Escolha uma cor para o fundo:  

O Governo Bush Está Encarando com a Máxima Seriedade a "Redução do Vão" — Teria Era da OSS da Segunda Guerra Mundial Sido Recriada?

Recursos úteis para sua maior compreensão

Título do Livro 1


Título do Livro 2


Título do Livro 3

Os Boinas Verdes, uma força especial do Exército americano, estão se infiltrando em muitos países de toda a região do "vão não-integrado" usando a cobertura das Embaixadas americanas. Podemos esperar ver cada vez mais insurreições e tentativas de golpes nos países do Terceiro Mundo como ímpeto para levá-los ao "núcleo funcional"! (leia o artigo N1833) Os países do vão não-integrado não podem mais se sentir seguros, pois o governo Bush claramente obscureceu a distinção entre as linhas de autoridade militar e civil, sem qualquer controle ou conhecimento do Congresso.

"E ouvireis de guerras e rumores de guerras; olhai, não vos assusteis; porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim." [Mateus 24:6] Uma grande "dor do parto" para produzir o Anticristo!

A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado?

Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia-a-dia!!

Aprenda a proteger a si mesmo e aos seus amados!

Após ler nossos artigos, você nunca mais verá as notícias da mesma forma.

Agora você está na
"THE CUTTING EDGE"


Introdução — Revisão

Desde que escrevi o artigo N1833 — "A Invasão da África e de Todos os Países do Vão Não-Integrado", observei insurreições, tentativas de golpes e de insurreições que estão repentinamente inundando os noticiários. O que está acontecendo? Vimos manchetes sobre a invasão na Libéria, sobre "homens brancos fortemente armados" que subitamente apareceram no palácio do presidente haitiano para forçar Aristide a ir ao exílio, e um avião cheio de mercenários estrangeiros a caminho de executar um golpe na Guiné Equatorial fazer um pouso forçado no Zimbábue.

Estariam esses eventos, aparentemente pequenos, relacionados de alguma forma? Seriam eles parte de uma estratégia geral, ou seriam simplesmente eventos aleatórios? Acreditamos que todos são parte de uma estratégia das forças globais lideradas pelo presidente Bush, na tentativa de forçar todos os países agora incapazes de integrar o sistema econômico global a adotarem mudanças radicais para que possam se integrar. Vamos rever rapidamente nosso artigo original sobre esse assunto, N1833, dando atenção especial ao mapa fornecido.

Resumo da Notícia: "O Novo Mapa do Pentágono", Thomas P. M. Barnett, Colégio de Guerra Naval dos EUA, revista Esquire, março de 2003, págs. 174-79, 227-9.

"Nossa próxima guerra do Golfo marcará uma virada histórica — o momento em que Washington tomará posse real da segurança estratégica na era da globalização." [pág. 174].

Barnett, o autor desse artigo, é um membro do Colégio de Guerra Naval dos EUA. Segundo o raciocínio iluminista, existem apenas dois tipos de nações no mundo atual:

1. Nações que já estão funcionando no novo sistema global ou que estão clara e firmemente caminhando nessa direção — o "núcleo funcional".

2. Nações que ainda não estão funcionando no novo sistema global e pouco provavelmente farão isso num futuro previsível, a menos que sejam coagidas por tropas norte-americanas e européias, ou pela ameaça de invasão. Essas nações são chamadas de "vão não-funcional".

A estratégia que está sendo seguida pelos EUA e pela União Européia é a de "diminuir o vão". Em um sentido muito real, os EUA e seus aliados-chave estão planejando invadir os principais países da região do "vão não-integrado" para "tomar posse real da segurança estratégica" desses países. Uma vez que os EUA, a UE, a Austrália, a Indonésia, ou a Tailândia — cada país operando dentro da sua esfera de influência — tenha se apoderado de um país que invadiram, tomarão posse da "segurança estratégica" daquele país com o propósito único de forçar a economia e a cultura do país a ingressar no "núcleo funcional".

O conceito-chave é que a invasão efetiva teria de acontecer em apenas um número limitado de países dentro de cada região "não-funcional", porque os demais países naquela região entenderiam o recado e começariam imediatamente a instituir as mudanças necessárias no país para se tornarem parte do "núcleo funcional". Portanto, os EUA e a Grã-Bretanha invadiram o Iraque e estão ameaçando invadir o Irã, a Síria, o Paquistão e, possivelmente, até a Arábia Saudita. Do mesmo modo, a Austrália invadiu as Ilhas Salomão, ao passo que a Indonésia invadiu a província de Aceh. O pretexto para cada invasão efetiva era o terrorismo ou a ameaça das armas de destruição em massa; entretanto, o pretexto para cada invasão ameaçada é exatamente o mesmo — o terrorismo e/ou as armas de destruição em massa.

