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O Primeiro-Ministro de Israel Ariel Sharon Torna-se Ditatorial e Impõe Plano Para a Evacuação Forçada das Colônias da Faixa de Gaza e da Margem Ocidental do Rio Jordão

Recursos úteis para sua maior compreensão

Título do Livro 1


Título do Livro 2


Título do Livro 3

"Uma Palestina secular e democrática surgirá sobre as ruínas do Estado de Israel... mas um Estado Palestino... será uma bomba-relógio que levará o mundo árabe à guerra." [Yitzhak Rabin, 1979] Esse misterioso comentário feito muito antes de Rabin tornar-se primeiro-ministro, quando analisado à luz do atual "Plano de Desengajamento" do atual primeiro-ministro Sharon revela os verdadeiros planos para Israel e para os palestinos. Agora, tudo torna-se mais claro.

A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado?

Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia-a-dia!!

Aprenda a proteger a si mesmo e aos seus amados!

Após ler nossos artigos, você nunca mais verá as notícias da mesma forma.

Agora você está na
"THE CUTTING EDGE"


Os eventos em Israel parecem estar caminhando velozmente à conclusão que a Cutting Edge previu há mais de dez anos. Alguns meses atrás, obvervamos a linguagem exagerada de Sharon contra os colonos, e escrevemos um artigo explicando por que ele os estava maltratando com sua retórica. Esse artigo é N1941, "Estaria o Primeiro-Ministro de Israel, Sharon, Usando a Evacuação Forçada dos Colonos Como uma Desculpa Para Enfraquecer os Judeus Ortodoxos e Observadores da Lei?" e pode ser lido no original em inglês site da Cutting Edge.

Uma vez que você compreenda os preceitos do artigo N1941, estará melhor preparado para este artigo.

Entretanto, o artigo mais importante para compreender nosso ensino sobre os planos futuros dos Illuminati com relação a Israel e aos palestinos é N1911, "Provas de uma Conspiração: O Acordo de Paz de Oslo Foi Originalmente Elaborado em 1993 Para Entregar Grandes Áreas de Israel aos Palestinos, Exatamente a Direção Seguida Agora Pelo 'Linha-Dura' Ariel Sharon".

Pedimos que você leia esse artigo com muita atenção — incluindo os artigos referidos dentro dele — antes de continuar lendo este artigo. Uma vez que você tenha lido esses artigos mais antigos, estará em condições de compreender a direção que vamos seguir aqui. Como dissemos em N1911, a população nunca quis ir para aonde Sharon a está levando agora; na verdade, o eleitorado rejeitou o "liberal" Barak e elegeu o "conservador linha-dura" Sharon de modo a colocar um fim na Intifada de Arafat, e aos atentados com homens-bomba suicidas. Durante a campanha, Sharon convenceu os judeus que, como um ex-general do Exército, sabia exatamente como derrotar Arafat e seu infindável terrorismo.

Os colonos judeus — a maioria dos quais é formada por religiosos e que observam os preceitos da Lei — sentiram-se mais à vontade com Sharon por que ele tinha defendido a causa deles no passado distante. De tempos em tempos, Sharon tinha falado em defesa dos direitos do povo judeu de ocupar toda a terra de Israel; a retórica de Sharon dizia que as colônias na parte de Israel agora ocupada principalmente pelos palestinos eram a ação correta que Israel deveria seguir. Sharon apoiou firmemente as colônias — naquele tempo.

Entretanto, agora que o período de tempo está se encurtando para as porções finais do Acordo de Oslo serem completadas, Sharon deu uma volta de 180 graus, indo para a direção oposta. Israel agora parece estar no caos, com alguns elementos advertindo sobre o risco de uma guerra civil, enquanto Sharon está usando os poderes de seu cargo para ameaçar severamente os colonos judeus. Como sabemos que os Illuminati sempre se esforçam para "criar ordem a partir do caos", precisamos examinar atentamente o que está ocorrendo agora. Uma vez que examinarmos atentamente todos os fatos, e compará-los com o plano conhecido dos Illuminati, mais a profecia bíblica, você compreenderá o que está acontecendo e onde isso provavelmente acabará.

A Mentira Original de Oslo: "Terra em Troca da Paz"

"... a Palestina surgirá sobre as ruínas do Estado de Israel" [Yitzhak Rabin] Editorial de Arieh Stav, Ariel Center for Policy Research (http://www.therightroadtopeace.com/infocenter/Heb/AriehStav.html].

"O processo político que está ocorrendo no Oriente Médio desde a Conferência de Madrid (novembro de 1991), e ainda mais vigorosamente desde a assinatura dos Acordos de Oslo (setembro de 1993), é referido por muitos como um 'processo de paz' cuja essência, conforme caracterizado pelos presidentes norte-americanos George Bush e Bill Clinton, é o princípio de 'entregar territórios em troca da paz'. Em outras palavras, está sendo exigido de Israel, a única democracia no domínio semita, cuja área é apenas 0,2% do território de todos os países árabes, que se desfaça do único bem que não tem sobrando, isto é, território. As tiranias árabes, por outro lado, precisam oferecer em troca o único bem que não têm — a paz. A partir do ponto de vista do Estado de Israel, paz em troca de território é um lance radical e arriscado que pode colocar o estado judaico na beira da extinção, pois a retirada para as fronteiras de 1967 ou para uma linha próxima a elas deixará Israel novamente na situação em que ele foi forçado a provocar uma guerra preventiva de forma a se libertar das 'fronteiras de Auschwitz', como Abba Eban as caracterizou naquela época. Hoje, entretanto, a situação é muito mais grave do que na véspera da Guerra dos Seis Dias..."

Desde o início dos Acordos de Oslo (1992-93), fiquei perplexo, porque seus preceitos e suposições fundamentais simplesmente não correspondiam à realidade. Como poderia Israel — um dos menores países do mundo, que está envolvido em uma luta diária pela sobrevivência contra um inimigo que o supera na proporção de 50 para 1 — concordar em ceder um único palmo de seu território? Eu me lembro bem da declaração do ex-presidente Nixon, que disse após deixar o cargo que Israel nunca poderia concordar em entregar parte de seu território aos palestinos, pois a existência de tal estado hostil dentro de suas fronteiras seria idêntico a um homem ter uma faca afiada pressionada contra seu peito.

