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Como Israel Poderá Iniciar a Terceira Guerra Mundial Se Atacar o Irã

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Será possível que a falsa campanha de propaganda contra o Irã possa levar a uma guerra global total?

A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado?

Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia a dia!!

Aprenda a proteger a si mesmo e aos seus amados!

Após ler nossos artigos, você nunca mais verá as notícias da mesma forma.

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"THE CUTTING EDGE"

Introdução

Esta crise criada de forma deliberada com o Irã está seguindo um roteiro que resultará em uma enorme quantidade de "rumores de guerra", sem levar de fato a uma guerra. Por causa dessa realidade é que os presidentes Bush e Obama e as autoridades de seus governos têm continuamente proferido terríveis ameaças, uma após a outra, durante sete longos anos, sem nenhuma ação militar resultante. É também por causa desse fato que os EUA concentraram uma quantidade enorme de aviões e navios próximos do território iraniano, desde o verão de 2003, somente para retirá-los discretamente a cada vez.

Você se lembra quando essa propaganda psicológica de guerra ao Irã começou? Veja os detalhes completos no artigo N2106 (não traduzido).

No verão de 2003, logo após a invasão do Iraque, políticos americanos começaram a cutucar o Irã dizendo: "Vocês serão os próximos!" Todas as tropas americanas que conquistaram o Iraque ainda estavam em posição e poderiam ser usadas para atacar o Irã; afinal, eles diziam que o Irã estava perto de desenvolver suas próprias armas nucleares, o que seria intolerável para os líderes mundiais.

Entretanto, depois de muito fingimento e ameaças, o presidente Bush dispersou discretamente as forças americanas, sem disparar um único tiro. Àquela altura, dada minha experiência em Inteligência Militar, compreendi que os países ocidentais jamais atacariam o Irã. Todos os comandantes militares que recebem a incumbência de atacar um alvo procuram acumular o maior número possível de tropas e criar uma disparidade em relação ao lado inimigo. Essa disparidade de tropas era enorme no verão de 2003 e nunca mais será tão grande assim.

Portanto, conclui-se que os EUA não atacarão o Irã.

Além disso, o presidente russo, Vladimir Putin, declarou cerca de dois anos atrás que um ataque ao Irã seria considerado um ataque à própria Rússia. A partir desse momento, tanto Israel como os EUA souberam que um ataque ao Irã deflagraria uma guerra mundial contra a Rússia. Uma vez que a Rússia domina a avançada tecnologia do armamento escalar — como explicado no vídeo à esquerda — nem os EUA nem Israel jamais atacarão a antiga Pérsia.

Por que, então, os países ocidentais têm publicamente atacado os líderes iranianos nos últimos sete anos por estar desenvolvendo uma arma nuclear? Publicamos um artigo sobre esse assunto (N2200, não traduzido) intitulado "Western Intelligence is Reporting That Russia Is Deliberately Stocking A Propaganda Campaign Designed to Scare Iran Into The Arms Of The Russian Bear" ["Os Serviços de Inteligência Ocidentais Reportam que a Rússia Está Deliberadamente Alimentando uma Campanha de Propaganda Concebida para Levar o Irã aos Braços do Urso Russo"].

O VERDADEIRO objetivo dessa incessante campanha de sete anos contra o Irã é forçá-lo a entrar resolutamente na órbita de influência russa. Agora, a guerra de Gogue e Magogue, descrita em Ezequiel 38-39, pode ser cumprida; o cenário está devidamente estabelecido.

Considere essa ridícula campanha de propaganda contra o Irã. Durante sete longos anos as agências de inteligência ocidentais informaram que o Irã estava "perto" de desenvolver seu próprio sistema de armas nucleares. Uma vez após a outra, durante esses sete anos, a Inteligência israelense alertou que o Irã teria sua própria bomba atômica dentro de 12 a 15 meses!

