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Uma Imensa Força de Ataque da Marinha dos EUA Posiciona-se na Costa Iraniana

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Esses exercícios navais no Mar da Arábia e no Golfo Pérsico podem ser considerados uma verdadeira provocação ao Irã, que está sob a ameaça de ter suas instalações nucleares atacadas e destruídas. No entanto, jogos de guerra realizados em 2005 já demonstraram que o Golfo Pérsico é uma localização bastante arriscada para os porta-aviões norte-americanos.

A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado?

Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia-a-dia!!

Aprenda a proteger a si mesmo e aos seus amados!

Após ler nossos artigos, você nunca mais verá as notícias da mesma forma.

Agora você está na
"THE CUTTING EDGE"


Resumo da Notícia: "O Grupo Expedicionário de Ataque Iwo Jima Junta-se às Forças Norte-Americanas nas Proximidades do Irã", DebkaFile Intelligence, 20 de outubro de 2006.

"Na terça-feira, 17 de outubro, o Grupo Expedicionário de Ataque Iwo Jima entrou no Golfo Pérsico para se juntar à concentração de forças navais, aéreas e de fuzileiros reunida nas proximidades da costa iraniana. Ele é formado pelo navio de transporte anfíbio USS Nashville, os destróieres USS Cole e USS Bulkeley e pelo cruzador USS Phillippine Sea, todos equipados com mísseis guiados, o submarino de ataque USS Albuquerque e o navio de desembarque de tropas USS Whidbey Island."

"O grupo Iwo Jima está agora navegando a 60 km do Kuwait, na costa do Irã. Como o DebkaFile e o Debka-Net-Weekly reportaram com exclusividade duas semanas atrás, as três forças-tarefa navais dos EUA estarão posicionadas diante do Irã, no Golfo Pérsico e no Mar da Arábia, por volta de 21 de outubro. Os dois outros grupos de batalha são os dos porta-aviões Eisenhower e Enterprise."

Para compreender exatamente o quão maciço é esse grupo naval e compreender suas capacidades, vamos examinar essa revelação por partes:

1) O que é um "Grupo Expedicionário de Ataque"? A maioria das pessoas não tem uma boa idéia do que seja essa força, nem quais são suas capacidades. Vamos examinar um artigo da Global Security; prepare-se para uma surpresa:

Resumo da Notícia: "Grupo Expedicionário de Ataque", Global Security.

"O Grupo Expedicionário de Ataque — algumas vezes chamado de Força Expedicionária de Ataque — é uma remodelagem do grupo anfíbio, com a capacidade de realizar ataques dispersos em grande extensão, com maior poder de ataque que o grupo anfíbio."

Um grupo naval anfíbio pode operar em terra e na água, e inclui fuzileiros navais. Não somente é essa capacidade de força terrestre indicada na primeira sentença, mas também é definida posteriormente no mesmo artigo. Veja:

"A nova combinação, que é empregada no lugar do grupo anfíbio, permite que forças da Marinha e do Corpo de Fuzileiros desembarquem tropas dos fuzileiros à medida que os navios de guerra e submarinos atacam os alvos em terra com mísseis e tiros de canhão."

A inclusão da capacidade do Grupo Expedicionário de Ataque significa que o plano de ataque que o presidente Bush pode ter autorizado contra o Irã inclui o desembarque dos fuzileiros — provavelmente contra alvos selecionados, na forma de comandos? Essa conclusão é indicada conhecendo-se o tipo de forças que estão sendo formadas, mas até que o ataque inicie de verdade, essa conclusão é, na melhor das hipóteses, somente uma suposição.

Essa matéria da Global Security inclui um diagrama que descreve os tipos de navios, aviões e capacidades dos fuzileiros. Pedimos que você estude esse diagrama com atenção.

Agora, vamos retornar à matéria da Global Security para vermos mais informações pertinentes:

"Um grupo expedicionário de ataque poderia incluir navios anfíbios, um destróier, um cruzador, fragatas, um submarino de ataque e um avião P-3C Orion, baseado em terra. A nova combinação, que é empregada em lugar do grupo anfíbio, permite que forças da Marinha e do Corpo de Fuzileiros desembarquem tropas de fuzileiros e veículos à medida que navios e submarinos atacam alvos em terra com mísseis e tiros de canhão. Atualmente, cada grupo anfíbio é formado por um navio de assalto anfíbio, um navio de desembarque de veículos, e um navio anfíbio para o desembarque de tropas. Os cruzadores e destróieres compõem os grupos de batalha dos porta-aviões."