Além disso, a própria natureza do inimigo islâmico é tal que seus aderentes nunca conhecerão a paz, pelo menos não até que todos seus inimigos, no mundo inteiro, estejam ou mortos, ou "convertidos" ao Islã, mesmo que seja pela imposição da espada. De tempos em tempos, os palestinos propõem publicamente um "Dia de Fúria", em que protestarão violentamente contra as políticas de Israel, ou contra eventos específicos. Historicamente, toda a religião do Islã tem derramado o sangue de todos seus inimigos, mais particularmente dos judeus e dos cristãos.

Finalmente, Arafat sempre disse que consideraria qualquer acordo em Oslo como meramente "temporário" e para ter um trampolim para no fim destruir o estado judaico e forçar todos seus cidadãos a "beberem a água do Mediterrâneo" — um eufemismo que significa a total aniquilação dos judeus de Israel. Os palestinos não querem 42% de Israel para construírem seu país; querem 100% de Israel, para então construir seu Estado Palestino. Ah, sim, Jerusalém está planejada para cair totalmente nas mãos dos palestinos.

Sabendo de tudo isso, e sabendo que os líderes de Israel também sabem disso tudo, não faz absolutamente sentido algum para os governos combinados "liberais" e "conservadores" desde setembro de 1993, seguirem com uma oferta aparentemente insana de entregar aos palestinos uma área tão grande de Israel que suas forças armadas não poderão mais proteger adequadamente a nação. Como ninguém alguma vez já acusou os líderes de Israel de estupidez, e como sabemos que os Illuminati, para quem os líderes de Israel trabalham, realmente querem reconstruir o Templo de Salomão no antigo Monte do Templo [leia o artigo N1643, "O Desejo Ardente de Reconstruir o Templo em Jerusalém É o Ímpeto Propulsor Que Está Por Trás dos Eventos no Oriente Médio"], podemos estar bem certos que, seja qual for o verdadeiro plano, ele não envolve a perda total da nação de Israel.

Após tomar o controle do Monte do Templo, o plano é colocar o Cristo maçônico (o Anticristo) no cenário internacional [The Armageddon Script, de Peter Lemesurier, págs. 229-252, leia a resenha].

Portanto, antes de avançarmos mais, vamos reiterar que os Illuminati não podem tomar uma ação que resulte na aniquilação de Israel. Lembre-se, sem Israel, os Illuminati não poderão reconstruir o Templo de Salomão, nem fazer seu Cristo tomar o controle do sistema da Maçonaria, que está em grande parte baseado no Antigo Testamento. Se Israel cessasse de existir, o plano global dos Illuminati ficaria paralisado em seu caminho.

Entretanto, quando você examina as passagens proféticas pertinentes, citadas em seguida, percebe que, talvez, o plano profético possa permitir que Israel chegue à beira da destruição, mas não permite que seja realmente destruído. Considere atentamente estas chocantes profecias:

Concordância Profética

Primeiro, a Bíblia diz claramente que, uma vez que Deus fizer Israel retornar para sua terra como uma nação, Israel nunca mais será lançado para fora dela novamente:

"Todos os pecadores do meu povo morrerão à espada, os que dizem: Não nos alcançará nem nos encontrará o mal. Naquele dia tornarei a levantar o tabernáculo caído de Davi, e repararei as suas brechas, e tornarei a levantar as suas ruínas, e o edificarei como nos dias da antiguidade; para que possuam o restante de Edom, e todos os gentios que são chamados pelo meu nome, diz o SENHOR, que faz essas coisas. Eis que vêm dias, diz o SENHOR, em que o que lavra alcançará ao que sega, e o que pisa as uvas ao que lança a semente; e os montes destilarão mosto, e todos os outeiros se derreterão. E trarei do cativeiro meu povo Israel, e eles reedificarão as cidades assoladas, e nelas habitarão, e plantarão vinhas, e beberão o seu vinho, e farão pomares, e lhes comerão o fruto. E plantá-los-ei na sua terra, e não serão mais arrancados da sua terra que lhes dei, diz o SENHOR teu Deus." [Amós 9:11-15].

Entretanto, a profecia declara que Deus forçará Israel a enfrentar uma situação tão terrível que, para garantir a sobrevivência da nação, o arcanjo Miguel será forçado a vir em seu auxílio. Veja:

"E naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro." [Daniel 12:1].

Considere atentamente as palavras-chave de compreensão, por que você não chegará a uma conclusão adequada no fim deste artigo se não compreender os preceitos dessa passagem. Considere com atenção estas compreensões:

* Sempre que a Bíblia retrata um ser angélico tendo de se levantar, significa que ele foi chamado à ação. Assim, no "tempo do fim", a situação em Israel se deteriorará tanto que o arcanjo Miguel terá de se levantar para defender o "povo de Daniel", os judeus.

* "Haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo..." — Israel experimentará uma série de eventos desastrosos que sua existência parecerá estar continuamente em perigo. Entretanto, como diz a próxima frase:

* "Mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro." — Exatamente como Amós declarou, na citação anterior, Deus garantirá a sobrevivência de Israel. A nação será terrivelmente danificada, mas sobreviverá.

Vamos examinar algumas outras passagens que falam do desastre sem precedentes para Israel durante este tempo — entretanto nenhum dos desastres resultará na destruição nacional de Israel.

* "Ah! porque aquele dia é tão grande, que não houve outro semelhante; e é tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será salvo dela." [Jeremias 30:7].

* "Porque haverá então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco há de haver." [Mateus 24:21].

* "Tocai a trombeta em Sião, e clamai em alta voz no meu santo monte; tremam todos os moradores da terra, porque o dia do SENHOR vem, já está perto; dia de trevas e de escuridão; dia de nuvens e densas trevas, como a alva espalhada sobre os montes; povo grande e poderoso, qual nunca houve desde o tempo antigo, nem depois dele haverá pelos anos adiante, de geração em geração." [Joel 2:1-2].

Observe que Jerusalém será atacada por um exército de um "povo grande e poderoso, qual nunca houve desde o tempo antigo, nem depois dele haverá pelos anos adiante, de geração em geração."

Em todas essas passagens, Deus prediz que fará Israel atravessar um período de terror e tribulação — mas que Israel não será destruído.

