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Se o Acordo Nuclear com o Irã Permitir Que o País Desenvolva Futuramente Suas Próprias Armas Nucleares, Isto Significa que o Irã as Usará Contra Seus Vizinhos?

Recursos úteis para sua maior compreensão

Título do Livro 1


Título do Livro 2


Título do Livro 3

O mundo teme que o Irã tenha um comportamento irresponsável se vier a possuir armas nucleares, ao mesmo tempo que confia demais na forma como essas armas são usadas pelas potências ocidentais. Essa percepção pública permitiu que as forças armadas dos EUA utilizassem o urânio exaurido para perpetrar uma guerra nuclear de forma sorrateira, contaminando potencialmente centenas de milhões de pessoas no Oriente Médio e na Ásia. A poeira contaminada dos desertos é levada pelo vento a grandes distãncias e a inalação de uma simples partícula já é suficiente para arruinar a saúde de um organismo. O mundo parece totalmente alheio a esta terrível realidade.

A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado?

Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia-a-dia!!

Aprenda a proteger a si mesmo e aos seus amados!

Após ler nossos artigos, você nunca mais verá as notícias da mesma forma.

Agora você está na
"THE CUTTING EDGE"

O presidente Obama finalmente concluiu com o Irã o acordo que o presidente Bush não conseguiu, ou não quis, concluir. O Irã se compromete a ser um bom menino no desenvolvimento da tecnologia nuclear. As pessoas no mundo ocidental têm de assumir que o Irã não usará seu programa nuclear para desenvolver ogivas nucleares. Israel quase que unanimamente condenou o acordo, dizendo bem alto para todo o mundo ouvir que a guerra nuclear com o Irã é agora inevitável!

Vamos analisar rapidamente a reação do mundo:

Resumo da Notícia: "Líderes israelenses condenam o acordo com o Irã, 'um dos dias mais tenebrosos na história mundial'", The Washington Post, 14 de julho de 2015.

"Jerusalém — Líderes israelenses de todo o espectro político condenaram em linguagem apocalíptica o pacto nuclear iraniano anunciado pelos EUA e outras potências mundias, chamando-o de um erro histórico que libera o Irã para patrocinar o terrorismo global, ao mesmo tempo que acumula conhecimento tecnologia para construir uma bomba nuclear."

"O Irã terá um caminho seguro para as armas nucleares", disse o primeiro-ministro Benjamin Netanyaju. "Muitas das restrições que existam para impedi-lo de fazer isso serão suspensas."

"... O ministro da Educação, Naftali Bennett, acrescentou: 'Nasceu hoje uma superportência nuclear terrorista e este será um dos dias mais tenebrosos na história mundial'."

"... O ministro da Ciência, Danny Danon, disse que o pacto com o Irã 'é como fornecer fósforos a um piromaníaco'".

"Horas após o acordo ter sido alcançado em Viena, o Secretário de Estado dos EUA, John F. Kerry declarou à NBC que achava que Netanyahu estava enganado e que o primeiro-ministro tinha feito 'comentários muito exagerados'. Kerry disse que 'Israel está mais seguro' como resultado do acordo nuclear."

Resumo da Notícia: "Acordo Nuclear com o Irã: Os EUA escolheram o lado do Irã — para a fúria de Israel e da Arábia Saudita", Independent (Grã-Bretanha), 15 de julho de 2015.

"Por mais que Bibi Netanyahu, de Israel, e os sultões do Golfo em enfureçam com o acordo assinado em Viena, os árabes pelo menos suspeitarão da verdade: que os americanos ficaram do lado dos muçulmanos xiitas na guerra sectária no Oriente Médio."

No fim de 2006, a Cutting Edge começou a observar que o presidente Bush estava lenta, mas seguramente, gravitando para a posição dos xiitas, afastando-se dos sunitas. Como o odiado Saddam Hussein era um sunita, essa transição teve grandes e importantes ramificações para a guerra no Iraque e para as relações diplomáticas com o Irã xiita. E, é claro, a Arábia Saudita sunita estava espreitando o horizonte diplomático, cada vez mais irada e irritada.

O presidente Obama simplesmente deu continuidade à inclinação de Bush para a posição xiita.

