Decapitando Washington D. C.

Autor: Jeremy James, Irlanda, 10/1/2020.

Em diversos dos nossos ensaios anteriores, discutimos o plano dos Illuminati para os Estados Unidos. Esta outrora grande nação está marcada para ser dolorosamente transformada — uma das expressões favoritas dos Illuminati.

A criação de uma Nova Ordem Mundial requer a subjugação da locomotiva econômica, militar e política que exerceu um papel tão proeminente em promover e defender a antiga ordem mundial. O planejado super-Estado marxista somente pode vir a existir quando os EUA, da forma como o conhecemos, tiver sido reduzido a um papel menor no cenário internacional.

De acordo com a perversa filosofia deles, a ordem pode emergir a partir do caos, como uma fênix das chamas — outra imagem muito apreciada pela Elite. Quanto mais letal o golpe que eles infligirem, mais frutífera, eles acreditam, será a renovação que ocorrerá.

Esta será a versão de Satanás do Dilúvio, em que o mundo inteiro afundará em distúrbios e agitações e será trazido novamente à "vida" pelos assim chamados Iluminados. Eles são os "sábios", a Elite governante, que controla os eventos a partir dos bastidores. Eles imaginam serem muitos espertos, porém não são nada mais do que marionetes de Satanás, instrumentos nas mãos do grande Enganador.

Conectando a Crise com o Cargo de Presidente dos EUA

Esses "Iluminados" estão planejando os eventos mundiais para produzir uma crise de proporções épicas. Em nosso último ensaio sobre este assunto [A Crise Constitucional Que Está se Desdobrando nos EUA, publicado em outubro de 2018], referenciamos o modo como eles estão conectando essa crise internacional com o cargo do presidente dos EUA. Repetimos aquilo que dissemos naquele ensaio e seu predecessor ["The Next Choreographed War", ensaio 141 no site do autor].

A Elite necessitava de uma figura de fora do estamento no cargo de presidente para que, quando o colapso econômico finalmente acontecer, eles tenham um sujeito adequado para receber a culpa. É aqui que Trump entra. Ele não é Democrata nem Republicano (no sentido real). Ele não está identificado com o sistema financeiro em Wall Street, com o complexo militar-industrial, ou com quaisquer interesses empresariais óbvios. Retratado o tempo todo como um indivíduo não-convencional, não-ortodoxo e um intrometido na política, tanto por seus próprios eleitores quanto pela mídia, ele é a figura ideal sobre a qual lançar total responsabilidade pelo desastre vindouro, tanto econômico quanto militar.

Alguns analistas tentam apresentá-lo como um inimigo do "Estado Profundo" — a Elite multibilionária que controla a América. Eles até afirmam que ele está no caminho deles como um obstáculo e retardando a implementação da Nova Ordem Mundial. Mas, isto é ridículo. Trump é um membro totalmente comprado e pago dessa elite subversiva, moldado e treinado ao longo de várias décadas para o cargo que agora ocupa (exatamente como sua contraparte norte-coreana).

Em ensaios anteriores (O Solstício de Verão, as Fogueiras no Dia de São João, o Jogo de Computador Shattered Union e a Crise Financeira Internacional e "How a Lone Gunman could Trigger a Constitutional Crisis in the US"), em que discutimos a possibilidade de uma crise constitucional envolver o cargo do presidente, sugerimos que a preocupação em escala nacional em torno desse cargo e seu ocupante exerceria um papel-chave nesses eventos. Embora tenha chegado por um curso diferente, a crise constitucional que predizemos é agora uma realidade. O povo americano tem diante de si um presidente que eles agora sabem ser muito capaz de atos perigosamente irracionais e que não pode ser restringido de uma maneira preventiva e tempestiva pelo Congresso. A única opção eficaz de curto prazo é a remoção forçada — um golpe militar.

No tempo atual, o impeachment tornou-se o procurador de um golpe militar.

Impeachment

Temos visto como as vigorosas tentativas por parte do Partido Democrata para impedir o presidente Trump e removê-lo do cargo incrementaram a força deles. Uma proporção considerável do eleitorado americano está agora convencida que o presidente é inadequado para o cargo. As tentativas deles no impeachment são parte do plano dos Illuminati de polarizar a população e levantar em suas mentes a possibilidade que seu líder supremo pode, de fato, ser instável. Até mesmo os mais ardorosos apoiadores de Trump precisam agora estar imaginando para onde as decisões imprevisíveis dele os levarão em seguida.

