As Vacinas São o Vetor Perfeito para a Infecção em Massa

Autor: Jeremy James, Irlanda, 6/10/2019.

Uma em Seis

"Estimativas recentes nos Estados Unidos mostram que cerca de uma em cada seis, ou 17%, das crianças entre 3 e 17 anos têm uma ou mais deficiências no desenvolvimento. (1) As deficiências no desenvolvimento são um grupo de condições de saúde provocadas por uma incapacidade nas áreas física, aprendizado, linguagem ou comportamento. Essas condições começam durante o período de desenvolvimento, podem impactar o funcionamento no dia a dia e, normalmente, duram por toda a vida da pessoa. (2)." — página oficial do CDC na Internet, 2019.

1. Zablotsky B, Black LI, Maenner MJ, Schieve LA, Danielson ML, Bitsko RH, Blumberg SJ, Kogan MD, Boyle CA. Prevalence and Trends of Developmental Disabilities Among Children in the US: 2009–2017. Pediatrics. 2019; 144(4):e20190811.

2. Developmental Disabilities: Delivery of Medical Care for Children and Adults. I. Leslie Rubin and Allen C. Crocker. Philadelphia, PA, Lea & Febiger, 1989.

Fonte: https://www.cdc.gov/ncbddd/developmentaldisabilities/about.html.

Quando Jó lutou com a grande questão que pesava sobre ele com tanta intensidade, ele lamentou a falta de um árbitro, ou juiz, que pudesse avaliar os méritos da sua causa e apelasse diante do Deus Todo-Poderoso:

"Não há entre nós árbitro que ponha a mão sobre nós ambos." [Jó 9:33].

Amamos a justiça, sem dúvida por que fomos criados à imagem e semelhança de Deus, e Ele também ama a justiça:

"Porque eu, o SENHOR, amo o juízo..." [Isaías 61:8].

O quão maravilhoso e consolador é saber que, não somente Deus, nosso Criador, é perfeitamente justo, mas que Ele quer que saibamos que Ele ama a justiça.

A Lei Estadual SB 276, da Califórnia

A Califórnia é um dos quatro estados americanos que não permitem que os pais optem por não vacinar seus filhos por razões religiosas, ou particulares. (Os outros são Maine, Mississipi e Virgínia do Oeste.) Mas, a Califórnia permite isenções médicas: Um médico pode dispensar uma criança de receber algumas, ou todas as vacinas obrigatórias se houver uma razão médica para isso. Dentro da nova legislação — SB 276 (sancionada em 9/9/2019) — os médicos não podem mais autorizar esse tipo de isenções por sua própria conta; cada caso precisará ser aprovado pela autoridades estaduais da área de Saúde.

O Maligno Odeia a Justiça

Um das principais marcas características do tempo em que vivemos agora é a rápida erosão da justiça. Como Deus ama a justiça, podemos ter certeza que Satanás a detesta. Ele está usando seu exército de servos terreais para desmantelar as instituições da justiça, tomar decisões perversas e irracionais, solapar as normas e precedentes legais que protegem os fracos e vulneráveis, enrijecer o debate e suprimir evidência, e implantar nos corações dos homens, na maior extensão que ele consiga, a convicção que a justiça é inalcançável. O homem comum está sendo submetido a um programa deliberado de desmoralização. Tudo o que ele pode querer é que o dedo do governo federal não aponte em sua direção.

No que se refere à ciência, este programa substituiu a prova pela propaganda. A repetição incansável de uma opinião pode transformá-la em um fato. Da mesma forma, denegrir implacavelmente um fato pode transformá-lo em uma opinião. Como uma ferramenta de controle mental, ele é realmente bastante direto. Não há nada sutil a respeito disso. Mesmo quando uma pessoa saiba que isto está sendo usado para condicionar sua mente, ela acha difícil resistir. Estamos vendo isto acontecer em grande estilo hoje com a fraude conhecida como Aquecimento Global criado pelo homem. Independente de quantos fatos científicos bem-fundamentados sejam mostrados para refutar a mentira, o mantra infindável da propaganda da destruição é difícil demais para as massas intimidadas ignorar.

A palavra-chave aqui é "destruição". O medo é o catalisador que está por trás da melhor propaganda. Nós o encontramos sendo usado para causar perplexidade no Grande Debate das Vacinas. Onde normalmente esperaríamos encontrar uma prova totalmente objetiva e abrangente da eficácia e segurança das vacinas infantis, encontramos, em lugar disso, uma massa de assertivas baseadas em experiências e estudos sem substância e definidos de forma muito solta. O princípio tradicional de causa e efeito somente é colocado em jogo depois que todas as necessárias suposições, que servem a si mesmas, tenham sido feitas. Somente um verdadeiro crédulo poderia achar essas "provas" convincentes. A maioria dos praticantes segue essa farsa por que a alternativa — uma moratória temporária no uso das vacinas infantis — seria impensável.

O medo enrijece o pensamento objetivo e torna certas opções "impensáveis". O medo que está por trás do Grande Debate das Vacinas está destinado a censurar a livre permuta de ideias e faz os modos alternativos de tratamento parecerem irracionais. Os proprietários do único modo aceitável de tratamento — a indústria das vacinas — são capazes de fazer uso do medo popular de uma catástrofe médica para evitar qualquer reavaliação séria de seus produtos e da sua metodologia.

Lembre-se, uma de cada seis crianças nos EUA tem agora uma ou mais "deficiências no desenvolvimento" que impactarão o "funcionamento delas no dia a dia" e durarão por toda a vida. Conte este fato pavoroso aos seus amigos.