Em segundo lugar, Jesus Cristo também predisse que o Anticristo virá a Jerusalém como Messias e marchará em direção ao seu encontro com a profecia que diz que ele entrará no templo reconstruído para perpetrar a abominação da desolação. Veja:

"Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lê, atenda." [Mateus 24:15].

Como a profecia bíblica requer que o Anticristo reconstrua o templo para que então possa profaná-lo, Deus pessoalmente tomará conta para garantir que Israel não seja destruído. O país poderá ser terrivelmente devastado, mas não será destruído.

Portanto, com esses conceitos em mente, vamos agora para a situação atual, em que Ariel Sharon está se preparando para executar uma das partes mais dolorosas do Acordo "de Paz" de Oslo — a retirada unilateral de todos os colonos dos territórios [veja o artigo N1911].

A Retirada Unilateral dos Colonos Implementada por Sharon

Antes de iniciarmos, permita-me explicar estes dois mapas. O mapa vermelho e branco no lado esquerdo mostra as áreas conhecidas como Judéia, Samaria e Faixa de Gaza. A seção branca é Israel e é principalmente judaico; a seção vermelha mostra as áreas de concentração populacional palestina nessas três áreas. Quando você harmoniza esses dois mapas, verá que o povo judeu vive principalmente nas áreas em branco, enquanto que os palestinos vivem principalmente nas áreas em tonalidade vermelha da Judéia, Samaria e da Faixa de Gaza. Os únicos judeus que vivem agora na área principalmente palestina são os colonos judeus. No mapa da direita, as colônias judaicas que Sharon está determinado a remover estão mostradas com pontos pretos. Esses colonos são principalmente judeus religiosos, observadores da Lei, que assumiram o risco físico de ajudar a construir uma colônia judaica no meio da população palestina. Esses colonos estão dispostos a colocar suas vidas em risco por que crêem literalmente na Torá, em todas as profecias messiânicas, e nas profecias sobre o fim dos tempos que prevêem que, quando Deus estabelecer Israel novamente, não somente garantirá sua sobrevivência, mas expandirá seu território para incluir toda a terra que foi prometida a Abraão [Salmos 89:25]. Esse território expandido inclui a Síria até o sul de Damasco, todo o Líbano, a maior parte da Jordânia (Edom e Moabe), e parte do Iraque. Esses colonos acreditam que D-us entregou a Israel essa terra e estão dispostos a fazer sua parte para garantir que essa profecia seja plenamente cumprida. Até que venha o tempo em que os muçulmanos serão expulsos de Israel, esses judeus religiosos estão dispostos a ocupar terra, construir colônias e arriscar suas vidas. Esse é o dever religioso deles.

A atual liderança política israelense odeia esses judeus religiosos. A visão deles é um Israel totalmente secularizado, uma terra que eles planejam renomear como "Palestina", cortando assim a terra e o povo de suas antigas raízes bíblicas. Lembre-se desse fato, por que voltaremos a ele na parte final deste artigo. Agora, vamos analisar as políticas ditatoriais com as quais Sharon está ameaçando esses colonos, que em sua maioria são religiosos.

Resumo da Notícia: "O Plano do Desengajamento: Os Israelenses Ordeiros Que Permanecerem Poderão Ser Presos Por Até Cinco Anos e Terem Suas Propriedades Confiscadas", Dr. Aaron Lerner, GAMLA, 26 de setembro de 2004.

"Uma análise da Lei do Plano de Desengajamento apresentado hoje em hebraico no sítio na Internet do Ministério da Justiça... revela que o Artigo 27 (A)(2) prevê a prisão por cinco anos dos residentes das comunidade que se recusarem a abandonar suas casas antes da data de evacuação. Os residentes que não tiverem facas (possivelmente nem mesmo facas de cozinha) ou armas de fogo em sua posse que se recusarem a deixar suas casas antes da data de evacuação poderão ser presos por até três anos. É importante observar que essa punição poderá também ser aplicada aos residentes que, como um ato de resistência passiva, deitarem-se no chão de suas casas, requerendo que as forças de segurança os carreguem de lá. [Artigo 27 (A)(3)]"

Se um presidente norte-americano que não estivesse enfrentando uma emergência nacional calamitosa tentasse criar uma lei como essa, prendendo cidadãos que simplesmente não querem abandonar suas casas e suas propriedades privadas, tantos cidadãos protestariam de forma tão veemente que haveria uma desordem generalizada. Aqui, Sharon está agindo como um ditador, tendo decidido que as colônias que apoiou anos atrás agora não merecem receber a proteção do governo e, na verdade, são tão perigosas que precisam ser desenraizadas e seus cidadãos reassentados em outros locais. Como Sharon sabe que o tipo de protesto que enfrentará desses colonos está profundamente enraizado em convicções religiosas, decidiu realmente endurecer com aqueles que resistirem.

Observe que Sharon está reconhecendo dois tipos de ofensas. Primeiro, está disposto a enviar aos residentes passivos e desarmados a "somente" três anos de cadeia, enquanto qualquer resistente que estiver armado de qualquer forma enfrentará cinco anos de cadeia. Isso é bem severo e é inacreditável que venha de um ex-general de Exército "conservador", em quem a população confiou quando as políticas "liberais" do primeiro-ministro Barak tornaram-se demais para suportar. O fato que o "conservador" Sharon está executando a política dos liberais Rabin/Peres/Barak demonstra a verdade dos ensinos da Cutting Edge:

  1. Os rótulos hoje não têm significado algum. Os homens que estão por trás de rótulos opostos estão igualmente compromissados com esse vindouro sistema global.

  2. Os Illuminati continuam a mostrar grande habilidade em obter homens igualmente compromissados em ambos os lados em cada questão. Quando Satanás quer um homem em uma determinada posição, ele o obtém, a não ser que Deus estenda Sua mão onipotente para impedir. Neste fim dos tempos, à medida que o Espírito Santo remove gradualmente Seu poder de restrição [2 Tessalonicenses 2], Satanás está com maior freqüência conseguindo colocar seus homens em posições de poder.

  3. O fato que os Acordos de Oslo de 1992-93 tenham continuado durante as diversas mudanças ministeriais cumpre a definição de "conspiração" dada pelo presidente Thomas Jefferson:

"... uma série de opressões, iniciadas em um período distinto de tempo e seguidas sem alteração em cada mudança ministerial, prova a existência de um plano deliberado e sistemático de nos reduzir à escravidão." [The Unseen Hand, Ralph Epperson, pág. 196, veja a resenha].