Eles tiveram um gosto amargo disso quando ele ordenou o assassinato do general iraniano Qassem Suleimani. Por qualquer medida aceita — no campo das relações internacionais — isto foi uma declaração de guerra. Os iranianos certamente viram desta maneira, mas a mídia ocidental minimizou o significado tenebroso daquilo que Trump fez. Sem consultar o Congresso e sem qualquer modificação evidente no equilíbro de poder entre os dois países, o presidente desafiou unilateralmente um adversário militar perigoso, para embarcar em uma guerra prolongada que poderia resultar em enormes baixas de ambos os lados.

Tudo isso se encaixa perfeitamente bem no plano dos Illuminati. Eles somente precisam de alguém para receber a culpa quando o sistema financeiro internacional entrar em colapso. Eles também necessitam de alguém que esteja na direção e que seja altamente irracional, alguém que o público acredite que cometeu uma trágica besteira e que irá cometer outras. Trump é o homem deles, escolhido para este propósito.

O assassinato de Suleimani é parte do plano deles de atrair os EUA a uma guerra que não poderão vencer. Eles venceram no Afeganistão? Venceram no Iraque? Venceram na Síria? O fato que eles são militarmente superiores ao Irã — por uma ordem de magnitude — é irrelevante. No momento que o Irã parecer que vai se dobrar, a Rússia e a Turquia virão em sua ajuda. Esses países já fizeram incursões territoriais que as ajudarão grandemente na guerra vindoura — a Rússia anexou sumariamente a Crimeia em 2014 e a Turquia enviou recentemente tropas terrestres para a Líbia.

O Irã Tem Muitas Opções Retaliatórias

Embora o mundo aguarde para ver como o Irã responderá ao assassinato de Suleimani, que era uma figura altamente respeitada no país, faríamos bem em refletir sob o imenso número de opções que estão disponíveis para eles. Entre elas, está o bloqueio do Estreito de Ormuz, cortando efetivamente o acesso ao petróleo da região e causando um enorme aumento no preço do petróleo. Isso causará inflação descontrolada no Ocidente e infligirá sérios danos sobre a produção industrial.

Ou, eles poderiam colocar na mira todos os cidadãos americanos no Oriente Médio, bombardeando as embaixadas e sequestrando empresários e diplomatas. Ou, poderiam ativar as células adormecidas nos EUA, que poderiam ser usadas para sabotar as empresas de serviços públicos, como água, energia elétrica e telefonia, ou até mesmo derrubar toda a malha elétrica — Veja nosso ensaio Duas Vulnerabilidades Potencialmente Fatais: O Sistema Financeiro Internacional e a Rede de Transmissão Elétrica. Como mostramos naquele ensaio, os EUA não fabricam mais seus próprios transformadores elétricos de grande capacidade e possuem somente um pequeno número deles em reserva. A construção, entrega e instalação de uma nova unidade pode levar até dois anos.

Ou, os iranianos poderiam realizar uma série de ciber-ataques contra bancos e empresas de serviços públicos em todo o país. Um ataque bem-sucedido contra a Bolsa de Valores de Nova York, por exemplo, causaria pandemônio nos mercados, enquanto que um desvio nas transferências de fundos entre as instituições financeiras poderia paralisar o sistema bancário internacional.

Eles poderiam também decidir evitar totalmente o setor comercial e atacar, em vez disso, o sistema SNAP (Supplemental Nutrition Assistance Program, anteriormente conhecido como Programa de Vales-Alimentação), que não tem nada semelhante e com a mesma resiliência ou "camadas de proteção" que os sistemas militares e financeiros sabidamente têm. Os americanos não parecem compreender o quão crítico esse sistema é para a segurança e estabilidade do país. Mais de 40 milhões de pessoas dependem dos pagamentos periódicos do SNAP, que são creditados eletronicamente em um cartão de débito. A maioria dos beneficiários vive em grandes cidades, de modo que, se subitamente eles se virem sem dinheiro para comprar alimentos, invadirão os mercados e os tomarão à força. Isso levaria ao saque, violência e imensa instabilidade social em ampla escala. Os extremistas se aproveitariam da oportunidade para atear fogo nos edifícios e transformar grandes partes de muitas cidades em zonas proibidas.

"SNAP beneficiou aproximadamente 40 milhões de americanos em 2018, custando aos cofres públicos US$ 57,1 bilhões. Cerca de 9,2% de famílias americanas obtiveram os benefícios do SNAP em algum ponto durante 2017, com aproximadamente 16,7% de todas as crianças vivendo em famílias com benefícios do SNAP." — Fonte: Wikipedia.

Já advertimos a respeito dessas opções em ensaios anteriores, bem como outra opção que, se os inimigos dos EUA decidirem usar, poderiam causar um impacto traumático no país como um todo. Os iranianos podem já ter se preparado para isto, um evento cujo impacto seria principalmente psicológico, mas que todos os americanos, e o mundo como um todo, veria como um momento traumático, "nada mais será igual outra vez".