Mas, aqui estamos nós, sete anos depois, com o presidente Obama e primeiro-ministro Netanyahu gastando saliva para dizerem as mesmas bobagens que o presidente Bush e o primeiro-ministro Ariel Sharon diziam! Na verdade, as pessoas conscientes querem colocar as mãos na cabeça e gritar: "— Já basta! Mudem a desculpa."

Conforme mostramos em um artigo escrito em junho de 2002, um general russo declarou friamente, durante uma coletiva de impressa em Moscou, que o Irã já possuía armas nucleares; ele apenas acalmou todo o mundo ao dizer que o Irã não possuía um sistema de mísseis capazes de atingir Moscou.

Porém, permanece o fato que um general russo declarou ousada e publicamente que o Irã possuía ogivas nucleares em 2002. Portanto, toda essa retórica pública que o Irã está perto de desenvolver suas armas nucleares é simplesmente mentira — uma mentira deslavada. Por que o Ocidente enfrentaria o trabalho de mentir continuamente sobre o suposto programa de desenvolvimento de armas nucleares do Irã?

Respondemos a esta pergunta, até certo ponto, no artigo N2200, referido anteriormente.

Entretanto, a Elite Global que controla Israel pode ter outro plano em mente, um plano que possa atender seus interesses de colocar seu Cristo Maçônico em cena. É possível que Israel provavelmente inicie a Terceira Guerra Mundial atacando as instalações nucleares do Irã. Pelo menos, essa é a opinião do jornalista que citamos abaixo.

Lembre-se que o Plano dos Illuminati previu em janeiro de 1870 que três guerras mundiais seriam necessárias para colocar o Cristo Maçônico no cenário mundial, com seu super-homem emergindo do meio da poeira, da fumaça e das cinzas da Terceira Guerra Mundial. (Veja os detalhes completos no artigo N1015.).

É para esta questão que agora voltaremos nossa atenção.

Israel Atacará o Irã?

Resumo da Notícia: "Como Israel Poderá Deflagrar a Terceira Guerra Mundial", Sam Hamod, Al-Jazeera News, 15 de março de 2010.

"Israel poderia iniciar a Terceira Guerra Mundial atacando o Irã. É simples assim. Até mesmo o almirante Mullen, que é o chefe do Estado Maior Conjunto, pensa dessa forma, segundo informações de pessoas que o acompanharam na viagem a Israel em fevereiro, quando ele foi desprezado por Netanyahu, Barak e Lieberman; ele se preocupa sobre como os EUA podem cair na armadilha de entrar em uma guerra mundial.

"Eis o cenário:"

"Israel ataca o Irã. O Irã reage atacando a frota americana no Golfo Pérsico e bloqueando o Estreito de Ormuz, destruindo, portanto, a frota naval norte-americana e cortando o suprimento mundial de petróleo que vem da Arábia Saudita, Kuwait e outros países produtores do Oriente Médio."

"Os EUA devem agir em favor de Israel e para manterem sua posição no mundo; assim, os EUA atacam o Irã."

"Os chineses e os russos têm de responder em favor do Irã, pois possuem importantes acordos de fornecimento de petróleo com ele e também porque não podem permitir que Israel, ou os EUA, avance suas posições e conquiste o Irã, privando-os de seu suprimento de petróleo, que é tão crucial. Portanto, eles entram na guerra."

Análise Deste Possível Cenário da Terceira Guerra Mundial — Parte por Parte

Vamos analisar cada parte desse cenário proposto. Já abordamos essas possibilidades em artigos anteriores, de modo que vamos revisar informações já publicadas antes.

Parte 1 — O Irã tem a capacidade de atacar a frota americana no Golfo Pérsico, destruí-la e bloquear o Estreito de Ormuz?

Artigo N2164 — "Uma Imensa Força de Ataque da Marinha dos EUA Posiciona-se na Costa Iraniana".

