Compreendendo a Homossexualidade: Uma Carta Aberta aos Cristãos

Autor: Jeremy James, Irlanda, 24/8/2018.

Caro fiel cristão:

Durante muitos anos a indústria do tabaco tentou nos convencer que fumar era seguro e que não representava risco à saúde. Os fabricantes de cigarros contrataram cientistas altamente qualificados e outros profissionais para realizar testes e vários estudos para "provar" que este era o caso. Mas, como todos sabemos, eles estavam mentindo. A indústria farmacêutica moderna não é diferente. O mesmo padrão patológico de ética se aplica. Eles realizam suas experiências, decidem o que conta como um "benefício" terapêutico, eximem-se de processos com regras espertas e obtêm lucros imensos, ao mesmo tempo que disfarçam o mal real que está sendo causado por alguns de seus produtos.

A Elite Multibilionária Tem um Objetivo

O mundo empresarial pertence e é controlado por uma Elite multibilionária. Os mesmos intereses empresariais estão promovendo outro "produto" hoje, um produto que não causa menos dependência que o tabaco e muitas drogas psicotrópicas. O "produto" em questão é, na verdade, um estilo de vida, mas depois que os clientes ficam presos nesse "estilo de vida", eles descobrem que é quase impossível reverter para o estado original.

Por que as grandes empresas transnacionais passaram a patrocinar a agenda LGBT? O número é bastante grande (veja o diagrama na página seguinte). Não há vantagem financeira imediata para fazerem isso, porém elas estão coletivamente promovendo um conjunto de valores que não têm relacionamento com os outros produtos e serviços que elas fornecem. As estatísticas mostram que não mais do que 2,5% da população adulta se identifica como homossexual, de modo que o impacto positivo das vendas na lealdade do cliente/consumidor precisa ser pequena, talvez até não-existente, se levarmos em conta a potencial perda dos clientes que têm perfil conservador.

Alguma outra coisa deve estar acontecendo.

Para compreendermos o que é, precisamos olhar, não para as próprias empresas transnacionais, mas para a cabala de famílias multibilionárias que detêm o controle acionário e são os controladores dessas empresas.

Como já mostramos em ensaios anteriores, essas pessoas, a quem chamamos de "a Elite", têm um plano de longo prazo para garantir o controle sobre todo o mundo e governá-lo de acordo com sua antiga filosofia babilônia. Essas pessoas são luciferianas e querem estabelecer o que chamam de uma Nova Ordem Mundial. Eles detestam o Cristianismo e estão seguindo uma estratégia altamente sofisticada para enfraquecê-lo e destruí-lo. A agenda LGBT é uma das muitas ferramentas que eles estão usando para esse propósito.

A Elite criou os países modernos conhecidos como "China Comunista" e a "União Soviética" no século 20 para servirem como os principais instrumentos de transformação política mundial no século 21. Esses martelos do Marxismo serão usados para derrubar os EUA, a principal barreira para a formação do regime totalitário que eles têm em mente.

Entretanto, além desses instrumentos externos de transformação, a Elite também está usando uma série de planos e projetos socialmente corrosivos para enfraquecer os EUA (e todo o Ocidente) a partir de dentro. Entre eles estão as drogas, a pornografia, os desvios sexuais, o ceticismo religioso, as religiões neopagãs, o humanismo, a estupidificação do sistema educacional e a programação em massa da população via filmes do cinema, televisão e música popular.

Este programa de subversão está funcionando eficazmente há várias décadas. Estamos agora em um estágio em que o próprio gênero está sob ataque, em que "homem" e "mulher" são supostamente nada mais do que construções sociais, em que a mutilação sexual de crianças confusas com o gênero está sendo considerada um procedimento terapêutico e em que um um homem barbudo usando sapatos de saltos altos e um vestido vermelho pode entrar em um banheiro feminino.

O estilo de vida homossexual está sendo fortemente promovido pela Elite por que é altamente destrutivo. Uma sociedade que permite ser infiltrada e influenciada pela filosofia "Qualquer Coisa Serve" rapidamente perderá a capacidade de discriminar em todas as outras áreas de moralidade. As normas morais universais rapidamente sucumbirão aos argumentos baseados em valores criados pelo homem, estudos científicos e preferências culturais. Depois que um comportamento ou prática puder ser empacotado como um "direito humano", ele pode então ser vendido para as massas.

Regras para Aqueles Que São Radicais

Uma estratégia abrangente para subversão social generalizada foi delineada de forma popular pelo marxista Saul Alinsky, em seu livro Rules for Radicals: A Pragmatic Primer for Realist Radical (1971, Regras para Radicais: Uma Cartilha Pragmática para Radicais Realistas). Em sua página de dedicação, o autor diz:

"Para que não nos esqueçamos de fazer pelo menos um pequeno reconhecimento ao primeiro de todos os radicais: de todas as nossas lendas, mitologias e história (e quem é que sabe onde a mitologia termina e a história inicia — o que é uma ou o que é a outra?), o primeiro radical de quem se tem notícia, que se rebelou contra o sistema e o fez de forma tão efetiva que, pelo menos, conquistou seu próprio reino — Lúcifer."

A estratégia que a Elite está usando para integrar o estilo de vida homossexual na sociedade é totalmente consistente com os princípios luciferianos estabelecidos por Alinsky. Isto foi apresentado em After the Ball: How America Will Conquer its Fear and Hatred of Gays in the 90s (1989), de Marshall Kirk e Hunter Madsen. Os autores mostraram como o lóbi homossexual conseguiu enganar o público, fazendo uma representação falsa da verdadeira natureza da sodomia e retratando seus praticantes como uma minoria malcompreendida, que tinha "nascido daquele jeito". Eles enfatizaram que nunca deveriam ser mostrados ao público — até que fosse tarde demais — os aspectos do "estilo de vida" que revelassem sua essência tenebrosa e perturbadora, como homens em roupas de couro, drag queens (homens travestidos e com maquiagem exagerada e penteados extravagantes ) mulheres lésbicas com aparência bastante masculinizada, e a procura por companhia em banheiros públicos). Era especialmente importante que os "homossexuais fossem retratados como vítimas de preconceito" e que "imagens do sexo homossexual fossem minimizadas".

A Elite financiou este programa e a grande mídia — que é totalmente controlada pela Elite — o colocou em prática. A verdade sobre a homossexualidade e o "estilo de vida" homossexual NUNCA foi contada na grande mídia. O público foi levado a acreditar na altamente desinfetada versão da sodomia da comédia de situação "Will & Grace", em que a doença é desconhecida, a perversão nunca é mencionada ou sequer sugerida e a afeição exagerada, com beijinhos e abraços, conquista todos.

A Realidade Que Está Por Trás do Estilo de Vida

Nas páginas seguintes analisaremos a realidade que está por trás do estilo de vida homossexual. Grande parte do material que iremos citar pode ser encontrada em um livro muito esclarecedor — The Health Hazards of Homosexuality (Os Riscos da Homossexualidade para a Saúde) — publicado por MassResistance, Massachusetts, em 2017. Esse livro foi compilado sob a direção editorial de Brian Comenker e traz o sólido endosso do Dr. Paul Church, professor clínico assistente de Cirurgia na Escola de Medicina da Universidade de Harvard. Os muitos estudos de casos e relatórios que ele cita foram preparados por profissionais médicos qualificados, sociólogos e outros com uma competência comprovada neste campo de pesquisa. Todas as fontes são claramente documentadas. De fato, alguns dos materiais citados e as preocupações expressas, vêm de comentaristas que apoiam o estilo de vida homossexual.

Antes de darmos os detalhes de fontes confiáveis dos riscos da homossexualidade para a saúde, pode ser útil mostrar apenas algumas citações contidas no livro. Tomadas em conjunto, elas apresentam uma avaliação muito preocupante desse "estilo de vida" repleto de riscos.

"Com toda sua atividade social e sexual, a 'vida gay' não fornece mais do que uma existência alienada e isolada para muitos homossexuais." — Herbert Hendin MD, ex-chefe da American Suicide Foundation, de 'Suicide in America' (1995) [pág. 60].

"Os homens gays são cínicos com relação ao amor precisamente por que ficaram desapontados demais por ele, precisam tremendamente dele e estão muito receosos que agora é tarde demais." – After the Ball (1989), dos autores homossexuais M. Kirk e D. Madsen [pág. 68].

"The Advocate, uma das primeiras revistas para leitores homossexuais, reporta que um mínimo de 75% de seus leitores admitem terem se envolvido em sexo violento, 20% se envolveram em 'amarração e disciplina' sadista, e 55% praticaram outros atos sexuais usando objetos que causam dor." [Dr. Judith Reisman, pág. 85].

"Na vida gay, a fidelidade é quase impossível. Como parte da compulsão da homossexualidade parece ser uma necessidade da parte do homossexual de 'absorver' a masculinidade de seus parceiros sexuais, ele precisa procurar constantemente novos parceiros." William Aaron (autor homossexual), de seu livro autobiográfico, Straight, [pág. 96].

