Mas Estas Ovelhas Que Fizeram?

Autor: Jeremy James, Irlanda, 14/2/2020.

Nem todos os pastores são cuidadores de ovelhas. De fato, a experiência recente sugere que muitos deles são impostores. O pior é que suas congregações parecem gostar que seja assim:

"Os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam pelas mãos deles, e o meu povo assim o deseja; mas que fareis ao fim disto?" [Jeremias 5:31].

Portanto, precisamos também fazer a mesma pergunta: Qual será o fim disto tudo?

Infelizmente, sabemos onde isto tudo terminará, mas a igreja hoje exibe a mesma rigidez mental que aflige a humanidade há milênios. A maioria das congregações acredita que tudo continuará exatamente como tem continuado até aqui e que a mudança, onde ocorrer, será gradual e previsível.

Este pensamento confortador preenchia as mentes de todos na Judeia durante o tempo do profeta Jeremias. Repetidas vezes o corajoso levita fez advertências de uma calamidade iminente, que todos ignoraram. Jerusalém, eles pensavam, era importante demais no esquema de coisas para ser destruída. O próprio Deus nunca permitiria que esse tipo de catástrofe caísse sobre Sua amada cidade. Mas, eles estavam enganados.

Demorado ou Adiado?

A demora, da forma como eles viam, era prova que isso nunca aconteceria. Afinal, Jeremias dizia as mesmas coisas há mais de trinta anos. Eles consideraram a paciência e longanimidade de Deus como um sinal que as ameaçadoras profecias de Jeremias não deveriam ser entendidas literalmente. Eles se esqueceram que a Palavra de Deus é como fogo e um martelo que emiúça a penha (veja Jeremias 23:29).

Ao longo dos últimos 50 anos, ou mais, os pastores e pregadores americanos ignoraram a aplicação da profecia bíblica para seu próprio país. Embora os EUA não sejam identificados na Escritura, as verdades da Escritura aplicam-se mesmo assim, exatamente como para qualquer outro país. Enquanto a iniquidade prevalecer, o julgamento eventualmente virá. Não podemos assumir, como fez o povo da Judeia, que o julgamento demorado é julgamento adiado.

Também não devemos imaginar que a América é, de algum modo, similar a Jerusalém e, portanto, isenta do julgamento de Deus. Jerusalém foi destruída no ano 586 AC, apesar dos inumeráveis testemunhos na Escritura a respeito de seu significado e do seu papel precioso no plano profético de Deus.

Algumas vozes pregaram esta mensagem nos EUA durante os anos 1960s, mas elas eram poucas. A partir dos anos 1970s, um estranho silêncio desceu, como se por planejamento, um silêncio que persiste até hoje.

Como observamos em um ensaio anterior ("A Extraordinária Santidade de Deus — Compreendendo Cristo e Sua Igreja Por Meio do Tabernáculo e das Ofertas"), uma das grandes vezes daquele tempo foi Vance Havner, um pregador que viajou por todo o país, com uma mensagem do Evangelho que rejeitava com desprezo a contemporização em todas suas formas. Quantos pastores nesta hora de grandes trevas estão pregando uma advertência que chega remotamente próxima daquela feita por aquele homem?

"As profundidades da depravação humana dos dias presentes são vis demais para qualquer palavra em nosso idioma descrever. O que estamos vendo não é corrupção moral comum, mas o mal duplamente destilado e composto em combinações esquisitas, estranhas, misteriosas e demoníacas, fabricações de iniquidade desconhecidas uma geração atrás." — Why Not Just Be Christians?, 1964.

Quase duas gerações já se passaram desde que Havner proferiu estas solenes palavras. A situação hoje é consideravelmente pior, porém a maioria dos pastores ainda está em silêncio!

Pouco a pouco, o pecado passou a ser apresentado como menos pecaminoso. Como Havner explicou, aqueles que deveriam viver na luz decidiram, em vez disso, acostumar-se com as trevas. E, quanto mais tempo passam assentados nas trevas, mais eles se ajustam a elas, de modo que hoje temos a "tolerância de uma mente aberta" (nas palavras de Havner), que não é nada menos que uma coexistência pacífica com o mal.