O fato de o presidente Bush ter agora uma Força Expedicionária de Ataque mobilizada com dois grupos de porta-aviões sugere fortemente que ele planeja atacar o Irã por ar e terra (talvez apenas ataques com comandos de fuzileiros).

Ao mesmo tempo em que acreditamos que o Irã poderá sofrer um ataque, acreditamos firmemente que esse ataque não derrubará o regime linha-dura atualmente existente. Baseamos essa opinião nos seguintes fatos:

1) O governo iraniano parece estar protegido de ser derrubado pelas profecias bíblicas de Ezequiel 38-39.

Ezequiel 38-39 prediz que a Pérsia será um dos países que marcharão contra Israel nos últimos dias, sob a liderança da Rússia. O governo que estiver no comando do país nesse tempo precisará ser anti-Ocidente e anti-Israel, precisamente o tipo de governo que existe hoje. Se o presidente Bush conseguir derrubar o atual regime, ele instituirá um governo marionete, exatamente como tem hoje no Iraque; esse governo será pró-Israel e pró-Ocidente. Portanto, acreditamos que o atual governo iraniano está protegido de ser derrubado pela profecia de Ezequiel 38-39; os EUA poderão atacar as instalações nucleares iranianas, mas parece para nós que o governo está protegido de ser derrubado.

O que foi surpresa para nós é a intensidade das forças que colocaram o Irã na órbita da Rússia, à medida que ele busca proteção contra os sofisticados armamentos dos EUA. Além disso, a profecia diz que Gomer (as nações européias) estará marchando com a Rússia, de modo que a pressão norte-americana sobre o Irã está tendo o efeito de forçar a união dos três grandes elementos dessa profecia: o Irã (a antiga Pérsia), a Rússia e a Europa (Gomer).

2) Em 12 de abril de 2003, o presidente russo Putin advertiu o presidente Bush que não permitiria mais ataques militares, invasões ou "mudanças de regime" no Oriente Médio. Se os EUA atacarem com sucesso o Irã, a influência russa seria totalmente destruída.

Publicamos um artigo sobre esse assunto intitulado "Um Xeque-Mate Russo no Oriente Médio?" e incentivamos que você o leia inteiro. Citando excertos pertinentes:

Em 12 de abril de 2003, dias após as Forças da Coalizão terem tomado Bagdá, o presidente russo Putin caminhou até um pódio e traçou uma imensa linha na areia contra o presidente Bush. Não mais, disse Putin, não mais permitiremos que você invada um país e faça uma 'mudança de regime'. Com os presidentes da Alemanha e da França atrás dele, Putin disse ao presidente Bush para se retirar.

Naquele tempo, ficamos imaginando como uma grande potência como a Rússia apoiaria sua bravata com ação, de modo a impedir os EUA de tomarem uma ação que relegaria a Rússia ao status de isolamento e estagnação.

Agora, podemos estar vendo como o presidente Putin estava planejando apoiar suas exigências. Vamos iniciar com a história de notícias original:

Resumo da Notícia: "Nenhum ataque a outros países, Putin adverte os EUA", Sify News, 12 de abril de 2003.

"São Petersburgo — O presidente russo Vladimir Putin advertiu na sexta-feira a coalizão liderada pelos EUA a não atacar outros países sob o pretexto de promover valores capitalistas e democráticos após ter derrotado o regime ditatorial do Iraque. 'Não vamos exportar revoluções capitalistas e democráticas', disse o líder russo aos repórteres, ao mesmo tempo em que os rumores em Washington dão conta que alguns elementos da administração dos EUA estão ruminando o lançamento de operações militares contra outros países do Oriente Médio. 'Se fizermos isso, vamos terminar em uma ladeira escorregadia de conflitos militares intermináveis. Não podemos permitir que isso aconteça', disse Putin em uma conferência conjunta à imprensa com o chanceler alemão Gerhard Schröeder e o presidente francês Jacques Chirac, após manter conversações com eles."