Não cometa nenhum erro de avaliação aqui. Quando Rabin/Peres/Barak/Netanyahu/Sharon secretamente executam um plano para destruir tão completamente um Israel baseado em grande parte nos preceitos dos religiosos observadores da Lei, para que possam erigir um estado secular chamado Palestina, são culpados de conspiração, conforme a definição de um dicionário:

"Um acordo para realizar em conjunto um ato ilegal, traiçoeiro ou maligno... Um planejamento e atuação em conjunto de forma secreta, especialmente para um propósito ilícito ou prejudicial, como assassinato ou traição." [Dicionário Webster].

Como o Israel dos dias atuais é uma autoridade governamental legitimamente constituída, é traição no mais alto nível o primeiro-ministro Sharon executar um plano secreto que irá desmantelar o Israel atual em um banho de sangue para que uma "Palestina" radicalmente diferente — secular — possa surgir sobre as ruínas.

Vamos agora retornar ao nosso artigo referido do GAMLA para obtermos mais informações que podemos usar para obter maior compreensão.

"Artigo 30(A) prevê que após a data de evacuação, os residentes não poderão reivindicar qualquer uma de suas possessões móveis que restarem na área designada para evacuação." [Ibidem].

Uma pessoa que não quer ser removida de uma colônia na qual ela e seus pais derramaram sangue, suor e lágrimas também não quererá receber indenização alguma. Essa terra em que ela está vivendo é o Israel para o qual os judeus religiosos e observadores da Lei ansiaram retornar por 2.000 anos. Agora que o milagre do renascimento de Israel ocorreu 56 anos atrás, o colono não estará disposto a sair voluntariamente. Portanto, Sharon está ameaçando esses colonos com 3 a 5 anos de cadeia e com a perda de suas propriedades privadas após a data de evacuação.

O preço é altíssimo, Sharon e seus ministros estão firmes, e alguns colonos estão falando em guerra civil.

Resumo da Notícia: "Líderes dos colonos dizem que plebiscito é a única solução para evitar a guerra civil", Maariv News, 21/9/2004.

"O Conselho dos Líderes dos Colonos usou novamente a ameaça de guerra civil diante da esperada retirada da Faixa de Gaza e do norte de Samaria dentro da estrutura do Plano de Desengajamento. Durante uma reunião com o Ministro da Segurança Pública, Gideon Ezra, na segunda-feira, os colonos disseram, "Acorde, estamos nos aproximando de uma guerra civil. Está na hora de termos um plebiscito."

Esses colonos estão convencidos que os cidadãos judeus em todo o Israel rejeitariam a proposta unilateral de retirada de Sharon se tivessem a oportunidade de votar sobre essa questão. Assim, os líderes dos colonos estão querendo forçar um referendo nacional a todo o custo. Supostamente, se eles perderem a eleição, aceitariam humildemente a retirada, uma suposição que pode não ser totalmente verdadeira. Apesar disso, os líderes dos colonos estão exigindo uma votação nacional.

Se eles não conseguirem esse referendo, estão indicando a possibilidade de uma "guerra civil", o que significa que pretendem pegar em armas contra o Estado. Talvez essa seja a razão por que Sharon decidiu usar as Forças Israelenses de Defesa (FID) para forçar a evacuação e por que decidiu alocar 112.500 soldados na evacuação de somente 8.500 colonos.

Usando uma Tática Nazista Que Saiu Pela Culatra Terrivelmente

De modo a suavizar as relações entre seu governo e os colonos, Sharon deu dois passos que estou certo que ele considerou brilhantes naquele tempo:

Primeiro, contratou um judeu religioso e observador da Lei para liderar sua campanha de expulsão. Durante a ocupação nazista da Europa, a humanidade cunhou um novo termo para quem colabora com um inimigo jurado: 'quisling', a partir do nome de Abraham Lauritz Jonsson, que colaborou com Hitler para governar a Noruega durante a ocupação nazista. Vejamos analisar a notícia desse judeu religioso que concordou em servir como 'ministro da evacuação' do governo Sharon:

Resumo da notícia: "Kibutz Aceita Relutantemente o Novo Trabalho de Bassi", Israel National News, Arutz-7, 25/7/2004.

"O kibutz Sde Eliyahu, um kibutz religioso no Vale do Jordão, se reuniu na noite da quinta-feira para discutir o consentimento para que o membro Yonatan Bassi, aceite o cargo de chefe da Secretaria da Evacuação. Muitos membros expressaram fortes objeções ao fato de Bassi aceitar o cargo, dizendo que era contra os valores da população trabalhadora nas colônias... Em uma extensa carta de um Jônatas a outro, Jonathan Pollard pediu para Yonatan Bassi não aceitar o cargo de chefe da Secretaria da Evacuação:

" '- Que um judeu que observa a Torá aceite voluntariamente a missão de desenraizar judeus da terra de Israel e de expelir judeus de seus lares — essa é uma abominação e uma profanação imperdoável do nome de D-us! Não pode haver explicação lógica alguma para esse tipo de imoralidade, nenhum fator atenuante, nenhuma justificação para um judeu que observa a Torá assumir espontaneamente uma tarefa que é em sua essência má!' "

Essa declaração de "um Jônatas a outro", coloca sucintamente toda a questão em perspectiva. A partir dessa declaração, vemos como os judeus religiosos se sentem com o fato que um judeu religioso realmente permita que Sharon expulse outros judeus religiosos das colônias e, a partir dela, vemos a lógica exata que os colonos estão usando para fundamentar seus argumentos contra a evacuação:

Verdadeiramente, os colonos estão vendo Yonatan Bassi como um quisling, um colaboracionista com o inimigo.

Em segundo lugar, Sharon decidiu que essa Secretaria de Evacuação planeje o envio de uma bela carta aos colonos que estavam prestes a perder suas casas e suas comunidades. Talvez o primeiro-ministro tenha se esquecido que os judeus religiosos e que observam a Lei se lembram da história recente do povo judeu. Veja, os nazistas enviavam uma bela carta às comunidades judaicas dizendo-lhe por que razão seriam desenraizados em breve; a carta não mencionava que o objetivo final de Hitler era aniquilar a raça dos judeus.

