proteger a si mesmo e aos seus amados!

Após ler nossos artigos, você nunca mais verá as notícias da mesma forma

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"THE CUTTING EDGE"

Resumo da Notícia: "Opção Nuclear no Iraque? Fontes dizem que os EUA estão considerando a opção", DEBKAfile (www.debka.com), informado na WorldNetDaily (www.worldnetdaily.com), em 22/3/2002.

"A Casa Branca está considerando o uso de armas nucleares táticas e planejando a divisão do Iraque como um objetivo em uma ampla campanha militar definida agora para abril, de acordo com fontes militares e da Inteligência da DEBKA-Net-Weekly... Como resultado da séria ameaça de terrorismo nuclear, os EUA, informa a DEBKAfile, estão considerando suas próprias opções nucleares... Os governos europeus e do Oriente Médio acreditam que a Casa Branca possa estar revertendo para a doutrina nuclear 'segundo ataque', defendida pelos governos norte-americanos na Guerra Fria Russo-Americana... O vice-presidente Cheney recebeu avaliações da Inteligência sugerindo que no fim de fevereiro, Saddam Hussein tentou impedir uma ofensiva dos EUA transferindo para a Al-Qaeda artefatos nucleares — possivelmente 'bombas sujas' radiológicas — ou explosivos e recipientes contendo vírus, incluindo o da varíola. Esse suprimento letal pode ter sido armazenado nos Estados Unidos, em Israel, na Arábia Saudita, nos territórios controlados pela Autoridade Palestina, em Roma ou em Berlin — juntamente com equipes preparadas, que estão apenas aguardando um sinal para lançá-las, de acordo com as fontes da DEBKAfile."

Em outras palavras, esse relatório diz que se o Iraque ou qualquer país árabe usar armas nucleares, biológicas ou químicas contra os EUA, estes se reservam o direito de retaliar com suas próprias armas nucleares. Logicamente, como os Illuminati controlam Saddam Hussein, sabemos que qualquer coisa que ele fizer, é exatamente o que o plano prevê que ele faça. Se bombas radiológicas 'sujas', ou armas biológicas ou químicas forem lançadas contra os EUA, os Illuminati terão a desculpa para lançar um ataque devastador contra o Iraque, e talvez além.

Em seguida, súbita e surpreendentemente, o primeiro-ministro britânico Tony Blair chocou e assustou o Parlamento ao dizer enfaticamente que poderia ordenar um ataque contra o Iraque. Veja:

Resumo da Notícia: "O Reino Unido está preparado para usar armas nucleares", BBC News, 20/3/2002.

"O Reino Unido está preparado para usar armas nucleares contra países rebeldes, que atuam fora dos padrões da normalidade, como o Iraque, se eles alguma vez usarem 'armas de destruição maciça' contra as tropas britânicas no campo, disse o Secretário da Defesa Geoff Hoon aos membros do Parlamento. O secretário Hoon disse que não tinha certeza se o arsenal nuclear da Grã-Bretanha deteria um primeiro ataque de um país disposto a sacrificar seu próprio povo para fazer um 'gesto'."

Embora essa política possa parecer uma proteção razoável para suas próprias tropas no campo, todos sabemos que esse 'primeiro ataque' do Iraque poderia ser inventado, exatamente como o "ataque" do Golfo de Tonkin foi fabricado de modo a dar aos EUA uma desculpa para poderem concentrar forças militares maciças no Vietnã do Sul. O governo norte-americano poderia anunciar que o ataque ocorreu e a Mídia de Massa se apressaria em dar cobertura. O presidente Bush poderia então propor uma retaliação, e apresentar ameaças de terror ainda maiores se os EUA não retaliarem. Um 'primeiro ataque' iraquiano com armas nucleares, químicas e/ou biológicas poderia ser fabricado com facilidade.

Agora, considere um informe de notícias anterior, que parece indicar que os EUA possam estar planejando um primeiro ataque ao Iraque com armas nucleares, mesmo que admitam que os iraquianos não possuam armas nucleares em seu arsenal.

Resumo da Notícia: "Opção Nuclear Contra o Iraque", DEBKAfile, 11/3/2002.