"Poucos relacionamentos homossexuais duram mais do que dois anos e muitos homens reportam terem tido centenas de parceiros ao longo da vida." M. Pollak (1985) Western Sexuality: Practice and Precept in Past and Present Times [pág. 98].

Advertência aos Leitores

O leitor poderá achar algumas das informações seguintes perturbadoras. Nós certamente achamos. Apesar disso, há um ônus sobre aqueles que estão preocupados com o bem-estar daqueles que foram atraídos para a armadilha da homossexualidade de compreender o sórdido estilo de vida deles. Omitimos deliberadamente muitos detalhes lúridos e doentios e citamos somente os mínimos que achamos necessários para transmitir a chocante realidade que está por trás do verniz "gay".

Para que as citações acima não pareçam excessivamente seletivas, escolhidas talvez para enfocar algo que afeta somente uma minoria de homossexuais, apresentamos abaixo um excerto de um artigo surpreendentemente honesto no jornal The Guardian (Grã-Bretanha), em 20/10/2016, que teve o título "Homens gays estão lutando contra um demônio mais poderoso do que o HIV — e é oculto". Seu autor, Owen Jones, é homossexual.

É um problema abordado pelo ex-editor de Attitude, Matthew Todd em seu extraordinariamente brilhante — e perturbador — livro recente, Straight Jacket (Camisa de Força). Ele identifica diversos problemas que a maioria dos homens gays, se fossem honestos, pelo menos reconheceriam: 'Níveis desproporcionalmente altos de depressão, ferimentos inflingidos em si mesmo e suicídio; problemas não incomuns com intimidade emocional... e agora uma pequena, mais significativa subcultura de homens que estão usando, alguns injetando, drogas seriamente perigosas, que, apesar das acusações de histeria dos guardiões da máquina de relações públicas da comunidade gay, estão matando pessoas demais." Ele lista um número perturbador de amigos, colegas e pessoas gays na vista pública que lutaram com vícios e dependências e tiraram suas próprias vidas.

(Bill Whatcott (esquerda) e Peter La Barbera. O Sr. Whatcott foi preso no Canadá em 2018 por distribuir pacificamente literatura que alguns homossexuais acharam ofensiva. Os homossexuais radicais desprezam os cristãos bíblicos e querem que eles sejam silenciados. Como todos os radicais, eles detestam a liberdade de expressão.)

As estatísticas são de fato alarmantes. De acordo com a pesquisa Stonewall em 2014, 52% das pessoas jovens LGBT reportam que em algum ponto já feriram a si mesmos; uma chocante porcentagem de 44% já consideraram o suicídio; e 42% buscaram assistência médica para aflição mental. O abuso de álcool e drogas são frequementemente formas prejudiciais de auto-medicação para lidar com essa aflição subjacente. Um estudo recente da LGBT Foundation verificou que o uso de drogas entre pessoas LBGT é sete vezes maior do que na população geral, o abuso ocasional de bebida alcoólica é duas vezes mais comum entre homens gays e bissexuais e a dependência química é significativamente mais alta.

Há dor e afilição imensas no relato do Sr. Jones a respeito das vidas de muitos homossexuais na Grã-Bretanha. Sem dúvida isto reflete uma realidade similarmente trágica em muitas outras partes do mundo, incluindo os EUA. Infelizmente, como Matthew Todd (a quem ele cita), ele lança a culpa por tudo isto em outras pessoas:

"O problema que as pessoas gays têm não é sua sexualidade, mas, ao contrário, a atitude da sociedade em relação a ela... nossa experiência de crescer em uma sociedade que ainda não aceita plenamente que as pessoas possam ser qualquer outra coisa do que heterossexual..."

Em vez de tentar refutar esse erro de diagnóstico, veremos primeiro o que as pessoas estão realmente fazendo contra si mesmas.

Promiscuidade

Em sua obra influente, Homosexualities: A Study of Diversity Among Men and Women (Homossexualidades: Um Estudo da Diversidade Entre Homens e Mulheres) (1978), os autores A. Bell and M. Weinberg reportaram que 83% dos homens homossexuais no estudo deles tiveram 50 ou mais parceiros durante suas vidas; 43% tiveram 500 ou mais; 28% tiveram 1.000 ou mais.

Embora essas estatísticas sejam questionadas pela comunidade homossexual, principalmente por serem muito reveladoras, elas são confirmadas por muitos outros estudos.

Bell & Weinberg também reportaram que 70% dos homossexuais admitiram terem sexo em somente uma ocasião com mais de 50% de seus parceiros. Isto mostra que o sexo promíscuo com estanhos é extremamente comum entre a comunidade "gay". [Continuarei a usar a palavra "parceiros" no mesmo sentido que esses acadêmicos estão usando, embora isto seja um tanto enganoso. Um(a) parceiro(a) é normalmente alguém que conhecemos e respeitamos, alguém com quem formamos um relacionamento e sobre quem sabemos muita coisa. Entretanto, esses "parceiros gays" são, em sua maioria, indivíduos anônimos, que após o encontro furtivo nem poderiam ser reconhecidos no dia seguinte.]

De acordo com Western Sexuality: Practice and Precept in Past and Present Times (1985) de M. Pollak, "poucos relacionamentos homossexuais duram mais do que dois anos, com muitos homens reportando centenas de parceiros ao longo da vida."

A maioria dessas estatísticas foi compilada antes de os líderes radicais do movimento homossexual perceberem que iriam prejudicar as tentativas de "normalizar" seu estilo de vida. Os ricos patrocinadores que estão por trás do movimento "gay" parecem ter exercido pressão sobre o estamento médico para ignorar ou minimizar esse alarmante efeito da promiscuidade. Até o CDC (Centro de Controle de Doenças nos EUA), que está obrigado por seus estatutos a alertar o público a respeito dos novos e emergentes vetores de doenças, está em grande parte calado sobre o assunto.

Um estudo no Journal of Sex Research (1997). de P. Van de Ven et al descobriu que o intervalo modal, ao longo de uma vida, para o número total de parceiros sexuais era de 101 a 500. [Intervalo modal significa o valor em um conjunto de números que ocorre mais frequentemente. Portanto, a maioria dos homens mais velhos homossexualmente ativos tem entre 101 e 500 parceiros sexuais durante sua vida.] O mesmo estudo descobriu que 10% a 15% dos homossexuais tiveram mais de 1.000 parceiros sexuais ao longo de suas vidas.

Como muitos autores e comentaristas já observaram, não apenas acadêmicos, a promiscuidade é a norma entre os homossexuais. O sexo casual com estranhos é uma compulsão universal. As seguintes seções lançarão mais luz sobre esse fenômeno profundamente perturbador.

Fidelidade

Há muito tempo que a comunidade homossexual argumenta que parceiros compromissados devem receber a permissão de contrair casamentos civis juridicamente legais. Muitos países agora permitem isto. Por exemplo, para nossa vergonha, o povo da Irlanda votou majoritariamente em 2015 para conceder status "marital" às uniões homossexuais. Entretanto, poucos homossexuais têm interesse em comprometimento e aqueles que têm preferem entrar em um acerto "aberto" que permita a cada um deles buscar atividade sexual ocasional com outros parceiros.

Os estudos mostram que somente 4% dos homossexuais são "casados" (ou coabitam em um relacionamento similar ao casamento). O número correspondente para as lésbicas é de 6%.

A promiscuidade dos homossexuais não desaparece quando eles entram em relacionamento de coabitação. Muitos estudos mostram que o desejo de seguir a vida sem um rumo definido é tão forte que virtualmente todo relacionamento será marcado por traições.

Os autores homossexuais de After the Ball (1989) dizem: "Os homens gays são cínicos a respeito do amor precisamente por que estão tão desapontados por ele, precisam tão tremendamente dele, e estão tão receosos que agora é tarde demais." Esta é uma importante observação feita por autores que estão muito familiarizados com a cena homossexual.

Os autores mostram que a maioria dos relacionamentos homossexuais com coabitação é de curta duração, raramente durando mais do que três anos. Sachir & Robins — Male & Female Sexuality (1973) — verificaram que o relacionamento homossexual masculino com coabitação dura em média de dois a três anos. Mesmo quando ambos os parceiros afirmam desejar estabilidade e fidelidade, eles parecem continuamente estar a procura de algo melhor.

Como o autor homossexual William Aaron declarou em seu livro autobiográfico, Straight: "Na vida gay, a fidelidade é quase impossível. Como parte da compulsão da homossexualidade parece ser uma necessidade da parte do homossexual de 'absorver' a masculinidade de seus parceiros sexuais, ele precisa estar constantemente a procura de novos parceiros."

Isto é confirmado por Bell & Weinberg (1978) que verificaram que somente 1% dos homens sexualmente ativos tiveram menos que cinco parceiros sexuais em suas vidas, enquanto Pollak (1985) verificou que os homens gays têm "uma média de várias dezenas de parceiros por ano" e "algumas centenas ao longo da vida". Ele se sentiu forçado a descrever o estilo de vida homossexual como "um comportamento de tremenda promiscuidade".