Esta falha em condenar o mal está bem no centro de todos nossos problemas, uma extraordinária incapacidade de lamentar a extensão em que um mundo rebelde continua a ofender — absurda e desdenhosamente — um Deus que é absolutamente santo. Quantos hoje choram e suspiram por todas as abominações que são cometidas no meio das nossas assim chamadas comunidades cristãs?

Muitos pastores hoje preferem entristecer o Espírito Santo do que ofender os ímpios!

Dizer as Verdades

Dizer verdades sempre causa ofensa. Apesar dos muitos versos na Escritura que nos exortam a aceitar piedosamente a repreensão, poucos cristãos hoje estão dispostos a fazer isso. Eles até se juntam em grupos contra os irmãos que se atrevam a soar uma advertência que não é bem-vinda, condenando-os como "julgadores" e por outras atitudes que são consideradas divisivas ou que não servem a um propósito útil.

Parte dessa resistência deriva, na verdade, de uma compreensão básica sobre a salvação. O autor H. A. Ironside contou uma história de suas viagens que ilustra a essência do problema:

"Talvez alguns de vocês sintam aquilo que um índio Hopi me disse certa vez, após eu tentar colocar diante deles as responsabilidades de um cristão. Eles tinham um nome bastante peculiar para mim; eles me chamavam de 'Homem com a Voz de Ferro'. Ele disse, 'Homem com a Voz de Ferro, você tornou o caminho muito difícil hoje. Eu pensava que era salvo pela graça somente, mas agora parece que tenho de caminhar para o céu sobre o fio de uma navalha.' Somos salvos pela graça somente, mas somos chamados para caminhar em santidade e, embora não tenhamos capacidade alguma de fazer isso nós mesmos, o Espírito Santo vem habitar em todo cristão nascido de novo e Ele é o poder da nova vida. Se vivemos em Espírito, andemos também em Espírito e, assim, estaremos capacitados para honrar o Senhor Jesus Cristo, com vidas santas, devotadas, sem nada que seja mundano." [Notes on 1 Corinthians 5, de H. A. Ironside].

O grande pregador estava dizendo que o Espírito Santo dentro de nós sempre nos chamará para viver vidas santas e piedosas. Isto significa viver em total obediência à Palavra de Deus. Somente podemos fazer isso se amarmos o Senhor. Entretanto, se amamos o Senhor, temos de detestar o mal. Não pode ser de outra forma.

"Vós, que amais ao SENHOR, odiai o mal. Ele guarda as almas dos seus santos; ele os livra das mãos dos ímpios." [Salmos 97:10].

Infelizmente, a igreja hoje substitui isto por, nas palavras de Havner, "uma coexistência pacífica com o mal".

Demonismo

Merrill Unger rastreou esta cegueira e traição até os anos 1930s. Durante muitos anos ele advertiu de algo que poucos cristãos, do passado e atuais, queriam ouvir. Imersos em uma profunda compreensão da Palavra de Deus, ele conseguiu discernir a extensão em que o demonismo tinha se infiltrado na igreja. Ele reconheceu que esta atividade não era periférica para a vida dos santos, mas tinha sido uma fonte constante de oposição e irritação desde os tempos mais remotos.

O excelente comentário dele sobre o Velho Testamento faz muitas referências sábias sobre o papel que a atividade demoníaca exerce em arruinar as vidas dos justos. O constante afastamento dos israelistas da adoração ao Senhor não era nada menos que uma covarde capitulação diante do canto de sereia das trevas.

Como Era no Passado, Assim É Hoje

É impossível compreender o Novo Testamento sem reconhecer que, virtualmente tudo que lemos em suas páginas e tudo que somos solicitados a fazer, tem o objetivo de nos proteger dos poderes das trevas.