"... o Secretário de Estado para o Desarmamento, John Bolton, declarou em 21 de fevereiro que Washington tinha decidido se afastar de sua política tradicional de não usar armas nucleares contra potências não-nucleares. As exceções seriam feitas nos casos de terroristas, seus patrocinadores, e os países que estão desenvolvendo armas de destruição maciça. A declaração de Bolton foi recebida em Bagdá como um sinal que os EUA decidiram usar armas nucleares em sua vindoura ofensiva, e o regime de Saddam Hussein está se preparando."

Em seu discurso diplomático dúbio, o Secretário para Desarmamento declarou que os EUA agora se reservam o direito de usar armas nucleares contra um país que não possua armas nucleares! Essa mudança da política é imensa, e reverte a política americana das últimas cinco décadas! A porta que anteriormente proibia o uso das armas nucleares foi escancarada. Agora, simplesmente a "ameaça" percebida que o Iraque possa dispor de armas de destruição maciça será provocação suficiente para o governo Bush lançar um ataque nuclear contra o Iraque.

Com esse pensamento em mente, considere com atenção este anúncio recente:

Resumo da Notícia: "A Grã-Bretanha Desloca o Submarino Trident Para o Golfo Pérsico em Grande Preparação para a Guerra Contra o Iraque", Global-Intel, Gordon Thomas, número 9, 21/3/2002.

"A Grã-Bretanha deslocou um de seus submarinos nucleares Trident para o Golfo Pérsico. É um aumento significativo nos preparativos para a guerra amplamente predita contra o Iraque. O Trident carrega uma carga de mísseis capaz de destruir cada um dos alvos militares no Iraque. Acredita-se que pelo menos um submarino norte-americano também esteja na região. A decisão de deslocar o Trident de sua área normal no sul do Oceano Índico foi autorizada pelo primeiro-ministro Tony Blair após encontrar-se com o vice-presidente americano Cheney durante sua escala em Londres."

Observe dois fatores que são extremamente importantes nesse anúncio:

Primeiro, o vice-presidente Cheney fez uma escala em Londres ao se preparar para viajar ao Oriente Médio para iniciar sua viagem de dez dias. Tim Cohen demonstra conclusivamente que a Casa de Windsor britânica é a monarquia a partir da qual o Anticristo emergirá. Cohen também demonstra que todas as grandes decisões são tomadas em Londres, e simplesmente executadas por Washington e outras capitais do mundo. Para demonstrar isso, Cohen pede que o leitor comece a observar os itinerários de muitos líderes que vão a Washington, para fazer consultas. Você ficará admirado em ver quantas vezes os dignatários estrangeiros fazem uma parada em Londres antes ou após irem a Washington. Enquanto Cheney esteve em Londres, as verdadeiras consultas foram realizadas secretamente entre o Príncipe Charles e o vice-presidente americano. ["The Antichrist and a Cup of Tea"].

Segundo, o Trident é uma arma da capacidade Primeiro Ataque contra um oponente nuclear de primeira classe, como a Rússia. O Trident foi projetado para enfrentar e derrotar um inimigo sofisticado, produzindo um esmagador ataque do qual o inimigo nunca possa se recuperar. Enviá-lo ao Iraque é exatamente como usar uma marreta para matar uma mosca. Entretanto, posicionar um ou mais submarinos Trident contra o Iraque abre o maior hiato de capacidade militar da tecnologia ocidental contra a tecnologia árabe.

O Maior Hiato em Tecnologia Militar na História Mundial?

O abismo tecnológico entre os mísseis nucleares que um submarino Trident transporta e as pequenas bombas nucleares iraquianas (se é que o Iraque realmente já tenha bombas nucleares) pode representar o maior hiato tecnológico na história. O desnível militar é tão grande que uma guerra poderia ser planejada especificamente contra esse inimigo mais fraco de modo a avançar os objetivos estratégicos globais do país que detém o poder superior.

Para compreender esse princípio mais perfeitamente, vamos examinar as descobertas de um livro intitulado Blood in the Streets [Sangue nas Ruas], de James Dale Davidson & Sir William Rees-Mogg, Warner Books, 1987. Leia com atenção, pois esses autores apresentam os fundamentos filosóficos para essa futura guerra, primeiro contra o Iraque, e depois contra todo o mundo islâmico.