As Vacinas São uma Classe Especial de Produto Farmacêutico

As vacinas infantis são uma classe especial de produto farmacêutico. Elas têm muitas características que as diferenciam dos outros produtos e requerem um limiar muito mais alto de segurança, tanto no estágio de teste ou pré-licenciamento e após elas terem sido vendidas no mercado:

  1. As vacinas são injetadas diretamente no tecido muscular e, assim, contornam o sistema natural de filtragem no sistema digestivo. Elas também chegarão às várias partes do corpo antes de serem filtradas pelos rins. Portanto, é imperativo que elas estejam livres de impurezas.

  2. Existe forte evidência que parte do conteúdo de uma vacina pode atravessar a barreira sangue-cérebro (também chamada de barreira hematoencefálica). A barreira sangue-cérebro é uma defesa muito importante contra a incursão de substâncias que possam afetar os processos celulares altamente sensíveis que ocorrem no cérebro, especialmente durante suas fases de desenvolvimento, quando uma interferência bioquímica não justificada poderia causar lesão permanente. A barreira sangue-cérebro impede as partículas patogênicas de passarem via vasos capilares no cérebro para o fluído cérebro-espinhal ao redor. Como tal, isto é similar às paredes dos intestinos que impedem os materiais do sistema digestivo de vazarem para dentro da corrente sanguínea. Qualquer coisa que danifique a permeabilidade da barreira cérebro-sangue, ou o revestimento dos intestinos, pode criar sérias doenças crônicas, que são muito difíceis de diagnosticar e tratar. Devido à inclusão de nanopartículas e partículas ultra-finas nos alimentos industrializados e nos produtos farmacêuticos, estamos vendo hoje um acentuado aumento nos casos de vazamento (ou perfuração) intestinal e inflamações no cérebro causadas por materiais tóxicos que atravessam a camada sangue-cérebro. Existem também evidências que substâncias prejudiciais, que poderiam de outro modo ser bloqueadas pela barreira sangue-cérebro exercerem um efeito sinergético — em que uma ajuda a outra bioquimicamente — e uma, ou ambas, consegue atravessar.

  3. As vacinas são desenvolvidas para provocar uma resposta auto-imune. Isto as torna singulares. Elas estão efetivamente reprogramando o sistema imunológico para que, quando o agente causador da doença, específico daquela vacina, entrar no corpo em alguma data futura, o corpo "reconheça" aquilo como um patogênio e tome a ação apropriada.

  4. As vacinas são desenvolvidas para terem um impacto permanente no corpo. Embora muitas percam sua eficácia objetivada após 5-10 anos, elas se qualificam como substâncias que deixam uma marca permanente no corpo, de forma muito parecida como uma tatuagem.

Noções Errôneas Comuns a Respeito das Vacinas

Vamos ver algumas das suposições que o público aceitou cegamente e, sem o que, a indústria farmacêutica teria dificuldade em manter seu poder de influência no "debate" a respeito das vacinas:

1. Cada doença tem uma única causa, geralmente uma bactéria, ou um vírus.

Isto é falso. As doenças são estados bioquímicos complexos dentro do organismo, que não têm uma causa simples. A mesma bactéria, ou vírus, em duas pessoas pode ter efeitos muito diferentes. Fatores ambientais exercem um papel importante no desenvolvimento de uma doença, como também a força do sistema imunológico do indivíduo.

2. Toda doença tem uma cura simples.

Isto também é falso. O curador em todos os casos é o sistema imunológico do corpo, o desempenho do qual depende de vários fatores, incluindo a carga geral de toxinas com a qual o corpo tem de lidar, a qualidade da alimentação do indivíduo, acesso ao ar e água limpos e a higiene do ambiente em que a pessoa vive.

3. As vacinas dão garantia de imunidade.

Isto não é verdade. Se funcionam mesmo, elas fazem isso dando algumas informações adicionais ao nosso sistema imunológico, que podem ou não habilitá-lo para reconhecer e atacar um patogênio futuro.

4. As vacinas dão imunidade vitalícia.

Não, não dão. A maioria das vacinas deixa de ter qualquer efeito depois de aproximadamente cinco anos e qualquer imunidade que tenha sido "adquirida" é perdida. Assim, o conceito de "imunidade do rebanho" é uma ficção.

5. As vacinas protegem contra todas as cepas de um patogênio causador de uma doença.

Não, elas não protegem. A maioria trata somente uma determinada cepa. Existem muitas cepas da gripe, mas a assim chamada vacina contra a gripe alcança somente algumas delas.

6. As doenças infantis, como o sarampo, são uma séria ameaça à saúde pública.

A maioria delas não é. Algumas, como o tétano e a difteria, são extremamente raras. A tuberculose também é rara. Nenhuma criança pode contrair a Hepatite B, a não ser que a mãe tenha sido infectada. Uma criança em boa saúde não será afetada pelo sarampo ou caxumba, além de ter de passar um ou dois dias na cama.

Existe forte evidência que a doença chamada de "poliomielite", que causou grande sofrimento e ansiedade nos anos 1950s, foi, na verdade, produzida pelo uso liberal de pesticidas perigosos, como DDT. Embora seja difícil ser dogmático nessas questões, as únicas doenças infantis que podem seriamente ser descritas como ameaçadoras da vida são a meningite bacteriana e, possivelmente, a coqueluche, ambas as quais, felizmente, podem ser tratadas satisfatoriamente com antibióticos, se diagnosticadas em boa hora. [Este parágrafo reflete a compreensão de um leigo da prática existente.]