Estas estatísticas sugerem fortemente que os homossexuais têm grande dificuldade no relacionamento um com o outro e não apenas com a comunidade como um todo. Os relacionamentos mútuos deles, na extensão em que duram, são em grande parte narcisistas e de exploração, caracterizados principalmente por um desejo ardente por novos encontros sexuais e pela expectativa emocional que os precedem.

Os autores homossexuais Kirk e Madsen captaram essa triste realidade — After the Ball (1989) — quando observaram que "... aqueles que não são atraentes têm pouco ou nenhum sucesso nos bares... embora tenham uma longa série de encontros sexuais, eles têm grande dificuldade em criar amizades duradouras com seus congêneres narcisistas, maliciosos e que os rejeitam."

Claramente, o desejo de manter um relacionamento por todos os meios possíveis precisa explicar a frequência dos casamentos "abertos" entre os homossexuais, em que os parceiros concordam com um conjunto mútuo de regras para conduzir seus casos fora do relacionamento. Por exemplo, essas regras podem restringir o contato carnal com outro homossexual ao sexo oral ou à masturbação. Em casos assim, a infidelidade acontece somente quando um deles se envolve em penetração anal com um terceiro. [Não estamos inventando isto.]

A traição é comum. Um estudo descobriu que, em relacionamentos que tinham durado pelo menos cinco anos, 90% tiveram sexo fora do relacionamento. McWhirter & Mattison, ambos os quais eram homossexuais, publicaram os resultados de um estudo em 1985 — The Male Couple — que verificou que dos 100 ou mais casais no estudo que estavam juntos há mais de cinco anos, nenhum deles era sexualmente monogâmico ou exclusivo.

Práticas Sexuais

Discutimos a promiscuidade e fidelidade antes de tratar a conduta sexual dos homossexuais. A mecânica da interação carnal deles, que é bastante repulsiva para a pessoa mediana, não deveria desviar a atenção do fato grave que, com base em promiscuidade somente, o estilo de vida homossexual é seriamente anormal. Qualquer grupo de pessoas — mesmo se elas fossem 100% heterossexuais — seriam classificadas como emocionalmente aberrantes em qualquer escala de normalidade se tivessem de 100 a 500 "parceiros" sexuais ao longo de suas vidas.

Se levarmos isto um passo além e levarmos em conta os múltiplos riscos associados com o sexo homossexual — em todos seus aspectos — e os tipos de atividade que os homossexuais acham prazeirosas e emocionalmente compensadoras, o quadro que aparece é ainda mais perturbador.

Penetração Anal

Os estudos mostram que mais de 90% dos homens homossexuais praticam o intercurso anal. Eles não estão se beijando e acariando como em "Will & Grace", mas sodomizando um ao outro. A comunidade homossexual, que gosta de se vangloriar que eles são "assumidos e orgulhosos" é extremamente sigilosa a respeito da alta incidência de sodomia entre os homens gays de todas as idades. Os líderes da revolução tomam grande cuidado para manter todas as referências a esse ato horrível longe do discurso público. Em vez disso, eles tentam torná-lo análogo à cópula que ocorre em um casamento normal. Mas, isto é uma grosseira e má representação daquilo que realmente está acontecendo.

Sob qualquer perspectiva de julgamento, o sexo anal é perigoso, especialmente para o participante passivo. Descrever esse ato violento como um modo natural de expressar amor por outra pessoa deve certamente ser considerado como uma das enganações mais grotescas de Satanás. Para o participante que é penetrado, especialmente em um ambiente de clube com piscinas e sauna, isto é um ato de sadismo e dominação, infligir dor e humilhação para gratificação pessoal. Para o participante passivo, esta é, sem dúvida, uma das formas mais degradantes e auto-depreciativas de comportamento humano. A habilidade persuasiva dos propagandistas gays é revelada pelo fato de eles terem conseguido convencer o público que o ato perverso da sodomia entre dois homossexuais é, de algum modo, equivalente ao intercurso normal entre um homem e sua mulher.

Durante centenas de anos, documentos e estatutos de política pública se referiram à penetração anal de um homem por outro como "ato detestável e nefando da sodomia, cometido com outro homem, ou com um animal" (Estatuto Inglês de 1533). Infelizmente, a Elite luciferiana virou isto de cabeça para baixo! Em um mundo agora envolto em trevas espirituais, o ato detestável e abominável da sodomia é agora considerado por muitos como uma expressão de "amor".

Alguém poderia pensar que homossexuais que entraramem um relacionamento de amor e compromisso teriam tanto respeito um pelo outro que nunca sonhariam em realizar um ato desse tipo com a pessoa amada. Mas, isto está longe de ser o caso. Os estudos mostram que mais de 70% dos casais homossexuais masculinos praticam o intercurso anal com penetração (veja, por exemplo McWhirter & Mattison (1984).

The Gay Report: Lesbians and Gay Men Speak Out about Sexual Experiences and Lifestyles (Relatório Gay: Lésbicas e Homens Homossexuais Falam Abertamente Sobre Experiências Sexuais e Estilos de Vida) (1979) de Karla Jay & Allen Young reportou que, entre os homens homossexuais —

99% praticavam sexo oral
91% praticavam sexo anal
82% praticavam anilíngua (ou anilingus)
22% praticavam fisting
23% praticavam banhos dourados (urofilia)
4% praticavam coprofilia (fezes).

Muitas pessoas não estarão familiarizadas com esses termos, o que não é surpreendente, pois — mesmo depois que são explicados — eles soam bizarros demais para serem verdade.

Anilíngua (anilingus) é uma prática muito comum entre homens homossexuais (e também mulheres). Ela consiste em lamber o orifício anal do parceiro(a). É difícil para uma pessoa normal compreender como essa atividade tão bizarra e arriscada para a saúde pode ser "prazeirosa" para os participantes. Entretanto, isto mostra, junto com outras práticas que ainda teremos de descrever, que o estilo de vida homossexual envolve a sexualização do comportamento que é a antítese da afeição.

"Não querem ordenar as suas ações a fim de voltarem para o seu Deus, porque o espírito das prostituições está no meio deles, e não conhecem ao SENHOR." [Oséias 5:4].

Fisting

Jay & Young verificaram que 22% dos homossexuais envolvem-se em uma prática conhecida como fisting. Isto envolve a inserção da mão de um homossexual no canal anal do outro, normalmente até o punho. Esta é uma atividade tão obscena e perigosa que precisamos nos perguntar por que a profissão médica não a condena em alto e bom som? E por que a mídia deixa de alertar o público sobre seu uso frequente por um número significativo de homossexuais — ou ao fato que esse tipo de prática perversa exista?

Estas questões são fáceis de responder. Tanto o estamento médico e a grande mídia estão trabalhando para normalizar a homossexualidade. Eles são cúmplices em todo este programa.

Quando a Associação Psiquiátrica Americana retirou sua classificação da homossexualidade como uma doença mental em 1973, ela estava marchando em sincronia com a Nova Ordem Mundial. É irônico que a mania de acumular coisas seja classificada como um distúrbuio mental na edição atual da DSM, mas uma pessoa forçar sua mão a entrar no reto de outra pessoa não é.

As duas outras atividades listadas — os banhos dourados (urofilia) e coprofilia — envolvem a sexualização dos atos de urinar e de defecar, respectivamente. Não faremos comentário algum sobre isto.

Quando Yuri Bezmenov, um alto dissidente da KGB, revelou em 1983 que as autoridades soviéticas, em conjunto com colaboradores em cargos de alto nível no Ocidente, estavam usando a "desmoralização" para conquistar os EUA dentro de uma geração, poucos acreditaram nele. Em uma de suas palestras ele se referiu à Arte da Guerra, de Sun Tzu, que foi escrito 2.500 anos atrás. Os soviéticos estavam usando o método de subversão descrito por Sun Tzu, onde um inimigo é derrubado, não por ataque direto, mas solapando suas defesas a partir de dentro. O processo é lento, porém extremamente eficaz. Dentro de uma geração uma nação pode ser treinada a pensar que o certo é errado e que o branco é preto. Isto soa familiar para você? Esse programa de subversão teve início logo após a Segunda Guerra Mundial e continua sem interrupção desde então. Eles precisam estar rolando de rir na Praça Vermelha, ao saberem que homens americanos jovens e saudáveis estão agora praticando fisting uns nos outros, brincando com excremento e casando-se uns com os outros, tudo com a bênção de um segmento considerável da população.

O programa deles funcionou? O que você acha?

Abuso do Parceiro

Múltiplos estudos já confirmaram que os relacionamentos homossexuais e lésbicos têm uma grande incidência de abuso do parceiro doméstico, seja na coabitação ou em casamento. Por exemplo, as estatísticas do Departamento de Justiça dos EUA sobre violência de parceiro doméstico (de 2009) revelam que 11,4% das lésbicas (comparado com 0,26% de mulheres heterossexuais casadas) e 15,4% dos homens homossexuais (comparado com 0,05% de homens heterossexuais casados) experimentam violência do parceiro íntimo. Essas relações são bastante surpreendentes — é 40 vezes mais provável que lésbicas abusem de suas parceiras do que mulheres heterossexuais, enquanto que a taxa para homens é simplesmente fora do gráfico. Lembre-se, estas são estatísticas oficiais do governo!