Vamos agora examinar essa carta que a Secretaria da Evacuação enviou aos colonos e a extrema reação que ela causou entre alguns deles:

Nota: Nesta citação, você verá uma palavra alemã com a qual provavelmente não está familiarizado. A palavra é "Judenrat" e aqui está a definição dela:

" 'O Judenrat, ou Conselho Judaico' — Quando as autoridades alemãs transportaram a população judaica da Polônia, inicialmente para áreas urbanas e subseqüentemente para os guetos, requeriam que cada comunidade formasse um Conselho Judaico. Nas cidades menores, os conselhos tinham doze membros, nas cidades maiores, o número era de vinte e quatro membros. Na maioria das vezes compostos de ex-líderes comunitários, os conselhos assumiam todas as responsabilidades de um governo local. Mais importante para os alemães, os conselhos atuavam como intermediários para executar suas determinações cada vez mais opressivas, como prover batalhões de mão-de-obra forçada para as indústrias da guerra e, eventualmente, até entregar judeus para serem colocados nos trens e serem levados para os campos de concentração e de extermínio." [http://www.humboldt.edu/~rescuers/book/Makuch/judrat.html].

A história registra que esses judeus traidores venderam seus irmãos, chegando-os até a colocá-los nos trens para os campos de concentração, simplesmente para se manterem vivos por mais um dia. Essas pessoas ganharam genuinamente a inimizade perpétua dos outros judeus. Com essa definição em mente, vamos agora ler partes da carta enviada por Yonatan Bassi, o judeu religioso e observador da Lei, a quem Sharon nomeou como Chefe da Secretaria de Evacuação.

Resumo da Notícia: "O que é realmente chocante, e quem está realmente incitando?" Nadia Matar, Women in Green, 26/9/2004.

"Na semana passada enviei uma carta ao chefe da Administração da Deportação, Sr. Yonatan Bassi, na qual escrevi que o fato que ele planeja enviar uma carta pessoal a cada um dos habitantes de Gush Katif designados para a transferência, e que sua carta contém um "apelo pessoal e explicação inicial do processo de evacuação", me enche com arrepiantes associações com o Holocausto. Anexei junto com a carta a cópia de uma carta escrita pelo Judenrat de Berlin, em 1942, à comunidade judaica, que explicava a deportação que ocorreria em breve. Escrevi para Bassi que, em minha opinião, o documento de 1942 era assustadoramente similar ao que ele estava prestes a enviar."

Aparentemente, Nadia recebeu uma cópia antecipada da carta planejada, e estava reagindo ao conteúdo dela. Embora eu tenha pesquisado diligentemente na Internet por uma cópia de uma das cartas enviadas pelos nazistas aos Judenrats, não consegui encontrar uma. Entretanto, a simples idéia que Sharon possa estar planejando uma evacuação forçada no estilo nazista dos cidadãos judeus de suas casas é inacreditável; Sharon então escolheu um colaborador para ajudá-lo nesse plano, também assustadoramente similar aos judeus que colaboraram com os nazistas, oferecendo sua capacidade administrativa em troca de suas vidas; mas a idéia que Sharon planeje enviar uma linda carta a cada colono, aparentemente elaborada como as belas cartas que os nazistas enviaram aos Judenrats, é simplesmente chocante!

Mas, por que deveríamos nos surpreender? Dissemos repetidamente que a liderança atual de Israel não é verdadeiramente judaica, mas Illuminati — como o símbolo do hexagrama azul em um fundo branco demonstra. Como o anti-semitismo é desmedido hoje, e como muitos judeus consideram qualquer crítica à atual liderança israelense como anti-semitismo, e como tantas pessoas não estão familiarizadas o suficiente com a profecia bíblia para poderem compreender corretamente os planos que Deus tem para a liderança atual, separe um momento agora para ler nosso artigo sobre esse importantíssimo assunto, N1593, "Cidadão Judeu Americano Fica Indignado ao Ver o Presidente Bush Posicionado Diante do Símbolo Iluminista dos Protocolos dos Sábios de Sião, a Bandeira de Israel!"

Ariel Sharon e todo seu gabinete, Shimon Peres e todo seu gabinete, e muitos outros políticos-chave em Israel não são judeus aos olhos de Deus. Embora saibamos que eles são iluministas completos, Jesus os descreve de outro modo:

"Conheço as tuas obras, e tribulação, e pobreza (mas tu és rico), e a blasfêmia dos que se dizem judeus, e não o são, mas são a sinagoga de Satanás." [Apocalipse 2:9].

Sharon, Peres e virtualmente todos os líderes atuais são "aqueles que se dizem judeus, mas não são". Na verdade, o símbolo nacional israelense prova que isso é verdade, pois é um hexagrama — a Estrela de Davi, ou Selo de Salomão; de acordo com ex-ocultistas, esse hexagrama em particular foi criado pelo rei Salomão no tempo em que praticou a feitiçaria de suas muitas mulheres pagãs e construiu templos e altares para elas. A Estrela de Davi (Selo de Salomão) é um hexagrama satânico, considerado pelos ocultistas praticantes como o mais poderoso símbolo na feitiçaria, é usado para conjurar demônios." [Magic Symbols, Frederick Goodman, págs. 79-81].

Esse símbolo é prova positiva que os líderes atuais de Israel são totalmente iluministas. Mayor Amschel Bauer (mais tarde mudou seu sobrenome para Rothschild) adotou o hexagrama como seu símbolo no início dos anos 1770, e o hexagrama tem permanecido como símbolo deles desde então. Como Rothschild apoiou financeiramente o movimento sionista no seu início, pôde forçar a aceitação de seu maligno símbolo como o símbolo nacional de Israel. Todos os líderes israelenses desde 1948 foram iluministas.

Deus planeja "extirpar" (matar) esses falsos judeus, exatamente como predito em Zacarias 13:8.

