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É Possível Que Presidente Bush Receba o Prêmio Nobel da Paz de 2008?

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Vários problemas aparentemente intratáveis poderão ser "resolvidos" durante os meses finais do governo Bush, produzindo o falso senso de paz e segurança sobre a qual o apóstolo Paulo nos advertiu em 1 Tessalonicenses 5:1-3. Se essa tendência continuar, Bush pode ser transformado radicalmente de um presidente desacreditado para um ganhador do Prêmio Nobel da Paz! As ramificações são enormes!

A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado?

Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia-a-dia!!

Aprenda a proteger a si mesmo e aos seus amados!

Após ler nossos artigos, você nunca mais verá as notícias da mesma forma.

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"THE CUTTING EDGE"


A Doutrina Bush

Uma notícia chamou minha atenção e iniciou o processo mental que resultou neste artigo: Subitamente, a Coréia do Norte anunciou que tinha concordado em interromper seu programa nuclear e destruir simbolicamente uma de suas torres de resfriamento. Quase que de imediato a imprensa mundial começou a rufar os tambores da paz.

Depois de uma disputa com os EUA desde 1974, por continuar com seu programa interno de desenvolvimento de armas nucleares, e sem receber nenhuma pressão recente subitamente a Coréia do Norte "concordou com os termos" da posição americana e aceitou interromper qualquer avanço no desenvolvimento.

Agora, por que a Coréia do Norte daria tal vitória diplomática à tão odiada administração Bush? Por que não esperar mais seis meses e entregar os louros ao próximo presidente?

Logo após a Coréia do Norte aparentemente concordar com a posição do presidente Bush, parecia que a paz estava prestes a ser alcançada em outras regiões também. Será possível que os últimos seis meses do governo Bush possam produzir a falsa paz sobre a qual o apóstolo Paulo nos advertiu?

Este é o assunto deste artigo — e é muito intrigante. Nosso ponto de partida será em outubro de 2001, poucas semanas após os ataques de 11 de setembro.

Alguns dias depois dos ataques, o Subsecretário de Defesa Paul Wolfowitz afirmou que a futura política americana seria "acabar com os Estados" que promovessem e que ameaçassem realizar atos de terrorismo. Na época, não podíamos encontrar evidências que qualquer líder americano do passado tivesse ameaçado "acabar com Estados", o que é quase uma declaração de guerra.

Menos de um ano depois, o presidente anunciou a "Doutrina Bush", uma declaração que armou o cenário para a invasão do Iraque. Vamos revisar a notícia que comentamos no artigo N1750 (não traduzido):

Resumo da Notícia: "Bush Diz que os EUA Devem se Preparar para Ações Preventivas", Adams Entous, Rense.com, 2 de junho de 2002.

"West Point, NY (Reuters) — Sem mencionar o Iraque nominalmente, o presidente Bush disse no sábado aos futuros líderes militares americanos que eles precisam estar preparados para lançar ataques preventivos para evitar que "terroristas e tiranos" obtenham armas de destruição maciça. 'Enfrentamos uma ameaça sem precedentes,' disse Bush à primeira turma de formandos da Academia Militar de West Point desde os ataques de 11 de setembro. Ecoando as sérias advertências de outras autoridades do governo, Bush disse: 'Os perigos não acabaram... porque sabemos que os terroristas têm mais dinheiro, mais homens e mais planos'."

"Não podemos confiar nas palavras de tiranos que assinam solenemente tratados de não-proliferação e depois os violam sistematicamente', disse Bush. 'Se esperarmos que as ameaças se materializem plenamente, teremos esperado tempo demais. Devemos levar a luta até o inimigo, interromper seus planos e confrontar as piores ameaças antes que elas apareçam'."

Essa doutrina armou o cenário para a horrorosa invasão americana ao Iraque, uma invasão que até mesmo a própria comissão do governo sobre o 11/9 foi forçada a admitir que foi baseada em "erros de Inteligência", mentiras e exageros. [Leia toda a história no artigo N2280, "O Presidente Bush Ordenou a Invasão ao Iraque com Base no Conceito da Repetição Constante de uma Grande Mentira".].