Entretanto, o que acontece quando um ou mais países de uma região do "vão não-funcional" se recusam a fazer voluntariamente a mudança exigida por esse plano global? Ele pode ser invadido, e certamente veremos isso acontecer mais vezes. No entanto, as invasões são eventos amplos e públicos e podem ser onerosos e causar muita desordem. Outra possibilidade levanta sua horrenda cabeça, uma possibilidade que é menos custosa e pode ser prontamente dissimulada — as operações secretas destinadas a derrubar o governo resistente, usando forças especialmente treinadas para organizar e dirigir um exército sigiloso e fomentar uma rebelião que leve a um golpe.

Tais forças são chamadas de S.A.S. na Grã-Bretanha e de "Forças Especiais" nos EUA. As forças especiais têm sua origem na Segunda Guerra Mundial e dois grupos que atuaram durante esse período foram a S.A.S. britânica (Regimento do Serviço Aéreo Especial) e a O.S.S. americana (Gabinete de Serviços Estratégicos).

Será possível que esse tipo de força esteja sendo usado neste exato momento para derrubar os regimes resistentes de modo que uma invasão efetiva não seja necessária? Permita-nos rever os fatos para que você possa formular sua própria opinião. Um primeiro passo lógico seria rever o histórico dessas forças muito especiais dos Exércitos americano e britânico na Segunda Guerra Mundial.

Um Breve Histórico das Forças Secretas Especiais

A S.A.S. britânica foi a criação de David Sterling, um jovem, ousado e pouco ortodoxo oficial britânico. Sterling foi ao Egito com o Comando Número 3, que fazia parte da unidade de forças especiais britânicas comandada pela "LayForce" do general Robert Laycock. Após essa unidade ter sido desmantelada em 1941, David e alguns de seus camaradas do comando desenvolveram o conceito de criar uma pequena força que pudesse ser lançada muito além das linhas inimigas. Tal unidade seria altamente treinada para operar com recursos mínimos por longos períodos de tempo, mas causar grandes estragos aos aviões inimigos ainda no solo, assim como interceptar as comunicações e as linhas de logística adversárias. Após algumas falhas iniciais, essas operações começaram a ser bem-sucedidas, e em 1942 ganharam o status pleno de regimento. Elas continuaram a causar muitos danos ao inimigo, operando atrás de suas linhas na Itália, na França e na Alemanha.

Elas ainda estão operacionais até hoje, e são conhecidas como 22º Regimento do Serviço Aéreo Especial. Suas táticas e conhecimento têm servido de guia para as forças especiais de muitos países, incluindo os EUA.

A O.S.S. americana era mais como uma Agência Militar de Inteligência com um poder militar operacional significativo. Ela realizou uma variedade de missões que eram tão distintas quanto o dia e a noite. Em algumas missões ela incorporava táticas semelhantes às da S.A.S., desenvolvendo forças guerrilheiras partisans atrás das linhas inimigas. Outras missões foram maiores em escala quando a O.S.S. foi chamada para apoiar operações de governo a governo; por exemplo, o irmão de John Foster Dulles, Alan W. Dulles, estabeleceu um escritório de fachada na Suíça, designado Assistente Especial do Ministro dos Estados Unidos. Na realidade, a O.S.S. era a representante oficial do general William Donovan na Alemanha e em todo o sudeste europeu; o general estava envolvido em negociações secretas com o Exército alemão e com oficiais nazistas da SS, negociando a rendição de suas forças.

A agência foi desmantelada após a Segunda Guerra Mundial devido ao temor que ganhasse o poder e a má fama de organizações como a Gestapo alemã ou a N.K.V.D. russa. Ela foi mais tarde substituída por duas organizações, uma civil e outra militar — a CIA, que supostamente opera sob a supervisão do Congresso, e as Forças Especiais do Exército dos EUA — duas organizações distintas, com regras, proibições e responsabilidades diferentes. A CIA estava dedicada à Inteligência, ao passo que as Forças Especiais estavam dedicadas aos assuntos militares. Além disso, a CIA foi criada para que o Congresso exercesse supervisão civil, enquanto as Forças Especiais respondiam apenas ao Pentágono.

Agora, permita-nos examinar as Forças Especiais mais precisamente:

As Forças Especiais do Exército dos EUA foram criadas após a Segunda Guerra Mundial para desenvolver forças de resistência rebeldes atrás das linhas inimigas ou mesmo dentro do território do adversário. Essas forças deveriam ser auto-suficientes, capazes de sobreviver por longos períodos de tempo em ambientes hostis. Novamente, precisamos ter em mente que o objetivo principal delas é desenvolver forças de resistência no meio da população local que cooperarão para o enfraquecimento e a deposição de governos em exercício e de forças militares específicas, de modo que um governo mais amigável e mais cooperativo possa ser estabelecido. As Forças Especiais são estritamente militares e completamente ofensivas; elas não foram criadas para funcionar como uma agência de Inteligência passiva.

