Como os Estúdios Walt Disney e os Telefones Celulares Inteligentes Estão Corrompendo Nossas Crianças

Autor: Jeremy James, Irlanda, 12/4/2019.

Se os materiais que as crianças agora podem acessar em seus telefones celulares inteligentes estivessem disponíveis em uma loja, ela seria fechada imediatamente e seu proprietário seria processado. Se os materiais fossem descobertos no computador de uma empresa, o funcionário seria disciplinado e talvez demitido. Talvez até a Polícia seria acionada para investigar. Se o material fosse mostrado em um local público, como no saguão de entrada de um hotel ou em uma biblioteca, o proprietário seria imediatemente intimado a comparecer diante de uma Vara Criminal.

Por Que os Pais Compram Telefones Celulares Inteligentes para Seus Filhos?

Portanto, por que os pais compram telefones celulares inteligentes para seus filhos? Por que eles lhes oferecem um dispositivo que tão facilmente pode ser usado sem qualquer supervisão e permitir que eles — especialmente os meninos — acessem imagens que eles próprios poderiam considerar profundamente revoltantes?

Fazemos esta pergunta óbvia logo no início, pois ela está no centro de um assunto muito perturbador. Todos sabemos que a pornografia é perigosa, que é prejudicial às crianças e que é produzida por pervertidos inescrupulosos que desprezam tudo o que é saudável e natural em nossas vidas. Praticamente não é necessário apresentar provas disso. O problema que temos diante de nós é muito mais profundo, uma doença moral subjacente que parece paralisar o pensamento racional e nos cegar para a presença de um inimigo em nosso meio, um inimigo que odeia nossa própria existência.

Logicamente, esse inimigo é Satanás e seu exército de sociopatas que o servem aqui na Terra e que também detestam a Cristo.

"E viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente." [Gênesis 6:5].

Eles querem ter acesso às nossas crianças, para corrompê-las por todos os meios possíveis e infligir o máximo de dano físico e emocional que puderem. Eles querem produzir uma geração de adultos emocionalmente disfuncionais, que não sejam capazes de formar relacionamentos amorosos, manter casamentos fiéis e duradouros ou prover um lar com um ambiente de segurança e proteção para seus filhos.

Nas últimas décadas temos visto ampla evidência do lado físico desse programa insidioso. O abuso sexual de crianças é central para as obras das trevas. Os perpetradores estão invariavelemente viciados nesse vício, operando com extrema sagacidade em cada nível da sociedade. Alguns são solitários, alguns colaboram uns com outros de modo a aperfeiçoar suas habilidades de predadores, compartilhar materiais e desenvolver contatos úteis, e alguns são membros de famílias que são luciferianas há várias gerações e que usam o abuso sexual de crianças para agradar a Satanás e obter seus favores.

O Abuso Sexual Não-Físico das Crianças

Nos últimos vinte anos, aproximadamente, vimos um aumento acentuado em outra forma de abuso sexual de crianças em que a vítima é manipulada ou violada de um modo puramente emocional ou psicológico. Esse tipo de abuso não é tão potente quanto o trauma físico, porém é muito mais fácil de infligir. Ele também pode ser aplicado repetidamente e direcionado contra uma população mais ampla. Seus efeitos são cumulativos, suas vítimas estão em grande parte desprotegidas e as repercussões para os responsáveis são virtualmente nulas.

Essa forma moderna de abuso sexual de crianças é formada por três categorias amplas, porém relacionadas: confusão de identidade de gênero, sexualização das crianças e poluição pornográfica. Precisamos manter todos os três em mente, pois eles trabalham juntos em uma estratégia deliberada para prejudicar nossas crianças. Uma criança que é exposta prematuramente aos conceitos e imagens sexuais — sexualização — e é solicitada a desconsiderar sua identidade biológica — confusão de gênero — será ainda mais susceptível para a forma distorcida de sexualidade retratada em imagens e vídeos pornográficos.