Durante seu discurso ao Congresso, em 29 de janeiro de 2002, o presidente Bush cunhou o termo "Eixo do Mal" e afirmou que iria neutralizá-lo!

"'Eixo do Mal' é um termo cunhado pelo presidente dos Estados Unidos George W. Bush, em seu discurso "O Estado da União", em 29 de janeiro de 2002, para descrever os governos que ele acusou de ajudarem o terrorismo e procurarem obter armas de destruição maciça. Bush mencionou o Irã, Iraque e Coréia do Norte em seu discurso. O governo Bush tem sido marcado por essa noção como uma justificativa para a Guerra ao Terror." (Wikipedia Online Encyclopedia, tradução nossa).

Portanto, nos últimos seis anos, o presidente Bush direcionou grandes iniciativas militares e diplomáticas contra esses três países, para derrubar seus governos. Ele invadiu o Iraque, ameaçou repetidamente atacar o Irã e fez muitas ameaças verbais e iniciativas diplomáticas contra a Coréia do Norte! A grande dificuldade que essa ênfase está causando ao presidente Bush é que ele é visto como um perdedor em todos esses conflitos. Essa percepção poderá ser fatal para a campanha do senador John McCain, que tenta manter a Casa Branca sob o controle do Partido Republicano. Na verdade, a liderança republicana adoraria que esses esforços contra os países do "Eixo do Mal" simplesmente desaparecessem.

No entanto, pode ser possível que o roteiro tenha sido escrito de forma que o presidente Bush conseguirá a vitória em cada uma dessas três lutas, com a produção de um "Dividendo de Paz" de enormes proporções, bem a tempo para a eleição presidencial!

Vamos começar com a Coréia do Norte:

Como já afirmamos anteriormente, a Coréia do Norte súbita e inexplicavelmente concordou em interromper seu programa nuclear bélico e entregar os documentos exigidos aos chineses. A parte esquisita desse acordo repentino é que a Coréia do Norte não estava sob pressão no momento para subitamente "capitular". Depois de resistir com sucesso à pressão por seis longos anos — literalmente zombando do presidente americano e prosseguindo com seu programa — a Coréia do Norte subitamente cedeu às principais exigências dele.

Para simbolizar esse "fim" de seu programa nuclear, a Coréia do Norte publicamente explodiu uma de suas principais torres de resfriamento.

Considere o Iraque:

Em janeiro de 2007, Bush anunciou que iria aumentar temporariamente as forças americanas a fim de produzir o tipo de vitória que lhe permitiria estabelecer uma democracia estável no Iraque e começar a retirar as forças mais tarde. Naquela época, os insurgentes iraquianos estavam criando um verdadeiro inferno para as forças da coalizão. O sentimento contrário à guerra parecia estar ganhando o tipo de terreno que fez surgir o movimento de protestos maciços durante a Guerra do Vietnã.

No entanto, ocorreu um desenvolvimento que foi grande e inesperado:

O clérigo radical xiita, Sadr, ordenou que seu Exército do Madhi unilateralmente parasse e respeitasse um cessar-fogo, no começo de 2007, apenas algumas semanas depois de Bush anunciar o fortalecimento das tropas. O Exército do Mahdi tinha sido uma enorme pedra no sapato das Forças de Coalizão, de modo que quando ele suspendeu os ataques, a situação militar em terra começou a melhorar imediatamente. Agora, a situação "melhorou" tanto que os Democratas e Republicanos estão comentando, e o governo xiita do Iraque está orgulhoso com a forma maravilhosa como está obtendo o controle sobre os insurgentes.

É possível que o presidente Bush possa em breve declarar vitória nesta guerra — bem a tempo para as eleições!

Considere o Irã:

Nos últimos meses, a retórica beligerante contra o Irã atingiu novos níveis de intensidade. Já citamos diversas vezes em outros artigos que o Irã possui armas nucleares desde o início de 2002, comprando-as do Paquistão, ao mesmo tempo em que adquiriu mísseis de longo alcance da Coréia do Norte. [(Veja maiores detalhes no artigo N2120 (não traduzido).].