Será que o resultado desastroso desses jogos de guerra é a VERDADEIRA razão pela qual os governos Bush e Obama têm ameaçado por mais de sete anos atacar severamente o Irã, porém sempre acabam recuando? Será que a dependência dos EUA em alta tecnologia para combater a Marinha russa acabou por condenar suas forças armadas? Caso ainda não tenha feito isto, pedimos que você leia o artigo N1449, intitulado "Teria a Nova Tecnologia dos Mísseis Russos Tornado Obsoleta a Marinha Norte-Americana?" Nesse artigo referido, informamos que a Rússia superou a Marinha dos EUA na tecnologia de mísseis antinavio, desenvolvendo o míssil de cruzeiro SS-N-22 Moskit supersônico, chamado pela OTAN de "Sunburn". O SS-N-22 é considerado o míssil antinavio mais letal de todos, e voa a mais de 2,5 vezes a velocidade do som e apenas a poucos metros acima da superfície da água. [NT: Isto corresponde a aproximadamente 2.800 km/h, ou 46 quilômetros por minuto.].

Além disso, informamos que os russos instalaram esse míssil em um novo navio, desenvolvido especialmente para disparar esse míssil antinavio!

Em seguida, descobrimos que a China comprou toda essa tecnologia, o míssil, o navio e o sistema de disparo; portanto, tanto a China como a Rússia possuem um sistema de mísseis antinavio que é tão rápido que as medidas de defesa antimíssil da Marinha dos EUA não têm tempo suficiente para detectar e disparar um projétil interceptador.

O outro fato que descobrimos foi que esse míssil SS-N-22 "Sunburn" pode carregar uma ogiva nuclear! Portanto, todo um grupo de batalha naval, formado por um porta-aviões e seus navios de apoio pode ser destruído instantaneamente por um único míssil SS-N-22 que exploda acima dos navios e esteja carregando uma ogiva nuclear! Essa possibilidade é aterrorizante quando se considera que os EUA já concentraram antes vários grupos de batalha naval em áreas pequenas como o Golfo Pérsico; se os EUA atacarem o Irã, provavelmente terão de concentrar forças navais ainda maiores no Golfo Pérsico.

Temos visto muitos informes dizendo que o Irã está utilizando uma versão menor desse míssil, que pode ser lançado a partir de navios-patrulha. Os navios-patrulha pequenos são tradicionalmente difíceis de atingir quando operam em uma área congestionada, com muitos outros navios em trânsito.

A próxima notícia mostra como as forças navais americanas são altamente vulneráveis, especialmente em uma batalha a curta distância contra um inimigo determinado e habilidoso. O que torna essa notícia tão amedrontadora é que esse cenário ocorreu durante um exercício militar realizado pelos EUA! Um comandante americano, liderando o "inimigo" na simulação, afundou a frota americana — usando táticas que os iranianos e os russos provavelmente usariam.

Resumo da Notícia: "O Mito da Invencibilidade dos EUA Flutua no Golfo Pérsico", Rense.com, 16 de abril de 2005.

"Durante o verão de 2002, durante a preparação para a invasão do Iraque, as forças armadas dos EUA realizaram os mais elaborados e caros jogos de guerra já planejados. A Operação Desafio do Milênio, como foi chamada, custou 250 milhões de dólares e requereu dois anos de planejamento... Ela foi definida no Golfo Pérsico e simulou um conflito contra um país delinquente hipotético. Essa "guerra" envolveu o uso intensivo de computadores e também foi simulada no campo por 13.500 soldados, em 17 localidades diferentes e em 9 centros de treinamento. Todos os participantes atuaram sob um comando conjunto, conhecido como JointFor. As forças dos EUA foram designadas como 'Força Azul' e as do inimigo como OpFor, ou 'Força Vermelha'. A 'guerra' durou três semanas e terminou com a derrubada do regime ditatorial em 15 de agosto."

"Entretanto, esse foi o resultado oficial. O que realmente aconteceu foi bem diferente, e deve servir como uma advertência sobre o grave perigo que o mundo enfrentará se os EUA se envolverem em um conflito muito amplo na região..."