Mas, os judeus justos que amam a Deus não devem desanimar, porque Deus conhece os judeus que são realmente seus, e exatamente agora, está marcando um remanescente para si, como diz Zacarias 13:9. Com o conceito que Sharon e Peres pretendem "arruinar" o Israel atual até o ponto em que os judeus religiosos sejam obliterados, mas que Israel não seja completamente destruído para que eles possam então construir uma nova nação secular chamada "Palestina", vamos agora ver como Deus vai cumprir Zacarias 13:8-9. Observe as palavras de aflição nacional nesta Escritura:

"E acontecerá em toda a terra, diz o SENHOR, que as duas partes dela serão extirpadas, e expirarão; mas a terceira parte restará nela. E farei passar esta terceira parte pelo fogo, e a purificarei, como se purifica a prata, e a provarei, como se prova o ouro. Ela invocará o meu nome, e eu a ouvirei; direi: É meu povo; e ela dirá: O SENHOR é o meu Deus." [Zacarias 13:8-9].

Entregando Voluntariamente o Recurso da Dissuasão Nuclear

Mas, as piores notícias ainda estão por vir! Enquanto os colonos judeus religiosos e observadores da Lei estão agoniados com o plano de Sharon para removê-los à força das terras sem indenização se oferecerem resistência, Sharon parece estar preparado para entregar a arma final "imune a falhas" de Israel — o arsenal nuclear do país.

Resumo da notícia: "El-Baradei: Sharon me disse que Israel desmantelará as armas nucleares como parte do mapa da estrada", Arutz-Sheva, 8 de julho de 2004.

"Mohammed El-Baradei, o chefe da Agência Internacional de Energia Atômica da ONU reuniu-se com o primeiro-ministro Ariel Sharon hoje (quinta-feira). El-Baradei afirmou que Sharon concordou em tornar Israel em uma zona livre de armas nucleares como um estágio final do assim-chamado Mapa da Estrada. '- O primeiro-ministro afirmou para mim nesta manhã que a política de Israel é que no contexto da paz, o estabelecimento da paz no Oriente Médio, Israel procurará a criação de uma zona livre de armas nucleares no Oriente Médio', disse El-Baradei."

Sem dúvida alguma, o cidadão judeu genuinamente conservador está tendo ataques de apoplexia, pois Sharon está dizendo à inepta agência de controle do uso da energia atômica das Nações Unidas que Israel abrirá mão das armas nucleares se os árabes — que não querem a paz com Israel — somente oferecerem-lhe a "paz". Sharon pode estar simplesmente oferecendo algo que sabe que nunca terá de realmente entregar, porque sabe que os árabes nunca executarão aquilo que está previsto no Mapa da Estrada.

Entretanto, uma vez que uma oferta como essa é colocada sobre a mesa por qualquer razão, a proposta parece ganhar vida própria, até que o ponto seja eventualmente alcançado em que a concessão será exigida, mesmo sem que a premissa original tenha sido atendida. Por essa razão, os cidadãos judeus com discernimento precisam estar absolutamente alertas, convencidos que a liderança coletiva de Israel nos últimos vinte anos tem estado consumida com um desejo suicida nacional, sendo Sharon a vítima mais recente.

Certamente, esta é a visão do autor judeu Barry Chamish. Ele acredita que, como os líderes iluministas de Israel não podem obter a nação secular que desejam, estão dispostos a destruí-lo completamente. Chamish acredita que eles estão dispostos a permitir que os inimigos de Israel tomem o controle da terra que Deus prometeu aos descendentes de Abraão perpetuamente se não puderem obter o tipo de nação laica e secular que desejam.

Acreditamos que Chamish está em grande parte correto, como explicamos em seguida. Entretanto, Chamish faria bem em lembrar algumas promessas de Deus, antes de saltar à conclusão que os líderes atuais de Israel vão deliberadamente levar Israel ao ponto em que poderá ser derrotado por seus inimigos árabes.

Israel não pertence a esta atual liderança iluminista; pertence a Deus.

"Porque povo santo és ao SENHOR teu Deus; o SENHOR teu Deus te escolheu, para que lhe fosses o seu povo especial, de todos os povos que há sobre a terra. O SENHOR não tomou prazer em vós, nem vos escolheu, porque a vossa multidão era mais do que a de todos os outros povos, pois vós éreis menos em número do que todos os povos; mas, porque o SENHOR vos amava, e para guardar o juramento que fizera a vossos pais, o SENHOR vos tirou com mão forte e vos resgatou da casa da servidão, da mão de Faraó, rei do Egito." [Deuteronômio 7:6-8].

"Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti. Eis que nas palmas das minhas mãos eu te gravei; os teus muros estão continuamente diante de mim." [Isaías 49:15-16].

"Mas Judá será habitada para sempre, e Jerusalém de geração em geração. E purificarei o sangue dos que eu não tinha purificado; porque o SENHOR habitará em Sião." [Joel 3:20-21].

Todas as pessoas anti-semitas precisam fazer uma pausa e considerar cuidadosamente sua posição, elas estão odiando a causa de Sião, sendo que o Deus Onipotente "habita em Sião" para sempre. Antes que você fique do lado dos palestinos nessa luta atual, leia atentamente Joel 3, que descreve o julgamento furioso de guerra de Deus sobre todos os povos que já maltrataram os judeus. Sei que Israel também é culpado de alguns crimes de guerra, mas a verdade bíblica não pode ser ignorada: Deus está cuidando de Israel e lançará um julgamento físico e de aniquilação contra todos os povos que já maltrataram Israel, exatamente como descrito em Joel 3.

"Naquele dia o SENHOR castigará com a sua dura espada, grande e forte, o leviatã, serpente veloz, e o leviatã, a serpente tortuosa, e matará o dragão, que está no mar. Naquele dia haverá uma vinha de vinho tinto; cantai-lhe. Eu, o SENHOR, a guardo, e cada momento a regarei; para que ninguém lhe faça dano, de noite e de dia a guardarei." [Isaías 27:1-3].

Você entendeu o título que Deus deu a si mesmo: "Eu, o SENHOR, a guardo, e cada momento a regarei, para que ninguém lhe faça dano, de noite e de dia a guardarei."

"Portanto profetiza, e dize-lhes: Assim diz o Senhor DEUS: Eis que eu abrirei os vossos sepulcros, e vos farei subir das vossas sepulturas, ó povo meu, e vos trarei à terra de Israel. E sabereis que eu sou o SENHOR, quando eu abrir os vossos sepulcros, e vos fizer subir das vossas sepulturas, ó povo meu. E porei em vós o meu Espírito, e vivereis, e vos porei na vossa terra; e sabereis que eu, o SENHOR, disse isto, e o fiz, diz o SENHOR." [Ezequiel 37:12-14].