7. Todas as vacinas são cuidadosamente testadas quanto à sua segurança.

Não, elas não são. Os testes são realizados somente pelo fabricante, usando os critérios e parâmetros que o fabricante decide que são apropriados, sujeitos à aprovação dos órgãos do governo. Como as vacinas nunca são submetidas à avaliação independente antes da aprovação, o teste, provavelmente, estará baseado nos conjuntos menos rigorosos de condições. Por exemplo, os testes usarão somente adultos em bom estado de saúde, que não estejam tomando outros tipos de medicação. Assim, muitas circunstâncias que certamente aparecerão na prática não serão testadas. Os detalhes de qualquer teste que tenha revelado defeitos, ou aspectos indesejáveis, com a droga podem ser omitidos para os órgãos do governo. Provavelmente, isto é ilícito, mas nenhum exame independente dos dados da pesquisa é realizado. Pior de tudo, os testes de vacinas geralmente se estendem por não mais do que três meses, ou algo assim. Nenhuma contabilização é feita dos efeitos adversos que podem vir a aparecer depois desse tempo. As empresas farmacêuticas nem sequer estão obrigadas a realizar uma análise de acompanhamento da eficácia e segurança de seus produtos.

8. Todas as vacinas são testadas cuidadosamente quanto a eficácia.

Não, elas não são. Um teste pode convencer o órgão do governo que uma vacina terá algum benefício no campo, mas isso não é o mesmo que um teste de eficácia. O único modo de saber se uma vacina é eficaz — se fornece proteção adequada contra a doença para a qual ela foi desenvolvida — é se aqueles que receberam a vacina adquiriram a imunidade desejada. Isto somente pode ser feito comparando duas populações similares, um das quais recebeu a vacina e outra que não recebeu. Infelizmente, esse tipo de teste NUNCA é feito. Se fosse, saberíamos se as vacinas têm realmente alguma utilidade. Crucialmente, poderíamos TAMBÉM confirmar se a saúde geral da população não vacinada está melhor do que a da vacinada.

9. As vacinas estão livres de impurezas tóxicas

Não, elas não são. Pelo contrário, estão repletas de ingredientes cuja segurança nunca foi confirmada. Esses ingredientes incluem o alumínio e vestígios de mercúrio (embora oficialmente o mercúrio não seja mais adicionado na maioria das vacinas). Tanto o mercúrio quanto o alumínio são tóxicos para o sistema nervoso. As vacinas também contêm uma ampla variedade de vírus vivos. Um vírus é uma cadeia curta de RNA que não é capaz de se autorreplicar. Em teoria, eles devem ser inofensivos, mas se conseguirem entrar no núcleo de uma célula, podem afetar a operação de seu DNA. Os efeitos são imprevisíveis, mas existem pesquisas que sugerem que eles estão implicados em algumas formas de câncer. Como isto pode demorar anos, ou até décadas, antes de eles se tornarem ativados dessa forma, eles são frequentemente chamados de "vírus lentos". Eles também são conhecidos como "retrovírus", pois parecem possuir uma propriedade que os habilita a se infiltrar no DNA de uma célula. Alguns cientistas pesquisadores respeitados, como Judy Mikovits, PhD., que trabalhou durante muitos anos no Instituto Nacional do Câncer, em Maryland, aconselham contra o uso das vacinas, especialmente em crianças, por causa da presença de grandes números de retrovírus. Deve ser observado que esses vírus não podem ser neutralizados antes de a vacina ser injetada no paciente, pois qualquer procedimento que matasse o vírus também destruiria o ingrediente ativo que deveria proteger contra a doença designada.

10. As toxinas das vacinas não podem cruzar a barreira sangue-cérebro.

Ah, sim, elas podem. A pesquisa está agora revelando como os vírus, sob certas condições, são capazes de fazer isso. ("A barreira sangue-cérebro fornece proteção significativa contra invasão microbiana no cérebro. Entretanto, a barreira não é impenetrável e os mecanismos pelos quais os vírus a rompem estão se tornando mais claros." — Viral disruption of the blood-brain barrier, K. Spindler, Trends Microbial, junho de 2012.).

Um emulsificante conhecido como Polisorbato-80 (também chamado de Tween 80) está presente em muitas vacinas. (Os emulsificantes facilitam a dissolução das substâncias gordurosas na água, de forma parecida como um detergente.) Embora o CDC (Centro de Controle de Doenças) não inclua o Polisorbato-80 em sua lista de ingredientes das vacinas, ele revela em outros locais em sua página na Internet que esse emulsificante é usado como um excipiente nas seguintes vacinas:

O público precisa estar ciente que o Polisorbato-80 é frequentemente usado como um emulsificante pela indústria farmacêutica para melhorar a entrega das substâncias químicas do sangue para o cérebro, passando pela barreira sangue-cérebro. Isto é necessário no tratamento das infecções cerebrais, lesões e tumores que de outro modo seriam impossíveis de alcançar.

O seguinte excerto, de um trabalho revisado por pares, publicado em 2005, mostra como isto funciona:

"A barreira sangue-cérebro, como as membranas das células em geral, está sujeita à interferência mediada por solventes com produtos químicos como o etanol, dimetilsulfóxido (DMSO), ou detergentes como SDS, ou Tween-80, também conhecido como Polisorbato-80. Existem inúmeros exemplos na literatura, em que a administração periférica de uma droga, que normalmente não deveria cruzar a barreira sangue-cérebro, é seguida por atividade farmacológica no cérebro. Esse tipo de observação poderia surgir por que a droga é transportada para o outro lado da barreira sangue-cérebro via um sistema de transporte endógeno. Entretanto, uma explicação alternativa é que a droga é injetada em um diluente que é desestabilizador da membrana e causa interferência na barreira sangue-cérebro. Frequentemente, a droga é solúvel em solventes, como o etanol ou o DMSO, ou surfatantes, como o SDS, um detergente Tween, ou outros surfatantes... O Tween-80, também conhecido como Polisorbato-80, é frequentemente administrado em fórmulas de drogas para o sistema nervoso central." — The Blood-Brain Barrier: Bottleneck in Brain Drug Development, William M. Pardridge, NeuroRx, janeiro de 2005.