No livro Men Who Beat the Men Who Love Them: Battered Gay Men and Domestic Violence (1991), os autores D. Island e P. Letelier afirmam que, após a AIDS e abuso de drogas, a violência doméstica é o terceiro maior problema na comunidade "gay".

Outra forma de abuso do parceiro, que parece ser endêmico na comunidade homossexual, é o sexo sem proteção. Isto é normalmente excluído das estatísticas sobre violência íntima do parceiro, mas é potencialmente tão destrutivo. Os estudos mostram que entre 40% e 60% dos casais homossexuais se envolvem em sexo anal sem proteção. As implicações disto para a saúde são horríveis. À luz da promiscuidade e infidelidade que prevalece entre casais homossexuais, o risco de um deles contrair o vírus da AIDS e transmiti-lo sem saber para seu parceiro é muito alto. É difícil acreditar que pessoas que afirmam "amar" uma a outra possam se envolver nessas práticas.

A este cenário sórdido precisa ser acrescentado atividades seriamente anormais, como fisting, infligir a dor de forma deliberada e a sexualização dos atos de defecar e urinar.

Alguns comentaristas ingenuamente acreditam que o sexo anal sem proteção ocorre principalmente entre parceiros que coabitam juntos, presumivelmente com base no fato que eles são "fiéis" um ao outro, mas isto simplesmente não é o caso. O sexo anal sem proteção é comum em toda a comunidade homossexual, não apenas entre casais. Um relatório do CDC (2013) afirmou que 57% dos homossexuais masculinos tiveram sexo anal sem proteção pelo menos uma vez nos 12 meses anteriores. Isto foi um aumento dos 48% em 2005!

Se a epidemia da AIDS não tivesse ocorrido, com suas consequências indescritivelmente trágicas para centenas de milhares de homossexuais e suas famílias, essa atividade arriscada seria excessiva. Mas, mesmo após testemunhar a devastação da AIDS, que foi propagada principalmente pelo sexo anal sem proteção, a comunidade homossexual continua a praticar isto. Além disso, como mostram as estatísticas do CDC, a prática está crescendo em popularidade.

Isto é simplesmente insano. Por que qualquer grupo de pessoas se comportaria desse modo? Sem dúvida, existe algo inatamente destrutivo dentro da mentalidade homossexual.

Os homens efeminados sofrem assédio moral e abuso na sociedade há várias gerações, até mesmo por parte daqueles que professam serem cristãos Algumas vezes esse abuso foi feito em nome da religião. Mas, em todos os casos, ele era vergonhoso, causando imensa aflição e sofrimento para as vítimas. Muitos tiraram a própria vida como resultado disso. Quando a comunidade homossexual deplora o tratamento que frequentemente lhes foi dado no passado, eles estão plenamente justificados em fazerem isso.

Entretanto, é um fato trágico que as vidas de mais homossexuais são destruídas hoje em um único ano por outros homossexuais do que foram prejudicadas pela sociedade nos últimos 50 anos. A comunidade gay não quer admitir que a maior ameaça ao bem-estar de um homossexual vem dos outros homossexuais. As estatísticas mostram isto — repetidamente. Eles contraem doenças debilitantes e fatais de outros homossexuais, são surrados e sofrem abuso verbal de outros homossexuais, são levados para a dependêncida de drogas perigosas por outros homossexuais, participam com outros homossexuais em diversas atividades sexuais — como a busca de um novo parceiro, fisting e sadomasoquismo — o que causam danos de longo prazo à saúde física e mental deles.

Clubes com Piscinas e Saunas Sexuais

Poderíamos ter lidado com os clubes com piscinas e saunas sexuais na seção sobre a promiscuidade, mas eles realmente merecem ser tratados como um tópico próprio. Os serviços fornecidos ou facilitados pelos clubes com piscinas e saunas sexuais redefinem aquilo que normalmente compreendemos por comportamento promíscuo. A palavra promiscuidade simplesmente não representa tudo o que acontece nesses lugares, a não ser que outra palavra seja acrescentada — prostituição. Entretanto, um(a) prostituto(a) normalmente é remunerado(a) por seus serviços, porém os clientes submissivos dos clubes com piscinas e saunas sexuais permitem que eles próprios sejam explorados sexualmente — prostituídos — sem receberem pagamento. Os clientes dominadores ou machões, por outro lado, querem sodomizar o maior número de vítimas indefesas quanto puderem, especialmente aquelas que forem mais atraentes.

Se isto parece muito feio, é por que realmente é muito feio. Uma sauna gay é, provavelmente, o lugar mais depravado e degradante que existe no mundo. Os líderes da "revolução homossexual" gostam de fingir que ela serve a alguma função social pragmática, mas isto é tudo parte do duplipensar, e da hipocrisia da grande mentira homossexual. Não existe amor, não existe respeito e nenhuma dignidade nesses lugares, somente a exploração grosseira e lascívia cega e impessoal. Querem seriamente que acreditemos que alguém que frequenta um clube com piscina e sauna sexual — ou se mistura socialmente com aqueles que frequentam — seja capaz de formar um relacionamento estável e amoroso com outra pessoa.

A Wikipedia diz:

"Muitos clubes com piscinas e saunas sexuais são, por razões legais, restritos para membros somente, embora a adesão esteja aberta a qualquer adulto que esteja interessado, geralmente mediante uma pequena taxa de inscrição. Ao contrário dos prostíbulos, os clientes pagam somente pelo uso das instalações. A atividade sexual, se ocorrer, não é fornecida pela equipe de funcionários do estabelecimento, mas é entre os clientes, sem o pagamento de dinheiro. Por razões legais, muitos desses clubes proíbem explicitamente ou desencorajam a prostituição e excluem os membros que sabidamente sejam prostitutos." [tradução nossa].

Masturbação Grupal

Alguns clubes de sexo até anunciam a masturbação em grupo. É difícil imaginar que algo desse tipo possa existir. Aparentemente, depois que o "espírito de prostituição" está no controle, qualquer coisa pode acontecer. Os marxistas na Praça Vermelha devem estar morrendo de tanto rir. O país antes conhecido como "América", a terra dos livres, dentro de pouco tempo cairá nas mãos deles como uma fruta podre.

Aplicativos para Facilitar a Sodomia Casual

O caráter compulsivo, narcisista e explorador do estilo de vida homossexual tem se tornado ainda mais evidente por meio do uso generalizado de aplicativos e páginas na Internet que facilitam encontros para o sexo casual homossexual. Por exemplo, Grindr, que está atualmente disponível em 196 países, é um aplicativo muito conhecido para telefones celulares, que permite que o usuário localize geograficamente outros usuários nas imediações e confira seus perfis e fotos. Em seguida, o usuário pode enviar mensagens para alguém de que ele goste e combinar um encontro para fins sexuais. Nos EUA existem atualmente mais de 4 milhões de usuários cadastrados no Grindr. Vários outros aplicativos oferecem um serviço similar, incluindo Tinder, Scruff, Happn e Jack'd.

Se esses números estiverem corretos, então mais da metade dos homossexuais nos EUA está constantemente procurando uma oportunidade de ter sexo com um estranho.

Diversas páginas surgiram na Internet para facilitar a prostituição homossexual, em que um cliente contrata os serviços sexuais de um profissional do sexo. Essas páginas parecem ser usadas principalmente por homens que não conseguem "atrair" um parceiro sexual em um aplicativo de "namoro" gay ou ao visitar um bar ou um clube com piscina e sauna sexuais.

O propósito frenético e lascivo desses aplicativos e páginas na Internet é bem expresso na frase de propaganda usada por Manhunt.com, um website para a marcação de encontros — "Qualquer homem. A qualquer tempo. Em qualquer lugar."

Problemas Físicos de Saúde

Antes de considerarmos tópicos como abuso de drogas, pornografia, sadomasoquismo e suicídio na comunidade homossexual, devemos fazer uma pausa para examinar as implicações para a saúde daquilo que já discutimos.

O culto da homossexualidade depende fortemente da ideia que "Aquilo que dois ou mais adultos consensuais fazem na privacidade é algo somente da conta deles." Mas, isto é falso. Se dois ou mais adultos consensuais estiverem assistindo pornografia em privacidade, isto é certamente uma questão de preocupação para o restante da comunidade. Da mesma forma, se dois ou mais adultos consensuais estiverem envolvidos em atividades que são potencialmente prejudiciais para a sociedade como um todo, então devemos nos preocupar com isso também. A homossexualidade é uma questão de saúde pública e não apenas uma questão do que as pessoas fazem em sua privacidade.

Os homens que praticam sexo com outros homens têm uma probabilidade 13 vezes maior de contraírem MRSA — uma infecção bateriana para a qual não existe tratamento. Os homens homossexuais são os principais transmissores dentro da sociedade do HIV, hepatite, sífilis e outras doenças sexualmente transmissíveis (DST) perigosas. Incrivelmente, o CDC prediz, com base nos padrões atuais de comportamento, que 1 em cada 6 homossexuais e homens bissexuais serão diagnosticados com HIV em suas vidas. Um em cada seis!