Durante a Guerra do Vietnã, Forças Especiais desembarcaram ou foram lançadas de pára-quedas no país à frente do Exército americano regular para imediatamente dar início à tarefa de organizar uma força de combate local que pudesse enfrentar os vietcongues e, depois, os norte-vietnamitas. Quando eu estava estacionado em Okinawa com a Inteligência do Exército, aprendi bastante a respeito das Forças Especiais americanas. Além do treinamento militar regular e às táticas de guerrilha, as Forças Especiais eram bem treinadas na guerra psicológica. Elas se orgulhavam da sua habilidade de atuar junto à população local e ganhar sua confiança e lealdade.

Relacionamos em seguida as sete fases das operações das Forças Especiais. Algumas fases podem ocorrer simultaneamente e/ou sobrepor outras.

Fase 1. Preparação Psicológica — A preparação psicológica compreende as atividades tomadas por um país para estimular a resistência nas áreas controladas pelo inimigo e preparar os membros das forças de resistência para a chegada de destacamentos das Forças Especiais. A propaganda pode ter uma importância marginal para se criar oposição ao regime. Fatores como as políticas opressivas do regime em questão ou a hostilidade tradicional de um povo conquistado frente ao inimigo são proveitosos para se provocar uma rebelião. A propaganda é desenvolvida para auxiliar na transformação da hostilidade inerte em uma resistência ativa, persuadindo os membros da resistência de que uma atitude simpática à sua causa poderá ser encontrada nos destacamentos das Forças Especiais; uma vez que os membros da resistência acreditem nisso, acharão que as Forças Especiais poderão ajudá-los a alcançar um objetivo comum tanto para a resistência oprimida quanto para o país que patrocina os destacamentos.

Observe que essas Forças Especiais são chamadas para serem instrumentais na formação de uma rebelião. Durante as semanas que antecederam o seqüestro do presidente Aristide por "homens brancos fortemente armados", forças rebeldes supostamente sob o controle de líderes criminosos locais percorreram as ruas da capital do Haiti. Do princípio ao fim, esse grupo rebelde parecia ter sido formado por uma típica operação das Forças Especiais.

Fase 2. Contato Inicial — Antes da infiltração significativa, deve ser feito contato com o movimento de resistência para determinar a extensão do movimento, seu potencial e a possibilidade de se infiltrar um destacamento das Forças Especiais.

Fase 3. Infiltração — Um destacamento das Forças Especiais penetra na área de operações da guerrilha não-convencional; essa ação é realizada por ar, água ou terra.

Fase 4. Organização - Idealmente, as Forças Especiais devem tentar organizar forças de guerrilha em linhas militares de pelotões, companhias, etc., e se certificar que líderes competentes estão no comando dessas unidades.

Fase 5. Fortalecimento - Preparar armas, equipamentos, recrutamento e programas de treinamento.

Fase 6. Emprego em Combate — O emprego das forças de guerrilha em combate começa tão logo as condições permitirem e prossegue até o momento em que a união com forças convencionais amigas ocorrer ou que as hostilidades cessem. As operações de combate podem ser conduzidas paralelamente ao treinamento das forças de guerrilha e podem até ser usadas como um meio de testá-las.

Fase 7. Desmobilização — Depois que o inimigo foi derrotado, é provável que as forças de guerrilha sejam a única força armada nativa na região. As guerrilhas podem ser uma ameaça à estabilidade do novo governo civil, pois os líderes rebeldes podem não estar completamente de acordo com o novo governo. Tendo se rebelado uma vez contra a autoridade, as guerrilhas podem não estar dispostas a se submeterem à autoridade do novo governo. Algumas das mais bem treinadas unidades de guerrilha podem ser incorporadas às forças armadas regulares. As restantes devem ser desmobilizadas tão logo sua utilidade termine.

É imperativo que todo o material de guerra, particularmente as armas e munições, seja tomado das unidades de guerrilha originais.

Agora que você compreende os objetivos e a filosofia básica das Forças Especiais, está preparado para ler as manchetes recentes que originaram este artigo. Será possível que o governo Bush tenha recriado a antiga O.S.S. da Segunda Guerra Mundial, com um novo toque diplomático?

A Nova Atribuição das Forças Especiais dos Boinas Verdes

Resumo da Notícia: "Os Boinas Verdes Assumem Funções de Espionagem", Richard Scarborough, The Washington Times, 19/2/2004.

"O Pentágono começará a usar os Boinas Verdes do Exército como espiões, além de suas funções tradicionais de combate. O treinamento é parte do objetivo geral do Secretário da Defesa, Donald H. Rumsfeld, de desenvolver uma inteligência mais 'acionável' para encontrar os terroristas. Alguns oficiais veteranos do Pentágono também acreditam que os Boinas Verdes, oficialmente chamados de Forças Especiais, podem fazer um trabalho melhor do que a CIA em preparar o campo de batalha para a inserção das 'Equipes-A' dos Boinas Verdes." [Ênfase adicionada].