"... você precisa examinar a megapolítica para encontrar as respostas aos problemas mais profundos da vida econômica e política... A principal variável é a mudança tecnológica. Novas armas e novos modos de organizar o uso das armas podem algumas vezes dar a um grupo de pessoas uma vantagem esmagadora. Com nova tecnologia, pode ser relativamente barato empregar a força, e muito custoso para qualquer um resistir. Por meses, anos, ou décadas, ou pelo tempo que seja para outros grupos copiarem ou derrotarem a vantagem, aqueles que estão em desvantagem serão como um fracote de 45 kg tentando enfrentar um peso-pesado. Eles precisarão se submeter ao poder. Caso contrário, serão forçados a se submeter. O mundo mudará para refletir a nova realidade megapolítica; os mapas serão redesenhados." [págs. 11-12; ênfase adicionada].

Hoje, as forças dos EUA, da Grã-Bretanha e de Israel possuem o tipo de vantagem tecnológica nos armamentos de ponta sobre as forças islâmicas.

"Novas armas e novos tipos de organizar o uso das armas pode algumas vezes dar a um grupo de pessoas uma vantagem massacrante. Com essa nova tecnologia, torna-se relativamente barato empregar a força, e muito custoso para qualquer um resistir."

Quando a Grã-Bretanha deslocou seu submarino Trident para o Golfo Pérsico para tomar posição contra o Iraque, esse ato é totalmente coerente com essa explicação. O emprego de um submarino nuclear estratégico de classe mundial contra o Iraque apresentou a Saddam Hussein o espectro de uma "vantagem massacrante". Esse submarino Trident foi "relativamente barato de empregar... é muito custoso para qualquer um resistir."

A vantagem tecnológica do Eixo das Potências Ocidentais [EUA, Grã-Bretanha e Israel] sobre as forças militares muçulmanas do mundo é enorme. Na verdade, a vantagem é tão grande que a Rússia e a China ficarão de lado por enquanto, para ver o que realmente faremos com essas forças armadas muçulmanas muito mais fracas.

A Tecnologia Determina o "Funcionamento Oculto da História"

"A chave para o funcionamento oculto da história é a tecnologia... Os reis assassinos que deram início à história teriam sido meros assassinos sem os instrumentos para talhar seus nomes. A tecnologia é ainda a força que faz a história progredir... O propósito deste livro é tornar claras essas interconexões ocultas e que causam perplexidade. Para dizer a você em que direção olhar para ver as revoluções que ocorrerão... Somente quando uma nação tem um participação dominante dos recursos econômicos e poder é que a economia mundial parece funcionar plenamente. Somente então é provável que exista livre comércio e movimento aberto de produtos, serviços, pessoas e capitais entre as fronteiras. A última Grande Depressão coincidiu com desenvolvimentos megapolíticos significativos — o efetivo colapso do poder dominante daquele tempo — a Grã-Bretanha." [Ibidem, págs. 16-17].

Hoje, ouvimos muito a respeito do esforço para estabelecer o livre comércio e a movimentação aberta de produtos, serviços e pessoas, e é desconcertante quando você percebe que a vasta maioria da pressão em favor do livre comércio vem dos Estados Unidos, a única verdadeira superpotência econômica desde a Segunda Guerra Mundial. Certamente, o livre comércio leva o mundo cada vez mais para perto da economia, governo e religião globais do Anticristo! E, os EUA estão liderando os esforços. [Seminário 2: "America Determines the True Flow of History"; disponível em fitas cassetes no site da Cutting Edge.].

Em seguida, os autores desse livro repetem seu princípio e dão um exemplo bem claro:

"A tecnologia dos armamentos é a grande força megapolítica que determina a equação do poder. Quando é mais barato e fácil projetar poder do centro para a periferia, o número de unidades políticas no mundo se reduz... e as economias tendem a prosperar. Quando se torna mais custoso projetar o poder e mais barato resistir, as fronteiras e as barreiras proliferam. As economias entram em estagnação."

Em seguida, os autores apresentam alguns exemplos históricos de situações militares em que a Grã-Bretanha pôde de forma barata e fácil projetar poder de seu centro às áreas periféricas do mundo.