"... Mas, isto foi a paz para o nosso tempo. Esqueça o legado de Obama e toda a escrita técnica no acordo de 80 páginas — 100 páginas no idioma farsi — pois o Irã está agora a caminho de vestir o manto do falecido xá e atuar como a Polícia do Golfo. Os sismólogos do Oriente Médio devem se preparar para um terremoto."

Portanto, o que este acordo nuclear realmente faz foi colocar a coroa do vitorioso sobre a cabeça do Irã. O plano iraniano de 2003 para derrotar as Forças de Coalizão no Iraque e, depois, em todo o Oriente Médio, triunfou, de forma quase total. Você se lembra desse plano? Os iranianos o chamaram de "Acender Múltiplas Fogueiras no Oriente Médio" (leia os detalhes completos no artigo N1910, intitulado "Estaria o Irã Acendendo Múltiplas Fogueiras Para Iniciar uma Guerra Regional no Oriente Médio?").

Além disso, é claro, o Irã foi o vitorioso no Novo Mapa do Pentágono para o Oriente Médio (leia os detalhes completos em N2213, intitulado "Novo Mapa Proposto Pelo Pentágono Para o Oriente Médio Enfurece Aliados e Adversários na Região"). Depois que você ler nossas análises detalhadas, entenderá que esse mapa está sendo aplicado neste exato momento, em julho de 2015!

A guerra que a Arábia Saudita lançou contra o Iêmen está ocorrendo precisamente por que os líderes sauditas se recusam a aceitar sua humilhação, como mostrado nesse mapa referido, sem lutar. No mapa, a Arábia Saudita sunita perde território, instalações petrolíferas e os sítios sagrados do islamismo para o Irã xiita! Esta virada de eventos é chocante, para dizer o mínimo.

O Grande "E Se" Que Está em Jogo

Para facilidade da argumentação retórica, vamos assumir que o maior medo de Israel e do Ocidente realmente ocorra, isto é, o Irã desenvolva ogivas nucleares. O que poderia então acontecer?

"Logicamente, uma guerra global muito curta, porém muito mortal, usando armas nucleares sobre concentrações populacionais selecionadas foi contemplada e, para dizer a verdade, não foi descartada..." [Behold A Pale Horse, de William Cooper, págs. 167, 177, leia a resenha].

Vamos considerar fatos extremamente pertinentes sobre cada país no Oriente Médio, começando com o Irã.

Irã

Retórica pública acalorada preenche os jornais e programas de rádio desde meados de 2003, advertindo que o Irã está quase pronto para fabricar armas nucleares e que, se começar a fabricar essas armas, será um risco inaceitável para seus vizinhos e para Israel em uma confrontação militar direta. Além disso, o Irã é acusado de estar disposto a fornecer armas nucleares para terroristas globais, representando, portanto, um risco para os EUA, Grã-Bretanha e União Europeia.

As pessoas do mundo acreditam nessa retórica. Muitos devem ficar acordados a noite toda em suas camas, preocupando-se com a detonação de alguma ogiva nuclear poucos metros acima de suas casas.

EUA

Os EUA, por outro lado, são mostrados na mídia mundial como a potência nuclear mais responsável que existe no que se refere ao uso real de armas nucleares em combate. A maioria acredita nesta retórica. Poucos devem ficar acordados a noite toda em suas camas, preocupando-se que as armas nucleares sejam usadas pelos EUA.

Mas, é está percepção pública correta? Antes de iniciarmos nossa discussão, vamos rever as verdades que aprendi na Inteligência do Exército dos EUA, que enunciei em fins de 2001, poucas semanas após os ataques de 11 de setembro. Esse artigo é N1558, "Aprenda a Raciocinar na Direção Oposta à Indicada Pela Retórica Apresentada ao Público na Mídia de Massa". Citando exertos pertinentes:

Durante a Guerra do Vietnã, ingressei no Serviço de Inteligência dos EUA e fui designado para o Centro de Processamento Conjunto de Inteligência de Sobe, em Okinawa, no Japão. Essa instalação era chamada de "O Pentágono do Oriente". Enviávamos dados de Inteligência para o Pentágono dentro de dados crus. Durante esse período, recebi muita instrução e assimilei muitos conhecimentos que têm sido úteis neste ministério.