Vamos parar aqui para ponderar exatamente o que acabamos de descobrir. O que significa dizer que as Forças Especiais dos Boinas Verdes "podem fazer um trabalho melhor do que a CIA em preparar o campo de batalha para a inserção das 'Equipes-A' dos Boinas Verdes"? Diversos significados vêm à mente:

  1. Essas Forças Especiais estarão entrando em um país-alvo com o propósito expresso de "preparar o campo de batalha" para que as fortemente armadas "Equipes-A" possam entrar com força para guerrear. Tropas do Exército especialmente treinadas também podem ser usadas. Dessa forma, quando um líder-alvo perceber que seu país foi infiltrado por essas Forças Especiais, saberá imediatamente que é o alvo de uma invasão ou de uma revolta interna fomentada para derrubá-lo.

  2. Embora o Congresso supervisione ostensivamente as atividades da CIA, as Forças Especiais não estão sob qualquer controle civil. Elas partem para uma missão inteiramente sob as ordens do Pentágono, cujo diretor se reporta unicamente ao presidente. Portanto, missões "sujas" são inteiramente mais praticáveis. A publicidade é evitada, a não ser que uma operação tenha um resultado desastroso.

  3. Essas Forças Especiais provavelmente recebem as mesmas técnicas de operação e de coleta de informações de inteligência que são ensinadas aos agentes da CIA. Mais adiante neste artigo, você verá que essas Forças Especiais estão sendo treinadas em técnicas para levar dinheiro para o interior do país para subornar os altos funcionários do governo, um domínio até então reservado exclusivamente à CIA.

Agora, vamos retornar à nossa notícia:

"O novo treinamento de espionagem permitirá que os Boinas Verdes entrem disfarçados nos países para investigar o cenário urbano ou rural e estabelecer redes de informantes, missões normalmente executadas pelos paramilitares da CIA. De acordo com fontes militares, também existem planos de colocá-los sob cobertura diplomática em embaixadas americanas no exterior." [Ibidem, ênfase adicionada].

Uau! Espere um minuto! Esse plano recém-concebido prevê que as Forças Especiais dos Boinas Verdes recebam imunidade diplomática dentro do país-alvo sendo oficialmente designadas para a embaixada norte-americana! Essa tática vem diretamente do manual dos comunistas. Por repetidas vezes na era 1960-1990, os Estados Unidos reclamaram oficialmente à União Soviética que muitos de seus "diplomatas" eram, na realidade, agentes da Inteligência da KGB, ou da NKVD. O motivo para os funcionários do governo americano estarem tão preocupados com esse assunto era que esses agentes de espionagem altamente treinados podiam agir virtualmente à vontade dentro do país porque a Embaixada soviética lhes dava imunidade diplomática. Se algum desses "agentes diplomáticos" fosse pego comprometendo a segurança dos EUA, o pior que poderia acontecer era a expulsão do país.

Os altos funcionários públicos de dezenas de países "não-integrados" ao redor do mundo estão sob a mesma ameaça! Eles sabem que determinados membros da equipe da Embaixada americana são agentes altamente treinados das Forças Especiais. Eles também sabem que esses agentes estão no seu país para fomentar uma rebelião contra o governo, para "investigar o cenário urbano ou rural e estabelecer redes de informantes" destinadas a executar um dia um golpe contra o governo! O pior que esses governos podem fazer a um dos homens das Forças Especiais vinculados à Embaixada americana é expulsá-los do país. O governo Bush pôs em prática mais uma página do antigo manual comunista!

Agora, vamos retornar à nossa notícia:

"Fort Bragg, Carolina do Norte, base do Comando de Operações Especiais do Exército dos EUA, abriu uma escola de treinamento de inteligência em 1986 para uns poucos Boinas Verdes selecionados. Eles, por sua vez, deverão treinar outros membros da Equipe-A em técnicas de inteligência. Agora, o Exército está caladamente abrindo um segundo centro de treinamento de inteligência em Fort Lewis, estado de Washington, perto de Tacoma, base do 1º Grupo das Forças Especiais. 'Você não pode saber o que eles fazem', disse uma fonte militar do planejado local de treinamento. 'Eles dizem que é um curso avançado de Inteligência. É como a 'Fazenda' na Virgínia', referindo-se ao centro de treinamento da CIA para serviços clandestinos. Com duas escolas, o Exército poderá no mínimo duplicar o número de Boinas Verdes treinados em Inteligência e expandirá a capacidade deles de coleta de informações de Inteligência e em preparar o campo de batalha." [Ibidem].

Sem tentar ser sutil, essa notícia de fato reafirma que o propósito das Forças Especiais em missões diplomáticas é "preparar o campo de batalha". Suponho que, quando o seu Exército é King Kong em comparação com as forças militares de qualquer estado não-integrado, você pode ousar ser tão explícito e arrogante. Mesmo assim, é desconcertante ouvir esse tipo de arrogância desafiadora.