"No verão de 1898, o Império Britânico parecia estar no seu apogeu. A rainha Vitória tinha celebrado seu Jubileu de Diamante no ano anterior. Londres era o centro inquestionável das finanças e do comércio no mundo. A Marinha britânica dominava os mares... Naquela época, como agora, extremistas islâmicos estavam ameaçando o Egito — onde o Canal de Suez, controlado pelos britânicos era um elo vital no comércio internacional. No meio do deserto, uma força de verdadeiros fiéis islâmicos estava envolvida em um Jihad, ou guerra santa, contra quaisquer alvos ocidentais que aparecessem à sua vista. Quando a ameaça cresceu, o governo britânico despachou forças militares, sob o comando de Lord Kitchener. A missão delas era entrar no Sudão, conquistar as terras altas, o Nilo Superior, e assim proteger os interesses britânicos no Egito dos ataques."

"Opondo-se aos britânicos estava Abud Allah ibn Muhammed, o califa dos dervixes, um líder religioso islâmico que era o equivalente no século XIX do aiatolá Khomeini. Da mesma forma como Khomeini, o califa opunha-se amargamente às interferências ocidentais nos modos de vida estabelecidos da sociedade islâmica. Como muitos grupos no Oriente Médio atualmente, ele mantinha reféns. Várias pessoas que conseguiram fugir relataram histórias de crueldade, torturas e assassinatos que chocaram a opinião pública britânica." (Parece que algumas coisas nunca mudam, não é mesmo?).

"O califa comandava um exército organizado de ferozes guerreiros, conhecidos como 'dervixes'. Acostumados com a vida no deserto, esses guerreiros aprendiam desde a infância a dominar o combate corpo a corpo. Eles eram bons nisso, e eram valentes. Eram treinados no uso de facas e mosquetes. Também eram treinados em gritar. Esse uso do grito como arma psicológica no combate tinha sido largamente noticiado na Europa por muitos anos. Como disse um escritor por volta de 1870: "E agora, o coro gutural deles, ouvido à distância, muito antes que fossem avistados, vinham os uivantes dervixes'.

"Em 2 de setembro de 1898, 40.000 dervixes começaram a uivar em uníssono, quando se arregimentaram no deserto para atacar a Brigada Britânica de Camelos. O ataque empregava a tática centenária que tinha funcionado bem para os exércitos dervixes no passado — um ataque frontal maciço. As primeiras tropas britânicas recuaram para o Nilo para não serem esmagadas. O que aconteceu em seguida? Permita que Winston Churchill lhe diga. Ele estava lá, na Batalha de Omdurman."

"No momento crítico, o barco com os canhões chegou à cena e subitamente começou a abrir fogo pelos canhões Maxim e pelos fuzis de disparo rápido. Como a distância era pequena, o efeito foi tremendo. A máquina terrível, flutuando graciosamente sobre as águas — um belo demônio branco — envolto em fumaça. A descida do rio do monte Kerreri, apinhada com os milhares que avançavam, erguia-se em nuvens de poeira e pedacinhos de pedra. Os dervixes atacantes sucumbiam e formavam pilhas disformes de corpos. A infantaria atirava contínua e impassivelmente, sem pressa nem emoção, pois o inimigo estava distante e os oficiais eram cuidadosos. Além disso, os soldados estavam interessados no trabalho e o realizavam com grande esmero... E o tempo todo no outro lado, as balas despedaçavam os corpos, esmagavam e partiam os ossos; sangue jorrava dos terríveis ferimentos; homens valentes lutavam no meio daquele inferno dos silvos dos tiros dos fuzis e dos canhões e das nuvens de poeira — sofrendo, desesperando-se, e morrendo."

"Após cinco horas de luta, os britânicos tinham perdido vinte homens. Outros vinte egípcios que acompanhavam os britânicos também morreram. Os dervixes tiveram 11.000 baixas." [Ibidem, págs. 32-33].

Entretanto, esse resultado não foi uma raridade.

"Em um lugar remoto após o outro na África e na Ásia, as forças britânicas esmagaram suas adversárias, com custos triviais. Em uma batalha próximo ao Zimbábue, em 1893, a polícia sul africana-britânica enfrentou 5.000 guerreiros Ndebele, matando mais de 3.000 em uma hora e meia. Um sobrevivente africano desse massacre disse: "Os brancos não tomavam seus inimigos como fazemos, pelo corpo, mas soltando trovões bem de longe. A morte se espalhava por toda a parte — era como a morte trazida por uma tempestade.' [Ibidem, pág. 36].