Observe a terminologia que o presidente russo Putin usou contra Bush: "Nenhum ataque a outros países".

Obviamente, essa poderosa força naval e aérea que está agora patrulhando a costa iraniana parece indicar que o presidente Bush vai ordenar um ataque contra alvos no Irã — exatamente o tipo de ação que Putin advertiu que ele não deveria tomar.

3) A Rússia pode apoiar suas enfáticas advertências contra um ataque norte-americano porque possui o vastamente superior sistema das armas escalares. Citando excertos pertinentes do nosso principal artigo sobre esse assunto, N1776, "Uma Visão da Tecnologia do Armamento Escalar":

Neste artigo, falaremos sobre um desses sistemas de armamentos: a tecnologia escalar. Extraímos muitas das nossas informações do livro Oblivion, escrito pelo tenente-coronel Thomas E. Bearden.

Primeiro, porém, queremos citar o coronel da reserva da Força Aérea Byron Weeks, em uma advertência que ele fez em 5 de outubro de 2002; publicamos esses comentários na seção Daily News Updates, não uma, mas diversas vezes. Ouça o que disse o coronel Weeks:

"A assim-chamada América Imperial muito provavelmente não tem os meios de apoiar suas várias tentativas de controlar o mundo. Somos mais fracos agora do que nunca antes. As bravatas de Bush são vazias e, mesmo que tenhamos o canhão de Tesla, a Rússia e a China também o têm, e a Rússia tem armas escalares eletromagnéticas há mais tempo — tempo suficiente para ter experimentado e testado várias formas delas muitas vezes. Mas embora evidentemente os EUA tenham alguns armamentos energizados por HAARP, o físico e tenente-coronel Thomas Beardon diz que não temos muito, se é que temos, e nossos armamentos escalares ainda não estão prontos para serem usados eficientemente..."

"Se atacadas, nossas forças terrestres estarão tão vulneráveis quanto patinhos sentados, lá no deserto árido e quente, e sem ter aonde se esconder. As cidades e os antigos sistemas ABM não nos protegerão. Se atacarmos o Iraque, o que agora parece ser inevitável, podemos esperar sermos atacados por todos os lados, com bombas nucleares, EMPs, e ondas do interferômetro eletromagnético longitudinal que virão sobre nós como fogo do céu. A América queimará no fogo..."

"A América queimará no fogo".

Se assim desejar, a Rússia pode proteger os alvos iranianos colocando seu escudo da bolha escalar, chamado de Domo de Tesla, sobre áreas-alvo imensas ou sobre áreas muito menores, como um tanque individual. Embora o sistema HAARP, usado pelas forças armadas norte-americanas possa erigir um Domo de Tesla, esse domo pode ser facilmente penetrado e destruído pelas ondas escalares.

Leia o artigo N1776 para ver como os russos podem erigir um Domo de Tesla sobre toda uma cidade.

Leia o artigo N2155 para ver como os israelenses estão usando a tecnologia escalar para erigir Domos de Tesla sobre seus tanques, que podem ser instantaneamente ativados quando o radar detectar a aproximação de um projétil e desativados quando o projétil for destruído.

A Rússia pode proteger as instalações nucleares iranianas de forma fácil e eficiente. Nem um míssil, nem um avião, e nem um helicóptero consegue penetrar no Domo de Tesla.

4) Jogos de guerra realizados no ano passado mostraram que debilidades inerentes nos sistemas de radares norte-americanos podem condenar toda a força naval em um conflito com forças menores.

Um ataque contra as instalações militares iranianas pode não ser tão certo como muitos estão prevendo. Os jogos de guerra americanos realizados pouco mais de um ano atrás demonstraram que existem fraquezas navais inerentes que não podem ser corrigidas rápida ou facilmente.

Citando excertos pertinentes do nosso artigo N2026, "16 Naval Ships at the Bottom of the Persian Golf! Includes one Aircraft Carrier Destroyed — Recent War Games" (não traduzido).

Seria essa a verdadeira razão por que a administração Bush ameaçou o Irã com um ataque severo durante dois anos, somente para voltar atrás a cada vez? Teria a dependência da alta tecnologia para lutar contra a Marinha russa condenado nossas forças?

