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Desastre Militar Catastrófico no Iraque Parece Ser uma Possibilidade Real e Iminente Para as Forças de Ocupação

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As evidências sugerem que os insurgentes iraquianos, liderados por forças iranianas, estão prestes a cortar as linhas vitais de suprimento, deixando as Forças da Coalizão sem combustível e sem munição e, portanto, incapazes de lutar. Se uma derrota sangrenta for infligida sobre as forças de ocupação, o processo de desacreditar o presidente Bush estará praticamente completo.

A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado?

Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia-a-dia!!

Aprenda a proteger a si mesmo e aos seus amados!

Após ler nossos artigos, você nunca mais verá as notícias da mesma forma.

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"THE CUTTING EDGE"


Introdução

Ao mesmo tempo em que as Forças da Coalizão — lideradas pelos americanos e britânicos — atacavam pela fronteira entre o Kuwait e o Iraque, em 20 de março de 2003, o Irã enviava embaixadores a quase todas as capitais de países muçulmanos no Oriente Médio. Esses embaixadores definiram um plano detalhado de como o Irã planejava derrotar as forças invasoras. Escrevemos sobre esse plano no artigo N1910, "Estaria o Irã 'Acendendo Muitas Fogueiras' Para Iniciar uma Guerra Regional no Oriente Médio?"

O Irã planejou atolar os EUA em uma luta de guerrilha no Iraque, acreditando que o Iraque era um pântano no qual as Forças da Coalizão se atolariam.

Então, uma vez que as Forças da Coalizão estivessem enredadas no Iraque, o Irã planejava "acender muitas fogueiras" de conflito dentro e ao redor do Iraque, incluindo em Israel. A inteligência das Forças Israelenses de Defesa acredita que o Irã foi a principal força que planejou o sucesso do Hezbollah na luta contra as FID na última guerra no Líbano. Além disso, existe evidência de que o Hamas está recebendo dinheiro, suprimentos e assessoria militar de oficiais iranianos na batalha contra Israel e os EUA.

Dentro do Iraque, os representantes do governo Bush acusam o Irã de intervir indiretamente na Guerra Iraquiana — fornecendo suprimentos militares, oferecendo treinamento e criando o plano-mestre político.

Até mesmo forças especiais iranianas já foram identificadas entre os insurgentes iraquianos. Até aqui não sabemos quantos homens das forças especiais iranianas estão infiltrados no Iraque. Entretanto, podemos ter certeza que, no momento certo nesse conflito, essas forças entrarão em ação contra as forças americanas em uma clássica luta de guerrilha do tipo "ataque e se esconda". O treinamento, as táticas e o armamento utilizados por elas poderão se provar devastadores contra uma força americana que já se encontra sobrecarregada, cansada e desencorajada.

O Possível Desastre Militar Catastrófico no Iraque

"Os amadores discutem a estratégia; os profissionais discutem a logística." — General Omar Bradley, 16 de dezembro de 2005.

Raramente se vê esse tipo de sabedoria militar, definida de forma tão sucinta! Meu melhor amigo nos tempos de colégio serviu no corpo de oficiais de Logística no Exército americano. O trabalho dele era planejar como deslocar forças de um local para outro. Alguns dos exercícios envolviam o deslocamento de um exército inteiro de um ponto a outro no mundo. O departamento dele tinha de calcular quantos caminhões, jipes, helicópteros, aviões para o transporte de tropas, etc. seriam necessários para carregar a montanha de equipamentos e suprimentos que essa força necessitaria. Esse meu amigo encarava seu trabalho com muita seriedade, pois guerras já foram vencidas e perdidas por causa das considerações de logística.

A matéria a seguir é sobre como o Irã parece preparado para atacar o exército superior dos EUA em sua debilidade mais evidente — a logística do abastecimento. Leia essa matéria com atenção, pois ela é coerente com o treinamento que recebi na Inteligência do Exército e com as notícias diárias que tenho coletado todos os dias desde o início desse conflito.

Vamos começar com essa triste história. Ao falarmos sobre as estatísticas, referencie o mapa do Iraque mostrado aqui:

Resumo da Notícia: "Os EUA Poderão Enfrentar uma Derrota Militar Catastrófica no Iraque", Webster G. Tarpley, Rense.com, 17/12/2006.