Um Caso Típico — e um Pedido de Ajuda

Será útil se dermos um exemplo aqui do tipo de dano emocional que podemos esperar ver nos próximos anos. Lembre-se, este programa está ativo e em operação. Ele já obtendo resultados e produzindo adultos jovens que talvez nunca alcancem maturidade emocional ou desenvolve um alicerce emocional seguro. Nosso exemplo está baseado em um caso real, mas existem provavelmente centenas como ele: um pré-adolescente recebeu um telefone celular inteligente de sua mãe. Depois de alguns meses, o rapaz lhe disse que o telefone estava quebrado. Ela achou estranho, mas lhe comprou outro aparelho sem verificar exatamente como o primeiro aparelho tinha quebrado. Algumas semanas mais tarde, ele lhe disse que o novo aparelho também tinha quebrado Furiosa, ela saiu e lhe comprou um terceiro aparelho, mas este também "quebrou" depois de algumas poucas semanas. Finalmente, ela fez o que deveria ter feito desde o início. Sentando-se com seu filho, ela o fez conversar sobre o problema. Chorando, ele confessou que não conseguia parar de assistir pornografia em seu telefone celular inteligente e tinha se tornado viciado em masturbação. Ele tinha perdido o controle. O único modo de escapar, da forma como ele via, era quebrando o aparelho — não uma ou duas, mas três vezes.

A mãe bem-intencionada tinha feito mal ao seu filho ao lhe dar um telefone celular inteligente.

Se um estranho tivesse tocado a campainha da casa dela e oferecido uma caixa de revistas com pornografia pesada para o rapaz, ela teria ficado indignada. Entretanto, em sua ingenuidade, isso é efetivamente o que ela fez consigo mesma.

Milhões de pais bem intencionados em todo o mundo estão caindo na mesma armadilha. Eles deveriam saber melhor. Eles deveriam reconhecer os incríveis perigos representados por um dispositivo que pode prontamente acessar materiais dos tipos mais obscenos e degradantes.

Esforços deliberados foram feitos pela indústria da pornografia para dividir seus produtos em duas categorias, o assim chamado tipo "suave", que geralmente esconde a genitália, e o tipo "pesado", que não reconhece limites. Embora a variedade chamada de suave seja descrita como impudente ou lasciva, ela é geralmente disseminada como se fosse "inofensiva".

O público foi sutilmente condicionado a aceitar imagens sexualmente provocativas como "normais", desde que elas não exibam a genitália. Este certamente não era o caso cinquenta anos atrás. Uma mudança sísmica ocorreu, aparentemente no período de 1980-2000. Poucos agora medem o conteúdo pornográfico de uma imagem principalmente por referência ao seu impacto emocional ou subjetivo, mas quase exclusivamente por referência à exibição de atividade sexual.

Essa mudança, que poucos comentaristas culturais parecem ter observado, é revolucionária. O conteúdo emocional de uma imagem é agora quase totalmente desconsiderada quando sua composição moral está sendo avaliada. Isso tem sérias implicações para a sexualidade humana, em que a dimensão subjetiva, o envolvimento emocional da pessoa, nunca pode ser eliminado desse modo. A expressão normal para nossa sexualidade sempre gira em torno de nosso relacionamento com outra pessoa.

A Pornografia É Principalmente um Veículo para a Masturbação

A pornografia é principamente um veículo para a masturbação, para a experiência sexual sintética que não tem significado e nem propósito. Ela cria deliberadamente uma desconexão absoluta entre uma sensação sexual e uma pessoa real. Quando alguém torna-se emocionalmente viciado nessa atividade solitária, é quase certo que terá dificuldade em manter um relacionamento romântico normal. Pior ainda, se o vício se desenvolver durante os anos de adolescência e o indivíduo não conseguir vencê-lo, pode ser que nunca consiga formar um relacionamento amoroso e estável com alguém.

Os arquitetos da Nova Ordem Mundial sabem disto. Eles conhecem o dano que é causado pelo comportamento sexual compulsivo — de qualquer tipo — e estão produzindo imagens e vídeos pornográficos em vastas quantidades para esse propósito. Eles gostam especialmente de promover esses tipos de padrões de formação de hábito de comportamento durante os anos de formação. Esses padrões não-naturais adquirem raízes emocionais profundas e são extremamente difíceis de erradicar. Isso pode explicar a incidência marcadamente alta de divórcios na sociedade hoje, em taxas que excedem em muito aquelas que existiam antes de a pornografia "entrar em moda".

Os lares divididos prejudicam as crianças e solapam a sociedade. Eles infligem feridas emocionais dolorosas que, na maioria dos casos, nunca saram completamente. Uma criança que foi submetida a essa experiência nunca verá o casamento da mesma forma novamente. Muitas dessas crianças mais tarde optarão por relacionamentos de união estável em vez de casamentos, na esperança que nunca tenham de experimentar a mesma dor outra vez — ou arriscar infligir essa dor em seus próprios filhos.