"O oficial norte-americano que comandou o "inimigo" — a equipe da Força Vermelha — foi um ríspido comandante dos Fuzileiros Navais, já na reserva, mas que foi convocado da sua aposentadoria para comandar a Força Vermelha. O nome dele é general Paul Van Riper e ele exerceu o papel do enlouquecido, porém engenhoso líder do país delinquente hipotético... Nos primeiros dias da 'guerra', a Força Vermelha de Van Riper enviou a maior parte da frota americana para o fundo do mar no Golfo Pérsico." [Ibidem].

"As táticas adotadas por esse general do Corpo de Fuzileiros foram surpreendentes e resultaram no 'pior desastre naval norte-americano desde Pearl Harbor'."

"O jogo de guerra foi descrito como 'jogo livre', o que significa que não havia restrições para ambos os lados, e eles podiam livremente seguir qualquer tática nos manuais de guerra para a obtenção da vitória... Muitas das ações foram geradas em computador. Mas, unidades militares representativas no campo também atuaram nas várias ações e reações. A comparação com uma partida de xadrez não é incorreta. A armada norte-americana, vastamente superior, consistia do grupo de batalha naval formado por um porta-aviões e todo o conjunto de navios e aviões de apoio. Van Riper tinha à sua disposição uma frota muito menor de navios pequenos, muitos deles de uso civil e vários recursos típicos de um país do Terceiro Mundo." [Ibidem].

"Mas Van Riper tirou o máximo da fraqueza. Em vez de tentar competir diretamente com a Força Azul, ele utilizou engenhosas alternativas de baixa tecnologia. A mais crucial de todas, ele evitou que a força mais forte dos EUA interceptasse suas comunicações deixando de usar as transmissões de rádio. Van Riper utilizou mensageiros, em vez de se manter em contato com seus oficiais de campo... A cada vez, o astuto Van Riper fazia o inesperado. E, no processo, ele conseguiu obter uma vantagem assimétrica... De forma astuta e encoberta, Van Riper armou suas embarcações civis e fez com que elas se aproximassem da frota norte-americana, que nunca esperava um ataque de pequenos barcos de recreio... Aviões da Força Vermelha, subitamente, sobrevoaram como um enxame os navios da Marinha dos EUA, fazendo mergulhos suicidas, como Kamikazes. Alguns dos barcos de recreio também fizeram ataques suicidas. Outros, dispararam mísseis Silkworm (Bicho da Seda) a curta distância e afundaram o porta-aviões, o maior navio na frota norte-americana, e dois helicópteros que transportavam fuzileiros... A Marinha não estava preparada. Quando tudo acabou, a maior parte da frota norte-americana tinha sido destruída. Dezesseis navios de guerra estavam no fundo do mar e o restante fora de formação. Milhares de marinheiros estavam mortos, moribundos ou feridos."

"Se os jogos tivessem sido reais, teria sido a pior derrota naval norte-americana desde Pearl Harbor". [Ibidem].

Talvez um ataque americano ao Irã não seja a jogada de sucesso que muitos pensam que seria! Além disso, as capacidades do Irã, somadas com as fraquezas dos EUA e com a tecnologia escalar da Rússia podem condenar um ataque feito por Israel.

Os líderes iranianos perceberam isso, como mostramos no artigo N2074 [não traduzido] "Iran's Leadership Threatens The U.S. With Devastation, Saying They Learned Valuable Strategic Lessons From Government's Response To Hurricane Katrina" ["Líderes Iranianos Ameaçam os EUA com Devastação, Dizendo que Aprenderam Lições Estratégicas Valiosas com a Resposta do Governo Diante do Furacão Katrina"].

Parte 2 — É perfeitamente lógico que os Estados Unidos ajudem Israel e ataquem o Irã. Para dizer a verdade, os EUA não teriam outra opção, caso o Irã seja capaz de infligir esse tipo de dano ao suprimento mundial de petróleo.