A Opção do Morro do Capitólio

A Elite alcançou muito criando esse tipo de momento em 11/9/2001. Isto lhes deu uma desculpa para embarcar em uma série de guerras que devastaram vários países no Oriente Médio e no norte da África. O impacto visual dos ataque, repetidos diversas vezes na televisão, desgastou a resistência do público para aquilo que os falcões estavam propondo. A Elite daria as boas-vindas para uma catástrofe igualmente telegênica como um prelúdio para sua próxima grande guerra, uma cena que eles podem usar repetidamente para levar o povo americano ainda mais longe, em um caminho sem volta.

Em nosso ensaio, "Sinais Estranhos, João Batista e a Nova Ordem Mundial", publicado em 2015, mostramos como a destruição de outro edifício icônico, o grande bastião da democracia no Morro do Capitólio, atenderia esse objetivo. Nenhum edifício é tão identificado de perto na consciência nacional com a independência e poder, honra e invencibilidade dos Estados Unidos. Para o cidadão americano mediano, ele existe para sempre. Haveria certamente um "estalo" nos corações da maioria dos patriotas se o edifício fosse demolido em um ataque terrorista cataclísmico.

Naquele ensaio referido acima, discutimos um possível modo de fazer isso, isto é, usando o avião do famoso Voo 370 da companhia Malaysia Airlines, que desapareceu em 8 de março de 2014. O Boeing 777 ia de Kuala Lumpur até Pequim, com 227 passageiros e 12 tripulantes a bordo, quando desapareceu do radar. Apesar de uma busca exaustiva, em que somente algumas peças de destroços foram descobertas, ainda existem muitas perguntas a serem respondidas sobre esse malfadado voo. Muitos duvidam se os destroços eram do avião. Parte deles foram encontrados um ano mais tarde na Ilha de Reunião, que está a cerca de 800 km ao leste de Madagáscar. De modo a chegar ali, a peça em questão — um robusto flaperon da asa — teve de percorrer mais de 3600 km no oceano (segundo a Wikipedia), movendo-se consistentemente em direção ao oeste (como?) a uma velocidade de 8 km por dia. Isto não faz sentido algum. (Dado que a Terra é plana, a distância é, na verdade, muito maior, perto de 6.400 km).

O voo pode ter sido sequestrado e desviado por agentes do Irã para uso posterior no espaço aéreo americano. Uma aeronave deste tamanho poderia carregar explosivos mais do que o suficiente para demolir o edifício do Congresso. Para um país que por muitos anos viveu sob a sombra de uma invasão americana, um ataque retaliatório dessa magnitude, com a ameaça implícita de mais a seguir, seria um ativo estratégico formidável para o Irã em um conflito com os EUA.

Se o Congresso fosse atacado desse modo, o governo dos EUA precisaria ser transferido para outra cidade. Há muito tempo que existem rumores que Denver, no Colorado, foi escolhida para esse propósito. Muitas fontes reportam a existência de uma grande construção subterrânea de múltiplos andares, nas imediações do aeroporto, enquanto que o próprio aeroporto tem vários murais lúridos e instalações de arte que exalam o fedor da arrogância dos Illuminati Veja exemplos abaixo:

Sítios "Culturais"

Um sinal claro que o presidente Trump está preparado para tomar medidas que terão consequências severas e irreversíveis para os EUA foi dado por sua mensagem na rede social Tweeter, em 4 de janeiro passado, quando ele disse ao povo americano que tinha preparado uma "lista de alvos" de 52 sítios iranianos, alguns dos quais eram culturais. Por "cultural", leia-se religioso, isto é, sítios reverenciados pelos muçulmanos xiitas.

O cidadão americano mediano talvez não compreenda exatamente o quão insano isto é!

Quando foi questionado sobre isto no dia seguinte, o presidente Trump justificou sua decisão da seguinte forma:

"Eles têm o direito de matar nosso povo. Eles têm o direito de torturar e mutilar nosso povo. Eles têm o direito de usar bombas e mandar nosso povo pelos ares. E nós não temos o direito de tocar em seus sítios culturais? As coisas não funcionam deste modo."

Vamos considerar alguns possíveis "alvos" nesta lista de alvos:

A fotografia abaixo é do Santuário Imã Hussayn, em Karbala, no Iraque. Hussayn, que foi assassinado no ano 680, é reverenciado como um mártir xiita. Cerca de 45 milhões de muçulmanos fazem uma peregrinação a Kerbala todos os anos para visitar esse sítio religioso. Este é um número astronômico de peregrinos, o que indica o imenso significado religioso desse sítio nas mentes e corações dos muçulmanos xiitas. Está esse santuário na lista?