Um dos muitos objetivos do Comunismo é a destruição da família e a substituição dela por grupos sociais pequenos, em que alguns membros estejam afiliados com grupos similares. Os membros dessa rede de unidades sociais interconectadas de forma solta procurarão estabilidade duradoura e autoridade parental, não dentro do próprio grupo, que é solto e fluído demais para fornecer isso, mas dentro do Estado. O Estado somente, como um procurador da figura de um pai, dará um senso de estabilidade, garantindo por meio de suas diretivas de alto nível, o "bem-estar" de seus membros.

Satanás Odeia a Família

Satanás detesta a família e está usando a pornografia, entre outras coisas, para destrui-la. Tendo normalizado a pornografia suave, seus servos na Nova Ordem Mundial agora querem apresentá-la para as crianças, preferencialmente nas salas de aula, onde sua influência não será questionada. Podemos esperar que os programas de educação sexual no futuro incluirão elementos que normalizem a pornografia e a tratem como uma parte natural da expressão sexual.

Isto, por sua vez, afetará as atitudes para a masturbação. Ela também se tornará algo sobre o que as crianças "precisam saber", não somente em relação a si mesmas, mas também o que se refere ao sexo oposto.

Podemos ver aqui como a pornografia exercerá um papel importante na sexualização das nossas crianças. Como demonstramos em nosso ensaio anterior, "Tirania do Estado: A Perversa Sexualização das Crianças Inocentes", os vários aspectos do que as autoridades estão chamando de educação sexual é realmente sexualização, a familiarização das crianças com uma variedade de conceitos e comportamentos que não têm aplicação para o estágio de desenvolvimento delas e que certamente causarão confusão e gerarão conflito interno.

A mídia dominante está marchando em sintonia com esse programa subversivo. Talvez a maior criadora de ofensas seja a Companhia Walt Disney, que ao longo dos anos tornou-se um padrão de fato para muitos pais. Se a Disney está mostrando, então aquilo deve ser íntegro. Infelizmente, a Disney rejeitou o Cristianismo desde o início e criou em seu lugar um mundo sobrenatual de fantasia e magia, mas a igreja não disse nada (além de uma louvável, porém tímida tentativa de famílias na Convenção Batista do Sul dos EUA de boicotar ("evitar patrocinar") a Disney em 1997, que em pouco tempo se enfraqueceu e foi oficialmente descontinuada em 2005).

O Papel dos Estúdios Disney na Corrupção das Nossas Crianças

A companhia Disney tem desde então adicionado imoralidade à sua lustrosa variedade de magia, paganismo e feitiçaria. Se ela estava seguindo uma "tendência anticristã e antifamília" em 1997, está agora fazendo tudo o que pode para demolir os valores cristãos tradicionais e imergir nossos filhos e netos em uma filosofia de Nova Era de fluidez de gênero.

A Disney faz isso de uma forma muito estratégica, tomando o cuidado de evitar dar muitos sinais para os pais preocupados. Considere, por exemplo, a promoção do transgenerismo. Em 1976, ela lançou um filme chamado Freaky Friday, com Barbara Harris e Jodie Foster. O filme contava a história de uma mãe e sua filha que, por razões que nunca são explicadas, permutam de corpo por um dia. O filme mostra a desordem que acontece até que elas finalmente permutam para o original novamente.

Embora eles não tenham escassez de enredos e ideias para usar em seus filmes, a Disney recriou Freaky Friday em 1995, desta vez com Shelley Long e Gaby Hoffman nos papeis principais. Essa adaptação foi feita especificamente para a televisão. Surpreendentemente, a Disney então produziu mais uma adaptação de Freaky Friday em 2003 para lançamento no cinema. Essa nova adaptação trouxe as atrizes Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan.

Após produzirem três versões do mesmo filme, é difícil compreender por que a Disney fez mais uma versão de Freaky Friday em 2018, com Cozy Zuehlsdorff e Heidi Blickenstaff. Isto são quatro versões no total! Que outro estúdio já vez isto?

Nasci no Corpo Errado e Nasci Deste Jeito

A Disney está condicionando as crianças em cada geração a pensarem que é, de algum modo, possível permutar de corpos com outra pessoa. Com isso, eles estão fazendo as crianças acreditarem que é possível encarnar no corpo errado, talvez como um menino, em vez de como uma menina. Esta é a base inteira do transgenerismo, um desejo profundamente enraizado de "permutar" para outro corpo, o corpo "real" de alguém — e viver como o gênero oposto. É também a lógica alegada para a homossexualidade, em que se diz que o indivíduo "nasceu deste jeito", embora o corpo dele claramente diga o contrário.