Assim, muitas vacinas infantis contêm uma substância que, na verdade, aumenta substancialmente a rapidez com que outros ingredientes na vacina podem cruzar a barreira sangue-cérebro. Este é um fato impressionante e perturbador. Já sabemos que, sem a presença desse emulsificante, certa proporção dos ingredientes em uma vacina pode chegar até o cérebro, o que é perturbador em si mesmo, mas a adição de uma substância que aumenta esse processo é inexplicável.

11. A carga tóxica nas vacinas é pequena demais para afetar o cérebro.

Não mesmo. As células no cérebro, especialmente durante suas delicadas fases de desenvolvimento, são altamente sensíveis às toxinas. Não existe esse negócio de quantidade desprezível ou insignificativa. Se uma toxina estiver presente em qualquer quantidade, isto sempre terá um efeito prejudicial. A presença de vestígios mínimos de uma toxina em uma parte crítica do cérebro, em um momento fundamental durante seu desenvolvimento, pode danificar permanentemente sua função bioquímica. O grau de debilitação pode não se tornar observável até que a criança seja muito mais velha. Se compararmos o cérebro com um computador, um pequeno segmento do código foi danificado pela toxina e nunca se autocorrigirá. O computador ainda poderá funcionar, porém seu desempenho geral será prejudicado. É por isto que falamos de uma condição conhecida como Transtorno no Espectro do Autismo (TEA), e não simplesmente em "autismo". O dano nunca é uniforme, porém aleatório, expresso de forma desigual e variando em severidade de uma criança para a outra.

12. O corpo consegue purificar a si mesmo das toxinas e substâncias estranhas.

Sim, isto é verdade em certa medida. Mas, as toxinas encontradas nas vacinas são cumulativas. O corpo pode ser capaz de se livrar de parte dessa carga, mas não de toda ela. A próxima injeção trás uma nova carga, parte da qual se aloja permanentemente no cérebro. Também devemos nos lembrar que as toxinas nas vacinas contornam o sistema de filtragem no nosso sistema digestivo. Poderíamos comer um alimento que contenha dez vezes a carga de toxinas encontradas em uma vacina e não sofrer efeito ruim algum. Mas, quando a mesma toxina entra diretamente em nossa corrente sanguínea e atravessa a barreira sangue-cérebro, o impacto será imensuravelmente maior.

O Sistema Não Está Funcionando

Poderíamos continuar e listar outras suposições amaciantes que permitem ao público ignorar os riscos reais que acompanham o uso das vacinas infantis. Por exemplo, a maioria dos pais assume que a indústria farmacêutica se preocupa com a saúde de seus filhos. Isto é bobagem, é claro. A indústria se preocupa somente com seus lucros e participação no mercado. A maioria dos pais também assume que a indústria é legalmente responsável pela segurança de seus produtos. Isto, também, é bobagem. A indústria usufrui de total imunidade de processos judiciais contra qualquer dano causado por suas vacinas. (Veja nosso ensaio anterior, "Conectando os Eventos Adversos na Saúde com as Vacinas Infantis").

Além de tudo isto, muitos pais pensam que "o sistema" — o governo, profissionais da área da saúde, cientistas na área da pesquisa médica, políticos, jornalistas e ativistas dentro da indústria — manterão coletivamente um olho atento sobre a indústria e nos advertirão em boa hora de um desastre iminente. Mas, isto também é apenas uma doce ilusão, como os eventos recentes mostraram. Oferecemos apenas dois chocantes exemplos do modo como a indústria abusa do poder incrível que exerce, não apenas no campo amplo da medicina, mas também em áreas cognatas, como governo, mídia e academia.

Lembre-se, uma de cada seis crianças nos EUA tem agora uma ou mais "deficiências no desenvolvimento" que impactarão o "funcionamento delas no dia a dia" e durarão por toda a vida. Conte este fato pavoroso aos seus amigos.

O Escândalo da Gripe Suína de 1976

No início dos anos 1970s, a indústria farmacêutica desenvolveu uma vacina para proteger os porcos da gripe suína. Infelizmente, após investir muito em um produto que deveria ter sido lucrativo, eles encontraram um grande problema. Uma demonstração da eficácia falhou terrivelmente quando vários porcos desmaiaram e morreram logo após receber a vacina. Os criadores de suínos se recusaram a usar aquilo.

Os fabricantes decidiram encontrar um mercado alternativo para seu estoque de vacinas redundantes. Com a cumplicidade do CDC e, aparentemente, de vários políticos de alto escalão, o público americano foi advertido de um iminente surto de uma cepa perigosa da gripe suína, que poderia infectar o ser humano. De acordo com a narrativa oficial, em janeiro de 1976 um surto dessa doença teria causado a morte de uma pessoa em Forte Dix, uma base do Exército em New Jersey, e cerca de uma dezena de outros na base tiveram de ser hospitalizados. Foi dito ao público que, sem um programa de vacinação em massa, até um milhão de americanos poderia morrer dessa doença mortal e altamente infecciosa — embora não tenha havido um único caso reportado da gripe suína em humanos nos EUA.

Em 15 de abril de 1976, tramitou no Congresso a Lei Pública 94-266, que aprovou US$135 milhões em financiamento público para inocular toda a população do país. Depois de alguns meses, cerca de 45 milhões de pessoas tinham recebido a vacina. Em seguida, reportagens começaram a indicar que algo estava seriamente errado com a vacina. Por volta de 50 pessoas que receberam a vacina tinham morrido e 500, ou mais, tinham se tornado seriamente doentes Normalmente, a indústria farmacêutica teria encontrado um modo de disfarçar esses números e ocultar a verdade do público. Assim, muito provavelmente o programa teria continuado, se a indústria não tivesse sido atingida por outro desastre — um cientista honesto e que decidiu soar o apito.