Um fato que me ensinaram é que, para chegar à verdade, é necessário desenvolver o "raciocínio na direção oposta"; em outras palavras, a verdade em muitas situações, especialmente no planejamento estratégico, encontra-se na direção oposta à indicada pela retórica apresentada ao público. Durante os preparativos para uma guerra, por exemplo, a retórica pública falará de paz e de tratados. Um corolário disso é que, quando você vir líderes que estão obviamente se preparando para a guerra, começarem a falar de paz, saberá que a deflagração da guerra provavelmente é iminente.

Outro excerto:

O autor cristão de Nova Era, William Cooper, diz: "As sociedades secretas planejam desde 1917 inventar uma ameaça artificial... a fim de levar a humanidade a um governo único mundial o qual chamam de Nova Ordem Mundial." [Behold a Pale Horse, pág. 27].

Se o presidente Bush fosse realmente invadir o Irã, ele teria feito isso em abril ou maio de 2003. Naquele tempo, o suporte público para sua "vitória fácil no Iraque" era muito alto, todos os porta-aviões que tinham dado apoio à invasão de 20 de março ainda estavam em operação na região, todos os aviões da Força Aérea que foram enviados ainda estavam à disposição, as forças americanas não tinham ainda se atolado no Iraque, a Rússia e a China não tinham ainda oferecido ajuda diplomática e militar ao Irã.

Portanto, o fato que o presidente Bush não ter invadido o Irã quando tinha todas as cartas certas nas mãos fala muito sobre a possibilidade que ele nunca quis atacar o Irã. Jesus falou de "guerras" e "rumores de guerras" nos últimos dias. O Iraque e o Afeganistão forneceram a porção de "guerras" dessa profecia, enquanto que a retórica sobre o Irã fornece os "rumores de guerras".

Finalmente, lembre-se que o Irã parece estar protegido pela profecia bíblica contra o tipo de ataque que destrua seu governo ou suas forças armadas. Ezequiel 38-39 prediz que os persas serão uma das nações que marcharão contra Israel nos últimos dias. O governo em controle naquele tempo terá de ser anti-Ocidental e anti-Israel, exatamente como é hoje. Se o presidente Bush derrubasse o regime iraniano, ele instituiria um governo marionete, exatamente como fez no Iraque; esse governo seria pró-Israel e pró-Ocidente. Portanto, acreditamos que o atual governo iraniano esteja protegido pela profecia de Ezequiel 38-39 de ser derrubado; o país poderá ser atacado e ter suas instalações destruídas, mas parece para nós que o governo será protegido de ser realmente deposto. O Irã poderá sofrer um ataque de Israel ou dos EUA, mas seu governo não será derrubado, nem suas forças armadas serão destruídas.

Na verdade, a política externa do presidente Bush está levando a Rússia e o Irã a uma sólida aliança um com o outro, precisamente o tipo de aliança que você esperaria ver de duas nações que um dia liderarão exércitos combinados em um ataque a Israel (veja os detalhes completos em N2014).

Com este pano de fundo, vamos agora continuar, examinando a proposição sobre qual país representa o maior perigo para o mundo de lançar um ataque nuclear.

Irã

A primeira realidade que você precisa compreender é que o Irã possui armas nucleares há pelo menos 13 anos completos! Citando do artigo N2411, "Como Israel Poderá Iniciar a Terceira Guerra Mundial Se Atacar o Irã":

Resumo da Notícia: "General Russo Confirma Que o Irã Possui Armas Nucleares!", Stratfor Intelligence, semana de 4 de junho de 2002.

"A afirmação de um general russo sobre as armas nucleares do Irã deixou de ser registrada na mídia. Algumas vezes um deslize verbal é tão incrível que nenhum especialista pode explicar. Algumas vezes, um deslize verbal é tão intencional quando poderia ser. Considere uma entrevista do general russo membro do Estado Maior, Yuri Baluyevsky. Ele fez um rápido pronunciamento à imprensa na sexta-feira em Moscou durante o encontro Bush-Putin e foi perguntado se o Irã realmente tinha disparado o míssil de médio alcance Shihab-3, em um teste bem-sucedido, anteriormente neste mês. A segunda pergunta foi se o Irã poderia ameaçar Israel, a Rússia ou os EUA com seu programa nuclear e de mísseis."