Unger conseguiu demonstrar que a mesma opressão demoníaca que manteve Caim em servidão, que causou a obsessão de Saul em perseguir Davi, que fez Salomão — via suas muitas esposas adoradoras de demônios — a se afastar do Senhor, que levava os pais israelitas a sacrificarem seus próprios filhos a Moloque, e que levou a tantos casos de possessão demoníaca no tempo de Cristo, ainda está hoje efetivamente em operação no mundo.

O que é pior, sua influência está acelerando e seu alvo principal é a igreja. Unger explicou para onde isto estava levando:

"As Escrituras proféticas preveem um surto aterrorizador de magia e ocultismo no fim dos tempos. Isto está predito para ocorrer antes do arrebatamento da igreja (1 Timóteo 4:1-6; 2 Timóteo 3:1-8). Mas, esta fase é meramente preparatória para a chocante demonização da sociedade após o arrebatamento (2 Tessalonicenses 2:8-10; Apocalipse 9:1-2, 20-21, 13:11-15)... Já nos encontramos nos estágios iniciais desse surto profetizado de atividade demoníaca dos últimos dias. A grande apostasia dos anos 1930s, 1940s e 1950s definiu o estado para a ímpia teologia Deus-está-morto e para a assim chamada 'nova moralidade', dos anos 1960s. Isto, por sua vez, abriu o caminho para a era dos demônios e para a era do ocultismo e da magia dos anos 1970s." [Merrill Unger, What Demons Can Do to Saints, 1977, pág. 207].

Na Era dos Demônios

Unger reconheceu corretamente que os anos 1970s abriram o caminho para a "era dos demônios", um período na história em que os homens não podiam mais distinguir claramente entre as coisas de Deus e as coisas de Satanás. Em seu relativismo moral tranquilizante, todo temor a Deus simplesmente desaparecerá. As dores de consciência que perturbavam nossos antepassados não mais seriam reportadas.

Aqui é onde estamos hoje, cinquenta anos mais tarde, onde pregadores ingênuos usam cenas dos livros da série Harry Potter para ilustrar princípios bíblicos, onde a aguda distinção entre um santo e uma celebridade está em grande parte esquecida, e onde poucos, se tanto, na congregação tremem diante da Palavra de Deus. A ira Dele é apenas uma memória e nossa condição caída um mero véu sobre nosso potencial ilimitado.

Havner viu que isto estava se aproximando. Já nos anos 1940s ele disse:

"É um fato inegável que temos diante de nós hoje a maior oportunidade em toda a história para viver e pregar o Evangelho. Os campos estão brancos para a ceifa e prefiro viver agora do que em qualquer período na história registrada da igreja. Mas, também é infelizmente verdade que em nenhum tempo tivemos cristãos bíblicos falhando em aproveitar suas oportunidades mais miseravelmente do que hoje. Em tempo algum os cristãos lidaram mais constrangidamente com seus privilégios do que neste tempo presente." — Vance Havner, 1940.

Se ele estivesse vivo hoje, podemos ter certeza que a avaliação dele de onde estamos hoje seria horrível. Todavia, praticamente não há uma indicação da igreja visível que este colapso catastrófico ocorreu.

A Era dos Demônios liberou uma onda gigante de auto-engano, em que maçons, marxistas, jesuítas, ateus e diversos outros impostores não têm dificuldades em se infiltrar na igreja e assumir posições-chaves de liderança. Eles mudaram e contaminaram a Palavra de Deus, substituíram os hinos por canções melosas, trocaram os livros edificantes por banalidades tolas, colocaram as repetições e clichés meditativos em lugar da oração vinda do coração, zombaram e isolaram os cristãos fiéis piedosos, abandonaram o evangelismo e o esforço missionário e até ensinaram seus filhos a cantar hinos com palavras e frases como "Eu sou especial".

Isto é o que os demônios fazem.