O então chefe da Unidade de Virologia da FDA, Dr. Anthony Morris, fez algo que foi totalmente sem precedentes. Ele foi à televisão e advertiu o público que a vacina nunca tinha sido testada em humanos e era quase certamente inútil. Ele teria sabido isto com certeza, pois ele próprio tinha realizado pesquisa sobre essa vacina em particular e conhecia suas limitações. Qualquer um que o assistiu no programa de Phil Donahue sabia que estava olhando para um homem honesto, que estava arriscando sua carreira para advertir seus concidadãos.

O presidente Ford permitiu ser fotografado recebendo sua dose da vacina contra a gripe do médico da Casa Branca — veja a foto. Ele também foi à rede de televisão CBS para defender a vacina e promover seus benefícos. Esse plano cínico foi concebido para restaurar a confiança do público no programa, mas isto não fez diferença. O gato já tinha saído da bolsa e o programa foi oficialmente colocado em espera em 16 de dezembro, para permitir que os efeitos colaterais fossem investigados. Ele nunca foi reinciado.

Nem um Caso Foi Reportado

Nem um caso de infecção da gripe suína de um ser humano para outro foi reportado durante essa assim chamada epidemia. Acredita-se geralmente que até o infeliz indivíduo em Fort Dix tenha morrido de ataque de calor, após um exercício físico muito prolongado.

O que aconteceu com o Dr. Morris? Ele foi demitido de seu emprego, seu laboratório foi saqueado, seus registros foram destruídos e seus animais de teste foram soltos.

O governo teve de pagar US$1,7 bilhão em indenização para as vítimas desse programa escandaloso. Os fabricantes não tiveram de pagar nada, pois o presidente Ford lhes deu total isenção de responsabilidades em junho — apenas algumas semanas após o programa ter iniciado e, presumivelmente, quando as primeiras reportagens de efeitos adversos graves começaram a aparecer.

A indústria também tomou a medida cautelosa de lançar a culpa por todas as mortes e danos causados pelas vacinas sobre uma doença totalmente nova — a Síndrome de Guillain-Barré, um distúrbio extremamente raro naquele tempo, mas com sintomas convenientemente similares àqueles exibidos por muitas das vítimas das vacinas.

O Botão Pânico

Como o CDC argumentou inicialmente que a morte em Fort Dix foi indicativo de uma cepa potencialmente mortal da gripe suína? Fácil. Eles alegaram que não tinham encontrado evidência da mesma cepa da vacina, no caso de Fort Dix, que tinha causado as mortes de um número estimado de 50 milhões de pessoas no mundo inteiro na grande Gripe Espanhola, de 1918. Aquilo foi o suficiente para pressionar o botão Pânico. O público acreditou na grande mentira — pelo menos até que os efeitos colaterais mortais tornaram-se conhecidos e o Dr. Morris veio à frente com seu testemunho científico honesto.

As contrapartes modernas da programa Phil Donahue nunca permitiriam que alguém como o Dr. Morris fosse convidado. Mesmo se alguém da estatura e integridade dele existisse em algum outro lugar na noosfera farmacêutica, ele ou ela nunca receberia cobertura nacional, ou qualquer coisa próxima disso. As vozes deles seriam perdidas entre a cacofonia dos comentaristas, cujas opiniões infindáveis tornam a discussão pública informada de qualquer tópico sério virtualmente impossível.

Nosso segundo exemplo pode parecer até mais atemorizador, por que prova que a indústria está profundamente indiferente a qualquer dano que possa causar, desde que ela nunca possa ser responsabilizada. E, mesmo quando é pega, ela usa sua imensa influência na mídia e nos círculos políticos para blefar e escapar, sem sentir um pingo de remorso.

A Conferência de Simpsonwood

Em junho de 2000, uma conferência secreta de dois dias foi realizada em Norcross, estado da Geórgia, EUA. Ela veio a ser conhecida como Conferência de Simpsonwood, em homenagem ao local em que foi realizada. Ela foi convocada pelo CDC e foi constituída por 52 representantes de alto nível do CDC, FDA, OMS e dos principais fabricantes de vacinas, incluindo os laboratórios Merck, Wyeth, GlaxoSmithKline e Aventis. A participação, naturalmente, era somente por convite. Não houve anúncio prévio do evento ou qualquer reconhecimento oficial que ele tinha ocorrido. Jornalistas não participaram, assim como representantes do interesse público (além das instituições mencionadas). Os participantes não tiveram a permissão de levar embora as cópias da documentação que foi disponibilizada durante a conferência.

Lembre-se, uma de cada seis crianças nos EUA tem agora uma ou mais "deficiências no desenvolvimento" que impactarão o "funcionamento delas no dia a dia" e durarão por toda a vida. Conte este fato pavoroso aos seus amigos.

Alguns anos mais tarde, Robert Kennedy Jr. veio ouvir sobre a conferência e conseguiu obter um registro — possivelmente editado — das atividades, por meio da Lei da Liberdade de Informação. Ele publicou suas descobertas na revista Rolling Stone e em Salon.com, em 2005. Este último posteriormente retirou o artigo da página em 2011, mas Rolling Stone permaneceu firme a respeito de sua reportagem, apesar de ficar sob imensa pressão da indústria das vacinas para se retratar, com base em supostos erros do fato.

A conferência tinha sido convocada pelo CSD para discutir questões de segurança das vacinas, após alguém da equipe técnica, analisando o gigantesco banco de dados do CDC, ter encontrado evidência definitva que o conservante baseado em mercúrio, usado na maioria das vacinas infantis, estava causando um aumento dramático no autismo e em outros distúrbios neurológicos sérios nas crianças. Os participantes precisaram considerar, ao longo do período de dois dias, — não a veracidade do trabalho científico, ou a possibilidade que suas descobertas pudessem ser errôneas — mas simplesmente quais passos deveriam ser tomados para evitar que o conhecimento da catástrofe se tornasse mais amplamente conhecido. Depois que o público se tornasse ciente que suas crianças tinham sido envenenadas, as companhias farmacêuticas enfrentariam uma enxurrada de processos judiciais que as destruíriam financeiramente.