"O erro de avaliação oferecida pelo relatório Baker-Hamilton negligencia um aspecto crucial da situação político-militar dos EUA e das outras forças armadas estrangeiras no Iraque: O perigo que o Exército de ocupação seja decepado, cercado e aniquilado como uma força de combate pelos próximos meses... Não precisamos de um novo modo de avançar no Iraque; precisamos de uma saída rápida do Iraque. O verdadeiro argumento com relação ao Iraque não tem nada que ver com vitória; a questão agora é evitar uma derrota militar catastrófica para os EUA... O espectro no horizonte é o pior dos cataclismos militares: uma batalha de aniquilação nos moldes da que os romanos sofreram em Canas, Licínio Crasso em Carrhae, ou Von Paulus em Stalingrado!

Antes de avançar, separe um tempo para ler os detalhes de cada uma dessas batalhas; somente então você poderá compreender a enormidade do derramamento de sangue e derrota que Tarpley teme que a América esteja prestes a sofrer. Cada uma dessas batalhas selou o destino do império, de modo que podemos compreender a crença de Tarpley de que o Império Americano, isto é, a supremacia da nação americana, poderá terminar com uma batalha dessa magnitude.

Estas são palavras fortes, mas que aparentemente estão embasadas por evidências.

"As forças dos EUA que estão tentando defender uma zona de ocupação no interior profundo do Iraque agora enfrentam uma situação extraordinariamente crítica. Elas dependem totalmente de uma linha de suprimentos baseadas em duas estradas nos dois lados do rio Eufrates que se estendem por aproximadamente 650 km do Kuwait em direção ao norte, até Bagdá. É por essas estradas que a gasolina, alimentos, munição e outros itens precisam ser transportados por comboios de caminhões. Duas estradas de 650 km cada totalizam 1.300 km de rodovia a defender — uma proposição impossível diante de uma guerra sustentada pela população xiita que habita na região sul do Iraque."

Os xiitas são o grupo religioso que forma a maior parte da população do Irã.

Examine o mapa anterior e você verá que as duas estradas correm mais ou menos em paralelo com o Eufrates. Uma delas parece ser a rodovia principal, enquanto a outra parece ser apenas uma estrada comum. Nos três últimos anos, os insurgentes improvisaram ataques à bomba no acostamento das estradas e foram responsáveis pela maioria das mortes de militares americanos no Iraque. Dia após dia, os comboios sofrem ataques de bombas colocadas aleatoriamente ao longo da estrada em que os caminhões com suprimentos têm de passar. Na verdade, lembro-me que cerca de dois anos atrás, o motorista de uma firma contratada para prestar serviços ao Exército americano recusou as ordens de dirigir seu caminhão, porque os comboios não estavam recebendo proteção militar suficiente, o que significa que eles eram "patinhos sentados" para os insurgentes.

Desde então, pouca coisa mudou e pode estar se aproximando o tempo em que o Irã vai iniciar um ataque no estilo de guerrilha com força total contra as linhas de suprimento logístico. Se você conseguir cortar o suprimento de itens vitais, como mantimentos, gasolina e munições, pode condenar um Exército tecnologicamente superior. Eu fico imaginando se o ataque devastador em 10-11 de outubro passado contra a base de munições e suprimentos em Campo Falcon, dentro da Zona Verde, representou o primeiro golpe nessa campanha que se desenvolve de forma bem lenta. Uma quantidade enorme de munições e um depósito de gasolina foram destruídos naquela noite. Neste momento, não estou ciente se aqueles suprimentos foram substituídos. Meu instinto me diz que eles não foram totalmente substituídos, colocando assim as forças americanas sob um risco ainda maior, pois os suprimentos do Campo Falcon já tinham sido entregues e estavam à disposição do Exército; esses suprimentos já tinham percorrido as estradas e estavam livres do corredor polonês que essas estradas representam.

Agora, vamos retornar a esse artigo referido, e você verá a mão conduzida profissionalmente das forças especiais iranianas, operando por trás do cenário.