Embora o HIV possa agora ser gerenciado com um coquetel de medicamentos — o que é uma grande bênção para todos aqueles que contraíram essa pavorosa doença — uma pessoa com HIV ainda verá sua expectativa de vida (anos restantes) reduzida em um terço.

O temor de sucumbir a uma das muitas doenças às quais os homossexuais sexualmente ativos estão predispostos é uma fonte de contínua ansiedade em suas vidas. Esta é apenas uma das muitas fontes de estresse psicológico que contribuem para a saúde mental ruim dos homossexuais — o que iremos examinar agora.

"Precisamos ter como alvo a abolição da família." [Manifesto da Frente de Liberação dos Gays, 1971].

Problemas de Saúde Mental

O jornal britânico The Guardian reportou (em 21/8/2010) que Attitude, uma importante revista do 'estilo de vida homossexual' tinha observado "as preocupantes taxas elevadas de saúde mental e problemas de dependência entre homens gays". Esta foi uma rara, porém bem-vinda admissão que a comunidade homossexual sofre de problemas de saúde mental em um nível disproporcionalmente muito alto, incluindo ansiedade, depressão, pensamentos suicidas, abuso de substâncias químicas, infligir ferimentos em si mesmo, distúrbios alimentares e, como notado anteriormente, explosões de raiva na forma de abuso doméstico.

Os estudos mostram que até 42% dos homens que apresentam distúrbios alimentares (como bulimia e anorexia nervosa) identificam-se como homossexuais ou bissexuais. Esta é uma taxa 12 vezes maior do que homens heterossexuais. A taxa de alcolismo entre lésbicas mais velhas é notoriamente alta e um número muito grande sofre de níveis de depressão muito superiores à população em geral.

A Associação Psiquiátrica Americana, em uma publicação intitulada Mental Health Disparities: Lesbian-Gay-Bisexual-Transgender, 2014), declarou que entre adultos "LGBT mais velhos" —

31% tinham sintomas depressivos;
24% receberam de seus médicos o diagnóstico de ansiedade;
39% tinham pensado seriamente em tirar suas próprias vidas.

De grande preocupação é a alta incidência de suicídio. Como o ex-presidente da Fundação Americana para a Prevenção do Suicídio observou:

"Com toda sua atividade sexual e social, a 'vida gay' não fornece mais do que uma existência alienada e isolada para muitos homossexuais." – Herbert Hendin MD, ex-chefe da American Suicide Foundation, de Suicide in America' (1995).

Há muitos anos que a Dinamarca mantém um cadastro dos parceiros domésticos (uma forma anterior de 'casamento civil' para homossexuais). As mortes por suicídio por pessoas no cadastro é oito vezes maior do que a taxa dos homens heterossexuais.

Se os países mantivessem um cadastro apropriado do status LGBT, as implicações de saúde do estilo de vida homossexual seriam fáceis de quantificar. Mas, será se a máfia gay permitirá isto? Nunca.

A palavra "gay" (alegre) está carregada com ironia quando aplicada às vidas de muitos homossexuais. Inúmeras biografias mostram isto. A maioria vive uma vida de intensa introversão, narcisismo, hedonismo, nojo de si mesmo, ansiedade e depressão. Isto é inacreditavelmente triste. Não há outra palavra para isto.

Como pode alguém adotar esse tipo de estilo de vida? Esta é uma questão que será tratada posteriormente.

Abuso de Drogas

O jornal britânico The Independent (2012) reportou que o uso de drogas era sete vezes maior entre gays do que entre a população em geral. Um estudo longitudinal em Boston (1985-1988), que examinou as vidas de mais de 400 homossexuais, descobriu que 80% deles fazia uso de drogas e mais do que a metade fazia uso de cocaína. As consequências dessa dependência generalizada somente podem ser imaginadas.

Já citamos Matthew Todd, o autor homossexual de Straight Jacket (Camisa de Força), que falou de forma muito honesta sobre estas questões:

"Níveis desproporcionalmente altos de depressão, infligir ferimentos em si mesmo e suicídio, problemas não incomuns com intimidade emocional... e como uma pequena, porém significativa subcultura de homens que estão usando, alguns injetando, drogas seriamente perigosas, que a despeito de acusações de histeria dos guardiões da máquina gay de relações públicas, estão matando um número muito grande de pessoas."

Observe estas palavras — "os guardiões da máquina gay de relações públicas". Esses são os radicais, a "máfia gay", que controla o movimento.

O uso generalizado de drogas parece também ser responsável pela ocorrência muito alta da exposição dos homossexuais ao risco na forma do sexo sem proteção. As drogas embotam a capacidade de julgamento da pessoa e promove comportamento descuidado, até mesmo entre aqueles que são mais prudentes e que possuem discernimento.

As drogas também são amplamente usadas pelos homossexuais para "apimentar" suas vidas sexuais. Como as vidas de muitos homossexuais gira em torno do sexo, eles fazem de tudo o que podem para se prepararem para a experiência e prolongá-la o máximo possível. Uma das drogas favoritas para esse propósito é a metanfetamina, que é usada como um energético para as festas com sexo durante a noite toda. Essa droga atua como um estimulante e afrodisíaco potente que pode manter uma sensação de euforia por até oito horas. A euforia e a hiperatividade produzidas por essa droga criam uma forte dependência e um número crescente de homossexuais está fazendo uso dela.

Conforme já observamos, como os homossexuais estão imensamente preocupados com sua aparência física e atratividade para os outros homossexuais, muitos desenvolvem distúrbios alimentares como bulimia e anorexia nervosa. Entretanto, muitos também são usuários regulares de esteroides e se submetem a um programa infindável de exercícios físicos, musculação e levantamento de pesos para desenvolverem o tipo de corpo "ideal". Como o uso prolongado de esteroides pode ser prejudicial, isto precisa contar como mais um risco à saúde dos homossexuais.

(O Dr. Paul Church durante sua palestra "As Grandes Mentiras e o Custo de Dizer a Verdade", que tratou como o estamento médico ignora propositadamente os perigos do comportamento LBGT e pune aqueles que falam abertamente (4 de setembro de 2017). Ele próprio foi demitido de seu emprego por advertir sobre as implicações do estilo de vida homossexual para a saúde. Ele está segurando um exemplar de um trabalho escrito pelo Dr. J. R. Diggs, The Health Risks of Gay Sex (Os Riscos para a Saúde do Sexo Gay) (2002), que foi, provavelmente, o primeiro trabalho desse tipo a destacar a verdadeira natureza do estilo de vida homossexual.

BDSM — Amarrar, Disciplinar, Sadismo e Masoquismo

Outra forma de infligir sofrimento a si mesmo que é praticada pelos homossexuais, conhecida como BDSM (Bondage, Discipline, Sadism, Masochism), merece ser tratada como uma categoria própria. Uma forma ritualizada de abusar de si mesmo, em que a dor é sexualizada, BDSM está crescendo em popularidade. Os homossexuais que não conseguem mais obter satisfação sexual com outras atividades gays frequentemente recorrem ao BDSM. Kirk & Madsen (After the Ball — 1989) tocaram neste assunto quando disseram: "À medida que a pessoa ganha experiência, o sexo sabor baunilha tradicional com um parceiro torna-se familiar, sem graça e enfadonho, sem a capacidade de causar estímulo."

Algumas das atividades de BDSM que alguns homossexuais comumente praticam são tão extremas e perturbadoras que simplesmente não podemos descrevê-las. Em algum ponto os participantes deixam de atender até aos padrões mínimos de bem-estar mental. Entretanto, a Associação Psiquiátrica Americana diz que os praticantes das formas mais violentas de BDSM não são considerados perturbados mentalmente até que não tenham mais a capacidade de exercer um trabalho. A instituição profissional que mais deveria condenar a BDSM virtualmente a ignora.

BDSM e infligir dor geramente são muito mais comuns entre os homossexuais do que comumente se acredita. Como Judith Reisman disse: "The Advocate, a revista mais antiga para o público homossexual, reporta que um mínimo de 75% de seus leitores admite praticar sexo violento; 20% pratica a 'amarração e disciplina' sadista e 55% praticam outros atos sexuais usando objetos que causam dor.

O uso de fantasias de sado-masoquismo que se vê nas Marchas do "Orgulho Gay" tem o propósito de cegar o público para o que realmente é BDSM. A forma desinfetada que é mostrada nas fantasias está muito longe da realidade brutal de uma câmara de sado-masoquismo, onde um ser humano sujeita outro ser humano a um tratamento degradante e humilhante, frequentemente envolvendo dores excruciantes e derramamento de sangue. Satanás deve com certeza estar satisfeito em ver crianças nessas marchas, acompanhadas por seus pais irresponsáveis e sem discernimento, olhando espantadas todo aquele espetáculo.