"Em seguida, o general russo deu uma virada de surpresa: 'Agora, com relação à questão se o Irã testou ou não algo como isto. O Irã tem armas nucleares', Baluyevsky disse. 'Logicamente, são armas nucleares não-estratégicas. O que quero dizer é que não são ICBMs com alcance de 5.500 km ou mais."

Agora, essa notícia é realmente chocante! Esse general russo acaba de confirmar — em junho de 2002 — que o Irã tem ogivas nucleares e mísseis táticos para lançá-las. E ele não parece preocupado, porque essas ogivas nucleares não podem atingir o território russo. Se o Irã tem armas nucleares e a capacidade de lançá-las em alvos israelenses, então todo o cálculo do equilíbrio militar no Oriente Médio pode ter acabado de mudar.

Além disso, o presidente Bush estava presente nessa coletiva de imprensa e ouviu a tradução da declaração desse general. Se ele não sabia disso de antemão, então soube no começo de junho de 2002, a partir da boca desse general, que o Irã já possuía armas nucleares! Portanto, Bush está simplesmente regurgitando pura propaganda quando alerta sobre os 'perigos' do Irã desenvolver suas próprias armas nucleares. O Irã já possui armas nucleares e não as usou contra ninguém — ainda.

A Rússia, então, entrou no meio da batalha diplomática entre os Estados Unidos e o Irã — de forma bem grande.

Excerto do artigo N2003:

Resumo da Notícia: "Nenhum ataque a outros países, Putin adverte os EUA", Sify News, 12 de abril de 2003.

"São Petersburgo — O presidente russo Vladimir Putin advertiu na sexta-feira a coalizão liderada pelos EUA a não atacar outros países sob o pretexto de promover valores capitalistas e democráticos após ter derrotado o regime ditatorial do Iraque. 'Não vamos exportar revoluções capitalistas e democráticas', disse o líder russo aos repórteres, ao mesmo tempo em que os rumores em Washington dão conta que alguns elementos da administração dos EUA estão ruminando o lançamento de operações militares contra outros países do Oriente Médio. 'Se fizermos isso, vamos terminar em uma ladeira escorregadia de conflitos militares intermináveis. Não podemos permitir que isso aconteça', disse Putin em uma conferência conjunta à imprensa com o chanceler alemão Gerhard Schröeder e o presidente francês Jacques Chirac, após manter conversações com eles."

Vimos vários aspectos muito importantes na advertência de Putin:

1) Embora os líderes da Alemanha e da França tenham comparecido a essa conferência de imprensa, o porta-voz foi o russo Putin. Esse fato fala em alta voz da realidade que a Rússia pode ser a única superpotência que está disposta a realmente se posicionar e enfrentar os EUA. Os preparativos militares falam ainda mais alto sobre essa realidade.

Ao tempo em que Putin fez sua grave advertência, ele tinha posicionado as unidades navais russas exatamente nas áreas geográficas em que os EUA estão planejando efetuar as próximas "mudanças de regime". Os EUA estão planejando efetuar "mudanças de regime" por meio de ações militares na região do Golfo Pérsico — Síria, Irã e Arábia Saudita — e na Península Coreana.

3) Putin usou a linguagem descritiva "ladeira escorregadia" para descrever as ações dos EUA. Esse termo normalmente é reservado para as circunstâncias muito especiais em que as ações nacionais são vistas criando uma inevitável inclinação a uma guerra total. Essa terminologia me faz lembrar o assassinato do arquiduque austríaco Ferdinando, que colocou o mundo na "ladeira escorregadia" para a Primeira Guerra Mundial.

Lembre-se que levou tempo para o evento que causou a Primeira Guerra Mundial produzir realmente a guerra. Parece que estamos neste tipo de caminho agora; todavia, os eventos levam vários anos para produzirem efeito. Os quatro anos de pressão constante sobre o Irã, durante o governo Bush, somente serviram para lançar o país nos braços da Rússia — exatamente como advertimos no artigo N2014. Portanto, o que o presidente Bush fez foi armar o cenário para o cumprimento de Ezequiel 38-39! Ameaçando atacar, mas sem nunca fazer isso, Bush fez o Irã se dirigir para a órbita russa.