"A resistência iraquiana compreendeu bem cedo que esses comboios de caminhões representavam uma grave vulnerabilidade para as forças de ocupação, e essa foi a chave para a arma mais eficiente deles até aqui: o ataque à bomba improvisado nos acostamentos. Essa aorta vital de suprimentos pode agora ser cortada em vários pontos ao mesmo tempo pelas guerrilhas xiitas do Exército do Mahdi, ou outros grupos similares."

A Coalizão da Disposição

Neste ponto, você pode perguntar como as Forças da Coalizão transportaram suprimentos por essas estradas sem sofrer perdas muito pesadas até aqui. A resposta é simples: a "Coalizão da Disposição".

"Originalmente, essa área deveria ser guarnecida por uma força multinacional vinda daquilo que o presidente Bush chamou de "coalizão da disposição". Mas, quase sem ser observado nos EUA, a 'coalizão da disposição' se desintegrou e desapareceu da cena, deixando um vazio perigoso."

Neste ponto, Tarpley relaciona o número de tropas estrangeiras dessa Coalizão que tem guarnecido esses 1300 km vitais de estradas. Observe que o número total de soldados é aproximadamente igual ao número de tropas adicionais que o governo Bush quer colocar no Iraque. Estes são os soldados dessa 'coalizão da disposição' que têm protegido as duas estradas por onde passam os comboios:

Número total das forças da 'Coalizão da Disposição' que estão no processo de serem retiradas: 16.956 homens.

Logicamente, esse número está muito próximo dos mais de 20 mil soldados que o presidente Bush quer colocar temporariamente no Iraque; será que essas tropas vão assumir a proteção desses 1.300 km de estradas por onde os comboios de caminhões trafegam? Certamente é uma possibilidade. Se os Democratas conseguirem impedir que o Pentágono envie essas forças adicionais, o tráfego dos caminhões nessas estradas estará em sério risco. Na verdade, os insurgentes podem interromper o tráfego quando quiserem e podem iniciar uma ofensiva de luta de guerrilha que pode cortar essas estradas em vários pontos, em vários momentos diferentes. As forças americanas poderão ficar sem combustível e sem munição muito rapidamente.

Mas, e as tropas britânicas que estão estacionadas na cidade de veraneio de Basra, no sul do Iraque?

"Isso deixa 7.200 homens das forças britânicas, o remanescente de uma força muito maior que os britânicos colocaram em campo para a invasão de 2003. O Secretário da Defesa britânico, Des Browne, e a Secretária das Relações Exteriores, Margaret Beckett, disseram no fim de novembro de 2006 que o contingente britânico iria entregar o controle para os iraquianos na província de Maysan, na fronteira com o Irã, em janeiro, e depois entregar as responsabilidades pela segurança na cidade portuária sulista de Basra por volta do segundo trimestre de 2007."

Tendo já publicado milhares de matérias na seção de notícias diárias do site Cutting Edge desde a invasão do Iraque em março de 2003, posso dizer a você que os britânicos estão muito insatisfeitos com o modo como os eventos estão se desdobrando em Basra. O controle deles nessa cidade é, na melhor das hipóteses, apenas tênue. Por volta do segundo trimestre de 2007, as ineptas forças iraquianas estarão a cargo da segurança em toda essa região — todo o caminho pela tortuosa fronteira iraniana até a cidade portuária de Basra. Eu fico imaginando se a polícia e o exército iraquianos irão se dissolver tão rapidamente quanto as forças sul-vietnamitas se dissolveram uma vez que os norte-vietnamitas atacaram.

Agora, vamos entrar nos detalhes mais específicos de como esse plano poderá ser colocado em ação.

"... o elo logístico mais vital para as forças dos EUA se estende por cerca de 650 km por regiões que agora estão no processo de serem desertadas por ex-aliados e parceiros na coalizão. Essa área é muito grande, e não existem forças terrestres americanas disponíveis em parte alguma para manter o mínimo de segurança. Isso equivale a dizer que a posição americana na região central do Iraque é simplesmente indefensável, agora que a 'coalizão da disposição' se desintegrou. Esse fato precisa ser encarado e uma retirada americana precisa começar imediatamente, antes que esse perigo enorme se transforme em uma derrota catastrófica."