E a Mesquita do Imã Ali, em Najaf, no Iraque? (Fotografia mostrada acima e à direita)

A estrutura inicial sobre este sepulcro foi construída no ano 786. Ela foi substancialmente embelezada por vários califas ao longo dos séculos e é reverenciada pelos xiitas de todo o Oriente Médio, atraindo milhões de peregrinos todos os anos. Ela está na lista do presidente?

Existem vários outros santuários e sítios de peregrinação em todo o Irã e Iraque, que são altamente reverenciados pelos membros do ramo xiita do Islã. Será um ato chocante de sacrilégio aos olhos deles se algum deles for profanado. Ao fazer isso, o presidente provocaria uma reação que não seria atenuada até que a honra xiita tivesse sido vingada. Independente do tempo necessário, ou quantas vidas tenham de ser sacrificadas, eles extravasariam sua indignação em investidas militares infindáveis, até que o inimigo tenha sido totalmente destruído. Danificar qualquer um desses santuários é equivalente a arrebentar com uma paulada um ninho de vespas.

Conclusão

Não sabemos o quão longe a Elite está preparada para ir para provocar uma grande guerra no Oriente Médio, uma confrontação devastadora entre o Islã e o Ocidente, mas as ações recentes do presidente Trump sugerem que eles farão tudo o que for necessário.

Em seu relato fictício e premiado sobre a queda dos Estados Unidos — Origins of the American Military Coup of 2012 — (Origens do Golpe Militar Americano de 2012), o tenente-coronel Charles J. Dunlap, Jr., da Força Aérea dos EUA, faz diversas de afirmações muito perspicazes. (Uma cópia desse ensaio foi anexada em nosso ensaio "The Next Choreographed War", 141 no site do autor.) O ensaio foi escrito em 1992 e a premiação foi conferida pelo general Colin Powell. O ensaio descreve os eventos que antecederam um golpe militar por um general de Exército chamado Thomas Brutus. Dunlap disse que o público, na verdade, deu as boas-vindas ao golpe, pois ele garantiu a manutenção da lei e da ordem e a continuação normal dos negócios cotidianos.

O golpe foi considerado necessário quando o presidente em exercício morreu e seu vice-presidente, por razões desconhecidas, recusou-se a assumir o cargo de presidente. Em vez de permitir que um "vácuo de poder" se desenvolvesse, o general Brutus assumiu o controle, ao mesmo tempo que assegurou ao público e ao mundo todo que sua intervenção seria somente temporária. Ele então buscou confirmação jurídica daquilo que estava fazendo apresentando a pergunta ao povo americano. Aqui está como Dunlap descreve o resultado do referendo:

"A preocupação com a criminalidade foi uma importante razão por que as ações do general Brutus foram aprovadas no referendo. Embora a participação do público eleitor tenha sido baixa, os cidadãos mais velhos votaram em uma proporção muito mais alta. Além disso, com o envelhecimento da geração que nasceu no período de 1945-1960, o bloco dos eleitores americanos com mais de 45 anos cresceu para quase 53% dos eleitores por volta de 2010. Esse eleitorado rico e mais velho deu as boas-vindas para uma organização que poderia garantir sua segurança física. Esse eleitorado apoiou Brutus no referendo — provavelmente a última eleição da qual eles participariam."

Poderíamos especular sobre como esse relato fictício pode antecipar partes do plano que a Elite está buscando agora, mas isso nem deve ser necessário. Embora nunca teremos uma equivalência total entre o plano revolucionário e os eventos que estão ocorrendo agora, podemos ver o quão estranhamente próximo Dunlap chegou da crise que agora está diante dos Estados Unidos.

"Ouve, ó Deus, a minha voz na minha oração; guarda a minha vida do temor do inimigo. Esconde-me do secreto conselho dos maus, e do tumulto dos que praticam a iniquidade. Que afiaram as suas línguas como espadas; e armaram por suas flechas palavras amargas, a fim de atirarem em lugar oculto ao que é íntegro; disparam sobre ele repentinamente, e não temem. Firmam-se em mau intento; falam de armar laços secretamente, e dizem: Quem os verá? Andam inquirindo malícias, inquirem tudo o que se pode inquirir; e ambos, o íntimo pensamento de cada um deles, e o coração, são profundos. Mas Deus atirará sobre eles uma seta, e de repente ficarão feridos. Assim eles farão com que as suas línguas tropecem contra si mesmos; todos aqueles que os virem, fugirão. E todos os homens temerão, e anunciarão a obra de Deus; e considerarão prudentemente os feitos dele. O justo se alegrará no SENHOR, e confiará nele, e todos os retos de coração se gloriarão." [Salmos 64:1-10].

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Autor: Jeremy James, artigo em http://www.zephaniah.eu
Data da publicação: 21/1/2020
Transferido para a área pública em 5/2/2021
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/decapitando.asp