"Anteriormente naquele século, a Dinastia Celestial na China fora abatida pelos vasos de guerra britânicos e alguns fuzileiros navais. Sem qualquer dificuldade aparente, os 'bárbaros do mar' massacraram as forças chinesas em uma guerra que durou de 1839 a 1842. O gasto da Grã-Bretanha para derrotar o país mais populoso do mundo foi trivial, apenas 0,1% do produto interno bruto nacional. O orçamento militar de Londres na verdade foi reduzido durante a guerra. Alguns anos mais tarde, uma guerra similar foi deflagrada, com resultados igualmente desproporcionais. Novamente, os chineses foram humilhados."

"O segredo para o sucesso militar britânico foi a superioridade tecnológica. As armas nas mãos das forças britânicas eram muito mais mortais que as que estavam disponíveis aos guerreiros nas sociedades tradicionais da Ásia e da África. Isso tornava muito barato para a Grã-Bretanha projetar seu poder em grandes distâncias, e ao mesmo tempo era muito custoso para os povos locais resistirem." [Ibidem, pág. 36; ênfase adicionada].

"Em 1898, foi barato para as potências ocidentais — e para a Grã-Bretanha em particular — controlar os povos na periferia. Como Churchill descreveu a Batalha de Omdurman, "foi o maior triunfo já obtido pelas armas da ciência sobre os bárbaros. Em apenas algumas horas, o exército mais forte e melhor armado já formado contra uma potência européia moderna foi desbaratado, sem qualquer dificuldade, e com riscos comparativamente pequenos, e insignificante perda de vidas por parte dos vitoriosos." [Ibidem].

"O custo para consolidar o controle sobre um Oriente Médio inquieto foi trivial quando comparado ao custo dos povos nativos para resistirem. Embora os exércitos nativos fossem maiores, com conhecimento muito melhor do terreno, não foram páreo no combate. A Grã-Bretanha dispunha de melhores armamentos — canhões navais, fuzis recarregáveis pela culatra, metralhadoras, etc. Essas armas eram imensuravelmente superiores às que estavam disponíveis aos povos nas sociedades menos avançadas tecnologicamente. Portanto, todas as disputas na periferia eram resolvidas com facilidade. Sempre que alguma facção local ameaçava os investimentos, atrapalhava o comércio, ou envolvia-se em um conflito estratégico, a Grã-Bretanha ou outra metrópole despachava navios de guerra e soldados. A população local não tinha escolha senão ceder à força esmagadoramente superior, ou então arcar com as conseqüências. Aqueles que resistiram foram praticamente dizimados, sofrendo baixas absurdas, sem infligirem praticamente nenhuma." [Ibidem, págs. 38-39].

Esse último parágrafo não descreve precisamente os resultados da Guerra do Golfo, de 1991, contra o Iraque? Os iraquianos que resistiram foram praticamente dizimados, sofrendo baixas absurdas, sem infligirem praticamente nenhuma.

Essa mesma situação existe agora no Oriente Médio, com o Eixo Ocidental de potências — a Grã-Bretanha, os Estados Unidos, e Israel — deliberadamente manobrando todas as nações islâmicas a declarar um Jihad, uma guerra santa, contra os interesses ocidentais no Oriente Médio. Então, quando as hordas islâmicas atacarem, serão aniquiladas pelos maiores armamentos militares e forças armadas que o mundo já viu. O abismo militar entre as potências ocidentais e as potências islâmicas nunca foi tão grande, embora os muçulmanos tenham adquirido capacidades que não possuíam em 1991.

Como Tim Cohen demonstra em "The Antichrist and a Cup of Tea", a Casa de Windsor em Londres faz todos os planos, e usa o poder econômico e militar dos Estados Unidos para executar esses planos. Israel encaixa-se bem nessa equação, pois foi restaurado como país pelos esforços conjuntos dos EUA e da Grã-Bretanha, e desde 1948, tem sido apoiado militar, econômica e politicamente por eles. Hoje, Israel tem a capacidade de aniquilar todas as forças armadas combinadas que o cercarem, e já foi bem claro em declarar sua intenção de usar suas superarmas, se for atacado por forças árabes numericamente superiores.