T. Verstraeten, o cientista no CDC que realizou as análises, disse: "Fiquei surpreso com o que vi". Logicamente, ele não deveria ter se surpreendido, pois numerosos estudos respeitáveis já tinham mostrado que o conservante mercúrio, conhecido como timerosal, estava vinculado a muitos distúrbios neurológicos infantis. Todos que estavam participando sabiam disto também. O que realmente os chocou foi a existência de dados sólidos, em seus próprios bancos de dados gigantescos, que demonstram o fato com chocante clareza. Qualquer um que separasse tempo para analisar os dados chegaria rapidamente à mesma conclusão.

Na transcrição do evento, o chefe da Segurança da Vacina no CDC afirmou com alguma satisfação que "dada a sensibilidade das informações, conseguimos mantê-las fora do alcance, digamos, de mãos menos responsáveis." O porta-voz das vacinas da OMS disse: "Talvez este estudo não deveria ter sido feito de forma alguma." Ele estava preocupado que, se as informações saíssem, "elas seriam usadas de outros modos além do controle deste grupo."

Três decisões importantes foram tomadas após a conferência, todas destinadas a esconder o dano causado pelo timerosal nas vacinas infantis:

  1. O CDC contrata outra organização, o The Institute of Medicine, para realizar outro estudo do tipo feito por Verstraten. Os resultados publicados deixaram de encontrar um vínculo entre o timerosal e os Transtornos no Espectro do Autismo.

  2. O estudo de Verstraeten não foi publicado e os dados originais em que ele estava baseado foram "perdidos".

  3. Para estorvar tentativas futuras de alguém estranho de realizar um estudo similar, os registros gigantescos de banco de dados de vacina do CDC foram entregues a uma companhia privada e tornaram-se indisponíveis para pesquisa independente.

O próprio CDC é um órgão público e, portanto, seu banco de dados era propriedade pública, financiada pelo contribuinte. O CDC agiu ilegalmente ao colocar seu banco de dados fora do alcance. O órgão também agiu com escandalosa desconsideração pelo bem-estar do público ao suprimir o estudo de Verstraeten.

Se este relato da Conferência de Simpsonwood e seu seguimento for exato — e não temos razão para duvidar disso, pois está baseado em fontes oficiais — então temos de concluir que a indústria das vacinas é totalmente controlada por interesses velados, incluindo todos os aspectos da regulamentação e segurança das vacinas, que aparentemente estão na arena pública. A Conferência de Simpsonwood mostra que o CDC é meramente um ramo da indústria farmacêutica, como são a FDA (Federal Drug Administration) e a OMS (Organização Mundial de Saúde).

A Escala de Imunização para as Crianças nos EUA

A tabela abaixo mostra a escala de imunização para as crianças nos Estados Unidos em seus primeiros 18 meses de vida. O conteúdo de alumínio dessa escala também é mostrado:

Vacina Conteúdo de Alumínio Escala das Vacinas
Hep B 250 mcg x 3 doses Nascimento, 2, 6 meses
DTaP 625 mcg x 4 doses 2, 4, 6, 15 meses
PCV 125 mcg x 4 doses 2, 4, 6, 12 meses
Hib 225 mcg x 3 doses 2, 4, 12 meses
Hep A 250 mcg x 2 doses 12, 18 meses
TOTAL mcgs 4925 mcg Até os 18 meses

Nota: Um micrograma (mcg) é um milionésimo (1 x 10-6) de um grama.

Dos muitos fatos perturbadores na tabela acima, talvez o mais desconcertante seja a quantidade de alumínio dada a uma criança de dois meses no mesmo dia — 1225 mcg. (Isto consiste de 250 mcg com Hepatite B, 625 mcg com DTap, 125 mcg com PCV e 225 mcg com Hib.)

A tabela acima deve ser comparada com o gráfico ao lado. A partir dele podemos ver que, quando a indústria foi finalmente forçada a zerar gradualmente a quantidade de mercúrio nas vacinas dadas às crianças nos 18 primeiros meses, ela aumentou a quantidade de alumínio em 25%. Isto foi feito adicionando três doses de uma nova vacina temperada com alumínio na escala de imunização infantil em fevereiro de 2000 (para pneumococo [Hib]) e duas doses de outra vacina que contém alumínio em 2005 (para a Hepatite A). Isto resultou em um aumento substancial das doses de vacinas que contêm alumínio — de 11 para 16 injeções — que os bebês precisam receber até os 18 meses de idade. Isto foi feito sem um único estudo para mostrar que o aumento no alumínio não representava risco para o bem-estar de milhões de crianças afetadas.

Os fabricantes americanos lançaram vacinas baseadas em mercúrio na China em 1999. Naquele tempo, o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) era virtualmente desconhecido naquele país. Vários anos mais tarde, a emissora China Central Television reportou que pelo menos 400.000 crianças chinesas estavam sofrendo com autismo.

A Associação Médica Britânica proibiu formalmente os médicos de darem vacinas separadas para sarampo, caxumba e rubéola. Os médicos que se opõem à proibição correm o risco de perder seus registros para exercer a profissão. Um médico que tentou oferecer a alternativa da vacina única foi chamado diante de um comitê disciplinar do Conselho Médico Geral em 2001, que poderia ter encerrado sua carreira. Entretanto, ele recebeu um suporte tão grande de seus pacientes que o Conselho teve de ceder. O caso dele estava atraindo atenção demais na mídia e o sistema não poderia arriscar fazer dele um exemplo. Entretanto, o simples fato que um profissional médico pudesse ser assediado e difamado desse modo era prova que a segurança e tranquilidade mental do paciente — que são centrais para a boa prática médica — são alvos de zombaria como distrações neuróticas pela indústria das vacinas.