Israel está hoje entre as duas partes dessa profecia. Embora Deus já tenha restaurado Israel em sua terra antiga, ainda não derramou Seu Espírito Santo nos corações de Seu povo. Como o Espírito Santo testifica de Jesus [João 15:26], sabemos que Israel não receberá o Espírito de Deus profetizado até que seus habitantes recebam Jesus como seu Senhor e Salvador. Esses judeus redimidos e salvos constituirão o remanescente, a terça parte que será protegida e redimida por Deus [Zacarias 13:9]. Esse é o remanescente a respeito do qual Deus diz: "Olharão para mim a quem traspassaram" [Zacarias 12:10b] quando Jesus retornar após o período de sete anos da Tribulação.

"Porquanto o SENHOR teu Deus é Deus misericordioso, e não te desamparará, nem te destruirá, nem se esquecerá da aliança que jurou a teus pais." [Deuteronômio 4:31]

Se Deus permitisse que Israel fosse destruído, sua promessa eterna feita a Abraão [Gênesis 13:14] falharia e Deus passaria por mentiroso.

Poderíamos continuar, mostrando a você os versos que demonstram que Deus é o dono de Israel e que deu aquela terra aos descendentes de Abraão perpetuamente. Os Illuminati podem controlar Israel neste momento, mas não controlarão Israel no fim. Quando começar a Terceira Guerra Mundial, que será a guerra das dores de parto finais [Mateus 24:6-8] que produzirão o Anticristo [N1056], as profecias de Deus começarão a serem cumpridas, independente do que os Illuminati tenham em mente. Israel passará por aflições nacionais sem precedentes, e sofrerá grandemente, mas Deus no fim livrará seus habitantes.

A Visão de Rabin

Vamos agora voltar para a afirmação de Rabin, em 1979, citada na parte inicial deste artigo, por que quando a examinarmos cuidadosamente, à luz da profecia bíblica e conhecendo os planos dos Illuminati, acreditamos que você compreenderá o objetivo final deles nos eventos atuais em Israel; além disso, você descobrirá que o plano deles poderá cumprir as profecias bíblicas.

"Uma Palestina secular e democrática surgirá sobre as ruínas do Estado de Israel... mas um Estado Palestino... será uma bomba-relógio que levará o mundo árabe à guerra." [Yitzhak Rabin, 1979].

O primeiro fato que quero que você observe é que Rabin está falando de duas entidades aqui, não de somente uma, embora os nomes delas sejam similares.

* "Uma Palestina democrática e secular" tem de ser judaica, especialmente por que Rabin prevê que ela nascerá sobre as "ruínas do Estado de Israel".

* Um Estado Palestino é o termo atualmente usado para se referir a uma nação potencial formada pelos palestinos que vivem na Margem Ocidental do Jordão, em Israel. Na verdade, em junho de 2003, o presidente Bush e o primeiro-ministro Sharon reuniram-se com o "primeiro-ministro" dos palestinos para declarar seu objetivo comum de um Estado Palestino, que surgiria a partir do "processo de paz" então em andamento [leia o artigo N1819, disponível no site da Cutting Edge]. A diplomacia americana/israelense/palestina esteve voltada para a eventual formação de um Estado Palestino dentro das atuais fronteiras do minúsculo Israel desde 13 de setembro de 1993, quando Rabin e Arafat assinaram o Acordo de Oslo, sob o olhar radiante do presidente Clinton.

O segundo fato que você precisa considerar com atenção é a informação que Rabin está colocando nessas duas frases.

Essa "Palestina secular e democrática" está planejada para surgir das cinzas do atual Israel. A princípio, você poderá ficar confuso, pensando que "Palestina" e "Israel" são a mesma entidade. Entretanto, no pensamento da liderança secular e iluminista em Israel, as duas definitivamente NÃO são a mesma entidade. O termo "Israel" é o antigo termo bíblico para a terra escolhida por Deus para Seu povo escolhido [Gênesis 32:24]. Deus mudou o nome de Jacó por uma razão muito especial: Jacó possuía coragem e determinação suficientes para fisicamente lutar com um anjo a noite inteira!

"E disse: Deixa-me ir, porque já a alva subiu. Porém ele disse: Não te deixarei ir, se não me abençoares. E disse-lhe: Qual é o teu nome? E ele disse: Jacó. Então disse: Não te chamarás mais Jacó, mas Israel; pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens, e prevaleceste." [Gênesis 32:26-28].

Jacó, cujo nome foi modificado para Israel, foi renomeado por causa de sua coragem diante de um anjo de Deus. "Israel" é um nome bíblico.

Entretanto, "Palestina" não é um nome bíblico para a terra prometida. Essa palavra ocorre uma única vez na Tradução King James da Bíblia, em Joel 3:4:

"E também que tendes vós comigo, Tiro e Sidom, e todas as regiões da Filístia? É tal o pago que vós me dais? Pois se me pagais assim, bem depressa vos farei tornar a vossa paga sobre a vossa cabeça." [Joel 3:4].

Esse nome é realmente traduzido como Filístia, "Originalmente indicava somente a região costeira da terra de Canaã, habitada pelos filisteus" [Dicionário Ilustrado de Easton]. "Somente em um período posterior na história dos judeus é que esse nome foi usado para indicar "a terra dos hebreus". [Ibidem].

Entretanto, o ponto principal de Joel 3:4 é que essa única menção de "Palestina" ocorre na passagem que prediz um julgamento de fim dos tempos sobre os inimigos de Israel! Deus está dizendo que, após trazer Israel de volta à sua terra, e reverter seu cativeiro, trará todos os inimigos de Israel ao "Vale de Jeosafá" (o Oriente Médio) onde começará a aniquilá-los por meio da guerra.

Agora, observe que Rabin está dizendo que essa nova "Palestina" será uma nação secular — não uma nação religiosa e observadora da Lei — e que substituirá um Israel arruinado! As palavras exatas de Rabin foram: "A Palestina secular e democrática surgirá sobre as ruínas do Estado de Israel."