Mas os fatos ainda vão muito além disto. Para que os aviões israelenses cheguem ao Irã, eles precisam atravessar o espaço aéreo iraquiano. Atualmente, a autorização para os aviões israelenses utilizarem o espaço aéreo iraquiano só pode ser dada pelos líderes americanos, que já mostram publicamente indisposição de conceder essa permissão. Entretanto, em algum momento antes do atual governo iraquiano assumir a soberania de seu espaço aéreo — assim que os americanos saírem — o governo xiita do primeiro-ministro Maliki certamente negará permissão para os aviões israelenses entrarem no espaço aéreo iraquiano. Afinal, Maliki é um grande aliado do Irã.

Por esse motivo, se Israel atacar as instalações nucleares do Irã, os EUA já terão de estar envolvidos. Os americanos com certeza correriam para defender as vias de escoamento do petróleo e as refinarias em todo o Oriente Médio.

Parte 3 — A China e/ou a Rússia Defenderiam o Irã?

No artigo N2120 (não traduzido) mostramos até que ponto a Rússia de Putin se comprometeu com a defesa do Irã. Vejamos um excerto pertinente:

Resumo da Notícia: "General Russo Confirma Que o Irã Possui Armas Nucleares!", Stratfor Intelligence, semana de 4 de junho de 2002.

"A afirmação de um general russo sobre as armas nucleares do Irã deixou de ser registrada na mídia. Algumas vezes um deslize verbal é tão incrível que nenhum especialista pode explicar. Algumas vezes, um deslize verbal é tão intencional quando poderia ser. Considere uma entrevista do general russo membro do Estado Maior, Yuri Baluyevsky. Ele fez um rápido pronunciamento à imprensa na sexta-feira em Moscou durante o encontro Bush-Putin e foi perguntado se o Irã realmente tinha disparado o míssil de médio alcance Shihab-3 em um teste bem sucedido anteriormente neste mês. A segunda pergunta foi se o Irã poderia ameaçar Israel, a Rússia ou os EUA com seu programa nuclear e de mísseis.

"Então o general russo deu uma virada de surpresa: 'Agora, com relação à questão se o Irã testou ou não algo como isto. O Irã tem armas nucleares', Baluyevsky disse. 'Logicamente, são armas nucleares não-estratégicas. O que quero dizer é que não são ICBMs com alcance de 5.500 km ou mais."

Agora, essa notícia é realmente chocante! Esse general russo acaba de confirmar — em junho de 2002 — que o Irã tem ogivas nucleares e mísseis táticos para lançá-las. E ele não parece preocupado, porque essas ogivas nucleares não podem atingir o território russo. Se o Irã tem armas nucleares e a capacidade de lançá-las em alvos israelenses, então toda a matemática do equilíbrio militar no Oriente Médio pode ter acabado de mudar.

Além disso, o presidente Bush estava presente nessa coletiva de imprensa e ouviu a tradução da declaração desse general. Se ele não sabia disso de antemão, então soube no começo de junho de 2002, a partir da boca desse general, que o Irã já possuía armas nucleares! Portanto, Bush está simplesmente regurgitando pura propaganda quando alerta sobre os 'perigos' do Irã desenvolver suas próprias armas nucleares. O Irã já possui armas nucleares e não as usou contra ninguém — ainda.

A Rússia, então, entrou no meio da batalha diplomática entre os Estados Unidos e o Irã — de forma bem grande. Citando um excerto do artigo N2003, "Um Xeque-Mate da Rússia no Oriente Médio?":

Resumo da Notícia: "Nenhum ataque a outros países, Putin adverte os EUA", Sify News, 12 de abril de 2003.