Resumo da Notícia: "O Mito da Invencibilidade dos EUA Flutua no Golfo Pérsico", Rense.com, 16 de abril de 2005.

"Durante o verão de 2002, durante a preparação para a invasão do Iraque, as forças armadas dos EUA encenaram os mais elaborados e caros jogos de guerra já planejados. A Operação Desafio do Milênio, como foi chamada, custou 250 milhões de dólares e requereu dois anos de planejamento... Ela foi definida no Golfo Pérsico e simulou um conflito contra um país delinqüente hipotético. Essa "guerra" envolveu o uso intenso de computadores e também foi simulada no campo por 13.500 soldados, em 17 diferentes localidades e 9 centros de treinamento.. Todos os participantes atuaram sob um comando conjunto, conhecido como JointFor. As forças dos EUA foram designadas como 'Força Azul' e as do inimigo como OpFor, ou 'Força Vermelha'. A 'guerra' durou três semanas e terminou com a derrubada do regime ditatorial em 15 de agosto."

"Entretanto, esse foi o resultado oficial. O que realmente aconteceu foi bem diferente, e deve servir como uma advertência sobre o grave perigo que o mundo enfrentará se os EUA se envolverem em um conflito muito amplo na região..."

O oficial norte-americano que comandou o "inimigo" — a equipe da Força Vermelha — foi um ríspido comandante dos Fuzileiros, já na reserva, mas que foi convocado da sua aposentadoria para comandar a Força Vermelha. O nome dele é general Paul Van Riper e ele exerceu o papel do enlouquecido, porém engenhoso líder do país delinqüente hipotético... Nos primeiros dias da 'guerra', a Força Vermelha de Van Riper enviou a maior parte da frota americana para o fundo do mar no Golfo Pérsico." [Ibidem].

As táticas adotadas por esse general do Corpo de Fuzileiros foram surpreendentes e resultaram no "pior desastre naval norte-americano desde Pearl Harbor".

"O jogo de guerra foi descrito como 'jogo livre', o que significa que não havia restrições para ambos os lados, e eles podiam livremente seguir qualquer tática nos manuais de guerra para a obtenção da vitória... Muitas das ações foram geradas em computador. Mas unidades militares representativas no campo também atuaram nas várias ações e reações. A comparação com uma partida de xadrez não é incorreta. A armada norte-americana, vastamente superior, consistia do grupo de batalha naval formado por um porta-aviões e todo o conjunto de navios e aviões de apoio. Van Riper tinha à sua disposição uma frota muito menor de navios pequenos, muitos deles de uso civil e vários recursos típicos de um país do Terceiro Mundo." [Ibidem].

"Mas Van Riper tirou o máximo da fraqueza. Em vez de tentar competir diretamente com a Força Azul, ele utilizou engenhosas alternativas de baixa tecnologia. A mais crucial de todas, ele evitou que a força mais forte dos EUA interceptasse suas comunicações deixando de usar as transmissões de rádio. Van Riper utilizou mensageiros, em vez de se manter em contato com seus oficiais de campo... A cada vez, o astuto Van Riper fazia o inesperado. E, no processo, ele conseguiu obter uma vantagem assimétrica... De forma astuta e encoberta, Van Riper armou suas embarcações civis e fez com que elas se aproximassem da frota norte-americana, que nunca esperava um ataque de pequenos barcos de recreio... Aviões da Força Vermelha subitamente estavam sobrevoando como um enxame os navios dos EUA, fazendo mergulhos suicidas, como Kamikazes. Alguns dos barcos de recreio também fizeram ataques suicidas. Outros, dispararam mísseis Silkworm (Bicho da Seda) a curta distância e afundaram o porta-aviões, o maior navio na frota norte-americana, e dois helicópteros que transportavam fuzileiros... A Marinha não estava preparada. Quando tudo acabou, a maior parte da frota norte-americana tinha sido destruída. Dezesseis navios de guerra estavam no fundo do mar e o restante fora de formação. Milhares de marinheiros estavam mortos, moribundos ou feridos."

"Se os jogos tivessem sido reais, teria sido a pior derrota naval norte-americana desde Pearl Harbor". [Ibidem].