De modo a normalizar algo que é patentemente demoníaco, a Elite inventou um modo inteligente de propagar a mensagem. Os aliados corruptos no sistema judiciário tiram proveito das leis que proíbem a discriminação para forçar a grandes redes hoteleiras a sediar convenções de BDSM. Como essas próprias redes são de propriedade da Elite, a cumplicidade é garantida. Como resultado, as redes de hotéis Hilton, Hyatt, Marriott e Sheraton, entre outras, já permitiram que a comunidade BDSM usasse seus prestigiosos estabelecimentos para apresentar sua sórdida mensagem como algo "normal". Por exemplo, o hotel Sheraton, em Atlanta, EUA, sediou um "festival" em 2013 que incluia oficinas sobre como "cortar", "técnicas avançadas de agulhas", "bricadeiras com fraldas", "chicotear" e muitos outros tópicos vulgares demais para mencionar.

Se você pensa que a mensagem BDSM não está alcançando o público, pense novamente. Um dos livros que alcançou maior sucesso de vendas recentemente foi Cinquenta Tons de Cinza. A celebração sórdida do sadomasoquismo vendeu 125 milhões de exemplares em 52 idiomas. Ele foi o livro que mais vendeu rapidamente em toda a história na Grã-Bretanha — o que mostra o quão profundamente a nação está imersa na ideologia luciferiana.

Pornografia

Se a homossexualidade é um estilo de vida baseado em um comportamento que causa dependência, então uma de suas principais dependências é a pornografia. A assim chamada pornografia gay está entre as mais obscenas nas prateleiras. De fato, grande parte dela é tão perversa que precisa ser vendida somente no balcão ou então on-line. Os homossexuais devoram esses materiais, tanto individualmente quanto em grupos. Como os homens são muito mais facilmente estimulados pelas imagens pornográficas do que as mulheres, a comunidade gay masculina usa a pornografia como um estimulante ou afrodisíaco sexual regularmente. Materiais desse tipo vendem em quantidades tão grandes que é duvidoso se 1% dos homossexuais deixa de consumi-los.

Uma proporção significativa da pornografia "gay" apresenta adolescentes. Esses rapazes são recrutados bem cedo e treinados para atuar diante das câmeras. Os vídeos deles produzem lucros imensos para seus produtores. Sem qualquer surpresa, esses atores são cada vez mais jovens, até o ponto em que é impossível traçar uma linha clara entre fantasia homossexual e a pedofilia.

Gay Times é uma revista repleta de anúncios de vídeos de pornografia gay, frequentemente enfatizando a juventude dos modelos. ("Just Eighteen", "Boyz 4 Men", "Boy babe fantasies", "Euroboy", "luxúria jovem e suave", "Euroboy sauna", e assim por diante.)

Excerto de Homosexuality and Young People, 1998. [Isto foi 20 anos atrás. Como deve estar a situação agora?]

Incidência do Envolvimento na Pedofilia

Os encarregados pelas relações públicas que gerenciam a imagem pública da "comunidade gay" têm tido o cuidado de estorvar todas as tentativas de discutir em um foro público a ligação muito óbvia entre o comportamento homossexual e a pederastia (contato sexual com meninos e adolescentes entre 12 e 17 anos). Durante os últimos 2.000 anos a "homossexualidade" referia-se principalmente à pederastia e muitos ícones "gays" do passado foram pederastas. [A partir de uma perspectiva histórica, é provável que muitos ataques de justiceiros e vingadores contra conhecidos pedófilos expliquem os muitos assaltos registrados contra "homossexuais". As vítimas desses ataques têm todo o incentivo para se apresentar como homossexuais, em vez de como pedófilos.].

Um número incontável de homossexuais admite ter fantasias sexuais frequentes envolvendo meninos e adolescentes menores de 18 anos. Muitos também reportam que sua primeira experiência sexual foi um encontro não consensual com um pedófico, enquanto eles ainda eram adolescentes (ou crianças).

Como Michael L. Brown observou em seu excelente estudo da homossexualidade — A Queer Thing Happened to America (2011) — os pedófilos estão usando virtualmente os mesmo argumentos hoje que os homossexuais usaram no passado para legitimar seu comportamento (Veja o Cap. 7 do livro dele).

Muitos homossexuais apoiam o movimento para reduzir a idade de consentimento para 14 anos. Eles estão até adotando o eufemismo "Minor Attracted Person" (MAP, ou Pessoa Atraída por Menores) para se referir aos pedófilos, desse modo sugerindo que esta é uma condição psiquiátrica válida e que merece nossa simpatia.

Não há absolutamente dúvida alguma que a Elite luciferiana está agora voltando sua atenção para a "normalização" da pedofilia.

Fatores Causais

Nenhum estudo da homossexualidade deveria deixar de tratar os fatores que induzem os rapazes e moças a adotarem o estilo de vida homossexual. O lóbi gay conseguiu convencer o mundo que a atração ao mesmo sexo é uma disposição inata, que o indivíduo "nasceu daquele jeito" e que qualquer tentativa de "reorientar" uma pessoa homossexual é cruel e sem sentido.

Um número surpreendente de cristãos acredita nessas mentiras. E isto é o que elas são, mentiras. Elas foram fabricadas pelo movimento homossexual radical como parte de uma estratégia de fazer a sodomia parecer legítima ou de corrente dominante. Um livro que já citamos diversas vezes — After the Ball (1989), dos autores homossexuais Kirk & Madsen — até se vangloria que esta era uma parte fundamental do plano deles.

Eles tinham anteriormente exposto sua estratégia para "tornar a América gay" em um ensaio publicado em 1987 com o título The Overhauling of Straight America. Aqui estão algumas citações diretas daquele ensaio. Elas falam por si mesmo.

Você pode se esquecer que tentar persuadir as massas que a homossexualidade é uma boa coisa. Mas, se você somente puder fazer com que eles pensem que isto é apenas outra coisa, com uma contração de seus ombros, então sua batalha por direitos jurídios e sociais está virtualmente ganha...

Uma campanha de mídia de larga escala será necessária de modo a modificar a imagem de gays na América. E qualquer campanha para realizar essa virada deve fazer seis coisas...

1. Falar sobre gays e homossexualidade o mais aberta e frequentemente quanto possível.

... Conversas frequentes criam a impressão que a opinião pública está no mínimo dividida sobre o assunto, e que um segmento considerável aceita ou até pratica a homossexualidade... Nos estágios preliminares de qualquer campanha para alcançar a America heterossexual, as masssas não devem ser chocadas ou repelidas pela exposição prematura ao comportamento homossexual. Ao revés, as imagens de sexo devem ser minimizadas e os direitos dos gays devem ser reduzidos a uma questão social abstrata o tanto quanto for possível...

Quando as igrejas conservadoras condenam os gays, existem somente duas coisas que podemos fazer para contradizer a homofobia dos cristãos verdadeiros. Primeiro, podemos usar conversas para turvar as águas morais. Isso significa publicizar o suporte aos gays pelas igrejas mais moderadas, levantando objeções teológicas sobre as interpretações conservadoras dos ensinos bíblicos, e expondo o ódio e a inconsistência. Segundo, podemos solapar a autoridade moral das igrejas homofóbicas, retratando-as como antiquadas, terrivelmente fora de sintonia como os tempos e com as últimas descobertas da psicologia.

2. Retratar os gays como vítimas, não como questionadores agressivos.

... Em qualquer campanha para conquistar o público, os gays precisam ser apresentados como vítimas que necessitam de proteção para que os heterossexuais fiquem inclinados por reflexo a assumirem o papel de protetores.

... Primeiro, a sociedade dominante precisa ouvir que os gays são vítimas do destino, no sentido que a maioria nunca teve uma escolha de aceitar ou rejeitar sua preferência sexual.

... Para este fim, as pessoas que aparecerem na campanha pública devem ser decentes e íntegras, agradando e sendo admiráveis pelos padrões heterossexuais, irrepreensíveis em sua aparência — em uma palavra, devem ser indistinguíveis dos heterossexuais que queremos alcançar.

... A segunda mensagem retrataria os gays como vítimas da sociedade.

3. Dar aos protetores uma causa justa.

Nossa campanha não deve exigir o suporte direto para as práticas homossexuais, em vez disso, deve tomar a antidiscriminação como seu tema.

... É especialmente importante para o movimento gay vincular sua causa com os padrões aceitos de lei e justiça...

4. Fazer os gays parecer bons.

... A campanha deve retratar os gays como pilares superiores da sociedade. Sim, sim, sabemos — este truque é tão antigo que chega a ranger... Depois de bem pouco tempo, uma campanha de mídia competente e inteligente poderia fazer a comunidade gay parecer como a verdadeira fada madrinha da Civilização Ocidental.

... retratar os gays como inocentes e vulneráveis, vitimizados e malcompreendidos, surpreendentemente numerosos, porém não ameaçadores.

5. Fazer os vitimizadores parecerem maus.

Nosso objetivo aqui é duplo. Primeiro, queremos substituir o orgulho que se vê como correto da corrente dominante a respeito de sua homofobia pela vergonha e culpa. Segundo, queremos fazer os antigays parecerem tão repugnantes que os cidadãos americanos medianos quererão evitar se associar com eles.

6. Solicitar fundos: O dinheiro para aqui.

Qualquer campanha maciça deste tipo requerer gastos sem precedentes durante meses ou até anos — uma busca sem precedentes por financiamento.