Era isto que ele queria fazer? Intencionalmente ou não, a pressão constante preparou o cenário para o cumprimento de uma profecia chocante — a invasão liderada pela Rússia contra Israel.

Agora, vamos retornar ao assunto do Irã possuir armamento nuclear desde o início de 2002. O quanto de ameaça para seus vizinhos esse arsenal já demonstrou ser? Afinal, esta é a chave para qualquer país que possui armas nucleares — ele lidará com o armamento de uma forma responsável, ou ameaçará seus vizinhos regionais? Além disso, nesta época de terrorismo, esse país fornecerá alguns pequenos artefatos nucleares para terroristas usarem contra as cidades ocidentais em atos de terror? Se os países em questão são os EUA, a Grã-Bretanha, França, Rússia, China ou África do Sul, estas são questões que precisam ser respondidas antes que alguém possa concluir que alguma nação seja uma ameaça não gerenciável caso venha a possuir armas nucleares.

No mundo hoje, os países que possuem armas nucleares são controlados por diversas religiões:

A história moderna registra que, desses países, controlados por homens dessas diferentes persuasões religiosas, somente um país detonou armas nucleares tradicionais na guerra — os EUA, quando bombardearam as cidades japonesas de Nagasaki e Hiroshima, em 1945. Desde aquele tempo, bombas nucleares não foram usadas contra ninguém mais. Dezenas de milhares já foram construídas e instaladas, a um custo de trilhões de dólares; mas, nenhuma bomba nuclear foi detonada da forma tradicional, desde que os EUA, durante o governo de Harry Truman, devastaram as duas cidades japonesas no fim na Segunda Guerra Mundial.

O que deteve essas nações que controlam as ogivas nucleares de lançá-las contra um inimigo? Um acrônimo diz tudo: M.A.D. — Mutually Assured Destruction (Destruição Mutuamente Garantida).

Em outras palavras, um país que contemple o uso de armas nucleares contra um vizinho é dissuadido de fazer isso por que sabe que haverá retaliação nuclear e ambos retornarão à Idade da Pedra — uma Idade da Pedra radioativa! Esse medo da destruição garantida funcionou muito bem desde 1945 e continuará a funcionar.

Apesar da retórica intensa que vem da Casa Branca, levantando o espectro das nuvens nucleares em formato de cogumelo em todo o Oriente Médio caso o Irã obtenha a posse de armas nucleares, os fatos são simples:

1) O Irã já possui armas nucleares desde 2002, talvez até antes disso.

2) Os líderes iranianos sabem que sua nação e sua civilização extremamente antiga serão erradicadas do mapa pelos armamentos nucleares israelenses e americanos se tomarem a iniciativa de lançar uma guerra nuclear.

O Irã tem lidado com suas armas nucleares de forma responsável e continuará a fazer isso no futuro por causa da certeza da destruição mútua. Apesar da retórica feroz sobre erradicar Israel do mapa, a realidade é que o Irã teme o poder de dissuasão de Israel. Até aqui, o Irã agiu do mesmo modo que outros países responsáveis têm demonstrado depois que obtiveram a bomba nuclear.

EUA

"E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas." [Apocalipse 18:4].

Já observamos que os EUA são o único país que usou bombas nucleares de verdade — em 1945, contra o Japão.

Desde então, os líderes americanos alcançaram uma imagem respeitável nas mentes e corações das pessoas de todo o mundo. A maioria parece confortável com a ideia que a EUA têm armas nucleares e que estão desenvolvendo novas armas, porque acredita na liderança da Casa Branca para ser responsável no modo como gerencia essas armas terríveis.

Na verdade, essa percepção pública permitiu aos EUA lançarem quatro armas nucleares desde 1991 — e o mundo parece totalmente alheio a esta terrível realidade. Vamos listar essas guerras para seu conhecimento:

1991 — Primeira Guerra do Golfo — Leia o artigo N1965 para ver que 75% dos homens e mulheres que lutaram nessa guerra estão agora morrendo, ou já estão mortos, e que dois terços dos bebês filhos de soldados que retornarm nasceram com severos defeitos congênitos. George H. W. Bush era presidente naquele tempo.

1999 — Bósnia e Kosovo, nos Bálcãs — William Clinton era o presidente.

2001 — Afeganistão — George W. Bush era o presidente.