Observe que esse artigo também vincula o novo recurso das Forças Especiais à CIA, chamando-o de "um curso avançado de Inteligência" que é como a "Fazenda" na Virgínia" — a CIA. Uma das facetas da inteligência na qual os agentes da CIA são treinados é como fazer o dinheiro fluir para dentro e para fora do país-alvo de modo que a verba para subornar os altos funcionários públicos esteja prontamente disponível sem que qualquer complicação seja criada pelo governo local. Observe a próxima frase, que nos diz que as unidades das Forças Especiais estão sendo treinadas nesse tipo de operação monetária, permitindo assim que a operação prossiga sem qualquer tipo de envolvimento da CIA; essa compreensão é crítica, pois a CIA responde ao Congresso civil. Treinar os Boinas Verdes para lidar habilmente com todas as partes da missão significa que cada missão poderá ser realizada "totalmente na escuridão", ou seja, operada completamente sem ser reportada e sem qualquer tipo de notificação.

Essa é a matéria da qual são formadas as ditaduras. Agora, veja esta frase reveladora:

"Os soldados também aprendem como manejar o dinheiro que é pago aos informantes." [Ibidem].

O perigo de tal unidade fugir do controle, incluindo a ameaça aos nossos próprios direitos e liberdades, é destacado em outra parte desse artigo do Washington Times.

"Um benefício de ter os Boinas Verdes preparando o campo de batalha é que isso não exige que o governo notifique o Congresso. Sob o Título 50 do código dos EUA, que controla as operações da CIA, o governo teria de notificar o Congresso se a agência assumisse aquela missão." [Ibidem].

Usando a "guerra ao terrorismo" como cobertura, o governo Bush tomou inúmeras ações que colocam o país sob um grande risco de perder sua forma constitucional de governo, seus direitos, liberdades e, em última instância, nossas vidas. Ainda assim, a maioria dos americanos simplesmente ignora a situação, acreditando que sua boa vida e os bons tempos jamais terminarão! O simples fato de que nunca perdemos nossos direitos e liberdades no passado não significa que jamais perderemos no futuro, mas essa é a suposição da vasta maioria dos americanos.

Agora, permita-nos examinar o elo com a Segunda Guerra Mundial; lembre-se da nossa tese original de que a O.S.S. da Segunda Guerra Mundial foi recriada nas Forças Especiais:

"O secretário também criou o primeiro Subsecretário de Defesa para Inteligência do Pentágono (essa seria uma posição semelhante à mantida pelo general Donovan da O.S.S. durante a Segunda Guerra Mundial), que se encontrou com oficiais do SoCom para coordenar e aprimorar a coleta de inteligência militar. 'Por muito tempo os atiradores deixaram rastro para os repórteres seguirem, disse um oficial do Pentágono. 'Nossa filosofia é: cada um é um agente de inteligência'." [Ibidem].

É um assunto sério recriar a O.S.S., pois essa agência operava além daquilo que hoje podemos chamar de guerra apropriada. Para evitar que escândalos manchassem o nome do Exército devido às ações da O.S.S., a unidade simplesmente foi desmantelada após a guerra.

Para fechar este segmento, permita-nos copiar o final da notícia. Você verá a ameaça mortal que aguarda todos os "estados não-integrados".

"O resultado final, disse esse oficial, é que os Boinas Verdes desempenharão um papel maior na preparação do campo de batalha — uma tarefa em grande parte realizada pelos oficiais e paramilitares da CIA. Tal preparação envolve a inserção dissimulada de pequenos grupos em uma área para recrutar agentes e estabelecer campos de pouso e bases de operação. Um mapa explicativo confidencial obtido pelo Washington Post mostra o raciocínio do Pentágono sobre a ação dos Boinas Verdes na preparação do campo de batalha. Os Boinas Verdes devem recrutar nativos que os ajudarão a se infiltrar no país, providenciar transporte e abrigo para os soldados, e organizar a resistência local." [Ibidem].

Os Países Não-Integrados Estão Sob Ataque

Como nunca antes, os países que estão localizados na região do mundo circulada pela nossa linha no mapa acima sabem que estão sob o ataque de uma imbatível combinação de forças dos Estados Unidos, União Européia, Austrália, Indonésia e Tailândia. A única esperança é que a Rússia ou a China venha em seu auxílio, uma esperança que não se concretizará devido à importância profética de Apocalipse 17:17. Veja:

"Porque Deus tem posto em seus corações que cumpram o seu intento, e tenham uma mesma idéia, e que dêem à besta o seu reino, até que se cumpram as palavras de Deus." [Apocalipse 17:17].

Deus predisse que colocaria o desejo de cooperar no coração de cada um dos governantes no fim dos tempos, para que agissem em harmonia. Os russos e chineses não auxiliarão qualquer "estado não-integrado" individual, assim como ninguém foi em auxílio do Iraque. Se esse tipo de operação está ocorrendo neste exato momento, devemos esperar ver relatos de golpes, tentativas de golpes e insurreições em países que não experimentaram muita agitação antes. Todos esses tipos de notícias sugerem que as Forças Especiais americanas estão operando no país.

Certamente vemos esse tipo de notícia. Checando os noticiários dos últimos meses, estas são algumas das histórias que vimos:

Usbequistão

Resumo da Notícia: "Ataques Terroristas Coordenados Atingem o Usbequistão", Fox News, 29/3/2004.