A Disney até lançou outro filme ao longo dessas linhas em 2016, que enfocou no aspecto do gênero da "mudança". Esse filme teve o nome The Swap, onde dois amigos no ensino médio, um rapaz e uma moça, trocam de corpos por um breve período de tempo e aprendem como é viver como o gênero oposto. O filme traz Peyton List e Jacob Bertrand nos papéis principais.

Como cada um desses filmes é feito para ser engraçado, com os protagonistas trabalhando por meio de situações "hilárias", é fácil deixar de observar o que a Disney está fazendo. As crianças estão sendo incentivadas a imaginar como deve ser viver o sexo oposto, e até pensar em si mesmos de um modo de fluidez de gênero, ou de gênero neutro. As crianças são levadas a acreditar que uma alternação de gênero possa ser possível e que isso possa lhes oferecer um modo de escapar de seus problemas. Se esse tipo de condicionamento for combinado com um currículo de "educação sexual" que normaliza o transgenerismo, o resultado é fácil de prever. O número de crianças que se tornará fixada nessa ideia explodirá e os pais terão diante de si diversos problemas que eles simplesmente não conseguirão tratar.

Se essa fixação se enraizar antes de a criança alcançar a puberdade, sua força emocional será grandemente amplificada no início da adolescência, quando os hormônios entram em atividade. E isso acontecerá, pois a Disney pôde lançar esses filmes para as crianças de todas as idades assistirem e a "educação sexual" em nossas escolas está agora direcionada para crianças de apenas cinco anos de idade.

Esta É a Verdadeira Face da Nova Ordem Mundial

Esta é verdadeira face da Nova Ordem Mundial, onde a perversão desse tipo é financiada e organizada no nível mais alto, tudo com vistas a destruir a unidade familiar e arruinar as vidas das nossas crianças.

A maioria dos pais deixa de ver o que está acontecendo por que eles também foram condicionados a aceitar uma definição de moralidade sexual que está em conflito com a moralidade bíblica. Em vez de defenderem o que sabem que é certo, eles acham mais fácil — muito mais fácil — acomodar o "novo normal" e timidamente interpretar a Bíblia de um modo mais flexível. Além disso, eles apaziguam suas consciências afirmando serem mais tolerantes, ou mais "amorosos", e abertos para aceitarem outro ponto de vista.

Mas, eles estão grandemente enganados. A maioria deles provavelmente pensava que poderia escapar sem ser arranhado por essa nova moralidade, mas eles subestimaram o Maligno. Somente agora, quando veem seus netos serem transformados em homossexuais, transgêneros e lésbicas, eles se dão conta que foram enganados. A reticência deles teve um custo terrível.

A Disney caladamente colocou a homossexualidade na corrente dominante ao longo dos últimos trinta anos. Por exemplo, Úrsula, a bruxa do mar e vilã em A Pequena Sereia (1989), foi baseada em um bem-conhecido drag-queen daquele tempo, chamado Divine, representado por Harris Milstead. Embora claramente efeminado e repulsivo, e certamente não alguém para ser admirado ou copiado, o advento de Úrsula marcou um importante passo à frente para a Disney. As crianças estavam agora sendo influenciadas por um personagem efeminado e grandão. A normalização tinha iniciado.

Em seguida, eles adicionaram uma série de personagens masculinos efeminados em muitos de seus filmes de longa metragem e desenhos animados nas duas décadas seguintes. Entre eles se incluem os exóticos Cogsworth e Lumière em A Bela e a Fera (1991), o Gênio em Aladim (1992), com seu icônico brinco gay e personalidade efeminada, o Governador Ratcliffe com suas roupas vistosas e maneirismos afetados em Pocahontas (1995), o vilão efeminado Hades em Hércules (1997), o efeminado Chi-Fu em Mulan (1998), o gorila sexualmente ambíguo Terkina em Tarzan (1999), o absurdamente efeminado Ken em Toy Story 3 (2010) e o Rei Candy em Detona Ralph (2012), que é na verdade descrito no filme como "nelly wafer" ("bolacha recheada"), uma gíria para um homossexual. Em um determinado momento ele até profere uma gíria que se refere à estimulação genital.