Logicamente, o presidente Bush não acredita que esse cenário possa acontecer, de modo que ainda está falando descuidadamente em "vencer" e em "vitória".

"Existem alternativas para esse corredor polonês do Kuwait até Bagdá? Se existissem alternativas, as forças dos EUA poderiam deslocar sua base... Mas não existem alternativas para as estradas Kuwait-Bagdá. A estrada que vem de Amman, na Jordânia, até Bagdá, passa pela província de Al-Anbar, onde a posição dos fuzileiros americanos é desesperadora e o poder da resistência nacionalista Baathista-sunita está crescendo. A Turquia, enraivecida pelo apoio dos EUA aos terroristas do movimento separatista da minoria curda, o PKK, que deveriam atacar o Irã, mas que também atacam a Turquia, não mostra sinais de querer oferecer linhas alternativas para o abastecimento das forças. De qualquer forma, as estradas que chegam a Bagdá do ocidente, do norte e do noroeste passando por localidades como Tikrit e Baquba estão sujeitas a ataques constantes pela resistência Baathista-sunita. Nenhuma linha alternativa de suprimento poderia vir por essas regiões."

De fato, outra matéria de notícias oferece uma idéia do mundo caótico em Bagdá e em seus arredores.

Resumo da Notícia: "Bagdá Está Sitiada", Uruknet News, 1 de novembro de 2006.

"Os insurgentes sunitas secionaram as estradas que ligam a cidade ao resto do Iraque. O país está sendo particionado à medida que os milicianos travam sangrentas batalhas pelo controle das cidades e vilarejos ao norte e ao sul da capital... Tribos sunitas bem-armadas estão agora em grande parte em volta de Bagdá e estão lutando contra as milícias xiitas para completar o cerco. Os insurgentes sunitas parecem estar seguindo um plano de controlar todas as vias para Bagdá. Há muito tempo que eles já controlam a rodovia que leva ao oeste, até a fronteira jordaniana e para o leste, para a Províncía de Diyala. Agora, eles parecem estar sistematicamente tomando o controle das rotas que levam para o norte e para o sul."

"Em alguns bairros mais isolados de Bagdá, a falta de comida está se tornando severa. As lojas abrem somente algumas horas por dia... A cidade está dividida em doze ou mais bairros hostis... A escalada de matança já é tão ruim quanto na Bósnia no auge do conflito nos Bálcãs. Um cenário apocalíptico poderá emergir a qualquer momento — com uma matança em uma escala maciça. À medida que os EUA preparam sua saída, o temor no Iraque é de um conflito genocida entre a minoria sunita e os xiitas em que toda a sociedade implodirá."

"Na realidade, as milícias estão se tornando mais fortes a cada dia porque as comunidades sunita e xiita sentem-se ameaçadas e não confiam no Exército ou na polícia para defendê-las... A impotência das forças dos EUA para impedir a guerra civil é enfatizada pelo fato que a luta intensa entre sunitas e xiitas em torno de Balad, ao norte de Bagdá, está ocorrendo há um mês, embora a cidade esteja ao lado de uma das maiores bases americanas."

Com as milícias sunitas controlando todas as estradas que entram ou que saem de Bagdá, e com as milícias xiitas controlando em grande parte o interior da cidade, o cenário está armado para uma tremenda explosão de uma guerra civil violenta, e as forças americanas não conseguirão controlar a situação. Se as tropas iranianas concentradas na fronteira com o Iraque intervirem para fazer parar o massacre das forças xiitas em Bagdá, uma guerra total poderá irromper, com as forças americanas e britânicas presas no meio.

Agora, vamos voltar à matéria de notícias original de Tarpley.