2003 — Iraque — George W. Bush era o presidente.

Assim, dois dos presidentes que ordenaram que as forças militares fizessem uma guerra nuclear eram membros da Caveira e Ossos — uma maligna sociedade secreta e de magia negra do tipo maçônico.

Neste ponto, você provavelmene está protestando que nenhuma bomba nuclear foi lançada nessas guerras; afinal, você assiste o noticiário na televisão todas as noites e nunca viu as nuvens no formato de cogumelo que são indicativas de uma explosão nuclear. Se é isto que você está pensando, é por que está olhando para o indicador errado.

Veja o seguinte, a guerra nuclear que esses presidentes lançaram sobre esses países é um tipo silencioso de armamento nuclear — o urânio empobrecido (ou exaurido)! Os efeitos são sentidos dias após a exposição, ou até 20 anos depois. Separe um tempo para ler os artigos sobre o urânio exaurido que estão disponíveis na seção Terceira Guerra Mundial, pois eles retratam os resultados clínicos desastrosos desse armamento mortal que está matando os próprios soldados americanos, o "inimigo" e as populações civis inocentes do Iraque, Afeganistão e todos os países vizinhos, em um raio de 1.600 km.

A resposta para nossa pergunta no título é clara. As pessoas do mundo têm razão para temer a guerra nuclear dos EUA, não de qualquer país no "eixo do mal", assim designado pelo presidente Bush. Se quisermos discernir a verdade, temos de aprender a olhar na direção oposta à indicada pela retórica pública. Após os ataques de 11 de setembro de 2001, o presidente Bush declarou que iria "dar fim aos regimes" de diversos países em todo o mundo; pouco tempo depois, ele declarou guerra a todos os países do "eixo do mal", colocando assim em movimento as invasões do Afeganistão e do Iraque.

Estava o presidente Bush usando uma retórica tão inflamada a respeito da suposta ameaça severa representada pelo Irã e pela Coreia do Norte, armados com armamento nuclear, de modo a blindar suas próprias guerras nucleares do escrutínio público? Essa possibilidade certamente precisa ser considerada.

Vamos terminar este artigo com uma matéria de notícias sobre os efeitos do urânio exaurido. Leia e chore:

Resumo da Notícia: "Precisamos acordar agora, ou poderemos terminar mortos, como milhares de outros em todo o mundo, apanhados pela máquina de guerra do presidente Bush", Greg Szymanski, The Arctic Beacon, 19 de março de 2006.

"Enquanto Holly Ávila protesta contra a Guerra no Iraque a partir de sua cidadezinha na Pensilvânia, Arun Shrivastava, da Índia, está tentando alertar o mundo acerca de um crescente 'círculo da morte' causado pelo uso ilegal do urânio exaurido pelas forças armadas dos EUA em toda a região do Oriente Médio... milhões de pessoas, como Ávila, uma música, poeta e funcionária de uma mercearia, e Shrivastava, um consultor em administração, estão finalmente começando a acordar e a sentir o cheiro do café, dando aos grandões com armas e dinheiro algo sobre o que pensar. 'Eles estão nos matando por diversão, usando o urânio exaurido', disse John McCarthy, um americano crítico da guerra, que está tentando alertar o país de uma calamidade mundial iminente."

"Leuren Morte, uma especialista em urânio exaurido acrescentou recentemente seu recado em uma mensagem de correio eletrônico distribuída para uma grande número de pessoas, dizendo que o 'cavalo de Tróia' da guerra nuclear é o urânio exaurido e que o 'círculo da morte', mencionado por Shrivastava, agora engloba 5 milhões de km2, colocando 857 milhões de pessoas sob uma sentença de morte."

Desde o início da Guerra no Iraque, advertimos que as populações inteiras do Afeganistão e do Iraque irão morrer nos próximos 30 anos e que esses países se tornarão inabitáveis — leia os muitos artigos sobre o urânio exaurido. Em N2063, intitulado "As Tempestades de Areia: Como a Contaminação Pelo Urânio Empobrecido Poderá Matar Populações Inteiras no Oriente Médio e na Ásia" — reportamos que a poeira mortal do urânio está sendo levada para mais de 1.600 km dos campos de batalha. Dadas as posições estratégicas do Afeganistão e do Iraque, você pode ver como a poeira do urânio exaurido, sendo levada a mais de 1.600 km de distância de cada um desses países, contaminará a maior parte do Oriente Médio. Aparentemente, este é o preço que um país ou região paga por estar no "vão não-integrado" (veja os detalhes em N1833b.).