O Ataque ao Iraque Seguirá Esse Cenário de Armamentos Esmagadores

Como observamos na seção Daily News Update do nosso site, uma incessante campanha contra o Iraque está em curso na imprensa há algumas semanas, condicionando as pessoas sobre a "necessidade" de derrubar Saddam Hussein, mesmo que seja por meio de uma guerra nuclear. Na Inteligência do Exército dos EUA, aprendi que a realidade de uma retórica contínua de um país contra o outro pode facilmente ser a salva inicial de um ataque físico real posterior. Em outras palavras, quando você ouve uma retórica contínua de um país contra o outro, precisa considerar que, talvez, as hostilidades sejam iminentes.

Relacionamos no início deste artigo algumas matérias representativas que demonstram essa retórica incessante contra o Iraque. O governo do presidente George W. Bush chegou ao ponto audaz de mudar publicamente o cenário de ataque nuclear, o que agora permite que os EUA utilizem seu poderio nuclear para atacarem um país, mesmo que esse país-alvo não disponha de armas nucleares.

Observe atentamente como os eventos se desenrolarão. Se o Estado Palestino deve ser formado, isso precisará ocorrer antes que os EUA ataquem o Iraque. Assim, os EUA poderão atacar usando algum tipo de desculpa "Golfo de Tonkin". A única esperança que o Iraque tem de infligir sérias baixas antes de ser totalmente aniquilado é atacando primeiro — e, muito provavelmente, atacará Israel.

Uma vez que as hostilidades iniciem, Yasser Arafat, que poderá vir a ser o presidente palestino, provavelmente seguirá o cenário já revelado. [Leia o artigo N1056, "A Próxima Guerra Árabe-Israelense Está Extremamente Próxima"]. Provavelmente, ele ordenará que sua milícia palestina ataque locais estratégicos em Israel, de forma a impedir que as unidades do Exército israelense cheguem rapidamente às posições de batalha contra a Síria e o Egito. Esse é o plano, conforme informado pela Casa dos Representantes; se Arafat executar essa parte do plano, então dois eventos deverão ocorrer rapidamente:

Primeiro, Arafat provavelmente destruirá o Domo da Rocha, e lançará a culpa no governo de Israel. Todo o mundo muçulmano se levantará como um só homem em puro furor, exigindo a aniquilação de Israel. Todos os 1.4 bilhões de muçulmanos no mundo inteiro declararão um Jihad, uma guerra santa, contra Israel e exigirão que ele seja aniquilado e que Jerusalém seja recapturada para o Islã. Assim, a profecia bíblica referente ao fim dos tempos, em Zacarias 12:2-9 será cumprida literalmente, nas notícias do dia-a-dia.

Leia a profecia bíblica, para ver como ela se parece com as notícias que estão nos jornais atualmente:

"Eis que eu farei de Jerusalém um copo de tremor para todos os povos em redor, e também para Judá, durante o cerco contra Jerusalém. E acontecerá naquele dia que farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a carregarem certamente serão despedaçados; e ajuntar-se-ão contra ela todo o povo da terra. Naquele dia, diz o SENHOR, ferirei de espanto a todos os cavalos, e de loucura os que montam neles; mas sobre a casa de Judá abrirei os meus olhos, e ferirei de cegueira a todos os cavalos dos povos. Então os governadores de Judá dirão no seu coração: Os habitantes de Jerusalém são a minha força no SENHOR dos Exércitos, seu Deus. Naquele dia porei os governadores de Judá como um braseiro ardente no meio da lenha, e como um facho de fogo entre gavelas; e à direita e à esquerda consumirão a todos os povos em redor, e Jerusalém será habitada outra vez no seu lugar, em Jerusalém; e o SENHOR salvará primeiramente as tendas de Judá, para que a glória da casa de Davi e a glória dos habitantes de Jerusalém não seja exaltada sobre Judá. Naquele dia o SENHOR protegerá os habitantes de Jerusalém; e o mais fraco dentre eles naquele dia será como Davi, e a casa de Davi será como Deus, como o anjo do SENHOR diante deles. E acontecerá naquele dia, que procurarei destruir todas as nações que vierem contra Jerusalém."