"Tashkent, Usbequistão — Terroristas realizaram uma série de ataques coordenados no Usbequistão, um país da Ásia central que é um aliado-chave dos EUA na Guerra ao Terrorismo, matando pelo menos 17 pessoas e duas mulheres-bomba suspeitas, disseram oficiais usbeques na segunda-feira... O Usbequistão tem sido um forte aliado na campanha liderada pelos EUA no Afeganistão e as tropas americanas estão usando uma base militar na cidade sulista de Khanabad para operações... O Ministro da Justiça, Rashid Kadyrov, disse que as explosões de domingo e de segunda-feira estavam ligadas e objetivavam desestabilizar o país."

"Desestabilizar" um país é exatamente a missão preliminar das Forças Especiais, pois isso poderia logo conduzir a uma derrubada do governo-alvo. Apesar de ser chamado de um "forte aliado" da campanha americana no Afeganistão, podemos somente concluir que o governo usbesque está um pouco relutante em seu apoio. De fato, a recente manchete abaixo indica que esse é precisamente o caso.

Uma análise do mapa da região mostra exatamente o quão geograficamente importante o Usbequistão é na guerra no Afeganistão.

Resumo da Notícia: "Onda de terrorismo atinge o Usbequistão: 19 mortos em 12 horas de desordem", David Holley, Detroit News, 30/3/2004.

"Moscou — Explosões e confrontos entre terroristas suspeitos e a polícia deixaram 19 pessoas mortas e dezenas feridas no Usbequistão, um país da Ásia Central, disseram autoridades na segunda-feira. Duas explosões na segunda-feira na capital, Tashkent, seguiram uma explosão na noite de domingo na região de Bukhara, disse o porta-voz do Ministro do Interior do Usbequistão, Aziz Ernazarov. Seis policiais também foram mortos no domingo à noite num confronto com homens armados suspeitos de serem terroristas, ele disse."

O próximo relato mostra exatamente o quão vital essa região é para a atual operação norte-americana no Afeganistão.

Resumo da Notícia: "Base aérea vital para as forças norte-americanas", Detroit News, 30/3/2004.

"Washington — A nação centro-asiática do Usbequistão, atingida por ataques terroristas mortais, é uma aliada na guerra dos EUA contra o terrorismo e um ponto de lançamento potencialmente vital para futuras operações militares norte-americanas na região. Centenas de soldados dos EUA estão estacionados na base aérea usbeque na cidade sulista de Khanabad desde que a base se tornou um ponto-chave de lançamento para as operações americanas no Afeganistão em 2001. Os dois países assinaram um acordo de parceria estratégica em 2002. Durante uma visita ao Usbequistão no mês passado, o Secretário de Defesa, Donald Rumsfeld, afirmou que os Estados Unidos estavam considerando um tratado futuro que torne as bases do Usbequistão disponíveis às forças americanas durante uma crise."

Resumo da Notícia: "O ditador do Usbequistão é um cruel velhaco entre velhacos", New Zealand Herald, 1/4/2003

"Na galeria de velhacos dos dinossauros soviéticos, os governantes dos Estados da Ásia central têm lugar garantido. Islam Karimov, que governa a devastada República do Usbequistão como ditador há quinze anos, pode não ser o mais maluco. Essa reputação pode provavelmente ser reivindicada pelo seu vizinho, o presidente Saparmurat Niyazov, do Turcomenistão, que em 2002 renomeou os meses do calendário e substituiu janeiro por seu próprio nome. Mas Karimov pode muito bem ser o mais cruel, acusado de torturar oponentes, sufocar a liberdade de expressão e aprisionar cerca de 6.500 prisioneiros políticos."

Portanto, esse resistente e velhaco ditador é provavelmente o alvo para uma "mudança de regime" instigada pelas Forças Especiais. Desde 11/9, a Rússia tem repetidamente reclamado que os EUA estão se intrometendo em sua "esfera de influência". Esses relatos parecem indicar que as Forças Especiais estão fomentando grupos de resistência local.

Haiti

Em 28 de fevereiro de 2004, uma força de homens brancos fortemente armados tirou Aristide de seu palácio presidencial e o levou ao exílio em um país africano. Em questão de dias, um primeiro-ministro mais disposto a cooperar foi nomeado. Vamos rever essa história.

Resumo da Notícia: "O novo primeiro-ministro do Haiti pede oficialmente por um papel maior dos EUA", The State.com, 10/3/2004, publicado em 11/3/2004 na seção Daily News Updates do nosso site.

"Com a violência ainda fervendo e os fuzileiros navais dos EUA reportando seu segundo assassinato, o homem escolhido na terça-feira para ser o novo primeiro-ministro do Haiti pediu urgentemente um papel maior das forças americanas para trazer paz ao país... A missão dos 1.600 soldados americanos no Haiti agora é proteger locais importantes, como os edifícios governamentais e o aeroporto, e abrir caminho para as forças da ONU."