Não há nada nisto tudo a respeito do comportamento homossexual! Tudo é uma questão de abstração — justiça social para uma minoria oprimida. Quando a mensagem foi empacotada desse modo, o público foi enganado. Eles se esqueceram que o comportamento dessa minoria é intrínsico em sua identidade. A longa ladainha de fatos perturbadores delineada acima — relacionada principalmente com comportamento grosseiro e não natural que o público nunca vê — foi colocado de lado, não somente por Kirk & Madsem, mas pela máquina da grande mídia que veio atrás deles.

"Nasci Deste Jeito"

O argumento "nasci deste jeito" foi elevado até o ponto em que parece não ser natural não ser abertamente gay se você "nasceu deste jeito". Eles devem ser "assumidos e orgulhosos", pois são exatamente como Deus os criou. Os cristãos que tentaram reagir a esse argumento ridículo foram acusados de interpretar incorretamente a Bíblia e perder de vista a grande verdade que Jesus amou a todos. (Para uma discussão daquilo que a Bíblia realmente ensina sobre a homossexualidade, veja nosso ensaio anterior sobre este tópico.)

Muitos ativistas homossexuais não enfatizam mais o argumento "nasci deste jeito". As tentativas deles de provar isto em alguma maneira científica aceitável não levam a parte alguma. Hoje, eles ensinam, ao revés, o princípio amplo da fluidez de gênero — alinhados com o programa de destruição de gêneros que está sendo promovido pela Elite. O argumento "nasci deste jeito" tinha servido ao seu propósito, permitindo ao movimento homossexual introduzir uma série de leis que colocam a "orientação" deles no mesmo nível social, moral e judicial que os heterossexuais.

As tentativas repetidas de encontrar uma base genética para a atração ao mesmo sexo não chegaram a nada. Gêmeos idênticos deveriam exibir esse comportamento, mas não há uma correlação significativa. As tentativas de encontrar algum tipo de explicação "no útero", como desequilibrios hormonais durante uma fase crítica do desenvolvimento foram igualmente malsucedidas. O argumento genético foi também prejudicado pelo importante (mas frequentemente suprimido) fato que muitos homossexuais, após vários anos de prática da sodomia, alternaram para um modo de vida completamente heterossexual, casaram-se e tiveram filhos.

Serão necessários anos, talvez décadas, para o público compreender que o argumento "nasci deste jeito" foi uma fraude bem-elaborada.

Talvez a refutação mais forte do argumento falso "nasci deste jeito" seja encontrado (ironicamente) em um princípio básico da genética. Um gene gay (ou um conjunto de genes gays) ocorre com frequência cada vez menor ao longo do tempo, à medida que gerações sucessivas de homossexuais produzem menos e menos descendentes. De fato, se esse gene já existiu, ele teria desaparecido depois de algumas gerações. Como a homossexualidade tem sido um aspecto do comportamento humano há milhares de anos, ela não pode ter uma base na genética.

A Causa Principal

Vamos olhar agora as causas reais. Até bem recentemente havia somente duas, porém a Elite com sagacidade criou uma terceira — que analisaremos em instantes.

A principal causa é o abuso sexual de crianças. Os estudos mostram que mais da metade de todos os homossexuais, masculinos e femininos, sofreram abuso sexual de uma pessoa mais velha enquanto eles ainda estavam na infância. Isto é mais do que sete vezes a taxa conhecida para a população como um todo. Embora esta seja uma estatística altamente relevante, o movimento homossexual tenta minimizá-la. Além disso, a taxa verdadeira pode ser bem mais alta devido ao fato de muitos casos não serem reportados e a supressão das memórias dolorosas. Muitas vítimas de abuso sexual infantil não conseguem articular a experiência até muito mais tarde em suas vidas como adultos.

Muitos estudos já mostraram que o abuso sexual infantil pode ser imensamente prejudicial ao indivíduo. Muitas vítimas desenvolvem estratégias para lidar com a dor emocional à medida que crescem, algumas das quais resultam na não desejada atração pelo mesmo sexo. Alguns que sofrem disso não se tornam homossexuais praticantes, porém muitos sim. O nojo de si mesmo que muitos homossexuais experimentam pode estar enraizado, não em sua homossexualidade, mas no trauma produzido pelo abuso sofrido na infância — que seu comportamento homossexual descuidado está mascarando.

"Foi mostrado que a molestação sexual durante a adolescência, quando transformações críticas de maturação estão ocorrendo, leva à atividade homossexual posteriormente na vida, onde o paciente identifica-se como 'naturalmente' homossexual." – P. Van Wyk e C. Geist, Psychosocial Development of Heterosexual, Bisexual and Homosexual Behaviour, Archives of Sexual Behaviour, Vol. 13, No. 6, 1984, págs. 505-544.

"90% dos homens homossexuais tiveram sua primeira experiência sexual com um homem antes de completarem 21 anos de idade, 70% antes de completarem 16 anos e 3% antes de completarem 10 anos." Estudo da SIGMA financiado pelo Departamento de Saúde, 1992. [Nota: A SIGMA é abertamente apoiadora da homossexualidade.].

Fonte: Homosexuality: The Medical, Social and Religious Implications, 1997.

A Segunda Causa

A outra causa é um pai frio e controlador. Muitos meninos têm pais que estão longe ou distantes, que têm pouco interesse em sua família e passam muito tempo fora de casa, mas não é desses pais que estamos falando. Os que causam sérios problemas emocionais para seus filhos são aqueles que se recusam a reconhecer a masculinidade e dignidade do menino. Eles não lhe mostram afeição e estabelecem padrões que são claramente destinados a limitar sua personalidade. Um menino que cresce sob essas circunstâncias desejará um modelo de papel masculino que afirme sua masculinidade, talvez até o ponto em que durma com ele.

A maioria dos homossexuais deseja o verdadeiro amor, mas raramente o encontra. É uma existência triste e solitária. A noção que eles escolhem seu estilo de vida precisa ser temperada com o conhecimento que uma maioria significativa deles parece fazer isso em resposta a eventos emocionalmente dolorosos em sua infância e anos de formação. Esses conflitos não resolvidos — que estão frequentemente ligados ao estupro, abuso e cuidado parental disfuncional — os levam por um caminho que, de outra forma, eles poderiam não ter escolhido. Cabe a nós, como cristãos nascidos de novo, ter consideração por esse fator ao lidarmos com a comunidade homossexual e olhar com compaixão para as circunstâncias de cada indivíduo.

A Terceira Causa

A terceira causa, aquela que a Elite criou recentemente, é algumas vezes conhecida pelo nome de Distúrbio de Identidade de Gênero, ou Disforia de Gênero. Sem qualquer surpresa, como esse rótulo foi escolhido pela Elite e seus acólitos na profissão da psiquiatria, ele é deliberadamente enganoso. Isto implica que um vão orgânico na cognição apareceu na mente da criança e que ela não pode fazer a conexão de identidade de gênero correta sem assistência de fora, de modo que o psiquatra sabe-tudo vem e lhe diz quem ela realmente é — mesmo que isso envolva a remoção cirúrgica de seus genitais.

É uma ofensa criminal na Grã-Bretanha, punível com prisão, cortar o rabo de um cachorro, mas não cortar fora os órgãos genitais de um menino. Novamente, vemos evidência do vil poder hipnótico exercido pela Elite luciferiana que controla a Grã-Bretanha.

A condição conhecida como distúrbio de identidade de gênero deveria realmente ser chamada de confusão programada de gênero. Ela não é um distúrbio orgânico, mas um temor implantado na mente da criança pela literatura infantil, televisão, cinema e, mais recentemente, o currículo escolar subversivo criado para as crianças pequenas. Por meios sutis e não tão sutis, uma criança é convidada a questionar seu gênero.

Se direcionadas a uma criança de seis anos por alguém em posição de autoridade, essas questões e sugestões têm o efeito de influenciar a mente. A criança internalizará essas ideias estranhas e tentará conciliá-las com sua própria auto-imagem em desenvolvimento. Para muitas crianças, as dúvidas resultantes levarão à confusão de gênero, talvez até o ponto em que ela pense que nasceu no corpo errado. (A mudança de corpo é comum nos desenhos animados infantis, de modo que a criança já tem um modo de estruturar sua ansiedade e fazê-la parecer real.)

A Elite está colocando materiais de fluidez de gênero e mudança de gênero nos programas de televisão, filmes do cinema, canções de música popular e literatura infantil. O Parlamento Escocês aprovou uma legislação em 2014 que permite que uma terceira pessoa ("uma pessoa nomeada") levante essas mesmas questões — sem a supervisão, conhecimento ou consentimento dos pais — com crianças de apenas seis anos de idade.

Seja bem-vindo à Nova Ordem Mundial, onde crimes de modificação da mente desse tipo são rotineiramente aprovados pelo Estado. A legislação escocesa, junto com legislação relacionada com gênero igualmente subversiva em muitos outros países, é prova que esse sistema totalitário de governo já está operando furtivamente no Ocidente.