Mas, isto é somente parte do que eles fazem. Há outro lado do trabalho deles, o lado que nos cega para o plano de longo prazo de Satanás, se não para a própria existência dele. Assim, enquanto os cristãos estão calmamente retirando sua armadura e se banhando na complacência, o Maligno está furtivamente construindo um cercado em torno da sociedade, um modo de existência cujas leis e dinâmicas se assemelham de perto com as do Deus Todo-Poderoso, mas que estão fundamentados inteiramente em princípios demoníacos.

O objetivo final de Satanás é um sistema totalitário sem Deus, que envolverá toda a Terra. Nesse sistema, Satanás derramará seu próprio sistema religioso, um conjunto de dogmas "iluminadores' que permitirão que a humanidade abra-se mais completamente para a influência demoníaca. Esta será a "chocante demonização da sociedade" à qual Unger se referiu.

Seu pastor já mencionou isto alguma vez?

A Estratégia do Diabo

Havner tentou advertir a igreja que isto iria acontecer. Ele não tinha a percepção de Unger a respeito da atividade demoníaca, mas via claramente os métodos que Satanás estava usando para cegar a igreja para aquilo que ele estava fazendo:

"A estratégia do Diabo hoje nos lembra a Guerra do Vietnã. Não existe agora uma linha de frente. O mundo se infiltrou na igreja até o ponto em que ela está agora permeada por descrença e mundanismo. O Maligno está ao nosso redor, atrás de nós e ao nosso lado. Toda esta conversa sobre unir as mãos, cerrar fileiras e marchar para frente negligencia a natureza do nosso conflito. Os cristãos, o sal da terra, deveriam permear a sociedade, mas a igreja professa, em vez disso, está sendo permeada pelo mundo e moldada pelo espírito do tempo. Os assuntos não são mais claramente definidos e estamos em uma guerra de guerrilha. O traidor que está infiltrado em nossas fileiras é mais perigoso do que o inimigo que está diante de nós. Estes são tempos extremamente esquisitos e estranhos, e as regras de procedimento ordinário não cobrem a situação." — Seasonings, 1970.

Tenha em mente que ele estava falando mais de 50 anos atrás, quando disse: "Estes são tempos extremamente esquisitos e estranhos, e as regras de procedimento ordinário não cobrem a situação."

Se os pastores hoje ainda estão usando "as regras do procedimento ordinário" para avaliarem a situação, regras que não eram válidas cinquenta anos atrás, então eles também não podem ver o quão ruins as coisas se tornaram."

Diagnóstico e Prognóstico

Como já estudamos a condição atual da igreja em muitos dos nossos ensaios anteriores, não examinaremos o mesmo terreno novamente aqui. Nossa principal preocupação neste ensaio é destacar a necessidade de vigilância. Até mesmo cristãos sólidos como a rocha, se atacados por trás por um golpe muito forte, podem ser tentados a desanimar, a se encolher como um tatu e aguardar seu destino! Mas, se estivermos vestindo nossa armadura, o golpe não nos despedaçará! Sim, o golpe pode nos derrubar, ou nos deixar atordoados por um momento, mas, com Cristo do nosso lado, nosso escudo e nossa força, devemos ser capazes de nos levantar mais uma vez.

Infelizmente, nossa armadura não nos protegerá da dor. Iremos derramar lágrimas, exatamente como Paulo: "Servindo ao Senhor com toda a humildade, e com muitas lágrimas e tentações, que pelas ciladas dos judeus me sobrevieram." [Atos 20:19].

E Cristo chorou diante do túmulo de Lázaro.

Podemos também chorar em alta voz, como Davi fez, após ter tolamente ordenado um recenseamento: "E disse Davi a Deus: Não sou eu o que disse que se contasse o povo? E eu mesmo sou o que pequei, e fiz muito mal; mas estas ovelhas que fizeram? Ah! SENHOR, meu Deus, seja a tua mão contra mim, e contra a casa de meu pai, e não para castigo de teu povo." [1 Crônicas 21:17]. O julgamento de Deus caiu sobre o país como um todo, embora o pecado fosse de Davi.