A Disney claramente decidiu dar um salto gigante à frente em 2013 com sua animação Frozen. A personagem principal, a intrépida Elsa, é muito cuidadosamente delineada para se encaixar no estereótipo da lésbica de batom (ou lésbica chique), embora ainda não tenha "saído do armário". É por isto que a canção de assinatura dela, Livre Estou — o destaque musical do filme — é tão significativa. A canção de tornou um hino para muitas lésbicas (e homossexuais) saírem do armário. A letra diz tudo:

A neve branca brilhando no chão
Sem pegadas pra seguir
Um reino de isolamento
E a rainha está aqui
A tempestade vem chegando e já não sei
Não consegui conter, bem que eu tentei.

Não podem vir, não podem ver
Sempre a boa menina deve ser
Encobrir, não sentir
Nunca saberão
Mas agora vão.

Livre estou, livre estou
Não posso mais segurar
Livre estou, livre estou
Eu saí pra não voltar
Não me importa o que vão falar
Tempestade vem
O frio não vai mesmo me incomodar.

De longe tudo muda,
Parece ser bem menor
Os medos que me controlavam
Não vejo ao meu redor
É hora de experimentar
Os meus limites vou testar
A liberdade veio enfim
Pra mim...

Livre estou, livre estou
Com o céu e o vento andar
Livre estou, livre estou
Não vão me ver chorar.

Aqui estou eu
E vou ficar
Tempestade vem
O meu poder envolve o ar e vai ao chão
Da minha alma flui fractais de gelo em profusão
Um pensamento se transforma em cristais
Não vou me arrepender do que ficou pra trás.

Livre estou, livre estou
Com o sol vou me levantar
Livre estou, livre estou
É tempo de mudar
Aqui estou eu, vendo a luz brilhar
Tempestade vem... frio não vai mesmo me incomodar?

[Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=UhxAdVfxKi8].

Não há dúvida que a maioria das crianças não reconhecerá o tema lésbico no filme, mas, apesar disso, elas se identificarão com as emoções que estão por trás da condição em conflito de Elsa. A empatia resultante, que foi sutilmente programada, mais tarde fará a atração pelo mesmo sexo parecer mais aceitável e, possivelmente, até heróica. Isso certamente será o caso se a Disney seguir em frente e fizer outro filme de continuação, em que Elsa faz algo que confirma sua "orientação" lésbica.

Caso alguns de nossos leitores tenham dificuldades em acreditar que essa agenda é deliberadamente subversiva, os autores da letra da canção Livre Estou escreveram outra canção, também no filme, chamada Reparos, que inclui a seguinte referência à bestialidade:

Ele precisa de uns reparos
Nos defeitos que tem
Como sua falta de antena
Sua queda por rena
É um pouco antissocial também
Ele precisa de uns reparos
Mas ouça por favor
Você pode consertá-lo com um pouquinho de amor!

[Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=SwFMte63-7s]

Isto é precisamente para onde a Disney está levando nossas crianças, para a aceitação da bestialidade.

Embora tudo isto seja totalmente inapropriado, o momento realmente preocupante no filme ocorre na cena que envolve Oaken, um personagem de barba que é proprietário de um estabelecimento comercial que inclui uma sauna. Ele tem um jeito efeminado e é obviamente um homossexual. Ao negociar o preço de alguns produtos com um cliente impaciente, ele oferece "Incluir uma visita à sauna". Neste momento, ele acena para um grupo que está na sauna — um homem e quatro crianças — e diz, "Oi, família!" [https://www.youtube.com/watch?v=Jhch7fJniYk].

O homem na sauna está quase nu, junto com as quatro crianças. Todos os cinco acenam de volta em uníssono. Os espectadores podem inferir que o rapaz na sauna é o parceiro homossexual dele e que as quatro crianças são os filhos dele (ou então do seu parceiro).

A cena da "sauna gay" fica na tela por menos de dois segundos, mas é verdadeiramente chocante. A inclusão de crianças nessa cena é uma obscenidade monstruosa. O que um homem nu está fazendo em uma sauna com quatro crianças nuas?

Nesta cena rápida e altamente carregada, que ficará registrada na mente de toda criança que assistir ao filme, a Disney está implicando — de um modo suave e charmoso — que é normal que crianças nuas compartilharem uma sauna com um homem nu, que é normal dois homens serem parceiros sexuais (como marido e esposa), que é normal uma dupla de homossexuais terem crianças, que é normal convidar um estranho para compartilhar a sauna com crianças nuas e que é normal alguém exibir sua família nua para um estranho.

Esta cena de dois segundos é pura pornografia. Não existe outra palavra para isto. Ela endossa a homossexualidade e a pedofilia de uma forma descarada e até direciona sua mensagem vil para as crianças inocentes.