Claramente, esse desastre no jogo de guerra foi algo que o Pentágono não podia ter previsto. Publicamente, o porta-voz do Pentágono não admitiu desastre algum, pois nos jogos de guerra, os equipamentos destruídos e os marinheiros mortos podem ser "ressuscitados" com uma rápida digitação no teclado. No fim, o governo do país delinqüente foi derrubado e a vitória foi alcançada — mas somente após o general Van Riper, sentindo-se enojado, ter abandonado. Mas você pode argumentar, é claro que eles sabiam bem internamente e estavam trabalhando como loucos para mudar as táticas para que não tenham esse tipo de desastre real, de um inimigo real, que pode realmente matar os marinheiros e fuzileiros. Você pode estar certo, exceto pelo fato que a maior parte das razões para esse desastre é sistêmica e não pode ser corrigida fácil e rapidamente. Como pode ser?

O primeiro problema é que a Marinha investiu pesadamente em equipamento que não funciona de forma eficaz em áreas estreitas, como o Golfo Pérsico. Em outras palavras, a Marinha norte-americana foi criada e equipada para enfrentar um inimigo no oceano aberto, e está muito vulnerável a inimigos determinados e que operam a curta distância usando táticas não-convencionais. Veja como esse artigo referido explica essa terrível realidade:

"... em vez de estarem no horizonte como a Marinha normalmente lutaria, e a grandes distâncias que permitiriam a utilização dos sistemas de proteção, agora eles estão bem perto da praia... onde você está olhando para eles. Isto é, os modelos e simulações que criamos não conseguiam fazer uma distinção (entre navios inimigos e amigos)... de repente, epa, ali estavam eles. E foi nesse momento que ele atacou... O principal problema da Marinha dos EUA para operar nas águas do Golfo é a restrição que o espaço estreito da região impõe sobre as defesas navais dos EUA, que foram projetadas para o mar aberto. Afinal, o Golfo Pérsico nada mais é do que um grande lago, e nesse tipo de ambiente, as defesas da Marinha estão seriamente comprometidas. A Marinha também não pode se retirar e se posicionar a uma distância segura, já que sua presença é necessária para oferecer suporte às forças de ocupação no Iraque. Tanto quanto eu saiba, as sérias implicações desse simples fato em um possível conflito futuro, por exemplo, envolvendo o Irã, nunca foram discutidas na imprensa norte-americana." [Ibidem].

Ao longo da entrevista, o general Kernan falou repetidamente sobre a Marinha operar "pelo horizonte", o que é perfeito se você estiver enfrentando a Marinha russa no oceano aberto; entretanto, se a Marinha dos EUA estiver enfrentando uma força iraniana de navios, barcos e aviões rápidos e móveis na luta, todos os quais estão equipados com mísseis supersônicos de fabricação russa, as perdas provavelmente serão chocantes, como bem demonstrou essa simulação de guerra.

Parece que o único modo em que a Marinha dos EUA poderia logicamente atacar os alvos iranianos é posicionando-se distante o suficiente da terra de modo que as pequenas embarcações iranianas e os mísseis supersônicos navio-a-navio de fabricação russa não consigam alcançá-la. (Leia o artigo N1449, "Teria a Nova Tecnologia dos Mísseis Russos Tornado Obsoleta a Marinha Norte-Americana?") Temos de esperar para ver como todos esses eventos se desdobrarão.

5) Os alvos iranianos são subterrâneos e estão amplamente dispersos. Veja o que disse um comandante iraniano de alto escalão, do Corpo de Guardas Revolucionários Islâmico, pois esses fatos que ele menciona foram recentemente confirmados por um general norte-americano:

Resumo da Notícia: "Irã diz ter 300 instalações nucleares dispersas pelo país", Iran Focus, 15 de janeiro de 2006.

"Teerã, Irã, 15 de janeiro — Um comandante de alto escalão no Corpo de Guardas Revolucionários Islâmicos, uma tropa de elite do Irã, disse no domingo que a República Islâmica tem mais de 300 instalações nucleares espalhadas por todo o país. O comandante disse que apesar dos altos custos de construção e manutenção, as instalações nucleares estavam dispersas em mais de 300 localidades em todo o país."

Adicionalmente, muitas dessas instalações são subterrâneas, tornando a eliminação delas muito difícil, mesmo se a Rússia decidir não defender os alvos iranianos com seus armamentos escalares.