A Oposição Controlada

Os arquitetos que estão por trás da Nova Ordem Mundial fazem uso em ampla escala de uma técnica conhecida como "a oposição controlada". Eles sabem que alguns dos planos deles enfrentarão resistência pela maioria da população e que essa resistência poderia se unir e se transformar, em muitos casos, em oposição organizada. Em vez de permitir que esses grupos se desenvolvam independentemente, com as muitas incertezas que isso envolveria, eles mesmo organizam os respectivos grupos e os administram encobertamente. Para os que estão de fora, esses grupos podem parecer legítimos e muitos deles até alcançam algum objetivo político de tempos em tempos, mas eles são mantidos sob pressão por agentes bem posicionados, que nunca lhes permitem alcançar seus plenos potenciais.

Dada a importância da agenda das vacinas para a Nova Ordem Mundial, não há dúvida que ela também tem sua oposição controlada. Existem, provavelmente, várias organizações nesta categoria, mas citaremos duas aqui: a Fundação Família Dwoskin e a Fundação Selz. Até recentemente, a primeira era financiada totalmente por Albert e Claire Dwoskin, de McLean, Virgínia. Eles estão associados de perto com o Partido Democrata e com o casal Bill e Hillary Clinton, que já recebeu levantadores de fundos de alta visibilidade em sua residência.

Albert Dwoskin tem vínculos íntimos com George Soros e é presidente de uma grupo esquerdista de agitação e defesa de direitos, sediado na capital Washington DC.

A Fundação é contribuinte do Instituto para Novo Pensamento Econômico, um grupo de estudos e debates de economia progressista, financiado por George Soros para promover teorias econômicas esquerdistas. Ela também contribui com a maior parte do financiamento para a Children's Medical Safety Research Institute (CMSRI, ou Instituto de Pesquisa de Segurança Médica das Crianças). O CMSRI é, provavelmente, a principal fonte mundial de fundos para realizar pesquisa sobre a segurança das vacinas. A maior parte da literatura antivacina está baseada em pesquisa financiada pelo Instituto. Nomes que aparecem regularmente em artigos propondo uma moratória nas vacinas — como o Dr. Yehuda Shoenfeld, Dr. Christopher Shaw, Dr. Christopher Exley, Dr. Lucija Tomljenovic, Dr. Stephanie Seneff, Dr. A Geier, e Dr. M Geier – são todos financiados pelo CMSRI. Esses cientistas também têm algo em comum: a pesquisa deles é citada regularmente por causa de sua inadequação metodológica e sua contravenção das normas aceitas na pesquisa médica. Por esta razão, a maioria dos profissionais médicos não coloca muita fé nas descobertas deles, embora, para o leigo, elas possam parecer bastante convincentes.

Vamos ver apenas um exemplo, um trabalho publicado no Journal of Trace Elements in Medicine and Biology, em novembro de 2017, sob o título: Aluminium in brain tissue in autism (Alumínio no tecido cerebral no autismo). O trabalho teve como autores Dr. Exley e três outros. Neles, eles dizem:

"Até aqui não existem relatórios anteriores de alumínio no tecido cerebral de doadores que morreram com um diagnóstico de TEA. Mensuramos o alumínio no tecido cerebral no autismo e identificamos a localização do alumínio nesses tecidos."

Nas conclusões, eles afirmam:

"Fizemos as primeiras mensurações do alumínio no tecido cerebral em TEA e mostramos que o conteúdo de alumínio no cérebro é extraordinariamente elevado. Identificamos o alumínio no tecido cerebral como extracelular e intracelular, com o último envolvendo neurônios e células não-neuronais. A presença de alumínio em células inflamatórias nas meninges, nas vasculaturas, e na massa cinzenta e branca é uma observação relevante e poderia implicar a presença do alumínio na etiologia do TEA (Transtorno do Espectro Autista)."

Para a maioria dos observadores, isto seria contado como uma grande descoberta. Termos como "extrordinariamente elevados" e "observação relevante" certamente chamam a atenção dos olhos. Esse ensaio até mesmo inclui fotos impressionantes obtidas usando microscópio com fluorescência seletiva para o alumínio, em que os depósitos de alumínio são identificados claramente.

Infelizmente, o estudo deles é virtualmente inútil, pois não inclui um grupo de controle. De modo a chegar a qualquer conclusão a respeito da presença do alumínio no cérebro das pessoas que morreram de TEA, seria necessário realizar exatamente a mesma análise no tecido cerebral das pessoas que morreram de outra causa não vinculada com a função cerebral. Os dois conjuntos de resultados poderiam então ser comparados e analisados com vistas a determinar se as diferenças eram ou não consistentes e significativas. Idealmente o estudo deveria ser realizado na forma de um teste cego, em que os próprios cientistas não sabem quais tecidos vieram de pacientes de TEA.

Ao contrário do estudo de Exley, um estudo realizado desta forma, com controles apropriados, seria visto como valioso pela comunidade científica. Assim, por que o CMSRI não financiou um estudo desse tipo? De fato, por que não?

Quando o banco de dados VAERS foi tornado indisponível para pesquisa aberta, tentativas bem-sucedidas foram feitas para obter acesso a ele por meio da Lei de Liberdade de Informação. Entretanto, esta rota parece ter sido usada predominantemente por pesquisadores no painel CMSRI, notavelmente a Dra. Stephanie Seneff, o Dr. A. Geier e a Dra M. Geier. Parte do trabalho deles foi co-financiado pela Fundação Selz. Entretanto, é necessário uma grande familiaridade com o banco de dados VAERS para usá-lo corretamente. Muitas conclusões não justificadas poderiam ser alcançadas por alguém que não aprecia as limitações dos dados armazenados no banco de dados.