Hoje, todo o mundo ocidental, a região que antigamente chamávamos de Cristandade, está carregado com uma imensa acumulação de pecado não confessado. A maior parte dos cristãos professos não se perturba pela ofensa que isso certamente causa a um Deus que é tremendamente santo. Eles também não estão impressionados pelas muitas ocasiões na Bíblia em que essa situação atroz não recebeu a permissão de continuar. Quando todas as advertências forem exauridas, o martelo do julgamento cairá.

Será mais fácil lamentar que isto tenha sido necessário — "E Moisés disse a Arão, e a seus filhos Eleazar e Itamar: Não descobrireis as vossas cabeças, nem rasgareis vossas vestes, para que não morrais, nem venha grande indignação sobre toda a congregação; mas vossos irmãos, toda a casa de Israel, lamentem este incêndio que o SENHOR acendeu." [Levítico 10:6] — do que buscar uma explicação que, em nosso estado perturbado, não podemos compreender.

Muitos se voltarão para Jó. Os versos seguintes provavelmente resumirão tanto a situação quanto a solução:

"Livra-me dos que praticam a iniquidade, e salva-me dos homens sanguinários. Pois eis que põem ciladas à minha alma; os fortes se ajuntam contra mim, não por transgressão minha ou por pecado meu, ó SENHOR." [Jó 10:2-3].

"Na sua ira me despedaçou, e ele me perseguiu; rangeu os seus dentes contra mim; aguça o meu adversário os seus olhos contra mim." [Jó 16:9].

"Eis que se me adianto, ali não está; se torno para trás, não o percebo. Se opera à esquerda, não o vejo; se se encobre à direita, não o diviso. Porém ele sabe o meu caminho; provando-me ele, sairei como o ouro." [Jó 23:8-10].

E é assim que será? Quando Ele nos provar, sairemos como o ouro. Louvado seja o Senhor!

Uma Advertência Não Intencional

Durante muitos anos, até sua morte em 2014, aos 85 anos, o Dr. Stanley Monteith apresentou um programa on-line chamado Radio Liberty. Em 2012, se me lembro corretamente, ele reportou uma informação que lhe tinha sido passada por um de seus contatos. A informação referia-se a Janet Napolitano, que naquele tempo chefiava a Secretaria da Segurança Interna. De acordo com o informante, Napolitano encontrou por acaso um antigo colega de escola em um evento social. Eles não se viam há muitos anos, de modo que começaram a conversar sobre os velhos tempos. Quando eles se separaram, Napolitano o aconselhou seriamente seu velho colega com segue (parafraseamos aqui): 'Estoque alimentos e água suficientes para manter sua família durante seis semanas.'"

Não consegui encontrar referências on-line desse comentário.

Em alguns de nossos ensaios anteriores, tentamos identificar o método que a Elite usará para ocultar sua responsabilidade pelo vindouro colapso financeiro (veja, por exemplo, "Quem Será Responsabilizado Quando Ocorrer a Crise Financeira Internacional?", Bandeira Falsa e Decapitando Washington D. C.). Estão incluídos uma guerra comercial punitiva com a China, uma crise bancária na Europa após o Brexit, e um grande ataque de bandeira falsa nos EUA, especificamente na capital Washington, ou uma grande cidade na costa oeste. Ao que parece, a Elite escolheu realmente algo ainda mais destrutivo, uma pandemia mortal causada por um vírus que somente poderia ter sido produzido em laboratório.

Covid-19

O nome oficial que eles escolheram para este vírus — Covid-19 — é muito revelador. Os Illuminati gostam de fazer piadinhas. Exatamente como um canídeo [cão] é um canino, um bovídeo (boi) é um bovino, um vulpídeo (raposa) é vulpino e um corvídeo (corvo) é corvino, covid é covin. Covin é uma palavra inglesa arcaica que significa "fraude, engodo".

Os excertos seguintes, de The New Oxford Dictionary of English (1998) mostram que a mesma palavra também é a raiz para 'coven' (conciliábulo).