"São Petersburgo — O presidente russo Vladimir Putin advertiu na sexta-feira a coalizão liderada pelos EUA a não atacar outros países, sob o pretexto de promover valores capitalistas e democráticos, após ter derrotado o regime ditatorial do Iraque. 'Não vamos exportar revoluções capitalistas e democráticas', disse o líder russo aos repórteres, ao mesmo tempo em que os rumores em Washington dão conta que alguns elementos da administração dos EUA estão ruminando o lançamento de operações militares contra outros países do Oriente Médio. 'Se fizermos isso, vamos terminar em uma ladeira escorregadia de conflitos militares intermináveis. Não podemos permitir que isso aconteça', disse Putin em uma conferência conjunta à imprensa com o chanceler alemão Gerhard Schröeder e o presidente francês Jacques Chirac, após manter conversações com eles."

Embora os líderes da Alemanha e da França tenham comparecido a essa coletiva de imprensa, o porta-voz foi o presidente Putin. Esse fato fala em voz alta sobre a realidade que a Rússia pode ser a única superpotência que está disposta a realmente se posicionar e enfrentar os EUA. Os preparativos militares falam ainda mais alto sobre essa realidade.

Putin usou a linguagem descritiva "ladeira escorregadia" para descrever as ações dos EUA. Esse termo normalmente é reservado para circunstâncias muito especiais em que as ações nacionais são vistas criando uma inevitável inclinação a uma guerra total. Assim, o assassinato do arquiduque austríaco Francisco Ferdinando colocou o mundo numa "ladeira escorregadia" a uma guerra que provou ser inevitável. Foram necessários apenas trinta dias para que os primeiros países declarassem guerra uns aos outros, mas depois disso rapidamente os governos se alinharam de cada lado, até que a Primeira Guerra Mundial começasse.

Lembre-se disto — demorou apenas um mês para que o evento que causou a Primeira Guerra Mundial levasse de fato a uma guerra mundial.

Portanto, as linhas de batalha parecem estar traçadas contra as duas superpotências militares do mundo. Embora a Rússia tenha uma economia anã em relação à americana, ela agora coloca em ação uma força muito moderna que começou a formar em 1998. Além disso, a Rússia tem armas escalares de interferômetro eletromagnético que são superiores a qualquer armamento que os EUA tenham, de modo que a Rússia pode ser na verdade a única superpotência do mundo. [Leia os detalhes completos nos artigos N1776 e N1776B.].

Quão poderoso é o sistema de armas escalares da Rússia em relação às muitas armas modernas dos EUA? Veja:

"Temos radares terrestres, interceptores endoatmosféricos, interceptores exoatmosféricos, sensores aéreos, sensores colocados no espaço, interceptores de propulsão química, pistolas eletromagnéticas, armas de feixe de partículas, lasers de alta energia, amarrados todos juntos por sistemas maciços de controle e de comando... Sistemas maciços. Maravilhas eletromagnéticas. Lasers nucleares de poder surpreendente. Talvez até lasers de raios-X e de raios gama. Armas de radiofrequência de energia dirigida. Railguns estupendos. Sensores em toda a parte. Redes gigantes de comunicações. Bancos de computadores e sistemas de controle."

"E tudo isso está vulnerável aos armamentos de interferômetro eletromagnético. 'Radares' eletromagnéticos escalares gigantes podem simplesmente passar por tudo isso como uma foice pelo meio do feno." [Fer De Lance, Ibidem, pág. 331].

Se você estudar o armamento escalar verá que ele pode criar explosões de proporções nucleares que se parecem em todos os detalhes com uma explosão nuclear, incluindo a distinta nuvem de cogumelo, mas sem a radiação; e as ondas escalares viajam na velocidade da luz. Os Estados Unidos arriscam uma derrota militar dramática caso cruzem a "linha na areia" que a Rússia traçou. As forças armadas norte-americanas podem se encontrar subitamente no meio de uma guerra com a Rússia, um confronto que não conseguirão vencer, se a Rússia decidir usar seu armamento escalar.

Artigo N2183 — "Permitirá a Rússia um Ataque Bem-Sucedido Contra as Instalações Nucleares do Irã?"