Também lembramos que o presidente Bush admitiu, em dezembro de 2007, que a Inteligência americana tinha se enganado sobre o fato do Irã tentar desenvolver suas próprias armas nucleares. Ele afirmou que agora sabia que o Irã tinha parado de tentar desenvolver ogivas nucleares desde o fim de 2003.

No entanto, nos últimos meses, as ameaças verbais e a atividade militar do Ocidente se combinaram contra o Irã, com ameaças de ataque contra suas instalações nucleares. O Irã respondeu de forma beligerante e a Rússia mais uma vez veio em sua defesa. O resultado foi um aumento dramático nas tensões nessa região estratégica e rica em petróleo. O preço do barril de petróleo aumentou a cada nova ameaça. Na verdade, alguns analistas acreditam que a única razão pela qual os especuladores têm conseguido evitar que o preço do petróleo despenque do alto é por causa dessas ameaças constantes. No artigo N2300, "O Preço do Petróleo nas Alturas — Manipulação Impede Que a Atuação da Lei de Mercado Provoque uma Redução", documentamos como essas ameaças estão sendo utilizadas para reverter a tendência de queda do preço do petróleo.

Neste exato momento em que este artigo está sendo escrito, as tensões de guerra com o Irã continuam fervilhando.

No entanto, existe uma possibilidade de o Irã chegar a um acordo com Javier Solana, da União Européia, o que produzirá uma trégua de três a seis meses nas tensões.

Resumo da Notícia: "Diálogo Secreto entre Irã e EUA Faz Abaixar o Preço do Petróleo e Abala as Alianças no Oriente Médio", DEBKAfile Intelligence, 8 de julho de 2008.

"O preço do petróleo caiu subitamente na terça-feira, 8 de julho, como previsto pela DEBKA-Net-Weekly em 27 de junho, com o impacto das conversações secretas entre os EUA e o Irã no mês passado para solucionar questões cruciais por via diplomática. Essas conversações entre as delegações americana e iraniana, representando o presidente George W. Bush e o supremo governante iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, estão produzindo entendimentos específicos em questões controversas."

Alguns meses atrás reportamos que conversações secretas entre os EUA e Irã estavam ocorrendo atrás dos bastidores, discutindo como as forças americanas poderiam sair do Iraque sob o manto da "vitória". Evidentemente, essas conversações também incluíram a questão mais ampla da troca de hostilidades verbais entre EUA e Irã. Se chegou o momento no Plano de acabar com a retórica de "Rumores de Guerras', esse tipo de diálogo deve ser esperado.

"O lado americano desejava evitar qualquer ação militar contra o Irã antes do fim do governo Bush, em janeiro de 2009..."

"O Irã concordou em abrir o caminho para as forças militares americanas continuarem a combater em posição de força a Al Qaeda e as guerrilhas sunitas insurgentes no Iraque, para permitir que o presidente Bush diga que sua campanha no Iraque foi bem-sucedida antes de deixar a Casa Branca..."

"Por trás do diálogo secreto está o desejo da administração Bush de ajudar o candidato republicano, o senador John McCain, a ser eleito para a Casa Branca."

Em 19 de julho, os negociadores iranianos se encontrarão com os negociadores da União Européia. As notícias indicam que é altamente possível que o Irã concorde em interromper seu programa nuclear por um período de 3 a 6 meses. Esse período de tempo permitirá que o presidente Bush declare vitória contra o Irã — outro membro do "Eixo do Mal". O presidente Bush pode afirmar que sua incessante pressão sobre o Irã resultou em "vitória".

Neste ponto, se o Irã concordar, como delineamos anteriormente, o presidente Bush poderá celebrar a "vitória" contra cada uma dos países de seu original "Eixo do Mal", fazendo sua reputação política disparar!

Israel e os Palestinos

Entretanto, existe mais uma iniciativa que poderá dar ao presidente Bush o Prêmio Nobel da Paz — um Estado Palestino criado dentro de Israel.

Embora muitos presidentes americanos enunciaram apoio para a criação um Estado Palestino, apenas o presidente Bush fez disso uma prioridade em seu governo.

Depois de meses em uma situação frágil e de ostracismo, o primeiro-ministro Olmert subitamente anunciou que a paz nunca esteve tão próxima com os palestinos!