Este é o verdadeiro espírito da Disney. Por dois segundos a cortina foi puxada para trás e podemos ver o mestre das trevas em sua oficina de trabalho. Vemos a agenda real que essa grande empresa corrupta está seguindo e os passos sagazes para doutrinar nossas crianças na sexualidade pervertida da Nova Ordem Mundial.

"No coração dos que maquinam o mal há engano, mas os que aconselham a paz têm alegria." [Provérbios 12:20].

Conclusão

A pornografia é prejudicial e cria dependência. Separando o prazer sexual do envolvimento interpessoal, ela prejudica nossa capacidade de formar um relacionamento amoroso. Depois que um rapaz inicia nessa estrada, ele escorrega cada vez mais para uma compulsão que não consegue controlar. Isso pode aumentar seus desejos carnais e levar a uma vontade intensa de ver imagens que são cada vez mais explícitas, violentas ou pervertidas.

Muitos que estão viciados em pornografia têm de buscar ajuda profissional. Como qualquer vício que impacta fortemente a química do cérebro, o uso compulsivo de pornografia pode levar à depressão e a problemas emocionais profundamente enraizados. Algumas vezes, isso pode deixar o indivíduo atribulado em situações sexuais da vida real que são prejudiciais à sua saúde e ao seu bem-estar espiritual.

A pornografia degrada as mulheres e cria na mente de uma criança uma imagem de feminilidade em que os elementos essenciais da nossa humanidade compartilhada estão apagados.

Emocionalmente falando, a pornografia transforma os homens em homossexuais. Ela os faz se sentirem profundamente inadequados, acreditando que as mulheres não inacessíveis ou, pior ainda, supérfluas. Essa atitude passiva e efeminada, por meio da qual a masculinidade natural do indivíduo é continuamente introvertida, pode atrair um indivíduo confuso e influenciável para o mundo tenebroso da promiscuidade homossexual.

Depois que sua imaginação toma o controle de seu corpo, o indivíduo é escravizado pelo desejo de lascívia. É por isto que os Illuminati fazem uso intensivo da pornografia e da perversão sexual. Por que usar um exército para conquistar uma nação quando você pode envenenar as mentes daquele povo e fazer com que as pessoas fiquem enlaçadas nos fios cortantes de suas próprias imaginações caídas? Uma nação debilitada desse modo já está de joelhos. Os exércitos, quando chegarem, encontrarão uma resistência muito fraca.

Quantos pais que assistiram ao desenho Frozen com seus filhos conseguiram reconhecer as obscenidades na cena da sauna de Oaken? Aparentemente, poucos. Fizemos uma pesquisa na Internet para ver se essa furtiva exaltação à pedofilia tinha ofendido muitas pessoas, mas não conseguimos encontrar evidências disso.

O mundo de fluidez de gênero que a Disney e outros estão criando é um mundo em que a confusão, a autocomiseração (coitadismo) e a gratificação dos desejos reinarão, onde pais mesquinhos não serão capazes de fazer os sacrifícios necessários para manter seu casamento ou a família unida, e onde números cada vez maiores de jovens vulneráveis perderão o controle de suas vidas. Este é exatamente o mundo que Satanás deseja.

Os governos dos países do mundo poderiam tornar a pornografia on-line inacessível instantaneamente, com o simples uso de uma chave liga-desliga. Mas, eles não farão isto. [Discutimos este assunto em um ensaio anterior, intitulado "Por Que o Congresso Serve à Elite Luciferiana?"].

Eles reclamam do mau uso de materiais sob a Lei dos Direitos Autorais, e estão no ponto de exigir o uso de software de filtragem por parte dos provedores de serviço de Internet para derrubar as páginas dos sites que violem as regras. Mas, os sites pornográficos continuam a florescer, repletos dos materias mais revoltantes imagináveis e causando dano imenso aos corações e mentes de homens, mulheres e crianças em todo o mundo.

Nossos governos servem à Elite dominante, a cabala luciferiana pervertida que controla este mundo por trás dos bastidores. Portanto, enquanto a livre expressão está sendo estrangulada lentamente, o fluxo de imagens pornográficas perniciosas continuará sem ser interrompido.

"Pois não dormem, se não fizerem mal, e foge deles o sono se não fizerem alguém tropeçar." [Provérbios 4:16].

Solicitação Especial

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Autor: Jeremy James, artigo em http://www.zephaniah.eu
Data da publicação: 23/4/2019
Transferido para a área pública em 1/9/2020
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