O nome 'oficial' para o novo coronavírus: Covid-19.

Em 11 de fevereiro de 2020, a ICTV apresentou o nome coronavírus-2 da síndrome respiratória aguda severa (SARS-CoV-2) para se referir à cepa do vírus anteriormente conhecido como 2019-nCoV. Anteriormente no mesmo dia, a OMS renomeou oficialmente a doença causada pela cepa do vírus de 2019-nCoV, da doença respiratória aguda, para "coronavírus da doença de 2019" (COVID-19) — Wikipedia.

Event 201

A Elite — o "conciliábulo" que deu ao mundo esta doença — gosta de sinalizar suas intenções sinistras, possivelmente por que o Mestre deles quer ser como Deus. Como somos informados em Amós 3:7 que o Senhor revela aos profetas com antecedência (e, portanto, seu povo) o que pretende fazer, o Maligno tenta agir de forma similiar:

"Certamente o SENHOR Deus não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas." [Amós 3:7].

Recebemos uma demonstração bizarra disto em 18 de outubro de 2019, quando "Event 201" foi realizado em Nova York. O vídeo dos destaques no YouTube é apresentado com seguinte texto:

"Momentos selecionados do exercício de mesa de pandemia 'Event 201', realizado pelo Centro John Hopkins para Segurança na Saúde, em parceria com o Foro Econômico Mundial e a Fundação Bill e Melinda Gates, em 18 de outubro de 2019, em Nova York, NY. O exercício ilustrou os esforços de preparação para enfrentar uma pandemia, necessários para diminuir as consequências sociais e econômicas de larga escala de uma pandemia severa. Baseando-se em eventos reais, 'Event 201' identifica importantes questões políticas e desafios de preparação que poderiam ser solucionados com vontade política e atenção suficientes. Essas questões foram criadas em uma narrativa para envolver e educar os participantes e a audiência."

https://www.youtube.com/watch?v=AoLw-Q8X174

O texto também diz que "EVENT 201 É UM EXERCÍCIO FICTÍCIO PARA UMA DOENÇA FICTÍCIA."

O anúncio inclui o logo da Organização Mundial de Saúde, bem como o logotipo do assim chamado Centro para Segurança na Saúde:

Em seu grande resumo, o "Epílogo do Cenário", os patrocinadores afirmam que esse evento "fictício" — uma pandemia mundial causada por um coronavírus altamente contagioso — terá "consequências catastróficas" — "Os economistas dizem que o distúrbio econômico causado por esse tipo de pandemia poderia durar anos, talvez até uma década."

Dentro de seis meses, de acordo com a simulação, casos ocorreriam em quase todos os países. As grandes cidades seriam atingidas com maior força. Incrivelmente, 65 milhões de pessoas morreriam nos primeiros 18 meses. O PIB mundial cairia 11% (aparentemente durante o mesmo período de tempo) e o mercado de ações em todo o mundo cairia entre 20% e 40%.

Não é este exatamente o 'Epílogo do Cenário' que a Elite quer, onde toda a culpa pelo colapso econômico caia sobre uma doença mortal?

Uma Doença Criada pelo Homem

Existem muitas razões para acreditar que o "Covid-19" foi produzido em laboratório:

  1. Ele apareceu no tempo exato para explicar o vindouro colapso econômico.

  2. Ele apareceu no local certo, no centro industrial da China, a atual locomotiva do crescimento econômico mundial.

  3. Ele apareceu exatamente na circunstância correta, quando milhões de pessoas faziam viagens curtas à China durante as celebrações do Ano Novo e retornavam imediatamente aos seus países de residência. A única migração anual em escala similar é a Haj, até Meca.

  4. O país que é atingido primeiro se recuperará primeiro. Isto significa que, se uma grande guerra ocorrer, a China estará melhor preparada do que qualquer outro país, incluindo os EUA.

  5. Wuhan, o epicentro do surto da doença, é a cidade onde está situado o mais importante laboratório de armas biológicas da China. Isto oferece uma explicação plausível para o local do surto, bem como uma possível desculpa — se não uma causus belli — para considerar o governo chinês responsável pela pandemia e suas consequências.