De acordo com a Wikipedia, o Dr. M. Geier teve seu registro médico suspenso ou revogado em todos os estados em que ele se inscreveu. A Wikipedia também diz que "O trabalho científico de Geier também tem sido criticado; quando o Instituto de Medicina analisou a segurança das vacinas, em 2004, rejeitou o trabalho de Geier como seriamente falho, 'não interpretável' e prejudicado pelo uso incorreto de termos científicos. A Academia Americana dos Pediatras criticiou um dos estudos de Geier, que afirmou encontrar um vínculo entre vacinas e autismo, dizendo que ele continha 'numerosas falhas conceituais e científicas, omissões de fatos, imprecisões e definições errôneas." Em janeiro de 2007, um trabalho de pesquisa feito pelos Geiers foi retratado pela publicação Autoimmunity Reviews."

Conclusões

A pessoa mediana tem grande dificuldade em lidar com o conceito do mal. As pessoas se esqueceram da Palavra de Deus — que nos diz que o mal está continuamente em operação neste mundo e elas se esqueceram do conselho que o Senhor Jesus deu a cada um de nós, isto é, a de sermos prudentes como as serpentes e inofensivos como as pombas.

As grandes empresas e os cartéis bancários que controlam este mundo são presididos por homens que detestam o Cristianismo. Eles estão trabalhando em conjunto para criar uma nova ordem social em que a Palavra de Deus e qualquer vestígio da verdade bíblica tenham sido completamente eliminados. Se os cristãos fossem prudentes como as serpentes — como deveriam ser — eles veriam isto. Infelizmente, a vasta maioria é como pombas inofensivas e não suspeita de nada.

Para criar seu novo sistema de controle social, os planejadores do esquema precisam transformar os Estados Unidos em uma colônia no estilo soviético, em que todas as atividades sejam regulamentadas pelo Estado e a dissenção seja punida com a morte ou prisão. Este sempre foi o objetivo do Marxismo. Tanto a China comunista quanto a Rússia comunista foram estabelecidas pela Elite para tomar o controle do mundo depois que os EUA forem colocados de joelhos.

Os cérebros que estão por trás do Marxismo são extremamente sagazes e gostam de causar destruição de forma furtiva. Estamos testemunhando o colapso gradual da indústria americana, uma queda sensível nos padrões de vida, um sistema educacional que está claramente fracassando em ensinar, um declínio agudo nos padrões morais e a decadência inexorável da infraestrutura urbana. Tudo isto vem do plano de jogo marxista, polido e refinado ao longo de um século de infiltração e subversão, em que a nação-alvo é "amaciada" antes de a guerra real iniciar. Por que lutar contra um povo forte e saudável se você pode lutar contra uma nação paralisada por "deficiências no desenvolvimento"?

Quando fazemos as perguntas óbvias — Por que a saúde das nossas crianças está sendo prejudicada dessa forma? As vacinas são seguras? Podemos confiar que as grandes empresas cuidarão da saúde da nação? — somos silenciados aos gritos e rejeitados como ranzinzas. Mas, essas perguntas precisam ser feitas e nossos líderes políticos precisam respondê-las. Infelizmente, como as respostas até aqui foram insatisfatórias e evasivas, até totalmente enganosas às vezes, os pais devem realmente perguntar a si mesmos se estão sendo prudentes em trocar um risco menor — a possibilidade que seus filhos possam contrair uma doença infantil de rotina ou tratável — por um risco maior, a incapacitação permanente de algum aspecto de sua função cerebral. Para o Transtorno no Espectro do Autismo, o risco agora é 1 em 37 para um menino, enquanto que o risco de adquirir uma deficiência no desenvolvimento é um chocante 1 em 6. A tendência é isto piorar.

Por Que Eles Estão Tão Determinados a Impor as Vacinações Compulsórias?

Antes de finalizarmos, devemos nos perguntar por que nosso governo e a indústria farmacêutica estão determinados a injetar vacinas em nossas crianças, mesmo se isso significar torná-las obrigatórias? Sem receber as vacinas, as crianças não podem ser matriculadas na escola (veja o exemplo da Califórnia). Talvez penalidades financeiras sejam acrescentadas mais tarde à lista de opções coercitivas. Afinal, se eles estão matando nossas crianças via aborto, envenenando os alimentos com pesticidas e transgênicos (organismos geneticamente modificados), arruinando a educação com um currículo "emburrecedor", enchendo as telas dos computadores e telefones celulares com pornografia, tornando o custo da assistência médica básica proibitivo, legalizando a maconha, promovendo a confusão de gêneros e as perversões sexuais, atacando os valores da família tradicional a partir de todos os ângulos, você ainda acredita que eles se preocupem com o bem-estar de seus filhos?

Seja sensato e pese as evidências. Não temos um árbitro, similar àquele desejado por Jó, para realizar esta tarefa a nosso favor. Além disso, é improvável que apareça algum.

Se, tendo feito isto, você ainda tiver coragem e ânimo para olhar um pouco mais para o fundo, pode perguntar para si mesmo se a indústria das vacinas será usada em algum estágio no futuro por pessoas desconhecidas para injetar drogas debilitantes e esterilizantes em toda a população. Como dissemos no título deste ensaio, as vacinas são o vetor perfeito para a infecção em massa. Talvez eles não venham a usar isto, mas parecem decididos a reter esta opção.

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Autor: Jeremy James, artigo em http://www.zephaniah.eu
Data da publicação: 15/10/2019
Transferido para a área pública em 18/12/2020
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/vacinas-infantis-2.asp