Os comandantes militares norte-americanos estão cientes das limitações e dificuldades para um ataque. Vamos examinar os comentários feitos recentemente por um comandante norte-americano de alto escalão, admitindo que as forças dos EUA teriam muita dificuldade para atacar e destruir as instalações nucleares do Irã.

Resumo da Notícia: "Irã adotou a estratégia assimétrica na luta contra os EUA", Iran Mania, 20/9/2006.

"Londres, 20 de setembro (IranMania) — De acordo com uma reportagem da AFP, Teerã tem as forças armadas mais poderosas do Oriente Médio, mas está confiando em meios não-convencionais para enfrentar o poder superior das forças armadas norte-americanas na região, disse um comandante norte-americano de alto escalão. O general John Abizaid, chefe do Comando Central dos EUA, recusou-se a discutir o planejamento militar dos EUA em resposta a uma provável confrontação com o Irã por causa de seu programa nuclear."

"... o comandante das forças dos EUA na região delineou as capacidades iranianas os planejadores militares americanos precisam levar em consideração."

"Número Um — 'Eles têm capacidade naval para bloquear temporariamente o Estreito de Ormuz, e interferir com o comércio global, se decidirem fazer isso', disse Abizaid. Aproximadamente 40% do petróleo consumido no mundo transita pelo estreito, na entrada do Golfo Pérsico. O bloqueio faria os preços mundiais subirem rapidamente..."

Na verdade, as economias dos países ocidentais — começando com a norte-americana — entrariam instantaneamente em colapso. Embora esse colapso seja planejado, ele não deve ocorrer antes do início da Terceira Guerra Mundial, que produzirá o Anticristo. Essa guerra parece estar a alguma distância no futuro, de modo que parece que o presidente Bush não pode se dar ao luxo de lançar um ataque que precipitaria esse colapso antes da data planejada.

"Número Dois — Eles têm uma força substancial em mísseis e podem infligir um dano considerável aos nossos amigos e parceiros na região."

"Número Três — Eles têm um braço terrorista subalterno bastante robusto que pode, no caso de hostilidades, causar problemas não somente no Oriente Médio, mas em todo o mundo."

O Irã tem constantemente ameaçado ativar ataques terroristas nas cidades americanas se for atacado. Lembre-se da resposta dos líderes iranianos aos problemas que o Governo Federal experimentou após o Furacão Katrina? No artigo N2074, "Iran´s Leadership Threatens the U.S. With Devastation, Saying They Learned Valuable Strategic Lessons From The Government Response To Hurricane Katrina", informamos que os líderes iranianos observaram a inépcia e incompetência do governo federal norte-americano para lidar com os efeitos após a passagem do furacão Katrina, e aprendeu exatamente em que áreas o governo é mais vulnerável. Não se deixe enganar: o Irã controla a maior parte das células islâmicas terroristas, e baterá duro se suas instalações nucleares forem atacadas.

"Número Quatro — Eles têm um Exército muito forte que, embora não esteja causando preocupações ofensivas, é certamente capaz de conduzir uma guerra assimétrica.

Nós mesmos não poderíamos descrever a situação de forma mais clara e sucinta! Esse comandante de alto escalão acaba de revelar que a administração Bush está bem ciente dos riscos de atacar as instalações nucleares do Irã, muito antes de qualquer ataque acontecer; portanto, se o presidente Bush realmente ordenar um ataque por meio das unidades navais que estão navegando nas águas próximas ao Irã, e se as forças norte-americanas forem batidas tão severamente como foram derrotadas nos jogos de guerra de abril de 2005, o descrédito do presidente e a derrota de seu partido nas próximas eleições serão completas.

Mas, você sabe, quando penso nessa possibilidade, parece que isso poderá ser a única razão por que esse ataque poderá ocorrer — para desacreditar o presidente Bush com uma derrota significativa dias antes das eleições! Teremos de esperar para ver como esse "rumor de guerra" se desdobrará, mas no mínimo, esse ataque não resultará na derrubada do atual regime linha-dura em Teerã.