"Normalmente, seria quase impossível para a máquina militar norte-americana ser destruída no local. De fato, é improvável que os combatentes da resistência iraquiana possam derrotar as forças americanas em uma batalha em campo aberto. Mas não é necessário que os EUA sejam derrotados dessa forma. Se o fornecimento de gasolina e munições for interrompido, a capacidade de proteção da força americana seria severamente solapado. Esses suprimentos poderiam ser transportados por via aérea, mas isso não poderia ser mantido por muito tempo, especialmente devido à melhoria nas capacidades dos mísseis terra-ar da resistência. As forças americanas na região central do Iraque poderiam improvisar uma retirada do combate indo em direção ao Kuwait, mas novamente, aqui as perdas seriam extravagantes e muito equipamento teria de ser abandonado."

"Pode-se objetar que a superioridade aérea americana torna a eventualidade discutida aqui impossível. Mas o mau tempo e as tempestades de areia podem interromper a intervenção do poder aéreo. Além disso, esquadrões de guerrilheiros armados com bazucas modernas espalhados em posições de emboscada ao longo dos 1.300 km de estradas podem não estar concentrados o suficiente para representarem alvos interessantes. Onde as estradas passam por cidades e vilarejos, seria difícil para a Força Aérea defender os comboios de caminhões contra guerrilheiros urbanos que disparam a partir de dentro dos prédios. A ameaça para a linha de suprimentos nos 1.300 km de estradas pode ser comparada ao tipo de guerra lançada contra as forças americanas em Mogadíscio, na Somália, em 1994, agora ocorrendo não em uma cidade, mas ao longo de 1.300 km de estradas. A variante mais perigosa seria um insurreição nacional simultânea... de sunitas e xiitas, visando especialmente os comboios de caminhões que transportam suprimentos para as tropas estrangeiras."

"Em termos técnicos, o Exército do Mahdi precisaria colocar suas forças em uma série de posições "porco-espinho" defensivas bem-preparadas ao longo das duas estradas críticas do Kuwait até Bagdá, possivelmente suplementando isso com outras posições "porco-espinho" que bloqueiem as saídas das bases britânicas e multinacionais restantes no sul do Iraque. Essas seriam posições segundo o modelo "porco-espinho" defensivo do Hezbollah no sul do Líbano, que foram bastante eficientes contra as tentativas de incursão pelas tropas das forças israelenses durante a guerra de agosto de 2006."

Se esse cenário se desenvolver em apenas uma fração da maneira como é aqui descrito, as forças americanas poderão ser aniquiladas simplesmente por terem ficado sem combustível e munição. Foi exatamente isso que aconteceu com os bravos fuzileiros navais em Mogadíscio, na África. Eles foram capturados e mortos somente por que ficaram sem munição. Desta vez, 150.000 soldados das tropas americanas poderão ficar exatamente nessa terrível situação.

Tarpley então conclui seu sombrio artigo:

"Eles deveriam comparar a retirada, não com a ilusão inatingível de vitória militar (mesmo que a um custo considerável), mas em vez disso, com a dizimação ou até aniquilação da força expedicionária americana no Iraque... Isso seria um desastre de proporções incalculáveis para os EUA... pode ser somente uma questão de tempo até que a resistência nacionalista Baathista-sunita e o Exército do Mahdi convirjam em uma campanha para expulsar as forças estrangeiras de ocupação atacando-as em sua mais óbvia debilidade: a logística dos comboios de caminhões entre o Kuwait e Bagdá... Quando o Exército de Israel quebrou sua espada contra as linhas do Hezbollah no sul do Líbano em agosto do ano passado, o sino fúnebre soou para o modelo de imperialismo americano e britânico no Oriente Médio."

Se essa possibilidade parece exagerada demais para você acreditar, considere estas várias realidades:

1) Este cenário de desastre não poderia aparecer sem a cumplicidade do governo iluminista do presidente Bush. Lembre-se, temos enfocado a campanha de descrédito do presidente Bush desde fevereiro de 2004 (leia o artigo N1929 no sítio da Cutting Edge). Certamente, esse tipo de campanha de descrédito será finalizada com um grande estrondo se as forças americanas forem dizimadas nos campos do Iraque. Desacreditar o presidente é uma parte do plano dos Illuminati, como o presidente Bush está bem ciente e totalmente cúmplice.