Exatamente como estipulou o artigo do Colégio de Guerra Naval, as forças americanas removeram um líder resistente pela força das armas, substituindo-o por um líder muito mais disposto a cooperar. Forças francesas também desembarcaram no país. O plano final é que as Nações Unidas assumam o controle. Observe os noticiários, pois a ONU está sendo continuamente fortalecida para se tornar o governo global final.

Congo

Resumo da Notícia: "'Tentativa de golpe' na capital da República Democrática do Congo", BBC News, 28/3/2004.

"Tiroteios ocorreram em diversas partes da capital da República Democrática do Congo, Kinshasa, naquilo que teme-se ter sido uma tentativa de golpe. Um soldado morreu e dois foram feridos quando atiradores não identificados atacaram instalações militares e uma emissora de televisão. 'Parece ter sido uma tentativa de golpe', disse o embaixador do Reino Unido em Kinshasa, Jim Atkinson."

O Congo é considerado um dos mais resistentes estados não-integrados. Sua organização tribal, suas repetidas guerras civis e sua religião figuram como fortíssimos impedimentos para que o país se torne um dia um estado do "núcleo funcional". Portanto, podemos esperar ver novas tentativas de golpes até que alguma delas seja bem-sucedida e instale um líder bem mais disposto a cooperar.

Costa do Marfim, África

Resumo da Notícia: "Forças de segurança patrulham ruas vazias após combates mortais", Daniel Balint-Kurti, Detroit News, 27/3/2004.

"Abidjan, Costa do Marfim — Forças de segurança invadiram bases da oposição na maior cidade da Costa do Marfim na sexta-feira, cercando os oponentes enquanto grupos pró-governo com bastões e barras de ferro rondavam as ruas praticamente vazias um dia após os sangrentos protestos. Em meio a ondas de disparos esporádicos e ocasionalmente pesados de armas de fogo, os líderes da oposição acusaram as forças de segurança de realizarem execuções sumárias em diferentes partes da cidade. A polícia negou a acusação. No norte, controlado pelos rebeldes, o comandante Sherif Ousmane informou à Associated Press: 'Faremos todo o possível para livrar a Costa do Marfim do presidente Laurent Gbagbo'... A violência, a pior em Abidjan desde que um golpe fracassado em 2002 dividiu a nação em duas, deu um severo golpe no acordo de paz mediado pela França em 2003 na Costa do Marfim, o maior produtor mundial de cacau. Na quinta-feira, os rebeldes e dois dos principais partidos de oposição abandonaram a divisão do poder com o governo. As Nações Unidas estão se preparando para enviar 6.240 agentes de paz da ONU no início de abril para apoiar os cerca de 4.000 soldados franceses e 1.400 da África ocidental já no país. O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, expressou preocupação com a 'trágica perda de vidas' em Abidjan e exortou a todos os partidos a implementarem plenamente o acordo de paz."

De acordo com o relatório do centro de debates do Colégio de Guerra Naval, no qual o artigo N1833 foi baseado, as "missões de paz" são simplesmente uma cobertura para a tentativa dos países do núcleo funcional de derrubar os governos dos países não-integrados. Esteja alerta sempre que você ouvir sobre uma missão ou força "de paz".

Guiné Equatorial, Nigéria e Zimbábue — África

Resumo da Notícia: "Mercenários estavam atrás de Taylor: Reportagem", smh.com.au, 25/3/2004.

"Os supostos mercenários acusados de tentar derrubar o presidente da Guiné Equatorial, um país rico em petróleo, estavam na verdade em uma missão para seqüestrar o ex-presidente liberiano Charles Taylor e levá-lo para a Nigéria, informou um jornal. O This Day, citando fontes próximas a alguns dos nativos sul-africanos entre os setenta supostos caçadores de recompensa detidos no Zimbábue, disse que o objetivo deles não era derrubar o duradouro presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang Nguema, mas levar Taylor a um tribunal especial de crimes de guerra em Serra Leoa."

Revendo o nosso boletim Newsletter031204, encontramos a história original desses "mercenários estrangeiros".

Resumo da Notícia: "Zimbábue Captura Avião Registrado nos EUA Transportando 'Mercenários'", rense.com, 8/3/2004, publicado no Daily News Updates, 9/3/2004.

"(Reuters) — O Zimbábue deteve um avião de carga com registro dos EUA transportando 64 homens de diversas nacionalidades, suspeitos de serem mercenários, e uma carga de 'material militar'... Um Boeing 727-100 registrado nos EUA foi detido na noite passada por volta das 19h30min no Aeroporto Internacional de Harare após seus proprietários terem feito uma falsa declaração da carga e da tripulação, disse Mohadi em um pronunciamento. 'O avião estava na verdade transportando 64 indivíduos de diversas nacionalidades suspeitos de serem mercenários', ele disse, acrescentando que uma investigação também revelou 'material militar' no avião... investigações mais detalhadas estavam sendo realizadas para determinar a identidade dos homens e a natureza de sua missão. Não foi mencionado de que origem o avião partiu, ou se o Zimbábue era seu destino... O presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, está envolvido em uma guerra verbal amarga com os Estados Unidos e com a Grã-Bretanha... Mugabe, por sua vez, acusa as potências ocidentais de tentarem solapar seu governo..."