Desde 12 de abril de 2003, a Rússia assumiu a responsabilidade pela proteção da Síria e do Irã. Ela forneceu o mesmo tipo de proteção antiaérea para alvos selecionados do Irã e da Síria que existe para cidades russas como Moscou. A Rússia audaciosamente forneceu ao Irã instalações nucleares que supostamente são de preocupação para o presidente Bush e outros líderes ocidentais. O Irã está protegido pelo armamento escalar russo, o mais avançado que existe no mundo.

A Rússia já está comprometida com a defesa do Irã! O atual primeiro-ministro Putin anunciou ao mundo vários anos atrás que um ataque ao Irã seria considerado um ataque à própria Rússia! Nem Israel nem os EUA atacarão o Irã, porque nenhum dano às instalações nucleares do Irã compensará o desastre de entrar numa guerra total contra a Rússia.

Conclusão

Se for este o cenário planejado para o início da Terceira Guerra Mundial, então o cuidadoso acúmulo de sete anos de falsa propaganda contra o Irã faz o maior sentido.

No entanto, ainda acreditamos que a profecia bíblica de Ezequiel 38-39 protege o Irã de ser atacado. Está predito nessa profecia que a Pérsia (o atual Irã) será uma das nações que marcharão contra Israel nos últimos dias, sob a liderança russa. O governo vigente nesse período tem de ser antiocidental e anti-Israel, exatamente como o atual. Se o presidente Obama conseguir derrubar o atual regime, colocará no lugar um governo fantoche, assim como os EUA fizeram no Iraque; esse governo será a favor de Israel e do Ocidente. Portanto, acreditamos que o atual governo iraniano esteja protegido por causa da profecia de Ezequiel 38-39; os EUA podem atacar as instalações nucleares, mas nos parece que o governo estará protegido e não será derrubado.

Mas o que nos surpreende é a intensidade das forças que estão levando o Irã a entrar na órbita russa, ao tentar se proteger das sofisticadas armas americanas. Além disso, a profecia informa que Gomer (as nações europeias) também marcharão com a Rússia; portanto, a pressão americana sobre o Irã está impulsionando a união de três importantes elementos dessa profecia: o Irã (Pérsia), a Rússia e a Europa (Gomer).

A reputação militar da Rússia também está protegida por Ezequiel 38-39!

No dia 12 de abril de 2003, o presidente russo Vladimir Putin advertiu o presidente Bush que não permitiria mais nenhum ataque, invasões e/ou "mudanças de regime" no Oriente Médio. Se os Estados Unidos conseguirem atacar o Irã, a influência russa seria totalmente destruída.

Publicamos um artigo tratando desse assunto, N2003, intitulado "Um Xeque-Mate da Rússia no Oriente Médio?", e incentivamos que você o leia inteiro.

Uma vez que a profecia de Ezequiel 38-39 identifica a Rússia como a nação que comandará e equipará as forças mencionadas na invasão a Israel, caso os exércitos ocidentais consigam furar com sucesso as defesas russas em um ataque às instalações nucleares do Irã, a reputação das capacidades bélicas russas seria fatalmente afetada. Nenhum líder dessas nações mencionadas na invasão teria a confiança que as forças armadas russas possam derrotar Israel.

Portanto, conforme já dissemos muitíssimas vezes, NÃO haverá ataque ao Irã, tanto por parte de Israel como dos EUA, ou os dois juntos. Você pode ter certeza absoluta que isso não acontecerá!

Porém, o que temos testemunhado durante os últimos sete anos dessa campanha de propaganda contra o Irã é o cumprimento da profecia de Jesus em Mateus 24, quando disse que um dos sinais dos últimos dias será um nível sem precedentes de "rumores de guerra". Verdadeiramente o fim dos tempos está sobre nós!



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Que Deus o abençoe.

Tradução: Marcelo N. Motta, Blog PensandoBiblicamente
Data da publicação: 17/7/2010
Transferido para a área pública em 28/9/2011
Revisão: http://www.TextoExato.com
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/n2411.asp