  6. Uma equipe de cientistas médicos na Índia publicou recentemente um trabalho de pesquisa, que mais tarde eles foram forçados a recolher, que identificou cepas do vírus HIV no material genético do coronavírus. A probabilidade que isso tenha ocorrido acidentalmente é enorme.

  7. O próprio vírus possui várias características, ou propriedades, que são consideradas ideais em uma arma biológica: (a) ele é altamente contagioso; (b) pode se propagar por contato ou pelo ar; (c) é contagioso por vários dias antes de os sintomas aparecerem; (d) pode sobreviver em uma superfície suave por vários dias; (e) o tratamento após a hospitalização requer cuidados intensivos; (f) como um vírus, em vez de uma bactéria, ele não responde aos antibióticos; (g) ele é fatal em muitos casos, até mesmo em indivíduos que eram considerados saudáveis.

Conclusão

Para qualquer um que tenha estudado a história da Eugenia, nada disso é surpreendente. A Elite sempre descreveu as fatalidades potencialmente maciças das pandemias mortais e da fome em larga escala como benéficas no fim para a humanidade. É por isto que eles financiaram programas sofisticados durante décadas, sob o guarda-chuva da pesquisa militar, para o único propósito de desenvolver uma ampla variedade de doenças mortais.

As mesmas entidades demoníacas que trabalharam nos pais e avós dos membros dessa Elite estão trabalhando neles hoje. Os avós deles nos deram, por exemplo, a carnificina injustificável da batalha de Somme (na Primeira Guerra Mundial) e o insano bombardeiro de Dresden (Alemanha) e dezenas de cidades japonesas com bombas incendiárias. Os pais deles nos deram a Guerra na Coreia, a Guerra do Vietnã e a violência no Oriente Médio. Hoje, os descendentes deles esperam testemunhar o cumprimento do Grande Plano — veja em nosso ensaio "A Exteriorização da Hierarquia: o Plano de Satanás para o Fim dos Tempos e Como Está Sendo Implementado" uma análise detalhada desse plano. Se dezenas de milhões de pessoas tiverem de morrer ao longo do caminho, que assim seja. Como servos jurados de Satanás, eles sentem grande prazer em reduzir o "gado", como eles dizem.

Tendo dito isto, o surto atual não parece ter um propósito estritamente genocida. Ao contrário, ele parece ser um evento de gatilho, a salva de tiros inicial em uma campanha que a Elite planejou há mais de cem anos.

Incentivamos nossos leitores a garantir que tenham suprimentos suficientes em estoque para atender às necessidades de suas famílias, caso uma quarentena geral seja imposta. Um suprimento de prata coloidal também é desejável. (Caso você não esteja familiarizado com o valor terapêutico deste produto, faça uma pesquisa usando um motor de busca na Internet.).

"Livra-me, meu Deus, dos meus inimigos, defende-me daqueles que se levantam contra mim. Livra-me dos que praticam a iniquidade, e salva-me dos homens sanguinários. Pois eis que põem ciladas à minha alma; os fortes se ajuntam contra mim, não por transgressão minha ou por pecado meu, ó SENHOR." [Salmos 59:1-3].

Solicitação Especial

Incentivamos os leitores frequentes a baixarem os ensaios disponíveis neste website para cópia de segurança e consulta futura. Eles poderão não estar disponíveis para sempre. Estamos entrando rapidamente em um tempo em que materiais deste tipo somente poderão ser obtidos via correio eletrônico. Os leitores que desejarem ser incluídos em uma lista para correspondência futura são bem-vindos a me contactar em jeremypauljames@gmail.com. Não é necessário fornecer o nome, apenas um endereço eletrônico.



Autor: Jeremy James, artigo em http://www.zephaniah.eu
Data da publicação: 2/3/2020
Transferido para a área pública em 24/3/2021
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/ovelhas.asp