Resumo da Notícia: "Olmert Diz que Paz no Oriente Nunca Esteve Tão Próxima", Excite News, 13 de julho de 2008.

"Paris (AP) — O primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, disse no domingo que Israel e os palestinos nunca estiveram tão próximos de um acordo de paz. O líder palestino Mahmoud Abbas, ao lado de Olmert no palácio presidencial francês, disse que ambos os lados estão 'sérios e querem alcançar a paz'."

"Olmert e Abbas conversaram com o presidente francês Nicolas Sarkozy antes de um encontro especial para lançar a União Para o Mediterrâneo, reunindo líderes de quase 40 países da Europa, Oriente Médio e África. 'Nunca estivemos tão próximos de um possível acordo (de paz) como hoje', disse Olmert aos repórteres... a atmosfera foi amigável quando Olmert e Abbas posaram nos degraus do Palácio do Eliseu, com Sarkozy no centro, de braços dados."

No entanto, essa falsa paz logo resultará em uma guerra total entre Israel e os palestinos, que culminará na aniquilação profetizada em Obadias 15-18 [Veja maiores detalhes em N2095, "Eruditos Judeus e Cristãos Confirmam Que os Palestinos São os Descendentes Modernos da Casa de Esaú"].

Esse "acordo de paz" entre Israel e os palestinos pode levar à famosa profecia que o apóstolo Paulo pronunciou em 1 Tessalonicenses 5:3:

"Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão."

Se Israel e os palestinos anunciarem que chegaram a um acordo, e se fizerem isso antes do fim do ano, o presidente Bush poderá presidir orgulhosamente uma grande entrevista coletiva de imprensa, em que dirá ao mundo que suas políticas mais uma vez provaram ser as corretas. Neste ponto, a seguinte profecia será cumprida a respeito da "Casa de Esaú", os modernos palestinos:

"Eles chamarão ao reino os seus nobres, mas nenhum haverá." [Isaías 34:12].

Quando o presidente Bush, o primeiro-ministro israelense e o presidente palestino Abbas anunciarem a criação do Estado Palestino, estarão anunciando uma nação vazia e inútil, que a Bíblia diz que "não será coisa alguma". A infame luta interna pela qual os palestinos são notórios irá sem dúvida prevalecer e despedaçará o novo Estado. O Hamas combaterá o Fatah, de Abbas, e ambos combaterão o Hezbollah. A vida do novo Estado Palestino poderá durar apenas algumas poucas semanas.

Neste ponto, a profecia de Obadias 15-18 começará a se cumprir, como descrevemos nos artigos N1422 e N2095, e a segunda parte de Isaías 34:12 se cumprirá: "... e todos os seus príncipes não serão coisa alguma."

Se o presidente Bush concluir seu segundo mandato como um "pacificador", ainda terá de encarar uma comunidade internacional nervosa, que espera julgá-lo por crimes de guerra. Bush pode descobrir que seu manto de "pacificador" lhe cairá bem apenas internamente e não o protegerá no Tribunal Penal Internacional.

Fique atento às notícias diárias, porque se minha intuição estiver correta, os últimos seis meses do mandado de George W. Bush podem produzir a falsa paz que o apóstolo Paulo advertiu. Verdadeiramente, o mundo está mergulhando no fim dos tempos!



Você está preparado espiritualmente? Sua família está preparada? Você está protegendo seus amados da forma adequada? Esta é a razão deste ministério, fazê-lo compreender os perigos iminentes e depois ajudá-lo a criar estratégias para advertir e proteger seus amados. Após estar bem treinado, você também pode usar seu conhecimento como um modo de abrir a porta de discussão com uma pessoa que ainda não conheça o plano da salvação. Já pude fazer isso muitas vezes e vi pessoas receberem Jesus Cristo em seus corações. Estes tempos difíceis em que vivemos também são tempos em que podemos anunciar Jesus Cristo a muitas pessoas.

Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.

Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.

Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia-a-dia.

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Que Deus o abençoe.

Tradução: Marcelo N. Motta, Blog PensandoBiblicamente
Data de publicação: 31/8/2008
Revisão: http://www.TextoExato.com
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/n2306.asp