A Sexualização Satânica das Nossas Crianças Está se Intensificando

O programa luciferiano de subversão de gênero está crescendo em intensidade. Hoje, muitos adolescentes já acham que é "legal" questionar sua identidade de gênero, refletem seriamente na possibilidade que possam ser homossexuais, ou até uma menina aprisionada no corpo de um menino (ou vice-versa). Quando se considera a agitação emocional que muitos adolescentes experimentam enquanto se ajustam aos desafios apresentados por seus corpos que estão em desenvolvimento, a ansiedade adicional causada por essas questões provará ser intolerável para muitos. Eles tentarão aliviar seu estresse — e aflição — experimentando sexualmente, tanto com membros do sexo oposto e do próprio sexo. Já estamos vendo amplas evidências disto. Mas, isto tudo ficará muito pior nos próximos anos, à medida que mais jovens caírem presos na Programação da Confusão de Gênero, e isto bem cedo em suas vidas.

Antes de prosseguirmos para nossa conclusão, gostaríamos de elogiar Mary McAlister, conselheira de litigação sênior em Liberty Counsel, que durante uma entrevista publicada no YouTube em 18/4/2018 (The Dark Forces Behind the Transgender Revolution) referiu-se à porção introdutória de sua conta no Twitter, que diz:

Mary E. McAlister
@MaryEMcAlister
Esposa, mãe e advogada cristã conservadora, que procura impedir a sexualização satânica de nossas crianças e a destruição da família.

O entrevistador perguntou o que ela queria dizer com "satânica". Aqui está a resposta dela:

"É absolutamente perverso. Deus nos criou à Sua imagem. Ele estabeleceu regras para a vida que nos permitem viver vidas ricas, plenas e saudáveis... Tudo o que está acontecendo tem o objetivo de derrubar tudo isto. Bem, sabemos que faz isto. É o Maligno, Satanás e seus subordinados... Estamos em uma guerra espiritual. Não estamos lutando contra a carne e o sangue."

Obrigado, Sra. McAlister, por dizer o que dezenas de milhares de assim chamados "pastores" cristãos estão tímidos ou fracos demais para dizer!

É satânico e é "absolutamente perverso". Além disso, a não ser que os cristãos nascidos de novo acordem para a gravidade do que está acontecendo, a igreja da forma como a conhecemos deixará de existir dentro de bem pouco tempo.

O que a pedofilia e a fluidez de gênero têm que ver com a homossexualidade? Tudo. Elas são todas parte do mesmo programa satânico de subversão. As mesmas pessoas — uma cabala muito bem organizada de famílias luciferianas — estão orquestrando e financiando isto, e eles estão fazendo isto em nome e a favor do Maligno.

A confusão de gênero leva à formação de ideias sobre homossexualismo e transgenerismo. É inevitável! E a Elite sabe disso. Eles também sabem que quanto mais cedo implantarem essas ideias na cabeça de uma criança, mais danos conseguirão causar.

A Elite está fazendo isso na Rússia ou na China? É claro que não! Eles querem destruir a SUA ordem social, não a deles!

Conclusão

Os cérebros que estão por trás da revolução sexual querem que acreditemos que a comunidade homossexual é uma entidade homogênea única, mas este não é o caso. Existem realmente duas dessas comunidades. A primeira é constituída por aproximadamente 90%, ou mais, daqueles que se descrevem como homossexuais. Na maioria, esses são aqueles que os marxistas chamam de "idiotas úteis". Eles foram totalmente enganados pela mentira homossexual e passam o restante de suas vidas sob seu controle implacável, dirigidos por emoções e desejos que não conseguem controlar e frequentemente sofrendo grandemente como resultado.

O segundo grupo é formado pelo resíduo irado e repleto de ódio, que acusa a sociedade por todos seus problemas, que apresenta propaganda infindável para convencer os "90%" que eles são uma minoria oprimida, que "nasceram daquele jeito", e que nunca podem mudar. Eles fazem agitação por "direitos" que não fazem absolutamente sentido algum, como por exemplo o "casamento gay" ou o direito de ser tratado da mesma forma que todos os demais, quando claramente eles não são como todos os demais. Esse resíduo radical (a máfia gay), despreza qualquer um que não endosse seu estilo de vida e despreza o que eles chamam de "hetero-normatividade". O tipo de normalidade que eles querem impor é o "novo normal", onde todos os valores e instituições cristãos tradicionais tenham sido completamente removidos e suplantados por alternativas aceitáveis pelos homossexuais.

Em muitos aspectos a vindoura Nova Ordem Mundial será uma tirania homossexual.

Similar a uma Seita

A comunidade homossexual é similar a uma seita em que qualquer um que tente sair fica sujeito à sutil dissuasão por parte da máfia gay, onde os membros nos baixos escalões são incentivados a recrutar novos membros, onde as plenas implicações daquilo que o estilo de vida deles envolve nunca é revelado, onde os líderes exercem controle rígido sobre seus subordinados, onde os que estão fora são vistos com suspeita e até paranoia, e onde qualquer um que se atreva a criticar a seita é repreendido ou até ameaçado com retaliação.

Se os membros de uma seita como a Cientologia, digamos, se envolvessem em sodomia, fisting, masturbação grupal, anilíngua, festas sexuais com sadomasoquismo drogas, assistissem filmes com tórrida pornografia homossexual, frequentassem clubes com piscinas e saunas sexuais, sofressem com altas taxas de alcoolismo, dependência de drogas, depressão e doença mental, transmitissem doenças sérias e frequentemente fatais uns para os outros e para a população em geral, tivesse uma alta incidência violência doméstica, tivesse grande dificuldade em formar relacionamentos estáveis de longo prazo, rotineiramente infligissem dor durante o sexo, frequentemente praticasse o sexo anoa, fosse intensamente sensível às críticas de qualquer tipo, usasse aplicativos de telefones celulares inteligentes para contatar estranhos para encontros sexuais imediatos, estivesse vulnerável a desenvolver distúrbios alimentares e sofresse com uma alta taxa de ideias suicidas que muitos terminassem realmente se matando — voê ficaria grandemente preocupado. Você quereria saber como esse tipo de seita pôde ser formada e por que suas atividades não são oficialmente reconhecidas como uma ameaça tanto para a saúde pública e para o bem-estar de seus membros.

Não há um modo bonito de falar sobre a perversão e suas muitas causas, pois ela somente pode ser vista por aquilo que é quando conhecemos e amamos a verdade que Deus nos deu.

A Palavra de Deus nos diz — em nossa condição caída e pecaminosa — como devemos viver. Nunca seríamos capazes de entender isso por nós mesmos. Como a Sra. McAlister disse, "Deus nos criou à Sua imagem. Ele estabeleceu regras para a vida que nos habilitam a viver vidas ricas, plenas e saudáveis." Se nos afastarmos dessas regras por alguma razão — lascívia, soberba, ou qualquer outra coisa — precisaremos viver com as consequências. Nossas crianças também sofrerão as consequências.

A sodomia e a fluidez de gênero são uma estrada para o inferno. Os servos terreais de Satanás dirão qualquer mentira imaginável para ocultar esse fato. Se nos encurvarmos à retórica deles e diluirmos a Palavra de Deus para acomodar as mentiras deles, seremos destruídos.

É nossa tarefa como cristãos compartilhar o Evangelho com todos os perdidos. Este é o grande mandado ou comissão que Cristo entregou a cada um de nós. Não é nossa tarefa condenar os homossexuais. Simplesmente compartilhamos com eles a luz libertadora e a alegria do Evangelho, o poder salvífico da cruz. Somente o sangue de Cristo pode lidar com o pecado. A mesma misericórdia que Cristo estendeu a cada um de nós em nosso estado caído — por meio do qual nascemos de novo — também está disponível para aqueles que estão firmemente presos a qualquer uma das muitas armadilhas de Satanás.

Lembre-se da mulher encurvada que não conseguia endireitar sua coluna durante 18 anos. Depois que Jesus restaurou perfeitamente a saúde dela, Ele se voltou para a multidão e disse:

"E não convinha soltar desta prisão, no dia de sábado, esta filha de Abraão, a qual há dezoito anos Satanás tinha presa?" [Lucas 13:16].

Jesus pode soltar as amarras que nos mantêm presos, se permitirmos que Ele faça isso. É somente por meio do "arrependimento e remissão dos pecados" (Lucas 24:47) que somos colocados em liberdade.

Muitos ativistas homossexuais ficam ofendidos quando os cristãos dizem "Detestamos o pecado, porém amamos o pecador". Bem, vejamos se podemos dizer de uma forma um pouco diferente: "Destestamos a ideia que almas maravilhosas que foram criadas à imagem e semelhança de Deus estejam preparadas para colocar de lado o dom da salvação e escolher uma vida de miséria, solidão e fúteis desejos carnais."

Bibliografia

* Publicado por Comunidade Maranata, Manchester, Grã-Bretanha.

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Autor: Jeremy James, artigo em http://www.zephaniah.eu
Data da publicação: 3/9/2018
Transferido para a área pública em 4/5/2020
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/homo-2.asp