Agora, como é que um futuro primeiro-ministro de Israel prevê, em 1979, que o Israel dos dias atuais será reduzido a ruínas, sobre as quais essa nova nação surgirá? Em 1979, Israel estava caminhando para se tornar a superpotência do Oriente Médio. Os campos, que estiveram desertos, começavam a florescer em uma maravilhosa variedade de produção agrícola. Os cientistas e empreendedores israelenses estavam trabalhando arduamente para elevar o padrão de vida de Israel a um nível similar ao da Europa ou dos EUA. As forças armadas israelenses já estavam sendo invejadas no mundo. Em 1979, Israel certamente não parecia ser uma nação que caminhava para a ruína.

Rabin então prossegue para descrever o Estado Palestino. Em vez de falar gentilmente de um Estado Palestino Islâmico, Rabin falou de forma desesperançosa sobre ele. Ele parecia dizer que, se tal estado fosse criado, sua existência provocaria uma guerra entre os árabes! Como pode ser? Se você ler N1057, "A Próxima Guerra Árabe-Israelense Está Próxima — O Plano de Albert Pike Para Produzir o Anticristo — Parte 2", encontrará um relatório do Pentágono ao Congresso a respeito da próxima guerra árabe-israelense. Esse relatório dizia que ninguém, nem mesmo os líderes árabes dos outros estados, queriam ver a criação de um Estado Palestino. Veja uma citação pertinente desse artigo da Cutting Edge, escrito em 1997:

"Da mesma forma como Saddam Hussein procurou destruir os curdos e os iranianos, assim também os palestinos serão mortos por seus irmãos, tanto ao leste quanto ao oeste do rio Jordão. Arafat já deve saber algo disso, pois está construindo bunkers subterrâneos de concreto, com quatro andares de profundidade."

Os palestinos têm uma má reputação entre todos os outros árabes no Oriente Médio. Eles são considerados incontroláveis, violentos e absolutamente maus. A palavra deles é considerada sem valor algum, mesmo entre os outros muçulmanos na região. Nenhum líder árabe quer que os palestinos possam organizar um estado, em que consigam acumular os recursos que estão disponíveis somente para os países organizados.

Assim, Rabin predisse que a formação de um Estado Palestino levaria os árabes a uma guerra regional.

A análise resultante da estranha declaração de Rabin é que ele favorecia a criação de uma nação judaica democrática e secular chamada Palestina, mas se opunha firmemente à criação de um Estado Palestino Islâmico por que tal evento provocaria uma guerra regional. Além disso, ele previa que a nação atual chamada Israel rapidamente desceria de sua prosperidade em 1979, até o ponto em que estaria arruinada. Todavia, a nação não estaria tão arruinada que uma nação diferente — secular — não pudesse surgir, de forma muito similar à visão iluminista da ave fênix, que nasce das cinzas da ave anterior que acabou de morrer. [Leia o artigo N1603].

Rabin não foi específico sobre como essa nação próspera e poderosa chamada "Israel" poderia ser arruinada em apenas um par de décadas. Entretanto, muitos estão chamando o Plano de Retirada Unilateral do primeiro-ministro Sharon de "ruinoso" para o país, e eles podem estar certos. A liderança coletiva, desde Rabin, em 1993, até o Ariel Sharon dos dias atuais tem certamente levado Israel a uma série de "dolorosas concessões em troca da paz", que poderão resultar em sua ruína.

À medida que desdobrarmos esse plano que os Illuminati estão seguindo, você verá que o objetivo parece ser a destruição da nação atual de Israel para que uma nova nação, totalmente secular, possa surgir a partir das cinzas. Como o plano ocultista de transformar o mundo para que o Cristo maçônico possa aparecer gira em torno do princípio "Conflito controlado produz mudança controlada", talvez o plano aqui seja administrar uma "destruição controlada" que também destruirá os odiados judeus religiosos.

Nesse contexto, pode-se compreender por que nem o governo Barak nem o governo Sharon impediram os trabalhadores de Arafat de perfurarem debaixo do Monte do Templo e destruir todos os artefatos judaicos antigos que desenterraram. Talvez o governo iluminista e secular de Israel esteja tão interessado quanto os palestinos em remover todas as evidências de um judaísmo antigo.

Esse novo Israel também não terá de contender com esses irritantes palestinos. Durante a "ruinosa" guerra (o pavio que deflagrará a Terceira Guerra Mundial entre Israel e as forças combinadas dos palestinos, sírios, egípcios e jordanianos; os palestinos serão aniquilados, em cumprimento a Obadias 15-18 e Isaías 34; Damasco será destruída, em cumprimento a Isaías 17:1; o Egito cairá, de acordo com Isaías 19:1; a província jordaniana de Edom será destruída, em cumprimento a Isaías 16 e 34, enquanto que a província jordaniana de Moabe será destruída, em cumprimento a Isaías 15 e 34.

Israel emergirá triunfante dessa guerra, mas estará tão destruído que ficará em ruínas. Será então uma nação secular, tendo destruído o poder dos judeus religiosos e observadores da Lei? Será se os novos líderes renomearão o país como "Palestina"? Teremos somente de esperar para ver. No entanto, graças à misteriosa revelação de Yitzhak Rabin, podemos agora compreender por que Sharon está agindo de forma tão dura contra os colonos que são principalmente religiosos. No longo prazo, esses zelotes religiosos precisam ser derrotados e o poder e influência deles na nação eliminados.

Ao observar esse espetáculo de tropas especialmente treinadas das Forças Israelenses de Defesa despejarem e carregarem para longe os colonos que oferecerem resistência, e quando você ouvir falar de colonos sentenciados a cinco anos de prisão, saberá então por que o governo iluminista de Israel está forçando essa possivelmente ruinosa confrontação. Se uma guerra civil irromper e se Sharon lidar asperamente com os colonos, Israel poderá se tornar tão dividido que Arafat e os líderes da coalizão árabe mencionada anteriormente poderão achar que a oportunidade está favorável para que iniciem seus ataques, conforme descrito no documento do Pentágono analisado no artigo N1057.

A confrontação resultante poderá aniquilar os inimigos árabes conforme profetizado e poderá "arruinar" a atual nação de Israel para que uma nação secular chamada "Palestina" possa ser criada. Mas um fato permanece: As profecias de Deus não permitirão que o povo judeu seja lançado para fora da terra que Deus lhes deu. O arcanjo Miguel se levantará para defender a nação. Os eventos, porém, serão terríveis e totalmente sem precedentes.

"Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima." [Lucas 21:28].



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Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia-a-dia.

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Que Deus o abençoe.

Data de publicação: 29/10/2004
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