2) Também já discutimos outras vezes a campanha deliberada chamada "Sangue nas Ruas", em que um exército inferior é provocado ou incentivado a atacar um exército vastamente superior. Os muçulmanos em todo o mundo ficaram muito incentivados pelo fato de as Forças Israelenses de Defesa não terem conseguido alcançar a vitória na guerra no Líbano. Se as forças americanas forem dizimadas no Iraque, os muçulmanos acreditarão que não precisam temer as forças ocidentais.

Os enxames de exércitos preditos em Zacarias 12 vindo contra Jerusalém poderão se tornar realidade. O próprio Deus destruirá esses exércitos que atacarem Jerusalém.

3) Esse tipo de cenário parece ter sido planejado pela Rússia e pelo Irã antes da invasão do Iraque. Essa realidade significa que as forças americanas estão enfrentando o mais profissional dos inimigos — as forças especiais russas.

Uma Exigência Audaciosa

Fiquei chocado ao ouvir os insurgentes iraquianos darem às forças americanas um prazo de trinta dias para se retirarem do Iraque, deixando para trás todo o equipamento pesado. Seria essa exigência o primeiro sinal que essa dizimação está prestes a ocorrer?

Resumo da Notícia: "Insurgentes oferecem trégua de 30 dias para os americanos saírem do Iraque", CNN News, 23 de dezembro de 2006.

"Bagdá, Iraque (CNN) — O líder de uma organização guarda-chuva para os grupos de insurgentes iraquianos está oferecendo aos EUA uma trégua de um mês para retirar todas as suas forças do Iraque e entregar as bases militares 'para os mujahedeen do estado islâmico'. Em uma fita de áudio divulgada em sites islâmicos na Internet na sexta-feira, um porta-voz identificado como Abu Omar al-Baghdadi, o líder do Conselho Mujahideen Shura, disse que se as forças dos EUA começarem a se retirar do Iraque imediatamente e deixarem seu armamento pesado para trás, "permitiremos a retirada terminar sem que ninguém alveje vocês com explosivos ou qualquer outra coisa."

"Dizemos para Bush não desperdiçar esta oportunidade histórica, que garantirá a vocês uma retirada segura, al-Baghdadi diz na fita de áudio."

A arrogância dessa declaração é de tirar o fôlego! Somente o lado vitorioso em um conflito pode fazer uma declaração assim. A insurgência iraquiana está declarando para o mundo que a guerra está efetivamente acabada, e que eles derrotaram os americanos — "fim da história."

Agora, a insurgência está "oferecendo" ao presidente Bush um caminho de saída do Iraque que evitará a matança das tropas americanas. Isto é a mais pura audácia, uma verdadeira insolência. Teriam os EUA perdido completamente essa guerra? Na semana passada, o presidente Bush disse: "Não estamos vencendo", mas certamente isso não significa que a situação seja tão difícil que as Forças da Coalizão precisam se retirar sob essas circunstâncias degradantes.

Ou, é a situação lá muito pior do que temos sido levados a acreditar? De fato, significa exatamente isso. Essa exigência surpreendente pode ser a salva de tiros inicial dos insurgentes contra as forças americanas, no tipo de guerra que acabamos de descrever neste artigo.

O fim dos tempos realmente está se aproximando. As forças do mundo estão sendo atraídas para o Oriente Médio, exatamente como Joel 3 predisse 2.500 anos atrás.



Você está preparado espiritualmente? Sua família está preparada? Você está protegendo seus amados da forma adequada? Esta é a razão deste ministério, fazê-lo compreender os perigos iminentes e depois ajudá-lo a criar estratégias para advertir e proteger seus amados. Após estar bem treinado, você também pode usar seu conhecimento como um modo de abrir a porta de discussão com uma pessoa que ainda não conheça o plano da salvação. Já pude fazer isso muitas vezes e vi pessoas receberem Jesus Cristo em seus corações. Estes tempos difíceis em que vivemos também são tempos em que podemos anunciar Jesus Cristo a muitas pessoas.

Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.

Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.

Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia-a-dia.

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Que Deus o abençoe.

Data de publicação: 21/1/2007
Patrocinado por: J. S. L. e M. R. D. S. L. — Sorocaba / SP
Revisão: http://www.TextoExato.com
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