6) Toda essa crise é pura propaganda, e os líderes ocidentais sabem disso. Gostaríamos de terminar nossa discussão aqui. Durante todos esses últimos cinco anos, os líderes americanos sabem que o Irã já possui bombas nucleares e a capacidade para lançá-las. Parece claro que o Irã comprou suas bombas nucleares "da prateleira" do Paquistão no fim dos anos 1990, e mísseis da Coréia do Norte. Lembre-se do comentário de um general russo em meados de 2002, ao admitir que o Irã possui bombas nucleares.

Citando excertos de N2047, "Se o Irã é a Verdadeira Ameaça Nuclear no Oriente Médio, Por Que Israel e os EUA Estão Ignorando a Terceira Ameaça Atômica na Região?":

Resumo da Notícia: "General Russo Confirma Que o Irã Possui Armas Nucleares!", Stratfor Intelligence, semana de 4 de junho de 2002.

"A afirmação de um general russo sobre as armas nucleares do Irã deixou de ser registrada na mídia. Algumas vezes um deslize verbal é tão incrível que nenhum especialista pode explicar. Algumas vezes, um deslize verbal é tão intencional quando poderia ser. Considere uma entrevista do general russo membro do Estado Maior, Yuri Baluyevsky. Ele fez um rápido pronunciamento à imprensa na sexta-feira em Moscou durante o encontro Bush-Putin e foi perguntado se o Irã realmente tinha disparado o míssil de médio alcance Shihab-3 em um teste bem sucedido anteriormente neste mês. A segunda pergunta foi se o Irã poderia ameaçar Israel, a Rússia ou os EUA com seu programa nuclear e de mísseis.

"Então o general russo deu uma virada de surpresa: 'Agora, com relação à questão se o Irã testou ou não algo como isto. O Irã tem armas nucleares', Baluyevsky disse. 'Logicamente, são armas nucleares não-estratégicas. O que quero dizer é que não são ICBMs com alcance de 5.500 km ou mais."

Agora, essa notícia é realmente chocante! Esse general russo acaba de confirmar — em junho de 2002 — que o Irã tem ogivas nucleares e mísseis táticos para lançá-las.

Pedimos que você leia esse artigo referido com atenção, pois ele revela que a Arábia Saudita também já comprou ogivas nucleares do Paquistão porque não quer ser a única potência regional no Golfo Pérsico sem armas e mísseis nucleares.

Portanto, toda essa agitação é pura propaganda — parte do plano dos Illuminati. Como o presidente Bush, o vice-presidente Cheney e o Secretário da Defesa Rumsfeld estão simplesmente representando seus papéis nesse plano global, sabemos que eles não vão se precipitar. O Irã somente será atacado se o plano dos Illuminati e a profecia bíblica permitirem.

Entretanto, o presidente Bush está certamente cumprindo outro objetivo profético ao ameaçar o Irã enviando uma frota tão grande de poder naval para perto de sua costa; ele está fazendo o Irã entrar definitivamente na órbita da Rússia. Uma vez que o urso russo livrar o Irã das garras da águia americana, os líderes iranianos estarão rigidamente atados aos plano russo — incluindo o plano de liderar uma força invasora contra Israel (Ezequiel 38 e 39).

Separe um momento para ler nosso artigo sobre esse assunto: N2014, "Exatamente Como Predito na Profecia de Ezequiel 38 e 39, o Irã (a Antiga Pérsia) Está Entrando na Órbita da Rússia"

Teremos de esperar para ver como esse cenário vai se desenvolver. Seria ele uma "guerra" ou apenas um "rumor de guerra"? Nos últimos três anos e meio essa situação provou ser apenas um rumor de guerra, mas existe a possibilidade que ela possa se transformar em uma guerra real.



Você está preparado espiritualmente? Sua família está preparada? Você está protegendo seus amados da forma adequada? Esta é a razão deste ministério, fazê-lo compreender os perigos iminentes e depois ajudá-lo a criar estratégias para advertir e proteger seus amados. Após estar bem treinado, você também pode usar seu conhecimento como um modo de abrir a porta de discussão com uma pessoa que ainda não conheça o plano da salvação. Já pude fazer isso muitas vezes e vi pessoas receberem Jesus Cristo em seus corações. Estes tempos difíceis em que vivemos também são tempos em que podemos anunciar Jesus Cristo a muitas pessoas.

Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.

Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.

Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia-a-dia.

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Que Deus o abençoe.

Data de publicação: 27/10/2006
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