No dia seguinte, uma fonte de notícias da África do Sul — news24.com — publicou diversos artigos que indicavam que esse plano talvez tivesse se originado na África do Sul. De fato, esses artigos indicavam que mercenários da África do Sul estavam envolvidos no enfraquecimento e derrubada de outro país, a Guiné Equatorial. Veja:

Resumo da Notícia: "'Homem sul-africano' fala de plano de golpe", 10/3/2004, news24.com.

"Malabo — O líder de um grupo de supostos mercenários detido na Guiné Equatorial afirmou em rede nacional na quarta-feira que sua missão era seqüestrar o presidente Teodoro Obiang Nguema e forçá-lo a ir ao exílio... Obiang, que assumiu o poder no pequeno país rico em petróleo da África ocidental em um golpe em 1979, anunciou na quinta-feira a prisão de um grupo de 15 mercenários que queriam derrubar o regime. 'Um grupo de mercenários penetrou no país e estava estudando planos para executar um golpe de estado na Guiné Equatorial', declarou, sendo citado pela rádio nacional. Os quinze mercenários foram pegos com mapas da capital, Malabo, e telefones de comunicação via satélite, disse Obiang."

Resumo da Notícia: "Grupo sul-africano indo para o 'golpe'", 10/3/2004, news24.com.

"Pretória — Quinze sul-africanos que foram detidos na Guiné Equatorial no último fim de semana estavam no país com o 'objetivo principal' de matar o chefe de estado, em uma tentativa de homicídio. Seguindo o assassinato do presidente Obiang Nguema, um segundo grupo de mercenários da África do Sul realizaria um golpe de estado. Esse é o segundo grupo que agora está preso no Zimbábue após seu avião ter sido detido no domingo à tarde."

Agora você conhece a importância dos 64 mercenários detidos no Zimbábue; eles deveriam ser o segundo grupo de mercenários a pousar na Guiné Equatorial depois que o primeiro grupo tivesse assassinado o presidente. Esse segundo grupo então derrubaria o governo estabelecido!

Uma rápida análise do mapa desenhado de acordo com o artigo do Colégio de Guerra Naval dos EUA — nos artigos N1833 e N1900 — mostra que tanto o Zimbábue quanto a Guiné Equatorial são parte dos países africanos "não-integrados", ao passo que a África do Sul é o único país em todo o continente que faz parte do "núcleo funcional". Agora, veja a próxima frase do artigo que estamos citando:

"Ele acrescentou que eles estavam vinculados ao avião repleto de homens que estava detido desde o fim de semana no Zimbábue." [Ibidem].

Assim sendo, em apenas alguns dias, vimos dois países serem alvos de "mercenários" aparentemente vindos da África do Sul — o Zimbábue e a Guiné Equatorial. Uma vez que a África é composta totalmente por países do "vão não-integrado", podemos apenas concluir que a África do Sul está funcionando como o "xerife" nessa parte do mundo para provocar as mudanças de liderança necessárias — mudanças de regime — para levar esses países ao "núcleo funcional".

Essa lista poderia prosseguir indefinidamente, e certamente irá. Observe os noticiários, pois estaremos listando essas histórias sob o título: "Miscellaneous Non-Integrating State News" na seção Daily News Updates do site da Cutting Edge. Conforme a liderança dos países do núcleo funcional tenta de todas as maneiras forçar os países não-integrados a aderirem à economia, religião e governo globais, podemos esperar que as Forças Especiais do Exército americano estejam ativas, fomentando revoltas e executando golpes.

Verdadeiramente, nosso Senhor estava absolutamente correto quando predisse que um dos sinais do fim dos tempos seria:

"E ouvireis de guerras e rumores de guerras; olhai, não vos assusteis; porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim." [Mateus 24:6].



Você está preparado espiritualmente? Sua família está preparada? Você está protegendo seus amados da forma adequada? Esta é a razão deste ministério, fazê-lo compreender os perigos iminentes e depois ajudá-lo a criar estratégias para advertir e proteger seus amados. Após estar bem treinado, você também pode usar seu conhecimento como um modo de abrir a porta de discussão com uma pessoa que ainda não conheça o plano da salvação. Já pude fazer isso muitas vezes e vi pessoas receberem Jesus Cristo em seus corações. Estes tempos difíceis em que vivemos também são tempos em que podemos anunciar Jesus Cristo a muitas pessoas.

Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.

Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.

Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia-a-dia.

Fale conosco direcionando sua mensagem a um dos membros da equipe de voluntários.

Se desejar visitar o site "The Cutting Edge", dê um clique aqui: http://www.cuttingedge.org

Que Deus o abençoe.

Tradução: Eduardo Perez Neto
Data de publicação: 11/6/2004
Patrocinado por: S. F. F. C. — Vargem Grande Paulista / SP
Revisão: http://www.TextoExato.com
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/n1906.asp