Observamos que um cerco será armado contra Jerusalém durante essa guerra em que Deus aniquilará todos os povos que vierem contra Jerusalém. Normalmente pensamos em um cerco vindo de um exército que invade de fora, mas esse primeiro cerco poderá simplesmente vir das forças palestinas estacionadas dentro de Israel. Temos apenas de esperar para ver como os eventos se desenrolarão.

Uma vez que Arafat faça seu lance contra Israel a partir de dentro do país, como apoio ao Iraque, então o governo israelense terá a justificativa que deseja para aniquilar os palestinos. As Forças Israelenses de Defesa (FID) instantaneamente bloquearão todas as cidades e aldeias palestinas, fechando todos os bloqueios com armas mortais para manter os palestinos presos em suas cidades. Todos os judeus serão proibidos de entrar nessas cidades-alvo. As FID estão atualmente "marcando as zonas" para que possam aniquilar os palestinos com as bombas de combustão aérea, exatamente como descrito na profecia de Obadias 15-18.

Nos estágios iniciais dessa guerra contra o Iraque, se os EUA usarem suas armas nucleares, isso dará a Israel tempo suficiente para se voltar para dentro do país e aniquilar totalmente os palestinos. Neste momento, você pode compreender por que o presidente Bush desenhou um anel de proteção em volta de Israel [leia o artigo N1628, "A Proteção Anel de Fogo Nuclear do Presidente Bush.] Você compreenderá plenamente o significado desse súbito anúncio.

Então, uma vez que as FID tenham cumprido essa profecia bíblica da aniquilação da Casa de Esaú, voltarão seus recursos contra a Síria, Jordânia e Egito, para cumprir as profecias bíblicas referente a cada uma dessas nações. Deus verdadeiramente terá cumprido suas advertências em Joel 3:1-2:

"Porque, eis que naqueles dias, e naquele tempo, em que removerei o cativeiro de Judá e de Jerusalém, congregarei todas as nações, e as farei descer ao vale de Jeosafá; e ali com elas entrarei em juízo, por causa do meu povo, e da minha herança, Israel, a quem elas espalharam entre as nações e repartiram a minha terra."

Em algum ponto nessa conflagração regional, a Coréia do Norte atacará a Coréia do Sul, e a China invadirá Taiwan, desse modo lançando todo o mundo na planejada Terceira Guerra Mundial para produzir o Anticristo. [Para ter uma compreensão plena sobre o assunto, leia os demais artigos da seção Terceira Guerra Mundial.].

À medida que as nações vizinhas que atacarem Israel forem aniquiladas, serão substituídas por outras nações islâmicas, que também tentarão destruí-lo. Nesse contexto, a invasão de uma aliança de nações, lideradas pela Rússia, em cumprimento a Ezequiel 38-39 pode ser vista simplesmente como outra onda de hordas muçulmanas descendo contra Israel, como parte da profecia "Cálice de Tontear" de Zacarias 12.

O eixo anglo-saxão de potências [Grã-Bretanha, EUA e Israel] planejou uma guerra que será travada de acordo com as linhas especificadas no livro Blood in the Streets. O resultado provável será o pleno cumprimento das profecias bíblicas e o aparecimento do Anticristo.



Você está preparado espiritualmente? Sua família está preparada? Você está protegendo seus amados da forma adequada? Esta é a razão deste ministério, fazê-lo compreender os perigos iminentes e depois ajudá-lo a criar estratégias para advertir e proteger seus amados. Após estar bem treinado, você também pode usar seu conhecimento como um modo de abrir a porta de discussão com uma pessoa que ainda não conheça o plano da salvação. Já pude fazer isso muitas vezes e vi pessoas receberem Jesus Cristo em seus corações. Estes tempos difíceis em que vivemos também são tempos em que podemos anunciar Jesus Cristo a muitas pessoas.

Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.

Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.

Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia-a-dia.

Fale conosco direcionando sua mensagem a um dos membros da equipe de voluntários.

Se desejar visitar o site "The Cutting Edge", dê um clique aqui: http://www.cuttingedge.org

Que Deus o abençoe.

Data da publicação: 1/5/2002
Patrocinado por: J. S. L. e M. R. D. S. L. — Sorocaba / SP
Revisão: V. D. M. — Campo Grande / MS e http://www.TextoExato.com
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/n1631.asp