Agora, vamos retornar ao artigo do Greg:

"O urânio exaurido é um brinquedo mortal nas mãos das linhagens sanguíneas governantes. Uma partícula do urãnio exaurido que for ingerida ou inalada pode causar mais de 90 doenças debilitantes, fatais ou temporariamente não-fatais. A meia-vida do urânio exaurido é de 4,5 bilhões de anos e ele pode destruir os seres vivos e o meio ambiente; mais importante ainda, ele pode destruir vidas perfeitamente saudáveis... As evidências indicam claramente que o urânio exaurido está sendo levado pelo vento para o mundo todo. Os efeitos sobre a saúde estão aparecendo em terras distantes. Anteriormente, os veteranos da Guerra do Golfo e os civis que vivem no local eram afetados; agora, de todos os lugares, os EUA estão vendo aumentos de até 6 vezes apenas nos casos de câncer de pulmão. A Dra. Rosalie Bertell diz: 'Os veteranos e os civis (nessas guerras) FORAM expostos ao urânio exaurido; e esse urânio exaurido representa um risco seriamente aumentado de sistemas imunológicos danificados e cânceres fatais. Aqueles que estiverem imediatamente na direção em que o vento sopra morrem mais depressa, em horas ou dias. Aqueles que estiverem mais distantes levarão mais tempo. Aqueles que estiverem ao redor do mundo eventualmente sofrerão uma morte prematura e muito dolorosa."

"Não há tempo a perder. Os habitantes desta aldeia global precisam dar as mãos uns aos outros de forma pacífica e não violenta, e deixar de cooperar com os governos que mentem e matam. Vamos todos formar pequenos comitês locais e pedir que os governos se livrem de todo o urânio exaurido. Mobilize suporte para ajudar os veteranos e os civis que estão sofrendo, sem discriminar por origem étnica, classe social, credo ou religião. Diga a todas as pessoas que trabalham para o governo, a sociedade civil, a polícia e os membros das forças armadas que eles estão afundados nisto até o pescoço. Finalmente, informe-se, eduque sua família e seus vizinhos; leia as centenas de artigos e trabalhos de pesquisa escritos por cientistas. Existe alguma razão para temer, quando todos nós estamos sob uma sentença de morte, por um crime que nenhum de nós cometeu? Se continuarmos a cooperar com os poucos maníacos homicidas, isto os deixará mais arrogantes. O poder está nas mãos de cada um de nós."

O mundo está caminhando rapidamente em direção ao cumprimento dos Selos 2 e 4 de Apocalipse 6. O urânio exaurido está preparando um cenário de longo prazo para que, quando o Anticristo aparecer, as pessoas estejam morrendo do modo e na quantidade predita:

Selo 2: "E, havendo aberto o segundo selo, ouvi o segundo animal, dizendo: Vem, e vê. E saiu outro cavalo, vermelho; e ao que estava assentado sobre ele foi dado que tirasse a paz da terra, e que se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada." [Apocalipse 6:3-4].

Observe que o cavaleiro recebeu uma "grande espada" para matar a humanidade!

Selo 4: "E, havendo aberto o quarto selo, ouvi a voz do quarto animal, que dizia: Vem, e vê. E olhei, e eis um cavalo amarelo, e o que estava assentado sobre ele tinha por nome Morte; e o inferno o seguia; e foi-lhes dado poder para matar a quarta parte da terra, com espada, e com fome, e com peste, e com as feras da terra." [Apocalipse 6:7-8].

O mundo parece estar diante desse abismo e os EUA abriram o caminho com o uso repetitivo de armamento com urânio exaurido.


Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.

Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.

Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia-a-dia.

Fale conosco direcionando sua mensagem a um dos membros da equipe de voluntários.

Se desejar visitar o site "The Cutting Edge", dê um clique aqui: http://www.cuttingedge.org

Que Deus o abençoe.

Data de publicação: 21/7/2015
Transferido para a área pública em 3/4/2017
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/n2551.asp